SérieMorte: A Garota de Fora (The Girl From Nowhere) - 1° Temporada

Como diz o ditado, jamais julgue um livro pela capa ou pelo título, e as vezes não julgue pela sinopse ou críticas... o bom é julgar depois de ler mesmo... mas como eu nem to falando de livro, vou falar de uma série, aí pode julgar só depois de ver os episódios tudo. Aliás, o que que eu to falando?!

A Garota de Fora


Boa leitura, sem spoilers... acho.

Bem, A Garota de Fora é um caso curioso de uma série que eu passei longe várias vezes, por causa do título estranho e nada interessante que leva, somado ao pôster de uma garota de uniforme que, da a entender que é um tipo de série romântica estudantil... pois é, eis que sou surpreendido ao descobrir que é uma série de Terror Psicológico ao estilo Antologia! Exatamente o que eu curto.


Mas pra me convencer a assistir, foi complicado. O que me levou a dar uma chance pra série, foi o momento em que a pessoa que me recomendou disse "Mano, a mulher não morre, já espancaram ela, mutilaram, tacaram bomba tudo, e ela ainda não morre." Sim, foi na curiosidade pra ver como que uma história acadêmica de jovens chegaria a ficar nesse nível que me fez assistir (e mano, a série é de 2018! Só agora fui ver, 3 anos depois!).

Só pra contextualizar, só pelo título e descrição eu já meio que pré-julguei a obra e imaginei do que ela se tratava: Pra mim, era a história de uma garota que foi transferida pra uma escola e passou a sofrer bullying e assédio dos demais, e a cada novo episódio esse bullying subia de nível, pois por alguma razão ela era invulnerável fisicamente.


Sim, eu imaginei que era isso, pois recebi algumas descrições de uma amiga que estava bastante animada ao assistir e tudo que conseguia era deduzir, afinal ela não dava muitos spoilers. Mas eu tava bastante errado.

Na verdade é uma série antológica com variados temas, abordados em múltiplas histórias com realidades próprias, ao estilo Além da Imaginação.

Além disso, todos os episódios são desconexos uns dos outros, tirando 2 "especiais" que são divididos em duas partes.

O diferencial dessa série, é que ela usa como tema de fundo o Mundo Escolar. Todos os episódios se passam num tipo de escola diferente, como Técnica, Particular, Pública, e por ai vai, com seus próprios personagens que tem desfechos dos mais variados.


Porém, o que conecta todas as histórias não é isso, mas sim, a tal "Garota de Fora". Todo episódio tem apenas essa personagem "repetida", que tem o mesmo nome, e sempre é de alguma forma "estranha", mas nem sempre tem as mesmas características ou comportamento.

Essa garota, chamada Nanno, usa sempre o mesmo corte de cabelo, e só muda o uniforme pra escola onde ela está, mas não coloca nenhum outro tipo de roupa, nem mesmo em festas ou eventos. Ela sempre tá do mesmo jeito.


Só que, em termos de personalidade, ela varia bastante. Geralmente ela assume o papel necessário pra que sua presença surta efeito nos demais personagens. Mas, ela nunca chega a ser uma protagonista, em nenhuma das histórias, e mesmo naquelas em que ela tem grande destaque, sempre há outros personagens que são mais "importantes" que ela.

Na verdade, Nanno parece muito mais com um Narrador ao estilo Além da Imaginação, mas que prefere se incluir nas histórias e interferir diretamente. De fato, ela o faz, mas nunca de forma forçada.

Algo que notei é que a personagem costuma observar e induzir as "vítimas" para os erros, mas ao mesmo tempo, ela oferece as possibilidades para que essas pessoas não os cometam. O engraçado é que, da mesma forma que ela começa dando a oportunidade da pessoa não errar, ela também é a principal responsável por fazer do erro algo cada vez pior e terrível.

Nanno soa como um tipo de entidade sobrenatural que surge em escolas pra castigar as pessoas, sejam alunos, professores, ou funcionários diversos. Parece bastante como um conto folclórico e, eu não me espantaria se de fato fosse baseada em alguma entidade tailandesa (origem da série).

