AnáliseMorte: Half-Life 2. Entendendo e Explicando.

Finalmente, o tão aguardado Half-Life 2 chegou ao blog!

Half-Life²


Jogou e ficou sem entender alguma coisa (como o "final"), ou nunca jogou e ta curioso pelo fato de tanta gente falar e falar sobre HL? Pois é, eu também! Mas calma, eu entendi e vou explicar tudo logo a seguir, mas tem alguns poréns... 

Lembrando, tem spoiler, isso é um padrão do blog e das análisesmorte, e apesar de eu falar tudinho, é tudinho mesmo, com direito a inicio, meio e fim... quando tem fim...

Boa leitura!



Pois é, "Ter fim" é algo que ta me perseguindo ultimamente. O último jogo que analisei (Mega Man Legend) fez questão de terminar, sem terminar, deixando um "To Be Continued..." com um enredo totalmente em aberto e um monte de suspense... e adivinha o que acontece com HL2 no final?! Não tem "To Be Continued", mas também não tem conclusão nenhuma. Entretanto, porém, todavia, ele não fica exatamente inconcluído, na realidade ele simplesmente para. Sim, o jogo para... mas vamos por partes...



Half-Life é uma série de ficção científica que, normalmente, é repleta de tiroteios e teletransportes, com alienígenas pra todo lado e até zumbis (os aliens pulam na cabeça de geral e manipulam seus corpos). O protagonista é Gordon Freeman, um físico teórico que se converte em um soldado posudo, sem voz, sem rosto, no máximo tem mãos mostradas no gameplay. Mas existem jogos "DLC" que se encaixam entre o primeiro e o segundo HL, que trazem protagonistas diferentes (me recomendaram que eu jogasse eles antes de pular pro 2, mas ignorei e bem, teve consequências).

Apesar disso, esses protagonistas secundários são justamente, secundários, sem grande impacto na trama nem na história que realmente importa de HL.

Apenas 2 personagens são importantes, Gordon e o Gman (pois é, o nome é oficial afinal ta nos créditos do dublador). A maior dúvida que paira na mente de geral que joga HL é quem raios é Gman, o tiozinho de paletó azul e gravata com maleta que aparece o tempo inteiro, sempre na encolha, só observando.



Te digo o seguinte: Ele é só um contratador com grande poder executivo. Pois é, sem mistério, sem teorias mirabolantes de alguma entidade sobrenatural espacial, nah, tem nada disso não, na real ele é só um cara mesmo... mas vou explicar isso depois...

Jogabilidade

HL2 é um game de tiro em primeira pessoa, que se destaca por sua jogabilidade bem inovadora, utilizando uma engine nova, que veio a se tornar bem comum, principalmente para os jogos indies.



A mecânica em si é bem simples, porém bastante dinâmica e com uma física de encher os olhos. No controle de um homem sem corpo, podemos agora levantar tudo quanto é objeto, ou empurrar, ou quebrar, sempre com a habilidade psíquica de flutuar as coisas tudo. Eu to sendo sarcástico... é claro que a ideia é a interação com objetos de uma forma mais livre, mas convenhamos que a falta de um designe físico pro protagonista faz uma falta cabulosa.



Opinião minha, jamais curti fps justamente por esse detalhe. Na verdade há muitos jogos de Terror e Tiro que usam essa mesma engine, com direito a "itens flutuando", e eu sempre torci o nariz pra isso. É questão de gosto, mas isso me incomoda de forma que evito jogos assim. Alias ainda no primeiro HL isso era parte do gameplay e das minhas reclamações, mas no final das contas, tem quem curte jogo assim. Alias, graças a esse formato, a imersão é muito maior, e o jogador se sente dentro do game, afinal fica parecendo que o jogador é o personagem. O "Jump Scary" realizado em toneladas de jogos de terror é proporcionado graças a esse efeito. (Mas depois de jogar Resident Evil 7, que também usa um motor de interação "total", tiro e primeira pessoa, o terror funcionou da mesma forma pra mim, e nele tem o corpo do personagem, pés, mãos, tronco, só não tem rosto... mas é tudo questão de opinião).

Armas

Por se tratar de um jogo de tiro, o que mais tem são armas quentes, com aquele arsenal básico de munição limitada:

Pistolinha

A arma que eu sempre uso até o final dos joguinhos de tiro, pela precisão impecável e mira certeira, quando não há mal de parkinson (e em HL2 não há). Essa arma padrão é útil pra dar head-shots em todo mundo, e não importa a distância, se da pra ver, da pra matar.



Detalhe que apesar da munição limitada, e sem opção de upgrade nas armas, há cartuchos em tudo quanto é caixa, ao longo dos enormes caminhos exploráveis, então nunca falta bala, principalmente pra pistolinha marota do tiro na testa.

Magnum

Essa arma é tão forte que da recuo, e nem mesmo a 12 faz isso. Ela é uma pistola, que carrega uma bala que vem individualmente (no máximo 6 balas na arma) e tipo, ela mata com um único tiro, além de empurrar o azarado pra longe.



Apesar do enorme poder de fogo, ela é bem limitada pois tem disparos lentos, e a munição é encontrável, mas não tem em toda parte não.




Ainda assim ela é uma boa pedida, afinal mata num tiro só, sendo preciso apenas mirar na cabeça.

Balesta

Essa é uma arma de flechas, que é mais mortal que a Magnum! Ela não só mata com um tiro, independente de onde acertar, como também empurra e empala o mal afortunado na parede ou chão.



Essa arma é obtida la pra segunda metade do jogo, mas é mortal, e é uma opção maravilhosa pra assassinar geral. 



Detalhe que ela é a única arma que tem sistema de mira (ela aproxima mais a visão) e dependendo da situação, ela compensa mais que a própria Bazuca, o único problema é que ela tem munição escassa e difícil de achar, além de ser lenta (afinal só da pra equipar uma flecha por vez e tem toda a animação de puxar a corda do arco e travar).

Metralhadora

Eu não sei diferenciar mais o que é Rifle e o que é Metralhadora. Pra mim, toda arma que atira extremamente rápido é por definição uma metralhadora, mas depois de jogar com meu Rebellion em Ragnarok e fazer a análise de Tomb Raider, eu aprendi que o nome certo dessa arma é Rifle (e Rifles são armas de tiro voltado pra precisão e disparos rápidos). Mas ainda assim, isso é uma metranca, e serve pra atirar aleatoriamente no que tiver na sua frente.



Ela é uma arma com precisão mediana, e apesar de não causar recuo, o disparo é bagunçado e impreciso, principalmente se comparado as armas citadas anteriormente, mas ela é uma opção pras batalhas longas e contra hordas de inimigos. Se tem muito carinha pra levar bala, uma hora ou outra o tiro pega.



Ela também, ao longo do jogo, recebe uma munição secundária que explode quando acerta o alvo. É uma bala única, independente das Granadas, mas explode do mesmo jeito. O ruim, é que o limite de balas é minúsculo (3 por vez se não me engano) e no disparo normal, ela consome bala rápido de mais e é fácil ficar sem munição... o bom é que a maioria dos inimigos utiliza essa arma, e eles deixam cartuchos no chão quando morrem, o que significa que munição nunca faz falta.

Espingarda 12

Jogo de tiro sem a 12 num é jogo de tiro! Essa é aquela clássica arma de tiro à queima-roupa, que faz um estrago de perto e é uma vergonha à distância. Porém aqui ela funciona até que bem à uma distancia acima do normal, sendo preciso apenas, mirar na cachola.



Ela mata com um tiro só, se pegar bem na testa, mesmo se tiver de longe, e é a melhor arma pra massacres. Ela não tem tiro secundário, mas também não causa recuo (normalmente armas de calibre pesado são lentas e, pesadas, e seus disparos são imprecisos por causa do bendito recuo, mas em HL isso é diferente).

Bazuca

Essa arma é lenta, aguenta só 3 munições (e olha que isso é muito, na franquia RE num aguenta mais de uma) e não é tão mortal quanto poderia ser, apesar de ser explosiva e tal...



Ela é obtida de um membro da resistência que estava testando esse armamento novo, e da pra Gordon estrear na primeira luta contra Naves.



Observação: O cara que deu a bazuca teve contato direto com o Gman, não que ele seja especial nem nada, mas é suspeito. Ele tem uma cara estranha também...



É uma arma lenta, tanto pra disparo quanto pra recarregar, mas é uma arma essencial nas lutas contra os chefões... tipo os Tripodes... meu deus tem os Tripodes! Eu vou falar dos monstros tudo depois, mas eu joguei HL2 pra ver esses bichos... e eles só morrem na bazucada. Enfim, algo legal da bazuca é que ela lança um tipo de míssil tele-guiado, ou guiado por calor, é mais ou menos isso: Você mira, atira, e pra onde o laser vermelho apontar o míssil vai. Da pra ficar dançando no ar com ele, indo pra frente, pra traz, cima, baixo, dar piruetas, e ele só explode quando colide com algo.



Porém, a explosão é bem pequena, mesmo nível de uma granada, e eu percebi essa fraqueza num momento onde o poder de fogo faria uma enorme diferença, numa das batalhas finais, em que a bazuca me deixou na mão. Ela é limitada pela munição difícil de achar, e de armazenar, mas quando ela é extremamente importante e indispensável, há caixas com munição infinita, e acredite, ainda assim, ela não é tão forte quanto promete. Mó decepção.



Granada

Ela explode, da pra jogar longe, da pra jogar perto, a explosão mata tudo, inclusive o protagonista e qualquer aliado que seja imbecil o suficiente pra ficar em cima dela... e a maioria faz isso.



Como toda granada que se prese, ela cumpre o que promete e realmente detona legal, mas a explosão não é muito extensa. Mas, como eu disse, ela explode e isso que importa.

Tirando essas armas, que são no padrão humano, há algumas armas especiais alienígenas e/ou tecnologicamente avançadas...

Metralhadora de Energia

Essa arma é como a metralhadora, só que a munição é mais letal, ao mesmo tempo que mais atrapalhada. Ela se espalha de mais, e é muito difícil acertar de longe, o que é bom e ruim ao mesmo tempo: Boa parte dos inimigos usa dessa arma, mas eles erram muito, então é bom.



Eles deixam munição pacas pra ela, mas usa-la contra eles é igualmente decepcionante, e rola muito tiro, muito barulho, e pouco massacre. O único que sofre é o cenário, que fica todo esburacado, a menos que se chegue perto e meta bala.



Apesar de ser uma arma de "energia", ela não é auto-suficiente, afinal ela usa munição como qualquer arma de fogo.



Tem um tiro secundário em que ela lança uma Esfera de Energia que ricocheteia e pulveriza todos os carinhas maus que ela toca, mas ela é ainda mais limitada que os tiros explosivos da metralhadora, e são apenas 2 tiros, sem cartucho (ao gastar, só renova se achar mais cápsulas de energia).

Coração de Inseto Rainha

Então, eu não sei se isso é de fato o coração, na verdade é descrito como "Glândula de Feromônios" mas, parece um coração bem borrachudo, faz até um barulhinho esganiçado de borracha quando apertado, ele expele um fedorzinho que atrai insetos gigantes pra matarem todo mundo.



Até certa parte do jogo, os Insetos Gigantes são um dos tipos de exércitos que tentam te matar, mas na segunda metade da jogatina, eles viram aliados involuntários, que obedecem seus instintos naturais e atacam pra proteger a rainha, ou pelo menos o que sobrou dela.



Detalhe que, há outras rainhas, e elas são imunes ao feromônio, então elas fazem questão de atacar, sozinhas, pois o exército de insetos fica inutilizado nesses momentos (exceto na primeira luta contra a primeira rainha, onde ela usa capangas a rodo).



Essa "arma" é bem interessante pra invocar os bicho tudo, e ela é "infinita", sem ter munição nem prazo de validade. Entretanto, ela é limitada pelo espaço onde é usada. Os insetos só podem ser invocados se tiver areia por perto ou algum buraco com areia específico.



Entretanto, ele não é totalmente inutilizado na ausência de insetos, pois ele pode ser arremessado em inimigos pra deixa-los "atordoados" pelo fedor. Alias, o coração quando jogado reaparece na mão de Gordon normalmente, quase como se fosse um bumerangue, sem a animação de um.

Pé de Cabra

E a nossa primeira e mais versátil arma é o Pé de Cabra. 



Aquela ferramenta mortal que Gordon usa pra espancar pessoas, ets e caixas, ela ta de volta, é a primeira arma alias, mas ela logo perde a importância pra segunda arma mais top que Gordon já obteve na vida, mas pra não desmerecer o pé de cabra, preciso dizer que é a mesma ferramenta que Gordon usou em Black Mesa, e ela ainda quebra tudo que é uma beleza.

Arma Anti-Gravitacional

E por fim temos a arma top, um canhão de energia anti-gravitacional que puxa e empurra coisas.


Acredite, essa arma que faz o jogo brilhar. Ela flutua as coisas tudo, e é importante pra empilhar caixas e improvisar escadas, além de empurrar/eletrocutar objetos e até alguns inimigos.



Ela tem um limite de alcance mediano, e também não consegue levantar nada que não seja humanamente possível...




Até a parte final no jogo onde ela é turbinada por um erro na matrix... 



E detona a física, virando uma arma desintegradora anti-gravitacional que mata criaturas ao puxar, e desintegra ao atirar...



Além de ter um aumento enorme no alcance, e permitir que se levante qualquer coisa, independente do peso, incluindo corpos humanos que podem ser usados como escudos, ou seja, resumidamente, ela vira a coisa mais mortal e implacável já vista na face da terra.



De quebra ela também se torna capaz de extrair e concentrar esferas de energia que ricocheteiam, igual a metralhadora de energia, porém ela tem munição externa (depende de esferas em geradores pelo cenário, o que as vezes é ilimitado e tem umas cachoeiras de energia)



Essa "arma" não foi projetada para fins letais, mas acabou se convertendo na coisa mais letal que Gordon já pegou, e tipo, ela é única e exclusiva, tanto que os vilões chegam a por as mãos nela, e ignoram-na.

Quem criou essa coisa foram alguns aliados de Gordon que, passaram a desenvolver uma série de aparatos tecnológicos com auxilio alienígena, juntos inclusive dos próprios alienígenas. Eu vou falar melhor dos carinhas secundários depois, mas continuando...

Da pra usar duas armas em slot rápido (apertando Q troca entre duas armas pré-selecionadas), mas da pra trocar entre elas só apertando de 1 a 5, selecionando e clicando pra atirar (com o mouse). Porém, o jogo parece não se decidir nesse sentido...



