AnáliseMorte: Killer Instinct - Todas as Versões

Como solicitado após a decodificação da mensagem subliminar na análise de Dead Space, está aqui o artigo sobre:

Killer Instinct


Eu não costumo falar de jogos de luta, mas dessa vez me dediquei tanto que posso garantir, haverão spoilers!

Boa leitura.

Killer Instinct é um jogo exclusivo da Microsoft, lançado para Xbox One e PC, com suporte a partidas online, uma mecânica de combos automatizada, uma trilha sonora boa, e um visual gráfico cheio de partículas e todo bonitinho. O ruim dele são os loadings, pelo menos pra mim, foi um saco conseguir jogar por causa da espera entre uma luta e outra.



Se você tá em 1994, deve estar estranhando o que eu disse, afinal, na sua época o KI é exclusivo da Nintendo, e acho que a Microsoft ainda nem entrou pra competição dos games né? Pois é, a Nintendo deve ta peitando a Sega ainda, só que se liga num spoiler: A Sega perde a guerra... mas agora eles resolvem as diferenças em brigas amigáveis no Smash.



Bem, acontece que, aqui no século 21 rolaram uma penca de mudanças. A Nintendo ta em terceiro lugar na corrida dos consoles (e ela quase nem corre), e duas empresas chamadas Sony e Microsoft tão disputando pra ver quem faz o vídeo-game com gráficos melhores, mais teraflops e FPS. O que é isso? Sei la meu, não faz a menor diferença, acredite... os tempos bons eram os seus mesmo, os tempos onde diversão era o foco. Aproveite!

Ah, a época em que Killer Instinct era um jogo de luta voltado para combos, única e exclusivamente combos, com só 10 personagens (e um secreto), uma grade simples até, mas que era divertido pela variedade de possibilidades que ele proporcionava.

Fez bastante sucesso, mas foi quase que um acidente. se pensarmos de forma técnica. Tivemos bastante sorte de experimenta-lo da forma como experimentamos.

Primeiro, KI foi lançado para Arcade em 1994, e foi muito bem recebido. Era um jogo de luta com uma trilha sonora excelente, gráficos pré-renderizados, cenários semi 3D e pra melhorar, o jogo tinha uma jogabilidade divertida que só.

Não é atoa que fez sucesso, ao lado de concorrentes de peso como Street Fighter, The King of Fighter e claro Mortal Kombat. Falando nisso...

KI foi criado por uma união estranha: Midway, Rareware e Nintendo. Sim, se não ficou claro, é a empresa que criou Mortal Kombat, a que criou Donkey Kong Country, e a que criou... ah, a Nintendo faz os Zeldas, Marios e afins.

Da até pra perceber elementos das três no resultado, é só parar e analisar: Temos "fatalites", violência explícita, personagens bizarros, e uma jogabilidade sensacional, tudo proeminente da Midway, e seu famigerado MK.

Temos um humor estranho, um visual pré-renderizado, personagens nada anatômicos, e uma trilha sonora de dar inveja a qualquer orquestra, esses são elemento visivelmente puxados de quem? Rareware é claro.

E temos a censura, vinda da Nintendo.

Ta, é meio injusto pesar a mão pra falar da contribuição da Nintendo. Pelo que parece, eles viabilizaram a produção de KI, com a parte técnica, e isso fez uma diferença grande principalmente em seu port posterior.

Pois é, o jogo foi lançado na mesma época para um console, daí veio "o acidente". Os planos eram lança-lo para Nintendo 64 que estava em pré-lançamento, só que, a Nintendo achou melhor dar um último suspiro pro Super Nintendo, e arriscar com alguns jogos rodando no talo. 

Um deles, foi Killer. Eles fizeram o milagre de lançar um jogo desse port para um Super Nintendo, um vídeo game de 16 bits! E não ficou nem de longe ruim.

Pelo contrário, parte do estrondoso sucesso de Killer surgiu no Super Nintendo, pois ele surpreendeu com seus gráficos, jogabilidade e música. Alias, ele já chegou marcando época com exclusividade em seu cartucho: Ele tinha o cartucho Preto.



Todos os cartuchos de Super Nintendo eram cinzas, alguns vermelhos (raros) ou dourados (raros também) mas, apenas KI era preto. Filho único. Tinha aquela cara de "Sou um jogo malvado, mexe comigo não" e pior que ele era.

Cheio de sangue, cheio de ataques sequenciais mortais, e personagens assustadores misturados com pessoas "comuns", junto a uma temática meio gótica, não tinha como não funcionar.

Tinham seus cenários mais suburbanos também, e locais mais abertos, mas o legal de KI eram os locais medonhos! Vai dizer que o salão ensanguentado do dinossauro não é daora que só?

Mas na verdade, Killer era um jogo potente de mais, por isso seu diferencial. A Nintendo fez milagre ao equipar o cartucho com uma série de chips pra que ele rodasse tudo direitinho. Além disso, eles excluíram o que consideraram desnecessário, ou pequenos recursos, alguns detalhes visuais, e claro, refizeram completamente todos os cenários.

O que tinha de 3D não podia ser posto no Snes, mas, usando aquela técnica doida do Donkey Kong Country, eles fizeram cenários remodelados e pré-renderizados, ainda bem fieis aos originais de arcade, que davam a sensação de movimento, mas, dentro dos limites do console.

Mesmo sem muito do que o Arcade tinha, o jogo permaneceu fiel ao original, e até "superou" ele em alguns detalhes. Algumas falhas evidentes na máquina que tinha a capacidade de reproduzir, por exemplo, pequenas CGIs, foram facilmente compensadas e até melhoradas por animações em tempo real no jogo pelo Snes.

Cito como exemplo os encerramentos. Cada personagem tem seu próprio desfecho, que irei contar logo mais, mas, enquanto no Arcade temos CGI, meio fraca é claro, e escurecida pra um caramba dependendo do personagem, no Super Nintendo tudo fica mais claro e fácil de perceber por ser com sprites dos personagens mesmo.

Isso não é uma regra. Há momentos que o console usa fotos das CGIs do arcade, e os defeitos visuais como sombreamento em excesso acabam sendo herdados, o que é sim bem trágico.

Mas, nem tudo é um desastre vai, o legal de KI é que, o jogo é bonito, funciona bem, é desafiador, divertido, rico em detalhes, criativo que só, e apesar de sim, não ser la grande coisa em seus desfechos, valia a pena joga-lo e conquistar os mesmos.

O mais interessante talvez é assistir os "Ultras", ou até mesmo fazer um ou outro por acidente. O mesmo pros "Fatalites", ou variações como os "Humiliations". Sempre mais fácil ver um sendo executado pela máquina ao sermos derrotados do que fazer um, ainda é divertido de assistir, e surpreendente.



Aqui, chega aquela hora de falar da mecânica, onde explicarei em resumo como tudo funciona, e onde está a novidade de KI.

Mecânica

Como todo jogo de luta que eu conheço, nós escolhemos um personagem e com ele desafiamos outro num X1 maroto. Daí, com direito a duas barras de vida (cada uma representando 1 Round), lutamos feito loucos até vencer.



Temos um total de 6 ataques, 3 Golpes Superiores, e 3 Golpes Inferiores. É correto falar desse jeito e não "3 Socos e 3 Chutes" pois existem personagens que não usam tanto as pernas, ou não usam tanto os braços, logo, os "Golpes" variam pra eles visualmente, mas na prática é a mesma coisa.



Detalhe, Superior e Inferior é só pra diferenciar o tipo de ataque realizado por cada um dos 6 botões de ação, mas neles, há sempre os Golpes Fracos, Fortes e Muito Fortes e... ah cara que confuso, vou simplificar mesmo:

Basicamente, temos 2 Golpes Fracos (chute e soco), 2 Golpes Fortes (chute e soco) e 2 Golpes Muito Fortes (chute e soco). É isso.

Podemos mover nossos personagens na horizontal, andando pra frente, trás, abaixando ou pulando, sempre com base apenas na direção que empurramos a Manete/Analógico, ou com base no D-Pad (Arcade usa Manete, Console usa D-Pad).

Colar pra cima faz pular, colocar pra baixo abaixar, simples assim. Além disso, ao se colocar pra trás durante um ataque inimigo, o personagem defende automaticamente (enquanto estiver segurando o botão pra direção oposta).



Combinando tudo isso, da pra atacar abaixado, daí, o oponente só pode se defender desse tipo de golpe se abaixar e defender ao mesmo tempo. Então vão surgindo as variações de golpes.

Ataques altos pra quebrar defesas baixas, chutes que são mais longos que socos, coisas do tipo.

O trunfo porém não está apenas nisso, que por si só é padrão mas, já adianta um desafio legal nos combates. O divertido são os Combos.



Primeiro, existem os Ataques Especiais. São fáceis de fazer, geralmente usando movimentos básicos como colocar pra trás, depois pra frente, e dar um golpe. Fazendo isso, a maioria dos personagens realiza um golpe especial. Só que as coisas não terminam ai...

Um especial pode ser seguido imediatamente de outro, é ai que rolam os combos.



Certas sequências, que envolvem especiais diferentes, ou o mesmo especial seguido, ou o mesmo movimento seguido de um botão diferente, enfim, certas sequências e movimentos realizam combos grandes que podem continuar e emendar um no outro.

Esse combos são contabilizados pelo narrador, que sempre manda uma frase épica ao término do massacre, como um "Super Combo!" ou "Hiper Combo!" ou então o tão temido "Ultraaaaaa!!!", este sendo aquele combo que mistura todos os golpes em um só e passa dos 20 hits.

Como existem muitos, mas muitos tipos diferentes de combos e "emendas", as vezes parece até que ta saindo tudo automaticamente. Eu mesmo, desde jovem, tinha o hábito de apertar os botões feito louco e, saia as coisa tudo. Só que, existem táticas pra serem implementadas e formas corretas de aplicar cada combo, o que... não tem a menor importância!

O jogo é divertido por essa possibilidade de, do nada, qualquer um conseguir aplicar sequências monstruosas. Isso deixa tudo imprevisível e muito interessante.

Pra jogar, eu tive de aprender combos básicos e formas de sequência-los com certeza pra cada um dos personagens, mas te juro que as vezes arriscava ataques variados só pra ver coisas novas, e acredite, tem muito pra se descobrir com acidentes...

Por exemplo, tem um recurso no jogo que até agora eu não consegui replicar, mas ao que parece é um tipo de ataque que qualquer um pode executar, se souber os comandos é claro, e tiver a aptidão pra realiza-los, onde do nada, os personagens ganhavam sombras atrás de si e atacavam mais rápido ainda durante o combo.



No Killer Instinct atual, aquele que citei no inicio do artigo, esse ataque é mais fácil de realizar, tem uma barrinha de especial pra informar quando pode ser feito e tal, mas no original, isso saia sem você esperar! Eu mesmo, tomei da máquina algumas vezes, mas não consegui fazer nenhuma vez.

O mesmo vale pros Fatalites, que são execuções finais que escurecem a tela inteira e fazem alguma cena letal, ao estilo Mortal Kombat mesmo. Eu não consegui fazer nenhum, mas vi um monte pela máquina.



Aliás, teve uma hora que meu irmão surgiu, e decidiu me ajudar a jogar. Ele é bem mais novo que eu, e disse "Caraca, eu sou craque nisso, deixa eu te mostrar!". Fiquei surpreso pois, ele não era da época que eu jogava em Super Nintendo, e ele mesmo disse que passou a jogar no celular, o que me fez pensar o quanto esse jogo envelheceu bem...

Enfim, ele pegou a caveirinha, e disse "Quero te mostrar como ela se transforma em todo mundo." e eu respondi "Irmão, eu jogo isso desde a minha infância, num viaja com essas neura vai.". Eu nunca tinha visto ela se "transformar", então pra mim, era um mito que sinceramente, não colava, e mais soava uma referência fajuta e confusa ao personagem la do MK que faz o mesmo.

Daí, na minha frente, meu irmão se transformou! Digo, com a caveira (imagina meu irmão se transformando, que briza...) ele fez um ataque que transformou o personagem no mesmo personagem que eu tava usando, temporariamente, e ai eu falei "O quê!?!?!?!". É, surpresas atrás de surpresas.

Killer é isso, uma aventura em forma de combate.

Aliás, na versão de Arcade era necessário inserir Fichas pra jogar, então, haviam apenas o modo Versus, onde dois jogadores se enfrentavam na mesma máquina, e o modo História.



Nesse modo o jogador número 1 enfrentava uma torre com todos os demais personagens, ou até mesmo o dele, em sequência aleatória, até chegar ao topo e enfrentar um chefe secreto.



A dificuldade do jogo era regulada pela máquina, então o jogador não tinha acesso a isso, apenas o dono da mercearia, bar, ou seja la onde o fliperama estivesse.



Já no Super Nintendo as coisas eram um pouco mais fáceis. Além de não precisar pagar pra jogar, você podia continuar as partidas quantas vezes quisesse. Tinham tanto o modo Versus quanto o modo História (traduziram pra "campIonato", depois disso preferi jogar a versão americana mesmo), mas além deles, tinha também o Modo Treinamento, pra sair testando seus combos livremente.



Outra opção era o menu "Opções" (ah va!), onde dava pra mudar alguns parâmetros comuns do jogo mas, principalmente, dava pra regular a dificuldade da máquina. Consequentemente, por numa dificuldade muito baixa afetava o encerramento, impedindo que visse ele, mas de resto, dava pra se divertir e ainda sentar o sarrafo na máquina. Acredita que eu nunca mexi nisso na minha infância? Fui descobrir isso recentemente, logo, olha as revelações ai de novo.



Tem também a opção "Torneio" onde a pontuação do jogador fica registrada pra que outro venha e tente bater. Só isso.

Bem, voltando a jogabilidade, o que mais tem pra falar? Vejamos... os personagens tem duas barras de HP, fato. A primeira é amarela, a segunda vermelha. Perto de morrer, a vermelha fica piscando e eles entram num estado "Danger", o que significa que da pra aplicar Ultras, só isso mesmo.



Detalhe, mesmo depois de morto, coisas curiosas podem acontecer. Tipo, se o personagem fica abatido na tela escura depois de perder todo o HP, ele cambaleia por alguns segundos até cair morto, ou ser finalizado, só que, se o jogador pressionar vários botões feito louco, ele pode reanimar o personagem, e voltar pra luta com 1 de HP mesmo.

Isso cria certas situações inusitadas, por exemplo, da pra um jogador perder com a barra vermelha enquanto o oponente perde ao mesmo tempo, só que com a barra amarela. Isso faz o Segundo Round começar, e durante essa contagem, o jogador que perdeu a partida pode se reanimar!


Também, se os 2 jogadores perderem ao mesmo tempo na barra vermelha, vence aquele que martelar o controle primeiro e se reanimar. Ou, é empate mesmo se ambos caírem.



Outra coisa, existe contagem de tempo nas partidas (da pra ser removido pelas Opções do Snes), o que permite vencer por desistência. Ah, eu fiz isso no chefe final, mas depois explico como, a questão é que, aquele que tiver mais HP vence caso o tempo acabe.

Bem, por fim, vale mencionar os Combo Break, que é quando o jogador consegue parar um combo oponente apenas fazendo um especial equivalente durante o combo. Isso é bem difícil de fazer, mas, é um saco pois acaba com aquela hora épica que você vai aplicar uns 10 hits.



Aliás, não posso me esquecer de falar da Trilha Sonora espetacular de KI.

Cada cenário tem sua própria música, mas só a música de abertura do jogo já é daquela que entra na cabeça e não desgruda. Todas as músicas são ótimas (minha favorita é a do cenário da Orchid) e meu, não tem como não curtir.

Elas casam perfeitamente com seus respectivos mapas, e são tão bem sincronizadas com as lutas, pois sim, elas vão mudando conforme as batalhas progridem.

Quanto mais as barras de HP são diminuídas, parece que mais agitada a música se torna. Além disso, quando a barra chega no vermelho, a música ganha um tom de perigo, ficando mais acelerada e urgente.



É simplesmente magnífico. Teve um momento que eu jurei que só de passar da barra amarela pra barra vermelha (mudar de Round) já mudava o tom da música, mas não, ao que tudo parece é apenas a progressão musical, com uma sincronia quase que premonitória!

Enfim, acho que de gameplay é isso, agora bora falar dos Personagens, Cenários, História, e afins...

Personagens

Não existe uma ordem certa pra se apresentar os personagens, afinal você decide com quem vai começar. Eu preferi começar pelo que todo mundo sempre joga (inclusive eu) por ser o mais "fácil":

Cinder



Antes, eu achava que ele era o protagonista, afinal ele tem mó pinta daora e gente assim sempre ta com o título. Mas na real, ele é um dos vilões!

Cinder é um cara flamejante, um ladrão que foi submetido (como voluntário) a experimentos de uma empresa chamada Ultratech, responsável por praticamente todas as outras anomalias que o jogo vai mostrar, a qual o fez virar um "Tocha Humana" incapaz de parar de queimar.



O cara então recebeu meio que um desafio: Se ele derrotar um outro fracasso da Ultratech, ele será libertado, pois até então, ele se tornou propriedade da Ultratech.

Apesar da forma bizarra que ele recebeu, ele também conseguiu poderes magníficos, como a capacidade de queimar tudo ao redor, virar uma esfera flamejante capaz de voar, além de ter ganhado a incrível habilidade de se tornar invisível.



Quando invisível, ele passa a ignorar ataques a distância, mas, a invisibilidade (que pode ser parcial ou total) some com um único golpe físico do oponente.


Essas são características mais do que suficientes pra que um cara da profissão dele se dê muito bem na vida criminosa. Então, ele aceita lutar pela liberdade.

Cinder possuí como cenário uma torre no deserto, que aparentemente é onde ele é mantido isolado. Da pra notar uma cidade ao fundo, e quando eu era jovem, achava que era uma cidade alienígena, mas na real deve ser tipo Dubai, inclusive tem prédios que lembram.



Aliás, Cinder é considerado o mais fácil de se jogar pois os ataques dele saem praticamente com qualquer movimento. No Super Nintendo eu costumava apelar pra dois pra frente e ataque, o que sempre fazia um combo legal. Só que no Arcade, é mais difícil por dois pra frente (por causa do analógico em controles, mas acho que na Manete era mais fácil) então, descobri que colocando pra trás e depois pra frente, sai o mesmo combo.



Ou seja, da sempre na mesma! O que é ótimo e facilita muito na vitória.



O encerramento de Cinder consiste nele conquistando sua liberdade. Porém, logo em seguida ele é seguido pela polícia.



Aí ele aproveita seus poderes pra fugir voando, e consequentemente, passa a usa-los para seu próprio proveito.


Eyedol



Curiosamente, o segundo personagem com quem salvei foi justamente, o chefe final, que também é o personagem secreto. Para libera-lo, estranhamente, só é possível usando Cinder, o que levanta aquela questão "Será que ele tem algo relacionado?". Sei que é algo na mecânica do jogo, mas, logo Cinder?



Explicando melhor, a história de Eyedol não aparece em nenhuma das versões de KI, porém, no Manual do jogo (versão de Snes), é explicado quem ele é: Um Senhor da Guerra do passado.

No passado, existiam 2 Senhores da Guerra, que lutaram pelo domínio do mundo num confronto cataclísmico. Só que, do nada, os dois sumiram num clarão, e o mundo seguiu existindo sob domínio da humanidade.