Que essa personagem é algo sobrenatural fica claro por sua múltipla presença nas histórias, algumas delas com desfechos implacáveis e até mortais, que envolvem ela inclusive, mas que não trazem consequências posteriores.


E que ela não é uma entidade maligna, apenas justiceira, também é algo sugerido ao longo da série, pois o padrão dela é sempre o mesmo: Nanno aparece, induz o erro, sugere a solução, e castiga se errar.

Somente em um episódio as coisas mudam bastante. A personagem acaba por ficar confusa com ela mesma, pois a vítima não tinha culpa pelos erros que cometeu, então ela do nada tenta ajudar, e isso só causa ainda mais problemas, levando a um desfecho bem triste.

Tirando ele, todos os episódios tem como padrão Nanno num papel de "vilã", mas apenas nos encerramentos. Durante os episódios ela assume papeis como de coadjuvante, vítima, co-protagonista, antagonista, mas é apenas no fim que ela mostra sua verdadeira face, sorrindo.

Quando ela ri, ela praticamente gargalha e não se segura. A verdadeira personalidade da moça sempre aparece. Nanno as vezes fica como inocente o episódio inteiro, ai do nada solta uma risada maléfica que não da pra desconsiderar. Ela é perversa.


Essa perversidade não está em suas ações, pois muitas das vezes ela nem faz nada, apenas aponta o caminho e as pessoas que seguem e cometem os próprios erros. A perversidade está no fato dela sentir prazer ao ver os outros se destruírem. Por mais que ela alerte e avise, ela parece torcer para que cometam erros e ela se divirta assistindo.

Enfim, a série consiste em acompanhar as vítimas de Nanno em seu sistema punitivo, e isso é bastante interessante, pois cada situação traz reflexões curiosas.

Eis as minhas reflexões sobre o que cada episódio significa, e o que achei deles em particular. Seria como uma crítica individual de cada, o que até vale a penas pois, se tratando de uma série antológica, cada episódio tem um diretor diferente e a qualidade muda. Vou evitar dar spoilers, mas ao mesmo tempo, vou falar o que eu achar que devo falar!

Episódio 1 - Verdade Nua e Crua

Começando já com um soco no estômago, a série apresenta uma escola particular com um professor próximo de mais de suas alunas. O cara tinha uma liberdade exagerada e abusava dela, pra abusar das alunas, e pra variar ele era casado e tinha uma filha. Nanno incorpora uma dessas alunas, mas ao invés de ser só mais uma vítima, ela traz a devida punição pro cara. 


Esse episódio é bem pesado, ainda mais com o desfecho, e trata de um tema bem tenso. No próprio é abordado a possibilidade e instruir os jovens sobre os perigos do mundo sexual, e ao mesmo tempo, um predador do pior tipo surge tirando vantagem da inocência alheia. Nanno faz justiça pra vários personagens nessa história, não apenas o vilão, mas a família dele, os amigos dele, e até as vítimas dele. 

Pra ser sincero, esse é o melhor produzido, com as melhores atuações, e a história mais impactante até então.

Episódio 2 - Pedidos de Desculpas

Esse também se inspira no abuso físico e sexual, porém entre os jovens. Um grupo de alunos vê em Nanno, a aluna nova da escola, motivo de inveja e desejo. Todos tentam tirar proveito dela de alguma forma e no fim, conseguem, mas causam muito dano no processo. Eles pedem desculpas pelo inconveniente e ai, magicamente, tudo volta ao normal, pelo menos pra Nanno. Isso se repete cada vez mais até que no fim, eles descobrem que terão de conviver com o erro, e com Nanno, pra sempre.


Esse episódio já mostra bastante do lado sobrenatural da garota. Não quero entrar em detalhes mas, é bem escancarado que ela não é nada normal. Apesar de ser bem interessante, ele força a barra em alguns pontos com algumas decisões dos personagens. Quando eles pedem desculpas pra Nanno pela quadragésima vez, fica bastante forçado, mas da pra relevar considerando o enredo geral. 

