AnáliseMorte: Kingdom Hearts: Melody of Memory

Seguindo uma tradição, a Square junto da Disney lançam alguns títulos intermediários que dão pistas para o próximo grande Kingdom Hearts. Geralmente esses jogos tentam inovar e variar, mas dessa vez eles foram bem longe, e transformaram até mesmo o gênero do jogo.

Com o recém término de Kingdom Hearts 3, já fizeram questão de lançar alguns jogos (a DLC e a nova vertente do Union Cross), e o mais recente título é um rítmico, chamado:

Kingdom Hearts: Melody of Memory


É com prazer que relatarei minha experiência com ele, e explicarei onde e como ele se encaixa na franquia, se bem que isso nem é lá tão necessário, pois ele próprio existe com essa função... explicar.

Sem mais delongas, boa leitura.

KH:MoM, é um jogo rítmico, tipo Guitar Hero, mas ele se destaca por várias particularidades, todas elas relacionadas é claro, ao universo Kingdom Hearts.


As músicas tocadas e a jogabilidade se inspiram em tudo que já vimos em KH, aliás isso não é por menos, apesar de ser um jogo totalmente musical, ele é parte da franquia, cânone inclusive. Mas repito, ele é puramente musical.

O curioso dele não está somente no fato de apostar num gênero tão diferente do costumeiro, mas sim, a razão para fazê-lo.


Com uma franquia tão grande e meio confusa, afinal, vários títulos intermediários tem peso na trama, mas não oferecem o mesmo tipo de acesso ao público (uns são pra determinadas plataformas, outros saíram como exclusivos, etc), várias foram as tentativas de em jogo, resumirem ou explicarem as conexões e importâncias dos jogos paralelos.

No entanto, sempre soou como algo alternativo e opcional. Nem todo jogador se interessa pelas cutscenes de livrinhos se abrindo, ou por aqueles documentos dentro dos jogos, muito menos filminhos resumindo os demais títulos. E aqueles que se interessam, normalmente já jogaram esses títulos e, acabam apenas relembrando.

É aí que Melody of Memory, muito bem nomeado por sinal, se encaixa perfeitamente. Ele é um resumão  interativo de todos os jogos, mas sem que você precise joga-los, ou se sinta preso a algo repetitivo. Aliás, alguns títulos lamentavelmente traziam esse probleminha, com "reciclagem de cenários", davam a sensação de repetição.


Aqui, essa sensação dá lugar à nostalgia, uma nostalgia proposital e indispensável, que assim como o nome indica, vai atiçar a memória mais profunda do jogador.

Sim, ele não traz nada de original em questão de história, sendo exatamente a mesma história de todos os jogos já lançados de Kingdom Hearts (exceto o Union Cross). Porém o jeito como ele resume tudo e conta, isso é magnífico e nos prende (podia ter sido bem melhor, mas depois explico).


O jogo consiste em passear por cenários conhecidos, interagindo com os inimigos respectivos, ao som da trilha original, mas o mais legal disso é que, tudo isso ocorre em total sincronia.

Os personagens não apenas atacam, eles atacam no compasso da trilha sonora, e cada golpezinho soa como parte da música. Os inimigos, eles são como as notas vindo na exata sequência e proporção pra dar a impressão de que está tudo ocorrendo em perfeita harmonia com a trilha.


E a música? Toda a música nos faz mergulhar na experiência equivalente da época em que jogamos, tendo aquela mesma sensação, de atacar monstrinhos enquanto exploramos os mapas, só que agora, tudo está mais linear, e nossa atenção está mais voltada para o som.

Tanto que, mesmo os mapas sendo incrivelmente belos, e reproduzidos de um jeito leal aos gráficos originais ao mesmo tempo que se tornam até mais imersivos, e maiores, com mais detalhes, nós não conseguimos notar isso tanto. É a completa inversão sabe? Geralmente, nos atemos mais às paisagens e inimigos, à ação constante e por último aos sons, mas aqui, nós notamos antes de mais nada, os sons.


Tiveram muitos momentos em que me vi praticamente de olhos fechados, apenas ouvindo e acompanhando a melodia, sendo que tinha muita coisa acontecendo visualmente, mas eu nem reparava. 

As vezes, a poluição visual no jogo é enorme, pela quantidade absurda de criaturas, luzes, explosões e coisas surgindo, e nosso porto seguro, nosso guia em tudo isso, é a música, o simples ritmo.


No meu caso, como normalmente jogo apenas para redigir artigos e uma vez que completo os jogos, dificilmente os revisito, fiquei animado, muito feliz por sinal.

Poder experimentar uma vez mais a mesma sensação de jogar "Kingdom Hearts 1", "2", "Re-Coded", "Re-Chain of Memories", "Birth By Sleep", "Dream Drop Distance", "3" e até o "Birth By Sleep 0.2 - a fragmentary passage", foi sensacional. Eu precisava disso, eu queria isso, e obtive isso apenas ouvindo os sons.


Te dizer que logo pensei "Bem que podiam fazer isso com Donkey Kong né?" e logo após me vi imaginando quantos outros jogos eu poderia facilmente reexperimentar apenas pela trilha sonora. Eu mesmo me vejo ouvindo as vezes OSTs de jogos só pra ter aquela sensação nostálgica da época, sem precisar necessariamente jogar outra vez, e ai, vem a Square e bola algo genial assim!?

Parece algo simples, e eu me lembro de ter visto gente em comunidade dedicadas a KH citando o MoM como "spin-off", mas meu, essa foi uma das cartadas mais brilhantes da quadrada pra unir o útil ao agradável.


Resumir tudo o que já possuem de um jeito mais fácil de compreender ao grande público, com algo puramente nostálgico, e ao mesmo tempo inovador. 

Só pela parte do inovador, esse jogo já se enquadra como parte da franquia, e mesmo se fosse pelo enredo apenas, o desfecho dele o encaixa também, pois ele abre portas pro próximo título principal da franquia.


Ele não soma muito, fato, mas o que soma é o bastante pra atiçar a curiosidade dos jogadores, ao menos funcionou comigo.

Detalhe, ele também mostra "Kingdom Hearts - 358/2 Days", que é o único jogo da franquia que eu não joguei (também não joguei a DLC Remind do 3), e a sensação é um pouco diferente dos demais.


Nos mundos em que as músicas desse jogo tocaram, eu não fiquei "boiando a ver navios", eu apenas, curti, e fiquei curioso pra conhecer a origem daquelas músicas. 

Aliás, nem todos os sons me fizeram puxar na memória de imediato o que experimentei originalmente, e sempre que me via surpreso com uma música nova, eu ficava igualmente curioso.


E no fim, minha vontade foi de jogar mais ainda, e principalmente, buscar esses jogos de onde essas músicas saíram pra rever tudo o que eu conhecia.

Pois é, imagino que jogadores que nunca tenham experimentado Kingdom Hearts, ou que não conheçam todos os títulos (ou a maioria), acabariam sentido o mesmo, uma vontade grande de jogar esses outros títulos, e explorar com os próprios olhos, e ouvidos, aquilo que o resumão já ta contando.

