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sábado, 27 de julho de 2019

AnáliseMorte: God of War - A História

Não, você não ta vendo errado, estou sim iniciando um post sobre God of War!


Pra quem não sabe, eu não sou la grande fã de God of War, pelo menos não era, até conhecer God of War. É complicado, mas eu vou explicar...

Tem spoiler... 
mas num tem pornografia... milagre.

Boa Leitura!


God of War (2018) é tecnicamente o 7º jogo linear da série de mesmo nome, lançada com exclusividade para as plataformas da Sony como Playstation 2, 3 e PSP, e agora o 4.



Aquele que eu irei focar a análise é o "4" que seria o de PS4. Ele não tem número, nem subtítulo, mas é tido como o quarto jogo por ser tecnicamente o quarto de console (o 1, 2 e 3 foram lançados originalmente para consoles, sendo os outros 2 para portátil, e o Ascension nem é numerado).

Curiosamente, ele tem um bom motivo pra não ter um subtítulo ou nome em sua sequência nominal, e também nem ter qualquer alteração ou divergência com relação ao nome inicial: Ele é um reboot.

Sim, esse game serve para reiniciar a série, faze-la começar tudo de novo, assumir uma nova identidade, independente dos seus eventos passados... pelo menos ele parte com esse propósito. O curioso é que os próprios desenvolvedores brincam com a ideia de rebotear, sem rebotear.

Eles assumiram o passado impossível de reverter como uma cicatriz e, tornaram ele um fantasma que persegue o "Fantasma de Sparta". Mas a graça ta justamente nesse ponto: O reboot funciona da mesma forma.



A ideia vendida de ser um reinicio com um passado cicatrizado é tão magico e talvez até mais marcante do que se fosse um reboot daqueles que apenas refazem tudo jogando pequenos easter eggs ou dando ralas referências. Uma vez que assumidamente há um passado e esse passado está sendo escondido e propositalmente ignorado pelo protagonista, que finalmente (meu deus, finalmente!) aprendeu com seus erros, fica muito mais crível e aceitável essa ideia, toda a ideia, de um recomeço.



E foi isso que me conquistou. Um assumidamente hater da franquia God of War justamente pela ignorância do protagonista, e da ilógica do enredo, mesmo havendo belezas incontestáveis em jogabilidade, visual e nostalgia, acabei por me curvar ao que o novo GoW fez, e aceitei a nova proposta.

Olha, pegar a ignorância passada do espartano cinzento, como uma experiência de vida, para convertê-lo num barbudão sábio. Foi de apaixonar!



Para quem não sabe, Kratos era um careca que matou todo a Mitologia Grega por frescura. O cara não tinha motivos, e se tinha, deixou de ter, por ignorância a longo prazo. Cheguei a resumir sua história na análise de Darksiders, onde inclusive fiz uma bela comparativa dele com Guerra (e alias, o novo Kratos ta bem mais parecido com Guerra, só pra constar), então caso queira conhecer, só clicar aqui (e ir la embaixo na parte que falo de God of War): História do Kratos Spartano Porradeira Bem Resumida.

Agora, ele é um senhor de idade barbudão, já bem vivido, mas ainda encorpado, musculoso, todo contornado, bem em forma, definido, com aquele tórax, e aquele bíceps... e aquele quadril... e aquele vozeirão másculo que arrepia o pelo da nuca... ui... com um filho pra cuidar e educar, e um baita de um objetivo: Jogar as cinzas da recém falecida esposa na montanha mais alta dos 9 reinos.



Alias, ele agora vive na Mitologia Nórdica. Depois de acabar com todos os deuses da Grega, ele deu um jeito de sobreviver ao suicídio (???) e foi parar no Norte, o extremo Norte, do Norte, onde foi mais ao Norte, e chegou na Mitologia Nórdica (é assim que é explicado... na verdade não é).



La ele conheceu sua esposa, teve seu filho, e ai ela morreu. Nada de sua história com ela é mostrado, nem mesmo em flashbacks,  há poucos comentários. É tudo um grande mistério então algo que fica pairando no ar é a dúvida se o pirralho, que o próprio Kratos nunca chama de "filho", e raramente chama pelo nome, é mesmo cria dele.

Vários outros mistérios ficam, até o último momento, mas o mais legal é que é tudo arranjado minuciosamente dessa forma. Cada pequeno detalhe é escolhido e colocado em seu local certinho pra fazer sentido apenas no momento ideal, e cara, no final, apenas no final, apenas no instante final, o jogo faz sentido.

Eu fiquei pasmo quando os pequenos detalhes foram explicados, como as marcas nas paredes! Eu não esperava que até isso seria explicado. E isso me fez corar. Coisas assim, são tão incríveis que fazem nossos olhos brilharem e sim, na simplicidade mora a beleza da verdadeira arte.

A história desse jogo não é de um cara lutando contra deuses por vingança, ou peitando titans, ou viajando no tempo, ou sendo manipulado... ta... ainda não, ou sim... tudo depende do ponto de vista. Ela é bem mais simples: É um cara cumprindo uma promessa.

Kratos prometeu a sua esposa que cuidaria de seu filho, e que levaria suas cinzas pra montanha mais alta dos reinos. Simples.



Ele cumpre, a todo custo, por amor, um amor tão forte que o faz enfrentar Zumbis, Ogros, Golens, Fantasmas, Gigantes, Dragões, Valkirias, Lobos, Elfos e sim, até mesmo Deuses, tudo para chegar numa montanha específica, num reino impossível, e cumprir sua promessa.

Paralelo a isso há histórias bem mais... profundas. A narrativa dos irmãos forjadores que se separaram, a trama da Mãe que protegeu de mais seu filho, as histórias dos reinos selados, e os terríveis contos dos deuses, e dos gigantes, e a rivalidade familiar, bem familiar, entre ambas as entidades. 

Sim, no fim das contas torna-se algo mais complexo, mas parte apenas de um princípio comum, um homem, cumprindo uma promessa.

E esse foco de Kratos em se objetivo até o fim foi uma das muitas coisas que fizeram sua história crescer ainda mais no meu conceito.

Sem contar que ele ainda faz tudo isso paralelo aos cuidados do filho. Ele precisa lidar com o crescimento e descobertas do filho, e inclusive, contê-lo, mediante sua própria natureza. 

Eu vou explicar tudo quando contar sobre os personagens e sobre a história do jogo mas, bora falar sobre o gameplay agora.

Aliás, o jogo conta com uma dublagem impecável.

Jogabilidade

GoW é um jogo de Ação em Terceira Pessoa, com muita movimentação, mas com limitação a apenas 2 armas básicas (de inicio, e por boa parte do jogo, apenas 1).



Nós controlamos 2 personagens, Kratos, o principal protagonista, e seu filho, Atreus, o co-protagonista, que na verdade se move por conta própria e ataca sozinho, mas tem alguns poucos comandos que podemos dar.



Em termos comparativos, lembra um pouco The Last of Us, só que ao invés de ser um jogo de Tiro, é de Espadinha, quase como se tivesse somado a Dark Souls. Inclusive, tem muitos elementos de Dark Souls também (a dificuldade que o diga).

Kratos pode Esquivar (com Xis) e Defender (com L1). 



Não há Estamina, e sua Defesa é inquebrável, independente de quantos golpes receba, mas ele pode ser pego de surpresa de direções opostas a qual defende, apesar de haverem sinalizadores (vermelhos de perigo iminente e indefensíveis, brancos de inimigos perto e amarelos de projéteis).

Ele pode realizar um ataque Forte e um ataque Fraco usando os botões de cima do controle, os gatilhos R1 e R2 (é bem Dark Souls).



Também é possível mirar sua arma e dispara-la (Com L2). Como ele pode equipar duas armas diferentes, cada uma tem um tipo de disparo (Pra altera-las, utiliza-se os direcionais, o mesmo pras flechas).

O Machado, voa longe, o mais longe que ele puder jogar. Ele volta se Kratos chamar (apertando Triângulo).



As Correntes do Caos (arma clássica dele) dão um "Get Over Here" a médio alcance, que puxa inimigos e alguns itens específicos (um poder na verdade).




Além disso, o ataque delas é meio que em área, sempre giratório e com alcance médio.



Alias, o Machado é elemental de Gelo, enquanto as Correntes são de Fogo. Ambos os elementos causam dano maior em certos tipos de inimigos, e tem até aqueles que são imunes a determinados elementos, por isso é necessário variar, quando se obtém as correntes.



Por boa parte do jogo, Kratos decide usar somente o Machado, pois as Correntes são parte de seu passado, então elas são uma arma apelativa que ele conquista perto do fim. 

