AnáliseMorte: Castlevânia - Dracula X

Tan ran ran...


Eu acho que tem spoiler...

Boa leitura

Enquanto estou terminando o post de Kingdom Hearts 3 (que já ta pronto, to só colocando as fotinhas e isso ta consumindo um tempinho) decidi jogar algo rápido só pra, espairecer um teco, e do nada me deparei com o desafio de enfrentar o "Dark Souls" de Snes.


A parte curiosa dessa bravata é que, eu jamais venci ela antes.

Nunca vi a queda de Dracula em Dracula X (Vampire Kiss na versão Européia), mesmo este sendo um dos muitos títulos que fizeram minha infância mais feliz (se é que pode-se considerar a ira de jamais conquistar a vitória como felicidade).


Por incrível que pareça, eu tinha menos medo de Castlevânia do que de Metroid, e pra mim, sempre fiquei mais apreensivo com o universo psicologicamente marcante e misterioso de Samus, do que com os muitos monstros assimétricos do tio Drácula. Mas no fim, acabei enfrentando ambos, e deles, o único que conquistei o final foi Metroid.

Mas nunca é tarde pra se tentar novamente né não? Então fui la, ciente que sofreria, ciente que iria me frustrar com quedas e mais quedas em buracos chatos e escutaria o protagonista que eu custo pra lembrar o nome fazendo seu famigerado gemido de dor...

Santo deus, como sofri... mas no fim, venci, não uma, mas 5 vezes!

Foi pra dizer "Eu consigo mano!!! Se ferra ai Drácula!"



O legal é que Drácula X é um jogo bem curto, e simples. Ele é bonito, tem uma ótima trilha sonora, uma jogabilidade desafiadora até, mas é minúsculo se comparado aos jogos originais.


E sim, Drácula X é basicamente um port oficial de outro jogo, que saiu pra PC Engine, e depois para PSP, chamado "Castlevânica: Rondo of Blood", que alias é o verdadeiro prequel de "Castlevânia: Symphony of the Night".

Em sua essência e roteiro, Drácula X carrega o mesmo que Rondo of Blood, mas resumido. Ele cortou uma porrada de coisas, e fez modificações, dando sua própria cara pro jogo e de certa forma, criando sua própria versão da história.

Pode-se dizer que Drácula X é um tipo de Pesadelo que o protagonista teve, depois que passou pela aventura real, e nós jogamos esse pesadelo revivendo as memórias, só as partes ruins mesmo, só os traumas.


Então, acaba que da simplicidade, surge a dificuldade. A experiência dele porém, é completamente distinta do jogo no qual se baseia, sendo um episódio a parte. Ele é curto, é exclusivo do Super Nintendo, e mesmo reciclando de forma limitada a história, acaba sendo divertido "divertido"... no dia que ser jogado pra trás por uma cabeça de medusa flutuante chata pra caramba e cair num buraco for "divertido"... ah vai se fu... o suficiente pra render boas horas de tortura desafio.

O legal é que, se você não for como eu jogar bem, da pra terminar o game em umas 2 horas eu acho, talvez até menos.

Cada fase tem uns 4 ou 5 cenários super simples e rápidos. Bonitos, com ótima trilha sonora, e desafiadores por causa dos buracos e dos monstros super bem posicionados pra te jogar nos buracos. Mas eles são curtos, então sempre é rápido, além de uma experiência bem linear.

Dependendo do mapa, pode-se voltar, ou não, mas na maioria das vezes, não. São poucos os momentos que da, por exemplo, pra se descer uma escada e retornar ao cenário anterior. Outros métodos de voltar são geralmente "segredos", como no mapa final, onde da pra ficar dando voltas e voltas, pra coletar corações.

Bem, já que to falando da parte técnica já, bora colocar todos os pingos nos is de uma vez.

O protagonista pode Atacar, com um chicote, que tem um alcance médio, e um leve deley de movimentação. Ele pode acertar o que tiver acima de sua cabeça, e a frente, mas ele só vai em uma direção mesmo, frente.


Ele pode Pular, da pra juntar Pulo e Ataque.


O chato do pulo é que ele é sensível ao movimento do personagem. Ele anda, apenas anda, não corre nem nada, mas quando pula, ele pega a velocidade que o personagem tiver... e é meio complicado de explicar.