Genial?! Fala se não é genial! Em um único game, os caras conseguiram atiçar curiosidade e nostalgia de tudo quanto é público, e ainda por cima divertir, pois cara, que jogo bonito esse!


Ele é simples, não exige muito do jogador, tem sim seus desafios, níveis de dificuldades, tipos de jogabilidades distintos, e até personagens variados, além é claro de modo competitivo, e com isso tudo, se torna um jogão.

Eis aquele momento em que falarei da jogabilidade. É uma pena não poder colocar uma musiquinha pra tocar durante essa descrição, mas, fazer o que.

Jogabilidade

Aperte qualquer botão, e está tocando! MoM não tem bem uma regra muito definida sobre qual tecla faz o que. Na verdade, até há a possibilidade de regrar tudo e deixar as coisas mais complicadas mas, o padrão do jogo é tudo liberal.


Existem 3 modalidades musicais na campanha, e claro, tem vários outros modos de jogo além da campanha, mas falarei primeiro do que há de principal.

Tudo começa com o Modo Imersivo.

Ele consiste no seu personagem voando pela melodia automaticamente, balançando de um lado pro outro, ilustrada ao fundo, normalmente com um vídeo.


Cabe ao jogador apenas apertar os botões nas horas certas, demarcadas por círculos que se fecham na direção das notas que vem para a tela na direção oposta. Aliás, esses círculos são os mesmos do sistema de mira dos jogos originais, então é como se o jogador mirasse cada nota.

Não importa muito quais botões apertar na hora, mas sim a hora em que se aperta. É possível pontuar com base na precisão. Se o círculo estiver fechado, surge a pontuação "Excelente", se estiver aberto ainda, ocorre a "Boa", e caso o jogador aperte tarde de mais ou cedo de mais, ocorre a "Falha".


Existe também uma pontuação perfeita, chamada "Excelente (multicolor)" ela é toda colorida e só aparece se o jogador pressionar os botões no exato momento em que o círculo fechar, e brilhar. É muito rápido, mas isso dá bastante ponto, além do mais, é algo requisitado em certos desafios.

Os botões pra se apertar podem ser Y, R1 ou L1, mas também podem entrar na lista botões como R2 e L2, ou dependendo do console (já que o game saiu pra Switch, Xbox e PS) pode ter mais botões. O importante é saber que sempre há 3 linhas paralelas de comando, então as vezes podem vir notas em até 3 linhas de uma vez.


Logo, você precisa saber como tocar essas notas, as vezes junto, as vezes sequencialmente, podendo sim usar o mesmo botão (ao menos pro sequencial) mas recorrendo a múltiplos comandos pros toques combinados.

Enfim, na Imersão também existem notas de Direcional, onde é preciso pressionar o analógico na direção pedida em tela. 


As vezes, podem vir 2 direcionais paralelamente, e nesses casos, usa-se os dois direcionais do controle ao mesmo tempo. O máximo dessas notas que podem surgir são duas paralelamente, pois não há mais de 2 analógicos.

Por fim, enquanto notas comuns são na cor vermelha, as verdes se diferem pelo fato de exigirem que o jogador mantenha a tecla pressionada.


Basicamente, o jogador precisa apertar a tecla no momento certo em que a nota verde surge, e manter ela pressionada durante o percurso verde, soltando no exato momento em que a outra ponta, outra nota verde, aparecer no círculo.

Podem aparecer até 3 linhas de notas verdes ao mesmo tempo, e até intercalarem efeitos (umas terminando antes das outras, ou vice-versa).


Tudo isso vem em sincronia com a música, então normalmente é algo intuitivo.

O segundo modo, e mais constante, é o Modo Aventura.

Nele, os personagens correm alinhados (sempre são 3 personagens), cada um em sua respectiva linha de notas. Mas as notas passam a vir na forma de diferentes criaturas do universo de KH.


Esses inimigos precisam ser golpeados, seguindo o mesmo padrão de jogo. Quando o círculo de mira se fecha, o golpe precisa ser feito, e elas são destruídas.


Existem os tipos comuns de criaturas, que morrem com um único golpe. Mas ela podem vir em velocidades diferentes, e podem enganar com seus tamanhos e movimentos. Sempre a prioridade é o círculo de mira.


Outro tipo são as criaturas mais defensivas, elas costumam aguentar o(s) primeiro(s) golpe(s), saltando pra trás enquanto durarem.

Elas podem vir combinadas umas com as outras, em filas, ou alinhadas, e nesses casos o jogador precisa apertar até 3 botões ao mesmo tempo, ou rápido dependendo de como vierem é claro.


Além disso, existem alguns obstáculos que o personagem do meio precisa evitar, pulando, ou interagir.


No caso de evitar, as vezes os inimigos atiram coisas antes de se tornarem "notas", então surge um obstáculo indicando que o personagem precisa pular, na cor vermelha. Pular sobre ele sempre concede uma pontuação Excelente Multicolor.

Depois, tem o obstáculo azul, que indica que o jogador precisa pular e atacar, pois o inimigo está logo atrás dele. Nesse caso a pontuação depende do círculo.


Outro tipo de obstáculo é o verde, mas esse apenas indica a hora de pular para Flutuar. 


Ele marca o momento que o personagem precisa começar a voar para coletar notas musicais verdes, que concedem mais pontos (e suprem alguns objetivos), além de fazerem parte da música. Para flutuar ele só precisa manter o botão de pulo pressionado, e da pra se mover no ar com o analógico.


Detalhe: Esses eventos ocorrem apenas com a linha do meio, no entanto as linhas paralelas permanecem em ação, ou seja, enquanto o personagem do meio está voando, os do canto podem e muitas vezes precisam continuar atacando seus próprios inimigos/notas.

Também existe um tipo de Item que aparece na linha do meio, um Cristal, com o qual o personagem do meio precisa pressionar o Triângulo (ou X, depende do controle). Isso equivale justamente ao Ataque Especial, presente nos jogos originais. Ele faz o personagem realizar um ataque especial contra um inimigo fora do mapa.


Caso erre, o inimigo o ataca.

Aliás, falhar não gera erros na música, como em Guitar Hero, mas, o personagem recebe dano.

Ao perder todo o HP, é derrota e independente da música ter acabado ou não, ela é encerrada ali, como fracassada. Mesmo se algum objetivo foi batido, ele não é considerado até que a música seja concluída com sucesso.


Antes que eu me esqueça, também existem inimigos com Estrelas. Eles surgem em pouquíssimas quantidades, e normalmente são pra gerar pontuação extra.


Bem, é possível melhorar os personagens passando de nível a cada música tocada. O que aumenta neles é apenas o HP, o que vai permitindo mais folga na hora de falhar, pois os grupos duram mais.

Falando nisso, existem 4 grupos, que tirando o principal, são liberados conforme objetivos são completados.


Esses objetivos são bem parecidos com os vistos em KH Union Cross. Em cada fase, tem 3 coisas definidas previamente pra se fazer, cada uma dando uma estrela. Terminar a fase normalmente torna ela "Completa", mas terminar ela com os 3 objetivos faz ela "Completa" (Verde). Significa PERFEIÇÃO.