As armas inicialmente apareciam no centro da tela em um menu suspenso e circular, daí sai do jogo e no dia seguinte quando voltei, elas estavam num menu suspenso retangular e superior, com as armas enumeradas e organizadas de forma bem diferente.



Eu até achava ruim o menu circular pois era difícil de configurar o slot rápido, mas depois de me acostumar ao padrão do retangular, foi só sair do jogo e voltar no dia seguinte que a ordem das armas havia mudado completamente. 

Isso me deixou muito confuso, não sei se ocorreu por eu ter deixado o controle usb de Xbox e o de Ps2 ligados ao PC, ou se é apenas uma maluquice do jogo, mas aconteceu... e bem, é isso.

Movimentação

Gordon anda, corre, pula, agacha, nada e pula agachado.

São os mesmos movimentos do primeiro HL, o que tem de novo é o fato dele poder interagir com tudo, levantando com sua mão invisível (ou fazendo flutuar com seus poderes psíquicos, vai da imaginação do jogador).



Também da pra subir e descer escadas, de jeito ninja. Mesmo com objetos nas duas mãos (ele desequipa as armas pra poder carregar coisas então supõem-se que ele usa as duas mãos... invisíveis) da pra subir, e extremamente rápido, e também da pra descer, de costas e completamente na vertical. Pois é... ninjas.



Além disso, ele ta sem sua armadura no início de tudo, mas recupera ela com os benefícios originais (aquele hiper pulo não volta =/).




E o sistema de Energia Vital paralela a Energia da Armadura ainda é válido. 



Alias, durante o jogo inteiro é 100 / 100, mas no final, a armadura expande o limite pra 200, e fica 100 / 200. Ao sofrer dano, a prioridade vai pra armadura e depois pra energia vital. Há situações em que a armadura não protege, se não me engano em caso de afogamento, mas de resto é tudo igual.

Tem também uma barra de estamina, energia da lanterna e fôlego. Sim, é uma barra pra definir as 3 coisas, calculadas individualmente. Se você correr com a lanterna acesa, a barra de Estamina apontará a energia da corrida, e quando parar apontará a energia da lanterna. Uma sobrepõe a outra, e tudo isso só serve pra delimitar o jogo e os movimentos, no final é só parar, respirar e correr de novo;



Desligar, ficar no escurinho alguns segundos e ligar a lanterna outra vez;



E subir, ficar pulando acima da água (ou afunda) pra respirar um cadinho e voltar a mergulhar de boa.



Alias, não há inimigos na água (mas alguns voadores conseguem mergulhar) e da pra atirar e atacar normalmente, mesmo submerso.



E de resto, é só isso. O jogo é composto por cenários muito detalhados, com caixas espalhadas, uma variedade impressionante de objetos pra interagir, levantar, empurrar, explodir, e é até divertido, só fica faltando o designe do personagem mesmo, eu que sou reclamão de mais.

Dotado de tais movimentos e equipamentos, cabe ao jogador administrar a energia de Gordon e munição, preservar sua vida e eliminar tudo que se mover e for hostil. Há momentos de pseudo-puzzle, onde é preciso usar algo do cenário pra chegar à algum ponto do cenário, ou buscar alguma rota alternativa ou descobrir formas de fazer o jogo prosseguir, mas nada complexo de mais.



Teve um momento, numa parte com um carro que eu fiquei travado pois não havia forma de fazer o carro passar pelo portão. Eu acho que bugou na hora, então eu simplesmente explodi tudo e fiz o carro passar por cima mesmo, empurrando ele feito louco. 




Deu certo... alias tem isso também...

Veículos

Existem 3 veículos memoráveis, dois deles são controláveis, e o outro é automático. Sem contar o bondinho da Black Mesa, aquele mesmo do primeiro jogo, tem um carro anfíbio, um carro de rally e uma jaula ambulante.



Não há segredo com eles, o Carro Anfíbio é um barco na verdade, que anda pela terra normalmente, e é usado em uma parte do jogo pra passar por lagos tóxicos. É um momento de pura adrenalina, pois há um monte de inimigos no caminho, mas no fim, o negócio cumpre seu papel e fim, não aparece mais.



Inicialmente ele não tem nenhuma arma, mas na metade da parte em que ele é utilizado, um alien implementa uma arma laser com munição ilimitada, mas disparos máximos (da pra atirar loucamente, mas é preciso esperar a energia voltar pra atirar de novo quando os 100 pontos acabam).

O Carro de Rally, um jipe, só funciona na terra e é usado pra uma outra parte em que Gordon precisa passar por estradas. Ele é constantemente bloqueado por barricadas na estrada, ou portões de energia, que exigem que Gordon saia, os abra ou destrua, e volte pra continuar a corrida.



Ele já conta com uma arma logo de inicio, que não faz diferente do anfíbio, porém é ilimitado de verdade, não precisando parar pra recuperar a energia nem nada.



Quando eu peguei ele pela primeira vez, já deu tudo errado e o carro caiu de cabeça pra baixo. Os rebeldes usam um guindaste magnético pra por o Carro da base deles nas areias infestadas de insetos mutantes, mas pro meu azar o meu caiu de cabeça pra baixo e tive de virar à força, dando tiros de energia com o Anti-Gravitacional (não da pra levantar ele pois é muito pesado)


A Prisão Ambulante conta como veículo pois transporta Gordon de certa forma. 



Ele é obrigado a entrar num tipo de casulo pra perambular por uma fábrica no fim do jogo, e com isso ele fica totalmente vulnerável e praticamente imóvel, só podendo mover a cabeça pra visualizar a paisagem.


Além disso tudo, há armas de inimigos que fazem parte do cenário e podem ser usadas em prol de Gordon, depois que os inimigos são derrotados.



E eu acho que falei de tudo, não faltou nada em sentido de gameplay... então bora pra história? Depois dos personagens é claro... acho que da pra adiantar muita coisa logo na parte dos personagens... enfim, bora la!

Personagens

Gordon Freeman

O cara que eu jurava, jurava que apareceria em algum reflexo ou algo do tipo, pra finalmente ter certeza que ele é o mesmo cara que ta na capa do jogo, mas não, ele não aparece. Mesmo com o salto estupendo que o jogo deu em gráficos, Gordon continua sendo um personagem sem existência física... mas eu acho que isso faz parte do enredo, também!

Pra não dizer que o jogo não mostra nada que evidencie a aparência de Gordon, há uma moldura com foto, onde vários cientistas, incluindo o cara barbudo de óculos que seria Gordon Freeman, aparecem. É curioso, mas não prova que ele realmente é ele... mas repito, creio que a ausência de um "eu físico" faz parte total do enredo.



Na análise anterior eu tive um breve devaneio sobre o significado de "Half-Life", buscando uma explicação nos meios físicos (afinal o protagonista é um físico) mas, creio que a explicação é bem mais simples que isso, ou provavelmente engloba ambos os significados: Creio que o título se refira a existência de Gordon Freeman.

Sim, Gordon não existiria, pelo menos não exatamente da forma como ele é mostrado. Tudo isso, toda a história tanto do primeiro jogo, quanto do segundo, seria uma realidade virtual aumentada, e o Gordon que controlamos é apenas um avatar, um personagem do verdadeiro Gordon Freeman, sendo estudado ao longo de suas proezas.

Há vários indícios disso, e Gman faz parte de alguns deles, mas ignorando ele por enquanto (vou falar muito dele daqui a pouco) vou citar alguns dos outros indícios que me levaram a tamanha blasfêmia... (tecnicamente eu disse que Half-Life é uma mentira, mas calma, eu vou explicar tudo):

Game Overs?!

Gordon Freeman pode morrer, e é claro que a morte não faz parte do jogo, nem do enredo, pelo menos não da metade dele. Sim, Gordon realmente morre em alguns momentos e isso faz parte do enredo, parcialmente. Mas, ele não morre de fato, em sua história ele é completamente eficaz... mas bora explicar onde quero chegar...



Existem dois tipos de Game Overs, o normal e comum é o da tela vermelha com retorno pro último check-point. O jogo vai se salvando automaticamente conforme se avança e também, da pra salvar rapidamente em qualquer momento (vários FPS fazem isso, pra facilitar o jogo). Ao morrer, a tela fica vermelha, escuta-se uma máquina cardíaca apitando e fim, Gordon reaparece normalmente no último check point. Até ai, nada de mais, é tudo como um jogo qualquer.

Porém, há 3 game overs bem específicos que ocorrem de forma muito incomum: É anunciado Falha de Missão, e falecimento de Gordon Freeman.



Onde isso se torna incomum? Bem, as situações são específicas e restritas de mais, e não faz o menor sentido, tanto o anuncio, quanto a aplicação dele. Se durante o jogo inteiro da game over de telinha vermelha ao morrer, qual a necessidade de apontar a razão da morte?

Vou citar os 3 momentos, e apesar de 2 deles até serem "plausíveis", um simplesmente desconsidera qualquer plausibilidade e estapeia o jogador com a verdade, verdade essa despercebida por muitos:

Ao se jogar o Carro de Rally no oceano, ocorre a morte não apenas por afogamento, mas por piranhas (é um tipo de criatura, depois falo dela), mas só pelo carro ter afundado, rola o anuncio: "Sujeito: Freeman; Situação: Mortinho da silva; Motivo: Falhou em Preservar Recursos da Missão"


Plausível, esse anuncio serviria pra justificar uma morte repentina e sem qualquer objeto letal por perto, caso o carro fosse descartado, já que ele é de fato essencial pra jogatina. Repito, "Jogatina". O momento do carro de Rally não é uma Missão, na verdade Gordon esta apenas indo para um acampamento em busca de suporte, não foi lhe dado qualquer missão, mas os dizeres deixam claro que ele falhou na missão.



Detalhe, eu inutilizei o carro de outras formas, coloquei entre vigas, travei dentro de um contender e ficou impossível de resgatar, e essa mensagem não surgiu, e eu precisei recarregar o jogo a partir de um check point anterior.



Mas na água, e em alguns penhascos, surgia. Isso ocorreu de forma tão repentina que eu juro, achei que tava jogando outro jogo. Eu tenho instalado as DLCs de HL e HL2, e achei que tinha iniciado uma sem querer, mas não, era o HL2 mesmo, e já tinha passado da metade do jogo, e da-lhe mensagem incomum. Mas tinha mais duas pra vir...

A segunda mensagem é a seguinte: "Sujeito: Freeman; Situação: Faleceu; Motivo: Demonstração Excessiva de Pouco Julgamento". Essa mensagem ocorre quando Gordon pula de um penhasco específico, em uma praia específica. Detalhe, em qualquer queda muito alta, Gordon morre normalmente, telinha vermelha e respawn.



Mas só nessa praia, nesse ponto (da foto), surge a tal mensagem. Eu pulei nele justamente por curiosidade... eu queria muito achar o Gman em todas suas aparições, sem guia nenhum, e tava fuçando tudo quanto é canto, daí vi a praia, achei bonita de mais pra ser inacessível, mas no final ela realmente era, mas o que me chamou muito mais a atenção foi a mensagem. Por que notificar a morte por uma queda num penhasco, se durante o jogo inteiro, qualquer queda mortal gerava telinha vermelha e pronto?



Alias, nem da pra justificar o aviso por uma queda "muito baixa" pois existem vários pontos no jogo, que são inacessíveis e causam morte instantânea, mesmo estando em um local de altura não-letal. Tipo no chefe final, você não pode voltar no cenário e nem pular em plataformas inferiores depois de já ter subido, mas pulando de volta, mesmo sendo pulos pequenos, rola telinha vermelha, sem nenhum anuncio de missão falha. Mas dessa vez novamente, rola um anúncio específico pra uma situação desnecessária.

Por fim, há uma mensagem na luta final, contra o chefão. Ela tem "tempo", então quando o tempo termina, surge essa mensagem: "Sujeito: Freeman; Situação: Morreu; Motivo: Falhou em preservar o Tempo da Missão." Olha a "missão" ai de novo.



Detalhe, esse aviso é parcialmente plausível pra explicar a morte repentina ao permitir que o chefão fuja, porém, isso perde todo o sentido quando o final ocorre, e tudo explode. Sim, tudo explode, e não rola mensagem de game over, na verdade rola o encerramento que é bem curioso, mas ao deixar o chefe fugir (a luta final não é bem uma batalha física em seus últimos momentos, é apenas uma luta contra um reator, na verdade a destruição dele antes do chefão chegar a um portal), rola a mensagem de falha de missão.

Por que não explodir tudo e dá tela vermelha? Por que não jogar logo a tela vermelha sem motivo mesmo? Talvez pra não deixar dúvida da razão da morte, mas então qual o motivo pra inserir essas 3 mensagens em momentos tão específicos, e pior, por que usar "Missão"?

Pois é, você entenderá melhor quando eu contar a história (se já não conhece a história) mas em momento algum é dada uma missão pra Gordon. Seu uniforme também não tem nenhum tipo de informativo visual padrão em casos específicos. O uniforme relata todos os defeitos e problemas através de áudio, mencionando o que ocorreu e dizendo a razão do dano.

Há todo um trabalho pra deixar esses detalhes minuciosamente explicados, mas por alguma razão apenas inseriram, 3 mensagens extremamente específicas, que não casam com o jogo. Repito que a história do jogo não é uma missão, nem é composta por missões. Não são tarefas específicas e delimitadas pro cientista fazer, não há nenhuma "ordem", e tudo o que Gordon faz, é por opção. O conceito de "missão" se aplicaria caso Gordon estivesse à trabalho oficial, e a primeira vista não é esse o caso, mas na verdade, é sim.

Gordon Freeman ainda não foi efetivado na Black Mesa, e seu entrevistador ainda o está testando, estudando suas decisões e ações, observando ao longe. Gordon está, provavelmente, em uma cadeira, numa sala escura, com um óculos de Realidade Virtual, algum dispositivo neural, máquinas de controle cardíaco e alimentício para situações de coma, e sendo estudado pelos seus reais empregadores, talvez até mesmo da Black Mesa, a verdadeira Black Mesa, e até concorrentes.

Sim, o jogo, é de fato um jogo, ou melhor, um simulador de realidade, que o próprio jogador desconhece. Pra Gordon aquela é de fato sua vida, que na realidade é apenas uma meia-vida. Entendeu? "Half-Life".

Por essa razão sua aparência física é inegavelmente desconhecida. Por essa razão seus braços, pernas, tronco são "fantasmas". Pra mente dele, faz sentido, mas no mundo real não. Sem contar que, constantemente ele passa por "saltos temporais", sendo reintroduzido a realidades que ele mesmo desconhece. Essa teoria que bolei, essa interpretação, pode ser bem forçada, meio viajada num "Matrix" ou "Sword Art Online" mas, acredite, tudo fica muito mais crível a seguir...

