SérieMorte: Cavaleiro da Lua

Disney do céu que foi isso?!

Falarei tudo que achei da série enquanto acompanho cada episódio.

Sem muito spoiler. Boa leitura.

Uma série de herói com uma pegada de terror e muito mistério... saca o "The Batman" desse ano? Pois é, perto dessa série parece coisa de criança.

E olha que conceitualmente, Cavaleiro da Lua parece muito com o Morcegão: O herói se vende como um encapuzado que sai de noite surrando bandidos, mas ao invés de ser todo de preto, ele se veste todo de branco... porém as coisas são tão diferentes que sinceramente, qualquer comparação soa ofensivo pros dois lados, por isso pararei com isso aqui e agora.

Eu nem queria assistir, pois meu preconceito com a série tava nas alturas, uma vez que ela parecia promissora de mais, num ambiente suspeito. A proposta em trailers e na obra original de algo um pouco mais sério e "pesado" não combinava com a política do Mickey Mouse. Se fosse na "Star +" até daria pra acreditar, mas no Disney não... até que saiu e foi bem impressionante.

Fato que essas séries da Marvel começam de um jeito inusitado. Até agora todas elas tiveram alguma pegada diferentona e todas elas soavam suspeitas de início: Uma série sobre uma personagem B do time principal de heróis? Ficou legal. Uma série sobre o vilão corriqueiro nas aventuras de Thor? Ficou bacana também. Uma história sobre personagens mais humanos que super? Ficaram interessantes. 

Mas, todas essas histórias (falo respectivamente de "Wanda Vision", "Loki", "Falcão e Soldado Invernal" e "Gavião Arqueiro") tinham um ponto forte, que eram os rostos familiares já vistos nos filmes, o que por si só já atraia a atenção (ao menos de quem acompanhava eles no cinema).

A única que foi um pouco diferente disso foi a "What if", que por sua vez também trazia os mesmos rostinhos, só que desenhados, e com a desculpa de serem de realidades alternativas pra ir longe nas histórias. Acabou sendo uma faca de dois gumes afinal, soava até como um spin-off infantil.

O que "Cavaleiro da Lua" tem de diferente e o torna desinteressante à primeira vista, é o fato de ser algo inédito, mas na mesma pegada dessa leva de heróis da Marvel. Desinteressante não pelo novo não atrair, mas por soar só mais uma cópia genérica ou um personagem qualquer jogado nas telonas... e confesso que não entendo a razão desse meu pensamento. Talvez seja pela supersaturação de encapuzados poderosos nos longas, o que cansa.

Com "Pacificador" (série da DC/Warner) eu já deveria ter aprendido que os personagens mais controversos podem sim ser muito legais de se assistir, e que o gênero de super herói não tá tão repetitivo assim. Tudo depende de como contarão a história, e se for um trabalho bem feito, eles podem facilmente virar destaque. Felizmente me parece que esse novo herói tá nesse caminho.

Nem dá pra saber se é mesmo um herói só pra constar. Cavaleiro da Lua "surge" com as mãos cheias de sangue e mais assusta do que conforta, principalmente seu alter ego. E isso é intrigante, já que todo o mistério envolto dele reforça ainda mais sua característica mais chamativa: Ele não é ele.

O protagonista na verdade tem Transtorno Dissociativo de Identidade, o que basicamente o deixa com múltiplas personalidades, as quais não se comunicam entre si, mas usam o mesmo corpo.

Uma história bem famosa no cinema sobre o assunto é a do "Fragmentado", e o carinha com 23 personalidades, filme do M. Night Shyamalan, que cambaleia entre os gêneros terror e suspense. Nele, o ponto forte era a atuação de James McAvoy e sua vida às diferentes facetas do antagonista, o que convence bem, mas no caso dessa série, o destaque é meio que o oposto.

Ao menos no primeiro episódio, nós só acompanhamos a perspectiva de uma das personalidades, apenas uma das mentes no controle do corpo. Quando outra assume, todos os eventos que ela participou são bruscamente cortados, e nós conseguimos ver apenas o que o protagonista vê, acordando após os eventos, ou durante eles, com sequelas do ocorrido.