Isso não afeta muito não, apenas o desfecho, eu acho. Quando joguei busquei fazer todas as vezes com todos os objetivos, e só faltaram 2 que pra mim, são praticamente impossíveis (um é tocar a musica do Sephiroth com pelo menos 50% de HP sem usar itens... no EXPERT... não dá!), e mesmo assim liberei todos os filmes finais inclusive o extra.


Aliás, da pra escolher níveis de dificuldade da fase, alguns facilitam os objetivos, e outros são requisitos pros objetivos, o que só dificulta ainda mais (tipo esse do Sephiroth). São 3 níveis (Fácil, Normal, e Expert), e o que muda é que, vem nota pra caramba no Expert.

Os objetivos são partilhados entre os três níveis então, se vem um que pede algo como "Complete 50% da fase com pontuação Excelente ou melhor" é sábio jogar no modo Fácil pra completa-lo. O legal é que pelo que notei, as melhores configurações de harmonia e sincronia variam de níveis.


Tem músicas que soam melhores no modo normal, outras no expert, e algumas no fácil. Então mudar de dificuldade acaba por proporcionar uma boa diversão também.

Também existem os itens. No caso são 5 itens que o jogador pode equipar antes das fases, mas alguns objetivos podem ser anulados pois pedem justamente pra não usa-los.


Os itens fazem coisas como, aumentar Experiência recebida, curar os personagens caso percam muito HP, ou até mesmo invocar o Mickey. Eles são conquistados durante as fases, ou no final de algumas por Baús que podem surgir, ou até mesmo por desafios concluídos. Da pra comprar na lojinhas também.

Aliás, quando Mickey tá no time, ele vira um quarto personagem que as vezes toma a frente com o personagem do meio, e auxilia nos ataques (na real ele facilita a obtenção de Excelente, eu acho, reduzindo a velocidade dos círculos) e cura as vezes. É apelão, por isso ele nem é permitido em chefes.


Legal que ele se veste conforme o grupo estiver vestido (ele vem na versão do jogo que eles representam).

Pra finalizar, tem o Modo Chefe.

São poucos mas, eles são bem interessantes, trazendo um modelo de jogo parecido com a Imersão.


Nas lutas de chefes, os heróis ficam em campo enfrentando ele, esquivando de seus ataques e contra-atacando, enquanto o jogador toca a trilha sonora.

A notas vem da diagonal, num sentido espiral, em direção ao canto da tela, e é quando chega nesse canto que o jogador precisa pressionar os botões, como sempre, no instante em que a mira foca nas notas.


Podem vir notas vermelhas, que exigem um único toque...

Ou as notas verdes, onde é preciso manter o botão pressionado até a hora que a próxima nota surge.


Tem também as notas com Direcionais, e assim como na Imersão, precisamos apertar pro lado que aparece usando os analógicos.


Por fim, tem o Cristal de Poder do Triângulo. Ele surge as vezes e os personagens fazem especiais contra o chefão.


De tempos em tempos, após cada refrão da música por assim dizer, o chefe usa um especial, do qual os personagens tentam esquivar. Além do dano que podem receber pelas notas que o jogador errou durante a luta, eles também podem receber mais dano ainda de golpes pegos por esse especial.

O que define se eles esquivarão perfeitamente, ou parcialmente, ou tomarão todos os hits, é a performance musical do jogador durante o trecho de batalha.


Normalmente, são 3 trechos, e no fim, o chefe evapora, independente do jogador ter muito HP ou ter sido bem sucedido. Só precisa ao menos ter algum HP no final.

Assim como todas as músicas, chefes tem níveis de dificuldade, e 3 objetivos prévios. Vencer, rende estrelinhas. 


Aliás, existem os mundos comuns, com 2 músicas cada e cenários que expandem o que conhecemos.

Por exemplo, em KH1, os mapas eram ligados por portais, e passávamos de um cenário pro outro sem ter muito o que explorar. Aqui, o mesmo mapa é mostrado visto de cima, e desenrolado continuamente de um setor ao outro, mostrando as conexões e os caminhos que o herói teria feito, mas que não vimos afinal, ele usou portais no gameplay. 


Assistir a extensão de todos os cenários, e como eles se expandem e conectam, ajuda a compreender melhor a geografia por trás daqueles mundos.

Bem, entre alguns desses mundos, tem locais corrompidos, onde não acontecem batalhas, mas as músicas são de lutas contra chefes nos jogos principais.


Em MoM, os únicos chefes são aqueles que Kairi considera importantíssimos, e são pouquíssimos. Mas as grandes lutas de chefes, são resumidas as suas músicas, em seus respectivos cenários dos jogos originais.

Então, tem algumas músicas de chefes, que acabam sendo retratações das batalha que ocorreram originalmente.

Bem, a estrutura do jogo é a seguinte:

Primeiro, com o grupo principal, o jogador passa por uma série de mundos de Kingdom Hearts 1. 
Porém, o caminho é limitado por portas no meio do trajeto. Aliás, os heróis usam a Nave Gummi, o meio de transporte clássico de KH (que é chatinho pacas nos jogos principais) pra ir de um mundo pro outro. 


Ele só pode avançar pra outros mundos caso as portas sejam abertas, e elas só se abrem se estrelas de desafios suficientes forem pegas.

Não é necessário pegar todas as estrelas de todos os desafios de todos os mundos, pois o jogo da uma tolerância, mas coletar tudo abre um final extra pós créditos (ou quase tudo, como foi meu caso), algo comum em KH.


Todos os mundos dão algum premio ao jogador caso sejam concluídos, mas alguns dão Grupos novos, que não afetam quase nada no jogo.

Cada grupo tem sua própria experiência então, alguns podem ter mais HP, tudo depende de com qual você joga mais. É interessante usar os grupos equivalentes aos mundos visitados (tipo, o grupo de Birth By Sleep nos mundos de Birth by Sleep), mas isso não afeta a jogabilidade pelo grupo em si.

Os grupos são:

Sora, Donald e Pateta 
Kingdom Hearts 1


Liderados por um Sora jovem, vindo direto de KH1 (original de PS2) Donald e Pateta são seus Escudo e Cajado, enquanto ele é a Chave (Espada). Aliás, Donald e Pateta seguiram Sora pois ele era o portador da Chave Espada (Keyblade), visto que o Rei Mickey os ordenou que seguissem e protegessem o "portador da chave". Eles são tão leais ao rei, que no final de KH1 eles acabam indo pro lado de Riku (vilão nesse primeiro jogo) por ele tomar a Keyblade por direito. Claro que eles seguem o próprio coração e defendem Sora por opção, mesmo ele não tendo a Keyblade por um tempo. 


Roxas, Xion e Axel 
Kingdom Hearts - 358/2 Days


Liderados por Roxas, o grupo remete ao jogo de DS (que eu ainda não concluí), tal qual fala sobre a amizade impossível dos 2 incorpóreos e o clone de Sora. Sabemos, com KH3, que Xion finalmente pode existir ao lado de Roxas, e Axel não se chama mais assim, pois deixou de ser um Incorpóreo, agora sendo o Lea. 


