SérieMorte: Massacre na Escola - A Tragédia das Meninas de Realengo - O Lucro do Sensacionalismo

O título desse pseudo-documentário serve como clickbait para militância. É cruel dizer isso, e também é cruel pensar nisso, considerando o quão sensível é o conteúdo nele apresentado. O que é vendido como uma série que analisaria um evento trágico e histórico do nosso país, entrega na verdade uma série de entrevistas soltas, com filmagens mal enquadradas, e uma romantização barata do sofrimento alheio.


É triste assistir algo assim, e triste saber que a Warner/HBO+ publicou algo do tipo. Pior é pensar nas famílias dos envolvidos que sequer foram lembradas ao longo do forçado seriado (que é dividido em 4 longas parte de 40 minutos, sem qualquer necessidade), e o enorme desserviço social que tal obra propagou.

Falarei a respeito.

Boa leitura.

O Massacre de Realengo foi algo terrível que ocorreu em 07/04/2011, onde um cara entrou numa escola (E.M. Tasso da Silveira) no Rio de Janeiro, em Realengo, a atirou contra dezenas de crianças, matando 12 e ferindo outras.


Dentre os mortos estavam dez meninas, e dois meninos, e o assassino se matou em seguida, contabilizando 13 baixas.

A ideia do "documentário" é recontar esse evento, com direito a entrevistas com parentes das vítimas, com alguns sobreviventes "mais famosos", com fotos deles, com cenas do ocorrido, e com um punhado de matérias de época que abordaram o tema. Além disso, há filmagens aleatórias do céu, de ruas, de feiras, e reconstruções de cenas com atores filmados pelas costas.


Nesse conceito, ele finge que vai estudar a fundo o evento, e dissertar a respeito, tentando explicar o que ficou vago, e tentando a todo custo dar um sentido pra sua própria existência.

Afinal, pra que criar um documentário sobre uma tragédia, se não pode lucrar com isso? A ideia dessa obra é tirar vantagem do sofrimento dos envolvidos, e da cicatriz enorme que ele deixou, pra militar, e falar sobre temas não relacionados, mas forçando ligação.


Ele começa narrando a vida de algumas pessoas antes do massacre, com elas contando como acordaram, como se vestiram, como se prepararam e o que viram, até chegar na escola, e passarem pelo ocorrido. Isso no primeiro episódio, onde ele explora o máximo que dá, das poucas vítimas que optou por entrevistar.

Os escolhidos foram Thayane Tavares, uma sobrevivente que foi alvejada na coluna e por isso ficou paraplégica, mas eles escondem isso até revelarem lá pelo segundo episódio, só pra chocar aqueles que não a conheciam.


Tainá Bispo, que é irmã de uma das vítimas (Milena), que tem suas histórias praticamente ignoradas.


Alan Ferreira, um sobrevivente que tomou três tiros, inclusive um no rosto, e ainda conseguiu correr pra chamar a polícia, mas viu a melhor amiga morrer ao seu lado.


Luiza Aguiar, uma sobrevivente que foi salva pelas amigas, sendo banhada com o sangue delas, e se tornou famosa por beijar o policial que a salvou.


Valeria Pires, irmã de Samira, outra vítima fatal, que também tem suas histórias praticamente ignoradas.


Lucas Carvalho, outro sobrevivente, que viu a professora sair da sala e fugir sem nem avisar ninguém, e depois conseguiu escapar do tiroteio quando viu o assassino recarregar (isso é vagamente contado e logo esquecido).


E a Adriana Silveira, mãe de uma das vítimas (Luiza Paula), lamentavelmente pouco lembrada (apesar da mãe falar muito dela, e chorar por ela, o "documentário" desvia).


Além disso eles entrevistaram o Subtenente Alves, o policial que atirou contra o assassino, e impediu a chacina de continuar (de todos o mais humilde).


Dessas figuras, se destacam Tayane, Alan e Luiza, os únicos que aparecem nos 4 episódios, e os únicos que tem suas histórias devidamente contadas.

As demais pessoas são usadas como pano de fundo pra eles, e servem só pra esticar a narrativa, e linkar suas experiências com conceitos que os autores queriam abordar.


