AnáliseMorte: The Legend of Zelda - Skyward Sword

Sei que não faz muito tempo que falei de Zelda mas, eu acabei me empolgando...



Então vamos pra mais uma rodada de Zelda... e antes que eu me esqueça:

ZEEEEEEEEEEEEEEEEELDAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!! BORA CAPSLOCKAR LEGAL E SPOILAR COMO SE A LUA TIVESSE VINDO NOS ENGOLIR !!!
(esse é outro Zelda, mas deu pra entender).

Partiu leitura, divirta-se.



Antes de tudo, lembre-se que esse é um post sobre uma série, e já tem vários outros antes. Recomendo que leia eles pra entender tudo:







A listinha ta grandinha hein.

Zelda Skyward Sword é um jogo lançado em 2011 para Nintendo Wii, exclusivamente Nintendo Wii. Ele também foi o "presente" de aniversário pra série, de 25 anos de vida, logo ele tinha como objetivo botar os pingos nos is, e tracejar uma lógica nesses 25 anos, e 14 jogos (na época).



Por essa razão, "SS" fez todo o possível para criar uma origem, e um fim, para a história de Zelda... e é exatamente isso que esse game é: O Começo, e o Final.



Pelo menos era assim até o veneradíssimo Breath of The Wild sair, mas o que importa é que, Skyward fez um trabalhinho merecedor de aplausos.



Esse é, o único Zelda (e pra ser sincero, jogo em geral) em que a Fase da Água me deixou perplexo e animado. Cara, que fase... que fase...

Mas eu vou falar de tudo isso aos poucos, explicando com bastante cuidado e atenção, pra que tudo fique o mais esclarecido possível, e registrado é claro.

Dizer a real eu lembrava dos principais eventos que ocorreram em Skyward, mas eu era jovem de mais e tive de re-jogar recentemente pra analisar. Como consequência, uns 80% do jogo eu não recordava, ilustrando minha péssima memória.

Infelizmente, eu sofro com uma memória horrível que tem aversão pela auto-preservação. Tudo o que faço, esqueço rapidamente, e infelizmente isso ocorreu com alguns títulos de jogos, incluindo Zelda.

Pelo lado bom, a experiência foi como na primeira vez. Fiquei empolgado, surpreso, e até emocionado com coisas das quais não me recordava, e hoje, com um olhar mais refinado e aguçado, fui capaz de notar bem mais do que minha falha memória acusava.

Skyward Sword é um jogo de Aventura, com gráficos que mesclam o semi-realismo de Twilight Princess e o extremo-animado de Wind Waker. Essa mistura não é meramente ilustrativa, e faz inclusive parte do "enredo oculto".



Como todo Zelda, ele tira proveito do máximo que a plataforma oferecia, e no caso do Wii, era o Wii Motion.



Um controle em forma de vibr... digo... bastão que vibra e tem sensor de movimentos (num melhorou muito mas ok). Esse dispositivo permite que o jogo capture os movimentos do controle, simulando eles com certa precisão.



Porém, pra se jogar Skyward Sword, é necessário ter um controle versão Plus, com um adaptador especial que permite a captura exata dos movimentos. Esse dispositivo vem acoplado na versão Plus do Wii Motion, mas também é um periférico, podendo ser adquirido a parte e inserido em controles comuns, transformando-os na versão Plus.



Além disso, não é possível jogar SS sem ter um Nunchuk conectado, também. Esse é um botão analógico que vem em conjunto com os bastões, tipo um plug extra que apesar de não vibrar, tem percepção de movimentos também, mais simples e...



Na boa, só agora fui notar o quanto esses controles são bizarros. Apenas em falar, me senti como vendedor de sex-shop. Mano, um bastão que vibra, um plug que conecta com o bastão, um apetrecho que melhora a qualidade e sensibilidade do bastão... só falta ter sei la, um sistema de lubrificação automática.



Mas tirando a parte safadinha que os investidores japas com certeza notaram, mas optaram por ignorar, esses controles são bem efetivos, e a única parte chata, é que eles usam Pilhas.



Eu não sei se existem Baterias Recarregáveis para Wii Mote, mas eu não tenho, e tive de me virar com Pilhas Alcalinas comuns e recarregáveis, umas 30, pra poder completar o jogo. Isso me fez gastar uma grana legal, e lamentar por ter optado pela experiência real.



Acontece que existem emuladores, é claro, e neles da pra simular o controle de Wii, inclusive com o Motion Plus. Mas, para fazer jus ao game, optei por jogar minha versão no próprio Wii, com o controle real mesmo, numa adaptação hibrida de emulador e console (usei o emulador pra capturar imagem, mas joguei com ele sincronizado com o vídeo game... doidera). O legal é que eu usei a Sensorbar do vídeo-game no PC...



Foi uma gambiarra estranha mas funcionou. O controle e o sistema de mira dependem de um sensor externo, e eu deixava meu vídeo-game ligado pra que o sensor funcionasse, e o controle respondia perfeitamente no emulador... estranho né? Mas parece que ele só precisa das luzes infravermelhas pra se mover, não tem nada a ver com receptor de sinal...

Enfim, pra que toda essa frescura de movimentos? Bem, o jogo tira o máximo de proveito disso tudo, como por exemplo, incluindo os movimentos que o herói faz com a espada, como sendo um reflexo dos movimentos do jogador.



Não é só apertar o botão de ataque, agora pra atacar, o jogador precisa de fato atacar. Balançar o controle como a espada, fazendo cortes na direção que quiser (não é algo limitado como em Twilight Princess de Wii). Da pra girar a espada, da pra fincar, da pra fazer o que quiser, imitando o personagem na vida real.



É legal pra caramba, só é chato quando batemos na mesa sem querer, ou nos casos raros em que o jogador esquece de por a cordinha de segurança e lança o controle na televisão... nunca aconteceu comigo, mas há relatos!



Além disso, o controle serve de formas diferentes pra cada uma das Armas Especiais que o herói coleta. Por exemplo, tem um Chicote, ele então passa a usar o controle como um tipo de Chicote, batendo com ele pra cima, ou pra baixo pra agarrar coisas. Tem também o Escaravelho, ai o controle passa a servir como um Volante pro bichinho que voa... mas... depois falo melhor disso... vale reservar uma parte especial só pros equipamentos que o herói conquista.



Os movimentos também são muito bem aproveitados nos momentos de transição entre mundos. O protagonista voa usando uma ave, e esta é guiada pelo controle, através da percepção de balanço e equilíbrio do mesmo. Parece complicado, mas na verdade é só girar pra virar, apontar pra cima pra subir, pra baixo pra descer, balançar o controle pra cima e pra baixo pra bater as asas e pegar mais impulso, coisas assim.

Mas, nem tudo se limita apenas aos movimentos. Há botões de ação, como os direcionais, aqui usados só pro menu mesmo, e o botão B (que fica atrás) pra mirar e travar a mira, e o A pra interagir com NPCs e objetos.

Exemplo, pode-se pegar algumas coisas e arremessa-las. Pra pegar, usa-se o Botão A, e pra arremessar, usa-se o sensor de movimentos, balançando o controle na direção e posição desejada.



Tudo isso, em conjunto com o Nunchuk, o qual serve pra mover o personagem (pelo analógico) e dar vida aos movimentos do Escudo (o qual usa o sensor mais simples pra defender quando o plug é movido pra frente) faz desse o Zelda com mais interação motora e dinâmica já visto na face da Terra.

E é divertido viu. Mesmo com os pequenos transtornos e acidentes (quantos copos eu quebrei, meu deus... encarnei Link no mundo real, e ao invés de quebrar potes, quebrei copos), tudo fica bem mais dinâmico e interativo.




Bem, tirando os movimentos braçais, temos os naturais de todo Zelda, como andar, correr, pular (mas apenas de plataformas automaticamente, ainda não há um botão só pra ação de salto) e também, da pra nadar e escalar, em pontos e situações específicas.

O herói pode pegar objetos também, e arremessa-los, em três alturas diferentes, dependendo da posição do controle. Em vários momentos é preciso jogar os objetos de forma adequada pra superar certos obstáculos.

Alias, agora existe uma barra de Estamina. Ela define o fôlego do personagem e, dita o quanto ele pode aguentar certas coisas. Por exemplo, ao correr, ele pega uma boa velocidade mas assim que a estamina acaba, ele fica lento, fraco e precisa descansar.

Ao escalar ocorre o mesmo, ele pode se pendurar em certos locais mas, apenas enquanto tem energia pra gastar. Se acaba, ele se solta por falta de força.




Ao nadar, a estamina muda um pouco, pra Fôlego submarino, e de verde fica azul, simbolizando o tempo que ele pode permanecer na água. Nesse caso ela é consumida mais lentamente, mas ao se fazer certas manobras uma boa quantidade é gasta, e se zerada, a energia vital dele que é consumida pouco a pouco.

Existem Plantas de Estamina e Bolhas que o herói pode coletar pelo caminho, tudo restaurando sua estamina por inteiro, mas, não é possível aumentar a quantidade máxima dessa estamina, exceto por alguns consumíveis (poções), que apenas desaceleram um pouco o consumo, mas é um efeito temporário.

Tem bem mais coisas pra se falar sobre movimentação, mas bora deixar isso pra outro momento.

Agora, sem mais delongas, gostaria de falar dos personagens:

Link


Ta, eu concordo que "Link" é o melhor nome... Que foi? Eu também posso "mudar de opinião"... e esse nome já foi tão repetido na série que na boa, decidi chamar de Link dessa vez. Mas, aquele esquema de "Ele é como você chama-lo" ainda vale... por isso eu chamei o meu de "link" (como sempre heh).



O herói agora é um jovem que vive nas nuvens, igual todo adolescente. Só que ele literalmente vive nas nuvens, em uma cidade flutuante chamada Altaria.



Ele é especial pois, é um aprendiz de Cavaleiro, e é a única pessoa na cidade que tem um Pássaro Gigante Vermelho. Todos tem um Pássaro Gigante, mas só Link tem um vermelho, que é a cor mais rara da face do céu. Alias, deveria ser "Passareiro"...



Como de costume do herói, ele começa sua aventura dormindo e tendo um pesadelo. Isso é bem a cara de OoT, mas aqui, o herói tem uma visão de si mesmo, enfrentando uma criatura maligna pra salvar a princesa... bem... é exatamente a mesma visão de sempre né.



O herói é amigo de infância da princesa Zelda, filha do chefão da vila. Aqui ao menos a união de ambos é bem maior que o normal, mas Link não flerta com Zelda, ela quem flerta com ele.



Bem, nessa história, Link é o detentor da Triforce Inteira, mas ele faz questão de abdicar dela para o bem de Zelda, assim, passando o grande item divino para as mãos da Princesa, consolidando assim as 3 realidades em uma. Mas isso nem é o foco dessa história, aqui, o foco na verdade é "A Maldição".



Observação: Link ama dormir na casa dos outros... sem pedir.




O jogo conta com transição de tempo, Dia e Noite apenas, e pra passar de um tempo pro outro é preciso dormir, escolhendo quando que iremos acordar. Não anoitece naturalmente (não da pra esperar escurecer).

Daí, pra completar algumas missões, Link precisa puxar um ronco em camas alheias, ou na sua própria.


Só é possível visitar o período noturno na cidade de Altarea. Como apenas Cavaleiros de Elite e Preparados podem voar de noite, o herói fica limitado a ver a noite acima das nuvens. Provavelmente, há criaturas sombrias e espirituais nas terras baixas de noite, mas não da pra acha-las, afinal, não há camas por la.



Outra coisa, ele pode recuperar Energia Vital sentando.


Ah, lembro como se fosse ontem, quando o herói tinha de ralar pra recuperar energia vital. Agora ele tem os Corações Planta, os Corações Grandes, os Fragmentos de Coração, as Camas (sim, elas também recuperam), as Poções, e como se não bastasse, as cadeirinhas.



Ele é tão preguiçoso, que até mesmo ao se sentar, costuma cochilar.

Pássaros Gigantes


Tecnicamente, são apenas aves que servem de transporte aos moradores de Altarea.



É divertido voar com eles, é o método de passear pelas nuvens, mas... isso não tem relação com o enredo, pelo menos não diretamente.



As aves são veneradas em Skyward Sword, tanto que há estátuas delas por toda parte, e pra salvar o jogo é preciso "rezar" nessas estátuas. Além disso, elas conectam o mundo abaixo das nuvens com o acima das nuvens, criando feixes de luz que empurram o herói pros céus.



Tudo indica que elas sejam relacionadas com a deusa, e já apareceram aves importantes em outros jogos, além das estátuas, sempre com uma importância inquestionável, mas nunca relacionado a trama principal.



O mais legal, é que as aves fazem parte do "Escudo de Hyrule", a bandeira e simbolo que aparece em vários jogos, mas novamente, elas não são o destaque. Aqui, ao menos até a Triforce "ressuscitar" nessa realidade, eles são a única marca do escudo real. Logo, aquelas asas que aparecem, são as Aves sendo representadas.

Seres venerados muito antes do surgimento da Master Sword... Por mais que o Skyward seja um jogo onde as aves aparecem muito mais que nos outros, ainda não é um jogo sobre elas. Talvez um dia, seja explicado porque os pássaros são tão importantes pra realidade de Zelda.

Zelda


A princesa Zelda é herdeira de Hyrule, mas Hyrule nem existe mais. Ela é a protetora da Triforce, mas a Triforce também não existe mais. Ela é filha do Rei, mas o Rei nem existe mais. Então... o que raios é Zelda? Ela é a própria Deusa de Hyrule, Hylia, que também não existe mais.



Bem, ficou confuso? Espero que sim porque ai eu ia me achar o máximo! Mas, ignorando meu ego, bora explicar essa doidera:



Altarea, a cidade flutuante, é na verdade um fragmento das terras baixas (o mundo onde Hyrule ficava, quando existia). A deusa Hylia içou ela aos céus, junto com a Triforce, para proteger ambos do grande mau que ela mesma não foi capaz de derrotar.



Então, milênios se passaram, e essas terras se desenvolveram, cidades inteiras e ilhotas surgiram acima das nuvens, existindo em paralelo com o mundo logo abaixo.

E é ai que o reino dessa Zelda se formou.

Enquanto à deusa? Bem, ela se matou, para selar o mau que ela não pôde derrotar.

A deusa se sacrificou, abandonando toda sua divindade e se personificando em uma Zelda, uma única Zelda, em um determinado tempo.



Essa Zelda chegou ao ponto de recuperar as memórias da deusa, e isso ocorre pois ela era a escolhida, ela era a especial, ela era a Primeira, e a Última.

Eu sei, eu deveria fazer as coisas ficarem mais fáceis de entender, mas eu mesmo to me confundindo... Enfim, calma, eu vou explicar tudo, mas continuando:

Zelda é uma moça bem jovem, mas é muito astuta, esperta, e cheia de responsabilidades. Por ser filha do chefe da cidade, ela tem alguns deveres como por exemplo, premiar os concursados do teste para cavaleiros, com paraquedas... se bem que o teste dessa vez foi bem excepcional, já que era na verdade um Campeonato que também serviria de Pontuação pros Cavaleiros, tipo um Enem... enfim...

Ela também guarda o instrumento Real que é passado de geração em geração, um item místico que já apareceu antes nas histórias, a Harpa da Deusa.



Além disso, Zelda é afim de Link. Ela da muita moral pra ele, apesar de fazer-se de desinteressada.

Gaepora


Esse é o pai de Zelda, que não é o Rei de Hyrule, pois Hyrule não existe mais. Aqui ele é apenas o chefe da vila, o que o coloca basicamente numa posição de Rei mesmo, o que faz de Zelda uma princesa. Com isso concluo que Moana é sim uma princesa Disney... (que repentino!).



Se o nome lhe parece familiar, parabéns, sua memória é bem melhor que a minha. Tecnicamente, esse é o mesmo nome da Coruja que aparece la no OoT (olha outra referência ai), e pra ser sincero, ele tem cara de coruja mesmo.

Gaepora é um tiozinho sábio, dentro dos limites de sabedoria de um líder de tribo. Sem querer desmerecer ninguém, mas ele é meio tapado considerando que faz questão de mandar um jovem, recém formado na escola de cavaleiros, que mal sabe voar, ir atrás de sua filha que caiu no oceano de nuvens.