Depois de milênios, várias empresas começaram a disputar pelo domínio do mundo, e quem tava a frente de todas elas era a Ultratech, com uma ideia mirabolante para manipular e entreter toda a população, o Torneio Killer Instinct.

Nesse torneio, os caras botavam seus experimentos pra gladiarem, transmitindo isso para o povão. Os vencedores saiam vivos e claro, ganhavam seus maiores desejos realizados pela empresa, e os perdedores se lascavam.

Bem, o torneio era sempre um sucesso de ibope mas, no ano em questão, a Ultratech tinha bem mais coisas pra testar do que o convencional, e esse torneio era tipo o torneio que traria pra eles o domínio que tanto almejavam.

Eyedol é uma arma, mas ele não foi criado pela Ultratech, pelo contrário, ele foi resgatado, e utilizado. Ele é um dos Senhores da Guerra que a empresa conseguiu tirar do lugar onde ele tava (logo, eles tinham tecnologia pra manipular o campo espacial) e, mesmo sem entender sua origem, colocaram ele e todo seu poder em zonas isoladas para a batalha final.



O bichão tem duas cabeças, duas pernas de besta com cascos, e uma maça diabólica. O cara é rápido, forte, tem uma defesa implacável, e pra piorar, ele pode regenerar sua energia vital apenas batendo a pata no chão.


Alias, esse efeito ocorre diferente entre as versões de Snes e Arcade. No console, a barra dele só passa a regenerar se ele tiver na vermelha. Já no Arcade, ela se recupera mesmo se ele tiver ainda no primeiro round, com barra amarela. Isso faz o Arcade ser potencialmente mais difícil. Aliás, só o chefe pode fazer isso viu. Ao jogar como ele, o movimento até existe, mas não regenera nada de HP.

Ele também pode rebater ataques à distância com sua maça, pode lançar bolas de fogo pelas bocas, e só de pular ele já causa danos automaticamente. Seus combos são difíceis de executar, mas sempre são bem poderosos, pois ele tira muita energia com poucos golpes.



Vencer ele é o desafio final da Ultratech, mas nem eles tinham certeza se essa vitória era possível, por isso, ele é alocado em um tipo de templo só pra ele, isolado por lava.

Existem dois mapas pra ele, um é o templo, e outro é um tipo de ponte (provavelmente a única saída do templo). É aleatório quando ou como ele aparecerá, porém, cada cenário tem um tipo de finalização pra ele no caso de vitória.



Claro que, tanto no Super Nintendo quanto no Arcade essa finalização também pode variar, mesmo estando no mesmo mapa, mas pelo que notei, a primeira derrota ocasionará num tipo de morte pra ele.



Bem, como eu disse, apesar dele ser o chefe final, ele também é um dos personagens, e pode ser liberado com uma sequência certa, depois de escolher o Cinder, na tela de espera pra luta. Isso só funciona com o Cinder.

Eu só descobri os comando pra liberar ele (é o mesmo tanto no Arcade quanto no Console) graças a internet, mas, na época, imagino que tenha utilizado alguma revista ou algo assim pra disseminar a informação.

Alias, seria Cinder um tipo de reencarnação do Senhor da Guerra? Será que ele também tem a habilidade de acessar dimensões? Ou será só que ele tava alocado na mesmo registro de sistema do Eyedol e por isso, era necessário seleciona-lo? Disso, jamais saberemos!



Por fim, vale mencionar que vencendo o jogo com ele, rola um final próprio e bem hilário.

Eyedol é chamado de Bobby por uma mulher que surge do nada. Aí, ela diz que ele é seu filho, falecido num acidente de carro, e que a prova disso está em seu braço, pois seu filho ganhou dois braceletes antes de morrer.



Aí ele olha pro braço, e diz "Num pode ser!", descendo a maça dele com tudo na moça, e esmagando ela no ato.



Logo, sendo ou não Bobby, Eyedol tava nem ai (sem contar que é impossível afinal, ele veio do extremo passado).


Chief Thunder



O terceiro personagem com quem joguei foi esse, um cara de moicano e duas machadinhas, que mais parece um índio americano.

Seu cenário é uma ponte num tipo de cânion, e sua música é com temática tribal, tipo um ritual indígena mesmo.



Thunder tem afinidade com animais, principalmente águias, tanto que pode lançar um tipo de espírito animal de águia de suas machadinhas.



Ele também pode dar combos giratórios, depois de defender, e pode atacar com seu moicano, o que é bem irado.



Bem, Thunder não é um experimento da Ultratech por incrível que pareça, mas, ele participa do torneio por causa da empresa (não só por eles sediarem né kkk). No torneio anterior, seu irmão deixou a tribo pra ir la testar seu poder, e nunca mais voltou. Como na tribo do Thunder num tem televisão, ele não assistiu o torneio então, ele não sabe o que aconteceu com seu maninho.

Sua participação é só pra descobrir o que houve com seu irmão, só isso.

Ironicamente, no final, caso ele vença, é mostrado que seu irmão (Eagle) faleceu, e pronto. Ele não foi um vencedor, nem marcou história, nem foi sequestrado e transformado num experimento, ele apenas morreu e foi enterrado, ou seja, o torneio sempre foi barra pesada (ou o Eagle era bem fraco).



Pra ele tava de boa, confirmar a morte de seu irmão permitia que ele descansasse, porém, a Ultratech manja como trazer espíritos de guerreiros de volta a vida... fez isso com outro, e é isso que é mostrado no final.



Por muito tempo, achei que na verdade a revelação (por conta do visual) era que Spinal (já falo dele) era o irmão de Thunder. Só que, na versão de Arcade, a imagem de Spinal aparece meio que como um fantasma sobre o túmulo, simbolizando que o mesmo destino que a caveira teve, poderia muito bem ser o de Eagle.



No Super Nintendo, eles animaram de um jeito que faz Spinal sair de dentro do túmulo, dando a entender que Spinal tava tendo relações com o irmão de Thunder... pera... não, não é isso que eu ia dizer, deus... ignore isso... dando a entender que Spinal tava la no túmulo... tendo rel... esquece!

Spinal



Já que mencionei, eu terminei o jogo com ela logo em seguida, e apesar dos pesares, pra mim, Spinal sempre será uma mulher, apesar de apenas ser mencionado que Spinal é um Guerreiro Ancião de 2650 anos, reanimado.

A Ultratech fez a proeza de reanimar um corpo só dos ossos, e o mais incrível, mesmo sem ter músculos para movê-los, tendões para conecta-los, ou qualquer coisa que pudesse sustentar a vida neles, os ossinhos tomaram forma humana, pegaram uma espada, um escudo, e voltaram a ser o grande guerreiro de antes, sem memórias é claro (num tem nem cérebro!).


Uma máquina orgânica mortal, que serve o único propósito de matar em batalha. Spinal é um dos chefes, pois sempre é enfrentada como antepenúltimo oponente na torre de batalha, independente de com quem se jogue, sendo que todos os demais personagens tem a ordem aleatória.

Falando em torre, seu cenário é o topo de uma torre, provavelmente onde fica isolada.



No Arcade, seu cenário tem uma tempestade elétrica rolando ao fundo, que deixa tudo macabro. Mas isso é removido na versão de Snes.



Além disso, Spinal tem a melhor defesa do jogo, podendo absorver especiais inimigos e convertê-los em crânios de energia, os quais pode lançar como um ataque à distância.

No Arcade, esses crânios ficam voando ao redor dela, enquanto no Super Nintendo, eles apenas são marcados abaixo de sua barra de energia vital.



Ela não pode absorver mais de 5 crânios, e caso faça isso, o próximo ataque recebido faz ela explodir e tomar um baita dano.



Spinal tem aquela habilidade de se transformar em outros personagens temporariamente, o que me faz crer que ela seja um tipo de espírito segurando a ossada, espírito esse que pode puxar um pouco da essência das almas alheias e assumi-las por um tempo. É assustador como isso pode ser letal a longo prazo. (Aliás, ao procurar as fotos, notei que o nome do personagem também muda quando ela se transforma. Esse Fulgore Preto da imagem é a Spinal durante um combo.)



Bem, além de tudo isso, Spinal é rápida, sua espada ataca em várias alturas imprevisíveis, e ela da uma rasteira chata pra burro, sem contar que, pode teletransportar tanto pra frente, quanto pra trás do oponente, o que só facilita mais ainda seus ataques.

Defesa e ataque perfeito, Spinal é bem difícil de enfrentar.



O final de Spinal é também bem engraçado, e varia de uma plataforma pra outra sutilmente.

No Arcade, Spinal decide ir pra Hollywood, entra de férias das batalhas e ai, descobre o cinema.



Com isso ela decide virar atriz, e já nas primeiras filmagens é criticada, não curte, e mata todo mundo (é o que parece!) pois ela vai com tudo revoltada pra cima do diretor durante um corte de filmagem. Detalhe que é mencionado apenas que ela ganhou um Oscar no seu primeiro papel mas, acabou não conseguindo outros, o que pela animação da a entender que ela ficou bem revoltada.



No Super Nintendo é invertido. Ela vira atriz de cinema primeiro, e faz sucesso com isso, sendo bem recebida (pela animação, não há crítica, ela apenas desfila em filmagem e atua).



Daí, ela vai pra sua cadeira de praia curtir sua fama em Hollywood, depois de receber seu primeiro Oscar, porém, ela também fica sem outros papéis.



Os textos desses finais é o mesmo, só que, a animação que ilustra acaba sugerindo uma interpretação bem diferente.

Sabrewulf



Um lobisomem amaldiçoado que acaba servindo de estudo pra Ultratech. O cara é tão ferrado que aparentemente nem consegue mais voltar pra forma humana, razão pela qual se oferece pra Ultratech, com a promessa de em troca receber uma cura pra sua licantropia.

Ele é uma fera, ataca com suas garras e dentes, realizando saltos enormes e combos giratórios. Na versão de Super Nintendo, seus ataques fazem ele se mover muito rápido de um canto ao outro do mapa, mas na versão de Arcade ele se move bem menos, fazendo com que seja necessário estar grudado na vítima pra causar algum impacto.



Ele pode lançar morcegos flamejantes, o que no Super Nintendo é bem estranho, visto que removeram a animação original dele. Acima de sua cabeça, no Arcade, tem vários morcegos voando, e ele pode pegar um deles e lançar com tanta força que eles pegam fogo. Legal que se o inimigo defende, o morceguinho cai no chão.



No Snes eu sempre achei estranho, pois mais pareciam águas de fogo, tipo o que Thunder invoca, e por um tempo pensei que talvez, ele fosse Eagle... mas não, na real são apenas morcegos invisíveis.

Outro detalhe interessante que foi removido do personagem é o sangue que jorra de sua boca quando ele para. Ele baba sangue, e isso deixa ele bem mais grotesco e assustador, porém no Super Nintendo não botaram isso pra economizar bits. Até mesmo o áudio dele foi ligeiramente mudado, e ele faz uns grunhidos agudos irritantes sempre que ataca ou recebe dano, diferente dos sons mais caninos do Arcade.



Ao terminar o jogo com ele, o final é praticamente o mesmo nas duas plataformas, com uma diferença simples que acarreta numa interpretação diferente.



No Arcade, ele é curado e volta a ser um homem musculoso deformado. Isso ocorre ainda durante a noite, o que da a entender que a maldição de licantropia sumiu pra sempre (já que ele retorna ainda com o luar acima).



No Super Nintendo, a maldição se desfaz, lhe dando a forma musculosa desproporcional humana, na passagem da noite pro dia, logo quando amanhece. Isso da a entender que ele ganhou a capacidade de voltar ao seu formato humano estranho de dia, mas permanece amaldiçoado a ser um lobisomem na lua cheia.



Interpretações a parte, os finais seguem um mesmo padrão com ele indo pra mansão (o que sugere que seja um fidalgo) e voltando a forma bizarra (sim, eu preferia ele como lobisomem, olha que zoado ele como humano!).



Inclusive, sua mansão é seu cenário, com uma das músicas mais legais do jogo, com um ar vitoriano. Ele é enfrentado no salão de sua sala pelo que parece.

Orchid



A segunda personagem feminina, Orchid é um tipo de bruxa que veste roupas curtas, de couro, grudadas, na cor verde musgo. Da pra trocar as cores de todo mundo mas essa é a cor padrão. Enfim, a primeira vista é isso que ela é.

Porém, na verdade, ela é uma espiã do governo, infiltrada no torneio para investigar a Ultratech e conseguir provas dos planos malignos da empresa que, publicamente, testa armas biológicas de todos os tipos, mas que ninguém suspeita. Ela também ta nessa só pra descobrir o que houve com quem sumiu no torneio que visivelmente, atiça o Instinto Matador das pessoas, e permite finalizações que consistem em EXECUTAR os oponentes.



Orchid usa dois bastões elétricos, que eu quando criança achava que eram varinhas mágicas, os quais podem lançar rajadas de energia. Ela é extremamente hábil com as pernas, causando danos sequenciais fracos, mas bem rápidos e variados, dando cambalhotas e piruetas.



Além disso, ela é capaz de se transformar um Tigre de Energia e atacar embaixo. No Arcade, esse tipo de ataque sempre causa ataca embaixo, mas no Super Nintendo ele ataca no meio (pelo que notei).



Essa transformação deve ser um tipo de tecnologia experimental do governo para espiões, mas, na real, pra mim sempre pareceu bruxaria. Sem contar que um dos fatalites dela é justamente transformar o oponente num Sapo. Qual a lógica!?

Aliás, que tipo de espião veste verde?!



Esquece...

Bem, Orchid é a heroína da história, visto que é a única que ta enfrentando a Ultratech, porém, ela tem um dos finais mais zoados.



Ela vai embora do torneio, satisfeita com as descobertas, e as entrega ao seu superior no governo, numa sala extremamente escura, recebendo carta branca pra lutar contra a corporação.



O mesmo ocorre na versão de Super Nintendo, mas, ao invés de colorirem e clarearem um pouco mais a cena da sala, que realmente fica muito escura, os caras colocaram uma foto da cutscene.



Bem, Orchid é um dos personagens com dois cenários, o que é bem raro por sinal. Um é no topo de um prédio, com telas mostrando o torneio pro povão (o que novamente deixa claro que TODO MUNDO ASSISTIA O QUE ELA FOI ESPIONAR!), com uma das músicas mais loucas de todas, com direito a vocal!



Além disso, como da pra jogar personagens desses tipos de mapas, aliás, tem isso, em mapas altos, como pontes, ou torres, da pra arremessar os oponentes no final da batalha se eles estiverem na borda do cenário. No Super Nintendo isso gera uma animação deles caindo bem demorada.



Enquanto no Arcade apenas mostra eles caindo rapidinho e sofrendo o impacto no solo (o que é bom, pois provoca menos a ira de quem perdeu hehe).

Bem, no cenário de Orchid, ao se jogar o oponente do prédio, ele cai num carro no meio da rua. Pois é, essa rua é outro cenário dela, que pode surgir.



Ambos lutariam então no meio da rua mesmo e pronto. Só que pra habilitar ele é preciso ir no modo versus, pelo menos eu não consegui acessar ele na campanha.

Jago



Esse é um tipo de anti-herói, não por sua origem mas pelas possibilidades do que pode se tornar. Jago é um ninja que serve ao Espírito do Tigre, mas luta contra seu mal interior constantemente. Ele tem como teste participar e vencer o torneio KI, pra provar ao espírito que é digno de seu poder, e assim, dominar seu lado malígno.

Jago é o pior personagem pra se jogar, pois todos seus ataques consistem em colocar pra frente e depois realizar alguma sequência. Isso significa que ele sempre se expõe aos inimigos antes de conseguir dar combos. Isso não seria um problema, se não fosse o fato de todos seus golpes serem de curtíssimo alcance.



Ele até pode lançar seus hadoukens (muda de nome, mas é a mesma merd4), só que todos seus demais golpes consistem em bater de perto. Ele pode dar uma voadora que o faz aproximar do inimigo rapidamente (no Super Nintendo, pois no Arcade o alcance é muito pequeno) e pode dar socos, chutes, além de tirar sua espada para iniciar combos.

Falando no alcance, de fato ele tem uma voadora que faz ele praticamente atravessar o mapa num golpe só, mas é fácil de defender, e prever (a movimentação é lenta) então quase sempre é defendido.



Terminar o jogo com ele foi um porre, pois pra aprender a tirar a espada (tem que dar um hadouken invertido: frente, baixo e trás com ataque) foi difícil de mais! O bom é que esse tipo de ataque tira bastante, e na prática, no Arcade Jago é o que da maior dano físico, enquanto no Super Nintendo ele só é bem ruim mesmo, pois parece que seu dano é reduzido.



Bem, o cenário dele é seu templo. Nesse caso, eu diria que a versão de Super Nintendo é melhor que a versão de Arcade, pois ela tem um fundo mais expandido e revelador.



Enquanto no Arcade ficamos num local fechado, escuro, com cortinas impedindo de ver onde o templo realmente fica, no Super Nintendo podemos ver a paisagem ao fundo, com as cortinas abertas.



Algo que destoa do desfecho, um pouco. No final de Jago, ele volta pro seu templo e oferece sua vitória ao espírito do Tigre, recebendo aquele poder que ele tanto desejava. O problema é que, quase não da pra ver o que acontece, pois todas as cenas são escuríssimas (sim, eis a pate chata das cutscenes do arcade).



Aliás, no desfecho dele, aparecem duas estátuas de Tigre no fim, dando a entender que os dois lados dele estão em harmonia (lembrando que Jago lutava contra seu lado mal).



No console ele vai pro templo, de noite, mas da pra ver ele normalmente afinal é com o gráfico do jogo mesmo. Assim, ele recebe a benção do Tigre por sua conquista, e é isso. A cena toda é só ele sentado na frente do tigre. Ainda assim, é mais fácil de ver.



Ah é, no final ele sai voando no Super Nintendo.


Glacius



Lembra que mencionei que Cinder tinha um alvo caso quisesse ser livre? Então, Glacius é esse alvo, o oposto de Cinder, mas igualmente preso pela Ultratech. No caso, Glacius é um alienígena resgatado pela empresa e, preso pra ser estudado. Sua liberdade foi garantida apenas se ele derrotasse Cinder.

Como Glacius é totalmente de gelo, e Cinder de fogo, faz sentido a Ultratech querer testar qual dos dois elementos é mais poderoso. E assim o alienígena não vê alternativa, e combate seu nêmesis.

Glacius não é mal alias, apesar de parecer (e eu sempre achei que ele era vilão). Ele é um pobre coitado ferrado pela Ultratech e mantido longe de sua terra natal, então, é mais do que justo torcer por ele.


Suas habilidades consistem em transformar seus braços em armas brancas, além de se mover rapidamente pra dar investidas, e claro, ele pode se diluir em fluído e atravessar o cenário pelo solo, dando ganchos no final.



Pode também lançar bolas de gelo que quicam no solo, e é isso. No Arcade seu alcance de investida é minúsculo, enquanto no Super Nintendo é bem extenso, ele também tem uns efeitos extras de gelo esfumaçando, que é removido no console, mas no geral, é tudo igual.



Glacius tem um cenário de gelo, com um templo ao fundo, o que sugere que seja sua casa temporária, mas pelo que parece, é onde sua Nave ta escondida, sem combustível e danificada.



Há outro cenário dele também, pelo que parece, que fica girando em torno de um templo meio destruído (provavelmente onde sua nave caiu). Esse também é um mapa que só acessei pelo modo versus. Pelo que entendi, há vários mapas secretos assim.



