AnáliseMorte: Kingdom Hearts 3D/HD - Dream Drop Distance



Demorou um pouco, mas aqui está meu artigo sobre KH 3D. Detalhe: Eu explico aqui algo que é bem difícil de entender, sobre Xehanort... então considero este um dos posts mais importantes pra entender a franquia.

Espero que eu tenha conseguido explicar adequadamente.




Há Spoilers, porém, eu dei uma resumida em muita coisa, pra evitar que algo como o que ocorreu em KH2 - Final Mix se repita. Eu meio que me empolguei de mais naquele post e o dividi em 3 enormes partes... mas dessa vez, em uma única parte, nada grande, consegui resumir tudo que era importante.

Se quiser dar uma lida nos trabalhos anteriores, só clicar aqui: Kingdom Hearts

Agradeço sua leitura desde já.


Introdução


Kingdom Hearts Dream Drop Distance é um jogo originalmente lançado pra 3DS, e relançado para PS4, remasterizado. Nada mudou, é exatamente o mesmo jogo, porém, ao invés de utilizar o touch da tela inferior do 3DS pra algumas interatividades, ele usa o touch do controle, ou uma combinação de botões. Além disso, o efeito 3D do portátil não é replicado no console.




Pude jogar um pouco da versão 3D no próprio 3DS, porém meu 3DS explodiu, por outros motivos. Por muito tempo tentei emular esse jogo e aos poucos, o Citra foi otimizando, e até ficou jogável, mas acabei me enrolando com outros jogos e simplesmente não joguei.




Recentemente comprei o KH 2.8, que traz a versão de PS4 desse título, e ai não tive qualquer desculpa, eu precisava jogar. E aqui está minha análise.

Esse jogo é bem bagunçado, eu diria. Isso pois todo KH da vida é meio confuso de início, porém este se supera. Nele, controlamos Sora e Riku, em todos seus corpos desde o início da série, em saltos temporais através dos sonhos.

Apesar do conceito que novamente, faz parecer que será um tipo de reutilização do que já foi apresentado (algo que KH adora fingir que faz, mas não faz) este game traz uma porrada de novidades visuais e de jogabilidade, além de trazer muito conteúdo narrativo crucial pra franquia, e original.


Ele conecta todos os jogos anteriores, fazendo muitas referências (o que poderia confundir se ele não oferecesse resumos incríveis sempre que necessário) e nos prepara para o que virá no Kingdom Hearts 3, e acredite, essa preparação faz-se extremamente necessária.

Os gráficos são bons, considerando que é um jogo original de um portátil (por mais que seja 3DS, ele não é tudo aquilo) mesmo sendo remasterizado, ele não foge muito do visto originalmente. Normalmente eu não fico em cima disso, mas poxa, é um jogo de PS4, e ver os dedos de personagens quadriculados, quando há a capacidade de fazê-los bem arredondados, é algo meio incômodo.

Mas claro, eu sei que é um port, por isso é possível relevar. O chato que não da pra deixar passar é a ausência do 3D. A Sony tinha a obrigação de criar um sistema que simulasse o 3D sem óculos, afinal, era a parte mais legal de DDD (3D rs... e alias, eu to brincando ta). Brincadeira a parte, como sempre, os jogos de KH tem ports bem otimizados.

Jogabilidade


Seguindo o modelo clássico, é um Action RPG, isso se der pra considerar um menu de habilidades renováveis no canto como "RPG". Em resumo, nós podemos andar, pular, bater, e usar os poderes.

A primeira coisa do jogo é um tutorial, em uma batalha contra um chefe. Não é nada difícil, mas serve pra aprender a fazer coisas básicas que apenas gente boba não saberia fazer, como virar a câmera, andar, fazer os ataques tudo, e claro, TRAVAR A MIRA. Não que eu tenha dificuldades pra isso... 0.2cofcof... mas nunca se sabe quando um tutorial desse tipo é útil.




