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terça-feira, 14 de maio de 2019

AnáliseMorte: Final Fantasy IX - Compartilhando FF9

RPG galera, prepara o angu com parmesão, vitamina de pera com mandioca e bora ler esse artigo que ta, ó... maravilindo!!!



Tem spoilers, como sempre.

Boa leitura.


Introdução

Final Fantasy IX, o 9º da série, seguindo alguma lógica sequencial que não existe, é talvez o meu favorito, ou pelo menos está entre os 3 favoritos (FF15, FF12 e ele).

Como dito em outras análises dessa série da Square Enix, que na época ainda era a Squaresoft, esses jogos fazem parte de uma franquia, mas não são conectados diretamente. Não há uma cronologia, nem uma sequência, as histórias são totalmente individuais, e no máximo, o que se vê são referências breves de um jogo pra outro, ou alguns elementos reciclados propositalmente só pra dar aquele ar de "Final Fantasy".



Cada jogo geralmente tem uma baita de uma história, e são games longos, afinal, sempre são RPGs da vida (mesmo que uns tendam para o lado action e outros sejam mais no gênero clássico), e é difícil não amar principalmente quando se é tão frufru quanto eu...

No caso do 9, ele tem tanta coisa interessante e inovadora que, acaba sendo de longe um dos mais criativos.

Primeiro, comecemos pela mídia.

Originalmente, ele foi lançado para Playstation 1, em uma época em que os vídeo games ainda estavam engatinhando no visual 3D, e a grande inovação do PS1 era justamente, o armazenamento dele, através de CDs, que era bem maior que qualquer outro recurso da época.

Mas, FF9 era tão grande, mas tão grande, que pra ser rodado precisou ser dividido em 4 CDs.

E é ai que começa sua grande história... um jogo, dividido em 4 mídias! Imagina que show era joga-lo.



Ao se chegar ao limite de um CD, ele sempre se encerrava com algum ponto chave extremamente importante, e com base no Memory Card, o jogador continuava sua jogatina trocando pro próximo. Era como uma série, ou um jogo episódico, em uma época em que isso não era tão comum. Cada CD servia basicamente como uma temporada nova.

No meu caso, eu nunca tive um PS1... mas precisei fazer as trocas de CD da mesma forma, pois na época em que joguei, foi através de um emulador chamado Emurayden, que só rodava mídias físicas... então... posso dizer que tive a mesma experiência.

Bem, o jogo conta com um gráfico pré-renderizado, que da aquela ilusão de 3D, junto com alguns pontos realmente em 3D (geralmente nas batalhas). Isso, somado a mapas estáticos tão detalhados e ricos, pintados quase como se fossem quadros, torna a experiência de joga-lo incomparável.



Cada cenário é visitado e explorado minuciosamente, e os personagens interagem com tudo, podendo se mover pra frente, trás, baixo, cima, pular, etc.



Embalado com a magnífica trilha sonora que sempre, sempre é disponibilizada nos FF (se bem que a do 9 é uma estrela a parte), o jogo é uma obra prima.

Muito do game consiste em conversar com os npcs e explorar os ambientes, interagindo com pontos de exclamação ou interrogação pelos mapas. Além disso, tem bastante cutscenes, feitas por filminhos mesmo, mas sem som.



Eles tem uma trilha sonora, mas não tem o som das pessoas falando nem nada do tipo, exceto numa parte que da pra ouvir certos personagens cantando, a voz de ninguém pode ser ouvida.

Mas isso não afeta em nada a experiência, pelo contrário, faz dela ainda mais única, onde cada cinemática e suas trilhas nos fazem imaginar os sons, seguindo as expressões dos personagens e nos envolvendo mais e mais.

Mas as interessências (essa palavra se aplica?) não se resumem a isso. Este é um jogo em que controlamos um total de 8 personagens ao mesmo tempo, cada um com sua própria história e narrativa.



É comum em RPGs controlarmos grupos, inclusive é uma das mais importantes características, todavia geralmente nós controlamos principalmente um líder, e os demais são meros parceiros coadjuvantes, sem o mesmo nível de importância. Em FF isso não costuma ser uma regra, afinal as histórias são sempre tão mirabolantes que conseguem se estender a todos do grupo com certa igualdade...

A diferença no 9, é que aqui, todos são líderes, tecnicamente. Tem 1 que é controlado na maior parte do tempo, sendo assim o principal protagonista, mas os outros 7 também assumem o protagonismo em vários momentos, e essa posição é igualmente dividida entre todos.


Cada um deles tem uma relação profundíssima com a trama, e todos são essenciais, o que torna essa salada muito mais saborosa do que se espera.

É curioso como, a todo instante, a história muda de perspectiva. Como cada personagem tem sua própria personalidade, cria-se um roteiro misto que, faz tudo se entrelaçar aos poucos, e apenas no final, tudo faz um sentido real.

Vendo individualmente, cada história é maravilhosa, detalhada, profunda, mas, é no contexto geral que a beleza máxima é alcançada.

Explicação do Gameplay

Certo, como que o jogo funciona, exatamente:

Primeiro, temos a já mencionada opção de andar pelos mapas explorando e interagindo. Não há muitas ações nesse sentido, pois tudo que podemos fazer além de andar, e acionar interruptores, falar ou interagir, o que cria certas ações (tipo pular ou subir escadas).



Nesses mapas, as vezes ocorrem Eventos Paralelos (Active Time Events). Nesses momentos, o jogador pode assistir o que outros de seus personagens estão fazendo enquanto ele explora. As vezes eles são controlados de alguma forma, através de decisões tomadas e afins, mas normalmente são apenas as cenas mesmo, assistidas para dar algum complemento a narrativa, ou apenas atiçar a curiosidade.



E sim, sempre que começa um período de exploração em alguma cidade ou região, os personagens costumam se separar. Na verdade tudo depende muito do momento e da história, pois com tantas mentes se entrelaçando, ideias se formam, decisões se tomam, todo mundo acaba agindo como quer. Tem até um personagem que nem no grupo fica... mas depois eu falo disso. O importante é que há uma dinâmica bem realista, visto que eles não são obrigados a estarem juntos, e nem ficam o tempo inteiro, mas acabam se unindo pelas consequências de forma muito natural.

O jogo mesmo se encerra com o grupo inteiro em batalha, mas isso só acontece por que todas as pontas se unem, todos eles escolhem estar ali, e é muito convincente pois, nós acompanhamos esse desenrolar, e suas escolhas sendo tomadas.

Alias, as batalhas acontecem da forma mais chata possível. Perdão, eu não gosto de RPGs de Turnos (meu estilo favorito sempre foi o Action RPG) por isso sim, eu deixo claro que acho isso bem... chato. Mas tem muita gente que ama.



Primeiro, uma vez que a batalha é ativada, os personagens são levados para um cenário a parte, tridimensional, onde precisam aguardar uma barrinha encher pra poder escolher uma ação e agir.



Através de um menu, o jogador escolhe as ações, sendo que cada personagem tem seu próprio conjunto de poderes e recursos a usar, por exemplo: O Mago pode usar Magias Negras, que são magias de ataque ou debuffs, além de poder atacar fisicamente (que normalmente é o padrão pra todos, mas pra ele é sempre um ataque fraco), usar itens, se defender ou mudar de posição (já explico). Agora, o Gatuno pode Atacar (o que normalmente causa muito dano), pode Roubar, ou usar habilidades especiais de ladrãozinho, também podendo usar itens, defender ou mudar de posição.



Cada um dos personagens é único, e nenhum tem habilidades ou estilo de jogo igual. Tem 2 alias que chegam a ser parecidos, mas mesmo eles, não tem tanta semelhança assim (falo das invocadoras). Acho que, pra ficar bem claro, é melhor falar dos poderes e recursos de cada um quando descrevê-los.

Sobre a "mudança de posição", é até que bem simples: Os personagens no grupo podem ficar posicionados na linha de frente, ou atrás. Isso define quanto de forma e defesa eles contaram durante a luta. Personagens na linha de frente causam maior dano físico (é uma diferença básica, mas existe), enquanto também ficam mais expostos a danos. Já os da linha de trás tem maior defesa física e mágica, mas seus golpes físicos acabam sendo afetados (mas magias se mantém normal, daí já viu né, a estratégia sempre é deixar os tankers na frente, e os heallers e wizzards atrás).



Como deu pra notar, o jogo é basicamente estratégia. Você define seu grupo ideal (quando disponível) e manda ver com seus personagens. E é, apesar de serem 8, você só pode lutar com 4 no máximo.



Ai fica uma parte complicada. É preciso escolher as combinações ideais, para que a party fique forte o suficiente pra render um jogo mais, facilitado. Os 4 escolhidos precisam harmonizar, e o problema disso é que, cada um se desenvolve completamente independente dos demais.

Os personagens upam, ou seja, passam de leveis, ficando mais fortes e ganhando mais poderes, mas... Isso só ocorre se eles lutarem. Como durante o jogo inteiro rola um entra e sai de personagens nos grupos, nem sempre aquele que você gosta estará disponível pra upar, e ai, você é obrigado a jogar com outros, e aprender a controla-los. Isso cria uma irregularidade nos leveis, e geralmente, nenhum terá o mesmo level do outro.



No final, sim, o jogador decide quais seus campeões pras batalhas finais, mas tudo depende do desenvolvimento de seu jogo. Dificilmente os jogadores terão a exata mesma estratégia na rodada final. A menos que usam algum guia e imitem o jogo alheio, cada um acaba por criar afinidade diferente com cada personagem, e como em todo bom e velho RPG, acaba por montar uma história própria, um estilo próprio.

Agora, o que deixa tudo ainda mais louco é que, nesse FF, não existe uma Árvore de Habilidades.

Aqui, para que os personagens aprendam poderes e comandos novos, ou ganhem algum buff ou efeito especial, eles contam com os equipamentos. E é isso.



O que você equipa neles, concede poderzinho, ou efeitinho... Mas somente enquanto estiver equipado. Os poderes são adicionados automaticamente ao menu do personagem em questão, e se torna disponível em batalha. Já os efeitos especiais, estes precisam ser equipados, com o consumo de Cristais de Habilidade.



Cada especial exige um certo número de cristais, mas da pra remover quando quiser. Esses especiais são coisas bem úteis como imunidade a certos debuffs, melhoria em habilidades, etc.



Então, pensando que cada personagem só pode contar com os poderes contidos em seus equipamentos, fica impossível imaginar uma grade de habilidades grande né? Afinal, temos apenas 5 equipamentos possíveis por personagem: A arma (cada um equipa um tipo), o Chapéu (alguns compartilham seus tipos), o Acessório (a maioria cabe em todo mundo), a Vestimenta (alguns compartilham) e por fim, os Acessórios Melhores (eu que chamo assim, e geralmente todo mundo pode equipar).



Alguns equipamentos liberam certos poderes pra alguns personagens, e pra outros não. Então também é preciso saber quem equipará o que, e pior, ciente que a qualquer momento o personagem equipado pode decidir dar uma passeada por ai, e o equipamento vai junto!

No que isso interfere? Bem, existe a possibilidade de reter os poderes e benefícios dos equipamentos (exceto os extras, depois falo disso) ao usa-los por bastante tempo. Eles acumulam pontos, e se esses pontos forem maximizados, o que eles dão pro personagem, permanece no personagem pra sempre. Assim sendo, o jogo te força a jogar com equipamentos mais fraquinhos, mesmo se você encontrar coisas poderosas, só pra manter aquele poder que o tal equipamento da.

É um jeito bem diferente de te fazer administrar seu inventário não?

Alias, além de toda essa frescura inédita com os equipamentos, há também os efeitos escondidos neles, que podem ser visualizados com a ajuda de um Moogle (sim, falo depois deles). Basicamente, alguns equipamentos concedem efeitos extras como, Absorver Elementos, Neutralizar, Aumentar Resistência, Etc... coisa boba né? Mas nesse caso sim, eles precisam mesmo estar equipados, e os melhores geralmente são bem raros de achar.



