O Filme Achado de Hoje: V/H/S 94 - Arranque seus olhos!

Eu desisto.

Nem sei o que deu em mim em esperar algo decente dessa franquia depois do VHS Viral. Já nele eu me lembro da frustração, e não foi nada diferente aqui.

O filme é ruim, não compensa assistir, e sério, não perca seu tempo. Se em algum momento ele aparecer aqui pelo Brasil, passe longe.

Mas, se quiser saber mais... boa leitura.

Seguindo um modelo antológico bem falho de múltiplos diretores e modelos de filmagens, eis que a "franquia" estraga tudo, justamente por variar de mais.

Nem todo diretor tem sensibilidade ao estilo Found Footage, nem todos conseguem entender como causar impacto e como aproveitar o realismo desse estilo, pra causar algum tipo de terror. Alguns só usam as câmeras tremidas pra incrementar suas histórias achando que isso seria o bastante pra fazer valer. Mas isso sempre dá errado.

VHS 94 é uma das maiores porcarias que já pude assistir no gênero, não só por desrespeitar o estilo cometendo erros muito imbecis, mas por estragar a experiência de assistir um filme de terror, com histórias podres, defeitos especiais lamentáveis, e defeitos práticos tão mal utilizados que não entendo como um lixo desses recebeu luz verde.

Se bem que, ele só saiu numa rede streaming americana chamada Shudder, que confesso, é ridícula.

E pensar que eu realmente me empolguei, e pensei "finalmente um found decente surgirá novamente", mas não... como de costume é só mais um pouquinho de chorume filmado.

Sem mais, eis meu review dessa porcaria.

O filme começa com vários policiais entrando num prédio sei lá pra que, armados até os dentes, e filmando (Holy Hell). Não busque explicações, em 1994, policiais super equipados levam uma Câmera de mão pra filmar um ação militar.

Daí entram no prédio e começam a procurar algum tipo de terrorista ou drogas, sério, não tem muita explicação de estarem lá. É só uma justificativa pra coloca-los num local com vários televisores e filmagens perdidas antigas, cercados é claro de vários corpos com os olhos arrancados.

Você pensaria: Ah, nossa, os filmes devem ser amaldiçoados por isso eles terminaram desse jeito ao assistir! 

Mas não, só são tão ruins, mas tão ruins, que as pessoas arrancaram os olhos mesmo. De verdade, o próprio filme diz isso!

Então, sem qualquer explicação da razão pra assistirmos os vídeos, nós pulamos pra dentro de cada televisor, acompanhando o que os policiais encontram.

O primeiro (Storm Drain), é um noticiário sobre RatMan, um suposto homem rato que vem apavorando as pessoas diretamente dos esgotos.

Sem lógica nenhuma, do noticiário pulamos pra uma das âncoras, tentando filmar em primeira mão o RatMan, ou pelo menos fazer uma boa chamada pra uma matéria sensacionalista. Ela meio que é forçada a isso, pra aumentar o ibope, sei lá.

Daí quando entra nos esgotos pra filmar, ela descobre que há um monte de pessoas vivendo lá, sujas de uma coisa preta, e depois dela e seu cinegrafista serem capturados pelas pessoas, eles são apresentados ao Ratma! O deus deles.

Era um cara usando uma cabeça de rato gigante, que cospe baba preta ácida em quem não gosta, e baba preta comum em quem gosta.

Sem motivo nenhum, os caras filmam uns aos outros usando a câmera da jornalista mesmo (é só pra gente ver no que vai dar) e enquanto o dono da câmera é derretido pelo ácido da baba de rato, a jornalista é abençoada por ele, e se torna uma das membras do Culto do "Ratma".

Legal que, todo mundo fica banhado pela baba preta como um tipo de ode hipnótica ao deus deles. Mas o cara que lidera tudo, parece cientista, fica até de branco pra mostrar que ta suave e não precisa da baba.

Então no fim, a jornalista é resgatada dos esgotos (parece que usaram a mesma locação pra filmagem dela sendo resgatada) e ai, ela volta pra sua função de âncora, vomitando em seu colega e derretendo ele ao vivo.