Episódio 3 - Troféu

Uma jovem em uma escola para super dotados, sente inveja por não ser premiada e reconhecida por nenhum talento. Então, um dia, sua amiga mais próxima é reconhecida, e ela se vê forçada a se apoiar na novata Nanno pra, conseguir subir na vida, trapaceando. No fim, todos apoiam sua trapaça e pro desgosto de Nanno, ela vive em sua mentira, sustentada pela mentira de todos que a cercavam.


Esse episódio também é bem interessante mas, força muito a barra, ainda mais com alguns elementos como a Arte que a moça cria na base da trapaça, pra ganhar reconhecimento. Da pra alegar que na realidade em que Nanno intervém, tudo vai sair bem conforme o desígnio dela, então se ela disser que uma foto de uma flor com manchas de tinta é uma obra prima, então aquilo passa a ser uma obra prima pra quem olhar, sem que ninguém reconheça a foto original por baixo da tinta. No entanto não deixa de ser forçado, mas da pra relevar e até gostar, pois como o final mesmo sugere, todos estariam mentindo por um bem maior coletivo.

Episódio 4 - O Que o Dinheiro Não Compra?

Eu gostei muito desse. Começa com Nanno comprando uma sala dentro de uma escola particular para alunos riquíssimos, na qual ela abre uma agência estudantil de suporte remunerado, pra tirar grana da galera em troca de favores. Tudo isso é pra mostrar o poder do dinheiro, e o quanto as pessoas estão dispostas a se corromperem por ele, e até mesmo mentirem, por um pouco mais de status.


Esse episódio me lembrou muito o filme "Parasita", pois ele aborda justamente a ideia de pessoas se passando pelo que não são, para se introduzirem em diferentes camadas da sociedade e tirarem proveito disso. A própria Nanno faz isso, apesar dela não ser o destaque do episódio, pois ela enriquece às custas dos jovens mimados daquela escola... não que ela precisasse, pois no início do episódio ela já mostra que tem muito dinheiro, mas isso não tem importância. O foco é o fato das pessoas parasitarem umas as outras, e até mesmo se venderem em troca de dinheiro e poder. Ponto extra por flertar com a ideia de ser um Documentário.

Episódio 5 - Amor nas Redes Sociais.

Numa escola onde as redes sociais são o poder máximo, um rapaz finge namorar com a novata pois isso agradava mais nas redes. Porém ele tinha uma namorada na vida real, e a vida virtual ficou contraditória de mais com a dele. Entre ciúmes e tentativas de homicídio, e até mesmo a criação de um tipo de seita, a única que acaba pagando caro é a pobre novata, Nanno.


Ta, esse episódio mostra Nanno "se dando mal", mas na verdade tudo sai conforme ela planeja. Ela condena a namorada real do cara pelo ciúmes, e o namorado por enganar a todos, forçando ele a ficar com ela pra sempre. É um episódio que extrapola nos exageros e chega a ser bem esquisito, ao ponto de assustar, ainda mais com o final. Eu curti.

Episódio 6 e 7 - Parede Enfeitiçada

Uma garota sente inveja pela novata Nanno, que entra como uma das assistentes do Time da Escola, sendo ela a chefe das assistentes. Com raiva pela novata ser mais chamativa que ela, a garota escreve na parede da escola uma ofensa sobre Nanno, e essa ofensa vira realidade. Com isso, ela descobre que aquela parede torna tudo que é escrito nela realidade, e aos poucos, causa o caos, que só é revertido com o vazio.


Desnecessário terem 2 partes, mas ainda assim é um bom duplo episódio. A ideia da parede mágica que cria desejos é bem legal, e o nível dos desejos, cada vez ficando mais violentos (pois tinham de ser baseados na raiva) só vai deixando tudo cada vez mais tenso. Porém, ambos acabam sendo alongados de mais em várias partes, o que cansa. O desfecho é espetacular, e nesse caso realmente precisava ser mais lento, pra que o espectador tivesse noção do quão terrível foi a "solução".