Queimar e Congelar pra dar efeitos negativos em inimigos, da mesma forma que receber efeitos assim, faz parte do jogo. Envenenamento também, dentre outros tipos de maldições.

Kratos pode equipar Vestimentas, Cinturões, Braceletes, Pomos (pro machado e pra corrente) e Acessórios. Tudo isso da algum benefício em atributos ou algum especial, como barreiras, regeneração, coisas apelonas e bem difíceis de conseguir (mas procurando tesouros e fazendo side-quests da pra achar).



Atreus também pode atacar, mas no caso dele, ele faz isso sozinho, atirando flechas, pulando nos inimigos, dando arcadas, tudo depende dele. Ele só tem 2 movimentos controláveis: Ele pode disparar Flechas Elementais, limitadas, que se restauram com o tempo, apertando Quadrado.



E pode invocar um Animal de Luz/Raio, segurando o Quadrado por alguns segundos.



Alias, Kratos também pode fazer especiais assim, que se recarregam depois de alguns segundos, especiais estes equipáveis nas armas uma vez encontrados.



Eles são lançados defendendo e apertando ao mesmo tempo o botão de Ataque Forte ou Fraco. Isso causa ataques bem fortes e únicos.

Atreus pode ser equipado com vestimentas também, que dão efeitos especiais como recolher itens de cura pra Kratos, ou aumentar o dano de suas flechas. Seus equipamentos são mais limitados que os de Kratos porém.



Tudo isso pode ser refinado, em Anões Forjadores que aparecem por ai, e são mó gente boa. Além disso, eles oferecem algumas das side-quests.

Referente a movimentação, Kratos e Atreus ganham mais possibilidades e variedades conforme distribuem suas grades de habilidades com a Exp adquirida ao concluir quests, avançar na campanha ou derrotar inimigos. Não são muitos movimentos não, e são apenas variações ou simplesmente mais poder. Eles são liberados conforme as Armas são melhoradas.



Kratos pode Correr também, pressionando o Analógico. Ele não pode pular, mas, ele consegue subir em plataformas ou rochas que tenham marcas brancas, da mesma forma que pode escalar pontos com essas mesmas marcas (e tem explicação isso rs).



Ele pode usar itens de Cura, recolhidos de inimigos mortos, ou pode se curar com magias dos acessórios. Mas não há regeneração automática (a menos que tenha algum equipamento com isso).

Da mesma forma, ele pode coletar itens dos inimigos e equipar, os vários acessórios que podem cair, principalmente dos inimigos mais fortes, ou sair de baús mais raros.

Alias, seu HP e sua Barra de Fúria só podem aumentar se as Maçãs Douradas e os Hidromel (3 de cada por aumento) forem encontrados, estes ficando em baús trancados com runas escondidas nos seus arredores (sempre é preciso procurar elas pelos cantos pra destruir, ou tocar sinos até abrir).



Kratos tem uma barrinha de Fúria que se ativa pressionando ambos os analógicos. Ela consome rápido, e ele ataca com as mãos nuas, mas com muita força e flamejante, além de recuperar HP a cada dano causado, e não receber dano nesse estado.



Ele também pode atacar estando sem armas, e ao fazer isso, ele drena uma barra secundária do HP dos inimigos. Essa barra faz eles atordoarem. Se eles ficarem atordoados, ele pode finalizados pressionado o analógico e fazendo aqueles clássicos ataques sangrentos. Atreus também drena dessa barra com suas flechas.



E... acho que é isso.

Kratos e Atreus chegam a navegar por ai num barquinho, é a principal forma de locomoção. Rolam várias histórias alias, Kratos é o melhor contador de histórias ever. Também há portais pra Fast Travel, mas são habilitados apenas para a forja dos anões, ou em alguns momentos bem específicos, ou no final do jogo pra qualquer lugar. Diz-se ser um jogo de "mundo aberto" porém ele é bem limitado, principalmente pela movimentação de Kratos, e as regiões não são totalmente exploráveis.



Ah, as vezes, da pra achar Orvalho de Yggdrasil por ai, o que aumenta os atributos de Kratos permanentemente. É bom sair buscando, enquanto escuta as histórias dele e de Mimir... alias... bora falar dos personagens.

Personagens

Kratos

Como o barbudão ficou o máximo de lenhador mano.



Kratos retorna sua jornada cortando as árvores específicas que sua esposa marcou antes de morrer. Ela escolheu exatamente quais árvores queria em sua pira de cremação. Sua casa alias, ficava num círculo de proteção mágico, feito provavelmente para proteger Kratos, dos outros deuses, que odiavam forasteiros.



Tudo já volta em climão de luto mesmo, e o cara não esconde seu poder extremo, mas esconde sua natureza divina. Ele carrega uma árvore inteira como se não fosse nada na frente de seu filho, mas seu filho nem desconfia que ele é um deus. E esse é um dos primeiros grandes segredos de Kratos. Ele não conta pro filho que é um deus.



Durante sua jornada com aquele que ele teima em chamar de garoto, ele pondera sobre revelar ou não revelar, pois teme, sabiamente, o que essa informação fará com a cabeça do garoto. Ele busca educar o rapaz para que ele se torne justo, contido, paciente, e principalmente, humilde. Tanto que, ao passo que leva ele pra espalhar as cinzas da mãe, ele também faz a primeira caçada do filho, e ensina aos poucos o caminho de um homem.



Algo que é espantoso de se ver, a essa altura do campeonato, pois Kratos é Espartano! Seria natural dele ensinar tais coisas ainda mais cedo pro rapaz que é seu filho, e não deixa-lo aos cuidados totais da mãe. É estranho vê-lo se aproximar de seu herdeiro, único herdeiro, apenas agora que não lhe resta mais ninguém, e chega a ser suspeito também, suspeita essa que também perdura até o final, aquele final em que a dúvida é sanada.



Mas e o que aconteceria se o garoto descobrisse que é filho de um deus? Logo, consequentemente, também é um deus? Como reagiria? Kratos lida com a dúvida, e trabalha a decisão com uma cautela torturante, mas que quando a resposta chega, nos faz ver o quanto ele tinha razão em se manter em silêncio. A expressão de alivio e ao mesmo tempo tristeza e desespero ao revelar a verdade, ciente do que ocorreria, e já temeroso pelo que se seguiria, previamente decepcionado, deixa a dor de Kratos se estender ao jogador.



E é só uma das dores.

Kratos é um assassino amargurado pela culpa, e tem mais esse segredo que se vê forçado a revelar ao filho. Não apenas um assassino, ele é um parricida. E novamente, o peso só aumenta ao joga-lo no garoto e torcer pra que entenda, o que é um risco tão grande, pois afasta-lo é um risco muito grande.

Por sorte, Kratos encontra as palavras certas, e o jeito certo de dizer tudo. Mesmo que não tivesse jeito certo, ele não se prolonga, ele não enfeita, ele apenas diz, quando sente estar preparado, respira, e despeja a verdade nua e crua. Doa o que doer, e em seguida, aguarda a reação, em silêncio. Sua maturidade é inspiradora.



Mas não se engane, o cara sofre muito essa jornada inteira, de indecisões e tortura psicológica. Seu silêncio, seu demônio interno, as vezes da uma palinha. Ele estoura, em raros momentos, quando mexem com seu filho, em uma fúria incontrolável (e incessável), ou em seus surtos psíquicos quando nos é revelado que "ela" jamais o deixou: Athena.

Pois é... Kratos sempre está com Athena. Ela sempre está la, torturando ele, adormentando ele. Os fantasmas jamais o deixaram, mas ele aprendeu a viver com isso e se converteu nesse homão da porr4.

Atreus

Desde a E3 todo mundo já ta ligado, Atreus é Loki.



Tomei esse spoiler antes de começar o jogo, e dei falta do nome em todos os documentos ao longo da história. Notei na hora o que GoW tava fazendo: Remontando a mitologia.

E ainda assim me surpreendi com o final... que revelação hein!

Atreus é mesmo filho de Kratos, só pra constar. Kratos chama ele de filho, e sim, esse é aquele grande momento final em que tudo faz sentido.



Ele reconhecer a paternidade é um momento especial pois, bem, é o momento no qual Kratos decide confiar em Atreus em sua totalidade. Kratos sempre soube que Atreus era seu filho, jamais teve dúvidas disso, o problema era confiar no fato de Atreus sendo um deus. O garoto ainda não está totalmente pronto, mas, Kratos escolheu guia-lo.

Atreus passou pelas mesmas fases e faces de Kratos, ele teve sua fase mortal, imortal, convencida, descontrolada, e por fim, até rebelde. Kratos pacientemente o ajudou a trilhar por todos esses caminhos até confiar plenamente nele e, se tornar o deus ideal, escolher ser, um bom deus.