Depois ela age normalmente e é fim.

Em considerações, posso dizer que esse curta é decente, pelo menos consegue se manter o mínimo realista. Não usa efeitos especiais, e no máximo tem a máscara de rato, que é um bom efeito prático.

Ele também não conta com trilha sonora, ou sons adicionados pós produção. Existe até algumas cenas que brincam com  o som ambiente dos esgotos pra causar alguns momentos de tensão auditiva, mas mesmo que tenha sido algo posto em edição posterior, consegue soar verídico.

O segundo curta (The Empty Wake), depois de mais enrolação com os policiais na invasão, se perdendo e ficando presos no prédio enquanto uma voz feminina os ameaça, eis que surge o segundo vídeo.

Aliás, vale dizer que no vídeo inicial tem uma parte com comercial (The Veggie Masher), de um esmagador de legumes, que me lembrou muito os vídeos nosense do Adult Swim... 

Inclusive ele não tem nada a comunicar, além de mostrar uma ferramenta tosca e nada prática de cozinha.

Continuando, o segundo vídeo até que é bonzinho pra ser sincero...

Ele conta a história de uma mulher num velório, que tecnicamente é a anfitriã do evento, e além de receber o pessoal, ainda seria responsável por gravar tudo afim de criar um memorial ao falecido. 

Só que ninguém vai, por causa de um alerta de Furacão na região.

Paralelo a isso, a moça fica la de um lado pro outro, esperando chegar alguém, e tomando sustinhos quando o caixão do cara se move ou faz barulhos.

Como tem câmera em todos os ângulos, da pra ter uma boa noção do ambiente, e várias perspectivas bem mostradas do caixão e da sala em si, o que causa um pouco de tensão, ao invés de enjoar com o "nada acontecendo".

As vezes a personagem liga pra alguém pra conversar sobre a angustiante experiência que vem passando, e dependendo de sua proximidade com as câmeras, da pra ouvir um pouco da conversa, entendendo o contexto.

Também há momentos em que ela bota no viva-voz por preguiça mesmo, e da pra entender bem o que acontece. Mas, nada é realmente importante. No máximo ficamos sabendo que o morto foi supostamente empurrado do telhado de uma igreja (vai ver tava possuído) e que os barulhos dele no caixão eram supostamente gazes do cadáver.

Mas, depois da chegada de um estranho com sobretudo que reza em um idioma diferente, na frente do morto, eis que as coisas mudam um pouco.

Ele aparece, diz que vai dar suas condolências, e depois de falar um pouco perto do caixão, ele vai embora, e pronto.

Só que não demora até a luz acabar, e o caixão se mover de vez, assustar a moça, e depois ter o cadáver desaparecido. Paralelo a isso ela tenta escapar e percebe que alguém (o cara provavelmente) acorrentou a saída pelo lado de fora e ela tava lascada.

Daí o morto, em forma de zumbi com a parte de cima da cabeça decepada, começa a andar procurando ela, mas sem ver.

Só que a moça acaba ficando do lado do resto da cabeça dele e ele ataca ela, olhando por ela via wi-fi psíquico.

Então, o tornado (anunciado por uma sirene ao fundo) destrói a funerária no meio do ataque do zumbi em cima da moça.

Por fim, ela levanta, estranha (deve ter virado zumbi, ou foi possuída pela entidade dentro do corpo) e sai andando, no meio dos destroços e passando direto pelo corpo caído do cara ex-zumbi.

Em considerações finais: Esse curta é bem feito e dirigido, e tem uma combinação decente de efeitos especiais com práticos, que convence.

Confesso que achei muito estranha a roupa que a moça usa pra ser anfitriã... não é que seja errado, mas era colorida, e um tanto quanto curta de mais (mesmo que não mostre nada) e, só não soa muito real (normalmente usa-se preto não?).

O terceiro (The Subject) curta é podre.

Um maluco asiático banca o frankstein e mescla pessoas vivas com partes de máquinas, pra ver se dá certo.