E sim, Gaepora atribui a missão de resgatar sua querida filha a um amador. Isso porque nas lendas de sua tribo, o que cai no oceano de nuvens, já era. Tecnicamente ele mandou Link pra la na esperança de obter vingança.



Ele é muito mais maligno do que parece, essa carinha de tapado e olho esbugalhado não me engana... Ele culpou Link pela suposta morte de Zelda e ai, fez ele da um mergulho.



Brincadeira a parte, ele reconhece a eleição de Link como herói aos olhos da deusa e só por isso, confia nele pra resgatar sua filha (sei...).

Malton


Dizem que a melhor forma de se conhecer um homem, é olhando bem pro quarto dele. Eis o quarto de Malton:



O outro lado agora:



Conclusão: Ele odeia Link, é fortão, e gosta de judiar de pássaros.



Ele não é uma pessoa má, apesar de odiar o herói da história e depenar pobres passarinhos indefesos.


(Voem passarinhos, voem, se afastem desse monstro!).

Acha que to exagerando? Pois é, no inicio da história, ele já começa enjaulando o Pássaro Gigante de Link, por dias, deixando-o passando fome, por pura maldade.



Mas ele não é mal... no fundo ele é um cara delicado, perdidamente apaixonado por Zelda, e com ciumes de Link. Ele mata e depena passarinhos porque... bem... alguém que faz isso só pode ser maligno. Ele é mau sim! (To me contradizendo... eta).



Enfim, é complicado falar desse cara. O que importa é que o QI dele é equivalente ao de uma Ameba, mas no fim ele ajuda o herói e isso meio que o coloca na lista de amigos.

Impa


A melhor amiga que Zelda poderia ter.



Uma Sheikah tão leal à deusa que se prontificou a proteger a sua reencarnação, ao longo das gerações. Impa é a personificação da fidelidade, e ela se manteve "viva", por milênios, só esperando por Zelda.



Tecnicamente, Impa é como o Julius, estando la a todo momento (hoje to que to né!?).



Só queria entender porque a Impa velhinha não apareceu no OoT, afinal, ela estava la...

Alias, provavelmente ela não foi mostrada por ser apenas um tipo de espírito que se revela somente em determinados períodos da linha temporal. Você entenderá isso daqui a pouco, mas te juro que fiquei encabulado pensando onde raios ela havia se enfiado durante os anos e anos de espera.

Impa surge de duas formas, em duas versões, a Jovem, e a Velha.



Na versão Jovem, presente no passado, Impa resguarda a princesa Zelda e a guia, além de defender, durante sua jornada para recuperar as memórias da deusa.



Na versão Velha, presente no futuro, ela quem encontra Zelda e Link, quando ambos chegam nas terras baixas, e os guia para terminarem o que a deusa começou.

Ambas existem paralelamente, e a Impa Jovem chega inclusive a viajar no tempo, pro futuro, pra buscar por Zelda. Era necessário que Zelda viajasse aos tempos remotos do passado, para assim cumprir as designações da sua versão divina.

No final, chorei mais por causa de Impa do que da Fay.

Fay


No nome inglês, ela se chama "Fi", mas achei estranho chamar ela assim pois, na leitura em português, parece uma abreviação de "Filho" e é meio engraçado. Então, "Fay" que também é a pronúncia do nome em inglês, é o ideal para se dirigir a ela, sem contar que é o nome oficial em espanhol.



Enfim, Fi (falei falei e nada) é uma IA presente dentro da Espada Mestra, que concorre pau a pau com a Navi como "Acompanhante Mais Chato de Todos". Ela na verdade nem é insuportável, apenas é desnecessária.



Muito do que ela faz, é repetir o óbvio resumindo frases recém ditas, de outras pessoas na jornada de Link. Por exemplo, durante uma parte uma criatura vem e fala "Ai, acho que essa pedra é meio suspeita hein" ai vem a Fi e fala "Mestre, há 85% de chances dessa criatura estar informando que essa pedra é meio suspeita". Além de ser algo bem idiota, repetir o que acabou de ser dito, fingindo mudar as palavras (eu to falando de mim?), ela ainda mete o loco informando probabilidades.



Queria saber o que os 15% restantes significariam. Imagina se a Fi apontasse apenas a probabilidade errada: "Amo, há 15% de chances dessa criatura estar afim de você". Seria bem divertido... e meio confuso... vale a dica Nintendo.



Ela é uma entidade criada pela própria deusa, para dar vida e forma a Espada Mestra. E é ai que as coisas ficam um tiquinho mais complicadas.



Se você notou, nada dos outros Zeldas existe aqui, é tudo novo, e o passado é basicamente deixado de lado. Mas, isso só vale pro inicio do jogo. No final, tudo do universo Zelda passa a existir, pois nasce desse jogo.

Confuso? Complicado? Eu sei! Até eu to meio bolado.

O jogo conta como a Espada Mestra nasceu, conta como a Maldição da Reunião Ganon-Link-Zelda surgiu, conta como a Triforce foi restaurada, e conta como o mundo de Hyrule se formou. Tudo isso, em um tempo e universo onde nada disso existia, e já existiu, ao mesmo tempo!



Pra ficar mais fácil de entender, é preciso contar a história por partes, e farei isso enquanto descrevo os demais personagens e inimigos.

Observação: Fay é uma patinadora bailarina incrível.


Povo das Nuvens


Começarei pela galera que vive acima dos céus. Todos os habitantes das nuvens, inclusive Link, são na verdade O Povo dos Ventos, aquele mesmo visto em Minish Cap.



Não é exatamente o mesmo povo, mas o conceito deles é.



Esse povo na verdade é uma mistura de vários povos, todos habitantes das nuvens. Como visto la em Minish Cap, o povo do vento tinha sua própria cultura, e métodos de transporte, e de tempos em tempos eles costumavam visitar as Terras Baixas, como turistas.

Em Skyward Sword, a tribo que aparece é uma propositalmente isolada. A deusa os colocou nessa posição, os prendeu numa "bolha" e os fez acreditarem que não existe nada abaixo das nuvens.

Isso tudo foi intencional, para proteger sua reencarnação e a Triforce.

Mas, olha que curioso, a deusa reencarnou numa Zelda, mas não foi em qualquer Zelda ao longo das lendas. Ela surgiu numa Zelda que nasceu no mundo das nuvens. Isso tudo fazia parte de seus planos, os planos divinos para derrotar um mau maior.

Existem além da cidade principal, várias ilhotas ao redor, mas todas elas seguem a mesma cultura da cidade principal. Apesar do isolamento total, esse reino segue perfeitamente bem, com suas próprias tradições e sem a menor curiosidade sobre o que há no restante do mundo.

Povo das Florestas: 
Kikwi (ou Kyus em espanhol)


Logo abaixo das nuvens, existem várias terras diferentes. Uma delas é a Floresta de Farore.


Nela existem várias raças e criaturas diferentes, boa parte monstros, mas existe uma raça inteligente que protege a floresta, chamada Kikwi.



São basicamente grandes sementes que tomaram a forma de animais, nesse caso, Pinguins fundidos com plantas.



Ah, os Kikwi, são hilários. São criaturas bem covardes e ao mesmo tempo, acomodadas com a vida que tem. Qualquer pequena variação em seu habitat, não os incomoda, eles apenas contornam a situação e seguem em frente.



Inicialmente, são vistos escondidos por ai, por causa dos monstros que invadiram a floresta (que grandes protetores hein). Eles não sabem diferenciar as criaturas e acabam confundindo Link e Zelda com eles, se escondendo também. Só que depois de uma breve interação, criam empatia por Link e acabam se soltando um pouco.




Até um bem antigo deles é encontrado, dormindo numa árvore escondido de tudo e todos (nem era conhecido pelos demais). Ele diz pra Link onde encontrar a Chama da Deusa da região da floresta, dizendo onde o Dragão fica.



Tudo até a floresta inteira inundar. Ai eles decidem virar marinheiros mesmo, e seja o que Farore quiser. É engraçado ver que esses seres simplesmente se adaptam a qualquer situação, relaxando e deixando estar.



Seguindo a lógica de evolução meio deturpada de Zelda, os Kikwi podem muito bem ser uma evolução dos Kologs, que por sua vez são a evolução dos Kokiris.

Claro que, é meio estranho enfia-los na cronologia como uma raça descendente, sendo que tecnicamente, este seria o primeiro Zelda da cronologia, mas... é complicado.

90% dessa história ocorre no futuro, mais distante possível, de uma realidade que simplesmente nunca existiu. É um paradoxo temporal ambulante, tanto que o próprio jogo distorce sua história constantemente.

Não é algo fácil de se notar, pois é algo bem sutil, mas, as viagens no tempo que ocorrem em SS, mudam completamente a realidade do próprio SS.

Só que a história termina antes de todas as mudanças surtirem um efeito deveras definitivo. Nós só podemos visualizar o breve alterar da realidade, mas o futuro de verdade é o que vemos em Breath of The Wild. La, os Kikwi regrediram pra forma de Kolog, e aparentemente jamais viraram tal raça.

Provavelmente o futuro distante de SS nunca nem existiu de verdade, isso não na versão final da realidade. Loucura né?

Paradusa 
(Paralella)


Esses são seres encontrados num lago la na Floresta de Farore. Eles são protegidos pelo dragão da floresta, e são basicamente Cavalos Marinhos fundidos com Águas Vivas.



São seres inteligentes, que interagem e ajudam Link, após se assustarem com ele. Como sempre, os seres da região abaixo das nuvens não estão familiarizados com os seres humanos.



Eles tem um jogo de cores curioso. Suas escamas lembram muito as dos Zoras, e tem tanto na cor Vermelha quanto na Azul, sendo a azul bem mais comum. Elas aparentemente designam a posição hierárquica na raça.



Mas, apesar da ligeira semelhança, eles não tem nada a ver com os Zoras.

São criaturas aquáticas, inteligentes por causa da influência do Dragão, mas não vão muito além disso. Lembre-se que em Wind Waker os Zoras evoluíram para Ritos, justamente por causa da influência de um dragão, no caso, o dragão do Fogo. Aqui, não teria como ser uma evolução da raça Zora, justamente por serem bem mais simples e limitados.

Poderiam ser uma pré-evolução, mas ainda assim nem faria sentido considerando que os Zoras são por si só, uma evolução da raça selvagem e anfíbia de mesmo nome. Os Zoras Selvagens não poderiam ser uma evolução dessa raça, só pelo fato de nem serem inteligentes. E olha que nem to considerando a questão do tempo.

Os Paradusas são criaturas bem simples apesar de pensarem e falarem, eles não tem nenhuma habilidade especial, nem tem qualquer tipo de civilização pré estabelecida. Eles não tem uma comunidade muito desenvolvida apesar de terem o esquema hierárquico, e mesmo o líder deles, não se destaca muito.

Povo das Montanhas: 
Mogma 
(Moguma em espanhol)


Na região montanhosa abaixo das nuvens, uma região vulcânica, existem os Mogmas, uma raça de Toupeiras Humanoides Escavadoras que Caçam Recompensas.


Eles são quase aventureiros, que buscam por todo tipo de tesouro, não apenas nas Montanhas, mas em todo o mundo. Porém, eles são mais encontrados ali, entre lava e terra.



Eles também não sabem distinguir entre a raça de Link e os monstros, o que faz eles o evitarem de inicio, mas, com pouco tempo e algumas ajudas, eles acabam gostando do herói, e até o ajudam de volta.



Link recebe uma ferramenta que eles teriam criado, Garras de Escavação, as quais de inicio servem apenas cavar buracos para pegar recompensas simples, mas depois são atualizados pra um modelo bem melhor e refinado, que permite entrar na terra e rastejar por cavernas subterrâneas.



Essas garras, entretanto, não foram inventadas por eles, como eles alegam. O chefe da tribo de Mogma quem faz a alegação, dizendo que ele inventou isso a muito tempo para ajuda-los, só que nenhum Mogma precisa de tais garras.



Na verdade, elas são um dos muitos tesouros que eles encontraram no mundo, e elas já forma vistas antes, em Minish Cap.



Não é mera coincidência, as Garras Escavadoras que o herói tanto usa la na aventura do encolhe e estica, são as mesmas que o Heróis das Nuvens encontra... ou melhor... recupera.



Os Mogmas provavelmente usaram ela pra refinarem suas técnicas de escavação, mas nunca precisaram de tal acessório, razão pela qual abrem mão dele tão facilmente.

Outro item que eles possuem são as Bombas. O clássico Saco de Bombas é conquistado através deles, como um recurso que eles utilizam para facilitar suas explorações.

Alias, provavelmente os Mogmas são uma evolução de uma raça vista em Minish Cap, uma criatura Toupeira, que escavava e trabalhava em grupos para furtar: Acrobandits.

La eles mais pareciam Minions, mas com o passar dos tempos podem muito bem ter se convertido nessas criaturas inteligentes, mas ainda obcecadas pela conquista de itens.

Povo do Deserto: 
Robôs


No deserto de Lanayru, conhecemos uma raça já extinta, os Robôs.


Eles eram mineradores, que coletavam Cronolita aos mando de um Dragão Antigo. Quem os criou não é revelado nem mencionado, e eles já nem existem mais, apenas suas sucatas jogadas ao longo do deserto.



Acontece que, o atualmente chamado Deserto de Lanayru, era um oceano no passado, e os Robôs eram mineradores de uma ilha presente nesse oceano.



O oceano secou, os robôs tiveram a energia esgotada e viraram sucata, e o Dragão Antigo morreu de uma doença. Porém... o Dragão já previa isso.

Acontece que a Cronolita é um minério raríssimo e criado pelos Sheikah, que permite distorcer o curso do tempo. Esse minério foi coletado e refinado para que, no futuro, o herói modificasse o tempo.



Era mais uma das designações da deusa Hylia ao que parece, e o Dragão preparou todo o terreno para a jornada do herói. Com a Cronolita, a coisa mais interessante de todas ocorria: Uma vez acionada, a pedra revertia o tempo numa área ao redor, e mantinha o tempo assim enquanto permanecesse energizada.



É ai que uma das partes mais legais do jogo acontece, Link passa a navegar no meio do deserto árido.



Além disso, os robôs recuperam seu estado antes de terem sido extintos, e passam a interagir com o herói. Eles que ajudam ele em sua aventura marítima no deserto.



No passado, quando o mundo tava submerso, havia uma ilha de robôs em algum lugar.



Esse passado é aquele visto em Wind Waker (provavelmente), mas aqui, ele ta bem mais distante.



Link chega a visita-lo em alguns momentos, mas através da Cronolita. E em cada uma dessas viagens, paradoxos imperceptíveis começam a surgir.



Bem, no passado da água, alguns robôs assumiram o papel de verdadeiros piratas e navegaram por ai. Link também os conhece, e vive um pouco de suas aventuras. A influência dele no passado acaba surtindo efeito mas, não diretamente em seu futuro.



Apesar de todos os robôs já não existirem mais, um deles é consertado com a ajuda de um morador dos céus, um mecânico, e restaurado em plena funcionalidade, no futuro mesmo. Esse robô passa a servir como auxiliar na aventura, carregando coisas entre o mundo da superfície e o mundo do céu.



Ele tem bastante personalidade, inclusive se apaixona por Fay (pois é, vou chamar ela assim agora) e faz tudo pra ajudar, só por causa dela.



O Deserto de Lanayru era previsto pra existir. Ele também é visto em Breath of The Wild, com o exato mesmo destino, e esse destino é imutável. Entretanto, ciente disto, o Dragão que o representa fez questão de nomear sua apólice de segurança, os mineradores, com "DL" (Deserto Lanayru) na frente de seus códigos.

Ele faz questão de tentar nomear Link assim, mas depois falo melhor disso.




Observação: Na Refinaria de Cronolitas, da pra ver algumas pedras sem qualquer efeito temporal sendo preparadas. Tudo indica que a pedra em si não tem poder algum, apenas depois de passar por algum processo específico, e pelo que tudo indica, é um trabalho Sheikah.



Ou, elas apenas são lapidadas na refinaria até a pedrinha interior aparecer e ai sim surtem efeito. Existem algumas pedras trabalhadas e transformadas em artefatos do tempo portáteis. Nesse caso, elas ficam com marcações de "chip", como todo equipamento Sheikah.