Eu lembro que fiz uma cagada no final do jogo, em que abri mão de 2 itens raríssimos só pela curiosidade de obter uma invocação nova... e me fud1... Eles absorviam os elementos Sagrado e Sombrio, que são basicamente o que o chefe final usa... e como eram 2, dava pra proteger 2 membros do grupo e praticamente imortaliza-los... mas ai vacilei, pois uma vez que se usa o esquema de criar equipamentos, num tem volta.



E é, tem isso também. Os equipamentos e armas podem ser encontrados por ai, em baús por toda parte, roubados dos chefes (e isso é muito legal e importante de fazer), comprados em mercadores ou simplesmente, construídos em alguns "ferreiros" específicos. Geralmente nesse último caso, eles usam combinações de outros equipamentos pra criar novas armas, mas eles não mostram todos os efeitos concedidos por elas então, acaba sendo uma aposta bem cruel... Como essa dos itens raros.

Sobre roubar... Apenas um personagem tem esse poder, que é o principal protagonista (Zidane). Ele pode furtar, a cada rodada, ou ao menos tentar, desde que o inimigo tenha algo pra ser roubado. Acontece que todos os chefes carregam armas muito boas, então ao invés de ir pra batalha com sangue nos olhos, partindo pra violência, o ideal é tentar durar e viver o suficiente pra furtar tudo o que eles carregam pra só então matar. E isso consome um tempo do caramba!



Certos chefes demoram muito pra liberar seus itens (teve um que demorei só 1 hora e meia pra conseguir furtar tudo) e, se não fosse por uma habilidade que mostra o Raio X dos chefes (tudo o que eles levam) seria um verdadeiro terror fazer isso, mas ainda bem essencial, visto que com as armas roubadas, o grupo sempre se torna mais poderoso.

Alias, voltando ao esquema das batalhas... Elas são em turnos. O jogador define o que cada personagem fará e espera. Os inimigos fazem o mesmo, e quem encher a barrinha primeiro, ataca primeiro.

O problema é que o jogo é em tempo real, então enquanto o jogador ta la escolhendo o que vai fazer, a barrinha do inimigo ta aumentando pra ele atacar.



Todo personagem tem atributos, que não podem ser gerenciados pelo jogador (no máximo, com equipamentos mesmo) e um desses atributos é justamente a Velocidade. Essa coisa define o tempo que cada personagem levará pra encher sua barrinha.



O fod4 é que, os inimigos sempre tem uma velocidade do capeta, como se tivessem buffados com Aumento de Velocidade x50. Então é normal, se o jogador for lerdo (tipo eu) perder uns 3 ou 4 rounds pro inimigo enquanto decide o que fará.



Tem como ajustar isso pra no máximo, perder 1 round apenas (onde o jogo meio que te espera pra continuar), mas de qualquer forma, o inimigo sempre será mais forte, se o jogador pensar lento.

A parte mais chatinha contudo são as transferências de mapa. Os inimigos são geralmente invisíveis, até que a batalha comece, salvo alguns momentos de dialogo ou interação em que eles aparecem. A maioria das batalhas, ocorrem contra aqueles fantasmas que nos pegam no meio do caminho enquanto andamos em mapa aberto.



E é, o jogo também conta com um mapa grande, composto por 4 ilhas, que ele teima em chamar de continentes, cheios de cidades. As vezes o personagem precisa andar de um lugar pro outro e ai, qualquer passo pode conter uma mina terrestre com bichinhos mortais pra lutar.

É chato? Pacas... e na versão mais recente do jogo (que foi relançado pra PC, Celulares, Tablets, Refrigeradores, Microondas, Forninho da Xuxa, Batatas, etc) da pra usar uns hacks irados, como desativar a porcaria dos encontros fantasmas. Claro que eu não usei né! (Pior que não... esse não rs).

Tem outros hacks como dinheiro infinito, poder máximo automático, todos os poderes maximizados, velocidade do jogo dobrada (esse eu usei pra acelerar algumas partes chatas) e Trance Permanente... sobre isso...


Trance é um recurso especial apelativo, em que os personagens ficam reluzentes, na cor púrpura, e assim ativam seus poderes ocultos através da Ira.



Sempre que um personagem sofre um dano de um inimigo, uma barrinha aumenta um pouquinho. Essa barrinha, de Trance, uma vez cheia, faz ele se transformar e assim, liberar algum efeito especial único, como Magia Duplicada, ou Ataque Aumentado, coisas assim.



A cada rodada, um pedaço da barrinha é consumido, e quando ela se esvazia, ele retorna pro estado normal. Isso faz parte da história do jogo, pois basicamente, o Trance é um estado emocional absoluto dos personagens, geralmente movido pela ira, em que eles simplesmente explodem pela adrenalina.

Então, o jogo é isso. Você anda de um lado pro outro, se equipa, mata coisas que não pode ver se aproximar, mata chefes, fala com geral, faz tudo de novo, pega uma nave, navega pela névoa, viaja pra outra dimensão, viaja pro espaço, enfrenta aliens, volta no tempo, vai pra origem do universo, e ai, salva o mundo...

É, eu vou explicar isso tudo viu, mas basicamente é isso que ele é.

Alias, sim, para se mover de uma ilha pra outra as vezes os personagens precisam de Barcos, Naves e até Chocobos, mas tudo isso é providenciado pelo roteiro.



Falarei disso ao descrever os personagens.

Personagens

                     Dagger                     


Em espanhol fica "Daga" pois na verdade, seu apelido é baseado na arma que Zidane carrega, uma Adaga

Essa é uma garota com tantos, mas tantos nomes, que fica complicado realmente identifica-la.



Alias, sim, o jogo conta com nomeamento dos 8 personagens principais, então o jogador pode personaliza-los como bem entender (e até tem um jeito de mudar seus nomes) mas existem nomes padrões. No caso, "Dagger" é o apelido entregue a Princesa Garnet, para disfarça-la... mas Garnet também não é seu nome original.

Essa princesa vivia no reino de Alexandria, e tinha uma mãe feia pra caramba, a Rainha de Alexandria. Um dia sua mãe embiruteceu, e decidiu que o mundo deveria queimar, e sua filha, deveria ser sacrificada.



Acontece que Garnet tinha um poder raro de Invocar Entidades Místicas, algo que ela mesma desconhecia, mas sua mãe tinha total ciência. Aos 16 anos, Garnet seria sacrificada e as entidades extraídas, mas os planos meio que saíram mais ou menos bagunçados.

Garnet, em uma peça de teatro em homenagem ao seu aniversário, planejou fugir por mero descontentamento com a vida no palácio. Ela iria fugir com o Teatro mesmo, escondida (tipo fugir com o circo, mas voando), mas pra sua sorte, ou azar, o Teatro em si também tinha seus próprios planos com relação a ela: Eles iriam sequestra-la.



Convenientemente os dois planos se convergem e, no fim, ela acaba indo com eles de qualquer forma, pra ira da Rainha que inicia ai uma verdadeira guerra para recupera-la.

Bem, no inicio do jogo, é mostrado uma mulher com uma garota num barco, paralelo a cenas de Garnet vestida a rigor, enquanto chora. Essa mulher era na verdade um flashback da Garnet, sobre sua verdadeira mãe, enquanto tentava salva-la de uma catástrofe causada por uma nave alienígena... mas calma... eu explico.

Na verdade, essa cena é um embaralhar de momentos. Garnet chorando é o final do jogo, com ela lamentando por tudo que ocorreu, e não exatamente pelo que ela vive no momento. O legal é que isso conecta o inicio com o fim da história, pois da mesma forma que Garnet no inicio aguarda pela chegada da nave do Teatro, no final ela faz o mesmo. Meio que unem as duas partes nessa cena, então, sim, ela estava chorando no começo do jogo, mas não é esse momento que é mostrado.




A cena da tempestade é o passado do jogo, que ela relembra. Só que da forma que é mostrado, mais parece ela lamentando pela vida no palácio, o que até corrobora com a sequencia das cenas.



Garnet, que na verdade se chama Sarah, era parte de uma tribo de invocadores que vivia em outro continente. Um dia, um "Olho Gigante" surgiu no céu e destruiu sua vila inteira, aniquilando praticamente todos os invocadores. Essa tribo era rara, e poderosa, e mal tiveram tempo pra reagir. No fim, Sarah e sua mãe escaparam, graças ao sacrifício do pai dela, e foram pro mar, em meio a tempestade.


A mãe de Sarah morreu pouco depois, mas conseguiu levar sua filha pra margem de outro continente. La, Sarah foi encontrada, aos 6 anos, pela realeza. Acontece que naquela mesma época, a filha da família real, Garnet, tinha falecido. Assim sendo, ao verem Sarah, uma recém órfã, que ainda por cima tinha o mesmo rosto, idade e aparência da falecida princesa, eles decidiram adota-la, e substituir a antiga pela nova Garnet.



Tudo que precisaram fazer pra isso dar certo entretanto foi cortar o chifre dela pois, ela tinha um chifre, característica dos invocadores.

Assim sendo, Sarah virou Garnet, que depois virou Dagger, pra no fim assumir seu direito conquistado como Rainha de Alexandria, após todos os eventos.



Só que ela passa por muita coisa nesse meio tempo viu. Tantos traumas, que chega inclusive a perder a voz. Ela, uma cantora nata (é a voz dela a única a ser ouvida) vivia cantarolando a melodia de sua mãe, um hino de sua tribo natal da qual não se recordava. Quando ela perde sua voz, não por magia, mas por mero trauma mesmo, ela também perde a capacidade de se concentrar e vira um verdadeiro pé no saco, pois as magias dela falham constantemente.



Os poderes de Dagger em batalha são, basicamente, os de uma Summon misturada com Maga Branca. Ela pode curar e dar buffs, beneficiando seus colegas, ou pode invocar Criaturas Poderosas para causar danos altíssimos nos inimigos.



O que ela invoca, são os famigerados "deuses", como aqueles malditos vistos em FF15... e de certa forma, eles também são "vilões". Como chegam a ser extraídos dela, e usados como armas pelos vilões do jogo, eles acabam se tornando marco para vários pontos trágicos da história.

Mas, até o fim do jogo ela consegue recuperar todos, desde que use suas joias respectivas por tempo suficiente.

Rainha Brahne



Essa coisa feia que eu, na primeira vez que joguei, achava que era o Rei de Alexandria, e fiquei perplexo quando descobri que era mulher, é a Rainha mano... amada inclusive pelo seu reino e tal.



Apesar dela ser feia pra burro, ela não era má, até ser manipulada por um carinha do espaço (papo drogado né?). Ela costumava ser carinhosa com sua filha, e era uma boa rainha, mas, com o tempo foi enrijecendo e se tornando macabra e cruel.



Um dia, sua filha foi sequestrada, ou fugiu com o Teatro, mas pra ela tanto fazia. Sua ação foi atirar contra a nave do Teatro, com sua filha a bordo mesmo, e depois formar uma comitiva para busca-la, viva, pra depois matar.



Ela não queria sua filha, queria apenas os summons dentro dela. Assim sendo, ela consegue, graças a sua filha que meio que volta pra ela pra tentar conversar, e depois ela quase a mata...

Só que sua filha consegue fugir, mesmo fraca e sem suas invocações.



O tenso é que a Rainha permanece sedenta pela guerra, e usa suas invocações contra várias cidades, aniquilando centenas de vidas. No fim, ela morre, traída por aquele mesmo que a corrompeu.



E Dagger ainda assim chora pela morte dela. É bem triste mano...

Cid

Cid, eu sou péssimo com nomes (você notará) mas não tem como esquecer o dele. É um dos elementos clássicos de FF que teimam em se repetir. Sempre há um Cid.



Aqui, ele é um Mecânico (geralmente é nessa onda) mas, também é um Rei. Ele é o Rei de Lindblum, um reinado vizinho ao de Alexandria. Porém, ele sempre se deu muito bem co ma rainha de la, e ainda mais com sua filha.



Sábio, ele notou o comportamento estranho da rinha, e por essa razão, ordenou seu sequestro. Sim, o grupo teatral que se infiltra pra sequestra-la era comandado por Cid, indiretamente. Eles forma até la para tirar Garnet do perigo e leva-la para seu padrinho.