Quando o personagem ta andando por bastante tempo, ele tem mais impulso pra saltar, então os pulos vão mais longe. No ar, não é possível "regular" a distância, então uma vez que pulou, já era, você vai cair onde o impulso prévio de fará cair.


Se o personagem andou pouco, o salto é curto, e lento, e chega a ser engraçado. Eu gosto de chamar de pulo slow motion da morte, pois não tem forma de escapar.

Existe um movimento secreto, onde o protagonista pode dar um mortal de costas, permitindo pular um pouco mais alto, mas pra trás. Isso também tecnicamente permitiria cancelar um pulo "ruim", só que pra fazer esse movimento, é preciso dar um segundo pulo no exato momento em que ele chega em determinada altura após dar o primeiro pulo e... é... é muito complicadinho.


Na prática, da pra fazer, mas é chato viu, mas tem uns momentos que é uma mão na roda.


O protagonista pode também Abaixar, isso serve pra fugir de projéteis ou ataques altos. Além disso, deixa que ele ataque baixo, e as vezes, se o jogo tiver de bom humor, isso permite que ele se segure no chão e não voe longe quando um inimigo toca nele.


Por fim, ele também pode Subir ou Descer escadas. Mas pra isso, é necessário manter pressionado o botão direcional pra Cima, e colocar pra frente ou trás. Se por alguma razão o personagem pular, e não segurar o botão direcional pra Cima, ele passa direto pela escada e morre! (se tiver um buraco, pois não há limite de altura).


O herói tem uma barrinha de HP que pode se restaurar com Frango, que ele pode encontrar dentro de blocos. Provavelmente, os pedreiros do Drácula deixavam suas marmitas nas construções e morreram, ai ele tira proveito disso pra se reabastecer (é o que consigo entender disso).


Tirando isso, nada mais pode salva-lo, mas tudo pode mata-lo. Ele não sabe nadar, então água o mata.


Ele não sabe se segurar nas coisas, então os buracos o matam (e ele tem um chicote de corrente, ele bem que podia se pendurar, esse inútil!).


Ele não sabe nem mesmo dar um tapa nos bichos voadores, então se pegou no ar, o matam!


O legal é que, ele não toma dano simplesmente, não, se algo encosta nele, ele é tão delicado, que se joga pra trás, uns 2 metros! O pulo dele pra trás chega a ser maior que um pulo normal sem impulso, o que na boa, é muito exagero.


Parece que os bichos tão vindo a 300 km/h e dão uma pancada tão forte que ele precisa fazer esse escândalo, ou então num vai sobreviver ao impacto.

O pior, é que sempre tem um buraco, sempre.


Ele também tem acesso a Corações. Esses itens saem de Velas do castelo ou alguns inimigos, e servem pra abastecer seus ataques especiais.


Segurando pra cima, e atacando, ele lança um item que tiver carregando.

Existem 5 itens:

Faca

Segurando pra cima, são lançadas 3 faquinhas, consumindo acho que 1 coração. No máximo aliás da pra acumular 99 corações.



Se usar o Y, o protagonista usa um especial que consome uns 10 corações (foi mal, eu sou ruim de matemática) e lança um monte de facas de uma vez só, pra frente.


Durante esses especiais, o protagonista fica ligeiramente imune.

Água Benta

Fazendo o movimento simples, ele lança uma garrafa de água benta no chão que se espalha, queimando o que tiver na frente até se esvair, e causando um pouco de dano sagrado, mas só no chão.


O especial cria uma chuva de água benta, causando dano em tudo que tiver na tela.


Cruz

O carinha pega uma cruz e taca pra frente como um bumerangue. Ela vai até o final da tela, e volta, em linha reta.



O especial invoca um monte de cruzes pra todo lado que ficam dando golpes aleatórios nos inimigos da tela. Pode acertar tudo, ou não, é meio que na sorte.


Machado

Essa arma é na minha opinião a melhor. Ele é jogado na vertical, caindo pra frente. Ele causa muito dano, mas precisa ter seu alcance calculado, e só gasta 1 coração.


O especial dele lança um círculo de Machados pra todos os lados, ao custo de 10 corações.


Saquinho

Esse especial, em seu normal, consome uma penca de corações pra deixar o tempo mais lento por alguns segundos. Mas só afeta inimigos comuns e o cenário, chefes são imunes.