Acontece que, Atreus achava que era mortal, inicialmente. Tímido e inseguro, sendo treinado com rispidez e rigidez por seu pai carrancudo, sempre buscando a aprovação daquele que ele mal conhecia.



Aos poucos ele foi descobrindo seus talentos. O poder de tradução universal: A capacidade de traduzir qualquer língua automaticamente com uma rápida leitura, mesmo as desconhecidas, desde que escute ao menos a tradução uma vez (ele consegue aprender uma língua muito velha que apenas 1 pessoa fala, só de ouvir ela falar).



Ai ele descobre sua força, a capacidade de transmutar criaturas a partir de suas flechas, além de ter muita resistência (chamo ele de Tails do Kratos, já que ele nem tem HP) e por fim, finalmente conhece sua natureza divina.



Quando isso ocorre, pra decepção de seu pai, o poder sobe a cabeça imediatamente. Ele se torna orgulhoso, e do orgulho, surge a malícia, e da malícia, a raiva, e da raiva, a vingança.



E ai ele começa a matar, matar por pura vontade, por diversão. Mata por que pode, mata por ser um deus. Nessa hora, Kratos quebra o silêncio e passa a disciplinar seu pirralho, ou tenta.


Mas ai rola a revolta, o ataque, o instante em que Atreus faz o que Kratos fez. Atreus, que em instantes matou um deus (sim, ele mata um deus) por ter xingado sua mãe, decide insulta-la, por ser uma mortal. Fala que o caminho dela, as escolhas dela, eram besteira... e ai ele irrita seu pai.



Posteriormente Atreus chega até a atacar fisicamente seu pai, um momento impensado e de fúria elevada que por pouco não tem consequências ainda mais terríveis, mas, Kratos mantém a calma (eu matava) e consegue salvar o garoto, que depois disso, confia totalmente em seu pai e volta pra luz.



Atreus só confia em Kratos depois de ver com seus próprios olhos todas as fases e faces de tudo que seu pai passou, e entender a razão dele ter escondido tanta coisa dele. Parecia bobagem, esconder o que ele realmente era, mas no fim, era para protegê-lo e ele entende, ele consegue entender e isso é genial, pois Kratos é um baita de um tutor.



Alias, em dado momento Atreus adoece, por causa de seu conflito interno, justamente por sua natureza duvidosa. Ele sente sua divindade, mas se sente mortal, por isso ele explode e não controla seu poder. Essa doença quase o mata.

Ps.: Os Espíritos de Luz que ele invoca estão vivos mesmo. Tem um Esquilo que faz uns comentários sempre bem hilários que eu to rachando o bico enquanto jogo... Apesar de ser o único que fala, isso deixa claro que esses animais são realmente, seres vivos invocados espiritualmente.

Faye

Essa é a esposa de Kratos, e Mãe de Atreus, que no fim das contas, só aparece morta.




Faye é a nova "Athena" da história, manipulando Kratos para seus fins. Seja direta ou indiretamente, cruel ou não, a verdade é essa, e isso é revelado no fim. Faye escolheu Kratos com um propósito e no final, tudo gira em torno dele: Loki.



O pedido de Faye foi: Jogue minhas cinzas da montanha mais alta dos 9 Reinos. Isso, enquanto protegia o filho deles é claro. Kratos tentou honrar levando até a montanha mais alta do Reino de Midgard, porém, a montanha mais alta mesmo fica no reino de Jotunheim, a Terra dos Gigantes. O problema é que esse é um dos reinos bloqueados para viagem, mesmo através da Bifrost (sim, a ponte entre os mundos).

Curiosamente, Odin, o Pai de Todos, o deus mais tirano de todos também, um grandississimo filho da put4, fechou muitos mundos e destruiu suas entradas, forçando Kratos a forjar novas ou reencontrar. O único que ele não foi o responsável pela destruição ou perda foi justamente, Jotunheim. Esse era o reino perdido, que o Deus da Guerra, Tyr, deu um jeitinho de escapulir.



É mó treta, mas em resumo, o Deus da Guerra Nórdico, Tyr, que é o único deus legal existente na mitologia Nórdica (em God of War) ajudou os Gigantes a fugirem de Midgard antes do fim dos tempos (o famigerado Ragnarok) onde seriam, premeditadamente, massacrados pelos deuses. Na fuga, ele selou a entrada, escondendo a mesma inclusive de Odin, e desapareceu junto.



Uma penca de profecias surgiram, Odin ficou obcecado por encontrar o caminho pra Jotunheim, um monte de merd4 ocorreu, e no fim, quem achou o caminho de volta foi Kratos, porque sua esposa pediu, depois de morrer.



E chegando la o que ele descobre? Que Faye era uma Giganta!




Acontece que, Gigantes tem o dom de ver o futuro, e eles pintavam quadros. Eles compartilhavam suas visões com os deuses e inclusive ditaram o fim dos tempos, ate mesmo a queda de ambos, deuses e gigantes, na prevista guerra do longo inverno. Mas, Odin não gostou, e decidiu mudar esse destino (como sempre), e começaram as matanças e carnificinas.



Alias, apesar do nome, e essa é até uma observação que Atreus faz pra Kratos (debochando de Kratos, quase toma um murro por causa disso), os Gigantes, não são necessariamente "gigantes". A raça gigante tem esse nome por ser uma raça que pode sofrer gigantismo, mas eles não são necessariamente gigantes. Apesar de que tem muitos que ficam realmente enormes (a Serpente dos Mundos é um).

Enfim, a mãe de Atreus era uma giganta, que deixou sua terra e conheceu Kratos, teve Atreus, quem ela iria batizar de Loki, mas Kratos batizou de Atreus, em homenagem a um amigo espartano. Antes disso tudo, ela escreveu seu futuro, la em Jotunheim, para que Kratos e Atreus vissem, e nesse futuro, ela acertou quase tudo, tipo, acertou a jornada de Kratos e Atreus, as batalhas que eles teriam até chegar ali, mas errou no nome de seu filho: Loki. E isso diz muito sobre o destino.



Ela marcou o caminho pra eles (as marcas nas paredes e rochas, ela quem fez... a mina era bem aventureira) e no fim, ela deixou claro que tava tudo destinado, mas daquele jeito... Suas cinzas, sendo jogadas no cemitério de gigantes (algo que é percebido pelo jogador mas não pelos personagens... as montanhas eram os gigantes desaparecidos), era um pretexto para levar Kratos e Atreus adiante em sua jornada rumo ao Ragnarok, e ao destino, mas também, mostrar que eles estavam livres pra criar sua própria história.



Cruel, mas talvez Faye tenha manipulado via amor, Kratos, para realizar seu desejo de salvar sua raça... apesar de sua raça já ter perecido. Ela mesma já morreu, mas talvez, o plano seja fazer algo muito além de levar Kratos até o Ragnarok, ou de tornar Loki o grande arauto da vitória giganta.

Curiosamente, ao longo do jogo, Atreus diz várias vezes que ouviu a voz de sua mãe. Pode ser que ela esteja em algum tipo de repouso mágico, e que na verdade os gigantes não estejam mortos, mas apenas petrificados (um tipo de hibernação). E ela retorne, como um gigante real, grande e preparado pra lutar. Ou talvez a história não fique "suja" assim, e não manche o amor tão carinhoso de Kratos e Atreus pela misteriosa Faye que, respeitosamente, foi deixada para repousar, nas montanhas de Jotunheim.

Mas fato é que, nos pergaminhos futuros vistos por Kratos e Atreus em Jotunheim, Kratos enfatiza uma imagem de Atreus, jovem adulto, segurando o corpo dele, aparentemente morto, e depois de um longo espaço bem destruído...



Tem Atreus, jovem adulto, caminhando com lobos (ele diz em uma parte do jogo que gostaria de virar um lobo, se pudesse se transformar em animais, o que deixa claro que ele tem certas tendências), sem Kratos por perto.



Ainda assim, o destino é incerto. Atreus não é Loki afinal, ou será que é? Loki é como sua mãe o chama, e nas previsões, nas lendas, esse era ele, será que faria diferença como ele realmente se chama?

Observação: Laufey, é o verdadeiro nome de Faye, e ela era temida e tida como uma guerreira poderosa (o que explica o fato dela ter passado e marcado todo o caminho pra seu marido e filho). Ela é tão poderosa e famosa, que Thor desejava uma batalha contra ela, e provavelmente os filhos dele e Baldur estavam buscando ela em seu nome, e não apenas a entrada para o Reino dos Gigantes.



Outro detalhe, que é revelado no pós game, é que os Anões sabiam da natureza Gigante de Atreus o tempo todo, e eles confirmam isso num diálogo.