E olha que, apesar de tudo ser revelado já no início, o mistério sobre o que acontece com ele perdura até o fim, nos fazendo até acreditar nas suspeitas, mesmo cientes de que na verdade é só mais uma série de super herói.

Ela nos prende com o mistério, nos fazendo imaginar e preencher as lacunas do roteiro e suas constantes elipses, de formas que são até inimagináveis. O protagonista é posto em situações bem inesperadas, e dificilmente sairia disso sem a ajuda de seus outros "eus", o que também o coloca em perigo pra início de conversa.

E é isso, se sustentando no contraste do personagem principal, que por não entender o que acontece com si mesmo quando dorme, apenas sofre com cansaço, exaustão, confusão, e medo, muito medo, a série nos prende. Aliás, esse medo acaba dando o tom perfeito pra obra, onde ao ver o protagonista em pânico, nós nos colocamos em pânico com ele (Oscar Isaac faz bem o papel, quero ver como se sairá nas demais personalidades).

Eu não sei se ao longo da série irão mostrar as demais personalidades (se não me engano é mais de duas), e com base em cada uma dar uma alterada no gênero dominante (saca, quando for a do herói mesmo, virar um série mais voltada pra ação), mas, se ficar só do jeito que tá, já tá bem legal de acompanhar.

E, pelo pouco de ação que mostrou no final do primeiro episódio (que por sua vez é carregado no suspense), essa série promete ser bem violenta.

Bem, na Marvel, nós temos um filme com alienígenas que originaram os deuses nórdicos (Thor e derivados) e um filme com os alienígenas que originaram os deuses gregos (Os Eternos), e agora, essa série foca na mitologia egípcia, citando bastante entidades místicas soberanas do Egito. Quero ver se vão trata-los como "deuses" mesmo, ou se serão apenas mais criaturas alienígenas que mais uma vez, deram origem a mais um panteão.

Em todo caso eu to afim de acompanhar. Independente do desfecho, se gostarei do final ou não, deixo meu parecer aqui. 

Infelizmente quando assisti Falcão e Gavião eu não me senti bem pra escrever, e acabei perdendo a chance de compartilhar o que achei. Só pra constar, eu curti... só que não foram lá tudo aquilo.

Mas agora com essa, pelo menos o primeiro episódio eu já disse o que achei. Bora ver se o resto compensará falar!

Atualização sobre o Segundo Episódio: Ele destruiu o que a série tinha de positivo. Todos os mistérios tem as respostas jogadas na nossa cara, o teor de "terror e suspense" desaparece completamente e é substituído por um humor galhofa, sem timing e bastante sem graça. Nem quero entrar em detalhes, mas esse episódio parece outra série, e simplesmente não funciona.

Atualização sobre o Terceiro Episódio: Ele tenta resgatar o que foi perdido, com uma perspectiva das cenas pelos olhos da segunda personalidade, e uma misteriosa terceira personalidade (talvez). Infelizmente ele segue a trama já toda desfigurada e estabelecida, com facilitações de roteiro e embates desnecessários. Além disso, ele mostra os demais deuses egípcios e seus avatares, como bobos que julgam incorretamente e apesar de se apresentarem como "observadores", pouco ou nada sabem sobre o que realmente ocorre no mundo. Porém, a série ainda compensa pois, a dualidade do protagonista consegue segura-la bem. Infelizmente ainda estão apelando pra humor forçado em algumas partes, mas deram uma diminuída, por hora.