Gman

Carinha misterioso bem vestido, engravatado e de maleta, eis o Observador, ou Gman (ainda não aceito esse nome pois não vejo sentido mas, beleza, vou usa-lo agora). Esse cara é invulnerável, aparentemente onipresente, aparentemente onipotente, consegue manipular o tempo, consegue manipular o espaço, e tem um profundo interesse em contratar Gordon Freeman. Ele não tem nome, ele nem se apresenta de fato, sendo um modesto e poderoso ser misterioso.



Essa é a descrição de Gman, e na boa, eu te pergunto: Por que uma entidade divina e tão poderosa assim teria intenso e constante interesse em observar e testar as capacidades físicas de um cientista? E pior, qual o sentido nele declarar seu interesse profissional no candidato, sendo que ele nem menciona seus empregadores?

Pois é, por que uma entidade assim desejaria contratar um humano com desvio de função, quando fica evidente que há outros bem mais capazes e eficientes que ele?! Alias pra que raios ele "contrataria" alguém? A realidade das divindades exige candidatos excepcionais, com currículos mirabolantes, e utilizam um sistema nitidamente profissional, com uma grade hierárquica pra se organizar? Tipo, os anjos são os estagiários, os santos são tipo os operadores de telemarkenting, os deuses são os diferentes secretários, e Deus é o diretor majoritário... Seria essa a grande explicação cósmica de Half-Life???


Nop, só é um cara que utiliza meios no mínimo peculiares para suas entrevistas, e busca sempre a nata dos seus entrevistados, com a promessa de levar somente o melhor para as empresas contratantes. Ele utiliza realidade virtual e imersão total, e gerencia isso tudo, as vezes sendo visualizado por pequenas falhas no sistema ou erros mesmo.

Gman pode ser visto várias vezes, ao longe, só de olho, e ele sai andando como se não quisesse nada. No jogo anterior eu vi ele algumas vezes, registrei por fotos, mas cheguei até a registrar em vídeo um momento ninja em que consegui, através de meios normais, alcançar e espancar o Gman, que é totalmente invulnerável, usei tudo quanto é golpe e quem morreu fui eu. Dessa vez eu também registrei suas aparições em fotos, mas fiz ainda melhor, em uma caçada por Gman, registrei em vídeo todos os encontros, e segue o vídeo abaixo...



Ele aparece outras vezes além dessas, mas eu nem notei, não enquanto jogava, mas a câmera captou!

Nesses encontros, Gman não interage com Gordon, exceto no começo e no fim da sua aventura, ou melhor, da missão. É Gman quem abre o jogo, e também quem finaliza. Alias, a história toda parte do final do primeiro jogo. Lembra de Gordon recebendo a proposta de emprego, em que ao recusar ele era levado pra uma horda de inimigos, mas aceitando ele entrava num portal no bondinho/trem/ônibus da Black Mesa? Então, é nesse ônibus que tudo começa, com Gordon sendo literalmente acordado por Gman, tendo suas memórias mostradas ao fundo e no fim, acordando dentro do vagão, mas não era pra Black Mesa, ele tava indo pra Cidade 17.



Agora, quer ver algo muito curioso? Dentro desse vagão tem mais 2 caras, só isso, e os dois respondem à interação. Enquanto eu buscava formas de ativar as legendas, falei várias e várias vezes com ambos até que notei a frase de um deles: "Eu não vi você entrando no vagão...".



Tipo, lógica? Gordon simplesmente brotou ali, décadas depois dos eventos em Black Mesa. Detalhe que ainda assim, não há o menor espanto, na verdade é até comum brotarem pessoas assim do nada. Mas as coisas ficam bem mais interessantes conforme a história prossegue.

Bem, no final de tudo, que irei explicar depois, Gman para o tempo, anda no meio do nada, enquanto passa do invisível ao transparente e por fim, nítido, enquanto todo o cenário deixa de existir, assumindo aquele clássico tema escuro com luzes estelares, e ai rola o diálogo todo enigmático dele, onde no fim, ele abre uma porta no meio da escuridão, sai, fecha... e sobem os créditos.



O que ele diz no meio de suas estranhas palavras? Simples: "Interessante mister Freeman, o tempo que levou para lidar e portar com a situação foi bem incomum e impressionante. Tenho algumas novas propostas de empregadores pra avaliar por você, mas logo entro em contato."



Sabe aquela entrevista de emprego em que o cara diz que vai te ligar? Freeman acabou de passar por isso. Sem zoera, apenas pense que, é uma entrevista top de linha em que o entrevistado é avaliado por suas decisões, em meio a testes físicos psicológicos. Tudo fica claro se você apenas pensar que o forte de Gordon está em seu gênio, em sua mente, mas o que vemos o tempo inteiro são demonstrações físicas e épicas de poder. Na verdade, o programa ao qual ele foi submetido avalia suas ações físicas à situações de calamidade. No primeiro jogo, ou simulador, ele teria de evitar uma guerra. Aqui, ele participa de uma.

Bora pros outros personagens que só o Gman e o Gordon já arrastaram vários parágrafos, mas irei retoma-los constantemente, afinal os demais personagens apenas reforçam essa linha interpretativa que apresentei. Se você ainda não se convenceu, nem grila que até o final, terei expandido sua mente.

Soldado Barney

Lembra dele? Na análise do primeiro HL, ele era um dentre as dezenas de guardas com o mesmo rosto! Pois é, ele era um deles, eu não faço ideia de qual, e jurava que todo mundo tinha morrido. Claro que, não foi o caso do Barney que se destacou e fugiu de Black Mesa. Detalhe: Uma das DLCs do primeiro HL mostra sua jornada.



Agora entende porque eu disse que não ter jogado as dlc's teria uma grave consequência? Pois é, olha ela ai. Logo de cara o primeiro contato que se tem é Barney, que salva Gordon e o tira da Cidadela, onde ele estava preso, como um dos muitos moradores/penitenciários.



Barney se disfarça como um dos vários soldados e realiza seu resgate, e sabe o que eu pensei quando ele revelou sua identidade? O seguinte: "Meu deus! É um daqueles carinhas que eu nem sabia diferenciar! A cara é a mesma dos guardas! Meu deus será que os outros também são iguais a ele?".



Eu nem sabia quem ele era, provavelmente se tivesse jogado a dlc dele eu teria pensado "Caramba, olha ele aqui!" mas, eu vacilei... Se bem que não é um erro totalmente meu, mas do jogo mesmo, afinal se fosse importante eles não dariam a mesma cara pra todo mundo. Detalhe esse que eu previ inclusive, e coloquei os personagens tudo na análise anterior.



Mas, Barney não é o único personagem do primeiro jogo que volta a aparecer... tem mais... falarei depois mas antes deixe-me concluir as indagações sobre esse clone: Ele aparece liderando uma rebelião, numa guerra civil na própria cidadela, e é o único personagem que não morre nesses momentos.



Alias nesses eventos Gordon pode liderar exércitos de até 4 pessoas, ou 4 curandeiros (a cada pessoa além de 4 nasce um curandeiro que substitui uma delas... sim, é isso que você leu, pessoas são substituídas por melhores dependendo de quantidade! 



Nem preciso dizer que rola clonagem aqui também, e sim, eu vou citar todo mundo que eu lembrar, mas voltando...) e Barney é o único que não pode ser morto, inclusive pra uns lasers que vem do céu e pulverizam meio mundo... ele aguenta.



Acredito que Barney seja uma das AI's produzidas para o simulador, com base no verdadeiro Barney, que existiu ou ainda existe, sendo ele um dos sobreviventes do evento real que provocou a grande guerra Alienígena... falarei mais disso daqui a pouco.

Como é Barney que devolve o Pé de Cabra pra Gordon, provavelmente ele a utilizou na DLC ou obteve de alguma forma.



Mas é bem estranho tanto a armadura dele, quanto a arma original, terem sido devolvidas pelos rebeldes... afinal após os eventos da Black Mesa Gordon teria sumido por anos, e se me lembro bem ele estava tanto com a armadura, quanto o pé de cabra. Enfim, gosto de pensar que foram adições do simulador.

Os Outros Carinhas

Sobre Gordon liderar, ele é visto e tido por todos como uma lenda militar, um salvador e libertador, o todo poderoso messias, O Homem Livre (sacou, "Free Man"), quase com tantos títulos quanto a mãe dos dragões de Game of Thrones. E o que ele fez? Evitou uma guerra entre planetas ao acidentalmente ter sido teletransportado entre os mundos e causado, pasme, a guerra entre planetas. 



Sabe aquele alien gordão que ele matou? Era um tipo de ditador de seu planeta, e aqueles caras alienígenas que soltavam raios com as mãos passaram a lutar ao lado da humanidade, depois dos feitos triunfantes do quebrador de correntes tio Gordon.



O cara ficou tão famoso que a galera se mata por ele, sem zoera, todo mundo que aparece se sacrifica pra que Gordon prossiga, e isso vem logo no inicio do jogo mesmo. Imagina minha cara de taxo ao começar o game e ver que:

1 - O mundo virou uma utopia com um cara ditador forçando todos os abrigados a viverem como prisioneiros de suas próprias casas.

B - Os aliens do mal no passado, se juntaram pra sofrer ao lado desses mesmos carinhas (que são humanos alias) numa nova ditadura (síndrome de Estocolmo... isso conta?).

III - Até aquela lula comedora de cérebros passou a ser domesticada (sério, um dos cientistas trata uma delas como um gatinho) mas elas permanecem sendo, em sua maioria, violentas, agressivas, e comedoras de cérebros zumbificadoras.

4) Todo mundo paga um pal e se joga no chão para Gordon Freeman passar por poças sem se molhar.



Tipo, eu fiquei completamente perdido, totalmente perplexo e desorientado, tentando entender o que raios estava acontecendo. Logo no começo, depois que Gordon é libertado por esse carinha legal, todas as pessoas que aparecem pulam na frente dos guardas, seguram portas com seus próprios corpos e literalmente pulam na frente de balas pra salvar Gordon, e mantê-lo em seu curso. 



Deus, em nem sabia diferenciar as pessoas e elas tavam se matando por mim! É tipo, algo muito ruim pra se sentir. Tanta gente morta, e elas não tinham o menor significado pro cara. 



Isso continua por todo o jogo, e no fim, quando Gordon retorna pra essa mesma cidade, em plena guerra civil, todos, inclusive Barney, se matam no lugar de Gordon (Barney não morre, mas faz alguns sacrifícios). Tiveram momentos que eu falei em voz alta (Gordon não tem voz alias) "Não moça, faz isso não, meu HP ta cheio... se vai morr... ai falei." ou "Poxa meu, não precisa me curar não, ele precisa mais qu... deixa ele morreu", ou então "Para de morrer gente, eu consigo me virar, segue eu não". 

Sério, cheguei a suplicar para que essa galera ficasse pra trás pois eu fiquei com pena de todo mundo morrendo. Eu fiquei horas tentando salvar todo mundo, de verdade, e eu sou daquele tipo de jogador que quer que o mundo se exploda, mas meu, deu pena de mais... alias tem algo da jogabilidade que não citei.



Nas horas que a galera vai se aliando e te seguindo, da pra dar 1 comando ao apertar o "C" (joguei em teclado) onde a galerinha fica onde você apontar e da cobertura. Eu juro que tentei deixar todos em pontos seguros pra não serem alvejados, mas no fim, todo mundo sempre morria, pra salvar Gordon.



Alias, eu só parei de me importar quando vi que eles eram, literalmente, iguais aos Insetos, com respawn constante (isso já durante os auges da guerra) e tipo, o jogo nem se preocupava em manter suas aparências. Eu não joguei tudo de uma vez, joguei um pouco a cada dia, mas a primeira coisa que percebi foi a inconstância dos personagens aliados. Ao recarregar um save, o rosto e até o sexo da galera mudava!



Isso quando eles simplesmente não vaporizavam. Chegou uma hora em que eu tava com 4 carinhas com o símbolo + (significava que eu tinha achado 8 seguidores que se fundiram virando 4 curandeiros) e tipo, do nada, ao passar por uma porta, deu Loading e 2 deles sumiram. Mais pra frente 1 sumiu, e depois apareceram mais 3, sabe-se la de onde. 



Alias, outra coisa que não mencionei são os loadings relativamente demorados (de 7 a 15 segundos) de um trecho pro outro. Isso é bem chato, mas da pra aguentar... só mencionei porque lembrei agora.

Eu adoraria poder citar todos eles mas, se o jogo nem se preocupou em manter seus rostos ou personagens, é porque não é importante, nem pretendiam que fosse. Tirando o Barney é claro, o resto fica como resto... eu espero.

Dr. Eli
Doutor Negro com Uma Perna

Então, sabe o outro personagem que tava no primeiro HL, e voltou com um enorme aumento de responsabilidade e importância? Pois é, esse cara é um deles, um cara negro dentre os vários outros cientistas clonados com a exata mesma aparência, que foi inclusive um dos desenvolvedores diretos do teletransportador que começou essa bagunça toda!



Meu, no primeiro jogo eu nem sabia quem ele era, e agora ele surge, endeusando e idolatrando Gordon Freeman que ele mesmo testemunhou, durante sua jornada heróica pra salvar o planeta.



De cientista genérico a foco da trama, eis o carinha, que não apenas voltou, como trouxe uma filha (essa com características originais) e tem uma falecida esposa, mas ainda arrasta uma asinha pra uma colega/colaboradora, com a qual a filha dele não se da bem... mano olha o tamanho da história do cara! Nem Gordon Freeman tem um background narrativo tão complexo, e esse cara, que não parecia ninguém, surge como o importante fabricador de Portais Portáteis e também, da arminha Anti Gravitacional.



Se ele era tão importante assim, custava destaca-lo um cadinho mais no primeiro jogo? Uma das minhas únicas críticas do original foi justamente a falta de importância dos outros personagens, e tipo, isso não foi eliminado (como eu disse, o novo elenco coadjuvante é até menos importante, tendo feições aleatórias), mas do nada, alguns personagens subiram de conceito, ou melhor, decolaram em conceito.



Enfim, esse cara tenta teletransportar Gordon, da merd4 de novo, então Gordon vai pra um monte de lugar e no fim de tudo, seu objetivo se torna ir até Eli e a filha dele, depois resgatar Eli que foi sequestrado, invadindo uma prisão com soldados e exércitos de insetos e no fim, todo mundo vai parar na mesma sala: A sala do chefão. Mas falarei disso depois... 