Ao vencer o torneio, a Ultratech da a liberdade pra ele, e assim, ele recupera sua nave, e voa direto pro seu planeta. Só que, fica um tom de ameaça aí, pois ele considera tudo o que a Ultratech o fez como uma amostra de como a humanidade é cruel, dando a entender que ele pode voltar num ato vingativo.



No Super Nintendo é a mesma coisa, só que no Arcade a nave de Glacius é bem mais definida, no Snes incluíram a imagem da nave bem mal renderizada.


T.J. Combo



Esse cara é só um boxeador, obcecado pela fama e reconhecimento. É bastante ganancioso, e só ta no torneio pra conquistar fama e grana. Sim, é puro egoísmo. Aliás, ele era um vencedor famoso por 5 anos em competições de boxe, só que um dia descobriram que ele usava aprimoramentos cibernéticos nos braços para ficar mais forte (tipo por cimento nas luvas!) e isso fez ele ser deposto de seu título unânime.

Combo usa apenas os braços para atacar, afinal é boxeador aprimorado, e o único ataque que tem com as pernas é um tipo de joelhada e uma rasteira baixa, bem fraca. Todos seus golpes são baseados em ir pra trás e depois pra frente, o que deixa ele como um bom personagem defensivo.



Seus ataques são ótimos pra realizar combos, e apesar dele só poder bater no corpo a corpo, sem qualquer especial "mágico", ele é muito forte, justamente por sua facilidade em realizar combos (o nome não é mera coincidência).



Bem, não há muito o que se falar do TJ, dentre todos, ele é o mais desinteressante, e até seu final é meio idiota.



Vencendo o torneio ele sai pela cidade esbanjando grana e fama. Aliás ele recupera sua fortuna mesmo sendo um trapaceiro conhecido.



No Super Nintendo é a mesma coisa.



A fase dele é sua academia de treinamento de boxe, com uma música, como sempre, maravilhosamente imersiva.

Riptor



Este é um outro experimento da Ultratech, agora biológico que mistura o DNA humano com réptil. O resultado é essa criatura, letal, irracional, e ensinada a lutar até a morte.

Riptor é um bicho carniceiro, seu cenário mostra bem isso, com sangue esparramado por toda parte (provavelmente suas vítimas, jogadas em seu calabouço para o combate do torneio, e praticamente executadas). Seu nome inclusive faz alusão a isso "R.I.P." de Descanse em Paz com "Raptor", o dinossauro com o qual ele mais se parece.



Ele ataca com suas garras, mandíbula, patas e cauda, e é bem agressivo, pesado e rápido. Além disso, ele pode lançar bolas de fogo, só pra ferrar ainda mais a vítima.



Sua função no torneio é só se alimentar, e matar os participantes que chegam nele. Mas, ele também pode vencer é claro, e caso isso ocorra, algo bem bizarro acontece.



Riptor começa a se reproduzir, botando ovos (o que sim, deixa claro que ele é fêmea! A terceira mulher do jogo!) e de seus ovos, surgem novos Riptors, que começam a se reproduzir pelo mundo e, consequentemente, dominam a raça humana, trazendo a era dos dinossauros de volta.



Sim, a Ultratech acaba perdendo controle quando ele/ela escapa do calabouço em que era mantido(a) e ai, é bagunça mundial.



Ao menos o experimento deu certo.

Fulgore



Por fim, temos Fulgore, outro experimento da Ultratech, nesse caso um tecnológico. Eles criaram o Guerreiro Perfeito, e esse torneio em particular é só pra testa-lo. Esse é seu único objetivo, vencer, e provar que é a melhor arma possível.

Bem, esse robô tem como características habilidades de todos os demais guerreiros combinadas pela tecnologia. Ele pode dar investidas, ganchos, soltar rajadas de gelo, laser pelos olhos, pode se teletransportar, rebater energias alheias, e claro, ele é bastante resistente.



Fulgore é muito poderoso, uma máquina desenhada exclusivamente pra massacrar qualquer um que tente desafia-la. Seu cenário é um tipo de fábrica, provavelmente o local onde foi construído, ou pior, uma das empresas concorrentes (pelo letreiro ao fundo), num tipo de invasão, vai saber.



Ele é irracional, responde apenas a comandos de batalha, e é apenas uma máquina mesmo. Tanto que, em sua vitória, ele é descartado.



O que ocorre caso ele vença o torneio é o seguinte: Ele é replicado em massa, e suas cópias são usadas pra dominar o mundo pra Ultratech.



O original, que serviu de molde e teste, é aposentado e posto numa vitrine num museu, desativado. Legal que, é dito que isso foi feito pra confortar e entreter os escravos humanos, visto que a Ultratech dominou geral, e de certa forma, o 1° Fulgore se tornou o simbolo da escravidão humana e vitória da Ultratech.



Enfim, esse é Killer Intinct.

Eu tive de terminar o jogo nas duas versões, com todos os personagens incluindo Eyedol, e foi difícil no início, mas consegui testar bastante o jogo e tirar bastante proveito.

Eu notei que tem certos cenários extras, que aparecem na competição versus. Infelizmente mesmo tentando muito, não consegui entrar me nenhum cenário diferente, mas eu me lembro que no Super Nintendo cheguei a acessar mapas estranhos, como uma torre voadora, ou um cenário sem paredes, coisas que não da pra mostrar pois, estão só na minha memória.

Bem, outra coisa pra citar é que, Eyedol é um idiota.

Da pra vencer ele de desistência, pois ele tem o péssimo hábito de parar durante a luta pra provocar, e esperar o próximo ataque. Ele sempre faz um massacre quando isso ocorre caso você ataque, mas se o jogador der sorte, e ele decidir provocar com HP inferior ao do jogador, o tempo pode acabar com ele paradão, e fim, ele morre.

Legal que ele fica 100% putaço antes de explodir.



Outra coisa curiosa é que, na versão de Snes, Eyedol é Verde, enquanto na torre de apresentação ele aparece Marrom.



Só que no Arcade, ele é Marrom, e na torre de apresentação ele é Verde. Detalhe, não da pra trocar a cor de Eyedol, logo, essas cores são fixas no jogo.



Estranho, mas parece que a Nintendo e seus parceiros decidiram fazer um tipo de brincadeira corrigindo um erro de programação no Arcade, onde ele aparecia de uma cor mas era de outra, justamente invertendo o erro, das duas formas, o que manteve o erro assim e mesmo.

Game Boy



Aliás, existem mais duas versões de KI, a da Microsoft, que sim, acabou relançando a versão de Arcade pro seu console e PC, junto com remake/continuação (é a mesma coisa), e uma versão de Game Boy.

Nem iria falar dele pois, portáteis não combinam com jogos de luta, e sinceramente, não me via indo tão longe assim pra conhecer mais o game. Além disso, vi que cortaram Cinder e Riptor. Legal que tem o Eyedol, destravado com qualquer personagem nessa versão, e com um comando até que bem mais simples... foi isso que vi em pesquisas e... acabei pegando o jogo pra ver.



Então, minha curiosidade me fez jogar a versão de GB, que curiosamente fica colorida pelo emulador, pois ele simula o Super Game Boy, um cartucho de Super Nintendo que fazia rodar os cartuchos de Game Boy no Super Nintendo, com cores. Quem me dera eu tivesse um assim. Outra forma de jogar colorido era inserindo o cartucho num Game Boy Collor, que foi lançado um tempo depois.



Bem, o jogo é bem mais simples, só conta com 2 botões de ataque (pois é) e a movimentação é a mesma, com pulo, agachamento, defesas, etc.



Temos Combo Break, e até os fatalites, que ficam mais fáceis de fazer (um único movimento não importa o personagem), mas são aleatórios, e podem até mesmo fazer os personagens dançarem.



Isso, de dançar, tem nas outras versões também, é chamado de humilation, mas eu não testemunhei nenhum exceto na versão de Game Boy onde eu consegui executar um! Sorte hein, por isso decidi falar dele.

Nessa versão os gráficos são completamente limitados pelo portátil, mas até que fazem bonito. A movimentação é excelente, equivalente as das versões mais robustas, e o legal é que ele é muito fluído e bom de jogar.



As artes do final do jogo são fotos, com textos explicando o que ocorreu, e não teve nenhuma mudança significativa. Além disso, as artes parecem até mais bonitas do que nos jogos oficiais, pois apesar de simples, são mais claras e definidas.


Com a ausência e Cinder e Riptor, o jogo cortou a relação do fogueira com o Glacius, e agora Glacius só ta no torneio pra conquistar sua liberdade, vencendo o torneio.

De resto, mesma coisa.



A trilha sonora da versão de GB é boa, lembrando que o portátil tem aqueles sons digitalizados e agudos, mas, ela segue exatamente o padrão do KI original, simulando as mesmas músicas, exceto da fase do Thunder, que é completamente diferente (e chata), talvez pela impossibilidade de produzir os vocais da fase.

Alias, não há vozes no jogo, por isso os personagens não fazem qualquer barulho ao atacar, só tem os sons de impactos. Também não tem o narrador, e as marcações de combos e estado da partida aparecem na parte superior da tela, como um texto simples.



É bem interessante como conseguiram passar o jogo pro portátil com maestria, e deixa-lo bem jogável, e bonito. O que achei esquisito entretanto, é a possibilidade de jogar de 2.



Sim, da pra liberar essa opção apesar dela não ser padrão do menu (que só tem a campanha e treinamento). Daí dois jogadores se enfrentam, no mesmo portátil!? Eu fiquei boiando com isso. Como joguei no emulador, isso se ativou sem querer quando configurei o segundo controle, mas pelo que entendi, os jogadores podiam conectar seus GBs e lutar uns contra os outros, usando eles como controles.



Lembra um pouco Mega Man Battle Network... ah... sempre quis um Game Boy Advance pra experimentar algo assim, mas, bem, nunca aconteceu...

Enfim, o jogo na sua versão mais simples, ainda consegue ser incrível, preservando o que tinha de bom na versão original, e se esforçando pra deixar divertido, bonito, e desafiador, mesmo tendo apenas 2 botões.

Detalhe, todos os movimentos especiais estão presentes! Claro que os níveis de poder foram reduzidos, mas estão todos ali, o que sim, eleva a diversão a estágios magníficos.

Aliás, terminei o jogo com cada um dos personagens, e notei que alguns tiveram o desfecho reduzido em detalhes, e outros tiveram inclusive "correções".

Falarei na ordem que salvei, mas só um resumo mesmo.

Orchid



O final dela é só ela levando dados para o governo, preparando pra expor a Ultratech. Sim, mesmo sua missão original, agora não é investigar desaparecimentos nem nada, é só obter dados que comprometam a Ultratech e permitam que o governo a impeça de fazer algo maligno ao mundo.


Eyedol



Claro, eu fiz questão de jogar com ele em seguida, e o final dele é todo em aberto. A moça amarece, dizendo ser sua mãe, sem citar nome nem nada, e Eyedol "lida com ela" do jeito que pode. Nada é mostrado, dele esmagando ela ou não. Sabemos o que houve pelas outras versões, mas aqui, fica sem uma resposta definitiva.


Sabrewulf



O final dele cita apenas que ele foi curado, depois de vencer, mas que uiva pra lua uma última vez antes da cura fazer efeito. O que de certa forma responde que a licantropia sumiu de vez dele.


Spinal



Ela de fato desistiu da luta pra virar atriz, e até ganhou o Oscar logo no primeiro filme, só que depois disso não conseguiu mais papéis por causa do seu "perfil físico".


Thunder


No caso dele, removeram a aparição de Spinal e aquela dúvida da cena. Deixaram apenas Eagle enterrado e Thunder em paz com o descanso de seu irmão. Ou seja, de fato aquilo não tem importância, é só uma insinuação mesmo.


TJ Combo



O final dele ainda é ele solitário desfilando em seu carro, todo feliz por ter ficado rico e famoso. Um babaca.


Glacius



Aquela ameaça insinuada no final foi removida. Glacius só recupera sua nave e foge, numa longa jornada pra casa.


Fulgore



Então, o final de Fulgore tira a parte em que ele é aposentado e cita somente a criação em massa, devido o sucesso do teste. E a Ultratech domina o mundo com os robôs.


Lembrando que, na lógica, só um desses finais é possível e canônico pois, só da pra uma pessoa vencer o torneio. No caso de todos serem canônicos imagina a guerra mundial que começaria, os Riptors vs Fulgores vs Governo vs Senhor da Guerra. Meu, ia ser bem bizarro.

É isso.

O que achou?

Espero que tenha curtido esse artigo, e sinceramente, é bom finalmente falar de KI. Agora, vou pro próximo jogo.

See yah!


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106 Comentários

  1. adorei o post man! jogo que incrivelmente não joguei e olha que sou apaixonado por jogos de luta! KOF é minha vida rs. até curti as histórias dos personagens de KI e até dei risada quanto ao spinal hehe. no aguardo dos próximos textos!

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    1. Sério que nunca jogou KI? Mentira! Bem, bom que gostou, espero que um dia experimente o jogo, é bem divertido e diferente do convencional, é algo mais frenético (se parar pra pensar, é até mais frenético que os MvC da vida, e menos bagunçado).

      Bem, logo terá mais textos, e obrigado pela leitura e presença sr Ivan.

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  2. Melhor que os 3 (4) MK do Super Nintendo.

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    1. Pior que eu nunca curti MK, mesmo minha mãe me dando uma surra no jogo (o que na época era uma forma da gente ficar mais próximo ainda) mas, curti KI. MK é lerdo. Você ta com a razão srta Lolinha.

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    2. Owwwn mas que coisa mais fofa.

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    3. Os dos anos 90 era travadão, envelheceu mal demais kkkkk

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    4. Ei, não zoe kkkk. Minha mãe era boa pacas com aquela bruxa bizarra.

      Aliás, sim, na época pode até ter surpreendido e tal ,mas que é um jogo muito fraquinho em jogabilidade, ele é.

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    5. Diga-se sangue e fatalidades senhor Shady Morte.

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    6. Pois é, na época isso deve ter surpreendido horrores srta Lolinha.

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    7. Como diz o ditado, sangue vende.

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    8. Ou doa, ou rouba, depende muito... pera...

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  3. Respostas
    1. A pelves feminina é mais esticada que a masculina, assim como a de Spinal... brincadeira rs. Na verdade, se for considerar o designe, Spinal tem o esqueleto masculino... mas...

      Eu sempre vi Spinal como feminina pois, na época, cada membro da minha família jogava com um personagem e o personagem da minha babá era Spinal, assim, sempre que vejo o personagem vejo minha babá encarnada ("enossada").

      Claro, é só uma brincadeira. Na verdade não há nenhuma revelação real e técnica sobre a sexualidade de Spinal.

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    2. Vc quase me tapeou nesse comecinho kkkkkk mas que explicaçãozinha em kkkkk uma babá kkkkk

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    3. Hehehe...

      Que foi!? É minha razão ora essa. Na época a gente nem chamava a Spinal de Spinal, chamávamos com o nome da moça. Nós dávamos nossos nomes aos personagens, brinca.

      True story!

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    4. É... vc é estranho kkkkk

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    5. Uah! Como ousas... Eu sou... é... eu sou... hump.

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  4. Certo... Já que você acatou meu pedido vim aqui dar o ar da graça e comentar u.u
    Eu tava entrando todo dia, de manhã, tarde e de noite ansioso kkk
    Ainda assim, saiu em um dia que eu não vi e só fui ver hoje... (nem fui o primeiro a comentar ç.ç)

    Curti bastante o artigo, ainda mais porque tem muita coisa que eu ainda não sabia do jogo e descobri agora...

    Joguei muito esse jogo na minha infância e no emulador vez ou outra pegava o Cinder e ia brincar um pouco até me irritar levando uma surra do nada e talz...

    As músicas desse jogo... acho que os dois únicos jogos de luta que a trilha sonora fica presente pra mim são o do Street Fighter II e do Killer Instinct... Minha música favorita aí é a do menu mesmo... ela começando nos créditos calmamente e quando diz o nome do jogo ela começa a ficar mais agressiva.

    Pra você ver como fiquei empolgado com o artigo, comecei lendo ele tranquilamente... chegou na parte do seu irmão falando e fiquei tipo "sério que o Spinal se transforma? Mentiiiiira...", O Spinal agora é o Shang Tsung do KI... pior que nunca vi ele fazendo isso mesmo quando colocava a dificuldade mais alta e enfrentava ele...

    Reanimar o personagem funciona no SNES? Já tinha visto o Eyedol fazendo isso mas eu não sabia que o player também tinha essa opção, interessante...

    Quando chegou na parte que falava dos personagens e vi a imagem do Cinder junto a seus comandos especiais já abri logo o emulador e fui tentando fazer os golpes também...
    Aí chega uma parte interessante, porque em todo jogo de luta, eu tento fazer os comandos clássicos de meia lua pra frente + soco/chute, meia lua pra trás + soco/chute, ou duas vezes pra frente/trás + soco/chute porque são comandos padrões de golpes em muitos jogos...
    Quando ia pro Killer Instinct eu via a CPU fazendo variados golpes mas muitos deles não se encaixavam nesse padrão e agora vendo a setlist dos golpes entendi o porque... SEGURAR botão não é algo que costumo usar...
    Durante o teste com os personagens vi que tem uns até mais fáceis de usar que o Cinder, com golpes bem variados e jogabilidade interessante... como o Jago, que apesar de ter os golpes especiais ruins... é até fácil encaixar uns combos legais com ele.
    Inclusive vou me desafiar a zerar com cada um também.

    Vou fazer um compilado de curiosidades sobre o game (MINHA VISÃO):

    1. Agora descobri pra que serve os poderes de fazer o Cinder ficar escuro e invisivel (achava isso inutil... pois sempre levava um golpe antes de alguém me jogar uma magia de longe).
    2. Apesar de saber que o Thunder usa um tomahawk como arma, o Snes não ajudava e pra mim aquilo parecia mais uma colher de pedreiro mesmo.
    3. Então o Sabrewulf não vomita aquela meleca verde... na verdade é um morcego em chamas que fica verde?

    Como nunca joguei a versão do arcade, não sabia de umas coisinhas, apesar de já ter pesquisado sobre o jogo algumas vezes, no máximo encontrei coisas como aqueles combos de 80 hits ou o especial diferenciado da Orchid...

    Mas esse detalhe como efeito congelante no Glacius... Morcegos rodeando Sabrewulf... isso eu não tinha notado mesmo...

    Ainda tem essa versão de Gameboy, que eu nunca tinha ouvido falar, essa sim foi uma surpresa que notei logo quando vi a primeira imagem do artigo e fiquei bem curioso, procurei pra jogar e até que flui bem... porém, apesar de curtir jogos da velha guarda, não é um jogo que eu investiria meu tempo jogando, porém é bom ver as diferenças que ele trás comparado com os outros...

    Acho que pontuei tudo que queria a respeito do Killer Instinct... agora falta só dar uma analisada no que vem depois sabe... u.u

    Agradeço por ter feito um artigo de um jogo que gosto tanto e ainda mais que eu solicitei kkk
    Ficou muito bom u.u
    Tanto que eu larguei de ir dormir cedo (uma mudança drástica na minha rotina atual) e me prendi no artigo e no emulador kkkk

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    1. Aquela trilha do 2 é realmente espetacular, e o theme do Guile combina com qualquer coisa xD (espero não achar estranho eu respondendo um comentario senhor Shady kkkk).