Provavelmente, os Portais do Tempo também são feitos desse material... e há uma teoria de que a própria Ocarina do Tempo também seja, só por causa da cor (mas nesse caso, eu não vejo semelhança pois ela não tem as marcas de chip características da pedra).

Gorons


Gorons são a única raça intelectual já conhecida anteriormente, dentre os encontrados nessa aventura, pelo menos das amigáveis. Mas, Link não encontra muitos deles não, e os poucos que encontra, estão em locais bem diferentes e isolados uns dos outros.



Gorons são bem mais inteligentes do que qualquer versão já encontrada. Aqui, eles são viajantes e estudiosos, o primeiro que o herói encontra já deixa isso bem claro. Ele é um explorador e arqueólogo, que estuda o passado e as lendas sobre Os Seres do Céu, e coisas místicas espalhadas pelo seu mundo, tudo sempre relacionado a deusa Hylia e seus feitos.



Cubos Mágicos que sinalizam e despertam Baús no céu, Paredes Mágicas que se revelam somente mediante o tracejar da luz da Lâmina Sagrada...




E Estátuas Sagradas de Pássaros que abrem rotas diretas para os céus, essas são algumas das coisas que os Gorons estudam, e coincidentemente, aprendem mais graças ao herói.



Link os ajuda, apesar de ser involuntário. Ele avança em sua jornada e convenientemente, o que ele faz acaba revelando mistérios antigos.

Tem outros Gorons, como aquele que estuda a lenda dos dragões e ajuda Link a entrar na região do falecido dragão do raio, escavando uma parede depois de um tempo.



Outro Goron aparece é num Estaleiro Antigo, local onde ele montou sua moradia. Ele sabia bastante sobre o passado de la, mas, ele não estava ali no passado. Ele se atualizou com as informações que coletou por ali.




Esse local é bem interessante alias, mas, é bem passageiro. Nele Link usa Vagonetas pra se locomover, e é onde aporta pra tentar encontrar o navio de um dos robôs. Essas vagonetas alias eram usadas pela Mina de Cronolitas.



Essa capacidade dos Gorons em viajar e estudar, é uma herança trazida após o cataclismo aquático que veio em Wind Waker. Foi naquele momento, que eles aprenderam a ser independentes e perderam sua terra natal, a Montanha da Morte.

Em Ocarina of Time, Gorons são uma tribo que mal consegue dialogar (é goro-isso, goro-aquilo), em Wind Waker, Gorons são Mercadores que navegam pelos oceanos, em Twilight Princess, Gorons são uma tribo de guerreiros sumô, inteligentes, porém reservados, em Minish Cap, Gorons são Andarilhos Vendedores de Pedras, e em Breath of The Wild, eles são mineradores e comerciantes ao mesmo tempo, tirando o máximo de proveito de seu habitat.

Em Skyward Sword, são arqueólogos. Em teoria, eles estudaram o mundo antigo após anos de evolução, e de uma raça simples que nem se comunicava, se tornaram a última remanescência do velho mundo.

Mas, isso tudo se perde no fim...

Alias, toda minha teoria sobre a Timeline Zelda se sustenta com a evolução Goron. É bom lembrar isso pois, em muitos pontos, seria bem mais fácil colocar os jogos numa ordem totalmente contrária à que eu normalmente sugiro, mas... no final, tudo fará pleno sentido.

Dragões



Existem 3 dragões sagrados, o da Floresta, o do Fogo, e o Tecnológico (que é tipo o Dragão da Eletricidade).

O Dragão da Floresta é também o Dragão da Água. Ele tem domínio total pela água e faz questão de deixar isso bem claro, inundando a floresta inteira pra se livrar dos monstros.



Isso é inclusive o mesmo que a deusa Hylia fez em Wind Waker, porém ela fez numa escala muito maior (foi o mundo todo inundado).



O Dragão do Fogo, é também o Dragão das Montanhas. Ele também mostra o quão poderoso e influente é, tornando a região do vulcão um verdadeiro inferno, com os céus cobertos por cinzas, e o solo aquecido ao extremo.

Ele tenta destruir os monstros que invadiram sua região dessa forma, porém eles se adaptam e convertem ela num tipo de Prisão.



O Dragão Tecnológico, que é o dos Ventos e da Eletricidade, foi quem criou e orientou os Robôs, tecnicamente. Seu poder de influência foi ainda maior que os outros dois, pois ele sozinho, ditou o rumo da realidade.



Como mencionado, esse dragão já tinha ciência de como o mundo se tornaria, e usou sua influência tecnológica para energizar e guiar os robôs, para que estes juntassem o máximo de Cronolita possível. Curiosamente, ele morre por causa de uma doença que o atinge, e apenas seus ossos são encontrados por Link.

Mas, com o poder da Cronolita, ele é ressuscitado, literalmente, e no passado.



Link o ajuda a ser curado, plantando uma semente de uma árvore que demoraria milênios para crescer. Ele planta no passado, e a árvore já está grande no futuro, mas isso já afeta o curso da realidade drasticamente.

Com o fruto dessa árvore, o dragão é regenerado e no futuro, seus ossos desaparecem, pois ele ainda estava vivo. Isso mostra que o poder da Cronolita não é apenas mostrar como o passado era, mas ligar Link a ele, diretamente, e o que é feito la, influencia o futuro.

Os Dragões são entidades criadas pela própria deusa, e tecnicamente, são um tipo de personificação do poder da Triforce. São equivalentes as Grandes Fadas, mas na forma de Dragões.

Eles também estão presentes em Breath of The Wild, mas em uma nova forma, um designe mais dragão, e menos humano.

O legal é que todos os 3 tem, além de formas bem parecidas, um tema musical oriental, lembrando muito a cultura asiática. Os dragões que eles se tornam quando ocorre a união das realidades é a de Dragões Chineses, e a música que toca quando eles surgem é na mesma pegada.

Narisha


Uma Baleia Voadora que é também uma das criações da deusa. Narisha (Levias no inglês) é um ser poderoso que ficou responsável por resguardar o mundo acima das nuvens.



Porém, ele é infectado por um parasita demoníaco e se torna uma ameaça. Ele mesmo se isola, antes de enlouquecer, mas Link precisa enfrenta-lo uma hora, para adquirir uma música.



Narisha é atraído por uma Sopa de Abóbora, um tipo de tributo anual que era feito pra ele por um habitante das nuvens, e posteriormente é livre de sua maldição.



Ele é uma criatura divina, e sábia, e sem ele, a história do herói jamais chegaria ao fim.



Narisha porém morre depois, não em Skyward Sword, mas em Breath of The Wild, bem como todas as demais baleias sagradas que já apareceram nas realidades.

É um easter egg muito interessante, mas da pra achar tanto os ossos de Narisha quanto de outras duas baleias gigantes em Breath of The Wild, numa side-quest.

Pedras Sheikah



As pedras Sheikah são um artefato criado pelos próprios dessa tribo, que tem a capacidade de vislumbrar e compartilhar o futuro. Elas são basicamente robôs, e o núcleo delas deve ter como base de energia a Cronolita.




Juntando informações como o fato delas voarem como foguetes uma vez estouradas, e terem o simbolo Sheikah estampado (o olho), tudo sugere uma natureza mecânica. Lembrando que os Sheikah eram muito avançados em tecnologia, e muitas vezes isso se confundiu com magia.




Agora, a parte da Cronolita é justamente a capacidade de visualizar o futuro e o espaço, bem como partilhar isso. Para ativar esse mecanismo, elas precisam ser golpeadas, como se a pedra estivesse sendo ativada no centro delas. A parte esterna é gelatinosa, o que sugere que a massa corporal seja um mero revestimento pro núcleo.




Ao invés da pedra temporal distorcer o espaço e tempo ao redor, ela tem seu efeito absorvido e convertido em informação, tudo graças a tecnologia Sheikah.




Outra coisa, como as pedras tem por natureza o simbolo Sheikah, é provável que até mesmo as Cronolitas sejam criação deles, e o que é minerado pelos robôs seja apenas um resquício do que eles já utilizaram, justamente nas Pedras Sheikah.




Existem várias delas por todo o mapa, que surgem com o cantar de uma melodia, mas, existe uma especial, na Ilha Flutuante de Link, que conta o futuro pra ele. Ela mostra pra onde ir e o que fazer, prevendo suas rotas e dando dicas de como completar missões e sub-missões. Lembra bastante as visões de Prince of Persia Sands of Time.


Vidência entretanto não é uma exclusividade dessas pedras. Há uma moça que pode prever o futuro e igualmente dar dicas, e faz inclusive parte da trama, indiretamente (ela da uma dica bem importante). Considerando essa personagem, pode-se deduzir que a habilidade de manipular o tempo também surge naturalmente em algumas pessoas.

As Regiões

Antes de falar dos inimigos, é bom adiantar o formato da aventura.




Ela se passa basicamente em 4 regiões (Altarea, Floresta, Vulcão e Deserto), que são visitadas em uma ordem pré-definida, mas, em 3 situações diferentes: Descobrimento, Exploração e Revisita.

Descobrimento

Altarea: Voando pelos Céus




A cidade dos céus. No inicio, é possível voar por toda ela, exceto uma redoma de vento, encontrando as ilhotas e npcs com side-quests. Nessa parte da história, o herói precisa abrir o caminho pras demais regiões.

Floresta: Conhecendo a Floresta




O primeiro local liberado, o herói conhece o Templo da Prisão, os Kikwis, encontra um templo na borda da floresta, e pega o que é necessário pra liberar a próxima região, a partir de Altarea.

Vulcão: Visitando a Montanha




O segundo local liberado, onde o herói conhece os Mogmas, encontra mais um templo, dessa vez na beira do vulcão, e volta pra Altarea com o item necessário pra abrir a próxima região.

Deserto: Abrindo a Refinaria




O terceiro local, o herói conhece os Robôs, conhece a Refinaria, que vale como uma dungeon, porém é apenas o caminho até o verdadeiro templo do Tempo, Só em abrir essa refinaria, ele já causa paradoxos temporais, mas o problema mesmo surge no Templo do Tempo do Deserto. Então, ele pega um item pra seguir pra próxima etapa da aventura.

Exploração

Altarea: Entrando na Redoma




De volta pra cidade dos céus, o herói consegue acessar a Redoma usando o que obteve em sua aventura. La, ele recebe a tarefa de buscar pontos Sagrados nas regiões, e buscar pelas Chamas Sagradas.

Floresta: Mergulhando no Lago




Na floresta, ele encontra um Ponto Sagrado, onde passa por um teste espiritual e conquista um item pra avançar além do que já conhece. Assim, ele visita o lago da floresta e conhece o Dragão e os Paradusas, e após ajuda-los, ele acessa um novo templo, e conquista a primeira Chama.

Vulcão: Resfriando a Lava




No vulcão, ele encontra outro Ponto Sagrado, vence mais um teste e pega mais um equipamento, pra poder avançar ainda mais na região. Ele então sobe a montanha, escoltando um robô com uma jarra de água pra abrir um novo templo, onde conquista mais uma Chama.

Deserto: Navegando pelo Deserto




No deserto, ele acha mais um Ponto Sagrado, e supera outro teste, pegando assim mais um equipamento sagrado. Com ele, consegue chegar no Mar do Deserto, onde conhece os Robôs Navegadores, passa por algumas ilhas, e acha mais uma dungeon, porém, é apenas um navio, onde conquista a última Chama, e cria mais paradoxos.

Revisita

Altarea: Voando pela Redoma




Com as 3 chamas, o herói retorna pra Altarea onde, na Redoma de Vento, invoca e liberta o Narisha e recebe outra tarefa: Buscar Músicas com os Dragões.

Floresta: Mergulhando pela Floresta



A floresta inteira é inundada pelo dragão, e o herói precisa ajuda-lo pra pegar a primeira música.

Vulcão: Resfriando a Montanha




O vulcão inteiro foi transformado numa base dos demônios, e o herói precisa escapar dela, recuperar suas coisas, e achar o dragão com mais uma música.

Deserto: Abrindo o Deserto



O deserto virou um deserto provavelmente por causa da morte do dragão, que o herói precisa ressuscitar no passado, criando mais uma penca de paradoxos. Ele então consegue a música final e volta pra Altarea.

Depois de tudo isso, a história encerra e as consequências de todas as interferências paradoxais vem a tona... mas falo disso depois.

Inimigos


Tem criatura a rodo nesse jogo, e como sempre, acho interessante descreve-las. Algumas são bem importantes, outras nem tanto, por enquanto, então é bom falar de todas. Mas, como de costume, irei agrupar em categorias que pra mim, resumem os tipos de criaturas em um mesmo conjunto.

Criaturas Terrestres



Chuchus




Existem vários desses seres molengas, que se dividem em menores quando atacados e podem se reunir, voltando a forma grandona.




Eles são criaturas até que bem comuns no universo Zelda, mas sempre tem alguma característica física ligeiramente diferente, e as vezes, tem outros nomes.




Cada uma tem um elemento diferente, mas a única versão que causa algum problema pelo contato de ataques é a elétrica, a qual é bem chatinha de fatiar, pois eletrifica o corpo constantemente, sem contar que eles podem agarrar Link então, acaba sendo um problema enorme quando dão choque.



Escorpiões




Essas criaturas levam séculos pra se desenvolverem e Link encontra vários pelas areias do deserto, escondidos ou pendurados.




São fracos, e frágeis, pois são apenas filhotes mas, Link enfrenta uma versão crescida como chefe e mini-chefe, mas depois falo melhor.



Eles atrapalham pulando e grudando em Link, só isso.



Bolinhas de Espinho



Esse inimigo é apenas uma planta que cola no herói por alguns segundos e explode, se ele não se chacoalhar.

Aranhas


Existem dois tipos de aranhas gigantes, uma grandona, que fica no teto esperando alguém passar perto e desce pro abate...



Ou então que fica na teia, formando um muro, esperando a vítima ficar enrolada pra ir devora-la.




Esse tipo só pode ser derrotado se atacado nas costas/barriga, então é preciso fazê-la virar (se tiver pendurada, girando ela batendo na horizontal, se tiver no chão, batendo na vertical pra ela cair de costas), e atacar seu ponto fraco.



O outro tipo é uma pequena que fica andando em paredes e ataca quando vê algo subindo por elas.




Como Link é aspirante a escalador, ele vira e mexe se depara com essas aranhas mas, elas são fracas e caem fácil, além disso, elas não derrubam, apenas tiram um pouco de sua estamina.



Plantas Carnívoras




Existem dois tipos dessas plantas, o primeiro é o mais simples, ela pode ser derrotada com cortes diretamente na boca, na direção em que tiver aberta (se tiver na vertical, é preciso cortar na vertical, etc).




Da pra derrotar também cortando o caule, mas é mais complicado pois elas costumam se defender com mordidas rápidas dentro do alcance.



Além disso, da pra derrotar jogando Bombas, elas costumam encher a boca sem pensar duas vezes e explodem.


Existem alguns tipos que ficam pendurados no teto, nesse caso são ainda mais fáceis de destruir, cortando  o caule com algum objeto voador.




Tem uma Planta um pouco mais forte, amarela, que tem mais vitalidade e inverte a posição de sua boca ao ser atacada. Ela é bem mais rápida também, e se o ataque não for ligeiro, elas contra-atacam.



Octoroks



Tem tecnicamente 3 tipos, um de grama, um de pedra e um outro que falo depois.




Esses seres são um vestígio do velho mundo, e sempre aparecem nos jogos. São criaturas que se escondem na terra e atacam atirando pedras. Geralmente, se disfarçam com arbustos ou rochas acima de suas cabeças, pra tentar surpreender, mas só atacam de longe.



Eles são facilmente derrotados com contra-ataque de seus próprios projéteis, através do escudo.

Bichinhos que Escondem



Essa criatura sempre foge e busca algum abrigo pra se proteger e soprar fogo.



Tem duas versões, a que entra em buracos para isso, e a que encontra cascos.



Ambas são derrotadas através de bombas.




As dos buracos com as bombas sendo roladas em sua direção, e as dos cascos com as bombas sendo jogadas dentro dos cascos, por cima.