Aqua, Ventus e Terra 
Kingdom Hearts - Birth by Sleep


Liderados pela Mestra Aqua, o grupo remete aos tempos da amizade dos 3 jovens keybladers, que acabaram se separando por causa das ações do Mestre Xehanort, e Braig (o grande vilão como é mostrado em KH3, no final). Esse jogo é exclusivo de PSP.


Riku, Morceguim e Fofuchim 
Kingdom Hearts - Dream Drop Distance


Liderados por Riku, os Dream Eaters (Espíritos) são seus grandes amigos, conquistados quando ele e Sora tiveram de passar pelo Teste pra Mestre no mundo dos sonhos. Deu tudo errado pois Xehanort sabotou tudo, mas, o vínculo com essas criaturinhas permaneceu. Aliás, Riku, melhor amigo de Sora, acabou virando um tipo de Espírito no sonho de Sora nessa passagem, por isso tem o símbolo deles nas costas. Originalmente é um jogo exclusivo de 3DS (tanto que o nome "3D" era uma referencia) mas foi relançado, com alguns ajustes, pra PS4.


Repare que todos os grupos são de alguma plataforma diferente, não apenas um jogo diferente. Talvez tenham feito isso de propósito pra mostrar que esse é aquele momento em que todos se unem...

Bem, em alguns mundos existem Aliados provisórios. Quando eles surgem, também aparecem itens especiais que podem aparecer nas fases, dando mais pontuações.


São como notas extras. Também tem Objetos e Itens pra se quebrar que não causam dano caso o jogador os erre, eu me esqueci de menciona-los mais acima.

Voltando, os Aliados são personagens que substituem temporariamente alguém do grupo, em determinadas fases.

Isso também ocorre nos jogos principais, e aqui, isso não afeta em quase nada no jogo, exceto na adição dessas notas/objetos extras.

Os aliados são os seguintes:

Peter Pan


Talvez o que mais aparece, ele foi um aliado que ajudou os heróis de KH1, KH Birth by Sleep e KH 358/2 Days. O mundo dele é um dos mais visitados por assim dizer.

Hércules


Apesar do mundo dele ser visitado em todos os jogos, deram uma cortada aqui e ele aparece como aliado apenas algumas vezes, em um mundo.

Stitch


Ele foi aliado em KH BBS, e chegou a ser uma invocação especial do Sora.

Aladdin


Ele é um dos aliados clássicos, vindo de Agrabah em KH1.

Ariel


Eu esperei mais da fase e participação dela... como aliada de KH1, sua fase era musical, e achei que isso seria meio que aproveitado aqui. Pois é, não é a primeira vez que pontas musicais são usadas na franquia, mas na fase da Ariel original, usaram Quick Time Events para representar as notas.

Fera


Visto tanto em KH1 quanto KH2, sua fase real só é visitada no segundo título, sendo que no primeiro ele estava fugindo de seu mundo, atrás de Bela. Aqui algo assim é mostrado, com ele aparecendo em alguns mundos tanto de KH quanto KH2.

Mulan


Ela é uma aliada de KH2, e surge pra dar uma força com usa espada em suas respectivas fases.

Simba


Também um aliado original de KH2, fiquei meio triste pelos heróis não virarem bichinhos da savana como no jogo original.

Existem muitos outros mundos que tiveram aliados originalmente, como "Tron" e "Jack" por exemplo, mas em MoM eles não assumem esse papel e não aparecem.

Aliás, vale mencionar que os mundos de Piratas do Caribe (tanto em KH2 quanto em KH3) não foram reproduzidos, nem mesmo lembrados... assim como outros como o mundo de Tarzan (KH1).

Pra finalizar, existem dois personagens especiais, liberados somente na música final.

Kairi


O primeiro, é a própria Kairi. Ela acaba sendo personificada em músicas de Imersão no final do jogo, sem aliados.

Acontece que, toda a aventura é apenas um sonho dela, relembrando a jornada de Sora, por isso ela meio que vai assumindo a forma de todos os amigos, virando ela mesma apenas no fim.

Sora (KH3)


No final, em uma batalha de Chefe, Sora toma o lugar de Kairi (achei que seria muito melhor deixar Kairi lutando mesmo). Isso faz parte do enredo no entanto, e pra variar, a versão do Sora que aparece é a definitiva, e não a jovem. É aquele mesmo Sora que desaparece no final de KH3, pois na verdade, é ele de fato ali.

Sora, o original, surge no sonho de Kairi no fim da história, pra ajuda-la, mas logo após some novamente.

E ai vem a parte da história.

Não creio que compense citar os mundos um por um, pois como eu disse, são revisitas aos muitos mundos de KH, e a experiência só fica perfeita com a música, algo que infelizmente não tenho como compartilhar.

Mas, posso resumir o que o jogo quer resumir...

História

Ao visitar os mundos de KH1, em alguns rolam cutscenes onde Kairi narra o que ocorreu. Ela fala sobre ela, Sora, e Riku, além das Princesas, dos Sem-Corações, mas tudo bem superficialmente. Ela chega a mencionar que Riku foi tomado pelas trevas, e principalmente, cita várias vezes que seu coração pertence a Sora.


Ela relata detalhadamente o momento em que Sora abandona seu coração pra trazer ela de volta, e o momento em que ela o abraça mesmo sendo um Sem-Coração, fazendo com que ele também retorne. Isso tudo é pra dizer que se amam horrores.


Então surge o chefe, Ansem da Escuridão.


Após esse confronto, Kairi nem chega a citar que ela e Sora foram separados novamente entre os mundos, mas diz que Riku e Mickey se selaram no reino da escuridão pra trancar o Kingdom Hearts do outro lado, enquanto Sora permaneceu viajando com seus amigos em aventura. Na real, ela teria sido a única a voltar pro mundo original dela.


Enfim, ela cita a passagem dos heróis pelo Chain of Memories. O período em que se depararam com a Organização XIII pela primeira vez, e quando Sora e Riku conheceram Naminé. Ela fala sobre a amnésia que tomou o corpo de Sora por causa dessa moça, e sobre Riku ter abraçado seu lado sombrio para conseguir vencer a Organização.


Mas, ela não diz que Naminé sacrificou sua existência para manter Sora adormecido e restaurar suas memórias. Naminé era um incorpóreo, gerado da própria Kairi, e conectado com Sora... mas ela não fala dessas coisas... apesar da cutscene mostrar. 


Incorpóreos são seres que nascem das pessoas que perdem seus corações. Como Kairi e Sora já haviam perdido antes, eles tiveram seus respectivos, que pro azar deles, foram recrutados por uma organização que queria usa-los a favor de um plano nefasto. Enquanto o incorpóreo existia, Sora ficava mais fraco, por isso ele precisava dormir. Quem acaba com isso de vez é Riku, que vai embora ao lado de Mickey, pra lutar contra a Organização XIII, enquanto Sora se recupera adormecido.


Não tem luta, mas tem a música do chefe final (que no caso era um dos membros da organização, Marluxia).


Brevemente ela relembra a história de Xion, Roxas e Axel. Fala de como a Organização XIII tentou clonar Sora pra usar seus poderes (a Keyblade), além de manterem o próprio Roxas com esse mesmo fim. Roxas era um incorpóreo dele, assim como Naminé era de Kairi.