Atualização sobre o Quarto Episódio: Até que foi bom, fez a série quase retornar aos trilhos, uma pena que esticou de mais o clímax e acabou revelando muito, muito cedo. Deveriam ter mantido o mistério um pouco mais para o início do quinto episódio pois, o tempo que tomaríamos tentando antecipar os eventos e responder as dúvidas "mentalmente" acabou se tornando inviável justamente por encerrarem o episódio com a piadinha do "deus com voz feminina". Ta bem óbvio: ele tá na mente dele, e a deusa que é namorada do deus da lua foi lá dá uma força. A forma real dela seria essa, e por ser um mundo mental, ela assume a forma animal ao invés de precisar de um avatar. Uma pena que desperdiçaram o mistério com uma piada, mas, de resto, o episódio é bom. Repleto de conveniências e facilitações, mas bom... acho que a série não tem salvação mesmo. O erro de Cavaleiro da Lua é não saber lidar com seus mistérios e segredos. Tudo é respondido fácil de mais e corrido de mais, e não nos dá tempo de interpretar ou viajar na maionese tentando entender, pois tudo é desenhado pra que entendamos. É como uma boa piada, bem contada, muito engraçada, que faz todo mundo rir, mas que logo em seguida é explicada pela anta do comediante. PRA QUE EXPLICAR QUANDO JÁ FUNCIONOU?!

Atualização sobre o maravilhoso 

Quinto Episódio:

Que bom que eu erro!

Engraçado que o quinto episódio anula o desfecho do quarto, corrigindo assim a tal "esticada de mais" ao mesmo tempo que ele dá continuidade a esse mesmo desfecho. Isso foi muito bem bolado e executado.

O episódio reconstrói a atmosfera de mistério e traz as respostas como todos os demais fizeram, mas senti que dessa vez tudo estava em "equilíbrio". Tudo vem na dose correta e de um jeito satisfatoriamente coeso, e é muito bom de assistir.

Temos nesse episódio a derradeira origem das Múltiplas Personalidades, do próprio Cavaleiro da Lua, e do Conflito entre as Personalidades. Tudo é explicado, mostrado e discutido, mas chega a ser cômico como tudo vem fluidamente, sem dar aquela impressão de "exposição excessiva". Achei um episódio perfeito.

Talvez o que mais gostei (apesar de ter gostado igualmente de absolutamente tudo nele, como diálogos, ação, efeitos especiais, transições, trilha, etc), foi a singela maneira como trataram o Insano como algo Verídico, e o Verídico como ainda mais Verídico, tornando tudo aceitável e crível, ao mesmo tempo que deixava tudo mais insano.

É que, toda a história que acompanhamos até então, com influência de divindades egípcias é posta em dúvida e certeza ao mesmo tempo, juntamente com a nova narrativa sobre a suposta verdade manipulada pela mente do protagonista. Não importa como se olhe, seja cientificamente ou misticamente, tudo soa real e irreal, em igual medida.

Não dá pra ter certeza se tá tudo na cabeça do cara ou é real, e ao mesmo tempo, dá! Pois na lógica, tudo é só questão de perspectiva, e as verdades não deixam de ser verdades só por se provarem "meias verdades". Ainda há verdade ali.

Adorei, e agora sim minha fé na série ta totalmente renovada. Tanto que trago de volta o estilo padrão de artigo.

Aliás, desculpe pelas previsões erradas na citação anterior (a em verde, do quarto episódio). Eu vacilei.

Atualização sobre o 

Último Episódio da Primeira Temporada

Pois é...

Pensa num episódio disparado e acelerado. tudo o que achei que seria impossível contar em um único episódio, visto que este foi anunciado como o o último da temporada, simplesmente colocaram.

Mas colocaram de um jeito tão atropelado que to tentando digerir até agora, e to sofrendo com um refluxo muito desagradável.

Não é de todo ruim, o final em si e a revelação da terceira Personalidade é o que segura tudo. É interessante de ver e nos faz querer conhecer mais porém... é improvável que isso vá ser bem aproveitado.

É que, todo o resto do episódio é qualquer coisa, menos bem feito. Temos efeitos especiais grandes até, mas mal utilizados e até incongruentes com tudo que foi estabelecido nos 5 episódios anteriores.

Tudo é meramente em prol da conveniência. Os "deuses" se tornam poderosos e fracos conforme o roteiro pede. Uma hora conseguem derrotar facilmente uns aos outros, outra hora são derrotados facilmente sem nem reagirem (spoiler: todos os avatares dos outros deuses são derrotados fora de cena tão rápido que faz parecerem apenas, capangas... e o pior é que ousam tentar justificar isso com a frase "vocês não são guerreiros, são só juízes" ah va, me poupe mano, são deuses, que tomam uma surra no próprio templo, todos ao mesmo tempo, de um cara que nem mesmo tinha um deus dando apoio pra ele!).