Caramujo da Areia



Esse bicho é bem agressivo, e costuma rolar enquanto se eletrifica, indo na direção do alvo.



Eles são encontrados no deserto, apenas, e são criaturas bem antigas.




Podem ser derrotados quando se atordoam após sair girando e bater em algo, ou com bombas mesmo, e o casco deles serve de plataforma temporária, até sumir. Geralmente o herói usa eles pra atravessar a areia movediça, por onde ele não pode correr muito sem fraquejar e afundar.



Ovo de Caramujo da Areia




Por ser na região do deserto, os caramujos podem ter sua forma antiga vislumbrada pelo herói através das Cronolitas. Acontece que antes de se tornarem o que são, eles eram apenas ovinhos eletrificados.



São usados como fonte de energia pra alguns dispositivos tecnológicos do passado do deserto.



Seres Voadores


Keese



Os clássicos morceguinhos também surgem por aqui, em vários formatos, alguns com fogo...



Outros com raio, mas no geral, é tudo igual.




Tem um que carrega maldição, o que acaba tirando a capacidade de luta do herói temporariamente, mas apenas se atingi-lo.



Pássaro Gigante Selvagem




Difícil não relaciona-lo aos Pássaros Gigantes das terras superiores. Creio inclusive que são da mesma espécie, porém ficaram selvagens e passaram a atacar na superfície.




Eles vivem no deserto, e quando notam a presença do herói, pegam uma pedra e sobrevoam ele, arremessando pra feri-lo.



Podem ser derrotadas com explosivos ou itens arremessáveis.

Ave Fênix!!!




Um pássaro gigante e flamejante, ele tem uma ótima defesa e normalmente fica de longe, esperando o momento certo pra atacar com fogo.



Só pode ser derrotado com a calda sendo agarrada, e sendo puxado pra tomar uma boa quantidade de espadadas.



Corvos



Eles aparecem na floresta, e ficam sobrevoando Link até atacar pelas costas, vindo de longe.



Criaturas Acima das Nuvens



Então, esses são seres que só aparecem acima das nuvens.

Octosky




Esse é um inimigo que provavelmente foi pro céu tomando carona com as rochas e acabou se adaptando ao novo ambiente. Eles são Octoroks, que ficam em rochedos flutuantes e jogam nozes quando aparece alguém perto.




Diferente dos outros de sua raça, eles não conseguem se esconder, e podem ser derrotados apenas pelas investidas do pássaro.



Alias, eles são muito maiores que os Octorocs.



Corvo das Moedas

Esse pássaro aparece as vezes, voando durante os passeios de Link nos céus, e carrega moedas.



É fácil de abater, usando os ataques do pássaro gigante (investida giratória).



Bicho Voador Esguio




Essa criatura aparece apenas dentro de uma região isolada nos céus, uma redoma de ar enorme que o herói entra em dado momento.



Eles são agressivos e o perseguem mas, são bem fáceis de destruir com a investida do pássaro.



Gatinho do Diabo


Esse bichinho é mó fofinho de Dia, mas de noite ele fica possuído e ataca qualquer um que se move pela cidade flutuante.




Apesar dele ser um inimigo de noite, ele é imortal. Acredite, eu tentei, ele não morre nem se for jogado no abismo de nuvens. Na verdade, ele volta voando mesmo, pois parece que tem essa capacidade por causa das orelhas, ao estilo dumbo.




Se atacado muitas vezes, ele deixa de ser agressivo por um tempo e se encolhe... mas logo ele volta a ter o tinhoso na pele.




Pior que, eles realmente estão possuídos, pois há um tipo de maldição nas ilhas flutuantes, o que faz os monstros aparecerem de noite e toma conta desses animais. Essa maldição pode ser vencida se o jogador ajudar várias pessoas, coletar todos os itens de Gratidão, um cristal simbólico, e doar ele pra um demônio gente boa que quer virar amigo de todos, mas se esconde.



Alias, falando nisso...

Itens Coletáveis

Cara, se tem algo chato em Skyward Sword, são os itens coletáveis.


Pra tudo que se pega, há uma apresentação, é mostrado o item, a animação do herói pegando e levantando, como sempre, depois tem a descrição, ai é mostrado ele indo pro inventário, e colocado em seu respectivo local. Tudo isso demora uns 10 segundos (sem exagero, e isso sendo rápido).



O problema, é que isso acontece SEMPRE que se entra no jogo.




Mesmo se já tiver pego o item antes, ele será apresentado, animado e descrito, na primeira vez que pega-lo novamente após voltar ao jogo.

Isso é bem chato, pois irrita muito, simples assim. Muitos itens são pegos quase que o tempo todo e ter de ver a descrição e o caminho dele é bem chatinho.

Agora, o mais chato é que os Cristais de Gratidão sempre mostram tudo isso, independente se for a primeira vez pegando ou não, ou se saiu do jogo ou não. A única forma de burlar isso é usando um item voador específico, que coleta elas sem fazer cerimônia.




Só que isso só funciona pra esse item, qualquer outro item pego dessa forma gera a animação depois que ele chega no herói, mas depois explico melhor. Voltando aos monstros:

Criaturas Humanoides


Bokoblins




Esses seres são seguidores bem comuns do mal, e tão basicamente demônios com aspecto suíno. Já apareceram várias vezes em outros Zeldas, e aqui, eles tem em vários modelos.




Eles se organizam em infantarias, e alguns lideram enquanto outros apenas atacam loucamente. Todos eles tem estratégias de batalha, e são difíceis de derrotar, principalmente pelo fato de defenderem os ataques do herói, rapidamente, colocando suas armas na direção que ele ataca.



Por isso, lutar com eles consiste em dar golpes em todas as direções até acertar.



As cores definem a força, e os mais fracos são os arqueiros pois ficam de longe atirando e não tem qualquer defesa.




Agora, o mais forte é o do Passado, chamado de Tecnoblin. No passado de Skyward Sword, a tecnologia era bem mais avançada, e até os inimigos usavam dela.




Apesar de terem Bokoblins comuns também (como visto na fase do Navio), tinham os de elite que usavam armas eletrificadas, e eles eram ainda mais difíceis de derrotar pois, um golpe errado significa tomar choque.



A fase do navio alias, é uma fase de viagem no tempo constante, mas depois eu comento melhor.




Alguns Bokoblins podem convocar outros pra lutar, soprando um chifre. Curiosamente, a música que sai (no final do jogo) é bem semelhante ao chamado da ave, visto em Zelda A Link To The Past.



Moblins


Esse é um bichinho um pouco maior, tipo, muito maior. Ele é gordão, bem resistente, e ainda carrega um escudo que defende o corpo inteiro, além de usar sua arma de tempos em tempos causando um dano altíssimo.




Tem dois tipos, uma com escudo de madeira, e um com escudo de metal. O de madeira pode ser cortado até não sobrar muito, e ele descarta partindo pra luta corpo a corpo.



O de metal não pode ser quebrado, e pra derrotar só da se der a volta nele e atacar por trás.




Na maioria das lutas contra os Moblins, eles estão em alguma ponte ou caminho estreito, sendo esses os momentos mais desafiadores afinal, a melhor forma de derrota-los é atacando pelas costas, e dar a volta, sem espaço pra andar, é bem difícil.



Criaturas Lagartos

Lizalfos



Nesse caso eu coloco os Lizalfos numa categoria própria pois, são Humanoides Lagartos e são praticamente mini-chefes.




Eles tem braços defensivos e conseguem barrar qualquer ataque, de qualquer direção, mudando a posição do braço rapidamente.



Além disso eles tem uma maça na ponta da cauda, que usam pra atacar bem rápido e causar grandes danos.



Eles também podem soprar fogo.




Além disso, eles pulam muito e se movem bastante, mas, eles fraquejam em alguns momentos, quando tentam provocar o herói, de tão confiantes que são.



Nesses momentos, de pura zombaria, eles se expõe e da pra atacar.



Tem uma versão sombria deles, que causa maldição ao atacar.



Mortos Vivos


Bokoblin Zumbi




Começando a categoria dos mortos, vale falar primeiro do último encontrado, os Bokoblins Zumbis. São Bokoblins amaldiçoados que simplesmente se converteram em mortos-vivos.




São muito resistentes, apesar de não fazem muito além de andar, e como os Gibdos, eles podem agarrar o herói se chegarem perto.




Só aparecem numa região completamente amaldiçoada, e apesar de serem praticamente imortais, por ataques diretos, eles evaporam se empalados no chão.



Stalfos


Caveiras vivas são comuns em Zelda, e aqui, os Stalfos aparecem como grandes guerreiros bem articulados e com grande defesa. São praticamente Sub-chefes, e tem em dois modelos básicos.




Um com duas lâminas, que pode defender em duas direções ao mesmo tempo, sendo necessário atacar nos pontos abertos, ou recebe-se um belo contra-ataque.




E tem um com 4 lâminas, que no inicio da luta só usa dois braços, mas depois mostra mais dois e pode defender em 3 direções, porque é burro (sempre cobre um mesmo lado com 2 laminas).




Ele também pode ser esperto e defender as 4 direções, nessas horas tomando golpes pelo centro, mas apenas quando ele fica parado.



Qualquer tentativa de ataca-lo no centro antes do movimento dele, resulta nele defendendo.



São sempre bem fortes, mas em luta de facas, quem leva explosivos se da melhor.



Tristalfos




São Stalfos em forma de serpentes com 3 cabeças. O que eram em vida eu não faço ideia, provavelmente eram alguma criatura mitológica que entrou em extinção e nunca teve um inimigo do tipo.




Mas, o interessante delas é que pra serem derrotadas, as 3 cabeças precisam ser atingidas ao mesmo tempo, ou crescem de novo.



Elas ficam mudando de posição e é preciso atacar na direção certa, assim cortando as 3 de uma vez só.

Espíritos



Guardiões




Então, existe um momento no jogo que o herói precisa buscar pela aprovação da Deusa, e pra conquistar isso, ele precisa enfrentar testes espirituais, 4 no total, um em cada região.




Nos testes, ele não pode atacar (pois ocorrem no mundo espiritual) e precisa coletar 15 lágrimas sagradas espalhadas pelo mapa.



Mas, o desafio ta em fazer isso sem ser pego por um dos Guardiões.



Os Guardiões são seres espirituais que atacam qualquer um que se move no plano espiritual, e não faz parte dele.




Link só de sair do círculo protegido já é perseguido, mas, ao coletar uma das lágrimas, ele fica temporariamente pertencente ao mundo espiritual.



São 90 segundos de benção pra poder andar pelo mundo espiritual sem ser visto pelos guardiões...



E da até pra passar e tocar neles sem problema.




Os Guardiões também acordam e o efeito das Lágrimas passam instantaneamente se Link pisar em qualquer coisa líquida.



Fantasmas Sentinelas




O ruim são os Fantasmas Sentinelas. Eles emitem uma luz que revela Link e ativa os Guardiões, e ai é preciso evita-los.



Eles se movem independente de Link estar abençoado ou não.




Além disso tudo, tem também frutos espirituais. São itens coletáveis que mostram, por uns 30 segundos, onde as Lágrimas Espirituais estão, através de feixes de luz.




Esse momento do jogo lembra muito o modo Lobo de Link em Twilight Princess, e o acesso ao mundo espiritual é basicamente o mesmo.

Esses testes sempre liberam um item da deusa no fim.

Seres Aquáticos



Peixe Explosivo



Esse é um tipo de peixe voador faz espinhos aparecerem e explode depois de tocado, ou empurrado contra algo sólido.




Apesar de ser encontrado submerso, ele também pode voar acima do nível da água, flutuando e explodindo onde bem entender. Preferi coloca-lo na categoria de criaturas aquáticas porque, ele me lembrou um daqueles peixes que inflam.



Tubarões Mísseis de Batom

Essa criatura surge na água apenas e ataca como um torpedo enraivecido.




Eles são bem fraquinhos entretanto, e apesar de darem medo aos Paradusas, são derrotados com um único golpe giratório sumerso de Link, isso depois de atordoarem.



Essa criatura é bem antiga, e pode ser vista no passado, nos mares paradoxais.



Bicho Lançador

Essa criatura pode ser encontrada tanto na água, quanto na lava ou em areia movediça.



Eles ficam mergulhando e quando colocam suas cabeças pra fora, jogam bolas de eletricidade, lava ou energia.




Eles se escondem se o herói chega muito perto, mas, eles são imóveis, sempre surgindo no mesmo ponto, e podem ser mortos usando algum equipamento de dano a distância, ou sendo esmagados por uma bola de pedra gigante que anda na lava... nessas horas, apenas nessas horas, eles tentam se mover... mas fugir é inútil.



Curiosamente, a versão aquática é vista no passado, quando o herói navega pelo oceano paradoxal...



Será que ele se adaptou no futuro para as demais regiões?

Robôs

Como mencionado, o passado extremo de Skyward era bem avançado tecnologicamente, e todos esses inimigos a seguir são enfrentados durante as passagens no tempo de Link pelas pedras de Cronolita.


Armos




Um inimigo comum ao longo da franquia, ele é revelado como uma máquina, ao invés de uma estátua viva (como muitos jogos sugerem) em Minish Cap. Aqui, ele é bem mais fácil de identificar como um robô.




Quando despertado com a pedra, ele tem uma área de alcance que o ativa, e o faz pular e girar na direção de quem o ativou.




Mas, ele tem hélices na parte superior da cabeça, que se movidas por vento, expõe seu núcleo, uma parte na frente e outra atrás.



Atacando esses pontos ele explode.

Beamos




Outro robô, este capa de lançar laser pelos olhos, esse inimigo é imóvel mas, fica girando e sempre que visualiza alguém, atira contra imediatamente.




De todas as versões já enfrentadas dele ao longo da história, essa é a mais interessante de se abater. Ao invés de atirar com flechas nos olhos, ele precisa ter seu pedestal destruído parte a parte, através de cortes horizontais nas frestas frágeis, e só ai ter seu olho perfurado com a espada, sendo explodido no ato.



Helicóptero Atirador de Mísseis



Um robô inédito, também visto como inimigo, surge no passado para defender os templos/fábricas.




Esse robô voador de segurança lança mísseis que podem ser rebatidos contra ele, pra então ele lançar Explosivos voadores, explodindo depois que elas são vencidas.



Bombas Voadoras




Esses explosivos por si só vale como inimigos próprios e independentes já que precisam ser derrotados individualmente.




Eles ficam voando perto do herói, até detonarem depois de um tempo, e precisam ser cortados na direção certa de suas frestas para evitar a explosão.

Armadilha Viva



Esse é um robô simples de segurança que fica no solo, indo de um lado pro outro.



Aparece bastante na região do deserto, mas apenas na parte em que Link precisa ressuscitar o dragão.

Pirata Robô (DL-002G)



Como um mini-chefe, esse robô aparece na fase do navio, uma única vez.


Ele foi um pirata no passado, que roubou um navio dos Robôs mineradores, os quais também bancavam os navegadores, e causou um estardalhaço. Ele e seu comboio de Bokoblins criaram o caos nos mares por muito tempo, até tudo virar um deserto.




Uma missão importante do jogo é buscar o barco de um desses robôs, e ele até nos da uma carona em seu barquinho com cronolita, que faz o mar de areia ao redor virar água, pela viagem no tempo.

É divertido, e a exploração dos mares lembra bastante o período da inundação, mas com mais liberdade pois o barco tem motor e não depende do vento.




O herói é levado pra casa do Robô Capitão, onde da pra encontrar a família dele morta... tudo pra pegar a Carta Náutica pra avançar no mar...




Depois ele vai até o Porto dos Navios, onde o Navio dele deveria estar atracado, mas eles não encontram, pois tinha sido roubado pelos piratas. Inclusive, esse porto tinha uma fábrica de vagonetas usadas nas minas dos robôs.




Ai ele vai até onde o navio dos piratas costumava atracar, onde o encontra em ruínas (o que parecia até uma baleia mecanizada), o herói localiza um sinal do navio do robô, e consegue encontra-lo, camuflado, em pleno mar.




Inclusive, o tal sinal eram as Velas do Navio, naufragado após ter sido sequestrado pelos robôs, isso no futuro (ao que parece, teria sido engolido por ele).