Alyx
A Filha Dele

Essa mina é Mecânica, Hacker, Escaladora e ainda parece ter certa atração por Gordon, nada explícito, qualquer interação afeto-amorosa com ela é meio forçada, afinal ambos se conhecem em menos de 2 dias, ou pouco mais de 1 semana, depende do fluxo temporal (já explico), mas ela faz questão de declarar o quanto Gordon é importante, e o quanto ela esta grata por ele ajuda-la.



Na real até o pai dela tenta forçar um relacionamento dela com Gordon, empurrando ela pra ele com indiretas. Gordon é tipo "O Cara".



Ela é Hacker e parece ter um controlinho elétrico que libera acesso pra tudo, e graças a ela, vários portões de energia se abrem em dado momento, além dela ter facilidade em quebrar sistemas e invadir programas, abrindo portões e coletando informações.



Ela é uma personagem secundaria coadjuvante que praticamente co-protagoniza a aventura, tipo o que ocorre com Barney (não me espantaria se ela virasse personagem principal de alguma dlc).



Ela é uma ótima navegadora e também sabe escalar prédios com as mãos nuas, ela tipo, é uma assassin's creed da vida, só não mata as pessoas... não todas as pessoas.



Ela também é uma mecânica excepcional, tanto que ela modificou e adaptou um robô babá que o pai dela fez pra cuidar dela, e transformou ele num verdadeiro brutamontes eletrônico, todo poderoso, porém muito fofinho e inocente. 



Bem, ela anda lado a lado com Gordon em vários momentos, e tecnicamente é ela quem entrega e ensina como usar a Arma Anti-Gravitacional, mas no final, ela acaba sendo capturada, justamente por se mostrar de mais (ela escala um prédio, tenta bolar uma rota de fuga e é capturada por soldados). 




No começo, ela salva Gordon e derrota um grupo de soldados sozinha, e ela quem leva ele até o laboratório. 



Outra coisa, ela, Barney e mais a galerinha "rebelde" tinha como função principal, liberar os cidadães das cidades do vilão da vez. Eles usavam rotas de fuga secretas, mas justamente no dia que Gordon apareceu, eles estavam prestes a testar a máquina de teletransporte... coincidência de mais hein.



Perto da aventura encerrar, na última batalha contra o chefão, Ela quem fica administrando o sistema e dando força moral pra Gordon lutar, subir plataformas e sobreviver à grande luta. Sem os estímulos e orientações dela... daria na mesma, mas ela é importante pois da apoio moral, e isso nunca é de mais.

Quando o tempo para, ela fica paralisada, com os estilhaços da explosão indo na sua direção, mas conforme Gman aparece, ela e todo o resto desaparece, deixando em aberto o que houve. Porém, seguindo a lógica de ser tudo uma simulação, tanto faz o que ocorreu... e ai vem outra teoria.

Acredito que essa moça seja uma memória projetada no sistema da verdadeira Alyx, que existiu ou existe, e foi uma das grandes heroínas de eventos reais, que são reproduzidos no sistema. Sim, apesar do jogo ser uma enorme mentira, os eventos provavelmente já ocorreram, ou são reais, ou baseados em eventos reais. 



O detalhamento é grande e convincente de mais pra ser tudo apenas fruto de um simulador (claro, é um jogo então é óbvio que foi tudo imaginado, e nada é real, mas estou tentando ver por uma perspectiva interna, dentro da mitologia de HL), logo, acredito que o desinteresse em Alyx por parte do Gman, é pelo fato dela já ter sido contratada, e essa ser apenas a memória dela.

Como Barney, ela fez grandes feitos, grandes de mais pra serem ignorados pelo próprio sistema (tanto que o simulador reproduz a aparência deles perfeitamente) logo, eles seriam fruto de uma reprodução digital, para o simulador, o que justifica o fato deles terem tanta participação e destaque na trama geral de HL, sem serem personagens reais naquele momento.

Dr. Klemer
"Lamarr?! Cadê você Lamarrrrr!?!"

Mais um cientista sobrevivente que esteve envolvido diretamente no incidente la da Black Mesa e era um dos muitos clones que Gordon salvou, acho que ele e o pai da Alyx eram os caras que tavam controlando a máquina de teletransporte quando Gordon foi inspecionar. 



Enfim, ele não tem nada muito importante, tirando o fato de ser esse doutor que domesticou um alienígena zumbificador, que vive fugindo, e alias, ele aparece no pós crédito! 



Sim, o bichinho domesticado aparece no pós crédito e é bem... descontraído?! Não sei que palavra usar, só sei que é incomum. 




Enfim, esse pet também tem atração por Barney, e vive fugindo do doutor Klemer.



Isso foi o máximo que consegui recordar dele, sei que ele trabalha diretamente em versões portáteis da Máquina de Teletransporte, e que sua base ficava na Cidadela, enquanto a do pai de Alyx ficava em algum lugar numa sede abandonada da Black Mesa do Leste (é mano, é umas localizações meio doidas) e tudo começa com ele tentando teletransportar os fugitivos da cidadela pra junto do Dr. Eli. 



Mas, apesar de Alyx teletransportar de boa, a máquina da problema com Gordon e ai vira bagunça, Gordon vai pra um monte de lugar, pro meio da água, depois pra sala do chefão final, e por fim a máquina quebra e ele tem que ir a pé, até a outra base (30% do jogo é essa viagem a pé... ou de carro barco se preferir).



Alias, a máquina só falha por causa da Lamarr, que surge pulando em tudo bem na hora que Gordon vai teletransportar.




Até os aliens pacíficos acabam atrapalhando... tem tudo é que morrer mesmo... parasitas infernais.

Dog
Robozão de Estimação

Ele é o robô de Alyx, um grandão fortão que explode tudo na base do soco e arremessada. Ele tem personalidade, mas se porta como um fiel animal, lembrando bastante um cachorro (daí o nome, "Dog"). 



Ele é importante pois ajuda em algumas passagens, além de ser aliado de Gordon por alguns momentos, e reconheço que ele é bem divertido e interessante.



Porém ele não é tão explorado pela trama (que por sinal já ta bem mais extensa que a do jogo original) mas, tem seus momentos de destaque, como na luta contra uma nave dos caras maus que ele peita sozinho, e vence.

Padre Grigori
O Suicída

Esse cara aparece quando Gordon ta num verdadeiro sufoco em uma cidade fantasma lotada de zumbis. É, ainda estamos em Half-Life, e nesse momento da medinho, por isso coloquei até uma tag de "terror" no game. Em momentos eu tomei susto, normalmente proporcionado graças aos zumbis que surgiam do nada.



Enfim, o Grigori é um padre equipado com armas de grosso calibre, que da a espingarda pra Gordon e o auxilia na passagem por sua cidade. Ele é meio maluco das ideias, é ao menos o que parece, e ele criou várias armadilhas pra controlar seu rebanho (sim, os zumbis eram seu rebanho).



Ele mata tudo rindo alto, e depois de co-protagonizar uma belíssima e longuíssima batalha num cemitério, ele taca fogo no chão e começa a enfrentar hordas de zumbis alienígenas, sozinho, dando margem pra Gordon escapar.



É impossível ajuda-lo, e não da pra ver ele morrendo, mas pela quantidade de zumbis, e o fato dele ficar encurralado pela própria armadilha de fogo, ele provavelmente morre. Mas isso deve demorar muito, pois da pra ouvir ele rindo enquanto mata tudo, e ele ri muito alto, sem parar. Eu esperei por alguns minutos pra ouvir ele agonizando e morrendo mas, nem rolou.



Enfim, ele é um daqueles exemplos de sacrifício gratuito que o povão faz pra Gordon Freeman, e o pior de tudo é que eu nem notei ele. Só me dei conta que o cara gritando pela cidade era o mesmo, quando ele me deu a espingarda, daí percebi que ele era, de alguma forma, importante pra trama.

Judith
A mina do Eli

Então, tem essa moça, que é uma colaboradora e financiadora (ao que entendi) dos projetos de Eli, que secretamente é seu amante (ela tem pinta de madrasta).




Ela não se da bem com Alyx, e é uma das fans de Gordon (quem não é?!). 



Ela apoia Eli na sua participação com a rebelião ao grande vilãozão da vez, e vive batendo de frente com Alyx, mas no fim é ela a trair ambos. Ela se junta ao cara mau pra, facilitar a vida pra Eli, e isso causa a captura de todo mundo.



Eu pensei em mata-la, eu tentei inclusive, mas no fim fogo amigo não rola e ela é considerada aliada até quando é inimiga, tipo na parte em que ela pega a máquina de teletransporte que ela mesma produziu secretamente, dentro da base do cara mau, e teletransporta com Eli, recém resgatado, pra dentro do território principal do cara mau, deixando Alyx e Gordon pra morrer. Claro que eles conseguem usar a máquina, e isso explode tudo, e é ai, que rola o desvio temporal.



Alyx e Gordon ficam 1 segundo no teletransportador, o que leva 1 semana no tempo real, e quando eles retornam, na base do Dr Klemer, já ta rolando guerra civil e tudo mais.



Detalhe que, Eli é encontrado posteriormente, quando Gordon e Alyx lutam na guerra, ela é levada pra junto de seu pai quando capturada, e Gordon invade a base central com ajuda de Dog, que abre o caminho pra ele, isso depois de uma guerra longa pra caramba. 



Daí quando Gordon se auto-captura (ele precisa entrar naquele transportador que mencionei, que na real é uma contendora) ele é levado diretamente pra junto de Eli, Alyx, Judith (traíra) e o vilãozão, mas na hora H, quando o cara vai despachar geral, Judith se recusa a permitir que Eli pereça e trai o cara, atacando ele e bem, tudo explode porque ele pega a Arma Antigravitacional e foge, mas o que importa é que no meio dessa bagunça toda, ela se redimiu. 



Traidora pelos dois lados, ela termina do lado dos rebeldes, e terminou redimida pra galera aliada.




Algo legal pra se mencionar é que aparentemente, a doutora traidora queria o posto de Gordon la na Black Mesa, isso é sugerido por Alyx quando ta falando mal da doutora pelas costas.



Ela fazia parte da equipe de pesquisas com Teletransporte e energia Xen, e ao que parece ela e Eli retomaram a pesquisa mesmo após o incidente de Black Mesa, e foram os primeiros a recriar as máquinas de teletransporte, estando à frente dos próprios invasores espaciais (Combines)




Isso seria uma vantagem se ela não tivesse compartilhado essa tecnologia com o outro ex-cientista da Black Mesa, e agora o ditador do mundo...


Alias, ela faz todo uma explicação técnica de como os portais funcionam mas, na boa, é ficção científica de mais pra acompanhar.

Dr Wallace Breen
O ditador das televisões

Ele aparece em tudo quanto é canto, passando mensagens de paz e controle pra suas cidades. Ele é, pelo que entendi, um tipo de líder ditador do planeta Terra inteiro, e tem sob seu controle várias cidades, montando sua base na Cidadela. 


Não lembro não.
Apesar da humanidade estar de boa, ninguém curte ser controlado, e ai todo mundo se revolta contra Wallace, que tem sob seu controle os Combine, um put4 exército armado até os dentes, com Naves e Tripodes (chamados de Striders) que metem o terror por onde passam.



Não fica claro se são todos humanos, eu achei que eram pois o Barney se disfarçou como um deles, mas quando morrem eles fazem um barulhinho de desconectando a internet discada, o que me faz vê-los como androides. O que importa é que Wallace comanda os Combine tudo e controla a humanidade na marra (ao que parece os Combine dominaram a terra e Wallace meio que tomou parte nesse controle).



Ele era o diretor da Black Mesa e ele conheceu Gordon Freeman no período que ele trabalhou la, até ele iniciar a guerra e ferrar com a sede da empresa. Mas até que as coisas não terminaram mal pra ele, pois de um diretor de uma empresa que pesquisava armas alienígenas e não tinha um objetivo claro, virou líder mundial, responsável pelas negociações com raças alienígenas e também, pela paz do mundo.


Ele é mau, ele deixa isso claro com suas ações, sem contar que por baixo dos panos ele fabricava soldados com base em seres humanos geneticamente modificados (na parte do passeio na fábrica, com Gordon enclausurado na cápsula, da pra ver bem isso acontecendo... alias seriam eles os Combine?) 




Além de ter acordos extraoficiais com alienígenas que queriam dominar a Terra.



Curiosamente, ele e Gordon se encontram logo no inicio do jogo, quando Gordon ta entre os teletransportes ferrados, e passa pela sala dele, não uma, mas duas vezes.



Ele até já tava chamando a segurança pra caçar fantasmas, surpreso por ver Gordon surgindo na frente dele assim do nada, e alias, no fim, ele até ironiza isso.



Ele diz que, se soubesse que Gordon iria de tão boa vontade direto pro seu covil, ele não teria ficado na sua cola com exércitos de Combines.



Quando ele diz isso e tenta uma aliança, frustrada, com Gordon e Eli, ele decide descartar eles e ai a moça traíra vira a casaca de novo. Ele pega a arma de Gordon e explode tudo, e ainda deixa ela pra trás sem entender tamanho poderio, e Gordon, junto com Alyx, iniciam uma perseguição. 



Essa perseguição configura a última batalha, com ele entrando em um elevador bolha espacial, e sobe rumo a um portal interdimensional. Sua fuga é impedida por Gordon e o Gman aparece, daí pra frente se já deve estar até cansado de saber, tudo termina sem terminar e blá, blá, blá.



Algo a se destacar é que ele fala, no meio da fuga, com uma alienígena em um televisor enorme, com quem ele fazia seus acordos.




Eu juro que achei que teria de enfrentar ela como chefe final mas acho que isso fica pro Half Life 3...

Inimigos

Então, bora finalizar esse texto? Falta falar dos monstrinhos tudo, então bora la.

Soldadinhos, os Combines



Logo de cara o primeiro inimigo que surge são os Combines, soldados parecidos com Stormtroppers, que inicialmente usam bastões elétricos não-letais (cheguei a brincar de ping-pong humano com eles) mas que vão se equipando e apelando mais conforme a história avança.

Pistoleiros


Dos bastões eles já partem pras metralhadoras e pistolinhas logo de cara, na verdade eles aparecem primeiro com as pistolas, e a primeira que Gordon obtém é de um deles, que ele mata na pé de cabrada. 

Metralhadores


Depois disso é só metralhadora, também sendo assim a forma como Gordon obtém a sua...

Carinhas de 12



Depois alguns começam a usar Espingardas, mas a essa altura Gordon já tinha a dele, que obteve do padre la.