No final, Roxas e Xion acabam sendo forçados a se confrontar, pois Xion queria devolver as memórias que ela tinha de Sora ao próprio. Assim, após perder uma amiga, Roxas deserda da Organização XIII, enfrenta Riku, que acaba aceitando seu lado sombrio (e assume uma forma de Ansem Sombrio fisicamente) e ai, ele aceita ajudar Sora a se recuperar.


Ela conta que Roxas se submeteu a uma simulação pra assim que ele estivesse pronto, ambos se tornassem um só.


Dando continuidade, ela começa a falar sobre os eventos de KH2, apresentando Roxas, o incorpóreo de Sora que, surgiu em uma cidadezinha esperando pelas férias, mas que ao descobrir que era tudo uma simulação, e se lembrar de ser apenas um fragmento de alguém, tem uma baita crise existencial.


Acontece que, Roxas já havia vivido bastante, ao lado da Organização XIII mesmo (composta só de incorpóreos) e essa versão dele era uma na qual ele já havia aceito o fim de sua existência, para o retorno de Sora.


Ela narra o despertar de Sora, e como ele lutou uma vez mais ao lado de seus amigos, pelos mundos, mas que, acabou entrando em deprê ao ver que não era forte o bastante. Foi quando Riku, transformado já em Ansem da Escuridão, ajudou ele e o guiou para a vitória, até que os 3 amigos se reuniram.


Kairi não fala como Riku recuperou sua forma real, nem fala sobre como Roxas e Naminé retornaram a eles, nem as consequências de quando um incorpóreo é "morto". Na verdade, ela chega a falar de Axel e como ele morre pra ajudar Sora, mas ela não explica que uma vez que um incorpóreo morre, caso o Sem-Coração respectivo também seja morto, a pessoa original retorna inteira!


Mas, rola a luta contra Xemnas, o incorpóreo líder da organização, que ela inclusive chega a mencionar em seu resumo. 


Ela também fala que, após Sora e Riku derrotarem Xemnas juntos, eles ficaram um tempo presos no mundo das trevas, mas saíram de lá graças a uma carta numa garrafa de vidro. Ela não diz, mas aquela carta foi ela quem mandou, no início do jogo. Ela também não diz, mas logo após Sora e Riku voltarem pra ela, eles recebem uma misteriosa carta de Mickey...


Então ela rapidamente fala de Re-Coded, a história em que os heróis tiveram de explorar o livro do Grilo, por causa de mensagens que surgiram no lugar da própria história. Ao decodificarem o livro, encontraram "vírus", usaram um Data-Sora pra explorar melhor, e até mesmo conheceram um Data-Riku, que era o próprio diário se personificando.


No final, eles descobriram que haviam vários erros nos dados, que buscam corrigir, chegam a confrontar Malévola e Bafo, inimigos estes que tentam tirar proveito da situação, e ai, ela encerra dizendo que deu tudo certo, tá tudo bem. Ela não chega a falar que ali haviam descoberto a possibilidade de gerar mundos inteiros apenas reproduzindo dados... mas, ela ao menos fala o que havia na carta que Mickey, sendo apenas um desejo de boa sorte pra jornada que viria, praticamente os convocando.


Com isso, dois caminhos se abrem e o jogador escolhe qual percorrerá primeiro, ou se irá segui-los paralelamente. Um leva pra jornada de Birth by Sleep, e o outro leva pra Dream Drop Distance.


São os caminhos da Marca de Mestre. Em ambos ela resume como funcionava de certa forma a conquista da Marca pra ser um Mestre Keyblader. Na de Birth By Sleep, ela aproveita pra contar sobre o trio amigável da tragédia, Aqua, Ventus e Terra.


Ela conta com detalhes a jornada deles pelos mundos, a busca de Ventus por Terra, e Aqua por ambos, e no fim, os 3 se deparando com Mestre Xehanort, o sabotador, quem ferra com o coração de Ventus, destroçando ele e deixando só seu corpo, e quem ferra com a mente de Terra, tomando seu corpo e transformando o jovem numa sombra ambulante. Aqua, pra variar, fica presa no mundo das trevas, esperando pra ser resgatada.


Ela menciona Vanitas, o lado sombrio completo de Ventus, menciona a criação falha da Keyblade Suprema usando o corpo desse jovem, e claro, menciona o encontro dos 3 com ela, Sora e Riku, ainda crianças. Ela cita quando Terra passou sua Keyblade pra Riku, e Ventus seu coração pra Sora (o conquistador de corações), e que Aqua a conheceu jovem em sua terra natal.


Na rota de DDD, ela fala sobre a bagunça repentina que foi o surgimento de um monte de vilões no caminho de Sora e Riku, dentro do exame de Mestre no mundo dos Sonhos.


Ela fala também sobre Xehanort voltando, e sobre como ele tentou tomar o corpo de Sora, enfraquecendo-o mentalmente, mas como Riku o salvou, com ajuda dos outros nos momentos finais. 


Fala do retorno de Axel, como Lea, uma vez que todos os Incorpóreos e Sem-Corações originais da Organização XIII tinham morrido, e também conta que ele virou um Keyblader, assim como ela própria.


Na rota de DDD não tem chefe, mas na de BBS tem uma luta de chefe, contra Malévola. Ela tem uma gradual importância na franquia, por isso apesar de não ser tão destacada no resumo, acaba recebendo uma Batalha de Chefe.


Aliás, depois de concluir esses mundos, um especial é liberado no início de tudo, representando o Birth by Sleep 0.2 - a fragmentaty passage. Kairi explica por ele o período em que Aqua permaneceu presa no mundo das trevas, e como ela tentou ajudar seus amigos, quase foi resgatada por Mickey, mas acabou se perdendo no último instante. 


No máximo, ela conseguiu tirar as Ilhas dos Destinos das trevas, o que fez Kairi voltar pro seu mundo enquanto Sora continuou preso entre os mundos, se aventurando. Também explica como Mickey apareceu la em KH1 no finalzinho, do lado de dentro do Reino das trevas, com a chave pra fechar Kingdom Hearts do outro lado. É uma única música.


Então Kairi nos apresenta a história de KH3, mas diferente de todas as outras, os mundos de KH3 são em Imersão. Ao fundo, passam as imagens das aventuras de Sora nos novos mundos, como Toy Story, Frozen, Monstros S.A. e Enrolados, resumindo tudo, ao som de uma única música por mundo.


Kairi conta o que Sora aprendeu nesses mundos, e também cita o mundo de Hércules como o percursor da aventura (apesar desse não aparecer nas músicas). Ela fala sobre pontas soltas que permaneceram soltas, como as 7 novas princesas, os corações artificiais, os mundos gerados por computador, e no fim, fala do retorno de todo mundo. Aliás, ela fala de seu treinamento ao lado de Axel, mas assim como em KH3, nada é mostrado além de algumas poucas interações.


Além disso, ela fala sobre o resgate de Aqua, e da ressurreição milagrosa do grupo todo, com Terra, Ventus, Roxas e até Xion voltando, e o confronto com a verdadeira Organização XIII, formada de receptáculos diferentes pro Xehanort, de diferentes épocas.