Só que Cid não se limita apenas a isso. Ele tem sua própria história, e alias, ele chega a ser jogável em um ponto do jogo, tornando ele um dos protagonistas (seria como o 9º protagonista).



É normal alias, terem outros guerreiros no grupo temporariamente. Personagens provisórios que só ajudam por alguma fase específica, isso é bem comum. Mas no caso de Cid, ele não chega a ser controlado em batalha, mas sim em gameplay no cenário mesmo! Encarnado pelo jogador, o que faz ele ainda mais próximo de protagonismo do que aqueles que lutam.

Bem, ele é um rei, amaldiçoado na forma de um Bicho Buri (em espanhol, em inglês é outro nome mas num lembro), uma criatura saltitante parecida com uma pulga, mas grande. Ele é assim por ter olhado pra outra mulher, e sua esposa que era pra variar um bruxa, optou por amaldiçoa-lo, e fugir com sua nave.

Ele também constrói Naves, e é ainda mais criativo que qualquer outro engenheiro já existente, pois ele foi o primeiro a criar naves que voavam independente da Névoa.

Acontece que o continente em que Alexandria e Lindblum ficam é coberto por uma densa Névoa que carrega criaturas nefastas. Essa névoa é tão constante e comum, que eles acabaram criando seus reinos em cima de montanhas, e criaram naves que usavam da mesma névoa como combustível para locomoção.



A névoa é tóxica, além de perigosa, então a maioria das cidades ficam acima dela. Só que Cid, visionário como sempre, decidiu criar uma nave que pudesse voar sem precisar da Névoa, assim, ele poderia ir além dos oceanos, além de suas fronteiras. O problema é que sua esposa decidiu ir embora com essa nave, após amaldiçoa-lo e reduzir seu cérebro. Ele então tentou construir uma nova versão da nave mas, tava bem mais lento nisso.



O legal é que, durante a aventura dos nossos heróis, a Névoa do Continente é desfeita. Eles encontram a fonte, descobrem o que ela realmente é (basicamente a alma de todos convertida em lixo... explico depois) e assim, viajar de nave torna-se impossível, sendo a ajuda de Cid uma das mais importantes.



Fazê-lo recuperar sua forma, e encontrar sua esposa, é uma das missões "semi paralelas". Alias, pois é, o jogo conta com Missões Paralelas, que normalmente você decide se compensa fazer ou não, mas tem as "Semi Paralelas", as quais você vai fazer querendo ou não, mas não tem ligação direta com a trama principal.



No caso, Cid passa de um Bicho Buri pra um Sapo, na tentativa falha de regenera-lo através de um contra feitiço. Ai, ele se junta ao grupo, em uma nave toda remendada, em busca de sua esposa (alias, essa parte lembra outro jogo da Square, o Chrono Trigger e o ocorrido com o Frog...).



Quando ela é encontrada, e salva, pois estava sob custódia do vilão e ninguém sabia, ela desfaz o feitiço e faz o Rei reassumir sua forma humana. Mas, é nesse período, dele em forma de Sapo, que ele pode ser controlado brevemente em um hilário desafio de se mover, apenas quando o inimigo não te olha.



Por fim, Cid ajuda os heróis criando pra eles uma nave melhorada que permite voar sem problemas por todos os continentes, e chegar a pontos antes inalcançáveis onde o vilão se encontra.



Ele também promete nunca mais trair sua esposa...

Professor Toto

Por fim, na árvore de personagens ligados à srta Garnet, temos o Professor Narigudo.



Foi ele quem cuidou dela durante toda sua infância após ter sido adotada, e ele acabou criando um vínculo fortíssimo com ela. Apesar dele não viver em Alexandria, mas sim em Treno, uma cidade de apostas, ele foi muito importante pra ela durante sua juventude.



Além disso, ele é um personagem importante por possibilitar o transporte entre as cidades através do subterrâneo, por umas criaturas gigantes. É assim que Dagger volta pra Alexandria, depois de fugir de Alexandria... Pois é, ela acaba voltando pra convencer sua mãe de cessar guerra, mas por causa disso acaba sendo capturada.



Ele também, por sua formação acadêmica, sabe bastante sobre os misteriosos invocadores, mesmo estes sendo de outro continente. Quando descobre sobre a natureza de Dagger, e também de uma outra invocadora que aparece, ele acaba ajudando na interpretação de muita coisa.

                     Steiner                     



Esse é o Capitão particular da Princesa Garnet, também extremamente leal à Rainha Brahne.



Sua lealdade extrapola o cúmulo, pois ao mesmo tempo que ele é capaz de seguir e se sacrificar por Garnet até o fim do mundo, ele também se recusa a acreditar nas ações evidentes da rainha.

Steiner é um homem forte, mas não muito inteligente. Ele na verdade se destaca muito mais por sua lealdade do que por qualquer outra coisa. Ele chega sim a ser meio ignorante em muitos momentos, mas não é, nem de longe, um idiota.



Steiner nega a verdade, mas ao mesmo tempo, aprende a lidar com ela. Aos poucos, ele aprende a entender sua própria lealdade, e se liberta, tomando decisões em prol do que acredita ser certo, e não apenas do que lhe dizem que é certo.

Como soldado, ele é perfeito. Mas aos poucos ele aprende a ser mais humano, e flexível, do que apenas um soldado. Seu maior conflito inclusive é esse... ele precisa proteger a Princesa, mas não por mera ordem, como inicialmente, mas por amor a ela, um amor de súdito, um amor e respeito enorme que tem pela garota que viu crescer, e protegeu.



Ainda assim, ele também leva em sua mente a obrigação de servir a rainha, com toda sua vida. Um juramento, que penetrou em sua alma e o fez ser cegamente leal. O problema, é que essa cegueira some aos poucos, conforme ele assiste a verdade que surge diante dele.



Como guardião da princesa, ele não sai do lado dela, e sempre está fazendo de tudo para mante-la segura. Inicialmente, ele é um dos que são mandados à capturar Garnet, mas nesse mesmo início, ele acaba se unindo a ela, e ao bandido que a raptou, formando um grupo muito estranho.



Por muito tempo, ele faz sim parte do grupo principal, mas apenas por Garnet estar la. Ele é contra tudo o que eles fazem, e inclusive tenta sabota-los algumas vezes, quando na vez em que mente que uma Nave de Transporte de Carga Militar, que estava indo para Alexandria, estaria indo para Lindblum (o destino da princesa em sua fuga).



Claro que as coisas nunca saem como eles querem, então aos poucos, o próprio destino coloca Steiner não só como um aliado, mas como verdadeiro parceiro, de todos ali.



Ele cria um vínculo enorme com um dos membros do grupo, e alias, falarei mais sobre relacionamentos depois. O que importa é que o mesmo desrespeito que ele tem com um dos personagens (Zidane), ele tem o oposto com o melhor personagem de todos, seu aliado, seu "mestre", sua inspiração.



Inclusive, ele libera um tipo de poder combinado com esse outro personagem, o qual usa Magias, e cria movimentos Mágicos com sua Espada. É bem legal, mas só funciona se ambos estiverem no mesmo grupo.

Steiner é um Escudeiro e Espadachim. Ele tem ótima defesa, e ataques físicos fortes, mas não conta com poderes especiais, além das magias partilhadas com o Mago Negro.

Sozinho, ele só sabe atacar com sua espada mesmo, e tem alguns ataques extras mas, nada de mais, normalmente são poderes que causam algum dano um pouco mais elevado, ou dependente de sua vitalidade, ou apenas enfraquecem os inimigos.

Beatrix

Outra Capitã, nesse caso uma rival de Steiner, e ainda por cima, uma lenda temida em todo o reino. Beatrix é tida como a maior e mais poderosa Espadachim que já existiu, e ninguém jamais a derrotou.



Ela serve a Rainha da mesma forma que Steiner, e como ele, também é enviada para resgatar Garnet. As histórias são até bem parecidas, mas ela é mais inteligente, e muito mais poderosa que Steiner.



Beatrix é bem sucedida em muitos momentos, e é um chefe inclusive, que se repete e é impossível de derrotar (ela encerra a batalha exterminando a todos num ataque só, em todas as vezes... o chato é furtar ela).



Mas, quando a Rainha Brahne pede a cabeça de Garnet, ela passa a questionar suas ordens, deixando de ser um inimigo do grupo principal, e se tornando uma aliada. Até esse ponto, ela parecia não ter sentimentos nem emoções, de tão fria que se fazia, mas Zidane e os outros acabam testemunhando um momento de desabafo dela, com relação a seus sentimentos, inclusive mencionando Steiner.



A moça dos peitos que balançam sempre que faz uma saudação (foi mal, não tem como não notar!) é apaixonada por Steiner, e tem um tremendo de um respeito por ele.

Eles dois acabam ficando juntos no final, mas flertam muito, inclusive em uma semi-missão secundária, onde uma personagem escreve uma carta de amor que passa pela mão de tanta gente, e acaba tornando possível o aproximar de Steiner e Beatrix.



Ela também chega a ser parte do grupo, e lutar ao lado de seu amado, protegendo Alexandria (que também vira alvo da guerra). No fim, ela volta a ser guardiã da Rainha, mas da nova rainha, Garnet.

Soldados Pluto

Então, a maioria do exército de Alexandria é composto por mulheres, e "máquinas" (depois explico). Os poucos homens que servem à coroa fazem parte da comitiva Pluto, o grupo liderado justamente por Steiner.



Todos são bem bobos, e não são tão bons como soldados quanto o capitão, mas, eles tentam... exceto um que chega inclusive a pedir pra deixar o exército.


Eles merecem ser mencionados pois, bem, eles fazem parte de uma missão bem legal no inicio do jogo, em que Steiner precisa reagrupa-los para encontrar Garnet.

Além disso, depois das guerras e reinos destruídos, os Pluto acabam virando uma guarnição da Beatrix, lutando ao lado dos heróis, enquanto ex-líder acaba se juntado a eles a mais tempo.

Bobos da Corte

Esses são dois vilões que servem a Rainha Brahne, em busca de reconhecimento, a qualquer custo. Eles são malignos, e não fazem a menor questão em atentar contra a vida da princesa, ou de qualquer um.



Vale menciona-los pois... bem... eles acabam sendo os primeiros vilões reais vistos, já que até ser revelado que eles são só capangas mesmo, eles ficam como os possíveis corruptores da rainha.



Eles também são os administradores dos Magos Negros, inclusive eles mandam 3 Magos Poderosíssimos para atacar os heróis, além deles serem responsáveis por muitos ataques.

Outra coisa, eles quem extraem os Espíritos de dentro da princesa. Como eles mesmos dizem, só é possível extrair espíritos de alguém se este chegar ao menos aos 16 anos. É o ponto seguro, para que a pessoa não morra no processo. Mas, eles acabam quebrando essa regra e atentando contra a vida de outro invocador posteriormente, sem nem demonstrar qualquer ressentimento.

                     Vivi                     



O personagem mais fofo do universo FF, meu favorito da franquia toda, eis o pequeno Mago Negro que só queria assistir ao Teatro, e acabou salvando o mundo.



Vivi é um jovem mago negro que aparece em Alexandria durante as festividades, com um ingresso que posteriormente ele descobre ser falso. Ele então faz algumas amizades, e consegue entrar no castelo, clandestinamente, e assistir à peça, tudo isso enquanto a confusão corria solta.



Acontece que enquanto ele curtia a obra, a princesa tentava fugir, e tentavam sequestra-la, mas ele nem nota isso. Pelo contrário, ele tinha seus próprios problemas, e acaba tentando fugir da guarda, indo parar, convenientemente, no palco!



Ele acaba entrando no meio da confusão toda, e acaba voando junto com a Nave da Tantalus (falo dela daqui a pouco). Sem querer, ele entra pro grupo e, dai em diante se torna um integrante crucial pra equipe.