Caras de Metralhadoras Alienígenas



E ai surgem os mais apelões, com a arma de tiros de energia, o que Gordon rapidamente acrescenta ao seu inventário. 


Caras da Elite



Aparecem os de Elite, que usam armaduras brancas (ai ficam a cara dos Stormtroppers de Star Wars), e ai tudo se mistura e é uma salada de Combine. Eles são mais resistentes e causam mais dano, além de apelarem pra Bola Destruidora da metralhadora de energia.

Carinhas Campers

Tem um que não chega a aparecer de forma muito clara, que são os Snipers. O máximo que da pra ver deles é o laser de mira na cor azul. 



Eles ficam com rifles, em janelas da cidadela, mandando ver com disparos que matam os npcs num tiro só, e tiram uma energia enorme de Gordon, normalmente 3 tiros já é morte, e acertam muito (queria eu pegar uma sniper dessas, mas não da, pelo menos eu não consegui).



Eles morrem pra granadas na janela, só percebi isso quando um dos carinhas que se sacrificam falou, e bem, ai já tava avançado de mais, o tiro tava comento a rodo e nem pude buscar as armas nos cadáveres (e provavelmente não tem).

Carinhas Tecnicos

Também há os Combines gerenciadores, que ficam nos Carros Tanques, nas Naves, e também nas barricadas com armas que Gordon pode assumir se mata-los, mas são presas ao chão. Esses caras não tem nada de especial, são Combines que manipulam máquinas. Qualquer Combine pode fazer isso, então... nem sei porque to citando isso...

Carros Tanques



Sobre os Carros Tanques, eles aparecem pouco (graça a deus) e não me lembro de nenhuma luta direta com eles. Normalmente o que mais causa medinho são as Naves, que surgem carregando Combines e também, disparando energia mortal. Mas, há momentos em que eles atacam com tiros e mísseis, mas é tudo tão rápido que é difícil de perceber.




No final eles ou são explodidos, ou ignorados.

Helicópteros

Eles surgem no começo e parecem indestrutíveis, até que chega a parte da corrida com o carro anfíbio e da pra destruir um deles.




Com isso eu percebi que não tinha o que temer, e era só insistir no tiro.

Naves


Mas depois aparece um tipo de nave que é invulnerável a praticamente tudo e só cai pra bazuca... ai sim é tenso.



No chefe final, durante a luta final, é preciso enfrentar duas delas ao mesmo tempo, e Gordon não tem nenhuma arma com ele, só a Anti-Gravitacional bugada, e ele consegue coletar núcleos de energia (que são letais e corrosivos) e lança contra elas. 2 desses e é vitória garantida... como eu disse, a Anti-Gravitacional Bugada é a melhor arma do mundo.

Tripodes

Tem os Tripodes, que são, bem tensos. Eu não consegui contar quantos tiros de bazuca são precisos pra um Tripode cair (eles são evidentemente baseados naqueles de "Gerra dos Mundos") e eu estava ansioso pra ver um de perto, mas me arrependi quando eles realmente chegaram perto.



A luta direta contra eles (até então eles só eram ouvidos, depois vistos ao longe, até começarem a atacar Gordon mesmo) ocorre na guera civil, e não vem um Tripode apenas, vem mais de 4, e eles atiram lasers, além de lançarem um laser concentrado explosivo, andarem, esquivarem de tiros de bazucas (na guerra até os npcs aliados atiram com bazuca) e é algo muito complicado e sofrível. 



No final, na grande luta final, é preciso enfrentar 1 deles armado apenas com o Anti-Gravitacional. Claro que não é fácil, mas a arma fica tão poderosa que, acaba sendo possível tamanha proeza.

Drones Fotógrafos

Além disso eles contam com esferas que, tão presentes desde o começo do jogo (o que só faz lembrar ainda mais os Tripodes do Guerra dos Mundos) onde elas mostram a localização dos alvos e facilitam a precisão deles.



Detalhe que, desde o começo tem essa bolinhas que, eu cheguei a questionar "Porque raios elas tiram fotos?" pois o ataque delas é simplesmente iluminar a cara de Gordon. Daí me toquei no final que essa iluminação deixa a tela branca e causa cegueira temporária, por um tempo curto, mas longo o suficiente pra tomar uns 15 tiros na cabeça.

Drones Serrilhados

Falando de máquinas, há também um tipo de bolinha com Cerras, que atacam fisicamente e são temidas pelos rebeldes. Elas são pequenas e não são tão letais, mas como vem em montes, da pra entender o medo da galera.



Quando descobri que da pra matar elas com um disparo elétrico da Anti-Gravitacional, ela virou minha arma favorita.

Atiradoras

Também há máquinas que que atiram loucamente quando percebem a presença de algum ser vivo não-aliado. Elas tinham no primeiro jogo também, e o que difere aqui, é o fato delas poderem ser controladas por Gordon em alguns pontos.



Normalmente, as que já estavam instaladas, uma vez derrubadas estouram e quebram, mas quando Gordon encontra algumas sem instalação, basta pô-las no chão que começam a patrulhar visualmente, esperando algum alvo aparecer pra mandar bala.


Se elas caem, se desativam, mas da pra levantar de novo e reativa-las... é um tipo de inimigo e aliado bem interessante.

Armadilhas Saltadoras

Também há umas Armadilhas que Pulam, também no âmbito robô semi-aliado. 



Da pra extraí-las do chão, quando ativadas, e ao fazer isso, elas se tornam aliadas e só explodem em inimigos. 



Da pra re-instalar, ou simplesmente disparar com a arma anti-gravitacional.

Bolinhas Magnéticas



Há umas bolas que grudam no carro que Gordon usa em uma parte do jogo, e isso não parece causar nenhum problema pro veículo, mas se Gordon as toca acaba levando dano. Elas são fracas pois é só pega-las e arremessar longe que elas se destabilizam ou até explodem.

Escondidos

Por fim, tem uns robôs que ficam escondidos no chão e atiram só se passar por um alarme laser. 



Eles são chatos, pois pra destruir tem que acertar uma granada bem no vão entre eles e o chão, que só aparece quando eles estão atirando, então é tipo, tomar bala pra destruir. 



Ainda assim, é um inimigo até que bem simples pros padrões dos demais.



Isso tudo foi só o exército dos carinhas e robôs, mas ainda tem o dos Insetos e dos Alienígenas. E alias, eles também se enfrentam viu.

Insetos Gigantes

Os Insetos já mencionei, eles começam como inimigos extremos, mas após o primeiro chefão inseto, eles se convertem em aliados.



Eles só aparecem na areia, e depois de testemunhar um confronto em campo arenoso deles vs os Combine vs Gordon, começa a rolar a fase da areia em que Gordon precisa evitar pisar no chão pra não chamar a atenção delas.



Alias, a primeira aparição desses bichos é quando Gordon pega o Carro de Rally, ele metralha eles, que tentam atacar um base rebelde, e sai pilotando um bom tempo pela areia, daí rola o confronto com os Combine, depois vem combine e inseto, depois inseto, combine e alien, tudo se matando com Gordon no meio. 

No final, eles são dominados por Gordon, na verdade eles passam a poupar e seguir Gordon, num ataque direto contra uma prisão dos Combine, que vira um verdadeiro inferno e massacre.




Só nessa prisão rola luta contra 2 rainhas inseto.

Rainha Inseto

Mas a primeira rainha inseto morta surge bem antes, na areia. É dela que Gordon extrai os feromônios, sob conselho de um daqueles aliens de eletricidade que eram inimigo no jogo anterior.



Essas rainhas atacam com investidas e só a primeira invoca insetos, pois na prisão os insetos já são contrados por Gordon. Mas elas atacam independente de feromônio ou não.



Alienígenas Parasitas

E por fim, já que falei dos aliens, o exército alien é composto pelos Zumbificadores, aquelas lulas estranhas que atacam cabeças.


Tem uma variação desse parasita, com pernas mais longas, mas não há diferença além da resistência levemente aumentada dele. 


Zumbis Alienígenas 

Elas, junto a um corpo humano, viram zumbis, no mesmo estilo do jogo anterior. 



Eles estão menos grotescos, não tem o estômago aberto e com dentes como no jogo anterior, mas as vezes a lulinha sobrevive ao corpo morto, e o maldito parasita começa a pular feito retardado pra matar Gordon.

Detalhe que quando o corpo perde a cabeça zumbificada, da pra ver o rosto do hospedeiro, todo deformado e aterrorizado, provavelmente morto pela dor que sentiu.



Alias, da pra queimar esses zumbis e eles gritam por deus e pedem ajuda enquanto queimam, é mó legal (eu tenho problemas).



Esses gritos só ficam claros quando rebobinados, mas ainda assim, devido a sonoridade de "Help" e "God", mesmo invertido, da pra perceber o que eles dizem. 

Alienígena Parasita Black Edition

A outra variação das lulinhas, um tipo ainda mais perigoso, pretinho, que envenena além de pular e morder... 




Ela é menos frequente, mas é mais resistente e foge quando é alvejada.

Zumbi Alienígena Compilado Black Edition

E há uma versão zumbi dela, onde elas se aglomeram em um mesmo corpo humano, que vira tipo um disparador de lulinhas zumbificadoras. 



Ele é um dos mais fortes, precisa tomar tiro pacas pra morrer, e mesmo assim, ele solta as lulinhas que atacam independentemente, mesmo com ele morto.

Zumbi Alienígena Mutante

Por fim, tem um zumbi totalmente mutante, que pula igual as lulinhas, mas muito mais longe, grita muito mais alto, e escala as coisas. 



Ele é chato, difícil de abater, e é um terror, mas ainda assim, o zumbi de múltiplos parasitas cerebrais é ainda mais perigoso.

Pendurados

Esses aliens tinham no primeiro jogo também, são uns bichos grudados no teto com a língua esticada até o chão. Eles ficam parados esperando algo tocar na língua pra paralisarem, prenderem e puxarem, devorando o que quer que seja.



Como aqui da pra pegar e levantar itens, da pra superar essas criaturas jogando barris explosivos ou apenas dando qualquer tranqueira pra comerem e passar de boa por baixo.



Também da pra matar eles, mesmo se tiver no meio da captura, batendo com o Pé de Cabra quando tiver perto, mas em geral, é um alien evitável.

Peixinhos

Como menção honrosa, preciso falar das piranhas, que são tão rápidas quanto mortais. Elas existem pra caso Gorodn tente nadar pra muito longe no oceano, ele falhar miseravelmente.



Não há chance de escapar, é morte imediata.

Aquele peixão alien do primeiro jogo não chega a ser enfrentado aqui, não há nenhuma luta aquática, mas ele aparece quando Gordon teletransporta pela primeira vez, e para no meio da água. Ele tenta devora-lo, e é um tipo de participação especial.

Alien Amigo

Por fim há os ets do jogo anterior, aqueles que soltavam raio pelas mãos. Agora todos são amigos, ou escravos faxineiros para os Combines.



Curiosamente, muita coisa só se torna possível graças a eles, que após a vitória de Gordon contra o ditador do planeta natal deles.



Alias eles mencionam isso várias vezes, endeusando Gordon... porém eu não confio neles,  tanto que tentei mata-los várias vezes, sem sucesso.



É rancor guardado do jogo anterior, porém eles são de grande ajuda, colocando armas no carro anfíbio...

Ou reabilitando a energia da armadura com seus poderes elétricos alienígenas...



E extraindo o coração de uma rainha inseto (um deles que faz isso depois de Gordon derrotar a primeira)...



E ainda por cima ensinando como usar o item de feromônios. Estranhamente, eles só ensinam isso pro Gordon, e apesar de estarem com os Rebeldes, um monte de gente morre pro ataque dos insetos e eles não ensinam nada. Gordon é sempre o especialzão, o que reforça o fato do mundo girar em torno de seu umbigo, o que contribui pra teoria de que tudo não passa de uma grande simulação.



Alias, esses aliens também são usados pelos Combines não apenas em faxinas, mas como forma de energia para Portas Energizadas. 



Da pra ver um deles morto e com a cabeça aberta, com a energia dele sendo usada num portão na prisão, o que é bem cruel.

Minha raiva e suspeita com eles não é apenas um lado vingativo e rancoroso, mas tem uma parte que eles começam a xingar Gordon no idioma nativo deles. 



Fica bem claro isso pois eles dizem "Desculpe por falarmos em nosso idioma, por respeito ao senhor iremos falar no seu para que o sr entenda, menos quando formos falar mal" e ai eles voltam a falar no idioma nativo deles, ou seja, tão xingando muito Gordon, o Salvador.

Chefes

Não há chefões, nem mesmo o último se enquadra no padrão de chefões, não há criaturas únicas e grandes que aparecem apenas em um momento de batalha intensa. Só há lutas contra hordas, as vezes de vários inimigos do mesmo tipo, sejam soldados Combine, insetos ou alienígenas.

Esses combates são longos e ocorrem pra encerramento de fases, o que pode ser considerado lutas de chefões, então vou citar os maiores eventos de chefão que há:

Batalha na Rota de Fuga

A primeira grande luta ocorre quando o Barco Anfíbio recebe o upgrade de armamento, então é preciso acelerar enquanto prossegue na fase e detona inimigos diversos, tanto Aliens quanto Combines.



Nessa parte alias, Gordon já fracassou no teletransporte e ta indo a pé para o laboratório do pai da Alyx. No caminho ele testemunha o início da guerra que tomaria o jogo futuramente, com direito a cápsulas com Parasitas vindo do céu e fincando na terra, expelindo vários polvinhos assassinos.



No fim ele precisa derrotar um Helicóptero dos Combine com os tiros do Barco, e é uma batalha ao estilo chefão, contra uma criatura um tanto comum, mas com um cenário todo desenvolvido pra ela.



Batalha na Cidade Fantasma

Depois de chegar ao tal laboratório, Gordon ganha a arma anti-gravitacional e a guerra alcança o local, rola correria e nesse meio, Gordon precisa enfrentar obstáculos, passar por um tipo de mina cheia de aliens e no fim, passa por uma enorme e aterrorizante cidade dominada por alienígenas, onde conhece o Padre.



A grande luta aqui é somente contra os aliens, e é quando os puladores mutantes aparecem, junto com os zumbis de múltiplos parasitas. É uma luta bem longa e exaustante mas não é tão difícil, inclusive na última parte em que o Padre da suporte e se sacrifica.

Guerra dos Insetos vs Combines vs Rebeldes vs Aliens

Em um longuíssimo trecho, Gordon passa a lutar contra Insetos ao dirigir o carro, testemunhando vários Rebeldes no enfrentamento, depois ele luta contra Combines e Insetos, paralelamente (eles também atacam uns aos outros). No meio da carnificina Gordon metralha todo mundo com o Carro e no fim, acaba deixando o território dos Insetos (na praia) e vai pra auto-estrada.