Eles dizem pra ele relaxar, falam um pouco do quanto a mãe dele era incrível, e da razão por terem feito o Machado do Leviatã (justamente pra bater de frente com o Mjonir), e que ela só deixou o caminho de guerreira por causa da família que criou, por causa de Kratos e Atreus.

Então no final, talvez a história não tenha sido tão manipulativa quanto soou.

Brok


Um anão boca suja que aparece no caminho de Kratos por pura sorte e convenientemente, se torna um dos maiores aliados de sua jornada.



Brok é um ferreiro, quem ajudou a forjar o machado que Kratos carrega atualmente. Esse machado pertenceu a Faye, em seu período guerreira, e foi transferido pra Kratos, bem como sua adaga foi para Atreus. Brok reconhece sua arma de longe e depois de receber uma ajuda do aspirante a lenhador, ele oferece seus serviços pra aprimorar a arma, apesar de ser um aprimoramento incompleto.



Acontece que a Marca da Forja tava dividida entre ele e seu irmão. Ambos haviam se separado por rixas familiares e, não se falavam mais a tempos. Ainda assim, ele diz que seus serviços são mais que o suficiente pra deixar a arma de Kratos excelente.



A ajuda que é dada a Brok é bem simples na verdade, o bicho dele fica empacado numa ponte e Atreus conversa com o animal. Ele fala o idioma dos animais, e entende que a criatura tava assustada com algo na floresta, assim Kratos afugenta os monstros jogando seu machado e depois disso, a criatura volta a andar. Posteriormente Brok come a criatura, que na verdade nem era um meio de transporte, só comida mesmo.



Os anões tem uma habilidade surreal de estar em toda parte e em qualquer lugar, quando bem quiserem. Eles podem andar através dos mundos, e isso os ajuda a locomover por qualquer ponto no espaço.



Por um período eu mesmo desconfiei deles. achei que eram fantasmas tamanha a conveniência deles, por estarem em todos os reinos, em tantos pontos diferentes, com tanta facilidade, mas ai eles explicam que de fato podem ir e vir com facilidade, e nem os deuses conseguem segui-los (o que lhes faz inveja inclusive).

E digo "eles" no plural pois o irmão de Brok também aparece.




Alias, é Brok quem ensina Kratos a andar pela Árvore de Yggdrasil, o "Fast Travel" para as Forjas dos Anões, que também costuma dar de cara pra entrada do portal dos Reinos.



Quando Atreus adoece, Brok fica muito preocupado com o garoto e cria uma abertura às pressas entre a forja e a casa da bruxa, alguém que poderia ajudar ele (e ele já tinha conhecido, já falo dela). Ele aos poucos fica bem próximo tanto de Kratos quanto de Atreus, mesmo sendo um cara bem grosseiro.



Ele também é o primeiro a mexer nas Lâminas do Caos, e fica bem ansioso por isso. Kratos confia a arma do seu passado às mãos dele, e ele inclusive leva ela através dos "portais dos anões", pra refinar e colocar um poder especial nela quando é preciso. Kratos de fato confia nele.





Ele atribui um poder de capturar, por alguns segundos, o Vento de Hel, às Correntes do Caos. Isso serve pra passar por algumas portas.


P.s.: Ele é Azul por causa da sujeira, conforme seu irmão explica.

Sindri


Em uma parte, Sindri da as caras, e igualmente, reconhece o machado. Diferente de seu irmão, ele tenta confrontar Kratos, pois reconhece que o machado é de Faye e pensa que Kratos o roubou. É quando descobre que ela faleceu, e oferece seus suportes à jornada das cinzas do pai e filho.



Sindri não gosta de ser tocado, tem nojo de tudo e tem mania por organização e limpeza, o completo oposto de seu irmão. Ele foi enfeitiçado por uma bruxa que o fez enxergar em mínimos detalhes toda a sujeira do mundo, e essa bruxa tem uma mega rivalidade com ele, particularmente ele, sabe-se la por que (Foi a Freya, certeza!).



Ele completa os upgrades que Brok faz, sempre melhorando o machado, completando a marca dos anões, e criticando o que seu irmão deixou ou não deixou de fazer. O mesmo é feito por seu maninho, e eles ficam nessa até o momento que Atreus fica puto da vida, quando fica rebeldinho, e insulta Sindri.



A critica do moleque é tão pesada que acaba fazendo Sindri e Brok voltarem a se falar. O cara procura seu irmão de tão pra baixo que fica depois de toda merd4 que o jovem joga na cara dele, e pior, ele considerava pacas o garoto.



Posteriormente ele perdoa o jovem, mas devido a humildade e ingenuidade de Sindri, Atreus foi muito cruel com ele.

Sindri chega a ser salvo de um dragão, e fica tão grato, mas tão grato, que da flechas especiais de pontas verdes, feitas de visgo, para Atreus, e um poder especial para seu arco. Além disso ele fica extramente grato, sempre lembrando do heroísmo do jovem e seu pai. Posteriormente, as flechas são jogadas no fogo, pela Bruxa, que odiava Sindri.



Ela diz que eram flechas malignas e as descarta, mas troca por outras um pouco melhores, de pontas vermelhas.




Sindri ficaria chateado pacas, mas por sorte, Atreus tinha sofrido um acidente durante a batalha contra o dragão, e rompeu sua aljava, e seu pai, pra arrumar, usou uma das flechas, quebrando a ponta e usando ela como suporte pra sustentar a alça.



Assim ele criou um enfeite especial e permanente para a aljava, que Sindri notou.

Não só isso, a bruxa não percebe esse pequeno detalhe, e pro seu azar, esse detalhe faz toda a diferença.

Freya

Essa é a bruxa, uma feiticeira que entra no caminho de Kratos e Atreus ao acaso, enquanto eles caçam um javali.




Ela os critica por ferir um de seus amigos e pede ajuda para salva-lo, o animal de sua floresta. Ela não os julga, só os pede ajuda, e depois disso, se torna uma aliada, levando eles pra casa dela e ensinando muita coisa.


Ela não parece má pessoa, e os orienta na jornada, inclusive, ela que os da a Bifrost, e ensina a andar através da Yggdrasil.




Ela ensina a andar sobre a luz, e poder de disparar Flechas de Luz para Atreus, usando a mesma energia da luz dos Elfos.



Ensina também a viajar através dos mundos, e usar a Bifrost para viajar para diferentes reinos, além de iluminar, e acabar com certas maldições como o sopro das trevas, que bloqueava o caminho pro topo da montanha mais alta de Midgard (o objetivo original). Ela ensina isso e muito mais.



Porém ela tem uma maldição, por mais que acompanhe eles por um tempo, ao pisar fora de Midgard, no Reino dos Elfos, ela é puxada de volta pro Reino original.



Ela era uma deusa, Freya, ex-esposa de Odin, amaldiçoada a permanecer em Midgard pelo resto da eternidade, sem jamais poder lutar novamente, sem jamais poder viajar. Caso tentasse sair, ela seria puxada de volta, e ela nunca poderia voltar pro seu lar.



Acontece que Freya é uma deusa mas, do tipo Vanir, e Odin é do tipo Aesir. São dois tipos diferentes de deuses que se enfrentavam a tempos e, se relacionaram justamente pela união de Freya e Odin para consolidar a Paz, mas era tudo uma farsa manipulada por Odin para controlar os Vanir. No fim, ele liquidou os Vanir usando Freya.

O que importa é que, Freya, amaldiçoada, decidiu cuidar da natureza e, chegou a Kratos e Atreus. Ela então os auxiliou em sua jornada inocente pelas cinzas... mas ela própria tinha sua história.

Freya era mãe, de outro deus... e quando isso vem a tona as coisas se complicam bastante, mas bastante mesmo.



Alias, antes de ser revelado que ela é uma deusa, Kratos confia nela e ela coloca uma marca anti-deuses para proteger ele e seu filho. Essa marca, a base de urina de javali (Sindri fica doido e pede pra eles lavarem) os ajuda a se esconder por um bom tempo.



Também é ela quem da a Bússola que serve pra direcionar os objetivos no mapa, o que facilita muito o jogo. Além do mais, ela direciona Kratos pra Serpente dos Mundos, um dos encontros cruciais pra história avançar.



Mas depois que é revelado, Kratos coloca ela na lista negra. Ele não confia em nenhum deus, nenhum (aprendeu bem com Athena). Mesmo assim chega um momento que ele implora pela ajuda dela, mesmo ainda não confiando nela, e chega a ser assombrado pelo passado... literalmente.



E o pior de tudo é que no final das contas, ele tava certo.

Baldur


Esse é o chefe principal, o grande vilão, o primeiro inimigo, e o mais interessante, além de ser, o único deus de verdade enfrentado.