Inicialmente ele só tem 1 magia, Fogo, mas vai aprendendo muito enquanto viaja, e descobre muito mais sobre si mesmo. Vivi nasceu num tinha nem 1 ano, ele era novo de mais, seu único contato com a civilização tinha sido seu "Avô", quem lhe ensinou tudo o que ele sabia. Era a primeira vez dele numa cidade tão grande, e talvez a primeira vez que ele tinha contato social, e ai, ele é levado pra uma jornada que envolve guerra, reviravoltas, descobertas e principalmente: Mortes.



Acontece que Vivi é um Mago Negro, e isso não significa apenas que ele usa Magia Negra, não... Magos Negros são uma raça, que aqui, são na verdade Bonecos vitalizados com Névoa.

Névoa nada mais é que almas diluídas correto? Então, Brahne usou um pequeno vilarejo fora de Alexandria para criar armas de guerra, esses Bonecos, que eram abastecidos com Névoa e assim, despertavam consciência. Tais bonecos eram poderosíssimos, mas tinham um prazo de validade.



Vivi era um bem diferente, muito menor, e especial. Mas ele tinha sido perdido de um transporte anterior, e foi cuidado por um carinha de outra raça, que o ensinou sobre a vida. Os Magos Negros a longo prazo, são capazes de pensar, raciocinar, e se desenvolver, logo, eles criam meio que uma alma própria, até que morram.



Quando Vivi descobre sua real natureza, ele fica bem confuso, e busca entender o que é a vida, e o que é a morte. Ele conhece até um vilarejo de Magos Negros que deserdaram após despertarem consciência, e criaram vida em outro continente, evitando a Guerra de Brahne, onde ele aprende sobre seu trágico e inevitável fim.

Mas afinal, o que seria Vivi? Ele descobre, e entende, que não é apenas um tipo de máquina de guerra, que por alguma razão ilógica acabou criando consciência. Ele aprende que, de alguma forma, os resíduos de alma existentes na névoa renasceram nele como uma alma inteira, e essa alma se tornou quem ele se tornou. Vivi nasceu, ele viveu, ele aproveitou seu pouco porém precioso tempo no mundo, e pôde fazer e ter as melhores experiências possíveis.

Sabe, é muito triste o que ocorre com ele no final. Eu contarei depois, mas adianto que não é nada trágico, pelo contrário, é triste por ser algo feliz mas, tão real e lamentável, ao mesmo tempo... Enfim.

Vivi pode contar com o apoio de muitos durante sua jornada, mas com certeza, sua amizade com o principal protagonista foi sua maior motivação.

Avô Qu

Aquele que encontrou e cuidou de Vivi já não esta mais vivo. Ele faleceu pouco depois, e ele nem era da mesma raça. Ele era um Qu, uma espécie meio confusa (depois falo dela), e havia se isolado em busca da iluminação.



Ele buscava pela Gastronomia Transcendental, um tipo de obsessão de sua tribo. E ele foi talvez o único a realmente alcança-la, até que Vivi lhe levou sua esposa...

Acontece que, o Avô de Vivi de fato transcendeu, e se tornou um tipo de espírito, o qual apenas aqueles que alcançam a real iluminação podem ver. Ele acaba sendo visto em uma side-quest por Vivi e alguns de sua raça, e se despede, explicando o real significado da Gastronomia Transcendental.



Bem, Vivi aprendeu a lidar com a morte usando a morte de seu avô como um exemplo... e alias, eu preciso dizer, essa história me lembra muito o Mallow de Super Mario RPG, e sua adoção pelo Sapo Sábio... sei la mano, esse outro jogo também é da Square (to começando a notar semelhanças de mais hein).

Magos Negros



Então, os Magos Negros são os bonecos preenchidos com "almas descartadas". Na verdade, dentro do planeta é pra onde todas as almas vão, porém, no meio da viagem meio que ocorrem resíduos de almas, são como restinhos deixados pelo caminho, como a calda de um cometa sabe, e aquela poeira deixada pra trás. Essa poeira é o que forma a Névoa, e essa Névoa é o que preenche esses bonecos.



Eles então podem se mover, usar magias poderosíssimas e letais, e a longo prazo, podem até pensar e se comunicar, desde que despertem. O problema é que eles desligam depois um tempo, então eles normalmente não vivem o suficiente para aprender o que é viver, e chegar no despertar.



Ainda assim, alguns casos raros existiram. Alguns desses bonecos acabaram despertando cedo de mais, em meio a guerra ou às matanças, ou simplesmente ao serem educados por alguém (como Vivi). Então, eles decidiram se reunir e partir, para o mais distante possível de seus irmãos ainda cegos.



Eles criaram uma pequena vila, onde desenvolveram comércio próprio, passaram a criar animais (corujas e também um Chocobo) e por fim, até criaram um cemitério. Chega a ser triste quando um deles comenta que o fundador da vila ta dormindo de baixo da terra e que um dia talvez ele acorde...



Quando Vivi começa a interagir com eles, após passar por inúmeras situações preconceituosas em sua viagem, ele acaba se impressionando, e ao mesmo tempo temendo seu destino.

Alias, sim, os Magos Negros são odiados no continente onde fica Alexandria, Lindblum e outras cidades. Pois la, foi onde eles causaram muitas mortes, usados como meras armas. Todos então passam a rejeitar Vivi quando ele aparece, visto que ele é muito parecido com os carrascos da guerra.

No inicio da história, ninguém conhece os Magos Negros ainda, então Vivi pode andar tranquilamente, sendo visto apenas como uma criança mesmo. Mas depois que Brahne começa a atacar as cidades, não só em busca de Garnet mas para causar destruição mesmo, alegando que "É melhor eu atacar primeiro para defender Alexandria de possíveis ataques!", os Magos Negros passam a ser uma ameaça terrível, e Vivi sofre um preconceito enorme, por toda parte, exceto quando vai pra outro continente, onde ele volta a ser enxergado como uma mera criança.



O triste é que os Magos Negros tentam, em dado momento, conquistar uma vida mais longa, e pra isso, voltam à guerra por vontade própria, enganados por um vilão extremamente cruel, que lhes convence que é possível viver além da data de validade (mesmo isso sendo uma mentira descarada).

Ao notar que foram enganados, eles retornam pra vila.

Alias, como a Névoa é a fonte do nascimento deles, quando os heróis se livram da névoa do continente inteiro, eles também encerram a produção de novos Magos Negros. Vivi se sente muito culpado, pois isso é como se ele tivesse atentado contra sua própria raça... mas no fim de tudo, a Névoa volta e cobre o mundo inteiro, então tecnicamente, os Magos Negros permanecem podendo nascer, mas... os que morreram, morreram.

                     Zidane                     



Pois é, por muito tempo eu não fui capaz de evitar a zoeira de comparar este personagem com o antigo jogador de futebol da cabeçada, que hoje é técnico. E olha que eu nem manjo (ou gosto) de futebol. Talvez seja pelo nome incomum... enfim...

Zidane (e eu ainda riu quando leio esse nome) é o principal protagonista, um ladrão e trambiqueiro que também é muito mulherengo. Tipo, não importa quem, não importa a raça, se é mulher, ele da em cima.



O pior que o jovem loiro é bem sucedido em suas crises de Dom Juan. Ele não é apenas um carinha bonitinho que ama um rabo de saia, ele é inteligente, sabe ser romântico, e pra variar é poético.

Em muitos momentos me vi preso às palavras dele, onde ele aconselhava, discursava, e era tão inspirador, como todo bom líder deve ser. Ele inclusive acaba pegando a liderança do grupo por unanimidade, mesmo sem todos gostando dele... e é, os personagens tem relacionamentos entre si.

Uns se dão melhor com outros, e chega a rolar intrigas antigas, e até amores. Nada disso é de controle do jogador, mas ainda assim, é bem divertido de acompanhar.

Zidane é também um ator, da Tantalus, um grupo de Teatro Itinerante que presta serviços à realeza. Eles fazem uma peça em comemoração à princesa, mas na verdade, vão disfarçados para sequestra-la, sendo Zidane o responsável pela ação final.



Ele quem iria busca-la, e apesar de ter sido meio diferente do planejado, tudo acaba dando certo e a princesa Garnet vai para os braços de Zidane.



Posteriormente, ela explica que queria fugir mesmo, e acaba solicitando o sequestro ao seu raptor, como uma princesa exigindo os serviços de um súdito.



Não da outra, tal momento, seguido por muitos outros, faz brotar em Zidane e Dagger um relacionamento fortíssimo. Ambos se apaixonam, mas eles ficam perdendo tempo e demoram muito pra se declarar um ao outro, algo que só ocorre bem no final.

Mesmo assim é bem interessante acompanhar o quanto Zidane está disposto a se sacrificar pelo que sente pela princesa, e isso, é só uma das histórias base dele.



O outro ponto da vida dele, está não só em lidar com todos os demais personagens do grupo, como também, lidar consigo mesmo.



Zidane é o único no mundo que tem uma cauda. Pelo menos na raça humana, ele é o único com essa característica.



Ele não tem ideia de sua origem, e foi criado na Tantalus desde jovem, onde o líder é como seu pai. Ele hoje é um viajante, que já andou por toda parte, e já fez muita história, e como ele mesmo diz a um outro amigo, ele busca sim por um local pra chamar de casa, mas ele já possui um lugar para retornar.

Ele busca por seu passado, mas ao mesmo tempo, gerencia seu presente e permanece perseguindo seu futuro. Ele vive intensamente e valoriza cada momento... e no final das contas, isso é muito importante pois... Zidane é um tipo de "robô".



Conhece Nier: Automata? Na verdade, Nier mesmo, pois o conceito de Gestaut e Replicant (algo que alias, é da Square também) é bem semelhante com o que Zidane representa.

Ele é um corpo orgânico criado artificialmente, para receber almas.



Porém, ele foi tão especial, que acabou desenvolvendo uma personalidade própria (não fica claro se ele adquiriu uma alma, e essa se converteu nele, ou se ele gerou uma do zero), ao mesmo tempo que foi perdido em outro planeta.

E é, ele também é um tipo de alienígena se considerar que, vir de um planeta que já não existe mais, o torna um alien.

Seu planeta natal, Terra, foi extinto. Todos os seres vivos deixaram de existir por causa do tempo, e de suas escolhas ao longo da vida. Antes de sumirem por completo, eles designaram um "Administrador" que, imortalizado em um corpo artificial, ficou responsabilizado por trazer os habitantes da Terra de volta a vida, em novos corpos, e em um novo mundo. Com o tempo, ele encontrou Gaia, e nesse planeta, encontrou o "fluxo de almas" para substituir com as da Terra...



Então ele passou a fazer os testes para ver formas de não só transferir as almas entre os mundos, mas também traze-las de volta à vida. No caso, criou os Genomas, corpos perfeitamente funcionais e pensantes, mas desprovidos de almas, os quais serviam única e exclusivamente como receptáculo para os habitantes originais da Terra.

Zidane é um Genoma, mas, ele é poderoso de mais. Seu progenitor acabou por deixa-lo em Gaia, antes do previsto, e ele acabou se desenvolvendo como um habitante de Gaia mesmo.

Mas na verdade, Zidane deveria ser o vilão. Seu trabalho seria espalhar o caos e morte em Gaia, trazendo guerras, enchendo o fluxo de almas do planeta, e assim abrindo espaço para que os dois planetas se fundissem.

Claro, como na vida, nada sai como planejado. Zidane por ter crescido em Gaia, simplesmente não tinha noção de sua origem, assim sendo, não sabia sobre sua função. Ele acabou se tornando guardião desse planeta, ao invés de destruidor.

Tantalus

O grupo itinerante é a Tantalus. Fazem parte deles o líder, que é um cara Gordo de Óculos que nunca lembra de nomes (pera... mano, tem algo familiar nisso ai!); Um carinha que usa um Martelo do qual nunca abre mão, e fala esquisito pacas, chamado Cinna; Um carinha de bandana que também fala esquisito, chamado Marcus; Um cara ruivo mó estiloso que é tipo o Zidane, chamado Blank; e Por fim, uma banda, uma moça que é deixada pra trás la em Alexandria quando eles fogem, um trio de carinhas mascarados, e mais alguns coadjuvantes.