Logo no começo já da pra sentir o odor de estrume. Os caras fizeram um defeito especial tão ruim, mas tão ruim, que não só parecem gráficos de PS2, como o próprio Fogo, FOGO, parece um gif posto em cima da cena. OS CARAS NÃO SOUBERAM INCLUIR UM EFEITO DE FOGO!

Mas tudo piora, e muito, pois é uma sucessão de erros que não se limitam a edição, mas a coreografia, direção, e roteiro!

Por exemplo, o cientista começa a fazer seus experimentos em duas pessoas capturadas. Uma delas ele abre a cabeça, usando uma serra elétrica, sem elipse alguma e com uma filmagem ininterrupta.

Mesmo que a parte grotesca do corte seja censurada, ficando distante da câmera, e de costas pra ela, ainda assim consegue ser estragada! Primeiro que o cientista corta muito, mas muito rápido. Ele abre a cabeça da moça em questão de 10 segundos, como se isso realmente fosse possível usando uma serra circular.

Mas o pior, é que depois ele remove o cérebro dela, com total sucesso, usando apenas as mãos mesmo e puxando, rapidamente. O cara da um puxão, e pronto, cérebro preparado pra transfusão. Super crível.

Esse experimentos dele é uma jovem que sequestrou, e ele acopla sua câmera de vídeo na cabeça dela (pra justificar as filmagens). Antes disso ele só tava filmando as coisas pra, se mostrar mesmo (nem vale como registro diário, pois ele para de fazer isso depois que coloca a câmera na cabeça da mina).

Então, ele continua seus experimentos, com um cara que ele transforma a mão numa espada, e deixa o resto escondido pra gente ficar apreensivo, e depois ele se volta pra obra prima dele, a mina com a câmera.

Claro que o curta vai enrolar pra mostrar ela, pois esse é o trunfo, o mistério do que ela se tornou.

E aí começa o erro da conveniência. Do nada, a televisão do cara liga com uma matéria sobre ele próprio estar sequestrando pessoas, e o anúncio individual dessa moça que ele raptou. O cara da espada que se lasque! Ou qualquer outra vítima, o importante mesmo é sabermos quem é a moça que está nos representando em cena.

Daí, ela percebe que seu corpo tá incompleto. Além da cabeça, ela também perdeu um braço. Explicação? Ela precisava segurar a câmera com um dos braços pra fazer a filmagem, só pode ser isso. Não há um motivo lógico pra tal remoção, e mesmo que o filme depois empurre algo muito tosco como resposta, isso não convence em nada.

Mas, continuando, do nada um monte de soldados aparecem no laboratório do cara, invadindo o local em que ele está, carregando, convenientemente, uma Câmera com eles, pra assim mostrar uma segunda perspectiva de cena.

Faz sentido, em 1994, soldados invadirem locais carregando câmeras de mão. É lógico, e super seguro, além de prático. É isso que o filme conta. E olha que eles filmam eles próprios executando o cientista maluco, como se isso não fosse gerar um P.A. da Corregedoria Militar depois.

Então, ainda fazendo muito mistério, mesmo com a segunda câmera posicionada muitas vezes para a moça transformada, o filme enrola pra mostra-la, e entra em seu clímax com os soldados discutindo sobre o que farão com ela, mesmo ela sendo a moça que eles foram resgatar (os outros que se lasquem).

Só que, entre executa-la ou salva-la, eles não conseguem decidir pois um alerta tranca tudo e prepara uma detonação, ou sei lá o que. O cientista maluco tinha programado sua base secreta pra eliminar intrusos caso ele morresse, e aparentemente, suas criações iriam ganhar vida pra vinga-lo.

É nessa parte, que a coisa desanda por inteiro. O cara da espada levanta com parte mecanizada do corpo, e massacra todo mundo, na pior edição visual que eu já testemunhei. Parece um vídeo game, e mesmo se fosse um, seria mal feito.