Baldur é um deus imortal, e invulnerável. Ele não sente dor, não sente prazer, não sente nada. É muito poderoso, e bate de frente com Kratos, várias vezes. Seu poder divino original entretanto não é esse... isso é uma maldição de amor.



Sua mãe o amaldiçoou a ter vida eterna dessa forma, para que nunca sofresse. Ela o amava tanto que queria poupa-lo, porém ele jamais entendeu, e nunca a perdoou por isso. Depois que ela foi banida e presa, ele se afastou dela e decidiu que a mataria se a encontrasse novamente.



Simples, o cara nutriu um ódio extremo pela própria mãe, Frigga, ou, no caso, Freya, que Odin mudou o nome pra esconder o fato de uma Vanir ser mãe de seu filho.



Em uma parte da história, quando Baldur tenta a todo custo matar Kratos e Atreus, pra conseguir atravessar o único portal existente para Jotunheim, Kratos quebra o mesmo...



E vandaliza a Yggdrasil jogando ele no reino dos Mortos Nordico, Helheim (eu achava que era Niflheim), onde da pra vislumbrar Baldur tendo visões dele recebendo a maldição de sua mãe, e ficando puto com ela.



Posteriormente, Kratos também tem visões com seu pai ta, só pra constar.




Baldur enfrenta Kratos pela primeira vez em sua casa, dando boas vindas ao deus grego nas terras nórdicas, e indo em busca de Faye, provavelmente. Depois disso, dado como morto, ele reaparece e o enfrenta mais e mais vezes, até finalmente, ser ferido.




O visgo. 

Na batalha final contra Baldur, Freya tenta impedir Kratos de machucar ele, segurando ele com suas plantas, até que o segredo dele é revelado, ai ela se desespera.



A ponta de flecha, no peito de Atreus, protege ele de um soco de Baldur, e machuca a mão do inferível. Assim, Baldur se anima, por perder a maldição da imortalidade, e Freya se apavora, em ter a vida de seu filho em risco.



A luta final contra Baldur é bem curiosa pois Freya atrapalha ambos. Ela reanima o Gigante de Gelo morto por Thor, para usa-lo na tentativa de impedir a luta profética de Kratos e Baldur, e curiosamente, ela mesma gera parte da profecia.



A batalha profética contava com um Gigante no meio, justamente o gigante que Thor matou. O fato de Freya usa-lo como fantoche da viva a profecia e isso só deixa tudo ainda mais real, e predestinado.



Enfim, Baldur, por mais que perca, acaba sendo poupado por Kratos e deixado pra confrontar sua mãe, e ele decide mata-la. Freya da sua vida, para que Baldur se sinta bem, e ele não a perdoa de forma alguma, mesmo depois de ouvi-la, e mesmo depois de nem ter mais a maldição.



É ai que, enquanto ele enforca ela, e ela diz o quanto o ama, morrendo...



Kratos quebra seu pescoço.




Kratos diz que o ciclo precisa acabar ali, ele não faz aquilo por ódio, ele mata Baldur por misericórdia. Ele não queria ver um filho matar um pai, não mais uma vez... mas ao fazer isso, a ira de Freya atiça. Ela amaldiçoa Kratos em palavras, jura tudo quanto é coisa ruim, e mesmo Atreus defendendo seu pai, ela chora, e diz que era seu filho, e é ela quem faz Kratos revelar a Atreus que ele matou seu próprio pai, Zeus.



No fim das contas, Atreus sabia disso. Ele viu em Helheim, Kratos tendo visões de si mesmo atacando seu pai.



E ai, Baldur morre, e outra profecia se cumpre. Antes de morrer, ele invoca o Fimbulwinter, o grande inverno que durará 3 verões, e precederá o Ragnarok. Tudo que ele faz pra isso é dizer "Neve".



E Freya leva seu filho, sabe-se la pra que, mas com muito ódio no olhar.



Mimir

Mano, esse é o cara mais daora de todos, e é só um cara, literalmente, ele é só uma cara.




Mimir é a entidade nórdica que detém a resposta de todas as perguntas que existem (exagero, mas sempre exageram na mitologia nórdica). Odin ficou putinho com ele por ter sido tapeado e do nada, decidiu prendê-lo numa árvore na montanha mais alta de Midgard e tortura-lo pelo resto da eternidade.



A árvore é mágica, e impossível de cortar. Então nada, nem mesmo Mjonir, poderia libertar Mimir. 



Daí, quando Kratos chegou no topo da montanha, e se deparou com os filhos de Thor e Baldur, tirando uma com a cara de Mimir, perguntando sobre o forasteiro e a criança, Kratos mal esperou eles irem embora e já questionou o grande conhecedor das respostas.



Mimir disse que aquela não era a montanha mais alta, indicou o caminho real pro reino dos gigantes, um portal, a única forma de chegar até la (que acaba falhando pois Kratos se vê forçado a sabotar na hora H). Pra ajuda-lo, Mimir pede um simples favor, coisa boba: "Corta minha cabeça cara, e eu te guio".



A ideia era decapita-lo, depois leva-lo pra alguma bruxa reanima-lo, e usa-lo como GPS.




Por sorte Kratos conhecia já a bruxa misteriosa (até então, ele não sabia que era Freya) e então, corta a cabeça do cara.



Quando Freya o reanima, ela cospe na cara dele, pois eles não tinham um bom passado, afinal Mimir era servo leal a Odin, quem se tornou seu marido e a amaldiçoou. Inclusive, ele quem arranjou o casamento de ambos (aconselhando Odin a cultivar a paz entre os Aesir e os Vanir, se unindo justamente com Freya, a líder dos Vanir, quem ele acabou manipulando, traindo e prendendo).



No final das contas, Mimir vira uma bela mão na r... digo... uma bela cabeça. Ele ajuda muito contando histórias, explicando coisas, guiando mesmo.



Além disso, ele é o único que fala o idioma da Serpente dos Mundos, a única que conhecia algum caminho pra terra dos gigantes.



Mimir nunca mais recupera seu corpo, mas pelo menos continua vivinho... ou tecnicamente, ainda fala.

Ele chega a recuperar seu segundo olho, e é usado pra abrir o caminho final do jogo, mas falo disso depois.



Jormungand


A Serpente dos Mundos é tipo, enorme! A cada movimento que ela faz, a maré baixa um pouco e o mar inteiro revela novas ilhas. Tipo, tudo aumenta!



Ela é bem gente boa e não é violenta, apesar de odiar todos os Aesir. Ela engole uma Estátua de Thor só de raiva, e isso depois é um saco pois Kratos precisava da estátua.



Dentro da Estátua tava o outro Olho de Mimir, e alias, é, Mimir só tem 1 olho, pois o outro foi arrancado por Odin. Seus olhos são feitos do mesmo material dos cristais de Bifrost, e com eles dava pra viajar através da ponte pros reinos mesmo sem ter cristais (é mó burocracia pra viajar, tem que ter uma Runa, uma Torre, uma Ponte, a Bifrost em si e o Cristal, além da liberação, faltando algo já num da pra viajar.);



Tem alguns reinos que não da pra viajar, como Asgard, mesmo depois de terminar o jogo, o que é bem triste.

Bem, em um momento, Jormungand é atacada por Baldur, quando Kratos, Atreus e Mimir (Mimir fica com eles boa parte da aventura viu) tão dentro dela, tudo pra chamar atenção dela. É ai que a mãe de Baldur aparece e a luta bizarra entre Gigante zumbi, Serpente, deus, barbudão e garoto ocorre.



Enfim, a serpente se machuca mas, ela não morre, pois ela é tida na profecia de Ragnarok como peça chave pro final.

Atreus fala sua língua pra pedir pra ela atacar o Gigante reanimado por Freya bem no finalzinho, mostrando que ele manja muito.



Detalhe: Tanto a mãe de Atreus quanto a Serpente foram deixadas em Midgard como Guardiãs.

Filhos de Thor


Então, esses dois sinceramente eu mesmo nem lembro os nomes (Magni e Modi... mas eu não lembraria se não fossem as fotos). São dois deuses que aparecem pra tomar um coro e apanham bonito de Kratos e Atreus. Kratos acaba matando um deles, e o outro foge de medo.



Atreus ainda não sabia da natureza de seu pai, muito menos da sua, então ele fica bem impressionado com o feito de seu pai.



Eles lutam com esses deuses no azar, pois estavam tentando apenas pegar um cinzel de um gigante de gelo morto por Thor, que serviria pra abrir portais especiais e chegar até a Terra dos Gigantes. Apenas um portal específico, aberto por um cinzel desse gigante, levaria pra la.