O primeiro grupo do jogo em batalha, é justamente Zidane, Marcus, Cinna e Blank. Nesse momento eles servem só pra mostrar como tudo funciona, em um treinamento contra o líder (disfarçado de monstro). Já nessa luta da pra roubar horrores alias.



Posteriormente eles também aparecem como parte do grupo em batalhas reais e fictícias. Como por exemplo no teatro, a peça de teatro usa uma batalha fictícia no inicio, que se torna mais ou menos real no final. Nesse caso ninguém "morre" ou é realmente ferido, e os especiais são apenas golpes de ilusão, pra fazer o público se animar.



A Tantalus apesar de agir como sequestradores disfarçados de Teatro, são mesmo um Teatro, composto por pessoas acostumadas a viver no mundão perigoso e traiçoeiro, por isso, eles também são tecnicamente bandidos. Mas eles são gente boa, e inclusive, tem forte ligação com o Rei de Lindblum, onde a sede deles fica.

Bem, vale destacar, além da mocinha que acaba abrindo uma filial da Tantalus la em Alexandria, já que fica pra trás, o Blank, que acaba se sacrificando logo no inicio do jogo, sendo petrificado junto com uma floresta, mas ajudando Zidane e seu grupo novo a escapar.



Eles ficam presos numa floresta onde a Nave da Tantalus cai por causa das avarias causadas pela rainha Brahne. Ao tentar escapar da floresta, acabam enfrentando uma série de plantas carnívoras e ao destruir a Alfa delas, acabam petrificando a floresta inteira. Zidane e seus amigos novos conseguem escapar correndo, mas Blank acaba ficando pra trás. No caso, a Tantalus consegue escapar também, fugindo da floresta pouco antes de tudo petrificar.



A perda dele é bem lamentável, mas ele retorna posteriormente, quando os demais membros se junta para resgata-lo e tirar da petrificação. Ele ajuda um pouco mais depois, mas não chega a se tornar membro permanente do grupo.

Kuja



Esse é o principal vilão do jogo, e seu relacionamento é diretamente com Zidane, pois tecnicamente, ele é o irmão mais velho do Zidane.

Quando aparece pela primeira vez, mais parece uma mulher devido sua silhueta e jeito de se vestir. Mas, ele é um cara, e pra variar, ele tem um rabo como Zidane, porém ele esconde. 



Ele é o verdadeiro responsável pela Rainha Brahne ter se tornado tão insana, e envenenou sua mente com promessas de poder e glória sobre todos os reinos, porém, ele só a manipulou para sua própria conquista.



Primeiro, Kuja se passa por mero capanga, montado em seu dragão branco e sobrevoando os continentes.



As vezes, ele se disfarça como um tipo de conde, o "King", fazendo compras la em Treno, no Leilão. 



Ele quem deu a ideia de criar os Magos Negros, provavelmente seguindo a mesma lógica dos Genomas, e foi inclusive quem gerenciou a criação deles, e os encaminhou para a guerra, inicialmente em nome de Brahne, posteriormente em nome de si mesmo.



Enquanto com Brahne, ele usa a versão dos Magos Negros acéfalos. Mas, quando Brahne morre, e a névoa se extingue, ele vai atrás da Vila dos Magos Negros e os engana, prometendo prolongar suas vidas em troca de ajuda na guerra.



Kuja tinha como real objetivo adquirir poder, o máximo de poder possível, para atacar seu criador. Ele queria um tipo de vingança contra os mundos, e por isso, ele buscou por uma invocação poderosa suficiente para contra-atacar a Nave Mãe.



E é por isso que ele passou a envenenar a alma da rainha mais gentil, porém feia, de todos os reinos. Não só isso, ele também meio que sequestrou a esposa do Cid, mas não fica claro o que ele fez a ela, além de contar todos os seus planos é claro.



Ele primeiro faz Brahne usar as invocações da filha pra espalhar a destruição, e causar a morte de muitos, isso até então, era parte dos planos de outro vilão, seu próprio criador, que o auxiliava com um poder de subjugar as invocações. 

Mas depois, seu criador nota que ele estava indo além de seu controle, e para de ajuda-lo, o que acaba sendo tarde de mais.

Kuja adquire o poder que desejava, ao apelar para o Trance. Ele usa a técnica que aprende ao assistir seus inimigos tentando detê-lo, e simplesmente usa sua própria fúria como forma de despertar seu poder interior, e assim, ele causa ainda mais destruição.


Como irmão de Zidane, Kuja foi criado primeiro e mandado para Gaia justamente para criar o caos. Ele fez isso, mas o plano era apenas preparar o terreno para que Zidane se instalasse. Entretanto, ao notar que ele próprio era só um coadjuvante do grande plano de seu criador, Kuja optou por sabota-lo. Ele fez questão de pegar Zidane recém criado, e o jogou em Gaia, sozinho, para morrer.

Depois disso, ele assumiu o plano integralmente, considerando Zidane como um Genoma perdido. Mas, seu criador notou tudo isso, e deixou que tudo acontecesse pois, traços de personalidade fortes em Genomas eram um sinal de poder iminente. 

De fato, Kuja era muito forte, e conseguiu sozinho fazer o que Zidane estava propenso a fazer. Ele levou Gaia à guerra, e no fim, tudo estava indo conforme o planejado de seu mestre.

Mas Kuja queria mais, muito mais. Ele queria vencê-lo, queria provar que não era um Genoma, mas sim, um ser único, uma entidade poderosa e suprema que superaria seu próprio criador. Assim sendo, ele tramou e executou seu maior plano.



Em busca do poder ideal, ele acabou desistindo dos Espíritos e apelou pra si mesmo. Ele mesmo se coloca em batalha, pra ser surrado até sua energia se acumular e ele despertar seu próprio Trance. Quando ele o faz, ele entra num estado tão poderoso, que é capaz de destruir um planeta inteiro apenas com seu ódio.

E assim ele faz.



Ele primeiro ataca e fere mortalmente seu criador. Em seguida, seu criador conta a verdade pra ele: Ele ia morrer em breve.



Kuja era como os Magos Negros, ele tinha um prazo de validade, uma data limite, um tempo final, e ele estava próximo. Seu criador fez propositalmente só para poder contê-lo, pois sabia de seu poder.



Ao descobrir sua natureza, Kuja nega, se recusa a acreditar, mas quando aceita, ele simplesmente enlouquece. Ele decide que, se ele não pode viver, ninguém mais pode, e ai causa a destruição de Terra, do que sobrou dela, e em seguida, trama a destruição de Gaia, e do universo inteiro.



Ele quase consegue isso, dando um jeito de chegar na origem do universo, mas Zidane e os outros o impedem.




Na verdade, ele chega no limite e apela destruindo tudo ao redor, o que acaba invocando o verdadeiro vilão (é vilão atrás de vilão).



No fim, mesmo depois de ter agido tão malignamente, mesmo depois de ter enganado e matado tantos, ele acaba se redimindo.



Kuja ajuda Zidane e seus amigos a fugirem da Árvore Iifa, usando o que restou de seus poderes para dizer onde eles estavam, para algumas pessoas resgatarem eles.

Alias, a Árvore Iifa é basicamente a personificação do Fluxo de Almas de Gaia. Essa árvore, é o que produz a Névoa, ao guiar as almas para o centro de Gaia. Perto do final da história, a Árvore é forçada e potencializada com as habilidades de Kuja, e passa a trabalhar as almas do mundo com muito mais intensidade, o que cria uma névoa densa que cobre o mundo inteiro.



Esse processo, abre um caminho direto para Memoria, um reino onde as lembranças das almas se acumula. E é la que Zidane e seus amigos enfrentam a origem dos mundos... 

Depois disso tudo, Kuja, derrotado, acaba por se arrepender do que fez e ajuda seu irmão, e ainda por cima, seu irmão também tenta ajuda-lo, mas ai Kuja morre e... bem... é bem triste.

Mikoto e os Genomas

No caso, os Genomas são irracionais porém, acabam interagindo com Zidane e seus amigos quando estes viajam até Terra. 



Para buscar por Kuja, e detê-lo, os heróis acabam abrindo uma fenda entre as realidades e acessam um tipo de vórtex que leva de Gaia para Terra. Terra era um planeta moribundo, sem vida, mas repleto de Genomas.



Genomas eram corpos, vazios, porém conscientes. Eles podiam pensar, podiam falar, mas tinham como único propósito crescer, se desenvolver fisicamente, para servir de recipiente pra almas.



Só que, alguns Genomas tinham uma capacidade incomum de raciocinar. Foi o caso de Zidane, foi o caso de Kuja, e agora, Mikoto. Ela, mesmo que não tanto quanto seus irmãos, acabou por criar um certa personalidade forte.



Ela então, ao ver Zidane, acaba guiando-o para seu mestre e criador, mas, aos poucos, demonstra um singelo interesse nele, e curiosidade. Aos poucos, ela também desperta algumas emoções, mas é tudo bem leve, quase imperceptível.



Mikoto só passa a ser mais "humana" mesmo, depois que Kuja se rebela, e Zidane a salva, junto de outros Genomas. Todos escapam de Terra para Gaia através da Nave Mãe, e pouco antes disso, Mikoto é aconselhada por Zidane a buscar pela vida, e entender seu lugar na existência.

Garland

Esse, é mais um dos vilões, o qual aparece la pro terceiro CD. Ele é um cara estranho de vestes longas e escuras, que controla a Nave Mãe.



A Nave Mãe é uma nave enorme que não tem problemas em viajar entre os mundos, e tem um tipo de canhão gigante em forma de Olho que pode destruir tudo, e também, subjugar espíritos de invocadores.



Ele usa Kuja como seu comissário e representante em Gaia, e também seu próprio invocador la. Sempre que Kuja conquista um Espírito, ele aparece pra transforma-lo em um inimigo do próprio mundo ao qual originalmente tentava defender.



Garland temia os Espíritos, por isso, ele precisava transforma-los em aliados da Terra, ou ao menos, inimigos de Gaia. Fazendo-os enlouquecerem, ele conseguiria deixar Gaia ainda pior e mais destruída que a Terra, e assim fundir ambos os planetas.



A ideia era fazer o fluxo de almas da Terra trocar de lugar com o fluxo de almas de Gaia. Com a Árvore Iifa gerenciando as almas, ele iria, basicamente, transformar as almas de Gaia em Névoa, e colocar as de Terra no lugar.

Depois disso, ele popularia Gaia com Genomas, e estes incorporariam as almas dos terráqueos. 

Um plano bem nefasto, considerando o tamanho do genocídio, mas, Garland existia só para trazer Terra de volta a plenitude. Ele tinha essa tarefa, e faria tudo para cumpri-la.



Infelizmente, pra ele, Zidane, sua própria criação, acabou se destinando a ser seu rival, e impedi-lo.



Garland chega a confrontar Zidane, contar pra ele quem ele é, e até desativar sua "alma artificial" ao tentar desliga-lo e reverte-lo ao estado original de um Genoma, mas Zidane se desperta novamente com o auxílio de seus amigos (uma parte bem tocante) e prova que no final das contas, ele tem uma própria alma.



Ai, Garland enfrenta Zidane e seus amigos, mas é derrotado, só pra que Kuja apareça e execute seu plano final. Kuja viaja até Terra, e ataca Garland, usando a própria Nave Mãe, e depois ainda o ataca pessoalmente.



É quando ele descobre a verdade.



Mesmo após morrer, Garland permanece se comunicando com Zidane, através do fluxo das almas. Ele manda mensagens, e explica a situação dos mundos. Ele inclusive o guia em Memória, mostrando não apenas o passado, mas toda a história, de todas as histórias.

Garland mostra através de Memória que todos são um. Ele explica (e é meio confuso mas bora la) que todas as almas se conectam, todas as lembranças se ligam, e todos carregam elas dentro de si. Todos partiram de um mesmo inicio e todos estão conectados a ele, então, todos são um.



Bizarro... mas o que importa é que no fim, Zidane e seus amigos são levados pra origem dos mundos, o Cristal, onde derrotam Kuja definitivamente.