Toda essa missão é só pra encontrar o navio, e é bem curiosa. No fim, ele entra no navio dos robôs, mas o faz no passado (pois no futuro o navio já era), busca por uma das Chamas pra espada, e se depara com esse robô, contra quem ele luta.



Esse robô surge em um caminho estreito e ataca com seu gancho e espada.



Ele precisa ser golpeado corretamente várias vezes pra ser empurrado até cair da prancha, e explodir.



Rei Robô (DL-003K)




Esse é praticamente o mesmo modelo do pirata, mas, ele é enfrentado no presente, ou pelo menos no que parece ser o presente.



Ele é um dos guardiões da Triforce, bloqueando o caminho até ela.



Ele é como sua versão pirata, porém ele não foi deteriorado com o tempo, sendo um pouco mais resistente e rápido.



No fim, ele termina do mesmo jeito, caindo da prancha.



Seres Especiais


Magmanus




Esse ser eu não soube em qual categoria colocar, pois ele é único. Lembra muito as mãos vivas que aparecem em alguns Zeldas, mas ele se difere por ser totalmente feito de lava.



Além disso, funciona como plataforma e também, sub-chefe.




Essa mão de lava aparece do solo e ataca o herói de baixo pra cima, através de umas grades. Ela queima só de encostar, mas, da pra subir em pedras e usar ela pra eleva-las.




Ainda assim, em alguns momentos é preciso destruí-la, pra isso, o herói tem de usar Plantas para resfriar a lava, calcifica-la, e em seguida golpeá-la.



Essas plantas aparecem na região da lava, dentro de um templo na região do vulcão.




Elas soltam um orvalho que resfria a lava temporariamente, criando plataformas. O herói pode manipular esse orvalho perfurando as plantas com a espada e as carregando pra onde quiser, ou, atirando nelas pra estourarem.

Moldorm/Madderpillar




Essa criatura é um caso bem especial. O nome oficial dela é Moldorm, mas ela pouco tem a ver com as criaturas assim conhecidas. Na verdade, ela é mais parecida com uma Madderpillar, em questão de movimentos, aparência e fraqueza




Madderpillar é um tipo de centopeia que existe em Minish Cap, e é enfrentada quando Link encolhe, sendo assim um inimigo gigante. Ela fica rastejando de um lado pro outro em um labirinto de corredores, e seu ponto fraco fica na extremidade oposta a cabeça.




O "Moldorm" de Skyward Sword é exatamente assim, porém ele aparece abaixo da terra e é enfrentado quando Link passa a escavar e atravessar túneis.




Seu ponto fraco é a traseira, e ela diminui de tamanho a cada golpe recebido, até explodir completamente, além de ficar revoltadinha e atacar Link dando voltas e investidas no labirinto.




Ao que tudo indica, as Madderpillars cresceram bastante com o passar dos anos e se converteram numa criatura subterrânea enorme.

Chefes

Bem, eis o momento principal, os chefes.

Ghirahim



O primeiro inimigo que o herói enfrenta, chefe logo da primeira masmorra, é esse cara. Ele é uma estranha criatura andrógena que, se diz rei dos demônios.




Ele tem como único objetivo encontrar Zelda, e usa-la pra um ritual. A missão de Link é justamente reencontrar Zelda depois que ela caiu das nuvens, puxada por esse cara, e ai ambos acabam cruzando o caminho um do outro.



Em seu primeiro embate, ele defende os ataques de Link segurando com as mãos nuas.




É preciso engana-lo movendo a espada rápido pra acerta-lo, até ele se estressar, criar uma espada de energia e começar a teletransportar e atacar de perto e longe.



Ele chega até a criar facas de energia que o protegem, e atacam também.



No fim, ele é derrotado mas, declara guerra contra o herói e parte.




Logo após vencê-lo nessa luta, Link encontra a Fonte da Deusa mas, Zelda já havia partido. Ela tava nas terras baixas, sendo guiada pelos templos até as Fontes da Deusa pra rezar.



Ele pega então uma Litografia e parte pra próxima região pra tentar encontra-la. Depois falo das Litografias.

Scaldera



O segundo chefe do jogo é essa criatura, que nada mais é que uma Pedra possuída por um demônio de lava, invocado por Ghirahim.



A luta contra ele é focada no uso de Bombas e Estamina.




Abaixo de ossos de um Dragão Enorme, Link precisa subir uma ladeira íngreme cheia de explosivos, enquanto foge dessa criatura, que sempre que cai, atira fogo até voltar a correr.



Quando ela pisa em bombas, sai rolando ladeira abaixo, e quando se levanta ela puxa o ar, pra soltar as bolas de fogo.




Nessa hora, Link precisa descer a ladeira e jogar bombas na boa dela, pra ela explodir, perder um pouco do revestimento em pedra, e ficar com o olho exposto pra sofrer golpes.



Esse processo se repete até não sobrar revestimento de pedra algum ou, ela perder o olho pros beijos de Fay.




Quando Link o encontra, é na região vulcânica, e pouco antes de enfrenta-lo ele se depara com Impa protegendo Zelda, já que ele próprio se atrasa. Ele quase consegue falar com Zelda mas, ela é levada por Impa uma vez mais, após rezar em mais uma fonte da Deusa.




Alias, esse templo é na verdade um templo em homenagem ao Dragão do Fogo, por isso tem várias referências a dragões por toda parte, sem contar que no fim tem esse osso de dragão chinês... é bem estranho.




Outra coisa, tem umas estátuas que derramam lava, e lembra, incrivelmente, os Zoras Selvagens... ou só mais um tipo de dragão mesmo...



E tem também elefantes... ai é mó viagem e eu me perdi legal.



Moldarach



Na região do deserto, Link enfrenta essa criatura tanto como Chefe (no primeiro encontro) quanto Sub-chefe (em outros momentos).



O desafio é sempre o mesmo. Ele é aquele escorpião comum, depois de séculos de crescimento, então é normal acha-lo.




É preciso acertar os olhos entre suas garras, quando elas se abrem, atacando na diagonal, vertical ou horizontal, sem errar até elas serem destruídas, e evitando os contra-ataques.



Elas também podem agarrar o herói, sendo preciso se soltar balançando.



Uma vez sem as garras, essa criatura passa se esconder na areia.




Escondido ele ataca com seu ferrão quando fica abaixo de Link. Pra vencê-lo, é preciso primeiro varrer a areia de cima dele, expondo-o e ai, só é preciso acertar seu olho central.



E ai, ele morre.




Após passar por ele, Link tem seu primeiro encontro com Zelda, que ativa o portal do Tempo do deserto ao lado de Impa, e joga uma Harpa para o herói.



Eles nem podem conversar, pois Ghirahim aparece logo atrás.



No máximo Zelda joga a Harpa enquanto Impa impede o cara de avançar, mas depois, Link assume a luta.



Então Impa puxa Zelda pro Portal e ambas somem.




Assim, separados por uma ponte, Link impede Ghirahim, dando cobertura pras moças fugirem, e ai o portal do Tempo é destruído por Impa (Ela usa uma Bomba de Energia Sheikah, exatamente como as Bombas de Breath of The Wild).




Ghirahim foge depois disso, não chega a lutar, e o herói se sente perdido, mas ai, volta pro Templo da Prisão onde tudo começou.




Observação: A fase dele, é a própria Refinaria de Cronolita. Ela leva pro Templo do Tempo antigo, o que ficava no deserto. A entrada é muito bonita, com estátuas dos Robôs bem grandes, isso no passado é claro.




Observação 2: O Escorpião é encontrado também na fábrica de Vagonetas, mas vale como "inimigo comum" apesar da luta ser tão complexa quanto a da versão chefe. E pensar que os muitos outros escorpiões pequenos podem virar essa coisa a longuíssimo prazo.



Vai saber quantos outros existem ao longo do deserto.

The Imprisoned



E é la que o mau supremo desperta. Do centro de um abismo na prisão, um pilar se rompe e um monstro desperta. Essa criatura, vista nos sonhos de Link, era o mau encarnado, e se libertando do selo.




A jornada que Zelda estava fazendo era justamente pra impedir que essa criatura voltasse com poder total, e Ghirahim queria fazer isso.

Mas ai ela desperta, e Link a sela.




Ela acorda várias vezes ao longo da jornada, sempre um pouco mais forte, e a batalha consiste em quebrar suas unhas pra fazê-la cair, e bater no pilar em sua testa com a espada, para sela-lo.




Tudo precisa acontecer antes dele dar a volta no abismo e subir até o templo, com isso ele se dissolve em trevas e volta pro centro.




Link precisa desenhar o movimento específico que aparece no selo, pra tranca-lo, ou então a luta se repete (se demorar muito).




Apesar de Zelda ter obtido sucesso em sua viagem no tempo, Link ainda precisava encontra-la, pois fazia parte dos desígnios da deusa. Impa velha diz pra ele que, la no Templo da Prisão, havia outro portal do Tempo, mas ele só podia ser aberto com a luz da Espada Completa. Assim, Link passa a buscar pelas Chamas Sagradas da Deusa, cada uma melhorando o poder da Espada um pouco.




Pra encontrar a localização das chamas, e ter os itens necessários pra busca-las, o herói precisa passar pelos testes espirituais.




Alias, na primeira vez que a criatura desperta, Malton cai das nuvens seguindo Link e acaba atrapalhando ele, fazendo-o cair no Templo da Prisão. De certa forma, o ato é vantajoso pois o herói pode selar a criatura, mas, Malton se sente inútil ao ver a batalha do herói.




Ele então passa a lamentar por sua incompetência, enquanto Link se fortalece cada vez mais. Em contrapartida, Impa diz que sente que Malton será útil na aventura, então ele fica por la nas terras baixas.



Segunda Forma



Depois de fortalecer a espada, Link retorna para a terra da prisão e encontra uma estrutura de madeira contornando todo o abismo, com uma catapulta. Malton havia construído isso pra ajudar ele em suas batalhas contra a criatura do centro.



Curiosamente, a criatura desperta e rompe o selo, a tempo de Malton mostrar como sua arma é útil.




A luta então ganha o suporte de Malton, e ele pode lançar bombas pra atordoar o monstro, de tempos em tempos, ao comando de Link.




A desvantagem é que o monstro cria braços, e pode escalar o abismo, logo, se não fosse pela catapulta de Malton, que o derruba, ele seria bem mais difícil.



Assim, Link sela a Criatura mais uma vez, fazendo agora um simbolo com 2 Triângulos.



Depois da batalha Link viaja ao passado, pelo portal do Tempo que desperta no templo, e encontra Zelda.



Mas, Zelda é posta para dormir.




Ela revela que viajou ao passado pois havia recuperado as memórias da deusa. E, ela tinha como função selar a criatura das trevas. O selo passou a existir pois Zelda usou seu próprio corpo, como fonte de poder.




Ela repousa dentro de um cristal, após se despedir de Link, e diz que só poderá se libertar depois que Link se fortalecer o suficiente pra derrotar a criatura sombria de vez. Apenas no futuro, Link poderia conquistar poder suficiente pra deter o monstro.



Assim, ele passa a procurar pelo Cântico da Deusa, pra assim extrair a Triforce e usa-la para deter a criatura.

Terceira Forma


Perto do fim, a criatura passa a poder voar.




Malton arremessa bombas, mas, em um ponto ele precisa arremessar o próprio Link pois o monstro prejudica o acesso aos explosivos.



Assim, Link voa até sua cabeça pra bater no pilar e sela-lo outra vez.



Mas, o monstro permanece existindo.




Ele só é selado e destruído de vez, quando Link consegue todos os fragmentos da Triforce, e consegue fazer ela descer parte de Altarea, de volta ao abismo. A Estátua e o templo abaixo dela eram na verdade, parte do próprio abismo, e retornam para ele, selando a criatura com todo o templo.




Seria o fim da batalha, mas, Ghigahim consegue um novo método pra trazer o mestre de volta, e viaja ao passado usando o portal que Link abriu, e levando Zelda junto.




Bem, no futuro, assim que Link derrota a criatura, ele acorda Zelda que estava ali no templo o tempo todo, cristalizada. Ao fazê-lo, eles comemoram, mas Ghirahim surge, captura a princesa e usa o portal pra voltar no tempo, quando seu mestre ainda existia, e a usa como sacrifício pra desperta-lo.




É ai que ocorre a última batalha contra ele próprio, e no fim, contra o ser maligno em sua forma real, mas depois falo disso.



Koloktos



Após passar por um templo na floresta, um templo aparentemente sagrado, o herói se depara com Ghirahim, que corrompe esse chefe para enfrenta-lo. Até então, ele era guardião do templo e não deveria ser um inimigo.



Esse é um tipo de robô, num templo na floresta. Ele é enfrentado pra que Link conquiste a Chama da Coragem.




Ele é basicamente uma estátua robótica com vários braços e espadas. Pra derrota-lo, Link precisa acertar as juntas de seus braços com um equipamento especial...



Assim expondo seu núcleo central e atacando.



Quando ele ta quase destruído, ele cria pernas e passa a se mover pelo mapa, atacando com todos seus braços.




Assim, é preciso derrubar seus braços e pegar as Espadas Grandes, usando-as pra quebrar as juntas dos demais braços e das pernas, fazendo-o cair.



Assim, ele ataca seu tronco até quebrar a tampa de seu cristal central, e causar dano.



Mas ele se restaura depois, reconecta braços e pernas e repete o processo até ser derrotado.



Pra se defender ele pode também invocar Bokoblins Zumbis.



Assim que o vence, Link conquista uma das Chamas...



Que ao entrar na espada e refina-la, também se revela uma das Triforces, surgindo no dorso da mão do herói.



Tentalus


Essa é uma criatura enfrentada no passado, no oceano, bem no meio do deserto.




Na fase do deserto que vira um oceano conforme Link navega, ele encontra o navio do robô e depois de lutar contra o Robô Pirata, ele liberta a tripulação do robô navegador, mas, pouco antes de ir atrás da Chama Sagrada que estava no barco, algo que era dever do robô pirata proteger, o navio é atacado por um monstro gigante.




É um momento de naufrágio. O navio estava sendo sustentado por uma Cronolita que o ligava ao passado, então todo o navio estava no mar. Assim, a criatura começa a afunda-lo e Link precisa correr para escapar.




É muito legal, o navio balança, quebra, a água sobe, ele inclina. O divertido é que toda o mapa já havia sido visitado como um templo, e ai, ele inteiro começa a sofrer distorções por causa da criatura.




No fim, o herói chega na proa do navio, em plena tempestade, com um polvo gigante de demoníaco tentando afundar o resto que sobrou (fiquei surpreso com a Cronolita mantendo tudo ainda no passado.




O monstro é o chefe desse barco, e seus tentáculos só podem ser cortados com o Brilho da Espada, um corte especial que ela emite quando apontada aos céus.



Link precisa cortar vários tentáculos até a criatura expor seu olho.



Assim, ele precisa atirar contra o olho, pra ela cair e ficar vulnerável aos ataques da lâmina diretamente.



Isso se repete algumas vezes até ela se irritar e destruir tudo.




Ai a luta parte pra outra parte do barco, onde é preciso cortar os cabelos da criatura diretamente, os quais assumem forma de serpentes (tipo uma górgona).



Isso até o olho dela se abrir e ela ser atacada diretamente.



Depois disso, a Chama da Sabedoria é conquistada pelo herói.



E a Triforce da Sabedoria se revela no dorso da mão de Link.




Depois disso o robô capitão acaba reconstruindo o barco, usando a Cronolita ativada por Link pra se manter em atividade no futuro.

Segunda Luta de Ghirahim


Ele aparece em um segundo Templo do Fogo, e la ele descobre sobre um Segundo Portal do Tempo.



Dessa vez, ao invés de invocar alguém pra lutar por ele, ele faz questão de enfrentar Link novamente.



Apesar de ser um pouco mais difícil, a batalha se mantém no mesmo estilo.



Mas, ele usa as duas mãos pra lutar dessa vez projetando duas espadas.



Na prática, é como lutar contra um Stalfo, mas, ele apela pras espadas voadoras e teletransporte.



A Chama que ele conquista após passar por Ghirahim é a da Força.



É quando a Master Sword fica praticamente completa.