Mas no fim esse é o portal que Kratos tem que sabotar, por causa de Baldur. Alias, Kratos só não mata o outro ali, pois Atreus começa a adoecer nessa parte da história. Ele começa a entrar em conflito com seu lado divino.


O que da tempo pro outro fugir.



Mas ele retorna um tempo depois, pegando Kratos desprevenido bem num momento pai e filho, em que Atreus ta ensinando ele a ler runas nórdicas. 




Ele eletrocuta Kratos enquanto provoca Atreus, insultando a mãe dele, que perde o controle de si e entra em fúria, só que ele não suporta isso e desmaia.



Nesse momento Kratos ativa seu próprio modo Fúria e bota o cara pra correr de novo, pegando seu filho em seguida e levando ele às pressas pra Freya. 


É nesse momento que ele suplica pela cura dela, independente dela ser deusa ou não. É depois de ser curado que Atreus descobre que é um deus e muda um pouco sua personalidade.


 Um tempo depois, esse cara aparece mais uma vez, só que agora ele morre, dessa vez pelas mãos de Atreus.




Ele é torturado pelos outros deuses, castigado e culpado pelo que houve com seu irmão, e ai, enquanto lamenta pelo que houve, Atreus debocha dele, e com uma faca, a faca que acabou de ganhar de seu pai (a faca de sua mãe ele perdeu usando pra salvar Kratos um pouco depois de descobrir que era um deus) e, por saber que é um deus, diz que pode tudo, e mata o cara, a sangue frio.



Ele mata e chuta ele pra longe, indo contra a vontade de Kratos, e depois disso começa a agir por conta própria, até que rola o confronto contra Baldur, onde ele toma um pouco de juízo.



Bem, dois deuses morrem nessa mas, não há uma consequência direta, ao menos não aparenta. Talvez por serem só semi-deuses (eles tem cara), ou por não ter dado tempo, a perda deles não pareceu muito significativa. Se bem que, depois que eles morrem, o humor de Atreus parece influenciar o tempo, ou algo influencia o tempo (parece ser Thor até, invocando tempestades).

Também, alguém convoca a Serpente dos Mundos, o que é estranho, já que ninguém mais fala o idioma dela.

Thor

E bem, apesar de terem vários deuses citados, nenhum outro aparece, exceto Thor.

Ele aparece no final do jogo, quando Kratos e Atreus voltam pra casa.

É bem icônico o desfecho de GoW pois, ele não termina com uma batalha.


É bem simples na verdade, Kratos abre o caminho pra Terra dos Gigantes, e os anões aparecem pra desejar boa sorte, se oferecendo pra segurar Mimir enquanto ele e seu filho fazem a viagem, sozinhos. Mimir diz que não queria atrapalhar o momento.



Kratos e Atreus chegam na montanha, espalham as cinzas, descobrem a verdade sobre a mãe ser uma gigante, e fim, eles ficam livres pra ir e vir.



Rolam os créditos de canto, bem sutis, com uma música de encerramento épica, enquanto pai e filho conversam sobre a experiência, sobre as descobertas, o nome Loki, o nome Atreus, e o que farão a seguir.



Eles voltam pra Midgard, encontram Mimir tacado no chão, que diz que os anões tiraram suas medidas (acho que ele vai virar uma arma no futuro rs) e ai, a jornada continua. Mas é só side-quest, pois o jogo em si acabou.



Alias, no jogo passa a nevar pelo mapa todo, pois começa o "Fimbulwinter", que é o grande inverno invocado pela morte de Baldur.



Voltando pra casa, tudo reconstruído (eu fiquei me perguntando quem reconstruiu a casa) Kratos e Atreus entram e descansam. 



Ai, os dizeres "Anos Depois" aparecem, e Kratos, com Atreus, sem mudança aparente no visual, se levantam no meio de uma tempestade e recebem a visita de outro deus, com um sobretudo, e um martelão estiloso, que fica encarando eles.



Ai rolam os créditos.




Depois disso, o jogo volta aos tempos atuais, e Kratos e Atreus acordam. Atreus comenta o sonho que teve, com ele e seu pai enfrentando ninguém mais e ninguém menos que Thor (o que confirma que aquele era sim o deus do trovão), logo após o fim do Fimbulwinter, mas Kratos diz que é só um sonho.



Alias, vale mencionar que, não é a primeira visão que o jovem Gigante Deus tem viu.

Um easter egg que muitos mencionam mas poucos raciocinam é o do Troll embaixo da ponte.


Na E3, na demo de GoW, quando Kratos e Atreus passam por uma determinada ponte um put4 Troll destrói a ponte de baixo e troca uma ideia com eles, iniciando um tipo de luta de chefe.

Só que nessa mesma ponte no jogo original, pra decepção de todos os jogadores, não ocorre isso. Na verdade nem tem qualquer embate na ponte, só bem depois dela.

Atreus porém comenta, e é ai que tem algo curioso, sobre estar esperando um Troll de baixo da ponte. Kratos menciona que ele não ta preparado pra Trolls, mas tipo, é estranho ele mencionar isso... pois é como se ele já soubesse daquilo.

E de fato, ele sabia!


Atreus, como gigante, tem visões de futuros possíveis. Não são futuros exatos, mas prováveis, por isso, aquela demo da E3, é um futuro provável de Atreus!

Legal né? Não é só um easter egg, é uma realidade, que se mistura ao enredo de GoW.

Inimigos

A parte que me entristece.



Eu adoraria contar sobre os inimigos do jogo naquele modo enciclopédia sabe, com fotos de cada um deles e aquela empolgação de explicar origens mitológicas, embasamentos e afins... mas... putz mano... quase não tem inimigos!

Temos o que, 10 inimigos! É isso.

Ta, eu sei, deve ter bem mais, mas na prática a sensação que da é que tem só isso, pois tudo parece tão repetitivo... principalmente no quesito chefes. Eu simplesmente não me lembro de nenhum chefe.

Tem, as Valkirias, mas elas são monstros normais, só bem difíceis.

Interessante que elas guardam o Valhalla, a terra dos guerreiros mortos, e sempre que são mortas, elas agradecem pela ajuda e libertação de seu corpo corrompido, e vão cumprir a função de guardar o mundo dos mortos, mesmo após a vida.



Tem um monte de mortos-vivos no jogo, uns guerreiros de gelo, e são todos Guerreiros que morreram mas não foram ao Valhalla, pois não tem Valkirias pra controlar o local. 

Uma missão paralela é justamente buscar as 8 Valkirias e liberta-las de seus corpos físicos (elas não tem corpos naturalmente), e em seguida, enfrentar a 9º, a rainha das Valkirias, quem as aprisionou em um tipo de tramoia contra Odin.



Eu to me lascando pra derrotar ela, e pelo que sei, essa Valkiria foi namorada de Mimir, e ao que tudo indica, ela selou as suas irmãs em corpos físicos para sabotar Odin em seus planos de vencer a guerra contra os Gigantes e os Vanir, mas acabou que Odin se protegeu em Asgard, então não adiantou muito.


Tem os Golens, mas é a mesma coisa, monstros normais, difíceis.



Eles são pacíficos, é divertido de encontrar e enfrentar, pela defesa implacável deles, mas depois que se descobre o esquema de derrotar, vira um desafio nulo.




Só mirar no peito quando se abrem, pra fazer cair pedaços deles que explodem, ou então ficar atacando no peito mesmo com o machado até eles morrerem.

Tem os Trolls, normais, difíceis.



Legal montar neles e assistir a cabeça sendo esmagada com a própria clava/pilar.


Tem os Ogros, mesmo esquema.



Legal montar neles e usa-los como ataque contra os outros.



E... a vai, já que mencionei isso tudo, bora falar do resto.

Tem as Bruxas (Regressadas)




São realmente bruxas que venderam a alma, ou parte dela, em vida, por poder dos Vanir (os Vanir são deuses que mexem com magia). Só que após morrerem, elas se convertem nessas coisas, que são praticamente imunes a dano físico, a menos que sejam atordoadas com flechadas elementais.

Tem os Lobos



São lobos grandões.

Tem os Zoiudos Voadores



São bichos que voam e tem olhos, e jogam coisas e explodem.

Tem os Lobisomens




Que são exatamente isso, Lobisomens, mas com outro nome, um nome nórdico que eu não me lembro. Eles tem um agarrão chato pra caramba.

Tem os "Gatartos" 



Que são mistura de Gatos com Lagartos. Eles ficam atirando coisas enquanto se escondem no chão.

Tem os Vikings




São os poucos humanos que aparecem, em uma única cena, e são fáceis de matar. Servem só pra mostrar o quanto Kratos ta forte, e também, como os mortos vivos surgem.