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    2. Sr Siegmeyer, é um prazer finalmente receber sua resposta ao seu "prêmio", se é que pode-se chamar assim?!

      Eu fiquei com medo do artigo não ficar tão bom assim, sabe, eu não gosto de escrever coisas muito óbvias ou que da pra encontrar facilmente em wikipédias ou vídeos do YouTube. Eu meio que gosto de tentar fazer e trazer algo novo, diferente, interessante e abrangente, e por essa razão eu fui me esforçando dentro da minha própria nostalgia, em mescla com minhas experiências atuais. De fato foi bem puxado jogar tudo, e ainda assim, eu fiquei receoso quanto ao resultado pois, meu medo de não conseguir trazer as informações "inovadoras e surpreendentes" me torturou.

      Joguei 3 versões, li o manual, e fiz o possível pra coletar dados que, me surpreenderam. Redobrei minha atenção pra buscar não perder nada, e olha que, eu ainda tenho aquele receio de ter deixado algo passar... porém...

      Ver seu comentário, e saber o quanto o sr se surpreendeu, o quanto o sr descobriu e se animou, isso é o suficiente pra encerrar esse medo.

      Poxa, é bom saber que as "dúvidas" que eu tinha, não eram exclusivas, e que escrever sobre elas, e resolvê-las, pôde trazer satisfação e informação para outras pessoas!

      Estou feliz.

      Sr Siegmeyer, demorei muito pra escrever sobre KI, mesmo este sendo um dos jogos que estava la na Lista da Morte, justamente por não ter coragem para tomar essa iniciativa, iniciativa essa que o sr me ajudou a tomar.

      Eu agradeço demais, e sr, sempre seja bem vindo à recomendar jogos, e a ler os artigos, e claro, comentar, sempre.

      Ps.: Me surpreendi igual ao sr em todos os pontos.

      Ps2.: Que honra a minha ter tido esse destaque em sua rotina ^^"

      Bem vindo ever.

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    3. Não tem problema srta Lolinha kkkk. Comentários servem pra isso ué.

      Aliás, de fato, as músicas de Street Fighter 2 são boas, só que como eu não tive uma experiência tão longa assim (joguei foi recentemente como citei em outro comentário), só levo em minha falha memória as de KI mesmo. Aliás, a abertura é ótima, marcante (replicada até no GB, é caracteristicamente marcante!) mas, minha favorita é a da fase da Orchid.

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    4. Talkey senhor Max (a "LockA" spoilou seu nome kkk), tudo trunks, tudo tranks.

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    5. Pulamos completamente formalidades srta Lolinha? Max é apenas um dos meus nomes kkkk...

      Mas, é bom que conheça ele. Um dia talvez conheça os demais.

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    6. Quantos nomes vc tem? Alias, toda vez que eu penso no nome Max, me lembro daquele parceiro (ou irmão, ou sobrinho, ou primo) do Goof kkkk

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    7. 3 oficiais, 2 não oficiais, 2 codificados, 1 apelido. Sem contar sobrenome.

      E... Max é filho do Goof (pois é!).

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    8. Que???

      Caçamba, eu chutei 3 tipos de parentes e errei os 3... mas como assim filho? (??????), e principalmente, quem é a mãe? (e espere, então vc é filho do Goof? xD)

      Toda essa bagunça me fez perceber uma coisa (sim, a bagunça que fez), que vc disse pro rapaz "eu agradeço demais", sendo que vc agradeceu uma vez só xD

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    9. Onde???

      Quem usa "caçamba"? (caminhão kkkk), mas sim, você chutou e errou feio as 3 tentativas. E sim, meu, é surpreendente, não se o fato do Goofy ter um filho que atualmente é adulto já, mas de você nem saber disso! Tem 2 filmes que contam essa história, tinha um cartoon que contava também, com o Pete como vizinho dele, e meu, como você num manja moça da War...ner... ah ta.

      Alias, a mãe dele abandonou ele. É bem triste, mas o Goofy arranja uma outra esposa depois. Pois é, pra todo sapato velho tem uma meia descalça e um pé com... frieira... e... eu me perdi.

      Hah! Bagunça essa causada por quem? Ahn??? Mas sim, eu agradeço em dosagem não em quantidade.... kkkkk... não me corrija!

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    10. Pq vou me importar em saber algo de personagens, que viraram apenas simbolos de empresa, pois tomaram pau na era de ouro das animaçoes, ja que eram tão chatos que não conseguiam bater de frente? Alias, simbolo de uma empresa que virou essa "dominadora" do mundo depois que comprou uma subsidiaria, pq se dependesse de seus proprios personagens estaria ferrada, lembrando que a maioria de seus "classicos" das animaçoes, são baseados em contos de outras pessoas kkk pois quando tentou investir em personagens originais, se fudeu não é mesmo?! É rapaz, pra que vou me importar em saber disso?
      E bem, as vezes as bagunças acontecem pois não tem um homem de verdade pra colocar ordem né mesmo xD

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    11. Impressão minha ou perdi a moral?!

      Ta, justo. O pior é que eu falo como se fosse grande coisa conhecer isso mas, nem tanto. Eu sei mais pois, passei minha juventude assistindo com minha mãe. Ela era mó fã do Pateta kkk... qualquer semelhança não é mera coincidência!

      Srta Lolinha, fiquei com medo.

      Bagunça é bom.

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    12. "LockA"?

      Falou a fã da personagem sexualizada pra agradar homens kkkkk ainda to esperando a Warner fazer um longa bom com seus personagens rs

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    13. É... #TeamDreamWorks quem vem? She-ha!!!! Eu curto She-ha. E... Shrek! Ninguém fala mal da DreamWorks!

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    14. Se quiser eu falo mal dessa mal dessa porra(zoas kkkkkk) Disney manda rapaz.

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    15. Aprende a escrever primeiro, ai depois conversamos sobre os longas da Warner talkey?!

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    16. Mudando de assunto né, alias, iria falar uq? Space Jam?! kkkkkkkkk o filme pra vender tenis kkkkkkk

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    17. Pois é...
      Acordei agora... (eis minha rotina: dormir as 19:00 para acordar as 02:00, porém dormi mais tarde e acordei mais tarde)

      Apesar de curtir jogos antigos e talz, nunca joguei a maioria dos games arcade, isso se deve a eu não saber nem configurar o emulador pra ele kkk
      Inclusive, se o Sr puder me passar os esquemas aí pra eu verificar essas diferenças de versões mais de perto eu ficaria ainda mais grato kk

      Pelo visto mais uma pessoa que tem um monte de nomes apareceu kkkk
      só no nome daqui eu já uso 2 dos meus apelidos u.u

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    18. Não Max, ele não é (a verdade q muita criança dos anos 90 não aceita) kkkkkk alias ate vc sabe disso (o Samurai ai foi mais esperto que vc em Max kkkkkk o cara é bom).

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    19. Rotina fora do "normal", mas, se é rotina, ta bom ora essa. Nesse período é difícil não dar umas escorregadas nos horários.

      Bem, emular Arcade não é difícil, mas dependendo do jogo tem umas frescuras a mais. O emulador que tem é o MAME, ele tem uma porrada de versão e só ai tem uma frescura. Pega qualquer versão pra testar, e ai baixa a Rom. Cada Rom tem um tamanho minúsculo, o que sim, é bem suspeito, mas é normal mesmo. As Roms você coloca na pasta Roms dentro do atalho do emulador (viu, bem padrão), daí você descompacta tudo e deixa la, um monte de arquivo solto na pasta (é bem estranho). Depois disso, dependendo do jogo (tipo o KI), você precisa baixar outro arquivo separado, o "CHD", que é maior (provavelmente ele que traz os efeitos extras e tal). Esse arquivo você bota em em uma pasta dentro da pasta Roms também, só que pra ele você cria uma pastinha com o nome do mesmo arquivo ZIP da Rom.

      Depois de fazer tudo isso, é só abrir o emulador (eu baixei o MAMEI64) e procurar a rom. No caso, tem um monte de tipos de arcades mostrados, a forma mais rápida de achar a rom é indo na opção "Working", e procurando, iniciando em seguida.

      No arcade sempre é preciso inserir fixas então, você simula as fixas (vem configurado). Pra mim era só apertar o botão 5, e o 1 era o de iniciar.

      Simples... (espero não ter bugado kkk).

      Sr Siegmeyer... bem vindo ao clube dos multiplos nominados kkk.

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    20. Tambem chamadas BIOS senhor Maxwell.

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    21. Não é bem como "BIOS" pq tipo, é preciso baixar uma pra cada jogo, não pro emulador. Isso é diferente. Bios geralmente é uma por emulador, e pronto. No MAME vc tem que ficar baixando pra cada jogo que pega, uma diferente e individual. O nome é CHD mesmo.

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    22. Vou deixar os arquivos baixados e quando acordar faço a configuração pra ver se dá certo.
      Tô empolgado pra jogar kkk
      Tenho que aproveitar o momento (e o tempo que tô tendo livre...)

      ps: até agora não entendi a confusão toda ae kkkk

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    23. Blz, espero que role tudo bem, e que o sr consiga se divertir no KI de Arcade!

      R.: Nem liga man.

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    24. Não gosto desse emulador... aff...
      tomei coragem pelo Killer mas esse negócio ta me dando muita dor de cabeça... :(

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    25. Putz, pior que eu entendo, sofri no inicio até entender como funcionava e mesmo assim, acho ele bem rudimentar.

      Se tiver muito chato, nem mexe moço... melhor só jogar a versão de Snes que ta bom pra divertir.

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    26. Max, sem noobice, é BIOS e fim de papo.

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  5. Eaeeeee
    Eu amo aquela musiquinha de abertura do Street Fighter II, fico até emocionado... só não me emociona mais que o clássico barulhinho da Capcom no início ç.ç

    A musica tema do Guile acho que é a mais conhecida do jogo... porém eu gosto bastante do tema do Balrog e do Vega... (me refiro a como eles ficaram conhecidos no Ocidente kkk senão bagunça tudo kk)

    Sim... o tema do Guile encaixa em qualquer coisa mesmo... kkk

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    1. O "barulho" da Capcom é insuperavel, falei do Guile por causa do meme kkkkk mas a minha favorita é da China (Chun li), principalmente as versoes rearranjadas, fico pensando pra que mudar o nome logo de 3 personagens, sendo que bastava 2 ja que tinha haver só com o lutador de boxe pra evitar processo.

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    2. Aaa, e a do Zangief no Alpha 2 ficou espetacular.

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    3. (Eu evito me intrometer quando a conversa não me chama mas....)

      Mas... pelo que parece foi por questão de programação. Por serem os 3 chefes, mudar apenas de 2 não era possível. Vai entender...

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    4. Pois vaze daqu... zoeira kkkkk

      Pois não vejo sentido nessa programação, mas nessas epocas arcaicas ja é de esperar.

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    5. Prometo que quando fizer meu artigo sobre SF2, trarei a verdade sobre o assunto. Agora fui expulso... snif.

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    6. É aquele do... eu disse pra não se intrometer kkkkk xD

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    7. Desculpem sr Siegmeyer, srta Lolinha, não está mais aqui quem falou. (eu num me aguento meu, perdão!!!! kkk)

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    8. Quando se trata de musicas de jogos... eu destaco logo diversos títulos do Snes, Megadriver, Sega Saturn e Playstation...

      Comecei no Snes, eu tinha Killer Instinct, Contra 3, Return of Double Dragon e outros joguinhos mais simples...
      Alugava diversas vezes o Megaman X,Street Fighter II, Top Gear, Goof Troop(já que tão falando de Max pra lá e pra cá kkk) e Donkey Kong.

      todos esses com músicas que me marcavam de alguma forma... o legal era que vários desses jogos tinham os sound test nas opções, as vezes eu tava lá ouvindo música e meu pai aparecia sem entender o porque que eu não tava jogando kkk

      Megadrive tbm tem umas musicas legais apesar da qualidade sonora ser inferior a do Snes...
      Shining Force II, Warsong, Sonic... são alguns dos jogos que eu tive em mãos e que as musicas me encantavam bastante.

      No Sega Saturn eu só destaco o Guardian Heroes que era meu jogo favorito e tem ao menos 2 músicas que não faltam em nenhuma playlist de jogo que eu faça.

      Playstation... bota todo título de Megaman nessa lista (inclusive do Legends [que vi que vc fez artigo sobre mas ainda não teve o legends 2... faço um apelo pra tu jogar ele kkkk porque gosto muito dele]), Tomb raider com seus temas no menu... Resident evil com suas musicas tenebrosas e suas áreas seguras...

      E ainda tem gente que não liga pra trilha sonora... poxa...

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    9. Conheço uma pessoa ai que é bem noob em soundtracks ai(digo ou não digo quem é?! kkkkk).

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    10. Confesso, eu sou fraco com músicas.

      Fiquei até surpreso quando o sr mencionou, com tanta satisfação, a opção de Teste de Músicas. Eu sou daqueles que ignora...

      Eu sou péssimo pra apreciar sons, e dificilmente me pego hipnotizado, no máximo, me vi parado escutando algo em Life is Strange e pronto.

      Mas é bom ver que cada setor dos jogos agrada alguém de forma tão única. Meus ouvidos são fracos... =/.

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    11. E olha que nem citei alguns jogos com muito renome na parte sonora (dá pra destacar vários RPGs, principalmente os da franquia Final Fantasy...).
      Mas enfim, talvez eu não seja o único a ficar lezando nas Sound Test dos games kkk

      Fora que alguns jogos do Playstation 2 pra frente, me apresentaram novos estilos musicais... A franquia Guitar Hero (vc fez um artigo...), Brutal Legend (vc tbm fez um artigo [Tá vendo como acompanho direitinho? kkk só não comentava u.u]), os Gtas...
      Estes jogos tem muitas músicas marcantes e elas fazem parte da minha playlist... (que pode ser resumida em: Aberturas/encerramentos de Anime, Soundtrack de jogos, músicas de rock encontradas em jogos... e algumas porcarias aleatórias que encontro e acabo curtindo de alguma forma...)

      Porém, mesmo destacando toda essa importância das trilhas sonoras de jogos em minha vida... não podemos esquecer de olhar pra jogabilidade, história, diversão, etc...

      O que me chateia muito... é que os jogos mais atuais não me agradam tanto quanto os de antes... eles tem jogabilidade boa... história boa... mas eu não divirto... coisa que eu fazia tranquilamente jogando antes.

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    12. A maioria dos jogos atuais entraram num limbo de repetição chato que só. Mesmo tentando inovar, na prática tudo soa muito parecido. Aquela diversão antiga meio que se perdeu.

      Bem, gosto de saber que o sr acompanha tanto meu trabalho, e sua citação é justamente das poucas vezes em que tentei olhar o lado musical kkk. Mas de fato, fico meio chateado em não ser tão preciso na parte sonora quanto nos demais fatores, quando se trata de analisar.

      Vejo que o sr tem bons gostos, pelo menos são semelhantes aos meus rs.

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    13. Tem jogos atuais com histórias excelentes que eu fico super empolgado com ela e talz, gráficos impressionantes, tantas qualidades...
      Mas o principal... não tem mesmo :(

      Talvez eu que esteja ficando velho e procuro coisa besta pra divertir já que não posso apreciar tudo que ofereçam?

      Mas sinto falta...
      Eu jogava muito Medal of Honor no ps1... as músicas cara... (lá vem eu com música de novo) eram muito boas kkk, ele era simples de jogar, tinha um fundo histórico pra você se localizar e tal, tinha uma mira meio travada, mas era fácil controlar até... e tinha toda uma diferença de onde você acertava os inimigos e como eles reagiam...

      Os FPS de hoje... sei lá... eu gosto muito da história do COD Modern Warfare... pra caramba... mas eu jogava forçado pra ver a história, mesmo tendo tudo que o medal of honor tinha, melhorado... eu não aproveitava o jogo...

      Hoje em dia também tem um negócio chamado troféu/conquista... que matou de vez a diversão...
      Quando eu jogava no meu ps3, viciei em sair atrás disso e não jogava... apenas ia atrás dos troféus...
      Minha saída pra isso foi desligar as notificações, aí eu podia jogar sem me preocupar se tinha conseguido troféu ou não... se eu tinha que jogar no hard de primeira porque tem 3 troféu de dificuldade e se eu jogar no médio vou ter que terminar o jogo de novo...

      Tem jogo que as conquistas ajudam a render... fechar o jogo uma vez e fechar de novo no new game + com novos inimigos e talz, as vezes o jogo não deixa isso óbvio e a gente não nota e acaba perdendo...
      Porém, tem várias conquistas chatinhas de ter que terminar fases em x minutos, sendo que as diferenças são entre milésimos de segundos e você errando ali tem que fazer de novo...
      No Steam eu ainda convivo com isso e tento nem olhar pra notificação (inclusive se vc souber como tirar me passa a manha kkk já pesquisei e não achei)

      Tenho que durar ao menos até os *102 anos* pra poder apreciar todos os jogos que quero (e vários deles que tem por aqui...)

      Em relação aos jogos, muitos temos em comum... já quanto a filmes e animes apesar de eu gostar e talz, eu acabo não indo muito atrás e fico preso em uns padrões por ae...

      mas já é um começo kkk

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    14. Interessante você mencionar as conquistas, visto que é algo que me desagrada igualmente. Creio inclusive que, a presença de troféus tira aquele mistério do que ocorrerá ao se fazer algo... tipo, o jogo te da uma notificação por você fazer algo diferente, e da aquela sensação de que nada que você faça será inovador de fato... é complicado explicar.

      Outra cosia realmente chata é a obsessão por "platinar" as coisas, o que faz tudo soar massante, e tira o brilho do que realmente importa: Diversão.

      Sem contar que também tem o caso "DLC" mas, nesse nem da pra discutir. Negócio feito pra puxar dinheiro do jogador. Lembro quando destravamos personagens ou fases apenas jogando, sem a necessidade de comprar expansões... hoje em dia é tudo vendido.

      Enfim, ta fogo...

      Bem, eu não entendo da Steam na real, se não te ajudava sr. Por mais que minha plataforma favorita seja PC, eu raramente jogo coisas da Steam... até jogo, mas não pela Steam, só quando não consigo uma opção... Sparrow.

      Espero que o sr aprecie mais textos, e claro, jogue cada vez mais.

      Sobre nossos gostos partilhados, normal poxa. Se o sr curtisse exatamente tudo o que curto, ai ficaria estranho né não? Chega a ser legal ter recomendações de coisas que desconheço pra expandir minha perspectiva.

      Eu sou fraco pra filmes e animes, mas eu curto sair pesquisando quando posso. Atualmente to acompanhando um chamado "Tower of God"... sei la, me prendeu.

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    15. As conquistas são interessantes em alguns jogos.

      Dark Souls, Saints Row 3 e até WatchDogs são exemplos de jogos que eu realmente gostei de platinar pois seus troféus fazem com que o jogador busque explorar tudo que o jogo tem a oferecer...

      No Dark Souls vc precisa terminar as 2 vezes pra ver os 2 finais... precisa participar de todas covenants pra ver as interações especiais... precisa upar uma arma de cada tipo ao máximo, coletar todos os tipos de magia, isso faz com que o jogador experimente várias builds, salve ou mate personagens específicos e isso me fez apaixonar pela franquia.