Ela também deixa em aberto seu próprio desfecho quando foi apagada da existência como sacrifício por Xehanort, algo que faz igualmente com o final de Sora, quando ele retorna e traz ela de volta, mas some em seu lugar.


No entanto, ela faz questão de mencionar que ambos puderam ficar juntos nos momentos finais.


Depois, tem uma batalha no cemitério de Keyblades que se remete ao momento final do jogo, um momento pra lá de épico em que as Keyblades dos heróis de Union Cross ajudam Sora a lutar. E após essa música, abre-se o reino final.


Na parte final, Kairi assume seu próprio corpo, ao invés de grupos de 3 personagens e aliados. 


Ela vai literalmente pro Mundo Final, o mundo pra onde os mortos vão. Sora tinha ido pra esse lugar no final de KH3 e tinha sido resgatado graças a sua própria força de vontade, e de seus amigos, incluindo a própria Kairi.


Mas, ele não estava nem mesmo ali agora. Esse lugar, onde almas iam quando não tinham nem corpo, nem coração, nem vida, nem incorpóreo, nem sem-coração, nada, era o último canto onde Sora poderia estar, e toda essa retrospectiva era com o intuito de localiza-lo.

Kairi estava buscando por ele, ao vasculhar memórias aparentemente compartilhadas com ele. Estranho, mas com o tamanho da conexão dela com Sora (inclusive ela já fez parte dele, seu coração esteve nele) era comum esperar que ela lembra-se mais do ponto de vista dele, do que dela própria.

Em alguns momentos no entanto, ela acaba tendo flashbacks de si mesma, com sua perspectiva de um dos momentos de sua história.


No período em que Xehanort tomou o corpo de Terra, e então deu inicio aos estudos dos Sem-Coração, tornando a si mesmo, e alguns seletos, os incorpóreos da Organização XIII, Kairi vivia na cidade que foi afetada.


Ela tentou fugir, e ai foi capturada por ele, que a selou numa estranha capsula pra extrair seu coração, visto que ela era uma das 7 Princesas da Luz.


Kairi não se lembra como saiu da máquina, como foi parar na ilha de Sora e Riku, nem de nada mais, apenas desse momento, e das falas do Xehanort alegando que, o objetivo dela era buscar um reino sem luz, nem escuridão.

Kairi passa a acreditar que essa é uma mensagem para encontrar Sora, e ai, ainda no Mundo Final, ela imerge numa busca por estranhos fragmentos de uma estrela (provavelmente uma alma quebrada).


Ao recolher todos os fragmentos, um encapuzado surge diante dela.


Ele era Xehanort, em sua forma idosa. A moça já pega sua Keyblade e se prepara pra luta, e o cara mesmo não querendo confronto, acaba por aceitar o desafio.


Kairi não sabe exatamente o que ele é, se é uma memória, se é um inimigo de fato, ou se é uma ilusão, mas ela não daria o braço a torcer de forma alguma, pois se lembrava bem do que ele lhe fez.

Ambos se enfrentam em Cutscene, com Xehanort elogiando Kairi pela performance algumas vezes, mas a vencendo no final.


Aí, caída, Xehanort tenta dar um golpe final na garota, e a Keyblade de Sora surge em sua mão, a defendendo.


Sora se projeta no corpo de Kairi, sem dizer uma única palavra, e Xehanort diz "Então, sua voz não pode nos alcançar?".


Ocorre outra luta, dessa vez como Modo Chefe, com Sora (KH3) enfrentando Xehanort.


Ao vencer, Kairi recupera sua forma, e fica feliz por saber que Sora ainda está, de algum jeito, com ela, o que alimenta sua esperança.


Xehanort no entanto, permanece de pé, mas com um aspecto de erro de programação. Ele toma todas as formas que já teve, até assumir a forma de Terranort (Xehanort se passando por Ansem), aquele mesmo que resgatou/sequestrou Kairi quando criança.


E mais uma vez, ele fala a frase sobre a resposta estar onde nem luz, nem sombras existem.


Kairi toma isso como uma mensagem definitiva, e acorda.

Então é revelado que tudo isso foi uma tentativa de vasculhar a memórias de Kairi, pela equipe de Ansem, após o sumiço de Sora.


Todos estavam tentando encontra-lo de algum jeito, e como ela foi a última a vê-lo, eles investigaram fundo nela. Porém, não encontraram nada com nada, exceto essa mensagem estranha.


A conclusão que Ansem tira de tudo isso, é que eles teriam de ir pra outra dimensão, pois apenas em outra dimensão não haviam sombra ou luz (no sentido de que, Sem-Corações, Poder da Luz, essas coisas são do universo de Kingdom Hearts).


Até então, eles já haviam visitado outros tempos, memórias, outros mundos, mundos digitais, e até sonhos, mas jamais viajaram para outras dimensões. Talvez, Sora tivesse ido parar em uma, quando foi buscar por Kairi.

Nesse momento aparece Riku, animado por ter conseguido uma pista sobre o paradeiro de Sora. Ele diz que ultimamente vem tendo sonhos de um local com grandes prédios, onde Sora estaria. Esse é aquele "sonho" mostrado no final de KH3.


Então, a Fada Madrinha (de Cinderela) aparece com mais respostas. Ela fala toda enigmática que existem 3 chaves para descobrir o derradeiro paradeiro de Sora. Uma era Riku (e seus sonhos), outra era Kairi (e claro, suas memórias), e a terceira era alguém que já morreu.


Ela leva eles pro Mundo Final (sim, mundo dos mortos mesmo), onde os apresenta pra ela: A Estrela sem nome, que só Sora sabe o nome pois querem nos fazer pirar de ansiedade!


Em Kingdom Hearts 3, Sora conheceu uma alma no reino dos mortos, que lhe contou seu nome no pé do ouvido. Ela foi meio que orientada por ele a nunca desistir e aguardar, pois ele voltaria por ela. É um mistério quem é ela, assim como permanece sendo um mistério aqui.


No entanto, ela revela que veio de outra dimensão, onde haviam prédios semelhantes aos que Riku descreve. O local, se chama Quadratum (sim, referência a Square, afinal é "quadrado" em latim), e seria ali onde Sora estaria.


Daí Riku usa o Poder de Acordar (mesma habilidade que Sora usou pra rastrear Kairi no fim de KH3, que usa elos e conexões com o alvo pra guiar até ele) pra abrir um portal usando a origem daquela alma, e pronto, ta ele preparado pra viajar sozinho, pra outra dimensão.


Kairi até tenta ir, mas logo aceita o fato de ainda não estar preparada pra jornada, e vira garota de recados, voltando aos demais (Yen Sid, Mickey, Pateta e Donald) e se reportando sobre a jornada de Riku.


Pra terminar, com Mickey desesperado pra ajudar, Yen Sid diz que é melhor que cada um busque por mais pistas sobre o que ta ocorrendo, e assim como fez em KH3, ele divide os heróis em grupos. Donald e Pateta investigariam o mundo da Travessia e do Crepúsculo, locais onde os mundos se conectam.