Daí passam a chamar "especialistas", como professores (nenhum envolvido, afinal todos fugiram), e psicólogos, detetives, e pessoas que não tinham razão para surgirem em tela.

O motivo disso é que, depois do primeiro episódio, o foco da série é falar sobre como o massacre foi um ato de feminicídio, de como as escolas são inocentes e perfeitas, de como os videogames e youtubers aliciam os menores a se tornarem psicopatas, e de como a política (citando nomes inclusive) é responsável por permitir que armas sejam acessíveis (mesmo que o ocorrido nem tenha sido na mesma época!).


Repentinamente, a obra ganha um viés ativista e militante, além de desnecessariamente politizado, e ofensivo àqueles que diz representar.

Ele chama porta vozes de seu discurso como Ricardo Chagas (ativista contra vídeo games pelo que vi) e Lola Aronovich (ativista feminista, quem deu origem a lei Lola, que luta contra o ataque às mulheres virtualmente), além de outras figuras que não cabe a mim ficar citando.


É curioso como o formato predispõe sua opinião para expor a ideia de que, o assassino teria massacrado apenas meninas, e os meninos mortos foram "efeito colateral" e literalmente menosprezam suas memórias, nem mesmo buscando suas famílias para falar a respeito, sem nem dar espaço para eles.

Isso parte desde o título, que já deixa claro que vai ignorar as crianças mortas, e focar apenas nas meninas mortas, para usar de ponto de partida outros discursos sociais, como o feminismo, para sustentar uma tese totalmente baseada em uma perspectiva antiga do crime.


Tanto que, ao invés de documentar o evento por inteiro, os idealizadores só falam o que querem que escutemos, e omitem o restante. Eles escondem informações, pincelando suas ideias com ganchos editados das falas cortadas dos entrevistados.

Nota-se que não houve qualquer esforço para pesquisar a respeito do crime. Na verdade, tudo que o "documentário" faz é compilar matérias tendenciosas da época, e mescla-las com eventos atuais, pois não bastando cutucar cicatrizes, eles ainda o fazem com feridas abertas dos massacres recentes.


O último episódio são discursos políticos misturados com citações de todos os outros casos em que pessoas mataram crianças em escolas, mas não é algo feito para nos conscientizar, nem para nos informar, pois rapidamente desviam o assunto para debater política ou questões sociais que em nada se relacionam ao ocorrido de 2011. Eles fazem isso para "preparar franquia", já que fica evidente a ideia de criar um tipo de saga de "Massacre na Escola - Documentários Baratos para Lucrar".


O projeto é tão irresponsável e insensível, que nem se dá ao trabalho de colocar uma mensagem de "Conteúdo sensível" no início. 


Muito pelo contrário, ele se auto vitimiza, citando que não podem botar nome ou imagens do autor do crime, pois é contra a lei. Mas podem por cenas do local onde as crianças morreram, com o sangue delas esparramado, pode botar vídeos do crime acontecendo, e até cenas do corpo do assassino morto, como se isso não fosse machucar ninguém.


Eu me senti desconfortável ao assistir, principalmente nesses momentos (e eu normalmente não me choco com violência). Era como acessar um site de imagens mórbidas pois, é tudo gratuito e explícito, mesmo havendo cortes rápidos de cena, tudo é muito gráfico, ainda mais pelas descrições dos envolvidos em paralelo às imagens.

Tudo piora quando tentam apontar responsáveis pelo crime (além do próprio criminoso), sem nem se dar ao trabalho de investiga-lo. Citam que o criminoso tinha armas compradas de caras que, depois de identificados foram presos. Mas nem tentam ver de onde esses caras eram, quem eram, o que faziam, como tiveram contato com o assassino... só ignoram e seguem o documentário vagamente, focando agora nas armas e como elas são perigosas, e ignorando o caso em específico.


Tentam falar das vítimas e mostrar como seus familiares estão, mas nem pesquisam onde estão, quem são, e nem mesmo citam isso. Os poucos que aparecem tem poucas falas, e os que recebem destaque são por terem recebido destaque JÁ NA ÉPOCA.