Kuja queria destruir essa origem, e apagar tudo, mas ai, depois de derrotado as coisas meio que retornam ao normal. Memória é "trancada" novamente e o único problema é a Árvore Iifa que fica doidona. 

                     Freya                     



Ela é uma Bumerciana, especialista em Lanças e em caçar dragões.

Freya é bem séria, e contida. Ela não parece se abrir muito com ninguém, e sempre esta em busca de algo. Alias, o único com quem ela acaba interagindo é o Zidane, com quem ela tem um certo passado.



Antes, eles já se encontraram (provavelmente ele até tenha paquerado ela... entenderá daqui a pouco) e semearam uma certa amizade, e respeito. Eles acabam se vendo novamente em um bar, em meio a viagem, e posteriormente ela acaba se tornando uma aliada na aventura.

Acontece que uma das cidades atacadas por Brahne é justamente Bumercia, sua cidade natal. Ela não voltava pra la a tempos, e quando é revelado que a cidade está em risco, ela corre para ajuda-los, acompanhada de seus novos amigos.



Todos estavam em Lindblum, participando de um evento de caça. Isso é logo após Garnet ser "sequestrada", onde ela é convidada a aproveitar o evento. Dentre os participantes do evento, estavam Vivi, empurrado ao acaso mais uma vez, Zidane, e Freya. Independente de quem vence, no final, é revelado que Bumercia ta sob ataque e os 3 participantes se unem pra ir la ajudar.




Alias, Dagger e Steiner não vão junto pois eles acabam fugindo, justamente pra tentar falar com Brahne. A ideia é de Dagger inclusive, que envenena todos com sonífero pego de Zidane, exceto Steiner. É por causa disso que Dagger é capturada, pois ela mesma acaba meio que se entregando.



É ai que Freya se une ao grupo, e é ai que descobrem que Brahne está tentando criar a guerra.



Freya é meio fria, sim, mas ela é uma boa pessoa. Ela deixou Bumercia por um motivo bem sério: Seu amado.



Seu marido, a razão de sua alegria, havia deixado Bumercia para enfrentar ninguém mais, ninguém menos que Beatrix, a lendária. Ele o faria para testar sua força, mas nunca mais apareceu.



Freya então pegou uma lança, e saiu em busca dele, e desde então o procura, ou pelo menos, busca pela vingança por ele. Ela odeia Beatrix, pois acredita que esta matou seu amado... mas curiosamente, ambas acabam sendo forçadas a lutarem lado a lado contra um mal maior, a ameaça aos reinos.



Só que, a história vai um pouco além disso. O marido de Freya não morreu. Ele apenas perdeu suas memórias por completo. Ele não se recordava de absolutamente nada, nem mesmo dela, mas acaba sendo levado para Cleyra durante outro ataque.



Cleyra era uma cidade isolada, ainda mais que Bumercia, e também povoada pela mesma raça, mas estes eram um grupo que a muito deixou Bumercia. Protegidos por um tornado de areia, eles estavam a salvo dos ataques de Brahne, porém, Brahne apela pra uma invocação que destrói a barreira, e inicia uma matança por la.



Quando Bumercia é devastada, os sobreviventes buscam abrigo em Cleyra, e em seguida, esta vira o novo alvo de Brahne. Tudo que ela queria era a fonte da energia do tornado, que era uma das pedras de invocação. Mas Freya e os outros defendem, ou tentam defender, essa nova terra.

O príncipe de Bumercia, um jovem rapaz (que inclusive faz amizade com Vivi) acaba encontrando o marido de Freya vagando por ai, e o leva pra ajudar a defender Cleyra. Curiosamente, Freya tava por la também, e ao encontra-lo, ela fica extremamente feliz, mas logo em seguida é tomada por uma tristeza profunda.



Ele não se lembrava nem mesmo dela.

Tudo que ele queria era defender os Cleyrianos, e ai ele acaba por ferir seu coração (figurativamente), ao rejeitar seu passado com Freya, e trata-la com frieza.



Bem, Freya fica destruída, movida pela vingança e pra tentar descobrir o que houve com seu amado... mas no fim das contas ela nunca descobre. 

Freya possui habilidades de Dragoeira. Ela tem poderes que afetam dragões principalmente, e pode Saltar em batalha. Saltando, ela fica 1 rodada fora de luta, mas ataca com muita força em seguida. Ela também pode suar alguns buffs de dragões, que são bem úteis dependendo da situação, como Restauração de Energia Vital Contínua, ou Retorno de Energia Mágica, para todos do grupo.



Ela usa equipamentos pesados, como armaduras, exatamente como Steiner, apesar dela não ser bem uma personagem voltada pro lado defensivo.

Amado Esquecido

Ele aparece em um momento, é bem forte, mas logo deixa o grupo. Achei estranho não haver melhor exploração em sua história, pois Freya meio que aceita o que houve com ele e segue em frente.



Beatrix também nunca chega a contar o que fez pra ele perder suas memórias, e mesmo quando Freya a encontra, e é forçada a lutar ao seu lado, a rivalidade logo é superada e ambas meio que entram em acordo.



Freya nunca tenta vingar seu marido, não cegamente... E sinceramente eu senti falta da história dele.

Talvez, eu tenha perdido alguma side-quest...

Bumercianos e Cleyrianos

Então, os dois povos eram um só, mas entraram em desacordo a muitos anos. Eles se separaram em dois reinos afastados, sendo Bumercia a cidade das Chuvas, e Cleyra a Terra da Areia.



Bumercia era constantemente coberta por chuvas, mas praticamente todos seus habitantes foram exterminados por Magos Negros. Os que sobreviveram, foram pra Cleyra... mas...

Cleyra, que ficava em uma Árvore cercada por um tornado que nunca parava, acaba sendo atacada por Odin, uma das invocações mais poderosas que inclusive, causa Morte Súbita. 



A cidade inteira é varrida do mapa, mas os sobreviventes conseguem fugir para diferentes cidades, como Alexandria e Lindblum, e tentam retomar suas vidas la.


                     Quina                     



Essa, ou esse, é o, ou a, personagem mais estranha, ou estranho, e divertido, ou divertida, do jogo.



Quina (falarei no feminino a partir de agora) é uma personagem sem sexo definido, porém, o jogo faz entender que ela é uma mulher. Independente de seu gênero, ela demonstra certa afinidade com o sexo masculino, logo, ao menos em opção, ela é feminina.

Quina é cozinheira, e busca pela Gastronomia Transcendental. Pra isso, ela precisa devorar de tudo, e conhecer toda a extensão de seu paladar. Isso a faz aceitar o convite de Zidane e seus amigos, e partir em jornada pelo mundo.

O problema é que Quina não tem qualquer vínculo com qualquer um ali. Ela respeita todos e ao mesmo tempo, não liga pra ninguém. Ela faz o que quer, quando quer, e como quer, por isso constantemente ela deixa o grupo, e sai vagando por ai sozinha.



Tudo que ela busca é comida.



Seu prato favorito, são sapos (tadinho do Cid rs) e por essa razão, muitos dos momentos em que ela é controlada, é apenas pra caçar Sapos mesmo.



Apesar de Quina ser a personagem mais livre do grupo, e menos vinculada, ela também acaba se tornando essencial em vários momentos. Por exemplo, depois de encontrada em seu pântano, é revelado que ela de alguma forma teria algum relacionamento com Vivi, por ser da mesma raça que o avô dele.



Além disso, depois que Cleyra é exterminada, Quina, que havia permanecido la, é encontrada em seu Pântano comendo sapos de boa, e ai, ela guia os seus amigos até uma passagem subterrânea que leva pra outro continente, sem a qual o jogo nem prosseguiria. 



Quina também tem um certo background misterioso, como quando quase se afogou enquanto buscava por peixes. Isso pode ser visto em Memória, em uma recordação viva de Quina, a qual é engraçada no inicio, mas bem trágica se parar pra pensar. Quina nada no ar, ao ver peixes nadando, e aos poucos passa a se afogar, mas Zidane a faz perceber que é tudo uma ilusão, fazendo-a cair em si e no chão, ao mesmo tempo que toda a recordação se esvai. 



Na lógica, considerando que em Memória, as lembranças são personificadas, mas apenas aqueles que as tiveram podem interagir, deduz-se que aquela memória era de Quina, e o fato dela se afogar não é um bom sinal. Mas nada disso é explorado... se bem que...



Em uma passagem do jogo, justamente quando viajam para outro continente, Quina acaba se separando (novidade hein) e só é encontrada novamente após ser pescada, ao acaso, chegando a tempo para um jantar.



Provavelmente, a memória do afogamento tem a ver com o momento em que Quina foi salva, de um afogamento certo, o que pra ela tornou-se um momento marcante, mas que ela mesma não demonstra, ou não sabe demonstrar. Quina teria uma gratidão profunda por Eiko, aquela que a salvou (já falarei dela).



Por fim, Quina também se casa com Vivi, e chega a jogar uma paquera pro lado de Zidane, razão pela qual acabo considerando ela uma garota. Esse momento é bem sutil, é quando Zidane precisa dividir sua equipe em 4 para poder ir em 4 templos ao mesmo tempo, então ele coloca Dagger com Eiko, Steiner com Vivi, Freya com Amarant, e sobra ele com Quina. Daí Quina fica toda empolgada.



O casamento com Vivi também é hilário...

Em uma parte, para que os heróis prossigam, só da se eles forem casados, pois o local sagrado pra onde precisam ir só é acessível como um destino para lua de mel. Então, Zidane e Dagger se casam, e para que Vivi e Quina os acompanhe, só sobra pra eles fazer o mesmo.



É um casamento bem... estranho... pois Vivi é menor de idade e ninguém nem sabe o que Quina é, mas ambos ficam bem felizes.  



Quina tem os poderes mais divertidos do jogo. Ela pode devorar os inimigos, desde que eles estejam com a energia vital no vermelho. Uma vez devorados, eles passam pra ela um poder, já dominado e maximizado. 



Quina é o único personagem que pra ter alguma habilidade, não depende de equipamentos. Mas, para ter efeitos especiais, ela ainda precisa equipar algumas coisas, e funciona do mesmo jeito.

O legal de Quina é que uma vez que ela come alguém, o poder se torna seu permanentemente, e ela tem poderes muito fortes, como morte súbita (tem pelo menos 3 tipos diferentes disso). Ela tem também o poder mais apelão do jogo, que causa 9999 de dano, sem erro nem falha, desde que ela esteja com 1 de HP. 



Essas Magias são consideradas Azuis, e são poderes únicos de Quina.

Os Pântanos

Bem, ao longo do jogo e pelos continentes há Pântanos onde tem sempre dois Moogles conversando (são os mesmos, e estão em todos os pântanos... vai entender) os quais são basicamente um tutorial vivo do jogo. Além disso, esses Pântanos oferecem a quest secundária de caçar sapos com Quina.



Cada sapo aumenta um pouco um dos poderes dela, e no fim, da pra até mesmo lutar contra a mestra de Quina.

Alias, Quina possui uma mestra, quem lhe diz para sair pelo mundo em busca da gastronomia transcendental. Essa mestra ensinou que procurar o paladar completo é o caminho para tal, mas, o mestre dela descobriu que a Gastronomia Transcendental se encontra no poder da Imaginação.

O mestre da mestra de Quina, é o Avô de Vivi!

Todos acabam se reunindo quando visitamos a casa de Vivi (é uma quest secundária), e ai, os ensinamentos daquele que alcançou o objetivo são passados para o casal.

Apenas Vivi, Quina, e sua mestra podem ver ele.

                     Eiko                     



Em outro continente, uma garota com um chifre é descoberta, e ela é a última sobrevivente de uma raça de invocadores.



Ela foi criada e cuidada por Moogles, mas ela luta para continuar sobrevivendo, e inclusive acaba roubando de um vilarejo próximo, para ter o que dar de comer aos seus guardiões e amigos.



É ai que é encontrada por Zidane e seus amigos. Eles a seguem para sua terra natal, Madain Sari, onde conhecem a história dos invocadores, e aprendem mais sobre o que Dagger realmente é.