Tem os Zumbis

Mortos vivos por toda parte, só isso. Uns são de gelo, outros de fogo, na real, a grande maioria é de gelo, pois vem quase tudo de Hel.


E... se tem mais alguma coisa eu realmente não consigo me lembrar. Sim, tem uns caras com espadonas mais fortinhos, e tem uns caras de escudos, mas pra mim é tudo do tipo morto vivo tunado.



No geral, só tem isso.

E os Dragões...

Pois é cara, tem os Dragões, mas só um é enfrentável, e ele é o único chefe que realmente parece chefe mas, só aparece 1 vez. Depois disso ainda é reciclado em side-quest pra liberar outros com o mesmo designe e fica tão... sei la, repetitivo.



Se fosse algo grandioso, surpreendente, seria legal, mas não é. Não tem cinemáticas além daquelas que envolvem Baldur ou o enredo em si, então fica sim bem limitado.



É desse dragão que Sindri extrai o poder para o arco de Atreus, um poder elétrico, que explode coisas.


Alias, um quinto dragão, usado como montaria por Baldur (o que sugere que os deuses usam dragões como montarias) é morto por Kratos, mas em cinemática. 



Da pra encontrar o corpo dele depois.



Os outros três dragões são meras capturas de um Anão Rei que tentava forjar uma Armadura Divina (que é realmente boa, ela da imunidade sempre que se usa especial) e pra isso, sacrificou seu povo caçando dragões (ele precisava de lágrimas de dragões, choro de inocentes e um sacrifício supremo, que no fim, foi sua própria morte).




Também da pra encontrar tanto o corpo do Rei Anão, quanto a armadura, numa quest especial dos anões.


Um dos dragões alias era um anão também, amaldiçoado por sua ganância e transformado em dragão (as histórias ficam se entrelaçando).


Vale mencionar, momentos como o passeio de Barco voador, onde Kratos usa as Velas de um navio no mundo dos mortos pra voar! Queimando pilhas de corpos com as chamas das correntes do caos pra criar ar quente, como um balão. E ai rolam lutas no meio.



Conhecendo God of War, os outros jogos, eu esperava sim algo com mais, coisas grandes. Porém não me decepcionei com o enredo. Sim, achei meio limitado os monstros, e essa é a única coisa que nem quero mencionar, por não ter gostado.

Alias, os Elfos, vale mencionar os Elfos.

Tem um chefe Elfo Negro, que é reciclado posteriormente, mas é memorável pois é difícil pacas na hora que é enfrentado inicialmente, em Alfheim.

Quando Kratos ta buscando a luz de Bifrost, pra iluminar e abrir caminho pra montanha mais alta de Midgard, que ta revestida por escuridão de Odin, ele vai até a o mundo dos Elfos (usando o restinho de luz da Bifrost de Freya). La ele encontra os elfos da luz em guerra contra os elfos das trevas, e perdendo feio.



Kratos e Atreus não se envolvem diretamente, mas acabam ajudando os elfos da luz, ao liberar a luz e eliminar uma porrada de elfos das trevas.



No final, Kratos entra na luz pra coleta-la, como foi orientado pela bruxa, e la ele fica alguns instantes.



Ele tem visões de Atreus conversando sobre ele com o corpo de sua mãe, e também tem visões do caminho até a terra do gigantes. Ele até vê sua esposa, mas não da pra enxerga-la por causa da luz.



Ai ele é puxado de volta por Atreus, que tinha ficado com seu machado enquanto esperava. Atreus tinha ficado horas esperando, e tinha enfrentado hordas de Elfos, sozinho.



Quando eles vão partir, um último elfo negro surge, e é tipo um general.



Depois de derrotado, o que é bem difícil, ele diz em seu idioma, que é traduzido por Atreus (que aprendeu depois das horas que passou estudando eles enquanto lutava), que eles cometeram um grave erro.



Paralelo a isso, os Elfos da Luz se libertam, e a Luz volta a dominar o reino dos Elfos.



Mas no final mesmo, não teve bem um erro. Os elfos tão em guerra pela luz mas, não tem motivo real. Os deuses dizem que os Elfos negros pertencem ao reino onde hoje habitam os anões (reino esse que foi selado por Odin, pros Vanir não terem ajuda), só que na verdade, os Elfos negros sempre pertenceram ao reino dos Elfos, Alfheim. Esse reino, o reino da Luz, é de ambos os tipos de elfos, e a única diferença deles, ta na cor (e sensibilidade à luz). Eles lutam nessa guerra sem fim, sem motivo... 

Alias, se falei do Reino dos Elfos, porque não falar dos outros que são visitados?

Reino dos Mortos


Helheim, como mencionado é o reino dos mortos. É pra la que todo mundo que morreu, sem ser lutando, vai. Inclusive quem morreu de velho. Meio triste isso.



Kratos precisa ir la pra pegar um material pra curar Atreus da doença psicológica dele, algo que apenas o guardião do portal dos mortos tinha: Seu coração. Freya que pede isso. Nem faz diferença matar o guardião, aparentemente. (Tem um tipo de Pássaro Gigante que não é enfrentado, mas se destaca ao fundo).



Depois disso Kratos usa esse reino pra tentar prender Baldur, mas não adianta muito, ele consegue escapar, e Kratos usa o Barco Voador também.

No Reino dos Mortos, o frio predomina, então apenas é possível andar com o fogo das Lâminas do Caos. Kratos se vê forçado a usa-las pra ajudar seu filho a se recuperar, o qual ficou em fúria durante a luta contra os filhos de Thor.




Só por isso, ele vai até sua casa, e revive as lembranças ruins do passado como escravo de Hares.

Ele precisava das chamas para atravessar o reino dos mortos, por seu filho.


É la também que ele tem vislumbres de Zeus, e onde Mimir, que já estava com ele, descobre que Kratos era grego.


Reino dos Gigantes


Jotunheim é o reino perdido dos gigantes. A entrada original sumiu, a ponte em si simplesmente foi jogada em outra dimensão, por Tyr. A forma de acessar ela foi invertida dentro da própria Yggdrasil, e é mó confuso pra encontra-la.

Kratos tenta acessar da forma mais simples, usando um cinzel. É um simples ferrolho quente que fura uns portais específicos. Pra pegar esse ferrolho que é complicado pois ele precisa acessar o cinzel do gigante morto de gelo, o qual ta caído e congelado, com direito a um martelão logo acima.



É usando esse martelo que Kratos quebra o gelo pra acessar o cinzel e consegue um fragmento pra abrir o portal.  Além disso, ele precisava da Runa especial pra abrir o portal, a qual estava no cofre secreto de Tyr.



Tyr tinha um cofre, onde guardava todos seus tesouros. Ele viajava não só pelo mundo, mas pelo tempo, e pelas mitologias. Rola até indícios de que a mitologia Egípcia tenha sido visitada por ele, e a mitologia Grega com certeza.



Kratos inclusive pega um vaso com um desenho de si mesmo, nos tesouros de Tyr. Isso comprova que o Deus da Guerra Nórdico é bem mais aventureiro que o próprio Kratos... mas continuando...




Mesmo com a Runa, Kratos até consegue abrir o portal, mas tem que quebra-lo...


Pois Baldur aparece, e ele precisa impedi-lo. Ai ele precisa abrir a passagem original mesmo, da ponte de Yggdrasil.



Na real, Kratos faz o caminho mais longo, forja uma chave, usa a Runa que achou de Tyr, depois de encontrar a ponte que Tyr mesmo escondeu, e improvisar um cristal com o olho sumido de Mimir (é mó volta, literalmente, pois Kratos precisa inverter a árvore de Yggdrasil no braço, pra achar a ponte sumida). No final das contas, tudo gira em torno de Tyr.



Tyr tinha uma chave especial para Yggdrasil que permitia viajar sem precisar de uma ponte, e assim, Kratos, Atreus e Mimir pulam para uma raiz secreta (eles se jogam de um abismo, como Kratos adora). Essa chave tava escondida de baixo da Árvore de Yggdrasil, junto com a Ponte, então pra acha-la, Kratos pega a sala da árvore inteira e vira, no braço. É assim que encontram e recuperam a ponte para a Terra dos Gigantes, usando essa chave especial para reativa-la.




O Olho de Mimir tava dentro da Estátua de Thor, que Odin tinha escondido, e a Serpente tinha engolido.




E a Chave, os Anões forjam uma de boa. E ai eles entram na Terra dos Gigantes.



La, entretanto, não há mais gigantes. Todos sumiram, só há as montanhas, que na verdade são os corpos deles amontoados.


Alias, depois de sair, não é possível retornar pra esse reino. Provavelmente Odin conseguiu acessá-lo, já que Kratos restaurou praticamente todos os elementos de entrada.