Um dos entrevistados joga na cara do "documentário" que, a mídia só caiu em cima dos mais famosos pois um saiu paraplégico, o outro chamou o policial. Mas logo em seguida ele cita que houveram pessoas heroicas com histórias para serem contadas, como O PROFESSOR QUE TRANCOU OS ALUNOS NA SALA PRA NÃO SEREM PEGOS E TENTOU AJUDAR OS OUTROS A FUGIREM.

Cadê a história do Professor Luciano? Baita documentário.

Caramba, o cara fala isso, ele da o nome do professor, e os idealizadores nem pensaram na ideia de procura-lo? Quem sabe ao menos mencionar o evento, se não tem sua autorização para entrevistas, não podiam fazer homenagens ao menos?

Mas ao invés disso, gastam mais de 2 horas só falando de como vídeo games são ruins para os jovens, de que existem grupos organizados para matar mulheres, de como o acesso às armas é facilitado pelo governo e barateado, de como as escolas são perfeitas e não precisam de reestruturação alguma, e de como as comunidades são o problema da sociedade.


Isso pode ser camuflado por musiquinhas tristes, mas essas são as ideias de força e peso que eles mais enaltecem na obra, desinformando quem a assiste, de forma ignorante e muito irresponsável.

Quando Ricardo fala de como a DeepWeeb é "Rápida e Leve" ele está mentindo na cara dura (ela é lenta pra um caramba, e muito dificultada em sua navegação) e pior, assim ele estimula os acessos a rede oculta, não apenas citando como se faz, mas ENTREGANDO AS FERRAMENTAS. O cara coloca o link, que não é censurado, da Wikipédia da darkweb! Isso é ridículo.


Ele ainda cita que grupos de aliciadores da rede se reúnem no YouTube, para recrutar jovens e torna-los membros do grupo em fóruns, usando como exemplo vídeos de HUMOR, ou canais de estórias de terror. Qualé!!!!


Ele chega a falar que Five Night at Freddies é um jogo infantil, que conduz a criançada para o lado do mal, e que o jogo fala de massacres de crianças em restaurantes. Sendo que o jogo é um JUMP SCARE feito pra assustar com TERROR VISUAL e principalmente PSICOLÓGICO em sua Lore. Nem vemos as crianças morrendo, e tudo é só um contexto pra explicar a razão de BONECOS ANIMATRONICOS serem uma ameaça. O jogo nem é pra crianças, é +18, e ele é chato pra caramba (minha opinião) mas, nem de longe é um "hipnotizador de criminosos". Pior que ele ainda usa um canal que explica o jogo meu, só isso! E desce a crítica sem nem visualizar o conteúdo (mais hater que os haters isso ai).


Bem triste um momento em que ele se reserva a mostra no YouTube, um vídeo de uma RP de GTA onde uma criança fala como gosta de matar, e é zoada pelos youtubers (eu odeio essas RPs), e ele responsabiliza os YouTubers! Sendo que, os pais da criança não estavam monitorando ela jogando algo violento, às 3 horas da manhã, e sendo que a plataforma permite lives do tipo sem qualquer censura. Ta errado os caras acharem engraçado uma criança com tal idade sendo assustadora e sem orientação? Ou será que os errados são a família dela que permite ela ali, juntamente da plataforma que não liga?


Ele chama os caras de criminosos, pelo amor de deus! Ta certo que na RP eles eram mesmo, mas era uma "Role Play", significa que eles estavam brincando, fingindo, vivendo uma vida falsa dentro de uma obra fictícia, e não que eles queriam recrutar a criança pra virar uma assassina.

Ele fala que o assassino era bem treinado pois jogava Counter Strike! Diz que jogos de FPS (tiro em primeira pessoa) foram criados pelo exército para treinamento de seus soldados, e hoje damos isso pra nossas crianças treinarem. Meu, TODA TECNOLOGIA QUE TEMOS HOJE VEIO DO EXÉRCITO, DA GUERRA OU DE INVESTIMENTOS EM EXPLORAÇÃO ESPACIAL! Isso vale pra jogos principalmente (Tetris que o diga!)