Algo curioso dessa grande batalha é o momento que Gordon controla um Guindaste Magnético de Bunkers, e o utiliza não apenas pra levar o carro da praia pra estrada, mas pra usar Bunkers enormes como armas contra alguns pequenos grupos de azarados Combines.

Batalha na Estrada

Rola uma corrida na estradinha que tem vários pequenos pontos de concentração de inimigos, e alguns com rebeldes. Também aparece uma grande nave o tempo inteiro que não pode ser detida só na base do tiro, e só é enfrentada no final de toda a corrida, quando Gordon pega a Bazuca.



Nesse momento, as Naves assumem o papel de chefões, e caem pra uns 4 tiros de bazuca, em uma luta bem intensa num local com um Farol.

Batalha da Areia e Prisão

Perto da base inimiga (todo esse esforço e viagem é pra chega numa prisão, pra resgatar o pai da Alyx que foi capturado após o ataque na base dele) surgem um monte de insetos de areia. Eles matam Combines, mas também matam Rebeldes e Gordon, até que a Rainha aparece.



Ela é um monstro único, mas como aparece mais duas vezes (na prisão) ela se converte em um tipo de monstro raro poderoso, e não apenas um chefe. Depois que a primeira rainha morre, os Insetos param de atacar Gordon e focam apenas nos Combines (elas também param de atacar os Rebeldes) e ai rola uma guerra numa prisão antiga, com os Insetos massacrando todos os Combines que surgem.



Aparecem naves na invasão da prisão, mas os insetos avançam e ai todo mundo la dentro acaba morto. 


Quando Gordon entra é só pra finalizar, e peitar as outras duas rainhas.



No fim, Gordon resgata Eli ao lado de Alyx (que aparece por la)... 



Mas rola a traição da moça traíra e geral teletransporta, Eli e a traidora vão pra base na Cidadela, e Gordon e Alyx ficam no limbo por 1 semana até chegarem à cidade 17, de novo (sim, eles vão e voltam pro local de onde saíram).



Guerra Civil

Na cidade, rola muita treta e matança, os Rebeldes atacam os Combines e rola a aparição de Naves e Tripodes aos montes. É tiro pra todo lado, e toda essa fase é um grande chefão. No fim, os Tripodes são como chefes, mas são tantos que acabam se convertendo em monstros comuns. extremamente poderosos.



A luta não é só contra eles, mas contra vários pequenos grupos de Combines, e Gordon também conta com seu próprio pequeno exército, e é tiro, explosão e sangue pra todo lado. As vezes tem uns aliens no meio, mas o foco nessa parte é Rebeldes vs Combines.



Nessa grande luta Gordon conta com a ajuda de Alyx, Barney e até do Dog, em partes diferentes (é uma luta muito grande) e no fim, ele termina sozinho.

Batalha Final, Passeio na Fábrica

Alyx é capturada durante a guerra civil e ai Gordon invade a torre central da cidadela (que era a base principal do carinha ditador) e descobre nela uma fábrica de armamentos, cheia também de aliens escravizados e torturados, e acho que tem a ver com os Combines e os acordos do ditador. 



Daí Gordon é completamente desarmado para a excursão, o que causa o problema na Arma Anti-Gravitacional que sofre seu upgrade graças a energia extratora e eliminadora de armas que atinge Gordon.



Há um tour violento pela fábrica, onde aparece um monte de Combines de Elite, e também várias telas com mensagens diretas do ditador. Rola também luta contra um Tripode dentro da fábrica, que é derrotado a muito custo, pela arma fortona que puxa esferas de energia e explode nela, e bem, tudo isso conta como parte do chefe final.



Nesse processo todo, Gordon fica só com a arma toda poderosa, já todas as outras são desintegradas, inclusive surgem muitos Combines para ataca-lo, mas a arma dele desintegra suas armas (por isso não da pra pegar outra arma na fábrica). Essa luta toda é pra chegar à sala do ditador, mas Gordon acaba se auto-capturando e ocorre uma reunião, onde rola a traição dupla da moça traíra.



Então o ditador foge e na perseguição contra ele, enquanto a traíra fica com Eli, Alyx ajuda Gordon a alcançar o cara, que entra num elevador inter-espacial e ativa um Portal pra outro universo, que é o momento da corrida contra o relógio para impedi-lo de fugir.



Nessa luta, aparecem muitos combines de elite (que morrem num hit afinal a arma de Gordon é surreal) e no topo da torre, perto do portal, surgem duas naves Combines vindas do próprio portal (o que deixa claro de onde os Combines vieram... ou seja, eles não eram humanos) e Gordon luta contra elas pra depois destruir o portal.




Logo, o ditador é e não é o chefe final, pois o objetivo não é enfrenta-lo, mas sim impedi-lo.


Curiosamente, ao falar dos pseudo-chefes, acabei falando da história, mas vou resumir, por uma nova perspectiva, para que não haja erro.

Como eu disse, o jogo é divertido, e bem mais bonito que o primeiro. Eu amei lutar contra os Tripodes apesar de ter me arrependido, e bem, foi uma experiência maravilhosa.



Eu amei esse jogo, e agradeço a todos que me recomendaram. Lamento caso a análise não tenha lhe agradado e, antes de encerrar, preciso resumir o enredo, ou coloca-lo de uma forma prática e fácil de entender, então, segue a história


Half-Life 2




Acorda Mister Freeman, sua missão é resolver essa bagunça ai, vai la.



Opa, ele quase me notou... preciso tomar cuidado... desliga a tv et.



Saindo... não acredito que ele não me notou, nossa como eu sou sortudo...



Nossa, ele pilota bem... opa, saindo... acho que agora ele me viu... droga...



Certo certo, acho que ele não me viu... a meu deus ele ta em cima do trem, esse cara é fogo... vazando...



Certo, vou te dar essa bazuca, daqui a pouco Mister Gordon ta aqui, dê isso pra ele, mas não diz que fui eu hein... alias porque to conversando contigo? Toma - pow - você não me viu... e a ideia da bazuca é totalmente sua...



Deixa eu arrumar minha gravatinha... invocando Inseto mãe em 3...2...1... Mister Gordon vai amar isso... mas e se ela atacar ele? Ai não... tarde de mais, fui...



To na TV! Opa, Mister Gordon apareceu, sumi...



E ai Mister Gordon, que que você fez? Tu detonou tudo mano, isso mata as pessoas cara, não é assim...  


Mas seu tempo foi impecável e cara, curti seu esforço ai, parabéns, só que a gente vai ter que vê essa sua solução explosiva do final, então, fica de boa, entraremos em contato... vai levar um tempo... 




Fui.


Fim.

Trilha Sonora

Eu sempre esqueço de mencionar as musiquinhas, mas pra ser justo falarei dela agora. Alias, nem tem muito o que falar, quando há música, é um tipo de rock bem eletrizante, com uma única e rápida faixa, que após terminar não se repete. Ou seja, tudo é muito momentâneo, mas legal e digno de ser citado. De resto o que tem é som ambiente, com barulhos e rangidos de máquinas, tiros, explosões, gente gritando, pássaros, essas paradas que todo lugar tem. É isso.


E ai, curtiu? Pelo amor de deus diz que gostou dessa análise pois, eu adorei! Ficaria mó desanimado se algum adorador da franquia me dissesse que brisei de mais, mas se o fiz, é só meu jeito de ver as coisas. Se curtiu ou não, manda um comentário, uma crítica, algo complementar, algo pra corrigir, sinta-se livre, terei prazer em respondê-lo.

Próxima análise, vai rolar quebra no cronograma de Setembro hein, surgiram alguns jogos de último momento que não posso ignorar.


See yah!

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28 Comentários

  1. Os olhos chegam a brilhar...
    Depois de tanto tempo finalmente vou poder apreciar sua análise desse jogo maravilhoso.
    Vou ler com bastante calma e tomando nota das partes mais interessantes para ir debatendo contigo. Então se prepara rs, porque eu gosto demais desse jogo e vem comentários por aí.

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    1. Eu estou até meio com medo... mas peço-lhe que ignore os erros gramaticais ou ao menos tente releva-los, pois após incorporar o texto, ainda não revisei completamente.

      De qualquer forma desejo uma experiência que compense sua espera.

      See yah sr Gladiador (e sim, to com medo mesmo)

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  2. Iai Shady, nem acredito que você fez mesmo essa análise depois de tanto tempo, fiquei animado demais lendo ela. Bom achei melhor jogar um tema por paragrafo e ficou grande demais véi, me desculpa.
    Nem grila com o carinha que lhe dá a bazuca(o nome dele é Odessa Cubage), na verdade o g-man que entrega a bazuca a ele, eis aí mais uma interferência dele na trajetória de Gordon. O que vemos e sabemos é que ele recebeu informações do g-man sobre ataque que os combine estavam preparando naquele momento e que além da bazuca recebeu instruções sobre como direcionar Gordon.
    Aah a invasão a Nova Prospekt, uma das minhas partes preferidas da franquia, nunca me esqueço da primeira vez que joguei ela e ia desligando aqueles socadores, descobrindo o poder dos insetos e escalando e invadindo aquela prisão. Uma das partes mais divertidas, eu praticamente mal uso armas e vou só comandando meu novo exército de aliados.
    Sobre a parte que você pega o carro e cai do guindaste, tudo faz parte do script do jogo. Acho que é para mostrar a sua vulnerabilidade caso não tivesse nenhum transporte nesta área e também mostrar mais uma função da gravity gun.
    Senti falta de pelo uma menção a guerra das 7 horas. Em Black Mesa East na sala dos teletransportes tem um quadro com várias pedaços de jornais falando de eventos que ocorreram entre o incidente em Black Mesa e os 20 anos que gordon ficou de molho. A guerra das 7 horas é justamente a invasão do combine à Terra e que se deu algum tempo depois da chuva de portais que ocorreu em todo o planeta, devido aos eventos de HL1 . É um tema muito interessante. Durante essas horas Wallace Breen negociou um tratado de paz com os Combine de forma que por causa dele o que sobrou da humanidade foi poupado e meio que se tornaram “escravos” dos combine e Breen se tornou o mediador entre os combine e os humanos.
    http://combineoverwiki.net/wiki/Seven_Hour_War dá uma olhada mas quando chegar no penúltimo parágrafo, antes da citação de Eli no final, pare pois tem algumas informações sobre a sequência de HL2.
    Mas te pergunto, No fim das contas Wallace Breen é um vilão ou herói? Pois se não fosse ele a raça humana teria sido exterminada, mas também por causa dele ela foi escravizada. Não precisa responder agora, mas analise o que você viu dele nesse jogo e junte isso ao que você verá no episódio 1 e 2. Tem muito pano pra manga aí.

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    1. Não sei se você percebeu mas HL2 pegou muito do conceito de 1984 de George Orwell, e usou isso como base.

      Os vortigaunts não eram originalmente maus, mas devido ao Nihilant eles foram escravizados e “caíram de paraquedas” em Black Mesa. Meio que no primeiro jogo eles foram forçados a lutar contra os humanos, e eles são muito gratos a Gordon por tê-los livrados do Nihilant só que apesar de tudo em seus diálogos percebe-se que eles não esqueceram dos seus irmãos mortos em black mesa, seja por gordon seja pelo militares, e meio que dá para perceber uma certa mágoa que carregam, tanto que um deles cita justamente os eventos ocorridos no passado quando conversa com gordon. Mas eles suprimem todos esses sentimentos para se unir com os homens e lutarem com os combine, é tipo aquela história de 2 caras que não se dão bem mas esquecem suas diferenças e se unem para derrotar um 3 que se sozinhos eles não poderiam enfrentar. E isto tem gerado debates nos fóruns porque alguns acreditam que se um dia a guerra contra os combine acabar eles se voltarão contra os humanos para se vingar.

      Sobre os personagens e suas especificidades, é como te falei na análise do HL1, ele não foram diferidos por causa de limitações da época e do trabalho imenso que daria. De fato não podemos dizer nem afirmar com certeza quem deles ali é o Eli ou Kleiner, mas alguns assumem por exemplo que o Eli é um dos cientistas que está ajudando um outro ferido logo após o incidente e antes de aparecer o primeiro Headcrab. O fato é que tanto Eli como Dr. Kleiner como Barney estiveram em Black mesa no dia do incidente, o diferencial deles paras a esmagadora maioria é que conseguiram escapar, não só eles mas também várias outras pessoas, de cientistas a soldados da marinha. Daí eu puxo o gancho sobre o mito criado em volta da figura de Gordon. Como eu te disse vários escaparam de Black Mesa e desses vários muitos tiveram contato com Gordon nesse dia ou ouviram sobre o que ele fez, foi aí que começou a se criar o mito em volta dele por tudo que fez em Black Mesa, seja pelo bem(pessoal que trabalhava na empresa) ou pelo mal(os soldados pegaram terror de Gordon). Junta-se a isso o seu desaparecimento que ninguém sabia onde ele se encontrava a exceção do g-man(será mesmo que só o G-man sabia? Fica a dúvida no ar Haha). E aí chegamos no início de HL2 com toda a resistência conhecendo a história de Gordon, mas tal qual aconteceu em Black mesa, Freeman fez coisas impressionantes novamente e foi fomentando e motivando a resistência cada vez mais ao longo do jogo com suas atitudes ao ponto em que o 1º auge disso foi a derrubada de Nova Prospekt, que era uma espécie de opressão para os humanos, de tal jeito que após serem teleportados em 1 semana no futuro a Resistência que estava altamente inflamada por Gordon e pela derrubada de Prospekt iniciou uma guerra civil para tomar a cidadela. Vamos lá Shady se ponha como um dos membros da resistência que passou a vida toda ouvindo histórias e contos sobre Freeman e de repente ele aparece lá fazendo loucuras e coisas que nunca a resistência tinha feito e você lá presenciando tudo que ele fez durante o jogo, você ia tratar esse cara como um Major, se bem que na sequência você descobre que nem todos pensam assim.

      Tem muito mais coisas sobre sua análise que ainda quero falar e em especial da sua teoria de que tudo seria uma simulação, achei ela bem interessante e não vejo a hora de lhe mostrar meu ponto de vista. Então fica no aguardo aí que logo logo posto o resto.

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    2. Aguardei ansioso por esse comentário sr Gladiador, e temi que o sr não gostasse da análise. Não é querendo desmerecer meu próprio trabalho mas, eu deixei muita coisa que li e vi de fora.