      Saints Row 3 eu conheci em minha locadora (eu tive uma em 2017, até page no *Facebook* tinha kkk), tinha o jogo lá, tinha uns muleque jogando e eu assistindo me interessei... O jogo é tipo um GTA com um humor totalmente sem noção mas eu me interessei bastante... tbm tem 2 finais, tem várias side missions e coisinhas pra fazer que me prendeu por várias horas de jogatina...

      WatchDogs... era um jogo que eu tinha visto tanta critica comparando ao GTA que eu nem queria saber do jogo...
      Um colega tinha ele, e ele tava travando na missão 14... ele pediu pra eu testar no meu ps3, blz, fiz uma conta aleatória pra não pegar os troféus na minha conta, fui até a missão e fiz de boas.
      Chamei ele pra vir buscar o jogo e ver a missão, na hora que ele veio, abri com minha conta...
      Na hora já falei "Boy, deixa esse jogo aqui que agora tenho que platinar ele"...
      Comecei a jogar e conforme ia passando das fases ia curtindo a rádio do carro, a zuera de mexer com semáforo e ferrar com os carros que me perseguiam, até o modo online eu gostei de jogar (olha que detesto troféu online).

      Porém, em alguns casos os troféus são irritantes pra caramba... Resident Evil 5 tem conquistas offline simples... Mas seu online...
      "Vença 30 partidas em modo x sozinho", "Vença 30 partidas em modo x em dupla"...

      Não lembro exatamente quanto tempo tem cada partida (se são 3 ou 5 minutos), fora o tempo de conseguir montar uma sala com 2 ou 4 pessoas dava mais 1 ou 2 minutos...
      Ganhando sequencialmente, em 3 horas você conquistava 1 troféu desses, porém eram 4 no total... fora que... tem que levar em consideração que se perder, tem que tentar de novo.

      No fim, abandonei a platina desse jogo e comecei a ver o quão irritante tava ficando buscar os troféus.

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    16. Quando o jogo é grande e tal, sim, os troféus meio que estimulam mais ainda a exploração. Só que, eu acredito que jogos lineares, ou curtos, não se tornam mais divertidos apenas com "missões extras" tipo, o que o sr mencionou sobre terminar em menos tempo e tal. Um troféu não é, na minha opinião, um recurso útil e honesto para expandir a vida útil de um jogo.

      Por exemplo, eu raramente "platino" jogos, e os que fiz isso foi com uma tremenda satisfação, não por ser reconhecido (pois na época inclusive esse tipo de prêmio não existia) mas pelas recompensas que o esforço trazia. Zerar Donkey Kong Country além de 100%, dava aqueles finais secretos; terminar Super Mario World com todas as fases, dava uma estrela Vermelha e transformava o mundo nos "cabeças de Mario"; Terminar Mega Man X8 completando todos os desafios, ganhando as pontuações máximas, e encontrando os segredos, dava pseudo-personagens novos (eram as skins mudadas, mas era novo!), armas e coisas que deixavam tudo mais irado... esse tipo de coisa é uma recompensa válida.

      Zelda Breath of The Wild, quando eu terminei, eu fiz o melhor final possível, encontrei tudo o que precisava e ainda por cima me surpreendi. Nele também tinham recursos de expandir game, como os Kologs que tem que buscar, as caçadas especiais, e mistérios do vasto mapa. Num explorei nada disso, apesar de ir atrás dessas coisas, por curiosidade. Só que, ao ver que conquistar algo assim não acarretava em nada "extra", simplesmente não vi sentido. Havia "troféu", o reconhecimento da missão completa... mas não havia nada informativo extra, não tinha nenhum mistério ou surpresa. Depois ainda lançaram a DLC com ainda mais e mais dessas missões paralelas... gente!? O jogo por si só é excelente e ainda tem gente tentando o 100% (já que o mapa é extremamente gigante e repleto de surpresas) mas, mesmo com mais de 100 horas jogando, eu num cheguei nem a 15% do jogo (em exploração) e tinha vasculhado tudo! Imagina que tortura é buscar tanto sem ter uma recompensa a altura!?

      Dark Souls é um dos tipos de jogos que sabe fazer você buscar pelas conquistas. Mas, eu sou contra jogos que te "obrigam" sem dar nada em troca.

      O ruim é dar esse "troféu" como se ele bastasse para suprir as horas e esforço do jogador. Isso é desonesto.

      Eu, particularmente, passo longe de jogos que começam com essa frescura. Até dou risada as vezes com conquistas aleatórias, tipo uma que recebi em Lolipop Chainsaw, mas, de resto, eu nem vejo o que o jogo apontou como "marco".

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    17. Acho que sei qual foi a conquista do Lollipop Chainsaw... kkk

      Realmente, tem vários jogos que funcionam bem sem o incentivo de troféus, o Resident Evil 4 por exemplo, é um jogo que eu peguei na fase do PS2 e lá após zerar em uma dificuldade, já liberava duas mini campanhas e um modo mercenaries, fora a possibilidade de zerar em uma dificuldade mais alta...
      além disso, você terminando tudo que o jogo liberava, ainda conquistava roupas diferentes pra os personagens e armas especiais.

      Parece pouca coisa receber as roupas e armas, porém, ganhamos também os modos de jogo que aumentavam em mais umas horinhas o gameplay e sem a necessidade de troféus...

      Eu comprei a versão do ps3 também, essa sim vinha com troféus, concluir na dificuldade mais alta, concluir campanhas extras, jogar no modo mercenaries... tudo aquilo já estava incluso no jogo, não havia a necessidade de colocar troféu pra isso.

      Infelizmente poucos jogos hoje não possuem troféu ou conquista quando são lançados...
      Tá tudo muito diferente de como era antes...

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    18. Donkey Kong Country eu joguei mas nunca concluí 100%, apenas cheguei até o boss final e o derrotei...
      Já o Super Mario World eu consegui fazer o 100% e o Megaman X8 também kkk, Adorava jogar com o Zero e aquele monte de armas lá kkk

      Nunca joguei nenhum Zelda... então não posso comentar muito aqui kkk

      Quanto a Dlcs... tem muitas que são descartáveis... até porque a gente sabe que tudo que sai em DLC já podia ter sido incluída no jogo anteriormente...

      A questão de DLCs de sidequests paralelas, armas e roupas extras e talz... eu não curto.
      Acho bacana quando a DLC é lançada pra expandir a história, Isso com um porém, porque tem empresa que planeja o jogo e depois lança DLC em sequência na cara de pau (Asura's Wrath da Capcom é um bom exemplo).

      Tem a DLC do Dark Souls, que expande um pouco a história colocando o personagem pra enfrentar o Artorias, conhecer o Gough... é bacana essa parte (Desafiador também, porque apanhei bastante em umas batalhas ali...), Mas em Dark Souls tudo é interpretado pelo jogador então ele além de proporcionar batalhas, itens, personagens, bosses e talz, lhe faz ter a curiosidade de analisar tudo que tem ali, todos os detalhes, e faz a DLC valer a pena.

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    19. Sabe bem qual a conquista né ( ͡° ͜ʖ ͡°)

      Bem, eu lembro da minha experiencia com Dark Souls e sinceramente, a dlc nem parece dlc, parece simplesmente o jogo mesmo. Tanto que eu achei que aquilo tudo já tava incluso ainda na primeira versão, fiquei surpreso quando vi que era uma expansão, de tão encaixada e complementar que é.

      No Zelda também, apesar do reforço em side quests, teve um novo "adendo" na história. Nada significativo, inclusive eu acredito que as informações trazidas na DLC são irrelevantes, porém, extende.

      Agora, tem dlcs que não só não ajudam em nada na expansão do jogo, como podem prejudicar também, como é o caso da franquia Lords of Shadow de Castlevânia. Destruiram ideias, com apenas a adição de DLCs.

      Hoje em dia, sobre troféus, virou algo banal, por uma notificação de que você conquistou algo, mas é isso. Da a sensação de que buscar coisas além do normal é perda de tempo, sendo que, antigamente, fazer isso trazia revelações, recompensas, reviravoltas, e coisas que nos faziam ter orgulho do quanto nos matamos pra fazer "o impossível".

      Hoje de fato, ta tudo muito... chato.

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  6. Por mais que esteja um pouco chateada(e vc sabe pq), decidi comentar nesse posto de gazolina, como sabe sou fã de fight games, mas esse só ouvi falar, mas se até vc é fã desse ent deve ser topizeira mesmo(Max, o fã de fight games rs), essa capa preta ai é louca.

    Er... ta bem animado a coisa aqui em...

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    1. Srta Bia, bem vinda de novo!

      Obrigado por ler, e obrigado por comentar... sei que não mereço, mas, valeu pela presença.

      Agora, de fato, as coisas ficaram agitadas.

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    2. Vc me decepcionou... alias vc me decepcionou bastante... mas bastante mesmo(q drama da porra), mas fzr uq né MAX, é vida q segue MAX.

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    3. Obrigado... espero que esteja melhor. Bem vinda.

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    4. Sei la, agradeço de mais as vezes. Agradeci por você aparecer, pronto.

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  7. Caraca, Leio suas analises ja tem uns 6 anos e a qualidade nunca decai. Parabens.
    Eu nao costumo comentar por essas bandas, mas recentemente joguei um jogo de Gamecube que eu achei muito interessante e achei que voce poderia gostar e talvez, quem sabe, trazer uma analise dele pro blog.
    Eternal Darkness - Sanity's Requiem.
    Ele inicialmente me lembrou muito Resident Evil, mas ao longo do game ele cria uma identidade propria, tendo medidor de sanidade (o jogo cria varios efeitos tanto em tela quanto no gameplay de acordo com a sanidade do personagem),runas de magias (magias com efeitos diversos e que sao importantes pro avançar do game) e varios personagens em eras diferentes (cada capitulo de um livro especifico da historia que a personagem principal coleta, quando lido no inventario, coloca o jogador pra controlar o personagem desse capitulo na era que especifica. Acho que vale a pena conferir

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    1. Concordo contigo sr Antonio, Eternal Darkness sempre me soou um jogo curioso. Posso incluí-lo, se desejar, na lista de Acatos.

      É um prazer finalmente ter sua voz por aqui rs, e já que conto com sua presença a tanto tempo, me permita dizer: Bem vindo sr!

      Obrigado carinho, por curtir meu trabalho, e por acompanha-lo. Espero que eu continue indo bem né não rs.

      See yah sr, e espero que nos falemos mais vezes.

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    2. Vou tentar aparecer mais vezes por aqui sim (na verdade sempre to por aqui de qualquer forma, lendo as reviews) kk talvez o que falte seja mais interacao.

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    3. Hah, me agrada bastante ter o feedback sobre o que faço. Sempre motiva e anima (nem sempre né, as vezes pode aparecer gente que não curta ai da uma baita desanimada rs) e isso faz com que eu continue com a todo vapor.

      Também é uma forma de manter o site mais ativo, tecnicamente, pois apesar de ser complicado digitar (na real, digitar é simples, chato ta sendo editar, to com 4 artigos prontos, e não consigo publicar pois faltam as imagens) ao menos da pra ir respondendo né.

      Bem, mesmo que só leia, o sr estando aqui pra mim já é o bastante.

      Obrigado sr Antonio.

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    4. Nao imagino alguem aparecer aqui pra dizer que nao curtiu o que voce fez cara. Ate ja curti sua pagina no facebook e te segui aqui no blog (aquela leve apoiada... it's free.)
      Unica analise que voce fez que eu nao gostei (nem de questao do conteudo escrito, mas do game em si) foi a do Dracula X. Eu fiquei tipo... nao creio que ele desperdiçou tempo fazendo review dessa versao cansada do Rondo of Blood, pqp. (espero que isso nao tenha feito voce nao pensar sobre o caso de uma Review do Rondo de verdade, la do PC Engine).Rondo junto do Castlevania 3 e SoTN sao os que mais curto da serie.

      Eu li sobre o Dead Space, bateu ate vontade de jogar de novo, curto muito o estilo grafico do primeiro game, meio gritty, menos colorido e mais sujo. unicos problemas que tive com esse jogo foram tipo.
      - Usar so a arma padrao do protagonista parece ser sempre a melhor escolha
      - pelo mesmo motivo acima, voce acaba meio desestimulado a experimentar armas novas (ja que as outras tem pontos fortes e fracos, enquanto a padrao ta sempre na media.)
      -Provavelmente nao vai ter mais Dead Space (se bem que depois do 3 fiquei com medo do que ele poderiam fazer em um improvavel 4)

      Clock Tower eu fiquei ate surpreendido de alguem conseguir jogar aquilo em 2020. Eu mesmo nao consigo jogar nada point and click mais.
      Unico jogo desse estilo de resolver puzzles e pegar itens chave enquanto tem um ser te perseguindo foi o Haunting Ground (se nao jogou, bota na lista ai, porque segue a mesma ideia do Clock Tower, Varios finais dependendo da sua rota no gameplay, mas o game é bem mais interessante.).

      Entao é isso, eu nao consigo digitar pouco quando eu paro pra digitar... apareci do nada e ja indiquei alguns games sem querer. (ainda tem muitos que eu queria ver analise, mas vou dar uma segurada pra voce seguir seu roteiro de analises em paz. ate porque voce so faz analises de jogos que eu ja joguei ou estava jogando na epoca que voce escreveu, entao ta tranquilo) hehe.


      OFF:
      nao sei porque o botao pesquisar pra mim nao funciona. tragico :(


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    5. Por partes: Acredite, tem pessoas que não gostam, algumas acabam se revelando e adoram tentar me fazer desistir. Meio que deram uma sumida, mas eu sei que estão por ai kkkkk. O que importa é continuar pois, sei la, meus textos acabam sendo bons pra alguém.

      Hah, o louco é que eu mesmo não pensava em analisar Dracula X, mas como é um jogo de infância, porque não né? Ta, o original é melhor, eu cheguei a jogar rs... mas nada se compara a nostalgia infantil. Qualé!!!

      Dead Space foi... uma surpresa. Eu to na verdade me superando nesses artigos pois todos são de jogos que eu não jogo! É aquele teste máximo sabe?! "Será que sou capaz de analisar com paixão algo que não sou apaixonado desde o início?" pois é, estou tentando e to me divertindo com isso, pois em cada artigo encontro uma... alma... pra explorar.

      Clock Tower... que bom que já foi haha! Foi terrível. Mas de certa forma gratificante. Uma conquista que eu duvidava ser capaz de obter. Agora, Haunting Ground ta na minha lista pós Acatos. Eu não jogo ele agora, pois tem alguns títulos massantes (em termos de obrigatoriedade sem gosto) que precisarei me dedicar muito, e títulos que me atraem muito como esse irão na certa me distrair. Mas pode ter certeza, farei.

      Sr, você sabe que é bem vindo por aqui, e me de o máximo de dicas que puder, eu preciso saber o que será bom pra escrever. Quanto mais digitar, quanto mais registrar e analisar, melhor pro site, melhor pra mim, melhor pro sr, e pros demais leitores. Perder não iremos né!?

      R.: Eu testei aqui, parece funcional mas, meu site depois do novo layout ficou com certas doideras. O antigo era pior ainda, dava erros terríveis. Sabe me dizer exatamente o que da errado? Pra mim aparece uma barra cinza pra digitar (eu não consegui mudar a cor).

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    6. Curioso esses jogos que voce poe aqui sao jogos que voce talvez nao jogaria... Que tipo de jogo voce gosta de jogar?
      Eu por exemplo, curto muito survivor horror (Resident Evil, Silent Hill, Fatal Frame, Dead Space, Haunting Ground e tal).
      Dos meus gostos, tenho poucas indicacoes (ate porque minha maior indicacao desse genero voce ja tinha feito review que eu lembro. Silent Hill 2)
      - PREY (2017): Esse jogo FPS tem um inicio mind-blow, tem armas (armas normais e utilidade, como um canhao que joga uma especie de espuma que da pra fazer plataformas com ela ou endurecer inimigos com tiros sequenciais nele), tem exploracao (bastante). Tem muitas mecanicas interessantes pro genero, como Crafting, Arvore de Skills, Varios Finais e varias formas de se resolver os obstaculos (seja na forca bruta, seja na exploracao, seja no hacking.)
      Nao sei se jogou Prey, mas caso voce queira uma experiencia fora da curva pro genero, vai curtir bastante.

      Kuon (2004): joguinho de ps2 de Survivor Horror feito pela mesma empresa que posteriormente fez Demon/Dark Souls, Bloodborne e Sekiro. Esse jogo lembra muito o clima do Fatal Frame (principalmente o primeiro) mas voce nao luta so contra espiritos, tem toda uma ceita do mal no game, entao tem inimigos meio de que capetinhas). E no lugar da camera e seus filmes, voce usa meio que Pergaminhos, cada um invocando um ser pra te ajudar ou simplesmente tacando uma bola de fogo pra frente.
      Esse jogo eu recomedo se voce nao se incomoda com muitos sustos (ele abusa muito de Jumpscares e de trilha sonora, pra te manter sempre incomodado).

      FEAR (2004(?)): FPS, com terror em um game so, parece uma merda, mas o game segura bem e equilibra muito bem os momentos. Momento com acao desenfreada e muito tiroteio. E momentos que voce fica minutos sem atacar nada, so tomando sustos (e as vezes os momentos se misturam) .
      nao é o melhor fps, e nem o melhor jogo de terror. Mas ele equilibra tudo muito bem ate o final dele. Vale a pena mesmo com os graficos meio datados.

      Agora um game que joguei por curiosidade e curti muito

      CONTROL (2019): eu liguei meu PC pra jogar... e so joguei esse jogo quando ele saiu... meu deus. Nao vou detalhar porque ele ta recente ainda e vale muito a pena. A Protagonista na busca pelo irmao dela acaba tendo uma pista de que ele esta em um predio em Nova York. Esse predio é fachada pra um lugar que eles fazem experimentos e no fim deu merda e voce na busca pelo seu irmao acaba tendo que encarar a merda toda. Esse jogo trabalha muito com Files, sempre colocando elementos novos dentro da historia do game e explicando pouco, e isso acaba trazendo um certo ar de duvida, de receio pelo desconhecido e logico, traz TEORIAS. Tem tudo pra ter um artigo otimo aqui.

      E quanto ao Blog, quando eu aperto o bota pesquisar abre a tela de escrever, mas eu clico e nao deixa eu escrever, é como se eu tivesse clicado em qualquer lugar da tela sabe.

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    7. Então, a lista mais recente de jogos analisados são títulos que eu não jogaria, mas acabei jogando pois me comprometi, e gostei. Antes, eu só escrevia aquilo que eu jogava e curtia, e o que eu não curtia eu meio que ignorava. Foi depois que eu comecei a escrever também daquilo que eu não gostava, mas buscando explorar por completo e explicar o que me desagradava e vice-versa, que eu percebi que é divertido isso, além de expandir muito minha mente. Isso que me fez entrar nessa vibe atual de escrever mais o que pedem.

      Eu não tenho um estilo próprio ou favorito, gosto muito de hack and slash, survival horror e aventura. Mas o que mais me chama a atenção em jogos, são as histórias e as dúvidas não respondidas. Tenho o hábito de tentar responder as coisas e buscar soluções convincentes pra grandes enigmas... então tudo que é pouco explicado, envolto de mistério, ou que as pessoas tendem a discutir por não compreender, me atrai muito, como Silent Hill, Mega Man, Zelda, Kingdom Hearts e Devil May Cry, meus 5 títulos prediletos.