Seu especial cria um círculo protetor com relógios gigantes que causam dano em tudo que tocam, mas, duram alguns segundos apenas.


Tem também a Chave, mas ela não causa dano nenhum.


Ela serve pra abrir 2 portas secretas que liberam um final especial, mas ao pegar essa chave, tem toda a dificuldade de se avançar no jogo, sem seus especiais.


Além disso, tem um pequeno contra-tempo, se o protagonista morrer, tudo que ele tiver pego é perdido. Essa chave é um item coletado em um único momento, então, se perder ela, já era, pois ela é pega antes de um chefe, e é usada na fase secreta seguinte. É um saco.

Se ele não tiver com arma alguma, ao usar o especial, ele da uma Chicotada de Fogo.


Alias, só pra constar, o HP dos chefes aparece de baixo do de Richter, quando as lutas contra eles começam. E o que significa isso? Competição! Quem restar até o fim vence, simples.

O jogo conta com sistema password, pois na época, salvamento não era muito comum nos cartuchos, assim, mesmo sendo um game curto, ele tinha a ilustre vantagem de te torturar com os game-overs constantes depois de suas 3 vidas serem levadas pelos buracos.



Por sorte, os Continues são infinitos, e apesar de depois de um game over tudo voltar pro inicio da fase, é do inicio daquela fase. Agora, se uma vida é perdida, o personagem volta só pro inicio da tela em que parou.



Acredite, isso só engana que facilita, porque no fundo, facilita nada não.

E, é isso.


Com esses equipamentos tudo, o herói entra no castelo do cara mal pra resgatar sua amada, e essa é a premissa do jogo.

Alias, uma das coisas interessantes é que, há rotas alternativas.

No meio de uma fase, pode acontecer do carinha cair num buraco que não deveria cair, e chegar numa fase secreta (que na verdade é uma armadilha mesmo).

Daí, rotas diferentes são geradas pra se chegar na Fase 7, onde o chefe final é enfrentado.


E sim, são apenas 7 fases, teoricamente, mas considerando as rotas alternativas, as coisas aumentam um pouco.

Eu chequei 2 das rotas. Fiz o final bom, onde resgatei as mocinhas e derrotei o vilão, e na outra rota eu não derrotei o vilão, por isso eu nem sei como termina. É claro que isso foi na minha experiência original. Para a análise eu rejoguei (claro!) sem usar hack nenhum (aham) e terminei ele em todas as rotas.

Só que só pra desencargo de consciência, eu cheguei a jogar com um hack que dava imunidade total ao personagem, e poder ilimitado! E cara, eu ainda assim morri muito, principalmente no chefe final, e na fase final.

Ou seja, o jogo é difícil mesmo e eu sou um bost4 jogando.

Personagens

Richter Belmont

O protagonista é da família Belmont, lendários caçadores de vampiros conhecidos principalmente por terem detido Drácula, e acabado com seu reinado. Claro que, Drácula deu um jeito de voltar né.


Richter meio que paga por algo que um ancestral dele fez, que foi derrotar Drácula, e ai o próprio decide atacar seu vilarejo, e sequestrar sua namorada, só por vingança mesmo, contra seu sangue.


Richter não deixa barato, pega o chicote da família, e vai la ensinar com quantas chicotadas se faz vampiro chorar.

O problema é que no caminho, tem buracos.

Annet


Essa é a namorada do Richter. Ela acaba sendo levada por Drácula e transformada em uma bruxa, em pesquisas conduzidas pelo próprio ceifador (é o que da pra entender pelo que Drácula X mostra viu, não me leve a mal!).


Richter pode salva-la, usando as chaves, ou, pode ignorar ela e só ir até o tio vampiro mesmo. Só que, se ele ignora-la, ele é forçado a enfrentar a mocinha na Torre do Relógio, virada no capeta.


Maria

Essa é a cunhada de Richter, e é encontrada primeiro, antes de Annet. Ela banca o cabeça de cogumelo e fala pro Richter continuar procurando, mas no final, ambas são salvar por tabela.


Te juro, em minha ignorância, que achava que Maria era a mina de Richter (eu achava que a pequena era a Annet e a grade era a Maria ta, num achava que Richter era um pervertido não), mas na verdade, ele namora Annet, e Maria é a pequena.