Eu perdi a paciência no instante em que ocorreu uma "luta de gigantes" sendo que, na pura lógica, apenas um deles tinha razão pra ser "gigante". Mas antes desse momento eu já tinha me afastado da imersão a tempos (spoiler: a deusa vilã é libertada, e devora várias almas, crescendo por causa disso... daí o deus da lua, que também é liberado, sem devorar alma alguma, cresce e cai na mão com ela! Tipo, que?!).

Desisti na hora em que o vilão desenvolveu um super-poder que superava qualquer um, e o utilizou ainda por cima, pra atingir seus objetivos com tremenda facilidade (e acelerar sua jornada pro final) pra que, no derradeiro final, ele perdesse tudo apenas por, esquecer que tinha?! Não sei... ele apenas é derrotado numa batalha desengonçada e mal editada, com cortes que mais confundem do que entretém, tudo pra no fim ser poupado, sendo que... ele era vilão e não deixaria de ser vilão independente da decisão do herói... mano... 

(Spoiler: O vilão aprende a matar todas as pessoas "culpadas" num raio de alcance - sendo que isso não afeta a co-protagonista que tava no alcance - e depois apenas, esquece que fazia isso! Aliás, que raio de poder foi esse que brotou do nada, quando ele decidiu que podia fazer e pronto? Ele mesmo disse que os poderes vieram do deus da Lua, mas ai ele ganha mais um cajado sem nem mesmo libertar a deusa jacaré??? Pois ele só liberta ela bem depois. Lógica?!)

O nascimento de uma nova heroína com um super poder que nada lembra aquela que ela "serve" (a deusa hipopótamo dá asas de metal pra sua avatar? Queria entender o sentido nisso... e nem vem com a desculpa de "nos quadrinhos é assim" que não, mesmo que seja, ta longe de fazer o menor sentido dentro da própria narrativa, até porque o negócio vem do nada, e pra nada também!) (Spoiler: A deusa hipopótamo faz questão de oferecer a vaga de Avatar pra namorada do cavaleiro da lua, pra ressuscitar ele e tal... e ela recusa... pra depois de ressuscitar ele pelo poder do roteiro, aceitar!? Qualé mano! Que roteiro infantil foi esse?!)

Ela nem precisava de poderes pra concluir qualquer objetivo que foi fazer pois o roteiro tava do lado dela, fez ela viajar num comboio sem ninguém notar quem ela era, fez ela chegar no local de contenção de deuses selados pra liberar o da Lua sem ninguém pra impedi-la, e ainda por cima foi capaz de fazer ela sair ilesa e furtiva de tantas, mas tantas situações que na boa, não da pra engolir. 

Ainda por cima ficou algo bem forçado e, apesar de ser maneiro ver a "super-heroína egípcia" (que tem que ser citada dessa forma pra que a gente entenda que essa é uma super herói de uma nova etnia, afinal jamais notaríamos isso naturalmente ao assistir... sério... exposição gratuita total!) no fim das contas ela não serviu pra absolutamente nada. Tanto que, ela é paralisada durante a luta final inteira.

Só pra que rolasse uma surpresa, e a misteriosa terceira personalidade (que nesse caso, repito, achei legal como foi encaixado, mas ainda assim achei que preservar o mistério foi uma faca de dois gumes pra história) desse cabo ao problema.

Enfim, no mais há a reconciliação das duas personalidades dominantes que dividem o corpo como se fossem irmãos agora, assumindo quando bem entendem e criando uma boa dinâmica (o ator ta de parabéns, e faz sentido eles se reconciliarem, pelo menos isso foi bem construído).

Infelizmente, que história besta hein. O final é simplesmente jogado de qualquer jeito, e tem consequências tão minúsculas (ou só ignoradas mesmo) que me fez repensar o tempo que gastei pra assistir tudo isso.