      Prey... eu vi alguns vídeos sobre ele, na época que eu ainda acompanhava o canal do Zangado pra ter uma noção do que jogar, e infelizmente, não me atraí. Posteriormente ele me fez lembrar Half-Life (depois que expandi minha mente e analisei HL) e até pensei em jogar.

      Kuon... desconhecia. Confesso que eu desconheço a maioria da biblioteca de PS2, mesmo eu já tido o dito cujo. Na época meus irmãos jogavam mais ele do que eu, e me foquei em PC... por isso mal me interessei pelo console. Poucos foram os grandes títulos que conseguiram me prender e a maioria foi terror ou ação... queria ter conhecido Kuon na época, mas, vou busca-lo pra jogar.

      Fear... haha... adoro esse jogo. Tenho o 1, 2 e 3... mas não zerei nenhum. Eu jogava muito o primeiro e morria de medo. FPS não é meu gênero mais chegado, mas terror sim né, então esse equilíbrio que você citou me chamou tanto a atenção que, eu jogava só por diversão, mesmo a história sendo daquele tipo que me atrai. Jogava pelos sustos, e pelas surpresas kkk. Um dia farei artigos sobre.

      Control... eu peguei ele recentemente, joguei um pouco e pensei em analisar. Por ser um dos títulos da Remedy rapidamente vi como um sucessor de Alan Wake, Max Payne e Quantum Break, e ele ta no mesmo esquema. Entretanto, depois que peguei a primeira arma, a pistola que atira infinitamente, eu meio que dropei o jogo. Não por não ter gostado, mas por achar que não era a hora. Eu não tava tão preso ao enredo. Aconteceu o mesmo com Means of Medans.

      As vezes, começo uma análise e algo me faz parar, e descontinuar. Eu sempre acho melhor não continuar pois, fazer sem vontade é ruim, fica muito genérico. Nessas horas eu espero uma emoção extra surgir, algo que me engate no trabalho, e sempre surge com jogos que nem espero.

      Bem, eu não sei como resolver isso, mas sr, irei preparar um novo Layout e corrijo isso. Pode demorar um pouco pois isso tem que ser bem programado... e eu até gostei dessa versão, porém né, o ideal é ficar bom pros leitores. Tente se orientar pela Lista da Morte, eu costumo linkar tudo por la.

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    8. Haha, Prey eu vi uma gameplay na época, achei zoado, mas ai joguei Residentes Evil 7 e vi que da pra fazer climas interessantes em jogos de horror sem apelar pra 100 jumpscares por segundo.
      Ai veio a calhar que Prey ficou em promoção na Steam por uns 15 reais. Comprei direto, nem vi analises nem nada, pra ficar 100% na experiencia já que paguei ate barato, caso mao gostasse tava OK.
      Mas ai que o clima do jogo me pegou forte. Fora as possibilidades. Mas nao se engane, nao tem nada de Half Life nele.
      Ele é bem único no que faz, é uma mistura muito bem feita de vários elementos presentes em outros games. 100% merece uma chance sua futuramente, uma baita experiencia, mesmo sendo FPS (que eu também nao curto tanto, mas abro exceções as vezes.)
      Control nao vale um drop, mas também nao vale a pena jogar sem entrar de cabeça, assim que puder, volte pra ele, cada área nova, arma nova, habilidade nova que a Jesse descobre, o jogo fica melhor (tem ate um certo nivel de metroidvania nesse game, gracas a isso). Esse jogo é prat cheio pra você que gosta de jogos que te apresentam o mundo dele, sem abusar de explicações (como explicar um prédio vivo? Que troca os cômodos de lugar do nada? "Cadê o banheiro?", ou então uma geladeira que quando você tirar o olho dela, algo vai acontecer com voce?). Serio, melhor jogo da remedy desde Alan Wake (pra mim ainda superou Alan Wake)
      Fear vale a pena o primeiro, o segundo também mas pra mim já caiu o nivel um pouco. Mas da pra jogar... O 3 pra mim já foi meio meh, nem terminei.
      Kuon vale conferir (nao é um jogo que vai abrir seus olhos pra nada novo e tal, é só um jogo de terror com temática japonesa) mas é divertido como ele consegue por Jumpscares em pontos que voce nem espera kkk

      Cara, eu ate curtia aquele design antigo do site kkk era muito 2010, dava uma nostalgia entrar aqui e ver como a internet antes era muito melhor 😂
      Mas o que importa mesmo é o conteúdo, foque nisso que ta tudo certo.

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    9. Já to correndo atrás de Prey, mas não vou joga-lo agora. Mas, já que compensa, darei sim uma chance.

      Control também é um título que quero terminar, tanto ele quanto Bruxa de Blair, ambos que comecei a analise na mesma época. O Bruxa pifou meu pc, então eu ainda não entrei nele até hoje com certo receio e trauma... mesmo tendo trocado todos os componentes do meu PC... tenso.

      com certeza vou jogar Fear, eu tenho ele aqui guardadinho, e tenho ótimas experiencias pra relatar kkk.

      Sobre Kuon, tudo de novo compensa, mesmo que não seja um "Fatal Frame" da vida, os jogos de terror japoneses tendem a me agradar bastante. Eles tem um tipo intenso de visão.

      Bem, eu fui forçado a mudar o designe pois aquele tava pesando nos navegadores. Não parecia na hora de entrar pra alguns leitores, mas recebi muitas reclamações de lentidão e quando fui verificar, o site demorava vários minutos pra carregar, mesmo sem ter imagens e tal. Era u merro no layout que eu tentei corrigir, mas não consegui. Então tive de mudar. Além disso, quis trazer um ar novo... confesso que sinto falta do antigo esquema, as cores, a estrutura, eu tinha me acostumado. O chato é que, cada mudança que faço afeta todos os posts, inclusive os personalizados. Costumo usar como referência o post de Mega Man ZX Advent, o qual eu fiz uma parte onde divido o texto em duas colunas. Tudo sai de formatação a cada pequena mudança que faço, e isso prejudica muito o leitor, e o trabalho que eu me esforcei tanto pra realizar na época. Checar post por post e "atualizar" a formatação é tremendamente desgastante, e não é algo que posso fazer o tempo inteiro, pois além de cansativo, exaustante, é arriscado. Então é bem complicado mexer no layout... como o sr disse, o que importa é o conteúdo, e eu tento manter ele o menos "modificado" possível, pra que a mesma experiência da época de publicação permaneça viva e seja passada pros novos leitores.

      As vezes eu entro no Wayback Machine e vejo o blog como era rs... só pra matar a saudade. Tenho o layout antigo salvo e um dia, quando eu entender melhor, irei tentar resgata-lo e lançar aqui de novo.

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    10. Bruxa de Blair pifar o pc é novidade pra mim, jogo ate que é leve (Principalmente comparado com Control... oh joguinho pesado, minha 2070 peidava pra manter 60fps nesse game)

      Kuon compensa sim, digo que ele ao meu ver, de todos os jogos que joguei e gostei, ele ta meio la em baixo, mas ainda se encaixa nos jogos bons. - (tem jumspcares ate lendo files, so pra voce ver como o jogo apela nisso, pior q funciona :P )

      Quando joguei FEAR me lembrei do Doom 3, mas acho Fear mais interessante, fora que joguei Doom 3 antigo, que nao dava pra usar lanterna e arma ao mesmo tempo, ou voce enxergava, ou voce atirava kkkkkkk.

      Ontem de madrugada eu revisitei alguns jogos velhos pra ver como eles envelheceram, comparado com o tempo que joguei eles... Acabou que joguei Diablo 1 la de 1996 e ele ainda é o jogo diferenciado que em lembrava.

      Bateu ate a bad de perceber que esse estilo de jogos Hack'n Slash com Loot parecem todos iguais. Mas Diablo 1 tinha seu charme. Unico jogo desse genero que me passou tensao algumas vezes. A Gameplay lenta dele, junto com os ambientes cheios de sangue e corpos, e a trilha sonora que parece que vieo de um jogo de terror. Fez eu perceber que mesmo um jogo rodando a 640x480, consegue ser um dos melhores jogos que eu ja joguei. Insano kk.

      Aquele design era otimo, fui olhar no wayback pra relembrar. Mas so de ter esse trampo todo de re-formatar tudo, talvez seja melhor so adaptar o atual mesmo, pelo menos por agora. Pior que quanto mais o tempo passa, pior fica pra mudar, ja que mais material vai entrando no Site... tenso demais...

      Vi que na Lista da Morte (alias, belo design de mascote pra lista da morte kkk) tem o The Evil Within... Jogao demais, altas referencias a Resident Evil (ate porque o criador dele ta envolvido kk) unico defeito é ele acabar (mesmo que ele demore um pouco pra acabar, parece Resident Evil 4, gigante.).

      Um dia espero ver algo do RE4 por aqui, mesmo nao sendo meu top 5 Resident Evils, ele foi um jogo ridiculamente importante para os padroes de jogos de hoje em dia, merece uma atencao e quando for fazer (daqui a sei la quanto tempo, nao tenha pressa pra nada) Jogue a versao de Gamecube pra analisar, a primeira. porque la ta tudo intocado, efeitos graficos, cores, texturas. todas as versoes seguintes, perderam algo do original e nao sinto que pra uma analise, vale a pena jogar versoes mal portadas. (posso ate futuramente upar as Isos do game pra facilitar quando for fazer, ja que hoje em dia com a nintendo em cima, ta foda achar os games por ai na net.)







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    11. A história de Bruxa de Blair é meio tensa. Tipo, eu tava todo empolgado jogando, tinha acabado de passar por uma criatura sombria numa árvore, depois um pesadelo, e ai bum, explodiu a fonte do meu PC. Acontece que era uma fonte ruim, mas ela tava aguentando a máquina a anos, em todas as configurações. Eu nunca tinha trocado a fonte. Daí, com a explosão, quase perdi os componentes. tomei um susto tão grande, que comprei uma placa mãe melhor, um processador melhor, memórias e uma fonte que presta. Com isso eu consegui montar um computador bem mais podente, e ainda por cima sobraram peças pra montar um terceiro computador (eu já tinha feito algo parecido antes kkk). Daí fiz outro. Só que, mesmo com essa máquina nova, eu tenho certo receio em iniciar o jogo... é um trauma.

      Jogos de terror são ótimos, e sinceramente, acho que são os que ue mais curto. Por isso, pretendo encarar esse com certeza.

      Doom 3, outro jogo louco que porventura eu cheguei a quase terminar, apesar daquilo ser mais escuro que tudo. De fato, Fear lembra um pouco...

      É bom jogar os olds né? Eu mesmo faço isso bastante kkk.

      Aliás, sabe a história do Bruxa de Blair e meu PC, e o trauma? Então, Diablo também me traumatizou assim, nesse caso foi na primeira configuração do meu computador. Atualmente ele ta na nona configuração. La naquela época, eu peguei o jogo e instalei, e ai, na hora de jogar, um CD que tava no driver (não lembro se era do jogo mas acho que sim) explodiu. Meu pai tentou tirar os cacos balançando o PC e isso zoou o processador e o HD. Moral da história, eu tive todo uma jornada num técnico, que montou uma segunda máquina em cima dela, mas que deu um outro problema depois, mas eu jamais joguei Diablo, e sempre que escuto esse nome, tenho certo receio e medo de instalar ^^. Eu sempre pego traumas irreverssíveis... até mesmo Wallpaper... uma vez eu coloquei um wallpaper que simplesmente tava com vírus e danificou todo o sistema operacional, eu fiquei com um problemaão na época e isso chegou a prejudicar o HD! Foi na terceira configuração. Enfim... histórias kkk.

      Aquele designe faz falta. O que mais me assusta nos dias atuais sr é que, eu tenho o domínio do site né, mas eu preciso pagar ele anualmente. Tenho medo de morrer e tipo, não conseguir pagar afinal, morri ^^. Ai tipo, o site se perder no limbo pois o domínio se apagou. As vezes penso em voltar pra "divulgantemorte.blogspot.com.br" e pronto, resetar tudo, e deixar como ta. Eu não quero perder nada não importa o que me ocorra. O mesmo vale pro designe... as vezes penso em resetar pro "modo de fábrica" e deixar estar.

      Bem, The Evil Within foi uma "franquia" que eu amei. Pena que terminou sr... pena...

      Aliás, RE4 é um caso complicado, mas eu tenho certeza que um dia falarei dele. Será da versão de GC sim, pois não consigo terminar a de PS2 (trauma kkk, eu sou fogo).

      Bom saber que poderei contar contigo em upload hein... roms e isos sempre dão um trabalho mesmo pra encontrar... ainda mais hoje em dia.

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    12. Fonte é um caso serio em PC, vale bastante a pena comprar uma acima da media. eu tenho uma de 550W da EVGA (SuperNova G3) e ela segura 2070 e ryzen 3600 bem de boa. O preco nao foi amigavel, mas so de trocar componentes sem se preocupar com fonte, ja se paga.

      Jogos de terror hoje em dia sao jogos que eu jogo quando eu to entediado de jogar, pra acalmar um pouco da frenesi dos jogos de acao kk. Vou ver se pego pra terminar o Fatal Frame, joguei no ps2 e nunca terminei, e agora que o Emulador do ps2 ta rodando ele quase perfeito, vou ver se jogo.

      Diablo foi o primeiro trauma de muitas criancas que tinham pc na epoca kkk (The Butcher feels) (Provavel que era o CD do game, ja que Diablo 1 precisava de um arquivo,Diabdata.mpq eu acho, e esse arquivo so tinha no disco). Diablo me traumatizou bastante quando crianca, eu tinha um CD com a demo dele, Pre-Release Demo, que so tinha 2 andares da catedral e somente o Warrior e com varias falas e dubladores diferentes ainda. Ate hoje voce acha essa demo na net, se voce for que nem eu, que curte ver jogos em suas versoes anteriores, betas, alphas, debugs essas coisas.
      tem ate um site com muito desse conteudo de Diablo 1, com varios screeshots da epoca do desenvolvimento, la pra 1995, bom demais.

      The Evil Within acaba, The Evil Within 2 acaba... porra, tudo acaba. kkkk.

      A Versao de ps2 do RE4 é provavelmente a mais triste, (tirando a de pc de 2007). As cutscenes que no GameCube é feitas in-engine, em tempo real, No ps2 é videozinho... kkk fora que alteraram texturas, pra o game rodas na memoria baixa do ps2... (eu tambem joguei primeiro no ps2, mas depois que joguei a de gamecube, nunca mais toquei na versao ps2.)

      Eu tenho comigo a Iso da versao Americana do RE4 (A Americana foi a primeira a sair, entao, ela é a que tem a maior quantidade de bugs e glitches de todas, e o firepower de algumas armas ta diferente, fora o fato da roupa de RPD do Leon ter reducao de dano igual a tatical vest (e acumula as duas reducoes). Tambem tenho o disco da demo americana, e o Disco 1 de uma versao que ainda tem Debug ativado. Entao da pra ir da Vila ate o fim do castelo, com debug... E tem varias funcoes nesse debug, iluminacao, camera, pular mapas, alterar velocidade de inimigos ou do Leon... Lista é grande kkkk

      Se o Divulgante Morte morrer, fudeu HUEUEHEUHEU
      quem futuramente vai fazer analise do jogo das mulheres que lutam de bikini? kkkk (Bikini Karate Babes) (nao faca isso) (mas se quiser, pode fazer, mas nao vale o esforco, sei nem se tem historia isso.).

      Terminei Eternal Darkness Hoje, na folguinha, foi longo ate para os padroes desse genero, longas 13 horas pra terminar.
      Gostei bastante dele, principalmente dele nao ficar te ensinando como resolver tudo, ele deixa voce solto as vezes e isso frustra um pouco, mas quando voce resolve o que o jogo propoes, voce fica tipo "UAU, eu resolvi sozinho". Fui pelo caminho da Runa Verde, mas nao sei o que vai mudar indo pro caminho das Runas Vermelha e Azul ainda... mas parece que tem um epilogo caso termine o game nos 3 caminhos, resta estar no pique pra isso kkkk.

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    13. Comprei uma de 750w se não me engano, fui logo no exagero depois do susto. Em compensação comprei de uma marca decente e dessa vez num explode kkk. Eu tenho uma 1050 ti, e um Ryzen 5 2600, foi o que deu pra investir na época pra suprir a necessidade. Um dia irei pra uma 2070 *-*. Mas só na troca de processador já senti uma diferença enorme, meu antigo era um amd fx 8350, que agora ta na outra máquina. Na outra tem um amd fx 6300, que também da no tranco, tudo de versões antigas. Em placas de vídeo é tudo série 5, 7 ou a atual. Tenho umas 5 placas nvídeia e uma amd, mas nem uso, por isso fico montando essa máquinas pros meus manos. Fonte nunca dei importância, só quando o pc desligava. Primeira vez que explodiu, aprendi a valorizar esse componente kkk. Agora só compro fonte corsair, nem que seja poucos w, pra garantir qualidade.

      Fatal frame no emulador roda perfeito sr, o 1 e o 2 ao menos. Fiz analise de ambos nele, e funcionou de boa. O 3 ainda não joguei mas, creio que também ta rolando... vai na fé!

      Ah, o passado perdido. Tenho muito isso também... A internet é repleta de coisas que podemos recuperar o tempo todo mas, há relíquias perdidas que só permanecem em nossas memórias. Eu sinto falta das demos do Baixaki e do site Fliperama antigo... kkkk

      O mundo acaba man... é a vida... rs... Mas poxa, Evil Within termina com espaço pra continuar. Aquele final a la SH Shattered é muito sugestivo. Espero por continuações até hoje.

      Pc... mouse que não responde direito, num jogo de TIRO... pior port. Tentei jogar também essa versão e nop, não rolou.

      Caraca, você tem um arsenal de pesquisa em mãos meu caro... medo. Disco de debug deve ser maravilhoso pra explorar cenários rs.

      Bikini Karate Babes... man... eu não sei se iria sobreviver kkkkk. Certos jogos são proibidos de se analisar. O mesmo vale pra animes e filmes hehe.

      Eu não estou jogando nada por hora acredita? Eu deveria, tenho uma baita lista como sabe, mas estou com 3 artigos em rascunho e se não concluí-los, não poderei jogar nada. Estou preso nisso. Por sorte falta pouco para terminar, 2 já estão prontos teoricamente, falta 1, e depois editar tudo. Tive de fazer em 3 artigos pois, são 3 jogos diferentes, mas que formam um conjunto.

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    14. Quando for ver fontes, é bom pesquisar a eficiencia dela com uso intenso, da Corsair as Linhas RM e RMi sao otimas pelo preco.
      EVGA tem as Supernova tambem, que tem uma qualidade absurda pro preco delas, é uma fonte com certificado Gold que beira o Platinum em eficiencia.
      Quanto mais eficiencia voce tem, menos energia voce perde com o calor, logo, menos Watts voce acaba precisando pras tarefas.

      Fatal Frame fui so saber agora que ta de boa, lembro que quando testei ele a um boooom tempo atras, os fantasmas nao apareciam na visao da camera... kkk.

      The Evil Within precisa do 3. Eu gosto muito da visao do Mikami quanto aos jogos dele... Cabeca de Cofre é um dos inimigos que eu mais curti de jogos de terror dos ultimos tempos. Insano a ideia, de voce matar um monstro e ele voltar a vida de qualquer cofre perto.