Tem também é claro, a cena dela se olhando num espelho e sofrendo com a realidade óbvia. Pior ainda é que o filme se dá ao trabalho de explicar com documentos que ela encontra, e até uma foto, que a cabeça dela virou uma câmera. COMO SE ISSO FOSSE IMPRESSIONANTE! Pior... a cena é mal feita graficamente, e dá pra ver até os dedos da moça passando pela cgi quando ela mexe no "rosto".

Mas não é só isso não, a moça consegue fugir, e descobre que seu braço pode ser acoplado em armas preparadas pra ela pelo cientista. Isso faz todo sentido! Sem qualquer terminação nervosa ligada aos equipamentos, ela os controla com a mente e sai matando os guardas tudo, enquanto foge do outro mostro da Espada.

E, nos vemos assistindo uma cena mal editada de um jogo de tiro em primeira pessoa (nem o efeito de tiro fica bom! USAM A MESMA IMAGEM!). 

O erro da trilha sonora, que até então não tinha surgido, ocorre nessa parte, em que a moça carregar uma arma faz surgir uma música de ação. O gênero morre ai.

Aí é um clichê atrás do outro, a moça anda pelo lugar (que é gigantesco, com vários armazéns e corredores), descobre outros experimentos, mata um deles tirando da tomada (é ridículo) que inclusive oferece a ÚNICA CENA DE NUDEZ GRATRUÍTA DO FILME TODO! Sério, é normal esperar esse tipo de coisa em filmes podres, mas nesse caso, todos os outros curtas evitaram esse erro, e este esculachou em todos!!!

Acha que não pode piorar? Só que piora! Numa parte ela vai passar por uma porta, e a pior transição de cena que já vi também acontece nesse curta! DA PRA VER O QUE TEM DO OUTRO LADO DA PORTA, E AO ATRAVESSAR, O CENÁRIO MUDA TOTALMENTE, E APARECE UM CARA DO NADA!

É temeroso como isso passou pela edição. Parece que não quiseram assistir o que eles mesmos montaram, pois é estupido deixar algo assim em cena. 

Então, o soldado que no começo tava só filmando e era o único que queria salva-la, é convenientemente aquele que ela encontra, e polpa. Só pra em seguida o capitão atirar nela, e pular nela, e tentar matar ela...

Pra ser baleado pelas costas pelo soldado bondoso... que morre em seguida, pro monstro da faca...

Que morre em seguida, com seu cérebro sendo removido numa porcaria de troca de cenas do efeito especial pro prático. Meu, me senti assistindo CineLab!

Aí a bateria da câmera da moça acaba, mas o curta não, pois ainda tem uma câmera de segurança (que de nada serve pois, o cientista nem usava ela!) mostrando a moça se levantando e andando, agora sem visão pelo jeito.

Ai sim, fim.

Eu lembro que quando vi o trailer, e me empolguei com o ressurgimento da franquia VHS, eu achei estranhas as cenas de "vídeo game" e fiquei pensando como eles incluiriam "Realidade Aumentada ou Imersiva" num filme antológico ambientando em 1994. Eis que eles não fizeram isso, apenas meteram o louco e puseram cenas muito, mas muito mal desenhadas e editadas mesmo.

O quarto curta (Terror)...

Um monte de marmanjo branco armado resolve bancar os nazistas e caçar judeus vampiros, é isso.

É uma besteira de assistir, com os caras planejando um grande ataque ao governo pra, sei lá, passar uma mensagem extremista.

Mas são um bando de palermas, tanto que o plano deles é usar o sangue do vampiro pra explodir prédios ou, sei lá o que.

Eles capturaram um cara, que é imortal, mas que o sangue explode ao contato com o sol, que eles chamam de vampiro.

E ficam toda hora executando ele, sem razão alguma, e filmando isso.

Depois, eles conseguem um monte de armas de um policial racista que compartilha da ideia deles, mas eles não sabem usar o que tem.

Na primeira besteira que fazem, com uma festa pré-terrorismo, um deles deixa o vampiro escapar ao tentar, mijar nele!