Mesmo assim é possível pular qualquer tutorial ou vídeo do jogo sem problema algum e contar com a sorte pra entender as paradas tudo.

Com esses poderes nós temos de basicamente explorar regiões, e enfrentar inimigos, coletando itens que caem por ai, e indo atrás de nossos objetivos.

Algo que eu achei meio chato é o fato de nossos aliados serem apenas os Dream Eaters (depois falo deles) mesmo na própria história sendo dito e mostrado que estamos constantemente acompanhados por personagens dos mundos visitados.




Provavelmente por alguma limitação do portátil, os aliados do mundo não foram inclusos no gameplay, e isso pode até não fazer qualquer diferença na jogatina, mas incomoda no enredo. Vira e mexe você ta em busca de algo, seguindo um objetivo, e quando chega nele, a cutscene mostra que tinha gente contigo o tempo todo, sendo que você tava la solitário. Isso é desconfortante.

E olha só de ver que tinha alguém junto poderia ajudar muito em alguns momentos, pois, principalmente na campanha de Riku, eu me perdi pra caramba quando simplesmente não lembrava exatamente o que tinha de fazer.



Os mapas visitados são, inicialmente, uma repaginação do que já é conhecido, com as Ilhas do Destino em cutscene, e Traverse Town sendo explorada, uma cidade la do primeiro jogo que sumiu no segundo, mas foi constantemente reapresentada nos intermediários.




Então, isso é proposital, e eu achei incrível o fato de DDD não apenas mostrar o mesmo, mas dessa vez trazer uma região gigantesca e inédita de Traverse Town, mostrando que o local é muito maior do que conhecíamos. Isso tudo é justamente pra mostrar que essa cidade ainda existe, e isso faz parte do enredo, diretamente.


Tirando esse mapa, existem mundos inéditos (o que derruba aquela minha descrição teórica de que os intermediários não traziam mundos novos), sendo, nas minhas contas, 4 mundos realmente inéditos, 2 re-explorados, 1 meramente ilustrativo e 1 devidamente explorado.




Alias, eu não vou dessa vez contar as histórias tudo por trás dos mundos ta, vou resumir tudo ao máximo pra deixar esse post bem curto e direto.


Voltando ao gameplay, ao invés de usarmos a nave Gummi pra viajar entre os mundos, nós usamos a rota dos Sonhos, simplesmente voando e completando objetivos de coleta, ou derrota de inimigos (geralmente chefes próprios da fase). O legal é que o mapa sempre tem tudo a ver com a fase visitada e faz referências a ela... e alias, eu nunca dou muita bola pra essas viagens, mas elas com o tempo estão ficando cada vez mais interessantes.


Além disso, os personagens contam com novos movimentos, únicos do mundo dos Sonhos: Os Modos Acrobatas.



Esses saltos, e investidas, servem para impulsionar os personagens usando o cenário como plataforma, e assim da pra voar, rodopiar, pular muito alto, surfar, e até atacar, com combos bem interessantes e mortais.


Esse é com certeza o movimento principal de DDD, que talvez, seja replicado em KH3 (eu não vi os gameplays ta).



Outra coisa de DDD são os Momentos de Realidade Alternativa. Eu me lembro que no 3DS, ela era ativada tocando na tela inferior do DS, onde era mostrado o mapa, e também os pontos destacados que podiam ser afetados pela Realidade Alternativa. Esse poder meio que brinca com a realidade e faz um efeito próprio, em cada mundo visitado, como catapultar objetos, surfar, transformar em desenhos, tocar música. Alias, isso também pode ser feito em inimigos, mas eles precisam ser enfraquecidos primeiro, e tem uma pequena chance de se ativar (onde, originalmente, aparecia o simbolo de ativação acima do inimigo no mapa).


Na versão de PS4, é preciso apertar Triângulo e Quadrado pro efeito ativar (o que achei meio ruim, pois o Triângulo também é o botão de se fazer magias e especiais, e as vezes pode dar conflito).