Episódio 8 - Achados e Perdidos

Nanno chega em uma escola particular onde conhece, e tenta punir, um jovem cleptomaníaco. No entanto, ela descobre que ele não tinha culpa de ser como era, e aos poucos simpatiza com ele, até que no fim, se vê forçada a partir para não criar mais expectativas... pra si mesma. 


Esse é o episódio que mencionei que é uma exceção a regra sobre Nanno. No caso, ela começa como coadjuvante, pula pra co-protagonista, e do nada, ela é quase uma protagonista sem querer. Nanno termina esse episódio muito diferente dos demais, e é o único que faz ela questionar os próprios métodos, várias vezes. Ela parece mais humana, sem querer ser. E o fim, corta o coração. Porém é necessário caso contrário, a série terminaria aqui (e por mim, teria sido um bom final até). É uma história no mínimo linda.

Episódio 9 - Armadilha

O desastre vem nesse episódio. Uma garota com uma faca, invade uma escola e esquarteja o pessoal. Daí, um grupo de pessoas composto por duas alunas amigas, um aluno rebelde que tava de recuperação, um professor e sua filha, um casal de alunos de outra turma, e uma misteriosa aluna nova, se escondem em uma sala e aguardam o melhor horário pra fugir da psicopata. Daí é enrolação de 40 minutos com pura discussão, até que no fim, um corpo é achado, e um deles é o culpado.


Esse episódio é uma completa desordem. Ele tem boas ideias, ótimas ideias aliás, mas nenhuma delas foi bem aproveitada. Poxa, ele terminaria ótimo se na hora que a Televisão aparece do nada noticiando que a Psicopata se matou horas antes, e que na verdade ela não tinha matado ninguém daquela vez, mas foi presa antes por matar 8 pessoas naquela mesma escola... mano, seria perfeito revelar que as pessoas mortas foram justamente aquelas que estavam na sala o tempo todo. Mas, nem isso o episódio consegue fazer, abandonando essa ideia pra sustentar outra de um corpo recém encontrado de um dos alunos. Achei um episódio bem ruim, arrastado e bagunçado. 

Episódio 10 - Obrigado, Professora

Uma professora entra com uma Escopeta e começa a atirar em todo mundo numa festa da escola. Depois disso, conhecemos a história dela até aquele ponto, em uma jornada longa por muito stress, em que ela descobre que seu marido a traiu com uma aluna, que perdeu seu filho, e que a escola em que trabalha só cria imbecis. No fim, mesmo com a aluna nova sendo a única que fazia de tudo pra mostrar que ela era útil e reconhecida, ela surta, e decide matar geral.


Esse episódio mostra um lado adulto bem cruel, de que o stress do cotidiano pode enlouquecer com facilidade. A professora não era uma pessoa ruim, apenas surtada pela pressão, e chegou num ponto em que era incapaz de ouvir as pessoas, ou de reconhecer quando alguém queria lhe fazer bem ou mal. Ela apenas pirou, e fez o que em sua cabeça parecia o certo, apesar de não ser. Nanno aqui tenta salvar ela a todo custo, mas não consegue, nem mesmo o perdão dela.

Episódio 11 - O Rank das 10 Mais

Numa escola exclusiva para garotas, um sistema de meritocracia por beleza e aparência foi estabelecido, Nanno chega nessa escola para mostrar como ela realmente trabalha. Ao se aproximar de uma das 10 mais lindas da escola, ela mostra que beleza externa não é tudo.


Basicamente, é um episódio que brilha pelo fato de mostrar a perspectiva de Nanno. Como ela pensa e como ela avalia as "vítimas", é mostrado um pouco aqui. Ele não é de todo ruim, é bem exagerado, mas isso acaba sendo um padrão da série.

Episódio 12 e 13 - BFF 

Por fim, uma turma de 30 alunos era tão unida que decidiu fazer uma festa de reencontro, uma década depois da formatura. Nessa festa desenterraram uma Cápsula do Tempo, na qual todos haviam posto algo no último dia de aula. Ao checar o conteúdo, descobrem que haviam 31 alunos, e começam a remoer o passado, onde uma aluna nova, teria sofrido bullying na mão da turma unida.