Levias



Depois de conseguir as Chamas, e fortalecer a espada, Link precisava da própria Triforce. Ele estava com ela, mas ela ainda não tinha se revelado e pra isso, ele precisava do Canto do Herói, uma música que a deusa dividiu em 4 partes. Pra obter toda essa informação, ele vai de encontro a um ser místico, Narisha, uma baleia voadora que protegia os céus.




Mas, depois de fazer todo o ritual pra atrair Narisha, ele está totalmente corrompido, com parasitas saindo de seus ossos.



Link precisa libera-lo dos parasitas, atacando-o em pleno voo, dentro da Redoma de Ar Gigante no céu.



Mas, depois de destruir os parasitas menores, um surge no topo de sua cabeça e a luta se estende.



Bilocyte



O Rei dos Parasitas aparece fazendo um buraco no crânio de Narisha. Ele estava controlando e atormentando a divindade, e Link precisa derrota-lo.




Ele solta energia que precisa ser rebatida na direção das barbatanas, ou o herói pode tentar corta-las usando o Corte dos Céus da espada, na Diagonal.



Após destruir as barbatanas, é preciso atacar o olho central.




Parece fácil, mas o monstro se move as vezes, entortando a cabeça  e desviando dos ataques bem em cima da hora. Lembra as Plantas Carnívoras.




Bem, após libertar Narisha, ele fala sobre como encontrar a Triforce, e diz que, antes de ensinar seu Cântico, era preciso que Link obtivesse os demais primeiro. Ele tinha vergonha de cantar...



Assim, ele diz que as demais "partituras" estavam com seus três amigos dragões.


O legal é que, até então, apenas o Dragão da Água/Floresta havia sido encontrado por Link, pois foi o único que ficou co ma responsabilidade de guardar uma das Chamas da Deusa, pessoalmente, então ele é o primeiro na lógica que ele foi procurar.




Nenhum dos cânticos apresenta um chefe protegendo, na verdade os próprios dragões são os desafios, então, falarei deles.

Dragão da Água




Apesar de agressiva e meio instável, ela é grata a Link pelo que ele lhe fez. Link a ajuda a recuperar suas energias levando água sagrada de um dos templos, e em troca, ela da acesso ao templo da Chama Sagrada que ele precisava, é quando ele encontra e enfrenta o robô das espadas.



Mas, depois disso ela decide que quer se livrar dos monstros em sua floresta, e pra isso, ela inunda tudo.

Ela transforma a floresta inteira num lago (e é muito divertido nadar acima das árvores).


Quando Link chega na floresta, ele só consegue entrar no "lago" graças a Malton, que o atira com seu canhão (lembra muito o que ocorria la em Twilight Princess, pra acessar pontos difíceis como o Deserto e a Terra Voadora).




O Templo da Prisão só não inundou porque Impa selou as portas, caso contrário teria virado um grande lago também.

Enfim, ela se recusa a dar o verso que Link precisava da música, por pura frescura, e diz pra jogar com ela.




Ela da vida a música, fazendo cada conjunto de notas virar um tipo de peixe (lembrando muito os filhotes de Zora em Majoras Mask) e pede pra Link coleta-las ao longo da floresta, nadando por ai.




É bem calmo na verdade, apesar de terem monstros, e algumas bolhas intoxicadas, não é um desafio complicado e conforme ele avança, ele vai ganhando dicas dos Paradusas e Kikwis por ai.



No fim, o dragão ensina a sua parte da música (desafinada que só) e decide tirar a água da floresta.




Detalhe: A água toda surgiu das raízes de uma árvore enorme. Essa árvore não tem rosto nem nada, mas te juro que pareceu a Árvore Deku... talvez seja a própria, depois dos eventos de Twilight Princess onde ela nem pôde existir mais.


Detalhe 2: O Simbolo do Dragão da Água é o Simbolo da Grama, e do povo da Floresta, tanto que a cor natural dele é verde, não azul.

Dragão do Fogo



A ideia de zoar o mapa todo não foi exclusiva do dragão da água, o do fogo também quis fazer algo parecido.




Porém, ele fez o vulcão entrar em erupção e cobrir o céu com cinzas. Isso não dispersou os monstros, pelo contrário, isso deixou os demônios mais confortáveis, e eles fizeram do vulcão uma verdadeira base.




Com demônios pra todo lado, assim que Link cai na região, ele é capturado, tem suas armas removidas e é enjaulado.




Ele consegue fugir, mas precisa recuperar cada um de seus itens, sem Fay pra lhe ajudar (pois a espada caiu de sua mão).




Ele só pode contar com sua astúcia, e um Mogma que aparece dando uma forcinha de vez em quando, primeiro ajudando ele na fuga da jaula, dando as Garras dele de volta...



E depois mostrando onde as outras armas estão pelo mapa.




No fim, Link passa pelos demônios escondido, fugindo das lanternas e luminárias, e evitando luta, só pra ataca-los de vez quando consegue seus equipamentos de volta.




Alias, o Dragão, depois de ter feito caca, acabou se escondendo num rochedo, mas Link o encontra, se apresenta, e ele só de boas ensina sua música, desafinado também.



Depois disso ele reverte o estado da montanha e limpa os céus.



Dragão da Eletricidade




O deserto continuou sendo um deserto. Eu não me espantaria se o responsável por tudo ter ficado arenoso tenha sido o dragão.




Considerando o hábito dos demais, e claro, o ato dele ter batizado os robôs tudo com "Deserto" no nome (codificado), não é nenhuma novidade ele decidir evaporar o oceano, só pra se livrar dos monstros.



Mas, ele nem teve tanto tempo pra isso, afinal ele morreu de uma doença.

A Missão pra obter a música dele, é justamente evitar sua morte, viajando ao passado.




O legal é que tem os ossinhos dele. Ele segura uma chave que só pode ser pega com um item específico de coleta à distância, mas ele nem menciona ela depois que as Cronolitas são ativadas.




E é, Link o acorda, viajando ao passado. Mas, ele não pode cantar por causa da doença, e pra poder ensinar a música, ele pede ajuda.

Assim, Link precisa plantar uma semente especial que os robôs tentavam plantar no deserto, la no Templo da Prisão, no passado (visitado pelo portal do tempo), e coletar um fruto que nasce, levando-o até o deserto, e entregando ao Dragão, através de uma Cronolita.



Imagina quantas leis do tempo ele quebrou nessa empreitada.




Uma vez curado, o dragão agradece, canta sua música, e ainda oferece um esquema de Batalha contra os Chefes, acessando a memória de Link.




Ao desligar a Cronolita, os ossos dele já não estão mais no local, o que sugere que ele tenha morrido em outro ponto, mas... na verdade, ele ainda tava vivaço!




Quando Link volta aos céus e conta pra Narisha que ouviu geral cantar, a baleia canta sua parte da música, e Link o acompanha.



Mas ai, os 3 dragões aparecem voando pra ajudar na orquestra, e é uma dor de ouvido lastimável.



Mas, Link finge que é mó melodia linda (eu acho que Link é surdo nesse jogo, além de mudo).




Os dragões aparecendo, não são totalmente ilusão do cenário, como em outros momentos que Link toca músicas, pois ele está de olhos abertos, e pior, ele interage com as criaturas.




Assim sendo, Link evitou a morte de uma entidade mística milenar, que por acaso, tem o poder de mudar o espaço inteiro como bem entender. Imprudência é apelido pra isso... fico surpreso pela realidade ter aguentado até o fim da história.

Com a música completa, o herói abre o último Teste Espiritual, em Altarea, e em seguida, ele conquista uma pedrinha.




Essa pedrinha era a chave pra um templo escondido abaixo da Estátua da Deusa, e nesse templo, ele desperta e libera as Triforces de dentro de si, reunindo elas definitivamente.



Ai em seguida a Estátua e sua ilhota (apenas uma parte de Altarea) volta pra superfície e esmaga o diabo...


Detalhe: O Simbolo dele é o da Água, pelo menos é aquele que os Zoras protegem em OoT, e a cor original é azul.

Terceira luta contra Ghirahim



No final do jogo, quando o herói tenta resgatar Zelda e impedir a ressurreição do mal, esse cara revela sua verdadeira forma. A luta muda bastante então.




Depois de correr contra o tempo, enfrentando vários Bokoblins e Moblins e Stalfos invocados, no caminho até o centro do abismo onde o mau foi selado (no passado).



E peitar mais um monte até se aproximar do demônio...



 Ele desafia Link e cria um ringue flutuante.



A luta então consiste em acerta-lo várias vezes até ele cair do ringue, 3 vezes, chegando até o solo.



Então, é preciso fincar a espada em seu cristal central, seu único ponto fraco.



Ele não deixa esse desafio fácil, pois esquiva, pula e empurra com facilidade, além de defender com as mãos.



Pra variar, após vencer ele nessa disputa, ele invoca uma espada e vai pra uma luta real.




Ele defende e contra-ataca constantemente, ao mesmo tempo que lança energia como os ataques da Master Sword, e invoca Facas Voadoras.



Ele só pode ser derrotado quando sua defesa se rompe e seu cristal é atingido.



Ai, ele apela ainda mais, invocando uma espada grande, que serve como escudo auto-regenerável.




Ela precisa ser quebrada pra ele ficar exposto, mas pra isso os ataques precisam ser rápidos e contínuos, nas direções certas (vertical ou horizontal, dependendo da posição da espada) pra espada rachar e ele ser atingido.



Mas, 1 único erro e ele contra-ataca, teletransportando e fazendo a espada se restaurar completamente.




No fim, ao derrota-lo, ele não morre ainda. Na verdade, Ghirahim era uma Espada, igual a Fay, e da mesma forma que ela servia as vontades da deusa, ele servia aos desejos do demônio.



No fim, ele é sacrificado pelo demônio ressuscitado mas, depois falo disso.



Alias, se Ghirahim é um demônio, Fay é uma fada.



Fadas são como os anjos dos deuses, e uma vez que Fay é o oposto exato de Ghirahim, tal hipótese é bem válida.


Apesar de Fay não lembrar em nada uma fada comum em Zelda, não tendo aspecto gigante e humanoide com cabelos longos e semi-nudez, nem tendo asinhas ou, sendo uma bola brilhante... Fay lembra muito a Rainha das Fadas, vista em Wind Waker.



Novamente, corroborando com a hipótese, Ghirahim era o Rei dos Demônios.


Logo, a Rainha das Fadas, criada pela deusa para ajudar o herói, é Fay, e também, deu uma aparecida la na aventura de Wind Waker. Curioso que, se ela surgiu fora da espada, é porque em algum ponto ela se separou.


Demise


Apesar de Link derrotar Ghirahim, depois dele voltar no tempo, o desgraçado só tava enrolando.



Ele montou um ritual pra extrair a alma da deusa de dentro de Zelda, e da-la de oferenda ao seu mestre.



Como era o passado, o cara tinha acabado de ser selado então, ele volta com poder total, e ainda com a alma da deusa.




Mas, Malton viaja ao passado também, e informa Link, em nome de Impa, que apesar da alma extraída da princesa estar no Demise, ele ainda levaria tempo pra assimila-la, e era possível recupera-la.



Link desafia o ser das trevas, mas, ele ri.



Alias, Demise mata Ghirahim, pra transforma-lo de volta em sua espada.




Da mesma forma que Fay era a Master Sword, Ghirahim era a Espada de Demise, mas, o cara num tem o menor respeito por seu servo, apesar do Rei dos Demônios morrer rindo.




Demise diz pra Link se preparar, fala que irá aguarda-lo para mostrar que o campeão da deusa é uma piada, e cria um portal pra ele.



Nessa parte, Link pode fazer tudo o que quiser pra ficar mais forte, mas garanto que não é o suficiente.



Ao entrar no portal, a luta final acontece.




Demise conversa com Link em uma paisagem linda nos céus, sem nada além de nuvens. Ele ameaça Link, e ai, transforma tudo em uma paisagem nefasta, com nuvens negras e tempestade.



A luta é um simples duelo de espadas, sem trapaça.




A primeira parte é bem simples, Demise ataca e defende, e precisa ter sua defesa rompida pra tomar algum golpe, mas ele é bem rápido no contra-ataque, e e preciso intercalar entre Escudo e Espada pra derruba-lo.



Assim que ele cai, ele apela, e cria uma tempestade de raios.




Link não pode invocar o Poder dos Céus, pois a luz dos céus foi apagada, mas, Demise pode invocar Raios e energizar sua espada.



Isso faz sua lâmina eletrificar o herói se tocada, então o simples duelo já não funciona mais.




Demise costuma lançar a energia da espada num corte, as vezes, e é nesse momento que Link precisa Apontar Sua Espada pro Céu.




Os raios também atingem a espada de Link e a energizam, é assim que Demise pode ser superado, tendo seu próprio ataque usado contra ele.



Então, depois de umas rodadas e desespero, Demise é vencido, com o herói fincando a espada em seu peito.



Mas, antes de morrer, Akuma se levanta, e jura vingança eterna.



Alias, ele destrói a Espada das Trevas ao finca-la no chão pra que isso se consolide.




Ele mesmo diz que na verdade nunca irá morrer, apenas deixará sua forma pra reencarnar várias e várias vezes, e ai, ele amaldiçoa o herói e a princesa, dizendo que suas encarnações os perseguirão, e perseguirão seus filhos, e os filhos de seus filhos, ou qualquer um que carregue a essência deles.



Além disso, ele ameaça roubar o poder que a Deusa tanto se orgulhava, a Triforce.



E é ai que a maldição eterna nasce.



No fim... bem... eu conto o resto depois.

Equipamentos



Antes de terminar, gostaria de apresentar as armas e itens mais importantes do jogo. Serei breve, garanto.

Espadas



Existem apenas 2 lâminas, a usada como aprendiz de espadachim, antes mesmo a aventura de fato começar, e a Master Sword.

A Espada de Aprendiz é usada por Link principalmente pra salvar seu Pássaro Gigante, libertando-o da prisão que Malton fez, pra poder participar do teste de cavaleiro.




Acontece que Malton tinha inveja dele e sabia que ia perder, por isso tentou trapacear, mas Link por ser amigo de Zelda consegue tanto a ajuda dela, quanto do pai dela, e o torneio é adiado até ele encontrar seu pássaro.



A Master Sword por outro lado é pega dentro da Estátua da Deusa, uma estátua gigante em uma ilha ligada a Altarea.




Fay guia Link durante a noite até a espada, como um tipo de fantasma, até que se revela como uma enviada da deusa, e alega que Link é o escolhido.




Nessa parte da história, Zelda e Link haviam passeado pelos céus juntos, mas foram pegos por um tornado e Zelda caiu. Link foi resgatado, acordando na cidade, e ai, ele conquista essa espada.



Dai em diante ele se torna o herói, refinando a arma enquanto busca por Zelda.




A Master Sword, antes mesmo de ser completa, pode lançar um feixe de luz uma vez apontada pro céu (dai que sai o nome do jogo). Esse tiro de energia serve pra inúmeras coisas, não apenas causar dano, e normalmente é o que reage com as mensagens da deusa.

A espada também conta com Fay, como um tipo de guia, e tem também um sistema de direcionamento.



Ela brilha quando Fay quer dizer algo.


E da pra entrar em visão de primeira pessoa, usando a espada como bússola para diferentes objetivos pré-selecionados.



Escudos



Existem basicamente 4 escudos no jogo, cada um (exceto o último) pode ser refinado em um ferreiro, com itens encontrados por ai, que caem de inimigos e enchem o saco na hora da coleta.



Eles tem até 3 níveis de poder, sendo mais resistentes e gastando mais lentamente dependendo do nível.




O escudo de madeira queima fácil. Quando um escudo é danificado, ele se quebra e ai, só comprando um novo. Da pra reparar eles no ferreiro (desde que não tenha sido totalmente destruído), mas compensa mais comprar outro.



O escudo de metal é mais forte, mas acaba eletrificando mais facilmente.



O escudo sagrado aguenta tanto fogo quanto raio, e ainda se restaura sozinho com o tempo.


O escudo final, um especial liberado na questo do Dragão do Raio (a missão de enfrentar os chefes de novo em sequência) é o Escudo do Herói, trazido de eras passadas.

Esse escudo resiste a todos os elementos, e ainda é inquebrável.