No fim, o final verdadeiro e cânone, se não me engano, seria aquele em que Richter salva Maria, mas não encontra Annet, ou acaba matando ela em batalha. Eu acho isso porque... sou cruel.

Drácula

Ele chega chegando e na maciota manda seus capanga tacarem fogo na vila alheia, só por dor no cotovelo e recalque pelo passado. O carinha que ferrou com ele já bateu as botas, mas Drácula é tão rancoroso que botou seus pedreiros pra construir seu castelo ali no terreno alheio, e pior, mandou cavarem buracos em todo canto.


Mano, geral ta sofrendo com o regime cruel de trabalho escravo que o vampiro impôs, e os pedreiros estão só o osso.


A fauna ta rebelde, resolveu atacar todo mundo (afinal mano, o cara tacou fogo na floresta!), e quem sofre com isso? Richter, que só ta indo atrás de sua mina.

No fim, chegamos a conclusão que Drácula é muito vacilão, fez as coisas darem errado  agora, cabe ao Belmont disciplina-lo na base da chicotada.

Morte

A Morte aparece apenas no caso de Annet e Maria serem salvas. Ai, ao invés de aparecer a bruxa na Torre do Relógio, antes do chefe final, aparece o Ceifeiro, aplaudindo Richter durante a luta toda.


É legal, que ele realmente aplaude e fica voando de um lado pro outro. Ai quando o HP dele chega na metade, ele decide levar a luta a sério, e vira um ninja caveirinha malvadão.


Mas no fim das contas, a Morte é só a substituta mesmo da Annet.


Alias, temos outras criaturas ao longo do jogo, bora falar quem elas são, e por quê atacam o pobre Richter... na minha opinião...

Touro Gigante


Ele tenta fugir do incêndio provocado na vila. Ele era só um bichinho que o pessoal do vilarejo gostava de brincar, e vai atrás de Richter pedindo socorro, mas adivinha...


Ele morre ao cair num buraco.

Gato de Três Cabeça


Essa criatura, acabou ficando irritada pelo incêndio na floresta e saiu de sua toca. Ela, raríssima que é, possui três cabeças e sabe pular, além de tentar comer o fogo.


Pra se livrar do fogo depois de comer, ela cospe, rugindo de dor, e assim, Richter acaba sendo atacado.

Morcegozord


Vários morcegos se juntam para formar um Morcegão, ele existe para tentar afugentar os invasores das cavernas onde os pedreiros invadiram. Infelizmente não deu certo.


Richter, assustado, acaba batendo nos bichinhos e eles explodem.

Dulaham

Era uma vez um fantasma, ele queria muito ser um cavaleiro, então um dia, arranjou uma Lança, um capacete e uma armadura. Mas ele num tinha nem cabeça, então ele ficou todo destrambelhado.


Richter encontra ele e da o azar de ficar se jogando na lança dele. Ele tenta alertar o cara que ta tentando aprender a ser cavaleiro, mas, Richter não gosta de ser espetado, e destrói a armadura dele, o que faz ele explodir.


Cobra Gigante

Nos esgotos do prédio do Drácula, tem uma Cobra que num gostou da invasão. Ela tenta expulsar todo mundo, e ai chega Richter.


Não da outra, entre corrente e cobra, dança a cobra.


Bruxa do Relógio


Como eu disse, Annet quando ta com raiva por ser esquecida faz um pacto com a Morte e vira uma bruxa. Isso que da deixar a mina esperando Richter.


Ela e a caveira com que se funde usam os olhos pra atacar de 3 formas diferentes, e fica esquivando dos ataques, ou tenta. Depois que morre, ela grita, e os olhos explodem. É bem hardcore.


Caso ela não seja salva, no final, Richter troca ela por um cavalo.


Necromante

Se caímos muito em buracos, vamos parar no submundo.


La tem um mago chatinho com duas formas, uma ele invoca o fogo da lerdeza, e caveirinhas.


Na outra ele invoca caixões, e múmias de lama...


Isso, significa que é bem tedioso ficar no fundo dos buracos.

Lobisomem



Se Richter pega o caminho errado, ele se depara com um lobisomem com complexo de homem-aranha.