É la que Dagger recupera parcialmente sua memória do passado, de quando viu a cidade ser aniquilada pelo Olho Gigante, e de quando perdeu sua verdadeira mãe. 

Quem os leva pra la alias, é Quina viu, pois tenta devorar o Moogle que sempre acompanha Eiko.



Eiko carrega consigo um Moogle que é capaz de ficar minúsculo, e eles são quase como irmãos, inclusive ambos nasceram no mesmo dia.

Ela protege ele, e ele protege ela, e ambos se amam muito, mas, ela também ama todos os outros Moogles que moram em Madain Sari.

Eiko acaba se interessando por Zidane, depois de conhece-lo, e ai vira um tipo de rival de Dagger, o que é bem curioso. Como ela é muito jovem, tem só 6 anos, sua paixão infantil é hilária de acompanhar, e seu ciúmes para com o galanteador também.




Apesar de que ela também demonstra ter certo interesse em Vivi, mas no caso dele parece ser algo mais relacionado a idade mesmo. Ela sempre exige que ele a acompanhe onde quer que vá.



Ela quem acaba também causando o encontro e aproximação de Steiner e Beatrix, visto que é a carta que ela escreve pra Zidane (mas nunca chega a ele) que vai parar nas mãos de Beatrix.

Eiko também fica muito próxima de Dagger, não só pela rivalidade, mas pela semelhança entre ambas. As duas são invocadoras, e apesar de Eiko ainda ter seu Chifre, e Dagger não, elas descobrem que são do mesmo povo posteriormente.



Ambas inclusive se unem pra fazer uma invocação especial, Alexander, para proteger Alexandria, uma invocação tão poderosa e rara que apenas vários invocadores juntos podem sumonar. Porém, da ruim nessa parte pois é quando Garland contra-ataca e destrói Alexandria com o próprio Alexander.



Nessa parte da história, Dagger é forçada a reassumir sua identidade como Garnet, e também se converte na rainha de Alexandria, depois que Brahne é traída e morta. É justamente por causa do ataque de Kuja a Alexandria que ela fica traumatizada de vez, e por isso que eles o caçam.



Bem, Eiko pode usar Magias Brancas, como Dagger, e fazer Invocações também, mas seus espíritos são exclusivos dela, e os efeitos são mais aleatórios que o normal. Ao invés dela equipar somente pedras, ela também pode equipar itens de bestas místicas, como a Fênix. Além disso, certas pedras podem aumentar o efeito de uma determinada invocação dela, dando poderes novos.

As invocações de Eiko são mais voltadas para o suporte, a própria Fênix, causa dano de fogo no inimigo e ressuscita todos do grupo ao mesmo tempo. Tem também um bichinho fofo que usa a pedra que Eiko estiver equipada para fazer uma magia de suporte pra todos, podendo aumentar a velocidade, incumbir Reflexo (refletir magia), deixar todos invisíveis (ignora dano físico), ou só aumentar a defesa mesmo.



Além disso, uma vez, não sei por que, quando todos meus personagens morreram em uma luta, do nada Eiko acordou, e a Fênix apareceu por conta própria.

Efeitos assim, aleatórios e repentinos, são bem comuns com ela, principalmente depois que é revelado que seu amigo Moogle na verdade é um Espírito.



Acontece que, em uma parte da história, os Bobos da Corte, mandados por Kuja, tentam extrair os espíritos únicos de Eiko, já que os de Dagger se perderam (e voltam aos poucos pra ela). Isso sacrificaria a garota, devido sua idade, mas o Moogle que sempre anda com ela a salva.



Ele próprio entra em Trance, e se transforma na forma real, de um Espírito muito forte, que acaba com os gêmeos e bota Kuja pra correr.



Posteriormente, Kuja usa justamente essa experiência como inspiração pra buscar sua própria forma Trance.

Moogles

Então, os Moogles são criaturas comuns no universo FF, sempre presentes, sempre marcantes. Aqui eles são basicamente os mensageiros do jogo. Existe uma quest (a mais longa) em que um manda uma carta pro outro, e os heróis que acabam sendo os carteiros.



Apesar disso, eles próprios também são os carteiros, sempre carregando as cartas através do mundo. Mas, a principal influência é o salvamento.



Os Moogles são responsáveis por registrar a campanha, em seus livros de história. Eles escrevem onde, como e quando os personagens estão e, o jogo salva o progresso.



Sem eles, seria difícil pacas passar de um CD pro outro rs...

Moogles também são de alguma forma relacionados aos invocadores, pois como foi mencionado, eles habitam em Madain Sari, e muitos deles ajudaram Eiko a viver, após a calamidade que tomou sua cidade.

Há também uma sede só de Moogles, onde eles se reúnem para administrar as mensagens espalhadas pelo mundo. Essa central faz parte da grande quest secundária, mas também serve pra mostrar que eles não são restritos a um único continente, seja o de Madain Sari, ou de Alexandria.

Invocações

Cara, esses são os deuses, e na boa, eu tenho uma raiva deles.

Em FF, sempre há os Summons, os Espíritos, Deuses, Seres Místicos trazidos do além... 

Sempre são os todos poderosos, e sempre tem alguém tentando tirar proveito desse poder todo. Aqui não é diferente.



Eles são usados e abusados em prol da guerra, por Brahne, Kuja e Garland, e mano, eles são muito destrutivos.



Pela forma como são usados, da até a entender que são irracionais, mas na verdade, eles são muito inteligentes. Digo isso pois um deles acaba se apresentando pra Dagger e servindo a ela por vontade própria, após ela descobrir sua natureza como invocadora, e esse cara, o Espírito do Raio, é de certa forma bem sábio.



Tem também o Moogle de Eiko que acaba assumindo sua forma real e também é bem inteligente, além de bondoso. Ele mesmo diz que assumiu a forma de Moogle pra ficar ao lado dela, por amor a ela.

Mas ai eu me recordo do que aconteceu em outro Final Fantasy, e o quanto os deuses são manipuladores, e a raiva daquela trama acabou por me afetar aqui também. 

Existe uma invocação, chamada Bahamut. Ele é o Senhor dos Dragões, um Dragão de Lâminas todo poderoso que destrói tudo com fogo. 



Ele é muito forte, mas logo me lembrei do Bahamut de FF15, o Senhor das Lâminas. La ele também chega a assumir uma forma de dragão mas, seu destaque mesmo está nas espadas (talvez pelo foco desse outro jogo serem as espadas).

La, Bahamut também é um grandessíssimo filho da put4... então logo que o vi matando um monte de gente aqui, em sua forma dragão, lembrei do quanto os deuses são cruéis com os mortais.



E sim, mesmo sendo outras dimensões, e mesmo nenhuma trama de FF se conectando ao longo dos títulos (exceto aqueles diretamente ligados, como FFX e FFX-2), os deuses são tecnicamente, OS MESMOS.

Algo explicado em parte aqui no FF9, os deuses meio que evoluem e mudam de forma com o tempo, e com as "vidas". La em Madain Sari, numa quest "secreta", da pra encontrar textos contando, por exemplo, como era a antiga forma de Shiva, o Espírito do Gelo.

Shiva já foi um tipo de duende, pequena, em sua infância. Era tida como um espírito da neve, sendo que ao crescer, ela mudou para uma mulher linda, e fria, trocando para o título de espírito do gelo.



Usando ela como exemplo, os espíritos são ditos como seres em constante mutação, e isso me fez lembrar de Bahamut, e assimilar sua aparência em FF9, com a de FF15, e no fim, cheguei a conclusão que, os deuses sempre são uns pé no saco.

O incontrolável e descomunal poder deles também é citado nos textos, bem como a fúria que eles já trouxeram inclusive para o povo de Madain Sari, em tentativas de invocações passadas.

Leviatã por exemplo, ele era um invocação tão destrutiva que, precisou ser selada. 



Legal que Dagger e Eiko acabam por liberar ela, pra tentar usar contra Brahne, mas Dagger mesma nota o tamanho do poder mortal de Leviatã e decide não fazê-lo. Só que Brahne usa sua invocação... 

                     Amarant                     



E, por fim, temos esse cara ruivo, fortão, grosseiro, e muito recluso. Amarant é um aliado surpresa, que surpreende a todos com sua decisão.

Ele é um dos assassinos de aluguel (ou caçador de recompensas) que Brahne contrata depois que Steiner e Beatrix a deixam. Garnet já até tinha sido levada de volta, e os espíritos sidos extraídos, mas Brahne queria o pingente dela a qualquer custo, e ela fugiu com ajuda dos amigos. Ai, a rainha apelou contratando duas pessoas para rastrear sua filha, e matar se for preciso, mas recuperar o pingente.



Amarant e sua parceira vão em busca de Garnet, e encontram outra pedra sagrada só pra variar, la em Madain Sari. Daí a parceira de Amarant sequestra Eiko, ameaça ela de morte, solicitando a Pedra de Garnet em troca, e quando tudo parecia perdido, o próprio Amarant da uma surra nela.



Amarant alega que agir de forma baixa não era o certo. Ele queria algo justo, uma luta justa, e ai ele despacha sua parceira, desafiando o grupo pra uma luta honesta, em troca das pedras.



Zidane aceita um duelo contra ele, sozinho, e vence. Mas ao invés de mata-lo, como ele próprio solicita, o jovem galã o poupa, e o vilão foge.



Só que ele volta pouco depois pra perguntar os motivos da decisão de Zidane, e ai, só pra tentar entender o que significa tudo isso, ele opta por acompanha-lo em sua jornada, e observa-lo de perto.



O mais interessante é que, em Treno, Amarant conta a verdade pra Freya. 



No passado, ele já tinha conhecido Zidane. Ele era segurança de King (sim, Kuja disfarçado) e pegou Zidane no flagra durante um furto. Ele tentou detê-lo, mas Zidane meio que o enganou e fugiu, deixando ele pra trás, e pra piorar, jogando a culpa do furto justamente nele. Só por causa disso, Amarant virou um tipo de bandido (de segurança à bandido!) pois passou a ser procurado no lugar de Zidane.


Amarant não chegou a pegar raiva de Zidane, mas sim um certo tipo de curiosidade. Ele queria entender o rapaz, e o que o motivava, e por muito tempo o buscou, até que teve aquele desafio em Madain Sari, e mais uma vez ficou encucado com o que Zidane fez.

Ainda sendo frio, ele queria apenas entender Zidane, só isso, e por isso acabou por persegui-lo, literalmente. Ele está no grupo não como um aliado, mas como um observador.

Em uma parte, quando eles estão tentando abrir o portal entre Gaia e Terra, Amarant chega a deixar o grupo, desafiando Zidane. Ele diz que andar em grupo, ser amiguinho, isso tudo só atrapalha, e que é muito melhor agir sozinho.


Assim, ele desafia Zidane a procurar pelo castelo invertido, pelo que abriria o tal portal, e o primeiro que encontrasse venceria. Se Amarant encontrasse, ele deixaria Zidane e seu grupo pra sempre, uma vez que comprovasse que o jeito de Zidane agir era errado, e o pior é que ele vence mesmo.



Só que mesmo depois de sair do grupo, ele não sai do castelo, ele fica la curtindo a vida, e Zidane ao sair descobre que ele não voltou, ficando preocupado e se arriscando, sozinho, para busca-lo.



Amarant mais uma vez se surpreende pela atitude do loirinho, que apenas diz que jamais abandonaria um amigo. Depois disso, mais uma vez, movido só pela curiosidade, Amarant segue Zidane.

Bem, os ataques de Amarant são de descarte. Ele arremessa itens nos inimigos como especial, e tem golpes que variam entre suporte e dano. Da pra perder várias armas com ele se não cuidar... Ele também ataca usando Garras/Soqueiras.



Parceira de Amarant, Lani



Então, essa moça é um chefe, e nunca se torna uma aliada, inclusive ela sempre foge se Dagger ou Amarant estiverem no grupo, e pode ser encontrada em Madain Sari.



Depois que a Árvore Iifa enlouquece, ela acaba sendo salva pelos Moogles de Madain Sari e, fica por la mesmo, ironicamente.