Todos os escudos também servem pra atacar, na verdade, a defesa deles é um tipo de contra-ataque, feito com o nunchuck.

Estilingue



Essa é uma arma infantil, porém, muito útil. Serve para atordoar inimigos â distância, além de acertar interruptores e coisas altas, com o consumo de sementes.

Ele também pode ser melhorado no ferreiro.


É recebida do líder da tribo de Kikwis, como um presente por ter ajudado eles, e uma ferramenta pra entrar no primeiro Templo, na busca por Zelda.



Pra atirar, só é preciso apontar pro sensor bar e apertar o botão de ação do Wiimote.



No caso, a câmera fica em primeira pessoa pra mira.



Rede



Esse item permite capturar insetos que não podem ser pegos com a mão, como borboletas. Os insetos alias servem pra vender prum carinha na academia de cavaleiros, ou para criar novos tipos de poções.




A rede pode ser usada também pra capturar fadas, em combinação com os Potes. Fadas, que são bem raras de se achar, dão um continue com alguns corações em caso de perda. Da pra capturar só usando os potes também, mas é mais fácil com a Rede.



Por fim, essa rede pode ser usada pra deixar o Demise sem entender o que ta acontecendo.



Ele é comprado de um mercador voador, que pedala sua própria loja pelos céus.



Ela é movida como a espada, mas, é preciso observar a direção da rede pra fazer as capturas.

Aspirador Invertido


Essa arma é curiosa. Eis um Pote que Sopra Vento. Já viu algo assim antes? Pois é, Zelda Minish Cap.



Esse item, criado pelos Minish, serve para basicamente limpeza.



Ele solta um ar mágico que empurra, limpa e refrigera qualquer coisa.



É usado como arma, principalmente contra inimigos que se escondem na areia, apesar de não causar dano.



Ele também é usado pra ativar alguns dispositivos que reagem ao vento.




Ao ser usado, a câmera se mantém em terceira pessoa, mas Link pode andar normalmente. O jato de ar contínuo vai no centro da tela, e é preciso ajustar com a mira do Wiimote, ao mesmo tempo que movimenta o herói.

Besouro Mecânico



Esse robô tem duas fases, na primeira, ele serve apenas pra acertar lugares longínquos e acionar interruptores ou cortar cordas.




Mas, em dado momento, ele é atualizado por um dos Robôs Mineradores, de graça como recompensa por uma ajuda, e ai ele ganha Garras.



Essas Garras permitem carregar pequenos objetos, como explosivos.



O besouro é movido em primeira pessoa.




Ao aciona-lo, Link fica parado onde está, e o Besouro é controlado, voando em linha reta, e podendo virar e inclinar, mudando o curso conforme fazemos o mesmo com o Wiimote.

Bombas



Esse item pode ser pego de Flores Bombas que nascem aos montes, principalmente na região vulcânica, mas ele só pode ser armazenado depois que um Mogma da uma bolsa de bombas pra Link.




A versão natural delas, explode alguns segundos depois de colhida, mas a versão da bolsa só explode alguns segundos após ser arremessada (por isso é bem melhor).




Elas são limitadas, e quando Link as usa, pode jogar pra cima ou rola-las, dependendo da posição do controle. É mostrado a rota do arremesso.



Arco e Flecha


Essa arma é mais poderosa e mortal que o estilingue, além de ser mais rápida e precisa.




Link atira flechas nos alvos que quiser, e os mata ao invés de simplesmente atordoar. Apenas alguns inimigos, mais fortinhos, resistem um pouco mais às flechadas.




O tiro é em linha reta e servem pra acertar interruptores e objetos muito mais distantes, que o Besouro não possa alcançar, nem o estilingue, ou que precisem ser perfurados.

Pra atirar, tem duas maneiras:


Da pra mirar com o Wiimote, e disparar usando o próprio botão de ataque, segurando por alguns instantes pra focar a mira e causar o máximo de dano.




Ou, da pra mirar com o Wiimote e puxar o Nunchuck, simulando a corda do arco, enquanto segura o botão Z do Nunchuck. Assim, a mira ocorre muito mais rápido e da pra atirar mais flechas em menos tempo, além de ficar mais "realista".



A mira vai pra primeira pessoa, como o Estilingue.

Ele é conquistado após derrotar o Robô Pirata, no futuro. Estava la no Navio Invisível dos Robôs.



Chicote



Essa arma serve pra puxar objetos próximos mas de alcance dificultado, como interruptores do outro lado de grades ou alguns obstáculos bem específicos.



Também serve pra se pendurar em alguns pontos específicos e balançar, passando por obstáculos e penhascos.




Alguns inimigos, como o chefe das muitas espadas gigantes, só morrem com o auxílio dessa arma. Apesar dela não causar dano.




Pra atacar, o Wiimote deve ser movido imitando o estalar de um chicote. Uma vez preso em algo, da pra puxar, movendo o controle na direção desejada.



Ganchos


Esse é um item entregue pela deusa ao herói. É coletado nos Testes Espirituais.




Ele permite se pendurar em pontos específicos e grama, e são duas garras, o que deixa ficar indo de um ponto pendurado pra outro.



Da pra se pendurar também numas plantas voadoras (que aqui não são inimigos).



É uma arma de locomoção, e não causa dano.




Pra dispara-la, só é preciso mirar na direção desejada e apertar o botão de ação. A mira mostra onde é possível se prender, e esse equipamento consegue ir bem longe.



Bolsas



Todo item consumível, Flechas, Bombas, Ruppies (moeda do jogo), Sementes e até Fadas são carregados por bolsas/aljava/potes. Existem vários modelos, alguns que carregam mais itens, mas existe também um limite de carga. A bolsa principal, um acessório do herói, tem um número de espaços pra inserir objetos e expansões das bolsas.



Esses acessórios extras podem ser coletados ou comprados ao longo da aventura.




Existem também Baús especiais que liberam esses itens, e são ativados na região dos céus, quando se atinge cubos na superfície.



Garras



Os Mogmas dão isso para o herói, e há um momento em que esse item é substituído por um ainda melhor.




Esse é um equipamento "passivo", e uma vez pego, está sempre equipado, mas só pode ser usado em momentos específicos.




Ele serve, inicialmente, pra cavar pequenos buracos e coletar itens, além de abrir alguns dutos de ar pra pegar impulso e subir em plataformas.




Porém, um Mogma ajuda Link dando uma versão melhor desse item, que permite entrar nesses buracos (a maioria com uma entrada mais visível que os mais simples), cavando abaixo do solo e entrando em túneis.




Nessas partes, da pra bater usando as Garras, e elas causam dano, e empurram bombas, além de quebrarem alguns tipos de rochas mais frágeis.




Ao usar esse item, só é preciso mover o analógico do nunchuck pra rastejar nos túneis, e balançar o Wiimote pra bater. Além disso, pra sair dos túneis é preciso apertar o botão de ação em algum ponto de saída, sempre iluminado.



Escamas de Dragão


Esse é um dos items dados pela deusa, em recompensa pelos testes espirituais.




Essa escama permite mergulhar e se mover com mais facilidade na água. Entretanto, não é possível Respirar, apesar dele incrementar no fôlego.




Ao nadar, o herói se move principalmente com os movimentos do Wiimote. Ele bate os pés com o botão de ação, e se direciona com a posição do controle. Da pra usar o analógico também, mas ele se move mais lentamente assim.




Além disso, balançando o Wiimote, o herói gira e da uma investida. Isso causa dano nos inimigos, além de servir para pular alto, pra fora da água, como um golfinho.



Harpa da Deusa



Esse item permite tocar músicas mas, é algo muito simples. O herói precisa tocar algumas melodias que aprende na torre da deusa (uma torre especial dentro da grande Redoma de Vento nos céus) para ativar os pontos dos Testes da Deusa.




Essa Harpa, antes pertencida a Zelda (e também já vista antes, nas mãos do alter ego de Zelda, Sheik) é um item divino musical, dentre vários instrumentos reais.




Pra ser tocada, só é preciso afastar e aproximar o Wiimote do Nunchuck, simulando o passar de dedos pelas cordas da Harpa.



Mas, nunca há muita interação musical muito complexa.



No máximo, rola uma musiquinha em alguns pontos específicos, e Fay quem canta.



Brincos de Fogo



Esse item, também um dos itens divinos cedidos pela Deusa após concluir um Teste Espiritual, permite resistir ao calor.




Apesar de não imunizar contra fogo ou lava, esses brincos permitem andar em regiões muito mais quentes do vulcão, e se ativam automaticamente só de pisar la.



Tábuas de Navegação




Bem, antes de conseguir sair dos céus e ir até a superfície, Link precisa ativar os caminhos, e pra isso, ele tem que encontrar umas litografias. Cada uma delas é encontrada ao longo da aventura, nas Fontes da Deusa, onde Zelda rezava.




Depois são ativadas ao usar a lâmina mágica da espada em uma estatua sagrada da deusa, em sua torre, o mesmo lugar em que a Espada estava.



Link conquistas as 3 litografias, que na verdade, ligam as regiões só por causa dos dragões.



Acontece que cada dragão representa uma das virtudes da Triforce: Coragem, Força e Sabedoria.




As luzes entretanto são das cores dos dragões respectivos e não necessariamente suas virtudes. Apesar de que, no final das contas, a ligação só existe por causa disso.




Uma vez que uma litografia é posta no pedestal e ativada, um caminho diferente pras terras baixas é permanentemente ativado.



Só assim as 3 regiões são acessadas.

Lona da Princesa





Por fim, Zelda tricotou esse item pra Linik e lhe deu no inicio de sua aventura. Ele serve como um brinde, um prêmio pessoal recebido no Teste dos Cavaleiros (apesar de parecer que ela faz isso pra todos, creio que ela tenha feito apenas pra Link, no caso, um item feito à mão).




Ela é vista usando isso o tempo todo, como um lenço, antes do término dos exames, só pra deixar seu cheirinho e tentar conquistar Link.



No fim, ela ensina ele a como usar, chutando ele do topo da Estátua da Deusa.




Esse equipamento se ativa sozinho ao pular do Pássaro Grande para as terras baixas, mas também pode ser ativado manualmente, inclusive em saltos de locais altos, e serve como um paraquedas.



Ele não consome estamina, mas não permite se mover, apenas cair.




Antes de aciona-lo, é possível mover Link e direciona-lo através do sensor do controle, inclinando ele até chegar na posição desejada.




Mas, uma vez acionado o paraquedas, a queda livre é interrompida e não é possível retoma-la, sem saltar novamente.




Este lenço é provavelmente o mesmo que o Rei de Hyrule da para Link em Breath of The Wild, mas, modificado pra servir como um tipo de Asa-Delta.

Alias, ele pode ser usado também pra pegar impulso em dutos de ar.



E bem, é isso.

Agora, eu poderia contar a história do jogo mas, acho que já deixei todas as informações bem registradas.

Em resumo, o herói busca pela princesa, e descobre que a única forma de recupera-la, e matando o vilão.

De resto, é só isso.

Alias, nos créditos do jogo, a rota que Zelda fez é mostrada.


Ela sendo encontrada por Impa, depois rezando, depois encontrando a outra Impa e sendo salva, ai viajando no tempo, tudo é mostrado la.

O Final




Após derrotar o mal, Link absorve a energia das trevas que sobra e a confina na espada. Daí, ele coloca a espada num pedestal que aparece dentro do Templo da Prisão, e se despede de Fay.



Ela diz que é a última ordem da deusa, deixa-la no passado.




Ai em seguida, Link, Malton e Zelda, recuperada, voltam para o futuro, mas, antes disso, Impa jovem se despede de Zelda, dizendo que o tempo dela é aquele.




A Princesa fica em choque, tanto quanto Link dizendo adeus pra Fay (sem falar é claro) e ai, ela deixa uma pulseira com Impa, que por sua vez promete que elas se verão outro dia.




Então, no futuro, Zelda, Link e Malton são recebidos pela Impa. Malton, que até então havia se apegado muito a velha Impa, diz que deu tudo certo. Alias, Malton havia decido morar nas terras baixas com a velha e os pássaros, os quais ele aprendeu a respeitar.



Mas ai, Zelda se aproxima, e vê a pulseira no braço da velha, é quando ela percebe que é a Impa.



Então, Impa diz que cumpriu sua promessa, e como todo bom Sheikah, ela evapora em luz.




Zelda sofre, mas eu fiquei imaginando como Malton se sentiu: "Mano, tomei um fora da princesa, e agora a tia que eu tava manjando virou pó de tão velha... Porr4 Link!"



E fim.



Só que nos créditos tem cenas a mais, e até um pós crédito.




A jornada de Zelda é mostrada, com destaque para os momentos com Impa, como quando ela a salvou após ter sido sequestrada por Bokoblins.



Então todos os locais visitados são mostrados de forma totalmente contemplativa, mas em tom de despedida.




E ai, depois dos créditos, Zelda é mostrada trocando uma ideia com Link, dizendo que pretende morar nas terras baixas agora, e cuidar da Triforce.




Malton é visto voando no seu Pássaro Gigante, ao lado de seus capangas, ou seja, ele tava voltando pra Altarea... provavelmente.



E ai, Zelda pergunta o que Link fará, e ele decide ficar ao lado dela, e criar um reino.



Mas todo mundo some assim que a tela clareia.



Até o "Fim" some num estalar de dedos.



Pois nunca, em hipótese alguma: MEXA COM O TEMPO DE FORMA TÃO IMPRUDENTE!



Ao menos a Triforce voltou... enfim, bora pra parte que eu tanto aguardei... daqui em diante eu vou mergulhar fundo em total teoria.

Cronologia

Eis um ponto curioso de SS. Este é um mundo que nasceu na pré reunião das realidades. Irei explicar bem isso em breve, mas em resumo, da mesma forma que o início de tudo foi demarcado em SS, o próprio SS deixou de existir para que tudo terminasse.

Se teve alguma realidade que apenas desapareceu pela influência do herói, foi a de Skyward Sword.

Meio trágico eu sei, mas real e igualmente, necessário.

Para que Breath of The Wild nascesse, Skyward Sword se sacrificou.

A História da Master Sword

Sim, Skyward Sword se concentra em dar uma origem pra Master Sword porém, ela fica meio confusa, considerando toda a franquia. Acontece que ao longo das histórias, a Espada Suprema foi usada e usada, geralmente sendo removida de um pedestal no inicio da aventura e devolvida ao final.

Mas essa é uma regra que a torna aleatória nas eras, pois nem sempre a espada foi achada no mesmo pedestal em diferentes aventuras, e pior, nem sempre ela foi devolvida.

A existência dela se torna variável e seu ponto de origem diverge muito de jogo pra jogo. Então, um jogo que tenta explicar a origem dessa arma, colocando ela no inicio e no suposto fim da franquia, não faz o menor sentido lógico.

A espada teria sido confeccionada no passado, mas só tomou sua forma definitiva no futuro, e foi selada no passado.

Explicando

A deusa Hylia usou a espada como arma própria pra fazer a cidade flutuar. Ela selou a espada num templo em homenagem a ela mesma, la na cidade dos céus.



O herói removeu a espada, que ativou sua IA que o auxilia, e ao longo da aventura, ela evolui pouco a pouco.



Ela se torna maior, com mais poder, e mais elementos. Inclusive a história conta que o herói depositou as chamas da deusa para que ela ficasse na forma final. Cada chama, melhorava um aspecto da espada.

No fim, a espada foi usada contra o mau em sua forma definitiva, e ai foi devolvida a um pedestal, mas não o mesmo de onde foi tirada.



A ilha voadora permanece voando, mas uma parte dela, a parte da estátua da deusa, desce para a superfície. Ainda assim, não é ali que o herói deposita a lâmina.

Ele luta contra o vilão no passado, acabando com ele em seu ápice e ao mesmo tempo, rompendo toda a realidade. No fim, para selar o mau de vez, ele selou a lâmina dentro do Templo na frente da Estátua, e não dentro da Estátua.

Então, ao viajar ao futuro, ele encontrou a espada ali, num ponto em que ele passou várias vezes e não havia espada alguma, nem pedestal algum.



Foram 1000 anos ou mais que se passaram, e a Espada Mestra ficou selada no mesmo e exato ponto do passado? Isso, é ilógico.