Só que, no dia seguinte, os caras percebem que o vampiro escapou, indo até o galpão em que ele ficava, e só nessa, metade já morre. Não pra ele, mas pra um dos próprios malucos que pega uma metralhadora num carro e, mata geral, sem conseguir controlar a arma pelo peso.

É estupido!

Mas aí eles entram no galpão, mesmo o vampiro tendo arrancado a cabeça de um dos caras lá dentro, e caçam ele.

Quando ele aparece, ele tem uma prótese de efeito prático na cabeça, com uma boca aberta gigante, a qual parece que tinham medo de danificar, pois LEVAM SÉCULOS PRA MOVE-LA!

Tipo, na primeira aparição, ele arranca o rosto de um cara numa mordida (não esperem muito, só tacam ketshup mesmo), vindo do teto. Do lado do cara tinha o líder deles com uma metralhadora, doidinho pra atirar. Mas, a cena leva uma eternidade! O vampiro abaixa, fica com a cabeça do cara na boca dele por alguns segundos, e geral só olha, ele faz um movimento muito falso, e aí o cara grita, caindo no chão.

Demora tanto, que simplesmente acaba com a cena. Pior, é que logo em seguida, o cara da metralhadora mostra urgência em suas ações e falas, atira feito louco na direção onde o vampiro tava, e simplesmente vai atrás dele.

Tudo foi montado de um jeito tão falso, e cortado de uma forma tão mal pensada, que ficou ridículo.

No fim, o vampiro mata geral mesmo, e aciona uma luz solar artificial pra explodir, se vingando dos racistas. Fim.

E claro, o final da obra precisa ser a conclusão da cena dos policiais investigando o local das filmagens né? Então, duas moças que tavam no esquadrão, trocam as roupas de policiais, e se vestem de branco, e dizem ser, eu sei lá, sadomasoquistas?!

De verdade, não faz o menor sentido! Elas pegam um dos policiais, falam com a câmera como se fossem transmitir tudo ao vivo ou, vender depois (eu não sei, eu tava vomitando nessa hora) e elas batem com a câmera na cabeça dele, do jeitinho falso de sempre (levanta a câmera lá no alto, e bate, as vezes fora de sincronia com o som de impacto de tão bem editado que foi essa porcaria), e fim!!! 

Dando um close é claro na cabeça desfigurada do soldado.

Só pra constar, na última parte dessa "conexão" das filmagens, rola trilha sonora, mostrando que o projeto já tinha abandonado o realismo de vez mesmo e dane-se.

Pior filme.

Sério, ele só não consegue ser pior que ABC da Morte pois, tem menos curtas.

Eu me arrependi tanto de assistir isso... 

Me desculpe por compartilhar. Mas é só pra que eu me lembre de JAMAIS ASSISTIR ISSO NOVAMENTE!

Eu desisto de procurar found footages bons.

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4 Comentários

  1. Kkkkkkkkkkkkkkkk a vontade de te zuar é gigantesca, vc simplesmente teve um delirio, ilusão, ou quaquer merda que vc quiser chamar, que esse genero presta, não não julgo, pois a ideia do genero em si é boa, com 4 ou 5 exemplares que realmente prestam no meio de centenas que a pobre mortinha ficava procurando na sua listinha infinita. MAS AGORA VC QUE NÃO AGUENTA MAIS KKKKKKK (me lembrei do meme do pastor la kkk) depois de anos e anos tentando e procurando, era mais facil vc achar a Triforce, o One Piece ou um Death Note na rua do que achar coisa que presta nisso kkkkk

    Max: "não, chega, eu desisto, não da mais" kkkkkk

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    1. Joguei a toalha, prefiro esquecer desse gênero pois, já foi.

      Pior que la no fundo, ainda tenho uma fagulha de esperança... um dia, surgirá um bom filme. Mas eu nem vou procurar mais kkk.

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  2. Se um dia um filme bom aparecer, você nem vai precisar procurar, confia.




    E Caraí, me senti velho agora, me lembro quando vi o primeiro "filme achado de hoje"... Bons tempos aqueles.

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    1. É, você tem razão. Por isso é bom parar de procurar... kkk

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