Porém, essa aluna volta, com o objetivo único de se vingar, mostrando a todos que ela foi taxada de esquisita e menosprezada pela união daquela turma, mas que todos ali tinham monstros em seus próprios armários, e passa a expor os podres de todo mundo, até fazer com que todos mostrem o que realmente são.

Esse é um ótimo episódio final, e merecia de fato duas partes. A primeira seria melhor se abordasse apenas o passado, e a segunda o futuro. Mas do jeito que foi feito ficou muito bom. Existem coisas difíceis de engolir (eu rachei o bico na parte em que um dos alunos diz que virou Fisiculturista Profissional, e num tem um músculo), mas da pra entender a proposta. O encerramento me arrepiou, pois como tudo é montado e contado é chocante.


E no fim, a própria Nanno ameaça o espectador dizendo que pode se matricular na sua escola. Depois dessa, to pensando seriamente se compensa voltar pra faculdade...

Bem, essa série tem sua segunda temporada já, e eu ainda não assisti. Pelo que minha amiga disse, ta ainda melhor... mas verei primeiro, e escreverei depois.

Alias, "The Girl From Nowhere" é um nome muito melhor, pois em tradução ficaria como "A Garota de Lugar Nenhum". Ele chama a atenção, e até corrobora com a ideia antológica da série. Agora, o nome que ficou é tão... fraco. Tive sorte por essa recomendação.

See yah!!!


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4 Comentários

  1. O nome da série em português corrobora para a nossa interpretação de que se trata de uma serie de romance adolescente clichê norte-Americano.

    Foi a primeira coisa que eu pensei:
    "Uma série de uma menina que sempre fica de fora, nunca estará dentro de nada, pois embora ela não sofra bullying diretamente, ela veio de fora"


    Mas agora estou duplamente impressionado, pois além de não ser nada disso, ela ainda é boa!
    (É o que parece).









    A serie fala de um demônio enviado por Deus (?!) que encarnou em uma garotinha sem nenhum defeito aparente, e este demônio, incorporando esta garotinha, não cria soluções para os problemas, e nem interfere neles diretamente para que eles realmente aconteçam.
    Ele/ela é problema, e esse é justamente o proprosito dele na terra, criar problemas catastróficos e torná-los cotidianos, só que vendo que seu poder não era suficiente, ele criou 11 copias dessa garotinha, e as espalhou em 11 lugares estratégicos, sendo assim, a partir do 2° episódio, seu poder fica menor, pois foi dividido, e então, percebemos que todos os episódios seguintes se passam ao mesmo tempo, só que em lugares diferentes...

    (Meme= ""ki viaji é eça véus?!"")





    é assim que eu explicaria o fato de que o primeiro episódio, é o melhor de todos.




    ""Drogas Crianças, NãO uSeM dRgAs CrIaNçAs, DaVa JoNaS aDvErT""

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    1. Pois é... ao meu ver, a jovem Nanno é um tipo de entidade (não digo demônio pois, ela pode não ser nefasta na real, e parece não ser mesmo no episódio 8) que pune geral... e ela pode se multiplicar infinitamente, é imortal, pode se regenerar, pode se projetar em sonhos, pode criar maldições e também resistir (se quiser) a qualquer maldição, além disso ela pode manipular a realidade e percepção ao seu redor, e até mesmo controlar mentes alheias. Isso é só alguns dos poderes que ela parece ter, mas ao que parece mesmo, ela apenas pode tudo, em prol de seu objetivo atual: Ferrar com quem é sua vítima.

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    2. É a desgraça personificada essa mina...


      Os produtores queriam representar o sentimento de bater o dedão na quina da parede nessa garota.

      (Um cara que bate o DEDÃO na quina da parede não é norma vey...


      Psé, eu bato direto).


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    3. Pois é, eu vou assistir a segunda temporada, to bem ansioso.

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