É o mesmo que dizer que em 1000 anos nunca houve um link, uma Zelda ou um Ganon. 1000 anos! É tempo de mais pra se ignorar.

Digo isso pois, nada impede que coloquemos Zelda Skyward totalmente no passado. Seria como se antes de toda a jornada do herói ocorresse, a Espada passou por sua confecção e ocorreu a aventura milenar.



Mas, isso ignora algo que a própria franquia estabeleceu: Sempre haverá uma Zelda, um link ou um Ganon.

Por 1000 anos não existiu, pois Zelda era do futuro, selada no passado, Link era do futuro, viajante ao passado, e Ganon (o mau dele, a origem dele) também foi selado no passado pela deusa (e no fim pela espada), e sua versão vista no futuro era apenas um monstro sombrio que se libertava de tempos em tempos.

A primeira Zelda era a reencarnação da Deusa, justamente a que nasceu em Altarea. O primeiro Link foi o herói nascido em Altarea, e a maldição de Ganon surgiu antes mesmo dele se formar, e quem se formou foi a criatura sombria.

Porém, entretanto, todavia, contudo... esse futuro não existiu, então Zelda do futuro, Link do futuro, e Ganon do futuro simplesmente sumiram. O único vestígio que eles existiram, foi a Master Sword.



Criada em um futuro que não existiu, e demarcando toda a realidade de The Legend of Zelda.

Os pontos principais de Zelda surgiram justamente da Master Sword: Uma Espada Sagrada que pode selar e destruir o mau e a Maldição da Perseguição Eterna a Links e Zeldas.

E sim, no final de Skyward Sword o que vemos é a realidade prévia antes do colapsar. Aquilo tudo apenas sumiu...  tecnicamente.

A realidade já tava se mesclando com todas as outras, e no instante em que a Triforce se combinou totalmente, ela se reescreveu uma vez mais.

Apesar de no inicio de Skyward Sword não haverem heróis ou Zeldas anteriores, eles passam a existir conforme o herói e a princesa caminham. Cada passo, gera um paradoxo e cria uma nova vertente pra própria realidade, em tempo real.

É curioso isso, pois o tempo inteiro o universo de Skyward está em constante mudança, tudo iniciando com a queda de Zelda.


No instante que a princesa cai das nuvens, ela abre um leque de possibilidades, isso somente na realidade. Mas no momento que a princesa viaja pelo tempo, isso cria vários e vários leques, um em cima de outro, balançando e criando um vendaval.

Lembra que a Triforce desunida buscava um ponto em comum? E a princesa Zelda das muitas realidades acabou sendo esse ponto? Então, bem vindo ao momento em que tudo se alinha e conecta de vez.

Esse universo não era pertencente a nenhuma das Triforces. Mas, ele era influenciado diretamente por todas elas. Esse é um universo criado pela própria Deusa, a união das Triforces personificada, a qual definiu um momento para elas se juntarem.

Essa realidade é desprovida da Triforce, não só pelo desejo em WW, mas para a conclusão existir. Um ponto neutro, sendo diretamente influenciado pelos múltiplos universos, para convergir em um único.

O interessante é que esse mesmo ponto, deu inicio a toda a trama. Nada aconteceria, se isso já não tivesse acontecido.

Alias, pra ficar bem fácil de entender, vou resumir a história de Skyward Sword, como ela aconteceu na realidade:

A muito tempo a deusa Hylia enfrentou uma entidade sombria e demoníaca, e para vencer, ela apelou concentrando todo seu poder em uma região, lançando a mesma aos céus e prendendo os seres malignos na terra.


Porém, pouco tempo depois, um guerreiro vindo do futuro apareceu com uma espada sagrada, junto com a deusa, reencarnada em uma humana também do futuro. A princesa foi sacrificada por um demônio e a alma da deusa deu vida ao ser sombrio uma vez mais, mas o herói o derrotou, e partiu com a princesa recuperada de volta para seu tempo.


O herói do tempo nunca mais foi visto, e a deusa também desapareceu, mas ele deixou pra trás a Espada Sagrada, para selar a criatura pra todo sempre. Entretanto, a criatura demoníaca deixou uma maldição sobre o jovem herói e sua princesa, uma maldição de perseguição eterna, uma maldição de sangue.


Então, quando um herói surgisse, ou uma princesa, como aqueles que vieram do futuro, o mau viria junto para desafia-los.

E é isso.

O que acompanhamos é o que se passou la no tempo desse herói, mas, esse tempo deixa de existir pois, a influencia dele no passado afetou o curso da sua própria história.

Ciente disso, incluir o Skyward na cronologia é complicado.

Ele está em muitos pontos ao mesmo tempo. O herói viaja para pontos diferentes do passado, tanto usando as Cronolitas (sempre que ele usa uma pedra do tempo, ele entra em um período diferente) quanto usando a Porta do Tempo. E, cada viagem cria paradoxos.

Porém, a história dele, se concluí no início de tudo, e o único vestígio disso é a Espada Mestra.

Por isso, mesmo ele tendo iniciado após praticamente todas as aventuras, ele se posiciona antes de todas elas, e cria o estopim para elas.

A Triforce, criadora de realidades, é totalmente reunida com suas outras partes, separadas ao longo das histórias. Depois de divida entre Realidades, Tempo e Espaço, as 3 peças se sintonizaram, sincronizaram e reuniram em uma só, em Skyward Sword.

E ai vem outro ponto curioso:

A Triforce Reunida

No inicio de Skyward, a Triforce não existia. Talvez diretamente influenciado pelo desejo em WW, ela disfarçou sua existência em outros elementos. Porém, conforme a princesa viaja e desperta pontos em comum nas realidades, a Triforce se revela pouco a pouco.

Primeiro ela aparece la no fundo, desenhada em paredes, desfocada, quase como se fosse um mero adorno. Ela não é citada, nem reconhecida como algo divino.



Porém, em dado momento (quando o herói busca pelas Chamas Sagradas) ela começa a aparecer, na mão dele.



Cada chama era uma Triforce, e elas vão se ligando ao herói pouco a pouco, mas elas ainda não são citadas.




Mesmo no caminho que ele faz nos Testes da Deusa, não há indícios da Triforce, porém, da pra notar os Triângulos na entrada de cada teste, onde a espada sempre é fincada.



Elas passam a ser mencionadas abertamente quando as 3 partes estão juntas, nesse momento um único desejo concedido por um dos fragmentos não supera os 3 juntos, e assim, sua existência pode ser revelada sem comprometer a realidade.



É ai que o herói é guiado para conecta-las pra valer.



Espiritualmente, ele coleta cada parte do artefato e trás para o mundo físico.



Essa etapa é um resumo do que o jogo em si é.



O herói entra em uma sala fora da realidade. É um templo especial, móvel, que precisa ser montado à vontade do jogador. Ele se constrói e conecta as salas, guiando o herói até a Triforce. Isso é a própria Triforce, deixando que o herói monte a rota para que ela encontre suas semelhantes.



Cada sala é uma projeção da jornada do herói, cada porta é um atalho na realidade para que as peças se encontrem de vez.



Quem permitiu que essa sala existisse, foi a Princesa Zelda, mas que a usou foi o Herói.



No fim, o item divino surge e é completamente revelado, sustentando a realidade até que tudo se conclua.



Apesar da Triforce estar combinada, e mantendo o universo gerado de pé, esse universo é reescrito. Ele mescla todas as linhas existentes, e tudo o que sobra, é a Triforce.



Talvez a única peça dessa realidade que se mantém intacta, é a Master Sword, mas só pelo fato dela ter sido deixada em uma outra linha do tempo.



Alias, no final do jogo, uma parte de Altarea cai, e volta para as terras baixas, para selar o mal. Isso ocorre somente no presente, linha do tempo essa que deixa de existir após o encerramento. Ou seja, as terras voadoras permanecem voando, mesmo em Breath of The Wild (provavelmente). 



A única parte que pode ser achada no mundo reajustado, é a parte que caiu, a Grande Estátua da Deusa, onde a Espada estava guardada antes de virar a Master Sword, e também, onde a Triforce foi depositada no futuro perdido.



Depois de ter sido reescrita, a realidade deixou a Triforce oculta uma vez mais, naquela que a reuniu: Zelda.

Mas, um dia, eu explico melhor.

Pontos de Convergência

A nível de curiosidade, eu posso dizer quais os momentos em que cada realidade se alinhou a Skyward Sword. Eis eles:

No inicio, tudo era neutro. Não havia conexão.

Assim que a princesa e o herói iniciam a jornada, eles acessam a realidade da Sabedoria. Zelda transmitia tal Triforce através das gerações, mantendo-a em suas herdeiras, por isso, no instante que a princesa suplica por ela, o que estava em seu sangue por direito se desperta.

O último momento de reza é justamente uma referência direta ao universo da Sabedoria. Eu não sei porque, mas eu acho que o Portal do Tempo, o primeiro que Zelda usa, fica no mesmo local do Espelho Sombrio visto em Twilight Princess (o Deserto). O designe do portal se abrindo também.



A segunda conexão é com a realidade da Força, por isso tudo passa a ter mais influências de Wind Waker e Minish Cap após a passagem pelo Vulcão.

Os elementos que vão surgindo desses universos são assimilados em tempo real, com objetos de Minish Cap aparecendo, e a Triforce se mantendo omitida ao máximo, apesar de começar a dar sinais de existência.

A última conexão é com a realidade da Coragem. Fica muito mais fácil de entender isso ao se notar, por exemplo, o símbolo dos 6 sábios escondidos logo na entrada do Templo do Tempo 2.0. E sim, esse templo surge em Skyward. É na verdade a configuração final do Templo da Prisão.




Da pra notar as semelhanças com Ocarina of Time, olhando por exemplo o Portal do Tempo, logo na frente de um pedestal, demarcado com os 3 símbolos dos dragões. É a mesma entrada pro Portal do Tempo la no Templo do Tempo, onde Link deposita justamente os 3 Símbolos para abri-lo.



Logo adiante, tem a Master Sword, fincada, justamente como visto no final de Skyward.

É nesse instante que as 3 realidades principais se conectam, perfeitamente, e a Triforce também.



Alias, a própria Zelda relata a ordem de junção da Triforce ao comparar a jornada do herói com os Testes da Triforce.

Zelda Breath of The Wild 
é 
Zelda Skyward Sword

Então, uma última teoria não fará mal em ser compartilhada: E se o Skyward Sword na verdade for o Breath of The Wild?




Acontece que, a história de Breath só existe pois a história de Skyward existiu, mas o Skyward deixou de existir pra isso.




Como repetido várias vezes, os universos se colapsaram em um único universo, e isso ocorre em Skyward. Mas o próprio universo de Skyward é substituído pelo que resulta dos demais, e isso gera o Breath of the Wild.

Pra ir ainda mais além nessa teoria, vale apontar coisas como Zelda, fazendo exatamente o mesmo percurso que fez em Skyward, mas em Breath.




Ela também reza em templos para despertar a deusa interior, e isso faz parte da história e de sua jornada. Curiosamente, os templos em que Zelda reza são os mesmos de Skyward, e são até um dos muitos easter eggs que existem la.




Mas, por ser um elemento diretamente ligado a campanha, esses templos deixam de ser meros easter eggs e se convertem em uma ligação entre ambos os jogos.

Seria Zelda de Skyward a mesma de Breath, mas reimaginada?

Link também, seria ele o mesmo?


É bem provável viu. Visto que a realidade foi reescrita, os personagens podem ter assumido novas versões de si mesmos, continuando existindo mas sem suas memórias da "vida anterior".

Também é possível que Zelda esteja apenas refazendo os passos de sua avó, e esta na verdade seja a Zelda original de Skyward, algo bem lógico afinal, ela cita algo assim no Breath. Link também, pode ser herdeiro do Link em Skyward, mas, fica estranho pois ele mesmo cita que seu pai não era um cavaleiro.

Bem, prefiro pensar que Botw é o SS, e que as informações do mundo já inexistente de Skyward permanecem guardadas apenas em um lugar: Na Master Sword.

O Céu


Então, voltando àquele fato das cidades das nuvens ainda existirem em Breath, bem... a possibilidade existe e tem uma boa explicação até.



Bem, quando se olha da cidade flutuante pra baixo, tudo que se vê é um mar de nuvens.




Mas, se olhamos da superfície pra cima, o céu é normal, azul, com nuvens sim (da até pra ver a sombra delas se movendo no chão) ou seja, é uma paisagem normal, sem o "mar de nuvens" cobrindo a visão.




Logo, mesmo a cidade existindo nessas condições, ela não pode ser vista voando, justamente pela magia que a protege.

Em Breath of The Wild, não é possível voar nem ascender aos céus (a menos que se use o bug do magnetismo). Ainda assim, há um momento em que uma criatura da terra vai para as nuvens e some. São os Dragões.

Em Breath, os Dragões que surgem justamente das nuvens, somem da mesma forma, atravessando portais nos céus.

Esses portais, formados por nuvens, provavelmente são as entradas para o mundo flutuante, e inclusive, há algo muito parecido em Skyward.

Existem apenas 3 passagens do mundo acima das nuvens para a superfície, são eles o caminho de Farore, Eldin e Lanayru. 3 Caminhos apontados por uma luz de cores respectivas aos dragões.

E é ai que rola uma mega conexão: Os dragões quem criaram as entradas para Skyloft.


Ou seja, sim, o mundo das nuvens permanece existindo em Breath, mas só os dragões passam por la, pois era exatamente assim que funciona em Skyward, mas, o herói de Skyward usa esses caminhos para acessar as terras baixas.

E... pronto.

Espero que tenha ficado, ao menos gostoso de se ler porque... claro acho que não ficou não.

Me esforcei pra explicar o Skyward mas, ele é bem tenso viu.

Ainda assim, foi bom escrever e espero que tenha valido a pena pra você a leitura.

Até... e see yah.

Alias... desculpe... esse mês eu postei pouco mas... talvez mês que vem saiam mais.

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10 Comentários

  1. Ótimo texto,sr. Morte,apesar de ter comprado ss quando lançado(queria muito a edição com controle dourado,pena que a minha só tinha o cd...)esse jogo foi o meu primeiro Zelda e também uma baita decepção,esperava mais. Não tem como não notar na sua análise que depois desse jogo houve um esforço da Nintendo de retomar o foco na experiência mais que na história, pois albw e botw são jogos que possuem boas histórias mas não se limitam a isso,sensação que ss deixou em mim. Que venham os próximos, obrigado por seu ótimo trabalho.

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    1. Obrigado sr.

      No meu caso, quando peguei esse Zelda pra jogar, na época, eu conhecia OoT e lutava pra tentar emular o Wind Waker, então eu fiquei muito impressionado com o gameplay. Era uma época mais simples, e eu tava conhecendo o Wii, era o lançamento do jogo, tinha acabado de ganha-lo, e poxa, eu fiquei felizão com o jogo.

      Confesso que a história que eu tinha entendido na época era outra. Eu tinha notado as falhas de roteiro mas, a complexidade da franquia já tava me figando.

      Não mudei as ideias principais acerca do game, mas nessa análise eu notei muita coisa que eu não tinha notado no passado.

      Mas, Breath foi épico. Eu to torcendo pro próximo Zelda original seja muito melhor.

      Bem, obrigado pela leitura sr Mario e, see yah.

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  2. Eu agradeço. Zelda nunca me interessou até ss,daí eu queria um jogo com gameplay épico e livre...daí minha insatisfação com a linearidade e foco na história de ss. Mas a Nintendo criou essa jogabilidade com o primeiro zelda e a mudança do Aonuma só engessou a série, trazendo jogos que poderiam ser muito melhores,de albw e botw a série parece voltar ao rumo certo.

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    1. Fato... percebe-se uma atmosfera diferente nos jogos mais recentes. Acho que, no final das contas, eu fui seduzido pela nostalgia.

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    2. Vou jogar o albw e confirmar se é tão bom assim,ou é só o hype que essa franquia causa nas pessoas...

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    3. Eu gostei muito dele, e olha que na época da análise joguei por emulador, e ele nem tava otimizado. Hoje roda suave. É um episódio deveras interessante.

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  3. Sim,tô na metade e tô achando ótimo. Depois do começo de office boy do Link o jogo deslancha e não dá vontade de parar...

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