      Na verdade eu coloquei uma venda e apaguei tudo quanto fosse influência externa pra tentar teorizar algo original, algo meu. E bem, eu não me arrependo disso...

      Algo curioso é que, apesar de eu não ter usado nomes como "Nova Prospekt" ou "Nihilant", não significa que eu não os consiga reconhecer, e pra dizer a real eu entendi bem mais do que consegui explicar kkk. Eu queria trazer uma explicação própria, simples porém completa e memorável do que HL2 é... se o sr reparar bem eu dei inúmeras cutucadas com relação a eventos do jogo e detalhes que tem uma boa explicação, mas também configuram um enorme erro: Falta de time.

      Te juro que eu demorei muito mais pra jogar do que o normal, justamente por eu ter de rejogar as mesmas partes mais de uma vez. Eu queria absorver o máximo de conteúdo, mas coisas como 2 personagens dialogando, com ação (exigindo reação) ao monte por todos os lados, e um cara na televisão discursando horrores, tudo isso ao mesmo tempo, viola qualquer tipo de concentração que eu poderia ter.

      Eu chamo isso de "Poluição Narrativa" e sim, é um mal até que bem comum em muitos jogos... mas eu aprendi a selecionar pontos que considero importantes, e relevar o que é trivial. Apesar de também ter desanimado com vários títulos por me sentir "Desorientado" por conta das bombas informativas.

      Half Life 2 é bem mais frenético que o primeiro, e muito mais simples se parar pra pensar. O mais complexo dele está no "entre um e outro" e tipo, nada disso é de fato parte do enredo do segundo jogo. Foi algo que reparei...

      Existe sim informações dentro do 2 que revelam coisas que ocorreram no tempo em que Gordon esteve ausente, porém apesar disso, há o enredo do próprio jogo que por si só já é bem complexo, apesar de tecnicamente bem simples. Eu quis destacar essa simplicidade e mostrar que não é nada tão difícil de compreender.

      Existem detalhes importantes que melhoram muito mais o enredo, mas eu acredito que tudo isso tem seu espaço, seu momento, não vale a pena mencionar tudo de uma vez pois se assim fizermos, poucos entenderão.

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    3. Eu amei esse jogo, mas custei pra joga-lo, principalmente por conta da sensação constante de "perdido". Eu não sou do tipo de jogador que ignora dialogos, ou faz vista grossa pra detalhes estranhos ou artigos de cenário, muito pelo contrário... eu presto atenção em tudo. Mas depois surge aquele momento em que penso: "Ta, isso é importante, mas agora?"

      Half Life 2 tenta, sozinho, corrigir erros do jogo anterior (provocados pela limitação) ao mesmo tempo que comete seus próprios erros. Eu concordo que seria difícil destacar personagens naquela época pela limitação... mas repetiram a fórmula! Fizeram vários npcs genéricos com alguns poucos parecendo diferentes mas, perdidos em meio a multidão de clones. Te juro que eu quase não notei, por exemplo, a própria Alyx, que se não fosse pela constante e persistente aparição, jamais me chamaria a atenção como parte do "main cast". Agora, por exemplo, o tiozinho da bazuca, ele tem trejeitos, ele tem fisionomia própria, ele tem um enorme destaque, mas só aparece por pouco mais de 10 segundos em cena, e mais os 12 segundos de "easter egg" com Gman. Esses vacilos são uma reprodução do mesmo erro do original, e sim, eu concordo que isso não muda em nada o roteiro, mas isso cria um obstáculo para absorve-lo.

      Como saber quem ou o que é importante, se todos parecem ser irrelevantes? É complicado... eu realmente fico muito perdido quando um jogo me coloca em tal situação. Normalmente, eu não me apego a ninguém e saio ignorando a todos, porém conhecendo a fórmula do primeiro HL, eu me esforcei muito pra observar e separar cada carinha, memorizando suas características e momentos, como o cara da areia, com o amigo ferido que morre por insetos e ele diz "Vai na frente, eu tenho algo pra fazer antes de partir" após lamentar a recém perda... Eu voltei pra ver se ele tinha cometido suicídio, ou pra ver o que ele tinha feito, talvez sepultado o amigo, talvez massacrado insetos por revolta, mas não, ele apenas sumiu. Tiveram muitos momentos que eu dei importância de mais pros npcs e no fim, apenas perdi tempo... pelo menos naquele momento. Pode ser que no futuro deem mais destaque pra esses pequenos eventos, exatamente como fizeram com os genéricos do primeiro jogo... mas eu confesso que isso não é algo de se admirar.

      Na verdade, isso só abre espaço pra poluição narrativa.

      Ignorando esses detalhes, há muita coisa marcante no jogo... tipo algo que exemplifica muito bem o que o sr disse sobre inspiração de época... aquele momento dos caras derrubando a televisão grandona do tiozinho em demonstração de revolta... ver toda aquela galera, antes escravizada, humilhada e colhendo comida por ticket, se revoltando, levantando contra os fortíssimos inimigos, claramente inspirados pela lenda... aquilo foi lindo.

      Eu me coloquei na posição deles, e eu compreendi o simbolo que Gordon era... principalmente considerando tudo o que ocorreu até ele reaparecer... mas no final das contas, quem é Gordon Freeman? Ele foi posto como centro de tudo desde o início, e isso foi diferente de mais do que ocorre com protagonistas em geral... desde o início ele era "O Salvador", heroico, poderoso... e é isso que me faz pensar nele como um personagem propositalmente edificado.

      A teoria do simulador foi a única coisa que me fez enxergar Gordon como humano... pois tirando isso, não da pra considera-lo assim.

      Doidera, eu apenas falei e falei, buscando justificar algo que sei que pode ter te decepcionado: Falta de detalhamento, e exclusão de algumas coisas. Mas sr Gladiador, eu fiz de propósito... é pra render mais quando as outras análises estiverem prontas.

      Eu... só fico muito feliz pelo sr ter lido, e espero que eu tenha feito jus à franquia que o sr tanto ama, e que eu to aprendendo a amar rs.

      Ainda tenho muito HL pra experimentar, mas hoje sou menos leigo no assunto hehe.

      Obrigado sr, e fico no aguardo de mais respostas.

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  3. Sobre os nomes nem grila pô kkkk, eu tenho a mania mesmo de procurar usar o nome certo mas o importante é compreender quem é aquele personagem, e isso eu tenho certeza que você compreendeu.

    Quando você falou da poluição narrativa, me descreveu quando jogo games de mundo aberto e que tem uma infinidade de coisas para se fazer e ir, mas não tem um objetivo fixo para seguir. Jogar eu até jogo este tipo de jogo mas fico todo desorientado e pior que isso é a sensação que tenho que estou perdendo algo ou que deixei algo para trás(1º vez jogando ff7 reiniciei um save de 30 horas porque tinha deixado sem saber uma personagem para trás, não consegui conviver com essa sensação) e esse sentimento é horrivel, tanto que muitas vezes apelo para detonados(abomino uso de detonados por pura preguiça ou curiosidade, como meu irmão faz) não porque empaquei ou porque acho o jogo dificil mas sim para ter certeza que não esqueci nada. Acho que por eu ter uma tendência hardcore e tryhard influencia muito nisso.

    Quanto aos npc genéricos nem liga, porque daqui pra frente se alguém for importante ele vai ser diferente de alguma maneira do resto da galera.

    Fiquei decepcionado não, pelo contrário gostei demais que você analisou ele(suas análises são boas demais, na moral), como te disse o que senti falta mesmo foi a menção ao quadro lá em Black Mesa East e outra coisinha tambem... mas essa outra só quando eu for fazer o outro comentário que vou falar, mas como certas coisas você nao tinha falado na análise tive a impressão que você não teria percebido ou entendido, mas nem grila com isso XD. Fico feliz que você esteja gostando da franquia, para quem tinha pavor a Shooter já é uma melhora.

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    1. E que melhora hein sr! Valeu a pena, e seria difícil não gostar de HL afinal, é uma ótima série. Eu agradeço muito pelo estímulo e recomendação e sr, eu to adorando. Alias, eu fiquei feliz por terminar o 2... inclusive quando cheguei na cena final, eu sorri. Eu tinha acabado de passar pela crise do MegaMan Legends, jogo que analisei em paralelo, e mesmo com o final em aberto, não tinha como esconder minha alegria em terminar HL2, conhecendo tudo o que eu precisava conhecer e entendendo algo que eu achei que jamais entenderia. Eu expandi meus horizontes... to pronto pra qualquer jogo agora... exceto point and clicks... o único que abri exceção foi TWD da Telltale mas, ninguém comentou... desanimei... enfim...

      Não se preocupe que ainda há muito de Half-Life por vir e se você sentiu falta de algo, provavelmente postarei posteriormente... mas sempre vou me esforçar ao máximo pra que tudo fique o mais perfeito e condizente possível.

      Sobre seus sentimentos sobre jogos "grandes" de mais, eu penso da mesma forma. Ta certo que eu não chego a pegar detonados durante o game, mas eu tornei um hábito buscar por eles após terminar os jogos para, ver o que perdi e deixei passar, e recomeçar. Alias eu meio que aprimorei esse hábito, pois como passei a analisar jogos, eu jogo, analiso, e antes de postar eu pesquiso pra ver o que perdi, se perdi... daí re-jogo, re-analiso, e ai posto. Louco né? Mas foram raras as vezes que perdi algo, geralmente eu procuro tão loucamente que, acabo encontrando tudo. Mas sempre tem algo que nos escapa, sempre tem um detalhe que acabamos ignorando e a sensação é horrível... já passei muito por isso com Silent Hill...

      Enfim, eu fico feliz por saber que finalmente os npcs serão destacados corretamente, e espero que seja assim mesmo rs... to fazendo uma análise sobre Max Payne 2 agora e to mencionando isso algumas vezes... enfim... eu sou fraco pra nomes por isso os evito, aprendo o que minha memória considera importante, caso contrário uso substantivos ou adjetivos pra descrevê-los... é um costume meu rs... mas ao menos eu consigo entender quando alguém usa o nome real... alias, eu bem que percebi que o nome original dos ets verdes tinha algo haver com "escravidão"... se eu tivesse me tocado disso na época eu talvez teria até previsto essa ação contraditória deles... Alias, sabendo que eles xingam tanto Gordon pelas costas, eu não me surpreenderia se eles traíssem e se vingassem dos humanos posteriormente a guerra.

      Sobre o carinha da tv ser vilão... eu preciso jogar os Episódios 1 e 2 da expansão pra ver melhor sobre isso mas, até então, pra mim ele é vilão. Mocinhos não tentam fugir pra virar receptáculo de alienígena (eu notei isso no dialogo final rs) e mocinho que é mocinho nunca ataca uma mulher pelas costas. Isso é ato de vilão, então por hora, ele é vilão no meu conceito. Detalhe que, talvez ele tenha tido boas intenções no início, mas algo se corrompeu no processo.

      Enfim, agrando por mais sr Gladiador... e eu to feliz que curtiu... eu to amando digitar!

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  4. Cara Parabéns que análise foda e essa sua teoria me deixou
    pensativo .Recentemente descobri que tem mais um jogo o half life decay pra ps2

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    1. Fico feliz pelo sr ter curtido e sinceramente, to motivadão e orgulhos rs. Obrigado por ter lido, e é legal saber que passei curiosidade rs.

      Tem também os Episódio 1 e 2 do HL2, que são continuações diretas desse jogo analisado. Mas, eu acho que merecem uma analise própria. Esses jogos extras são cânones, e os principais mesmo são o 1 e 2. Quase naquele estilo "Kingdom Hearts" saca, onde os intermediários são bons pra explicar conexões e tapar buracos, além de trazer novidades...

      A comunidade de HL, pelo que entendi, ta esperançosa quanto ao HL3, principalmente depois de terem disponibilizado o roteiro do que seria HL3... pior que eu também fiquei curioso. Quero ver como a história acaba, e dizem que o 3 seria a conclusão da franquia.

      Enfim sr, obrigado, e seja bem vindo, sempre.

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  5. Iai Shady, quanto tempo em XD, como prometi vou complementar o que restou do meus comentários acima.

    Sobre o nome Half-Life acredito que seja assim por se tratar da vida de Gordon, que era um cara normal até o dia do incidente em Black Mesa e desde então vive sob as ordens e comandos do G-man, assim quando ele cumprir o seu papel que o G-man o designar (ou predestinar) ele voltará a “hibernação” e só acordara quando o g-man achar necessário novamente. Olhando por essa forma vemos que o Gordon vive apenas uma “meia vida”.

    Sobre o Lamar, se não fosse ele Gordon iria direto para Black Mesa East e o Wallace Breen só iria descobrir que ele estava de volta tempos depois, e a grande parte dos eventos que vemos no game não teriam ocorrido e se ocorressem levaria um tempo muito maior para acontecer. Acho que tudo isso tinha um objetivo e tudo nos leva a acreditar que o G-man que está por detrás de disso, inclusive tem algumas teorias que o próprio G-man teria induzido o Lamar a invadir a sala de tele transporte naquela hora e desencadear todos os eventos decorrentes.

    Em uma parte do texto você fala que o G-man teria um certo desinteresse pela Alyx e que ela já tinha sido contratada e faria parte de um grande simulador, pois bem, aí que você se engana o relacionamento G-man e Alyx vai ser trabalhado de uma forma interessantíssima nos episódios (inclusive no Epistle 3, que é o texto com o que seria a conclusão de HL dada pelo Laidlaw) e você verá que o G-man tem um interesse nela até fora do normal e toda essa ligação vai lhe gerar questionamentos mais profundos ainda sobre a franquia e eu mal posso esperar para ver suas conclusões.

    Sobre o alien que você vê o doutor Breen conversando ele é de uma importância extrema e você vai descobrir o porque(ou não) quando jogar os episódios.
    Algo que acho que você deve ter percebido também é do quão devastada está a Terra, não do ponto de vista de destruição mas do ponto de vista de recursos. Os combine estão sugando as energias do nosso planeta de forma que até mesmo o nível dos oceanos abaixou de forma brusca, vide a parte do jogo em que estamos no carro(nós pegamos ele em um píer, mas o só começa ter agua por ali na extrema direita).