Kairi voltaria ao treinamento, só que ela toda esperta pede pra trocarem seu professor (que era o Mago Merlin) e pede pra treinar com a Mestra Aqua (ótima pedida!) e Yen Sid aprova com alegria o pedido.


E ai, Mickey é encaminhado pra investigar o Mundo de Xehanort, o qual só foi revelado no final de KH3... se bem que é apenas o mundo onde Xehanort cresceu... mas isso fica pra outro artigo (Dark Road).


Assim termina o jogo, com muitas perguntas e pontas pra futuras continuações.


Pra concluir, umas considerações finais...

Observações

Kairi não é dessa dimensão?


Se seguirmos a lógica, algo muito estranho ocorreu com Kairi. Ela não lembra nada de sua infância, e o pouco que lembra a coloca em uma situação bastante cabulosa.

Lembro-me que em KH3, Axel/Lea menciona que só se tornou um Incorpóreo (ou seja, só entrou pra trupe do Xehanort) pois explorava o castelo dele, ainda criança, e estava curioso com relação a uma garota presa nas catacumbas, quem ele queria salvar. É muito claro que não é Kairi, pois ele iria se lembrar dela, ou se é, algo aconteceu pra fazer ele e seu amigo esquecerem.

Fato é que, tem um enorme buraco na história da mocinha, que do nada foi parar no mundo de Sora sendo que, ela é tida como uma princesa de outro mundo.

Constantemente posta como coadjuvante, parece que a verdadeira história de Kairi ainda está longe de ser contada ou mostrada.

É estranho também o fato de Sora ter ido pra outra dimensão uma vez que ele usou o Poder de Acordar pra ir até Kairi. Ela poderia ter virado um Incorpóreo, podia ter virado um Sem-Coração, podia ter ido pro Kingdom Hearts, ou ter ido lá pro Mundo Final (na real ela deveria ter ido pro mundo final), mas ela foi mandada pra outra dimensão logo após ter sido executada por Xehanort?! Porque? O que houve com ela afinal?

Isso tudo, somado ao fato de até mesmo nesse jogo, que deveria mostrar a perspectiva de Kairi de tudo o que ocorreu, mas nada mostra (tirando o pequeno flashback fragmentado no fim), nos faz teorizar sobre o que ou quem exatamente é Kairi.

Dimensão do Quadrado

Ficou claro pelas indiretas em KH3 que as próximas jornadas do herói não lidariam somente com filmes Disney/Pixar, mas que agora iriam se passar em outros Jogos também, da própria Square Enix. 

Essa clareza vem com a inclusão direta da Square como uma empresa de jogos no universo de Toy Story, logo, no mesmo universo geral de Kingdom Hearts, e também na aparição de Detona Ralph como uma invocação.

Além disso, ocorreu o desaparecimento repentino de praticamente todos os personagens originais da Square Enix, permanecendo no elenco apenas os Moogles, mesmo assim sem muita interação. Aliás, os Moogles aparecem aqui também, nas lojas de itens. Nada de importante tá, você só "compra" consumíveis ou colecionáveis trocando itens sem utilidade pegos nas fases.


Isso já nos fazia pensar sobre o que estaria ocorrendo com esses personagens, e se a Square incluiria, finalmente, os mundos de Final Fantasy, e outros títulos originais da empresa, como Chrono Trigger, The World Ends With You, etc. Aliás, mesmo com personagens de alguns jogos aparecendo em KH, nunca seus mundos foram explorados.

Então, com o desfecho de MoM, a resposta é "Sim". Eles irão, ou ao menos planejam, abrir as portas pra explorar outros jogos, em crossover com Kingdom Hearts.

Imagine, Sora e seus amigos ajudando nas batalhas dos Final Fantasys?! Esses são os títulos mais conhecidos da Square Enix, claro, mas tem outros bem interessantes como Tomb Raider (2013), imagina o Sora aparecendo pra ajudar a moça na sobrevivência?

Tem o novo Vingadores, que curiosamente é um título da Disney em parceria com quem? Square Enix!

Tem Dragon Quest, Life is Strange, Nier Automata! Parasite Eve, Just Cause!!! Gente... são muitos títulos de games que uma vez explorados junto a Kingdom Hearts seriam simplesmente épicos.

Só ver como foi incrível o que fizeram com as animações/filmes Disney... se usar uma forma parecida, a coisa vai dar muito certo.

Alimentando mais ainda essa esperança, eles surgem com essa Viagem entre Dimensões, e pra variar, chamam a cidade do outro universo de "Quadratum". Talvez seja como a Traverse Town de Kingdom Hearts, uma cidade usada pra ligar todos os mundos daquela dimensão... 

Sabe-se que é a cidade pertencente ao jogo fictício da Square Enix "Verum Rex", mas e se eles não se limitarem a usar jogos falsos, mas a pegar jogos reais? E se, eles finalmente tentarem explicar os "finalfantazyanos"?

Seria Cloud, Aerith, Lion (que até recentemente entendi que no universo de Final Fantasy 8 é mais conhecido pelo nme Squall), Tidos, e todos os outros (as 3 fadinhas também) apenas cópias do mundo verdadeiro? Ou fragmentos do que realmente são em outra dimensão? Será que essas respostas virão em KH4?

Músicas Especiais


Ao pegar bastante estrelas em vários mundos, acabei liberando 3 mundos vermelhos especiais, e um extra no inicio de tudo. O extra é aquele da Aqua, mas os 3 especiais (cham ode vermelhos pois a cor das estrelas é vermelha) são chefes secretos do uiverso Kingdom Hearts, ou melhor, músicas de chefes secretos, em sua maioria.

Um é a música da Armadura de Terra, um chefe enfrentado em Kingdom Hearts 2, difícil pra caramba. Na verdade a armadura era possuída pelo Sem-Coração de Terra, aparentemente, e acaba enfrentando os heróis como um chefe secreto. No entanto, ela quem ajuda na batalha final de KH3.


A outra é a música de Sephiroth, um chefe de Kingdom Hearts 1, tremendamente difícil como adiantei. Aliás, a música é tão difícil quanto a luta, sendo ela considerada a mais difícil de todos os KH.


A terceira não é bem um chefe, eu acho. É uma música calma, que lembrou a trilha sonora de Roxas, e creio que seja a luta contra ele, afinal também ocorre no "Reino das Vitrines", que seria dentro da mente de Sora.


Enfim, isso é pra mostrar que até mesmo em MoM tem chefes/fases especiais. Inclusive, além do modo Campanha, tem modos extras como Competitivo, Dupla, e até um modo pra tocar músicas livremente, onde tem muitas outras músicas do Álbum de KH, além das mostradas em jogo.

É legal pois, as músicas de abertura da Utada Hikari estão la também, entre outras.

O jogo é divertidíssimo, e mesmo agora que terminei o artigo, quero continuar jogando, só pra passar o tempo.

Foi um baita acerto, mas espero que o próximo jogo da franquia volte ao Hack and Slash... rs...

É isso.

Obrigado pela leitura... não ficou tão grande, nem tão pequeno... falei o que dava pra falar e precisava. Eu gostaria muito de por as músicas aqui pra você ouvir, mas não deu.