6 Episódios, 1 hora (quase) cada, e uma montanha russa composta por, respectivamente: (1) Uma subida com uma descida radical, (2) um passeio reto e tedioso que nos faz querer descer sem poder,  (3) uma queda brusca (4) seguida de uma nova subida altíssima e promissora que encerra numa queda minúscula e mais um passeio reto e tedioso, (5) e uma nova subida, com uma rodopiada, e um trecho de cabeça pra baixo, girando e girando, (6) pra no fim encerrar com uma descida lenta, sem graça, por um longo caminho diminuindo a velocidade mais e mais até parar repentinamente com o carinha que controla a máquina chegando e dizendo "Espero que tenha gostado do passeio, volte sempre".

É bom, tem momentos legais, mas quando revemos as memórias tem coisa errada de mais e tipo, não da pra lembrar tão bem assim.

Eu não assistiria uma segunda temporada disso... e é prometido isso com uma cena pós crédito confirmando o óbvio: Tem uma terceira personalidade... Uou! 

Aí vem a segunda temporada com um episódio onde os dois heróis que dividem o mesmo corpo lutam contra o vilão que também divide o corpo com eles... muito daora, muito curioso... mas certeza que estragarão, se continuarem fazendo do jeito que fizeram essa temporada!

É isso.

Não tenho certeza se farei atualizações neste post conforme assisto.

Uma pena que a série não acabou tão bem, mas pode divertir se você tiver tempo pra gastar. Pelo menos não é terrível...

E... obrigado pela leitura.

Desculpe pela demora a escrever mais... infelizmente minha alma está presa em Elden Ring.

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17 Comentários

  1. Sinceramente, gostei muito do primeiro capítulo. Gostei da temática, principalmente porque envolve coisas com a mitologia egípcia e eu amo muito mitologia egípcia. Espero que mantenham a qualidade. Está longe de ser considerada "perfeita", mas ao menos, tira aquele gosto ruim da boca que a péssima série do Gaviã(o) Arqueiro(a) deixou.

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    1. Acho que somos dois. A série tem tudo pra ser bem bacana, só que sei lá... já vi esse cenário antes. To torcendo muito pra não me decepcionar... outra vez.

      Aliás, valeu Sammy!

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    2. Tô com o pé atrás agora, pq meio que o segundo capítulo foi fraco, cheio de piadecas e coisas idiotas que o Steven faz... enfim, padrão Disney, né?! Eles acham que é necessário ficar fazendo piada a toda hora.

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    3. Eu to assistindo agora... e que bom que comentou srta Sammy, você me abriu espaço pra falar a respeito e me poupou de ter de atualizar o artigo diretamente!!!

      Tipo, mano, o segundo episódio ta muito esquisito mesmo. O cara é um aspirante a egiptólogo que não sabe o que Ammit realmente é?! Os caras tão lá quase convencendo ele a ajudar e do nada, passam a ameaçar ele?! Ele se declara pra esposa da outra personalidade sem nem conhecer ela direito?! Ta feio... e de fato tem muita piadinha sem razão, tipo ele olhando pro reflexo e dizendo "Você pode ser bonitão mas bla bla bla" do nada kkk. Muito bobo.

      "Onde esta o escaravelho, onde esta o escaravelho, onde está?" "Ele está aqui! ~ohhhh ohhh" ah mano, pelo amor, que sequência mal dirigida e vexaminosa exageradamente clichê e previsível, e ainda por cima resultou em nada.

      Mas talvez tenha sido apenas a direção desse episódio...

      Fiquei chateado com o humor bobão (o deadpool branco não combinou nada com a série), e ainda por cima romperam todo o mistério que a série tinha a oferecer na base de diálogos expositivos....

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  2. Grande shady, como está? Eu até queria dar uma chance para essa série, mas se tem algo que detesto nesses produtos da Marvel são as piadinhas em tudo... Por favor, me diga q não tem isso para ver se me arrisco.

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    1. Sr Ivan, to bem, só enroladaço pra jogar porém, indo.