Ela faz parte da quest pra descobrir mais sobre o passado de Dagger e sobre os Espíritos... só isso.

Gilgamesh

Bem, esse personagem não tem muito vínculo com qualquer um, exceto, talvez, Vivi, pois ele lhe ensina a jogar Cartas (se for encontrado no começo do jogo é claro). Alias, Cartas... ou puzzle estranho, mas um passa-tempo pra la de... bem... divertido, mas desnecessário.



Até faz parte do enredo em alguns pontos, como o torneio que Zidane tem que participar pra encontrar Cid em Treno, mas é algo tão "paralelo" que nem da pra se considerar.

O jogo em questão é simples: Você escolhe 5 cartas, com setas, e joga elas num tabuleiro. Seu oponente faz o mesmo, uma carta por vez, um de cada vez. O objetivo é conquistar a carta rival com sua setinha e seus pontos... mas eu mesmo nunca entendi como os pontos funcionam.



Voltando ao Gilgamesh, ele é um cara de 4 braços que, pode ser encontrado em uma cidade extra num continente alheio. Sua função na história é apenas avaliar sua posição como Caçador de Recompensas.

Quanto mais itens você encontrou, mais alto fica no ranking, e no final, ele não faz muito além de dizer seu verdadeiro nome (Gilgamesh).



O curioso disso, é que Gilgamesh é o único personagem em Final Fantasy (franquia) que é o mesmo, exatamente o mesmo.

Ele meio que viaja entre as realidades então, esse personagem é mesmo o mesmo personagem em todos os jogos, mesmo não citando os eventos.

Sua aparência pode até mudar, mas normalmente ele sempre ta em busca de alguma arma, e tem vários braços. Aqui, ele ainda é muito jovem, e ele mesmo alega ser Ranking D em Caça de Tesouros, mas tem o objetivo de se tornar um S como Zidane e seus amigos.



O legal é que, isso pode até dar vida uma certa "cronologia" aos Final Fantasys... mas... é doidera de mais.

Alias, ele tenta desafiar Amarant em Treno... mas foge quando o cara aceita.


Chocobos

Alias, falando de criaturas comuns, tem os Chocobos também. Aqui tem até um planeta de Chocobos! É meio doido mas, em resumo, podemos convocar uns Chocobos pra procurar tesouros por ai, cavando. Quando encontramos alguns baús, o Chocobo acaba indo pra outro planeta (mentalmente) e evolui, mudando de cor, e despertando uma habilidade nova.



Cada Chocobo serve pra andar por um lugar diferente. O Amarelo, permite andar pelos mapas sem que encontros invisíveis ocorram. Além disso, ele pode cavar desde que tenha alguma Chocografia selecionada.



Essas Chocografias são pegas num joguinho de cavar, em algumas florestas específicas... enfim...



O Chocobo Azul pode nadar, mas somente em locais rasos, e precisa de praias pra poder se deslocar do solo pra água.



O Chocobo Vermelho pode subir montanhas. Com ele da pra ir pra tudo quanto é canto nas ilhas, sem restrição de altura.



O Chocobo Azul Escuro pode nadar no mar inteiro, e cavar na água funda também.



Por fim, tem o Chocobo Dourado, que pode voar, desde que tenha alguma floresta pra ele decolar. Alias, os chocobos mantém suas habilidades anteriores então, o Dourado pode nadar e subir em montanhas também.




Com ele da pra chegar em locais inóspitos mesmo sem a Nave, inclusive uma ilha secreta dos Chocobos, onde ele conhece o Rei Chocobo Gordão e é convidado a viver la (mas recusa, porque ele ama seu amigo Moogle).



Ele serve mais como uma side-quest, e um atalho pra uma penca de locais, e sinceramente eu sempre faço questão de conquistar o dourado quando jogo FF9. Fica muito mais fácil se deslocar sem a porcaria dos encontros fantasmas.

O ruim, é que pra ser invocado, é preciso sempre achar pegadas de chocobos primeiro, e usar um item específico.

Alias, também tem uma pimenta que ele pode usar pra cavar com mais violência, ou ir fundo na água, ou voar muito acima das nuvens.

Alguns pontos secretos são achados assim, e itens secretos também (como a Ultima Weapom do Zidane). E tem um chefe secreto, o tio Ozma, que é achado na ilha flutuante.



É uma ilha que da pra cavar itens com o chocobo também, e tipo, o Ozma é basicamente a personificação de Gaia, um planeta vivo.



Ah, existem alguns encontros secretos com animais especiais que afetam Ozma.



Esses animais são pacíficos, e sempre pedem alguma pedra pros heróis, em troca de experiência e pontos de atributos pra suas habilidades. Tem um número específico de bichinhos e eles são meio que encontrados ao acaso, mas tão bem na rota dos personagens mesmo.

Depois de achar todos, Ozma passa a ser mais fácil de derrotar, recebendo danos físicos... mas eu mesmo não consegui durar nem 3 rounds nele. Ele apela com um ataque que mata instantaneamente.

Enfim... que mais...

Tem um outro carinha, que faz perguntas sobre o jogo, e aparece nas florestas aleatoriamente.



Eu não entendi pra que ele serve, mas cheguei na 12° pergunta, sem errar, e nada aconteceu... então, acho que é só um puzzle aleatório mesmo.

Bem, o jogo é isso.

Já que falei dos personagens revelando toda a história, acho que não falta mais nada, exceto dizer o final, e claro, contar quem é o grande vilão final:

Terminando




Bem, Kuja, depois que destrói Terra, vai pra Árvore Iifa e invoca um portal acima dela, que leva pro Cristal da Vida. Os heróis acabam se aproximando na base da força, com apoio de uma enorme frota de Lindblum e Alexandria, algo possibilitado devido a Névoa que voltou a emanar por todo o continente (e o mundo), formando uma verdadeira guerra em pleno ar entre naves e dragões (invocados por Kuja).




Dentro do portal, eles são guiados através de Memória, onde o que resta de Garland explica toda a realidade e origem do universo, até eles chegarem no Cristal.



Bem, quando os heróis chegam ao Cristal, tentam impedir que Kuja o destrua, e assim destrua a origem do universo, mas Kuja meio que explode e assim, consegue seu objetivo, e os resíduos de tudo o que já existiu, acumulados, se personificam.



Uma entidade divina, responsável pela manutenção do universo, aparece e diz que se os mortais não querem existir, eles não existirão ué. Então ele mesmo enfrenta os heróis.



A última batalha, usa 4 guerreiros, e os outros 4 se sacrificam para dar energia vital aos 4 escolhidos.



O jogador forma o grupo que bem entender, e o que importa, é derrotar o vilãozão e impedir o fim, do inicio, dos tempos.



O chefe é um saco, fortão, mas é derrotado depois de apelar pra caramba (ele usa planetas pra atacar mano!)



Ai, ele diz "Falou galera, mas eu ainda vou existir beleza, então, manéra ai, se por acaso eu souber que ta rolando treta de novo, eu volto e a coisa num vai ficar legal pra vocês hein, to de olho, falou mesmo, fuiz" e ai ele some.



Do Cristal, geral volta pra Árvore Iifa, que ta chapada e passando as raízes pelo planeta inteiro. Só que eles acabam caindo num ponto perigoso de mais, e quase se lascam, até que...



Mikoto, que tava numa das naves das frotas, que deram suporte aos heróis quando viajaram rumo a Árvore Iifa, acaba recebendo a localização dos heróis mentalmente (Kuja diz pra ela) e ai, eles são buscados.



Cid, que tava mais próximo deles, os resgata, mas Zidane sente a presença de Kuja, e decide ir salva-lo também, independente do que ele tenha feito.



Todos pedem pra acompanhar o líder, mas ele insiste que é algo que precisa fazer sozinho, e depois de uma despedida bem triste, de cada um deles, inclusive Amarant (que é quem convence todos que não da pra mudar a cabeça de Zidane), Zidane parte.



Alias, Dagger também se despede, e até Steiner (que a essa altura tem respeito pelo jovem), afinal todos sabiam que dali ele não sairia vivo.



Zidane corre pelas raízes que tentam matar ele a todo custo... 



Até encontrar Kuja...



E ai ele agradece por seu irmão ter dito onde eles estavam, e salvado a vida de seus amigos. 




Ele assiste a morte de Kuja, e logo em seguida, as raízes da árvore atacam ele de todos os lados, e Zidane é dado como morto.



O tempo passa, e uma carta póstuma é lida, enquanto os personagens são mostrados um ano depois.



As cidades já se recuperaram, e tudo começa com Vivi andando em Alexandria, pra uma nova peça de teatro.



Mas, não era Vivi, e sim, um dos filhos de Vivi. Vários outros aparecem em seguida com vários ingressos, agora reais.



Freya decidiu retomar seu relacionamento com seu amado, porém sem buscar pelo passado, e sim tentando criar um futuro. Ela meio que o faz se apaixonar por ela novamente e eles ficam juntos.



Beatrix, decide deixar a guarda real, por arrependimento.



Amarant, em suas jornadas solitárias, decide visitar Alexandria para o teatro, por puro acaso mesmo, e encontra sua antiga aliada, quem faz as pazes com ele.



Quina se converte na cozinheira real... na verdade eu acho que ela já era a cozinheira real pois no começo do jogo tem um Qu como ela cozinhando no mesmo lugar então... bem... ela ta la.



Eiko é adotada por Cid e sua esposa bruxa, e ambos também vão pro teatro em Alexandria.



Steiner se declara de vez pra Beatrix e pede pra ela jamais deixa-lo, o que faz ela voltar a ser guarda real.



A Tantalus, se prepara pra uma peça de Teatro, em homenagem a rainha.



E a Rainha Garnet, assiste, triste, pensando no passado, mas ciente que deveria seguir em frente.



A peça longa, contando uma história proibida de amor, conclui-se com um homem encapuzado prestes a se declarar pra sua amada, após vários embates.



E aí, o capuz é retirado e ele se declara pra Garnet, a rainha.



Zidane estava vivo, e faz ela correr para abraça-lo.



Steiner e Beatrix apoiam, depois de fazer tipinho de que iriam impedi-la.



Ela corre, passa pela multidão, até deixa cair seu pingente, que ela deixa pra trás mesmo pois Zidane era mais importante.



E ai ela passa por todos seus amigos, que estavam la no Teatro, coincidentemente.



E abraça Zidane com todas as suas forças.



Brigando com ele por ter sumido por tanto tempo, mas feliz por ele ter voltado (nem tem falas, áudio, mas da pra ouvir mano...).



A carta póstuma, não era de Zidane, mas sim de Vivi, que se despedia da vida, mas agradecia a tudo que viveu ao lado de seus amigos.



Ele teve filhos, sim, mas ele já não estava entre eles... e tipo... eu to chorando só de lembrar...



Vivi morreu mano...



É isso... to chorando... fim.

Brigado ai pela leitura... esse jogo é uma bost4 (revolta pela morte de Vivi)... mano como eu amo esse jogo... mas porr4... pelo menos Vivi ta vivo la em Kingdom Hearts, onde aqueles que morrem em Final Fantasy tem uma segunda chance.

2 comentários:

  1. Excelente Post. História foi muito bem contada. Gostei demais, continue com o bom trabalho.

    Só lhe tirar uma duvida: Há uma parte em que você desconhece a razão pelo qual a Fenix de Eiko revive a todos quando morrem; Uma das habilidades secretas de Eiko é poder reviver a todo o grupo quando eles morrem em combate, mas o "gatilho" para isso depende da quantidade de "Phoenix Pinion" que você tem no inventário. Quanto mais desse item tiver, maior a chance de reviver o grupo quando todos morrerem.

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    1. Hei Tuck, sabe que é sempre uma surpresa vê-lo por essas bandas. Animado por ter lido e gostado desse artigo... significa pacas pra mim velho.

      Mano obrigado, eu fiquei com essa dúvida na cabeça, tentei refazer o esquema e nunca consegui, a própria foto do evento eu nem encontrei, e por alguns momentos achei que tinha sonhado (pois é kkk) ou que tinha bugado tudo... mas agora, estou tranquilo.

      Vlw Tuck!

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