      Sobre o Shattered, ate gostei dele, mas nao consigo assimilar a ideia de um jogo baseado no Silent Hill 1, que é um dos melhores jogos de Horror ever, sabe. Quanto ao final aberto, se seguir a linha do 1. (nao lembro mais o SM direito) A continuacao seria o Silent Hill 3 (ou no caso um Shattered Memories 2, ja que é meio que um universo paralelo).

      Meu arsenal aos poucos ta indo embora, varios sites desligando, links de download morrendo (principalmente os da epoca do Megaupload, ja era tudo...). O site que achei essa Iso do RE4 debug, nem existe mais kk tenho ate medo de perder isso aqui. Se perder, so pagando os caras que vendem esse tipo de coisa na internet, por pura ganancia.

      Bikini Karate Babes é tao otimo, que o Longplay dele dura 15 min kkkk daria 3 paragrafos de analise kkkkk

      Vou ver se upo Hoje ou no MEGA ou no Drive, o RE4, ai deixo o link aqui depois pra caso precise.

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    15. Fontes... fato é que jamais comprarei as bombas kk. Uma fonte de 90 reais explode fácil fácil.

      Os emuladores evoluiram pacas. Hoje em dia tão focando muito no de Switch e PS3 mas, os clássicos já tão beirando a perfeição. Depois que vi o de 3DS rodando 100% todos os games que eu queria (isso pois por anos sofri pra jogá-los na metade de fps, com gráficos bugados e tal) eu to plenamente confiante nos emuladores.

      Uma das marcas de Evil, e algo tão terrívle quanto aquela moça fantasma imortal. Meu... pavoroso.

      Haaaaaah, você não leu meu artigo do SH Shattered Memories né? Nele eu explico que na verdade o Shattered Memories é continuação de Silent Hill 3, e foi muito mal compreendido pelo publico. Venderam ele de um jeito, como remake/reboot, mas na real ele é uma continuação direta e até "conclusão". Por favor, veja!!!!

      Ou acessando a tia Deep pra procurar. Mas, eu não creio que o material vai sumir totalmente. O Google tira, mas a internet imortaliza de um jeito ou outro. Por via das dúvidas, crie backups rs.

      15 min? Kkkk... mas calma la, existem uns jogos curtos que podem render até uns 5 parágrafos! Depende das piadas também rs.

      Hm... ok.

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    16. Emuladores estao quase chegando em nivel de console em questao de fidelidade, cara. O foco dos emuladores nunca decai, a comunidade sempre melhora algo, Basta ver o PCSX2 (PS2) e o Dolphin (GameCube), que a cada 20 min ja tem uma build nova com alguma melhoria.
      Emulador de 3DS ta otimo, eu jogo Monster Hunter XX nele e fica cravadinho no 30fps em 1440p, lindo kk.

      Quanto a Silent Hill, nao consigo afirmar ele como continuacao. Ele foi feito por uma equipe totalmente diferente da galera original (Team Silent, Saudades.) e nao curto muito o Mundo paralelo congelado, sempre fui muito mais o Diabolico, Satanista, Ocultista (Mundo paralelo do 1 pra mim é o melhor de todos, grades, sangue, ferrugem, macas, cadeira de rodas, tudo simbolizando o sofrimento da Alessa, perfeito.)
      Nao sou muito chega a ideia de outro grupo de pessoas, responder duvidas de jogos anteriores, que elas nem participaram, sabe? povo do Team Silent tinha ideias de doentes, principalmente no SH2, que pra mim é o apice criativo do grupo,cada monstro, cada lugar que o protagonista passa, tem um motivo, uma razao (ate ALGUM SER VIVO inventar de por PIramid Head em tudo que é jogo e filme... Triste)
      Mas eu nao duvido de voce, pode ate ser continuacao e tal, mas eu, como apreciador de Silent Hill e da obra daquela juventude que em 1999 lancou o Silent Hill original, nao consigo ver o trabalho que eles fizeram com paixao, ser respondido por terceiros. (assim como Diablo, com a Blizzard North, eles fizeram 2 puta games, toda a galera saiu da blizzard e saiu o 3 respondendo coisas que nao precisava)

      ate acha essas coisas por ai cara, mas o que digo é que quem tem esses discos por ai, normalmente sai vendendo por precos de matar, ja que sao coisas rarissimas. Problema nao é nem Google tira, é Nintendo tira kk

      Sim, 15 min... triste kkkkkk.
      Eu nunca terminei um Arcade Mode do Bikini Karate Babes, sei nem se tem final certo aquilo. kkkkk parece aqueles jogos feitos nas coxas, so pra tentar vender em cima de quem queria jogar algo no pc na epoca
      kkkk

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    17. Emuladores são a melhor criação depois dos vídeo-games... essa frase... kkkk

      Bem sr, com relação a Silent Hill, creio que temos um amor semelhante. Eu tenho minhas ideias e minha própria visão de como o universo SH evoluiu, além da TS, mas, partindo dela é claro. Sempre mantive a percepção do horror psicológico afiada graças ao que eles fizeram nos primeiros.

      Eu normalmente só enxergo os jogos, e busco fugir dos desenvolvedores, anunciantes ou semelhantes. Se o jogo tem algo que não me desce bem, não poupo esforço pra mostrar e justificar a razão... mas... o mesmo ocorre caso seja o contrário. Tem jogos, que mesmo mudando os desenvolvedores, carregam a essência e acabam sofrendo com má interpretação ou divulgação, mas os pequenos idealizadores novos fazem questão de deixar a "essência" e percepção deles ali, plantada. Eu caço isso.

      Meio que, no casode SH, eu sou bastante teórico e metodico ao mesmo tempo, e no fim das contas, fiz questão de colocar cada Silent Hill em seu devido lugar em meio a interpretação, do jeito que costumo fazer saca... por isso, eu defendo SHSM como um posterior, pois como remake, seria um sacrilégio! Mas como continuação ele encaixa... e isso é interessante. Seja por acidente, seja proposital, os projetos feitos meio que encaixam com suas próprias histórias.

      Nintendo sabe ser esperta e burra ao mesmo tempo já reparou?

      Hah, mulheres de bikini man... pera deixa eu ver como é...

      AnáliseMorte: Bikini Karate Babes

      VEEEEEEEEEEI QUE BOST4 É ESSA?! MANO! É UM MORTAL KOMBAT SEXISTA!

      Usaram modelos reais femininas, filmaram os movimentos, e incluíram como personagens sem dar ao trabalho de editar ou incluir figurino. São apenas as minas, filmadas, de Bikini!

      A jogabilidade deve ser uma tremenda merd4, mas a fluidez das imagens ao menos é boa, tirando momentos em que percebemos os recortes da fotografia kkk. Apesar disso, é curioso como tem uma boa variedade de movimentos e ataques... aliás, a Zaria é a melhor lutadora! Se move bem rápido, porém, TEM UMA QUE PEIDA PURPURINA MANO!

      Ta, a música é bem irritante, e elas gritando é tão... estranho. São garotas brincando de briga, com ataques visivelmente delicados, mas que de alguma forma fluem decentemente... Só que, mano é de PS2 isso! Lógico que fluiria bem, a capacidade gráfica do console era tremenda, e os caras só botaram gifs bem renderizados de mulheres seminuas em cenários que... senhor, eles são feitos da forma mais horrorosa do mundo.

      Deviam ter aproveitado a ideia de fotografar coisas e tirar fotos ou até mesmo gravar pequenos vídeos de cenários reais e pronto, botava no fundo... e não essas... paisagens feitas com massa de modelar digital. Senhor!

      Nunca jogarei essa ofensa ao mundo dos consoles.

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    18. Bikini Karate Babes é horroroso, mas eu so lembro dele porque num disco de demos que eu tinha e ele tava la... kkkk.

      Eu jogo tudo de boa, quase sempre ate o fim e tal, mas quando mudam desenvolvedores, eu sempre prefiro que eles facam coisas novas, personagens novos, liga eles com a historia que ja existe, mas nao gosto quando tentam explicar coisas que estavam em aberto porque 90% das vezes, é pior do que o que voce pensou que fosse (e as vezes quem desenvolveu o trabalho original, quis assim).
      Um exemplo de diferencas de desenvolvedor...
      RE1 foi digido pelo Mikami, analise o estilo do game, mais parado, mais terror, menos municao e zumbis.
      RE2 ja foi dirigido pelo Kamiya, ja abre o jogo com uns 15 zumbis levantando, muitas armas, muita municao, trilha sonora de filme praticamente. (ele adora jogos e filmes de acao, por isso a mudanca no pacing do game) (esse cara criou Devil May Cry, amo esse cara. kk)

      Por isso nao digo que quem participa, faz o jogo ficar pior ou melhor, mas se torna nitido com as mudancas no cast, que o andamento de uma serie vai mudando.

      Eu ja enxergo Silent Hill Shattered Memories como uma Reimaginacao (Assim como os Resident Evil 2 (2019) e Resident Evil 3 (2020) que sao jogos que coexistem com os originais de 1998 e 1999 respectivamente, mas se colocam como uma linha alternativa, meio que um mundo pararelo, e como Resident Evil hoje em dia em lore ta meio grande demais, eles preferiram manter os jogos originais como os Canon da serie, pra nao precisar Re-adaptar tudo que aconteceu depois.).

      Eu vejo como:
      Acontece na linha principal
      Silent Hill 1 > Silent Hill 3
      Paralelamente nessa linha Shattered Memories
      Silent Hill Shattered Memories > Shattered Memories 2 (nao vai acontecer, Konami nao liga mais para as series dela.

      Universos diferentes, mesmos personagens, ideias aplicadas a cidade em si sao diferentes tambem (e nao se encaixam em nenhum outro game, TALVEZ se encaixa no Downpour? ja que a cidade la é chuva e chuva lembra agua, que congelada, lembra gelo, UAU) kkk.

      KONAMI PARE DE USAR O PIRAMID HEAD, ELE SO SERVE PRO JAMES. (ta foda kkk)




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    19. Ver como uma versão alternativa é até que uma visão comum.

      Eu quando analisei enxerguei nele uma progressão de eventos, num âmbito mais psicológico do que paranormal por assim dizer. Na verdade, Shattered seria a protagonista do 3, após todo o trauma, lidando com ele. Essa conclusão se viabiliza graças a detalhes de enredo e divergências escancaradas, que passam uma ideia de que é tudo parecido, mas diferente. Claro, não é descartada a ideia de ser uma reimaginação, mas, faz mais sentido quando você enxerga aquilo tudo como um trauma a se tratar, uma conclusão e consequência de eventos perturbadores passados, e convenhamos, não é exatamente esse o pseudo enredo de Shattered Memories? Uma história sobre traumas e como trata-los, desde o início, esse é o foco.

      Eu tenho plena convicção de que a ideia que passaram no jogo é muito diferente da ideia vendida pela produtora. Tanto que, realmente estudei todos os pontos pra enriquecer a visão de que, são tempos posteriores e concretos dentro da grande saga principal.

      Outro detalhe, jamais enxerguei a névoa de SH como limitada a apenas névoa... na real todo jogo carrega um tipo de atmosfera única e isso se consolidou como característica, e foi respeitado nos títulos que se conceberam após o primeiro. É como eu expliquei no artigo de SH Downpour (se não me engano)... SH1 leva nevoeiro, SH2 névoa, SH3 escuridão, SH Origins fumaça, SH DP chuva, SH SM gelo, SH HC era neblina e SH4 seria o vazio. São as atmosferas de cada jogo, pois cada atmosfera é gerada em cima do "tormento" estabelecido naquele jogo.

      Como eu gosto de pensar, Silent Hill é uma série que iniciou de um jeito, com uma ideia magnífica, que foi sendo refinada e aprimorada a cada novo título. É uma franquia que deu certo, do início ao fim, apesar de infelizmente desagradar uma grande maioria principalmente pelos últimos títulos, mas... que ao meu ver, foram todos igualmente geniais, e estabeleceram cada um uma natureza impar e aterrorizante.

      É só um jeito de observar...

      Aliás, sr, no artigo de Douwnpour eu explico melhor esse esquema dos elementos de cada cidade explorada... assim como no artigo de Shattered eu explico como que cheguei nessa conclusão de que ele complementa... é bem louco eu sei, mas é legal conhecer outras visões.

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    20. Eu li sobre o que voce escreveu, mas faz anos ja. E Silent Hill tambem, ultimoz vez que joguei ja tem uns 4 anos kkk.

      Mas tenho certeza ABSOLUTA que voce enxergou a frente do que os caras realmente pensaram no SM. Voce deveria escrever uma historia propria, velho... seria altas teorias e misterios kk

      Quanto a cidade, se nao me engano, a explicacao da Nevoa do Origins e 1, se da pelo sofrimento maior da Alessa, sendo queimada pela propria mae, em nome de um ritual satanico (se nao me engano, em um file do 1 cita isso, que precisavam que ela sentisse muita dor, pra liberar o capiroto. E a Dahlia teve essa ideia de JENIO).

      Agora no 2 eu ja vejo como uma imagem do psicologico do James. A mente dele é nublada, confusa, voce ve pelo objetivo dele, reecontrar a mulher dele no Lugar Especial deles, Procura da mulher dele que ele mesmo matou... e ele sempre se indagando "sera que ela realmente esta aqui?" (cara ta se enganando sempre, talvez a nevoa represente a mente dele tentando mascarar a culpa que ele sente pelo que fez.)

      No 3 vejo a escuridao nesse game como a expectativa da personagem sobre sua busca por saber sobre o passado dela. Ela nao sabe o que esperar, que tipo de respostar iria encontrar, ela esta no escuro da forma mais literal.

      E se voce percebeu, a medida que o jogo avanca, e a Heather vai encontrando respostas e toda a conexao que ela tinha com a Alessa a ambientacao do game vai tomando aquela forma classica, com sangue, ferrugem, grades. Meio que mostrando que ela esta voltando as origens, as respostas. (fico sad de lembrar que o Harry morreu, sdds Harry kk)
      4 eu nao lembro muito, foi um dos primeiros jogos de ps2 que joguei, faz bastante tempo mesmo. kkk da nem pra opinar.
      5 eu acho meio generico, mas tem seus fans por ai.
      Downpour tem uns 7 anos que nao toco nele, so lembro mesmo das sidequests e do Martelao la kkk

      (falo tudo isso com memorias muito velhas, preciso re-jogar denovo pra ter certeza)

      Fico ate feliz de ver pessoas que veem coisas boas em jogos como Silent Hill HC kkk (que eu particularmente, acho abaixo da media, Downpour tambem é, mas eu gosto da tentativa dele de deixar a cidade mais aberta e tentando contar historias paralelas, SM eu digo que é BOM, nao ta na linha do OTIMO, mas eu joguei e gostei, mas joguei a versao de ps2, tem a versao de Wii ainda, que é a original antes de ser levemente capada pro console da Sony, tenho que jogar essa ainda.)



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    21. Eu prefiro pensar que vi o que queriam transmitir de verdade. Minha mente é sim bem criativa mas não sou tão genial pra enxergar coisas tão perfeitas ao acaso... hehe...

      O confuso de SH, falando é clado do primeiro, é o que se confunde quanto às informações obtidas. Conseguiram misturar embasamentos com documentos anteriores e posteriores depois de anos falando sobre a franquia. Tipo, SH1 era um amontoado de referências a coisas como "The Mist", "Centralia", entre outras coisas bizarras que acharam legal explorar em um roteiro inovador, focado unicamente num pai buscando por sua filha, em meio a esse ambiente todo conturbado.

      Mas ai veio o filme, que fez uma mistura um pouco mais profunda no tema "Centralia" e acabou causando a vasta confusão. Ele explica de forma perfeita as origens do terror, mas, são uma nova e independente interpretação que se baseia justamente na mesma fonte que serviu de inspiração pro roteiro original do jogo. O que torna o primeiro filme tão bom (ao meu ver) é isso, o cara partiu da mesma inspiração, e não do resultado final, o que criou algo curiosamente satisfatorio, semelhante, mas muito diferente.

      O primeiro jogo nunca ofereceu respostas, pois o foco não era esse. Documentos dele exploravam o lado mais macabro das escolhas daqueles envoltos no terror, mas ele não explorava em detalhes os percursores do clima ou do terror em si. Quando a resposta foi dada, seja pelo que veio posteriormente, ou pelo que descobriram sobre a inspiração, meio que misturaram tudo, fatos e mitos.

      No 2, é exatamente isso que eu vejo. O cara tapando sua própria visão. Você disse tudo.

      No 3, exatamente. Inclusive percebe-se os momentos em que Heather se torna Alessa em mente, por causa do ambiente que deixa de segui-la pra seguir aquele tema mais voltado pro SH1.

      O 4 é aquele do buraco na parede do banheiro. O carinha era livre pra ir e vir, mas jamais saia do lugar. Meu favorito.

      O 5 (HC?)... ele é apavorante da forma boa e ruim kkk.

      O downpour te faz sentir a prisão da liberdade, é o oposto do 4...

      Lembre-se que, no original sempre é melhor... rs Você mesmo disse isso!

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    22. Sim, tinha nada de respostas mesmo no 1, mas o ritual tava la, sempre citado, e algumas cutscenes levam a entender o que eu pensei na epoca. talvez eu quando era mais novo, criei essa ideia na minha cabeca quanto ao 1 e ficou ate hoje kk (alias, joguei ele ate dublado, com uma dublagem horrivel, mas vale citar, porque chamam a menina de Chérou kk)
      Eu meio que ja tinha isso na cabeca, e acho q o Origins meio que me deu a certeza.

      HC?? eu ate fui olhar porque escrevi isso... era Homecoming (mas nao sei pq puz a sigla) kkkk ele é o mais cansado dos silent hills pra mim.
      4 eu lembrei agora, é o que o protagonista ate tem um buraco pro quarto de uma das personagens e tal. Primeiro cenario é um metro ne?
      Ele eu curti bastante, mas o clima de terror da serie nele ja caiu um pouco pra mim. (talvez eu ja estava calejado de terror?. Pra te falar a verdade somente o 1 me deu medo na primeira vez, os outros era mais uma tensao leve.
      2 me dava uma certa tensao pelo enredo (RE7 tem um parecido ate, kk). Eu ficava tipo "se essa mulher morreu, obvio que foi o capeta que chamou ele" kkk (na verdade a cidade chamou ele como uma especie de Punicao. Tanto que sou apoiador do final In Water.
      3 me deu uma certa felicidade de ver alguns lugares antigos denovo, mas esse eu jogava como resident evil, nao sentia mais tanta tensao, caiu um pouco do 2, e fora que esse eu zerei pra liberar tudo, ate as armas loucas la, varios runs no menor tempo possivel kkkk)
      4 eu vou jogar denovo, se voce diz que é bom mesmo, quem sabe agora, eu aproveite mais o game.

      Original sempre é melhor kk, as empresas por dinheiro sempre portam um game pra um console menos capaz de rodar ele devidamente.
      Ate Silent Hill 2 e 3, que foram portados pra varios consoles e pro pc.
      A melhor versao deles é a do ps2, la o som nao foi comprimido, ou efeitos de som perdidos simplesmente porque sim. alguns efeitos graficos como profundidade de campo, sao perdidos tambem (antigamente o povo nao sabia converter seus jogos muito bem pro pc... meu deus). Foda ser PC gamer assim kkkk

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    23. Antigamente os jogos dublados eram fanmades mas, eram incríveis kkk. Meu favorito desse tipo foi o Max Payne, melhor dublagem de época.