Reino da Névoa


Niflheim é um reino que eu sempre vi como mundo dos mortos, aqui, é o reino da neblina. Um anão fez desse reino uma forja incrível e auto-suficiente, que despertou a inveja de Odin, o qual a sabotou. Assim, uma névoa tóxica e infinita se espalhou, junto com muitas armadilhas renováveis e automontáveis, num labirinto para proteger os tesouros desse anão.

Esse reino é secreto e depois de liberado (tem que achar as 4 peças pra montar o pilar ai acionar a Runa) ele rende ótimas horas de diversão e desafio, além de oferecer muitos prêmios.



Nele há baús por toda parte, e inimigos. É preciso ir coletando Fragmentos de Névoa, dentre outros itens, pra conseguir mais e mais recursos e equipamentos épicos, tudo enquanto sobrevive a contagem regressiva da névoa. Se morrer, perde-se tudo que se pegou.




Tem até uma Valkiria no labirinto, que muda sempre que se entra.



Fiquei horas nesse lugar, dias na verdade... bem legal.

Reino da Lava


Muspelheim, Esse reino é lava pura, um lugar de um gigante de fogo que é usado para testar guerreiros (diz a profecia que esse Gigante lutou ou lutará contra Thor e Odin no Ragnarok). Existem 5 espadas gigantes, cada espada oferece 2 desafios, inicialmente. Os desafios consistem em lutar contra hordas, ou realizar certas ações em tempos específicos, coisas assim.




No fim, é preciso enfrentar uma Valkiria flamejante poderosíssima.



Tudo pra se obter itens bem fortes.



E bem, esses são os reinos que se pode visitar.

O que tem pra se contar de legal é isso.

Existem side-quests, como as dos fantasmas. Mas eles são enganadores. Tem espíritos por toda parte, alguns pedem ajuda pra ir descansar, outros tentam enganar. Kratos não liga muito pra ninguém, mas Atreus, dependendo do momento, pensa em ajudar.




Com o fim do game, ainda há muito o que fazer. Eu mesmo to só em 55%.


Mas não vejo necessidade de explorar os 100%. Platinar não é algo que eu costumo fazer, eu gosto mais da história só, e eu sei, existem detalhes que posso ter perdido e seria legal busca-los. Vou tentar me divertir enquanto exploro os arredores e vai que descubro algo, mas não creio que encontrarei algo que ninguém mais tenha visto.

Asgard (Mundo dos Aesir), Vanaheim (Mundo dos Vanir) e Svartalfheim (Mundo dos Anões) são os reinos inacessíveis, pois Odin os bloqueou. Alias, Odin pode não aparecer, mas ele ta de olho em tudo, com seus Pássaros (que da pra destruir). É uma das poucas side-quests que sobram com Exp como recompensa (só que de nada serve exp, pois tem poucas habilidades).


 


Pelo jeito serão os mundos que virão no segundo jogo, então por hora, é esperar... e torcer (em vão, mas com uma esperança enorme) que seja um jogo de PS4, porque se for de PS5 (ou seja la qual for o nome do sucessor), lascou meu bolso... porque eu vou querer jogar!

Imagens


Ufa, demorei.


Desculpem pela demora pra postar mas eu tive de olhar uma quantidade absurda de imagens e o pior é que boa parte delas nem tava la grande coisa. O curioso é que eu joguei no próprio PS4, mas, as fotos tirei pelo meu PC... e por alguma razão, ficaram bem zoadas... foi difícil achar boas fotos, das 55 mil fotos (é sério)...




Dessa vez eu exagerei na hora de fotografar. O curioso é que o próprio Ps4 tem suas funções para foto, e na análise de KHDDD, eu as usei, porém, dessa vez quis testar. Fiz algo parecido em Last of Us, só que na época se não me engano preferi jogar 100% no vídeo game no final das contas. Dessa vez fiz a experiência totalmente no computador. Foi legal, mas, as imagens não ficaram como eu queria.

Vale mencionar ao menos a curiosidade da experiência: Joguei PS4 usando um Controle Genérico de PS2 pra PC, Simulado como de Xbox360, no PC, só pra fotografar automaticamente.

Como isso?


Uso Remoto + Programa que Transforma o Controle Genérico em Xbox 360 e em PS4, pra tapear o Uso Remoto. Funcionou... Descobri isso na época que meu controle de PS4 (eu só tinha um antes) deu pau no analógico. Queria muito jogar Last of Us e sem controle, não dava, daí fiz essa doidera. Na mesma época comprei outro controle, mas, a maracutaia ainda funciona então, porque não?


Bem, desculpe se alguma imagem não ficou muito boa, mas busquei as melhores ta. Na próxima análise, vou me esforçar ainda mais.


Por hora, é isso.

Espero que tenha gostado.


Até a próxima.

See yah!

14 comentários:

  1. Esse jogo,junto com homem aranha,RE2 e Horizon tão me tentando a comprar um ps4...ótima analise sr,gostaria de saber o que achou das dublagens.

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    1. Curioso o sr mencionar a dublagem sr Mario porque, acabei de terminar a revisão e notei que nem citei isso, e é algo que eu deveria ter mencionado. Acabei colocando uma pequena ressalva ali no texto (Disse que é impecável) mas já que perguntou, eu adorei! Sério, foi uma das melhores dublagens de game que já vi, muito bem feita e imersiva, o Mimir que o diga, e a voz que deram ao Kratos, pode até não ser tão poderosa quanto a original, mas da pro gasto, e que gasto. Ficou muito boa. Além disso, a mixagem ficou ótima, tiveram momentos em que percebi aquele bug da voz sumindo pela posição dos personagens, algo que eu acho que é uma falha do console (ocorria bem mais com o Last of Us) mas te juro que, adorei.

      Não só isso, a Trilha Sonora também ficou maravilhosa... mas eu não sou muito bom pra comentar sobre, porque sempre esqueço desses detalhes.

      Ainda assim, deu gosto de jogar em português.

      E sr, obrigado pela leitura.

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  2. Foi o segundo "bom de guerra" com dublagem pt br,com o mesmo dublador pro Kratos e mesmo não tendo jogado,acho muito importante a inclusão do nosso país na indústria, mesmo tão timidamente.

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    1. E repito, ficou incrível. Sempre que vejo um jogo dublado me da uma vontade extra de jogar. A número de títulos assim ta crescendo muito, o que é ótimo, por isso to me acostumando tanto, mas não posso esquecer de elogiar esse ponto.

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  3. Interessante esse GoW, o legal dele é ver essa relação de pai e filho de Kratos com o Atreus, esse GoW (apesar de diferente de seus antecessores) parece ser bom! Apesar que ele decepciona nas partes do inimigos e dos chefes (que é um grande defeito desse jogo), mas, ver como o Kratos mudou, deixando de ser aquele cara que só queria vingança contra os Deuses Gregos para um pai que se preocupa e cuida de seu filho, é uma grande evolução que é mostrada nesse GoW. E sobre o final, é bem provável que tenha uma continuação (lançada provavelmente para PS5) onde o Thor é o vilão. Enfim, parabéns pela análise!

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    1. Um jogo bom tanto pra quem já gostava da franquia, quanto pra quem não gostava, pois o crescimento do personagem é inquestionável. Agora, pode ser que o vilão do próximo jogo seja não apenas Thor, mas Freya também. Ela tava com muito sangue nos zói.

      Alias, valeu pela leitura sr Caique. Mesmo.

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    2. De nada! Então, senhor, vai fazer análises dos outros jogos da franquia?

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    3. Não sei dizer sr Caique. Talvez do próximo jogo, mas os anteriores é complicado. Mas sabendo do crescimento do Kratos, bateu uma vontade de estuda-lo com novos olhos.

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  4. jogo que amei! obrigado por mais um belo texto!

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    1. Obrigado digo eu Sr Ivan pela leitura e por ter gostado. Sempre seja bem vindo, lembre-se. E esse game é incrível, fico feliz em ter feito jus a ele.

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  5. Iai Shady!!

    Passando aqui para lhe recomendar uma série. Se trata de Castlevania, e está disponível na netflix. A animação é muito boa e faz uma releitura da história do Castlevania III, vale a pena dar uma olhada e é bem curtinha, 12 episódios só.
    Acho a animação bastante parecida com seu estilo e creio que irá gostar, caso goste faça a análise dela.

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    1. Na verdade eu já assisti, as duas temporadas, e convenhamos, é uma ótima série.

      Confesso que estou passando por uma fase complicada por isso estou meio, fraco em postagens, mas garanto que em breve trarei vários artigos legais, incluindo um sobre Castlevânia, quem sabe seja sobre a série!

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