Se tiver uma chance, jogue, aposto que vai se divertir. Esse game foi lançado pra Ps4, Xone e Switch (e o emulador de Switch roda ele 100% já, ou seja, tem pra PC indiretamente). Caso não possa jogar, ao menos conhece um pouco do jogo.

See yah!

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10 Comentários

  1. OHHHHHHHH BOY!!!!!!!
    (rsrs)
    Mano do Céu!
    Eu acordo.....e tem texto pra mim lê, que isso Shady???!
    rsrs
    Mas realmente, eu fiquei surpreso, aliás...tava lendo o Seu Artigo sobre Silent Hill(Mano....tinha esquecido como aquele jogo era do capeta kk)
    É cara.....fiquei com medo, mas dormi rsrs, aí acordei....tomei aquele café (azideia do cara meu....Aki é Toddynho caraio!!!)
    É fui vê o celular ...e aqui estou eu, lendo(quer dizer, escrevendo rsrs)
    E eu gostei pacas!
    Eu só queria ouvir as músicas T_T....
    Mas blz...
    Shady! Esse seu último comentário me deixou pensativo....
    Me Diz! O QUE É SMASH BROS...PERTO DESSE CROSOVER DE DIMENSÕES (que aparentemente vá ter no próximo.)
    ME DIZ?!!!
    rsrs, critarias a parte, eu fiquei animado com isso....eu não sou lá muuuto fã de Final fantasy....mas, seria interessantíssimo(espero que esteja escrito certo rsrs)
    Ver isso....
    Enfim, Eu sou o senhor Wilson, é até a próxima!

    Fuisssss
    (Nossa que bousta de assinatura kkkkkkkk, mas faze uq? Foi o que pensei agora rsrs )

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    1. Nem eu acreditei que terminei... eu achei que ia demorar mais mas, ontem acabei conquistando essa vitória!!! Pensei até em deixar esse artigo pra dezembro mas, consegui publicar nesse mês!!! Eeeee.

      Quando terminar sobre SH, por favor dê seu parecer. E não tenha medo, garanto que vai adorar as explicações.

      Fiquei triste de mais por não poder compartilhar as músicas, mas depois do que ocorreu em Nier (vi que uma das músicas foi reclamada pela própria Square) achei melhor não arriscar.

      Eu to bem ansioso por esse crossover. Uma coisa é visitar animações e filmes, outra é entrar em jogos. Cara, jogos tem Gameplays individuais, e misturar isso com KH pode ser surpreendente. Por exemplo, o mundo de Piratas do Caribe em KH3 é praticamente um Assassin's Creed Black Flag em gameplay, e essa diferença repentina de jogo fez desse mundo um dos mais interessantes (eu fiquei dias curtindo navegar de barquinho). Se levarem isso mais adiante, com jogabilidades de outros títulos (FPS, Stealth, RPG, Estratégia, Aventura,Luta, Escolhas e Consequências, Corrida) a coisa vai ser muito, mas muito histórica.

      Eu lembro de ter torcido pra, quando falaram que a Pixar ia entrar na turma de KH, que colocassem um mundo de Carros, onde Sora viraria um Carro (isso ocorre, dele se adaptar fisicamente a alguns mundos que visita), e teria um momento de jogo de corrida. Algo parecido tem em KH BbS, no mundo da Disney (rola corrida), mas seria outra coisa, outro universo mesmo, por uma jogabilidade tão relacionada assim ao tema.

      Também tem em KH 3 vários momentos de FPS (o robô de Toy Story!) então, motor gráfico pra implementar isso tudo existe, só falta direitos, enredos, e... falta nada, isso tudo ta com a Disney já!

      Pode até ser que eu esteja viajando e sonhando alto de mais, mas, tudo leva a crer que isso ocorrerá (no jogo de celular, os caras tão visitando o mundo de Detona Ralph! Que simplesmente vincula outros jogos... meu... tudo ta apontando pra isso).

      Desculpe, me deixei levar kkk. Mas esse tema me anima.

      Sr Wilson, seja sempre bem vindo e aproveite a leitura.

      Fuissss.

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    2. Mano....
      Eu pensei um negócio....
      Olha só, se eles viajassem para o mundo de detona Ralph...eles vinculam automaticamente para outros jogos(tá...isso vc já falou)
      Agora.... eles automaticamente podem entrar no mundo do Mario, De Donkey Kong....do SANIC!
      É tipo, eles são um pouco limitados nisso, por ser somente jogos de fliperama....mas se o Ralph foi pra Interebis...nada impese que no mundo dele, ele entre em um console....aí vai que eles entram no mundo de Zelda?
      Ou também....de qualquer franquia "exclusiva" dos consoles....Zelda acho mais provável, pois a Nintendo já cedeu os direitos do Mario pro filme do Detona Ralph...
      Então....
      Possibilidades!
      Haha
      Eu sou o senhor Wilson e até a próxima!


      See yah!

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    3. Exatamente, uma vez que tem esse espaço, tudo é possível, e tudo depende apenas das negociações.

      Quem me dera fossem muito além da Square+Disney... quem dera.

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  2. Claro que anima...me animou pra jogar o 4.....mas se for pra Ps5...aí eu nunca vou poder jogar, provavelmente ;-;

    rsrs, mas mano. seria monstro mesmo, daora demais!

    ah....mano, a Disney é dona de tudo! daqui a pouco tão comprando outras franquias de jogos....e daqui a pouco o Sora entra no mundo de Zelda e se depara com o Link morto em sua frente...ele rouba as suas vestes e acaba se tornando o próximo heroi de Hyrule!
    jkkkkk, que bosta que eu estou falando rsrs
    mas seria daora.....
    alias....isso foi estranho.....
    eu vi esse comentário depois do de SH....
    mas enfim...eu sou o senhor Wilson, e até a próxima!

    Fuisss!!
    ...
    E eu vi isso....Tu roubou minha assinatura!!!!
    Seu...Seu...Seuuu!!!!1
    kkk
    brinkadeira....
    ....
    quando vc menos esperar...eu vou estar lá!


    Fuisss(e eu SEMPRE estarei em TODOS os lugares...)

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    1. Julius da vida...

      Aliás que briza, mas acho que ta longe de KH fazer crossover com outras marcas. Pra Pixar entrar no jogo demorou hein, e olha que o estúdio é da mesma empresa hein... Mas nunca se sabe, se fizerem isso em KH4, e for bem recebido, talvez invistam em mais contratos com outras franquias.

      Jamais diga nunca... jamais pode.

      See yah sr (hahah).

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  3. Ainda bem que tu falou "jamais"
    Pq "nunca diga nunca"
    Seria um paradoxo, INTERMINÁVEL!
    Kkkkk

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  4. Achei legal, eu n sei muito sobre a franquia e agora sinto que conheço um pouco mais ^^

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    1. Isaaaaaaaaaaaaaaaaa! Srta Isa!!!!!!!!!! É um prazer tê-la aqui moça!!!

      Obrigado, obrigado, muito obrigado!! Me deixou mó feliz!

      Animado por ter passado um pouco disso pra ti e poxa, mais ainda por te ver aqui... meu deus!!!!!!!!!!!!!!

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