      Então, a série se leva a sério e não é debochada. Tem humor sim, muito dele voltado pro personagem principal que é inocente e ingênuo (justamente pra criar contraste com as outras personalidades). Não tem piadinhas bobas... mas tem humor, bem dosado.

      É tipo, uma parte em que ele recobra a consciência e tá com uma arma nas mãos, ai ele joga a arma longe e uma de suas personalidades fala "Ele jogou a arma fora?". É um momento de risco, tensão, mas a bobagem que ele faz gera um teor cômico inesperado.

      Assista, no máximo será 1 hora perdida... mas acredito que você vai gostar.

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  3. Mano...


    O cara é doidão, tem dupla personalidade, fala sozinho em um espelho que sempre está direcionado para o público, a cara dele é toda coberta quando ele ta no traje, tem cara de psicopata, faz piada sem graça fora de hora...


    O cavaleiro da Lua é um Deadpool branco com a profundidade de uma poça d'água?!?!?


    Brincadeiras à parte, primeiro episódio foi uma ótima introdução, cheia de mistérios, o segundo foi meio...fraco, sla, mas ainda foi legal.

    Vamo vê como que o negócio se desenrola.

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    1. O segundo expôs tanto do roteiro que deu uma baita desanimada. Já trucidaram com uma das características mais dinâmicas ao fazer ele simplesmente parar de "dormir" quando o outro assume, e apenas aparecer no espelho. Poxa, era mó daora ficar imaginando o que o outro fazia... agora a gente assiste e... nem é tão legal.

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  4. Ainda estou acompanhando a série. Apesar dos altos e baixos, o roteiro é bem melhor do que as anteriores que a Disney+ fez. O capítulo recente, por exemplo, conseguiu deixar a trama bem coesa e interessante. Só queria que continuassem assim: sombrio e louco.

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    1. Eu to pra assistir o episódio 5 Sammy, e você me deu um pouco mais de ânimo. Nos 4 episódios eu tava meio que na corda bamba do interesse... Mas sua presença realmente me animou.

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  5. Bom...a série pelo menos é melhor que gavião arqueiro e Falcon and the winter soldier, mas só pelo fato de ser um herói novo e (pelo menos pra mim) desconhecido.
    Tem muitos altos e baixos, gritantes inclusive, mas é boa na maioria das vezes por causa da temática egípcia (que eu adoroooo)

    falando no avatar da deusa hipopótamo, cara, não seria mais legal se o Deus em questão fosse um falcão ou uma ave sla, ou nem tivessem que fazerem ela virar uma avatar...porquê foi bem...incoerente sendo que há pouco tempo a garota se recusava com todas as suas forças a ser avatar de algum Deus já sabendo dos resultados conseguintes, mano...sei lá.

    Mas foi legal acompanhar no fim das contas.

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    1. O final foi totalmente empurrado de qualquer jeito. Inventaram soluções e juntaram ideias que nem combinavam, mas, foi melhor que deixar tudo em aberto, acho... Ainda assim não curti tanto a série, nem desgostei tanto. Tiveram bons e maus momentos.

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    2. Meu mano você pretende fazer uma crítica do filme do Doutor estranho no multiverso de referencias?

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    3. Estou sem tempo pra ir ao cinema (e sem grana convenhamos) então terei de esperar pelo lançamento no streaming... ou em casos extremos posso assistir "daquele jeito", apesar de não ser bem o que desejo por enquanto.

      Também não me sinto muito empolgado pra assistir não. Talvez quando veja sinta vontade de escrever... mas nunca se sabe.

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    4. Sem pressa meu nobre, quando vier ao streaming assista, não vale muito a pena lutar para assistir no cinema não, já adianto que...o filme não leva todo o hype que gerou, infelizmente.

      Mas quando puder assista que ainda é legal kkkkkk.

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    5. Vi uns spoilers... é... não é nada de mais na real.

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    6. se comparar com Loki ainda, puta merda, o filme é patético, o roteiro é bem conveniente, tem umas cenas muito legais e tals, mas é isso né...bem...morno, ok.

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