Ele fala que o anime "Assassination Classroom" estimula crianças a matarem os professores, mas esquece de dizer que é um anime onde o professor é um assassino alienígena de cabeça amarela e tentáculos, que disse que se a sala inteira não deter ele, ele matará o planeta todo, sendo algo voltado pra humor e com toques de terror, inapropriado pra crianças, mas hilário. A série sabe que é inofensivo, então mostra apenas as armas do anime!


O jeito como citam fóruns, os "chan", como dizem que as redes sociais são abarrotadas de criminosos, assediadores e aliciadores, e apontam dedos para canais e blogs, é estúpido. Em dado momento o cara lê um comentário num vídeo e alega que são todos assim, mas o "documentário" esconde os demais comentários, nos privando do outro lado da moeda (que eram curiosamente opositores ao comentário em destaque).

Que tipo de documentário só mostra uma perspectiva, e distorce as demais? Algo tendencioso certo? Algo manipulativo, falso e de má índole, sem compromisso com a verdade.


E pra deixar tudo pior, isso ocorre em algo que usa como ponto de partida uma tragédia do mundo real, onde pessoas morreram, pessoas se traumatizaram, pessoas sofreram e sofrem, mas ele em momento algum lhes oferece espaço.

O pouco espaço que há para as vítimas e parentes das vítimas, é comprimido em rápidas participações e aparições pra dramatizar um pouquinho. E apesar das pessoas envolvidas se sentirem ouvidas, muito do que disseram foi distorcido, editado, e adaptado para servir ao que o "documentário" queria contar.


A parte onde Lola fala é esticado, alongado de um jeito que mais parece ser um documentário sobre ela, e como ela foi a responsável pelas mulheres terem uma proteção a mais na rede. Ela não fala nada sobre Realengo, nada sobre as crianças que morreram, ela só fala sobre si, sobre como foi perseguida nas redes, como a internet é tóxica, e o tom do projeto a acompanha.


Aos poucos ele passa a atuar contra a liberdade de expressão, passa a estipular regras e teorizar sobre eventos que, só repetem o mesmo que a mídia da época fez. O exemplo mais alavancado é o de que o massacre de 2011 teve um viés misógino, sendo que pelas fotos de turma que divulgam no próprio "documentário", fica nítido que haviam mais garotas do que garotos nas salas de aula atacadas.


Além disso, o próprio Sargento declara que não acredita nessa hipótese, pois é muito mais plausível que os meninos correram da sala, enquanto as meninas tentaram se proteger ali mesmo se unindo, por isso acabaram virando alvos.

Por mais que discutem as intenções do autor do crime, a série mesma acaba revelando que o fato "Bullying" foi seu principal motivador, e ele não teria ido lá para matar as crianças, mas para marcar a escola.

E de igual forma, o "documentário" defende a instituição, dando voz ao ex-diretor Luis Marduk, que fala de sua gestão na época e suas decisões em prol da comunidade.


Dando voz a uma professora, Dorotéa Azevedo, é uma senhora idosa que inclusive, foi quem permitiu a entrada do atirador, e abre espaço para eles relatarem como não estavam presentes, mas como lamentavam muito por tudo que aconteceu, e que suas medidas posteriores foram ignorar os eventos, e continuar suas vidas.


Complexo isso, delicado isso, e muito mal abordado (sei que não foi a real história de todos eles, mas é o que o "documentário" faz parecer e induz a interpretar). Faltou tato para lidar com as famílias, faltou sensibilidade para falar dos envolvidos. 

Um documentário que se prese teria buscado um representante de cada família afetada direta ou indiretamente. 


Um documentário que presta teria ouvido todos os lados.

Um documentário que presta teria nos feito conhecer cada um dos anjos, e explicaria como eles eram únicos, enalteceria suas presenças e os homenagearia. 


Um documentário que presta tentaria dar espaço para todas as versões, chamaria pessoas que entendem de fóruns e redes sociais para falarem também. Chamaria Youtubers para representar seus lados, e argumentarem sobre as razões de criarem o que criam.