      Ideias quando confirmadas por fatores posteriores tendem a nos marcar. Compreendo você sr.

      HC é bugado.

      Compensa jogar o 4 uma vez mais pra relembrar. Aliás, qualquer SH, todos tem sua própria atmosfera e terror... eu consigo lembrar de cada um com um baita carinho e medo, pois cada um me apavorou de um jeito particular ao ponto de moldar aspectos da minha personalidade atual. Mas, o primeiro sem dúvidas é aquele que me fez sempre correr em ziguezague não importa o jogo, e jamais, JAMAIS, olhar pra trás kkkk. Malditos piterodátilos!

      O que fizeram a SH no port pra PC foi lastimável. A Konami já tava de saco cheio da franquia pelo jeito pois, destruíram os jogos, o que dava pra fazer de boa pois, convenhamos, PCs são muito mais potentes e versáteis que qualquer console.

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    24. Demorei porque estava jogando Fatal Frame kkk.

      Essa dublagem do Silent Hill 1 é de um grupo STR Brasil. Gostei da ideia, mas admito que ri algumas vezes. Harry falando Xérou eu nao aguento kkk. Mas eu fui ate o final do game dublado (e ele ta INTEIRO dublado). muito bom kk

      Estou agora dando uma rejogada no Silent Hill 3 e como ja estuprei a versao original, to jogando uma versao Dublada pelo Silent Fandub, bem melhor, tem la suas peculiaridades, mas ao meu ver passaria como uma dublagem padrao de games hoje em dia (em questao de atuacao, nao producao).
      4 ta na fila, deixa so eu terminar Kuon e Fatal Frame que eu vou pra ele, preciso rejogar,
      Max Payne nao presenciei a Dublagem dele ainda, so ouvi falar, joguei em ingles com legendas em portugues naquele tempo. Vale a pena rejogar dublado esse game? se sim, talvez eu ate compre ele ou arranje pelo meio gratis (Ilegal?!) kkkk.

      se fosse so Silent Hill tava bom, mas quase todos os ports dequela epoca tinham alguma coisa errada kkk. eu mesmo nem sempre percebendo de cara, eu gosto de jogar as versoes originais de quase tudo. Eu vejo a versao original como o ideal pra esses games, quem programou, programou pra ser daquele jeito, quem colocou tal efeito aqui ou ali, foi por um proposito, quem deixou tal parte com essa coloracao dessa tal cor, foi por um proposito. Eu pelo menos vejo assim, tem gente que joga os remasters com tudo refeito, e pra eles ta bom. Eu ja gosto de dar uma olhada no original depois (ou ate antes, se eu tiver como)
      Tenho trauma de remasters, principalmente depois daquele Silent Hill HD Collection (meu deus... perderam o codigo fonte do SH2 e tiveram que refazer um monte de texturas, e saiu aquilo... pqp.)


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    25. Sr Antonio, eu recomendo jogar Max Payne dublado, ele é excelente... bizarro, mas excelente. Você vai adorar tenha certeza, eu curti. Ele tem na net, é fácil achar. Sério, você vai curtir.

      Chegaram até a refazer as falas dos personagens né? Meu, mudaram tudo no SH2, o que é uma catástrofe. Aliás, não dava só pra pegar a imagem do jogo e reutilizar, se pá até criando um pseudo mini-emulador só pro CD?!

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    26. Eu vou ver se acho ilegalmente mesmo o Max Payne pra jogar dublado. Talvez eu curta mesmo, as pessoas gostam dessa dublagem.
      Voltei pra pilha do Monster Hunter World... que jogo. desde o lancamento devo ter umas 600 horas nele, faz tempo que nao jogo algo que eu nunca canse de jogar, Monster Hunter sempre é unico demais. Ate esqueci o fatal frame (mas vou terminar kkkkkk)

      Refizeram a dublagem e ninguem gostou (ate porque a original ja era perfeita pro game, nao tinha pra que mudar nada). Nao sei se um port de um game seria tao simples assim, so ver o emulador de ps2 do PC, que precisa de um pc razoavel pra funcionar bem sem ativar aquele monte de Hack tranqueira pra rodar mais liso.
      estamos falando de 2 consoles (ps3 e xbox 360) que tem 512mb de memoria (ram e video compartilhadas). Teria que rodar o sistema do console, o emulador (simulando a Emotion Engine) e o proprio game (e teria que aumentar a resolucao dele pra 720p pra ficar no padrao desses consoles).
      Provavel que isso passaria do que tinha disponivel de recurso nos dois consoles, por isso tentaram portar direto... mas saiu meio errado, ate porque tem efeitos graficos que o ps2 faz que o ps3 nao é compativel, por exemplo, ai teriam que refazer o efeito para os padroes atuais (o que nao fizeram). o mais perceptivel (pelo menos no silent hill 2) é que a neblina que é forte no ps2, quase nao da pra ver nas versoes HD kkkkkk
      triste kk

      RE4 Aqui, nao esqueci:

      https://drive.google.com/drive/folders/19NvoPdIO5ABBk-Ct_50L4Xiyss4ryM5m?usp=sharing

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    27. Veja e espero o feed. Depois da uma olhada no meu artigo sobre MP... se já não viu né kkk.

      MH eu tentei jogar um pouco mas, eu parei. Tentei jogar o 3 de 3DS, achei legal, gosto de Action RPG (e ele parece ser assim, com um tipo e caça... é legal!) mas, sei la, na época não tava afim.

      Bem, eu não entendo de portabilidade pra consoles mas, soou descaso com relação a SH. Claro que, não é novidade alguma. Talvez o melhor port já feito de SH tenha sido o Origins mesmo, pois o resto sempre cheirou bem mal.

      Bem, obrigado pelo link sr.

      Ah, eu finalmente concluí os artigos que estavam me prendendo. Não ficaram "uma obra prima", eu acho, mas eu fiz o meu melhor.

      Agora, irei jogar algo novo, comecei a jogar Echo Night, mas provável que eu faça outros games paralelamente.

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    28. Monster Hunter eu joguei o Primeiro no ps2... nao entendi nada na epoca, nao tinha visto nada desse estilo antes. Fora que pra atacar era o analogico direito (cada direcao fazia um golpe) e as setas pra mover a camera, kkkkk era tenso, ai joguei o World no lancamento em 2018 piratao... joguei 1 hora, achei uma merda e desinstalei. Baixei denovo no inicio de 2019, achei uma merda e parei... kkkkk ate que nas ferias do trampo em julho de 2019... eu comprei o jogo, vi que ele tava tendo um suporte longo (ate hoje sai um monstro ou quests no game) e ai como paguei falei pra mim mesmo SO ABANDONO AGORA DEPOIS DE TERMINAR ISSO.
      Acabou que depois que eu entendi o game me viciei kkkk (Eu me obriguei a entender o game, porque na epoca paguei acho que 129 reais nele, se fosse pra abandonar dessa vez, eu iria dominar o game antes de abandonar)
      Ai saiu a Expansao Iceborne, que deu moveset novo pra todas as armas, mecanicas novas no personagem e dobrou a quantidade de monstros e botou 2 mapas novos.
      Ai eu paguei pau pra capcom pela primeira vez em muitos anos... Essa equipe que trabalha no Monster Hunter tem meu respeito kkk
      Eles dao muito suporte e conteudo free no game... faz tempo que nao vejo isso.
      O que o povo nao entende é que monster hunter world é jogo de endgame, a maioria de quem conheco, jogou, terminou a historia e parou... kkkk foda que a maior parte do que o jogo tem a oferecer vem de coisas opcionais e alguns monstros tambem, quase tudo fora da linha reta das quests principais.
      QUERO ANALISE DESSE JOGO (mentira, mas jogue ele, ele depois de um tempo vira um bom jogo pra quando voce nao tem nada pra jogar, tipo aquele game que voce sempre volta algum momento pra fazer qqr coisa)

      Eu tambem nao entendo de portabilidade, mas no caso de emulacao, acho q seria inviavel naqueles consoles, nos de hoje claramente ja nao seria, mas prefiro q eles nao facam, melhor pegar um pc e jogar a versao de ps2 mesmo kkkk. Origins foi um port interessante, ele é nitidamente pior graficamente que o 3 (que foi feito realmente pro ps2), mas o port foi respeitavel, eu mesmo nao sabia que era port ate ver a versao de psp por ai. Fora que raramente os ports sao feitos pela propria empresa, quase sempre eles terceirizam isso, pra focar em outras coisas.

      Logo mais vou ler o conteudo novo, porque joguei bastante Magical Quest no emulador kkkk Partiu

      Echo Night. Ta ai um jogo que jamais jogarei, toquei nele, achei meh e parei. Mas vou esperar a Analise pra ler ela e nao precisar jogar mesmo.
      kkkkkkkkkkkkk (jogo da FromSoftware, terrorizin pre Kuon. Olha ai kk)

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    29. Cara se dropou o negócio duas vezes e ainda comprou!? Ta maluco kkkkkkk. Mas, foi meio que uma loucura que deu certo né!

      Então, Monster Hunter World é daqueles jogos tipo The Witcher, Skyrim... tipo... jogos "grandiosos de mais" que eu vou analisar... um dia... pois levará um mega tempo. Diferente de RPGs convencionais, ou jogos AAA de franquia, não tem bem um "enredo linear a explorar", justamente pela quantidade enorme e opcional de coisas que melhoram muito a experiência do jogo. Quando eu fizer um artigo terei duas opções: Fazer incompleto e prometer terminar depois, por causa do conteúdo extra; Ou fazer completo, e deixa-la ridiculamente enorme por causa do conteúdo extra. Existiu um artigo que fiz no primeiro modelo e meio que me arrependi pois, gastei muito tempo, e tive um retorno muito ruim... então eu meio que prefiro jogar justamente de forma que me satisfaça em história, e também conheça o máximo que da.

      A parte negativa desses títulos extremamente grandes, é que eles demandam uma atenção enorme e muita dedicação que, eu até posso oferecer sem problemas, afinal são ótimos títulos e quem me dera ter a honra de escrever o quanto antes sobre eles... porém... isso pausa outros projetos.

      Ainda assim, não nego que irei sim analisar... vai chegar aquela vontade implacável de jogar e ai, não tem como, vai ser igual a época do Dark Souls. Quando isso ocorrer, pode ter certeza, farei o melhor trabalho que eu puder!

      Bem, infelizmente ports nunca parecem ter um resultado perfeito... mas de fato, o Origins foi um caso curioso.

      Sério? Espero um feed...

      Echo Night me lembrou tanto Edith Finch... não sei porque, por mais "estranho" que o jogo seja, eu curti a ideia que ele parece tar desenvolvendo. Irei dar uma atenção especial pra ele, pois foi um dos pedidos e meio que, puxou minha curiosidade...

      Ele não é nem de longe o estilo que eu gosto, primeira pessoa... pegar itens... e é de ps1 aquilo... mas sei la, eu senti algo legal nele...

      Curioso o que disse sobre a From Software, eu não tinha reparado nisso. Pelo jeito tudo ta me guiando rumo ao Kuon.

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    30. Dropei mas fiquei puto, porque nao entendi nada... me senti insultado, ai meio que a compra foi uma motivacao pra investir nele kkkkk

      The Witcher, Skyrim, etc. sao bem parecidos na estrutura. Mundo aberto cheio de quests secundarias (a maioria meio meh) com historias meio mais ou menos (rarisssimas excessoes) e com historia legal (Skyrim) e mais legal (The Witcher).
      Monster Hunter ja tem foco bem diferentes, nao tem mundo aberto, sao areas tematicas (levemente grandes) pra fazer as cacadas ou pegar materiais e tal. Nao tem foco em historia, ela é razoavel, mas como é nitido que o jogo usa ela so pra monstrar o mundo e os monstros, eu acho ok.
      o problema de monster hunter é que ele nao fala que existe tal mecanica no game, ate voce encontrar essa mecanica, por exemplo:

      Mantos: sao varios mantos que dao efeitos diferentes pro personagem, seja resistencia, dano, vida extra etc. MAS se voce nao faz missoes secundarias... voce so ve um manto o jogo todo (um manto que faz os monstros te perderem de vista).

      Upgrade de Arma: da pra dar um leve upgrade na arma que voce quer, fazendo ela ou dar mais dano, mais critico, ou curar um pouco de vida batendo.... MAAAS se voce nao pegar algum dos itens necessarios pra fazer isso... simplesmente A OPCAO NAO APARECE NO FERREIRO.... kk tenso...

      Monstros: tem monstros que so tem em missoes opcionais, nao faca missoes opcionais e voce simplesmente nao ve certos monstros....

      Ferramentas do amigato: se voce nao faz missoes secundarias voce so vai ter a ferramente de amigato padrao e foda-se (que sao muito uteis e interessantes)

      Tesouros: nao sei pra que serve mas tem uma quest de achar tesouros usando dicas que uns amigatos te dao, se voce nao sai da linha do modo historia, voce nao tem essa quest... simples... kk

      Montaria: a sua ECONOMIA DE PERNAS, so aparece se voce fizer uma atividade especifica num mapa especifico... kkkk

      90% de quem eu conheco que jogou o game, nao viu pelo menos 70% do que eu listei aqui... a maioria faz historia e guarda o game... TEM UMA QUEST DO GERALT DO THE WITCHER 3 E UMA DO BEHEMOTH DO FF14

      e eles nao viram... kkkk triste.

      nem imagino a viabilidade de analisar um game desses, voce curte analisar a fundo as coisas, vai ficar um trombolho de review no site... kkkkkk

      Eu olho pra echo night eu sinto a mesma coisa que sinto olhando pro Clock Tower... nada kkkkk so deixo passar mesmo... tem jogos que envelhecem desgracadamente mal.

      FromSoftware fazia cada jogo nessa epoca ai de ps1 ps2 que meu deus.
      jaja vai ter Kuon e Dark Souls na lista... kkkk Dark Souls tem um combate muito parecido com o do Monster Hunter, lento, metodico, moscou tomou. so que monster tem mais foco na gameplay e Dark souls na ambientacao e na lore. So zerei o Dark Souls 3 ate hoje
      preciso jogar o 1, mas ele sempre ta mto caro na steam kkkkk

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    31. O que acho curioso é comprar algo que nem a demo te convenceu! Mas, que bom que deu certo... manobra estranha mas, funcional... heh...

      Então Monster Hunter é por estâncias? Interessante... Jogos mais lineares, por mais extensos que sejam, acabam sendo mais simples de analisar... estou pensando em conferir e arriscar.

      Pelo jeito, ele é exatamente como Dark Souls. Te bota no meio da bagunça e pronto, se vira.

      De fato, estou pensando no quanto posso me aventurar nesse tipo de game. Justamente por ter muito que poucos encontram por, deixarem o jogo antes do tempo... huuum... pode dar um baita artigo sr!

      Te digo uma coisa, Clock Tower foi terrível de jogar, mas sinceramente, até que ele tem uma boa premissa e narrativa. O jogo é terrível, eu nunca mais jogarei (amem) mas, não me arrependo (até porque uma vez que analiso nunca mais preciso entrar no jogo rs... então é um a menos pra mim)

      Pera la meu caro sr Antonio, como assim Dark Souls? 1 ainda por cima???? Sr, um dos artigos mais sofridos que já fiz (e um dos quais mais me orgulho) é de Dark Souls! Por favor, se não viu, veja!

      Eu realmente sofri dentro do jogo, e fora dele... baita game sr! Foi um gênero que me fisgou.

      Veja meu artigo!!!!!!!!

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    32. eu faco isso as vezes, compro o jogo e por ter gasto com ele me sinto obrigado a terminar ele conhecendo o maximo possivel dele, fiz isso com Prey, comprei sem ver nada dele (tava em promo junto com dishonored 2) e acabou que eu joguei um jogo que so sabia algo pelos comentarios da steam kkkkkk.

      Monster Hunter funciona basicamente assim:
      1- Modo Historia > voce vai falando com o personagem com um icone de flor vermelha nele e ele vai te dando as missoes de historia que no mural sao as MISSOES PRINCIPAIS.
      Voce faz missao de historia pra tirar o limitador de Rank de Cacador (sem fazer a historia, vai ate 14,assim que termina fica destravado ate certo ponto.
      Por exemplo no nivel 29 o jogo bota uma quest Principal pra poder passar disso. no 49 tambem.
      Esse nivel serve pra voce poder fazer certas missoes opcionais e missoes de eventos (algumas liberam, mas precisam de certo nivel pra poder fazer)
      2 Missoes Opcionais: A medida que voce avanca no game, alguns personagens do hub ficam com uma ! exclamacao na cabeca, significa que eles tem algo importante pra voce (geralmente missoes secundarias) algumas aparecem baseados no quanto da historia voce avancou, e outras so depois de atingir certo nivel de Rank de Cacador.
      3 Missoes Evento: sao missoes que periodicamente a capcom libera pra fazer, normalmente ela libera um monte. Sao missoes com coisas interessantes, nada obrigatorio, mas dao coisas legais, como roupinha do megaman 8 bits, o megabuster 8bit pro amigato, espada do dante, roupa do dante, roupa do geralt, da ciri, um Hammer em forma de coxa de frango, roupa do Leon e da Claire do RE2, maquina de escrever e bau da serie Resident evil e por ai vai.
      Nao tem ordem pra fazer opcionais ou eventos, o jogo marca com Estrelas a dificuldade da missao, e voce decide. Da pra fazer missoes opcionais 8 estrelas sem precisar fazer as de 1 estrela por exemplo, mas cada missao tem sua recompensa individual, nao da pra pular nada se voce quiser ter tudo.
      Algumas missoes tambem mudam algumas coisas, por exemplo missoes opcionais que o botanico te da, concluindo elas a arvore que ele cuida fica maior. Ou o Gato cozinheiro, fazendo as missoes dele pra ter ingredientes novos, muda a animacao deles preparando a comida.
      unico problema dele é conexao online com os amigos, tem dias que da desconexao com frequencia, mas como eu jogo solo 99% das vezes, pra mim tanto faz kkk
      Um artigo desse game, seria imenso, principalmente se voce jogar ele com a expansao, que praticamente dobra o conteudo kkkk
      Clock Tower hoje eu acho legal de assistir alguem jogando, mas jogar eu nao jogo mais nao kkkkk.
      Sim, Dark Souls 1 eu ja joguei o pirata algumas vezes, tocava o primeiro sino e ia pra floresta e sempre acontecia algo que fazia eu parar, e como era pirata nao tinha save na nuvem e tal.
      As vezes penso que pode ser minha falta de habilidade com o genero, mas ai eu olhei pra minha steam, Vi Dark Souls 3 zerado, Sekiro zerado... ai vi que nao era tao ruim no genero, talvez falte so um encorajamento pra jogar, por hora ele ta que nem Final Fantasy 15, eu quero terminar, mas falta vontade de ir abrir o game...

      Alias, Final Fantasy 15 parece bom, mas eu o viuvo dos Final Fantasys classicos (Terminei quase que todos os antigos, 1,2,3,4,6,7 e 9) nao senti o mesmo Hype que os outros, Principalmente o 6, que meu amigo. Que jogo kk FF6 e FF9 sao os meus preferidos da serie ate hoje.
      tenho 14 horas no FF15 mas nao fiquei tao engajado com ele, talvez seja o mundo aberto vazio dele? provavelmente. Perde muito o pacing do game pela demora pra chegar nos lugares e todo lado que voce olha, é vazio...

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