Mas ele mata ele... ai o lobisomem fica peladão, e vira pó... 


Na verdade ele mesmo se queima, pra tentar matar Richter. Lobisomens são bem territorialistas... e piromaníacos.


Drácula


Bem, o chefe final, é o próprio Conde Drácula, e ele tem duas formas.


O difícil alias não é ele, pois tudo que ele faz é teletransportar de um lado pro outro da salinha dele, e soltar 3 bolinhas de fogo, que podem ser destruídas na chicotada...


Ou 2 bolas de energia, que podem ser desviadas.


Ele faz isso, só isso, e nem é muito rápido não, além dele próprio só tomar dano na cabeça, por alguns segundos após se projetar.


O difícil, e o maior desafio, são os Buracos... alias, o chefe verdadeiro aqui, é a Sala do Drácula.


Ah ta, entendi agora "Castlevânia". Por isso que o jogo leva o nome do castelo dele. O Castelo é o inimigo, também pudera, ou coisa chata mano!


QUEM CONSTRÓI UMA SALA SÓ COM PILARES???!?


Castelo doente, vampiro doente... merece morrer.


Depois da primeira forma, ele vira um Demônio alado (claro, ele voa! Pois até ele tem medo dos buracos! ENTÃO PRA QUE FEZ A SALA ASSIM PORR4!?).


Como tinhoso, ele fica jogando jogo e apelando, mas é mais vulnerável, pois todo seu corpo leva dano, e bastante dano, mas seu HP todo restaura.


Mas ele até que é fácil de derrotar, depois da quadringentésima vigésima tentativa. Ah, como foi prazeroso.


Minha estratégia? Fiquei num canto que ele não me via, tacava machadinho, e ai quando ele virava o chefão demônio, eu ia pro canto mais seguro da sala (com dois pilares juntos) e jogava machado como se minha vida dependesse disso (e dependia). Ele morre rápido assim.


E foi assim, meus caros, que zerei Castlevânia Dracula X.

Vitória??? Pois é...

Pra quem nunca conseguiu fazer isso desde a infância, eu amei todas as 5 vezes, e agora, faço isso de olhos fechados uma ova.

É isso.

Ah, e sobre a história... no fim Drácula vira pó. 


Sério, esse é o final de Dracula X...


Nem reclama vai, é um port, bem feito e simplificado, mas um port. Um dia, quem sabe, eu fale de Rondo of Blood, Dracula Chronicles e até Symphony of The Night?! Até la, fica com essa minha singela experiência.


E se achou que ficou curto... acredite... está por vir a análise gigante.


See yah!

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8 Comentários

  1. Uou! Ótima análise, sr! Nunca achei que esse Castlevania fosse curto, achei que era um jogo maior e isso até me decepcionou pra jogar kkk

    Mas ainda assim, é uma ótima análise, espero que um dia vc faça análises de outros jogos dessa franquia, como o Symphony Of The Night ou o Aria Of Sorrow (esse é o meu preferido rsrsrs), e também dos jogos da franquia Metroid.

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    1. Não desanime, pelo contrário, empolgue-se e desafie-se a terminar numa tarde. Compensa!

      Eu bem que quero analisar outros títulos da série Castlevania, e claro, Metroid. Ta nos meus planos tem alguns séculos já.

      Bem, valeu pela leitura sr Caique!!!

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  2. Otima análise do port,que venha o rondo...

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    1. O Rondo vai ser curioso. Provavelmente vou analisar ele em paralelo ao remake em 2.5D, pois precisarei jogar o Dracula Chronicles antes (pra liberar ele no PSP).

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    2. Sim,é a melhor forma de jogar esse jogo,e a melhor versão do simphony é a dessa coletânea.

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    3. Foi uma das vezes em que terminei ele. Na época eu não tinha o hábito de analisar tudo o que jogava. Mas vou jogar de novo.

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  3. Da pra sentir o sofrimento que você teve ao ler a parte que você enfrenta o drácula , malditos buracos kkk

    A. Tinho

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    1. Mas o sofrimento compensou sr Tinho, eu venci no fim! Só fiquei traumatizado, sempre olho bem pro chão enquanto ando, e não gosto nenhum pouco do Bob Esponja (ele tem buracos de mais), ainda assim, valeu a pena!

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