Um documentário que presta não ficaria enfatizando uma única ideia e tornaria ela uma verdade absoluta para si, não quando a própria verdade nem foi "desmascarada". 


Um documentário que presta não apontaria dedos, nem botaria rótulos, muito menos envolveria política fora de época com o assunto.

Um documentário que presta tentaria no mínimo informar direito, ao invés de apelar pro sensacional e banalizar o trágico.


Estou arrependido de ter assistido isso, pois apesar de conhecer algo que eu desconhecia (nunca me interessei nem me interesso pelo assunto, acho terrível de mais), apenas constatei que a mídia é podre e corrompe informações em prol de suas ideologias partidárias.

Se eu tivesse acesso à escola que permitiu sua exploração pelos documentaristas, eu procuraria informações como "Quantos alunos haviam em cada sala?" para assim deixar claro de vez que, não foi um crime de ódio contra a mulher, foi um crime de ódio contra a humanidade, contra crianças, contra a escola.


Eu pesquisaria sobre as famílias e diria como todas estão hoje, para desmotivar ainda mais qualquer "imitador" mostrando que por pior que seja, as pessoas aprendem a superar, lutam e vencem, mesmo com suas perdas, e de nada adianta espalhar dor e sofrimento.

Eu informaria melhor como era a comunidade de Realengo, muito mais do que apenas dizer que "Ah, era uma cidade pacata onde nunca houve violência" sendo que, estamos carecas de saber que a violência sempre existiu. Também mostraria melhor como ela está hoje em dia, não apenas mostrando imagens de passeatas em homenagem no "feriado" do crime, mas em dias comuns, em dias normais.


Eu tentaria a todo custo representar cada uma das pessoas que ali estavam, tentaria pressionar a instituição escolar e governamental sim, mas para mostrar pro público como nada mudou de lá pra cá, e quais as reais razões de nada ter mudado: Falta de investimento, falta de compromisso, falta de respeito.

Eu jamais apontaria dedos sem citar nomes, isso é o real crime. Tu não pode censurar pessoas e falar mal delas pelas costas. É preciso dar voz a todos, permitir que todos deem sua opinião, e ai sim, trabalhar com ela para não ser desrespeitoso, mas ser ambíguo. 


O papel de um documentário é DOCUMENTAR. E o que este fez foi só repetir o que já foi feito no passado, pela mídia da época, retocando isso com suas entrevistas repetidas sem nada novo pra relevar.

Um triste projeto, que torço que pare por aqui, pois se continuarem com o que pretendem, só irão desrespeitar multidões a troco de nada... ou melhor, a troco de espaço no streaming da HBO+.

É isso.

Desculpe se fui insensível ou redundante, eu só odiei o que vi.

O que me fez assistir isso foram recentes polêmicas, pois mostram canais do YouTube acusando-os de serem criminosos, quando isso é pura mentira. O que mostram é dentro de uma narrativa toda distorcida para enganar quem não conhece o assunto, e isso é um perigo tremendo. 

Temo pelas pessoas que buscaram nesse documentário por informações, pois muito do que há nele é distorcido ou vago, além de nada profissional.

See yah.

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2 Comentários

  1. Mr. Death, gostei muito do artigo e respeito a opinião. Concordo muito e discordo de pouco. Documentários são enviesados por aqueles que o idealizam. Há vários desses em todas as plataformas que os comportam. O maior problema disso trata-se da obrigação do Ministério da Cultura que exige que uma porcentagem mínima de séries/documentários sejam produção brasileira. As redes de Streaming são obrigadas a aceitarem muito do que chegam a eles, pois a não aceitação pode significar problemas jurídicos com o governo local. O resultado é esse ao qual você comentou: lixo ideológico e parcial.

    Tuck.

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    1. Sr Tuck! Prazer recebê-lo (e saudades também!)

      Eis um ponto interessante, obras financiadas pelo governo praticamente recebem um espaço cotado, o que é bem triste pois certas ideologias distorcidas são compartilhadas sem muita cautela ou responsabilidade. Eu nem tinha me tocado disso =/

      Sr, obrigado! Repito, saudades my friend.

      Excluir

Obrigado de mais por comentar, isso me estimula a continuar.

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