    Agora vamos à sua teoria. Sempre me liguei naquela tela preta que as vezes aparece quando nós morremos mas nunca tinha percebido que ela só aparecia em determinadas partes do jogo como você citou e para ser sincero eu não sei te dar uma explicação do porque isso acontecer. Mas HL é muito mais do que uma mera realidade virtual vivida por Freeman, logo no inicio do episódio 1 você verá isso, em uma realidade virtual jamais aconteceria os fatos do inicio deste episódio. Agora essa é pra botar a cabeça pra pensar viu: porque e como Barney sabia exatamente a hora e o local em que Gordon iria aparecer se ele passou 20 anos sumido e incomunicável com qualquer um; Como a HEV de Gordon foi parar nas mãos de Kleiner e daí ele pôde fazer um upgrade nela e conserta-la para que Freeman a pudesse utilizar; Você também não acha estranha a reação do Kleiner(procure a fala dele no momento em que vê gordon pela primeira vez) e de Eli ao verem Gordon depois de tanto tempo, tipo como se não o vissem somente há alguns dias. Tem dedo do G-man nessa história mas no momento não posso me aprofundar muito sobre ela com você mas fica o questionamento.

    Ah, fui procurar sobre algo parecido com o que você imaginou e encontrei alguém que teve essa mesma linha de raciocínio que a sua: https://www.reddit.com/r/HalfLife/comments/6ujbcu/simulation_theory/ , só um aviso evite os últimos 3 parágrafos pois contem fatos dos episódios.

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    1. Mano como assim você não gostou da trilha sonora o_O, poxa vida #chateado. Mas falando sério talvez você não tenha prestado atenção por estar concentrado no jogo mas a soundtrack de HL2 é uma masterpiece. Se liga nessas:
      https://www.youtube.com/watch?v=D-GU4jvSvz4
      https://www.youtube.com/watch?v=ZTq7NM0SRko
      https://www.youtube.com/watch?v=UthQ2gR1bU4
      https://www.youtube.com/watch?v=Bg8lJMWBbdI
      https://www.youtube.com/watch?v=m8l81NX9X6w

      No mais fico muito feliz por você está gostando do jogo e fico no aguardo(e bastante ansioso) pela suas análises do episodio 1 e 2, que são bem menores que os 2 jogos principais então quando estiver com vontade não hesite em jogar. O episódio 1 nem é essas coisas todas, apesar de ter umas conversas bem divertidas como por exemplo o Dr. Kleiner explicando que agora as pessoas podem acasalar. Agora o episódio 2... meu amigo aquilo é uma obra prima, que jogo lindo. Bate pau a pau com o HL2, e tem de tudo nesse episódio inclusive uma conversa que você terá perto do final que é mind blowing ao extremo. A primeira vez que joguei e me vi nesse diálogo fiquei sem reação. Prevejo muitas mudanças em sua concepção sobre o G-man e outros personagens porque as revelações que ocorrem nos episódios são estonteantes. Não só revelações mas você passa por cenários e lugares deslumbrantes e lindos.
      E claro você verá o final do jogo. Quando jogar se ponha no lugar de um amante da franquia que jogou isso lá em 2007 e desde então se enfrentou o descaso e o silêncio absoluto da Valve e do GabeN, de forma que simplesmente nunca se falava se o jogo seria produzido se teria sido cancelado se estava de “molho”, o que gordon enfrentaria dali em diante ou o que a maioria queria, somente o desfecho da história tão intrigante, mas o que se veio foi o nada e a omissão. Quando terminar você poderá entender um pouco o sentimento da comunidade e verá o quão libertador foi a postagem do Marc Laidlaw, pois finalmente pudemos saber o que deveria ocorrer após os fatos, caso o tão desejado HL3 tivesse sido criado.

      Obs: não pude postar o comentário todo pois quando clico em publicar aparece uma mensagem dizendo que meu HTML nao pode ser aceito. Uma pena pois era uma parte em que falo sobre os soldados dos combine.

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    2. Sobre os Combine tenho fortes convicções que você mudará sua percepção sobre eles nos episódios e ficara chocado, confia em mim é um negócio bem complexo e ninguém até hoje sabe dizer bem ao certo quem são ou o que são os combine, é uma misturada grande mas não posso me aprofundar agora pois se não lhe darei spoilers.

      Vamos pegar agora nossa Constituição e falar sobre a segurança pública que se encontra no Art. 144, lá mostra a divisão dos órgãos encarregados de preservar a ordem pública no nosso país e quero citar especificamente a policia federal, a policia militar e a policia civil. Mas vamos fazer algumas mudanças, suponhamos que assim como a PM a PC também realiza patrulhamento ostensivo e manutenção da ordem publica, e a PM realiza essas mesmas coisas mas estando mais equipada, preparada e sendo uma espécie de elite.

      Dito isso vamos onde quero chegar, todos os soldados que você enfrenta no jogo são humanos que se alistaram ou foram pegos a força para fazer parte do exército terráqueo dos combine, no game vemos primeiramente o CP( ou civil protection) eles seriam uma espécie de PC e são humanos que se voluntariam para esse serviço, passando por treinamento e algumas pequenas mudanças biológicas, em prol de receber melhores rações ou mesmo porque são adeptos dos ideais dos combine. E aí vamos a um outro nível os Overwatch Soldiers, que analogamente seriam a PM, nesse nível os humanos já sofreram grandes alterações genéticas e biológicas e até mesmo lavagens cerebrais e são muito mais habilidosos e fortes que os CP, já neste ponto temos casos de humanos que foram capturados(como podemos ver no final do jogo, tanto em Nova prospekt como na cidadela) e transformados nessas máquinas de matar. E aí chegamos no ultimo nível que são os Overwatch Elite(os branquinhos), que correspondem a PF, os caras que chegam aqui já não podem mais ser chamados de humanos visto as grandes alterações fisiológicas que já sofreram.

      Pense bem Shady esses caras são o exército que os combine fizeram com os humanos, os striders já são o exército que eles fizeram de outro planeta que eles conquistaram, aqueles helicópteros que você derruba ao longo do jogo já são de outra espécie dominada e assim vai indo. No passeio que você faz dentro da cidadela se tiver prestado atenção você terá visto seres sendo construídos, tanto striders como outros que não foram utilizados pelo jogo. No fim são metade máquinas e metade orgânicos. Recomendo a leitura dessas páginas são bem esclarecedoras e complementares ao que te falei.
      http://combineoverwiki.net/wiki/Overwatch
      http://combineoverwiki.net/wiki/Synth (essa aqui lhe recomendo ler apenas quando terminar a franquia pois tem spoilers e surpresas do episódios que você ainda não viu)
      http://combineoverwiki.net/wiki/Civil_Protection
      http://combineoverwiki.net/wiki/Overwatch_Soldier ( esse tem fotos bem interessantes)
      http://combineoverwiki.net/wiki/Overwatch_Elite

      Obs 2: releva a observação passada, eu conseguir postar essa bagaça.

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    3. Sabe sr Gladiador, eu fico tão feliz pelo sr ter lido e comentado, tipo... muito feliz... mas o que mais me surpreende é seu respeito por mim e minha opinião.

      O sr é um fan de HL perceptível e ainda assim, não só gostou do que escrevi como respeitou, ouviu, e mesmo não concordando, me fez sentir orgulho do que fiz. Eu, tenho muita sorte por ter leitores como o sr...

      Eu já não tenho mais vergonha em expor minhas opiniões, cenário esse que mudou muito com relação ao passado, e ver que o sr foi tão receptivo só me faz querer mais. Eu to ansioso por jogar os Epi 1 e 2 e ver com meus próprios olhos o que o sr apontou... e digo mais, quero ver se minha teoria se estende ou encerra. Legal que nem preciso "desfazer" meu trabalho atual, caso a teoria desande toda, pois tecnicamente... esse é meu registro real do que absorvi até então... e a recepção foi muito calorosa.

      Sr, obrigado. Você sabe como isso me ajuda, empolga e motiva... eu to com mó sorrisão na cara agora, todo orgulhoso por ter um leitor como o sr.

      Infelizmente, as vezes os comentários são tão longos que não da pra publicar de uma vez só... eu costumo dividi-los no bloco de notas e postar em partes, vejo que o sr fez algo do tipo... bom, pois sua analogia policial me fez perceber e aprender algo muito importante que eu não tinha considerado.

      Como eu digo, os comentários são uma continuação do post, e o sr acaba de enriquecer meu trabalho... muito show isso.

      Sobre música... eu joguei de fones, mas eu sou ruim pra perceber as trilhas. Se elas não tocarem o tempo inteiro eu esqueço fácil, mas eu sei que a música é bem legal... quando toca. Boa parte do jogo é som ambiente, fica difícil pra alguém como eu perceber ou valorizar da forma correta. Eu to aprendendo a analisar os sons... rs...

      Os exércitos... heh... eu acho que sei onde o sr quer chegar...

      Enfim, sr Gladiador, mesmo se demorar, sei que o sr vai aguardar então, te garanto que farei o meu melhor pra aproveitar e registrar o máximo dos Epi 1 e 2, e das dlcs do 1.

      Até la... obrigado moço.

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  6. Ótima analise man.
    Sempre quis jogar esse jogo,mas nunca consegui rs.
    História legal e misteriosa,com espaço para várias interpretações,assim que tem que ser um jogo.
    Abraço;até a próxima.

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    1. Jogaço né...

      Eu gostei de jogar, mas nunca imaginei que o faria pois é um gênero que não curto. Mas, o mistério me conquistou rs.

      Até sr Gabriel.

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    2. Agora que me lembrei,tu tá devendo a saga FEAR né kkkkkk
      Pesquisa pela saga Condemned e Red Faction,são jogos muito bons...

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    3. Hehe...heh...h... foi mau.

      Eu to com FEAR e Condemned aqui pra jogar, mas tiro e investigação policial com terror não ta sendo minha procura atualmente. Quero algo divertido, por isso to jogando cuphead rs

      Mas sr, o blog ainda tem muito pela frente, se considerar todos os jogos que já tenho pra analisar, e já sei o que escrever, eu bato minha meta de 500 analisesmorte. Se eu conseguir isso, vou ficar realizadíssimo.

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  7. Mano que jogo foda (pelo menos até agr)e cara vendo a foto do Gayman criei uma teoria "Estranha" que é a seguinte:

    o Gman é o gordon (mais tipo o "REAL") enquanto esse seria meio que uma copia dele,pois o Gordon original estava velho e não tinha a mesma inteligencia de antigamente ou então esta com uma doença e não durara muito tempo,e então com a tecnologia da Black mesa,eles clonam Gordon e criam o gordon freeman,e para saber se ele tinha capacidade de pensar ou agir igual a ele o próprio Gordon decide testa-lo e vê se ele tem capacidade de se tornar o 'Gordon Freeman' e então o primeiro teste foi acontecido no H1 e Gordon percebeu potencial e da a oportunidade de se tornar a apenas 'gordon freeman' e depois de concluir os outros testes ai sim ele poderia ajudar a black mesa e seus ideais coisas o Gordon nao poderia mais. e os caras repetidos do H1 seriam copias de outras pessoas reais que tambem seriam testados.

    Então é isso cara,boa analise e aguardo o proximo post

    (CONFESSO QUE NÃO SABIA QUE O GAME TINHA SOUNDTRACK ACHO QUE É POR CAUSA DO TIROTEIO ALHEIO KK)

    See yah mrs.death

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    1. Sr Vini, teoria meio louca essa mas, vista por certo ângulo até faz sentido, pelo menos explica perfeitamente o esquema clonagem... e tipo, tem várias teorias alternativas em que Gordon e Gman são o mesmo ser, essa sua visão se encaixa nesse padrão... Mas sei la, eu não vejo muita semelhança entre Gordon e Gman, alias eu nem sei se Gordon é daquele jeito que as capas dizem que é... ele nunca apareceu (pelo menos nos jogos principais tenho certeza que ele nunca apareceu pro jogador... não sei nas dlcs ainda) então, nem da pra comparar...

      Eu prefiro pensar que é tudo uma realidade virtual, e mesmo assim, da pra encaixar a teoria de Gordon ser Gman nessa também... onde ao invés de fazer testes físicos reais, fez mentais, simulando a realidade com os mesmos fins que o sr imaginou...

      Eu agora entendo porque a galera ama essa pequena grande franquia... ela rende bastante teorias xD.

      Próxima analise é Zelda Dx... ta pronto praticamente, escrevi o texto, separei as fotos, editei, corrigi erros, to ajustando algumas coisas... falta só juntar imagem e palavra... ai posto. Faria isso amanhã mas, domingo trabalho e terei o dia praticamente inteiro disponível num PC... acho que vou deixar pra finalizar domingo.

      Enfim, eu também não tinha notado, não é nem por ser bom ou ruim, mas é que é bem ausente e tipo, muitos bons momentos ocorrem sem trilha sonora... daí a gente não percebe.

      Sr Vini, aproveitando seu comentário gostaria de perguntar sua opinião sobre a seguinte ideia (vou postar no face também mas, custa nada adiantar aqui): Estou pensando em fazer um vídeo resumindo franquias que já terminei as analises, resumindo e unificando tudo que foi apontado nos posts, com meu próprio gameplay ao fundo, e meu irmão e eu discutindo sobre (tadinho do meu mano). O que acha?

      See yah...

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  8. Confesso que é uma boa ideia,tipo no youtube a gente nao encontra nenhuma historoa de games ou teorias assim como as suas,eu acho que daria certo,mais tem que ter um pouquinho de experiencia em edicao de video,eu por exemplo tiver que ver tutoriais de edição no adobe premiere, e mano tambem o dailymotion ta investindo tbm em canais novos e baixos e varios youtubes foram prá la por causa dos direitos autorais,nem a nintendo bota strike no daily.

    concluindo: sim,seria uma boa

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    1. Eu não confio muito em mim pra edição, mas vou me esforçar. Em ideia, estou empolgado, e acho que isso é importante. Consigo visualizar os jogos e já tenho o roteiro pronto. Detalhe: Eu quero muito falar sobre o que já falei, e faz tempo...

      A ideia pode funcionar, eu acredito que se eu me esforçar bastante funcionará, e suprirá uma necessidade futura que tenho, em unificar todas as análises de franquias... Explicar as teorias gerais de Zelda, Devil May Cry, Mega Man, Donkey Kong, Silent Hill, Smash Bros, Metroid, e mais os novos jogos que to conhecendo, vai ser maravilhoso se for em um modelo resumido.

      Dia 27, 28 e 29 vou me focar nesse projeto...

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  9. Eu adorava e sempre jogava o multiplayer desse jogo em lan house, mas não conhecia a história do jogo, eu sempre joguei só o multiplayer. Vou gostar bastante de ler essa análise.

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    1. Tentei ser bem objetivo no texto e contar da melhor forma possível. Quando escrevo, penso nos jogadores que curtiram mais jogar por jogar, e não pela história. Saber que posso ajuda-los a entender mais o game me faz ficar bem feliz. Alias, obrigado por achar o blog sr Bruno.

      Boa leitura.

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