E por fim, temos os Dream Eaters, que são como Pokémons criados em laboratório psicológico. Basicamente os heróis podem criar bichinhos pra acompanha-los e ajuda-los em batalha, usando os itens que coletam dos bichinhos derrotados (depois falo deles).


Após criar um Dream Eater, é preciso cuidar dele, dar de comer, brincar, estimular, dar um nome é claro, upar, tudo que você faria com seu pet. Legal que é preciso até dar carinho pra ele, fazendo carícias e cafunés, e enquanto no 3DS, era preciso fazer isso no touch da segunda tela (o que era bem interativo), já no PS4 da pra usar o Touch do controle (bem legal também) ou os botões e analógicos.


Conforme se brinca e faz carinho com os pets, além de upar e jogar com eles do lado (até 3 de uma vez, mas só 2 ficam no grupo, e da pra trocar no meio da batalha) eles ganham pontos de experiência e podem ter suas habilidades melhoradas e desenvolvidas em grades próprias de skills. Essas grades podem se expandir dependendo da classe do bichinho, do level, e principalmente, da intimidade dele com o jogador.




Todos os Dream Eaters são compartilhados igualmente entre os dois protagonistas, apesar de sempre ser necessário configurar os grupos de cada quando se joga. E sim, são dois protagonistas, paralelos, mas depois falo melhor disso.


Outra utilidade dos Dream Eaters é um poder especial dos sonhos, onde eles se fundem temporariamente com o personagem, sedendo-lhe algum poder. No caso de Sora, os poderes que ele ganha são sempre de interação com o bichinho, onde ambos trabalham lado a lado pra fazer algum efeito grande. 




No caso de Riku, ele absorve o elemento do bichinho e fica mais rápido, mais forte, e do elemento dele. Da até pra usar 2 deles ao mesmo tempo, tudo dependendo da barra de Nexo (rosa, abaixo da barra de HP de cada pet). Ela precisa estar cheia pra essas habilidades se ativarem, e é consumida pouco a pouco quando isso ocorre. Elas se carregam conforme os pets levam ou causam dano.


E como se tudo isso não bastasse, ainda tem Batalhas Pokémon, só que com os Dream Eaters. É um mero puzzle de enrolação pro jogo, e basicamente junta o gameplay de cartas do ReChain of Memories com os pets.



Enfim, nas fases há também outro tipo de desafio, que são portais Nexo que invocam inimigos e dão algum objetivo, com tempo limite. Em caso de vitória, ganha-se potos de Sopor.



E ai vem a parte que pode confundir do jogo, o Sopor. Temos dois personagens, Sora e Riku, controlamos ambos, cada um com suas Keyblades, com seus movimentos, magias, configurações, e até grupos de Pets... porém, há tempo limite pra se jogar com eles.



Eles se cansam ao longo da aventura, algo indicado por uma barrinha chamada "Sopor" (é tipo Sono Profundo). Ao se cansarem, surge um alerta emergencial com contagem regressiva e ao chegar à zero, já era, o personagem dorme, vai pra uma tela de pontuação e o jogo retorna do outro personagem, de onde quer que ele esteja.


Como cada personagem tem sua própria campanha, em seus próprios mundos (ao menos pode-se considerar assim), não importa onde estiver ou o que estiver fazendo, acabou o Sopor, já era, dormiu, e é obrigatório jogar com outro. Mas o progresso não se perde... na verdade quando o jogo voltar pra ele, retorna de onde ele tava, por exemplo, se era um chefe, vai voltar desse mesmo chefe (só que o HP dele volta também).



É possível induzir o Sopor, mas tem um contador de vezes no menu principal e isso me assustou então nem usei, pelo contrário, preferi usar um item que restaura o Sopor pro máximo, e nem é caro, pra que não ficasse confuso com o progresso do jogo.




Além disso, com os Pontos de Sopor pegos das missões e de inimigos, da pra se comprar buffs temporários pro próximo personagem (ao dormir, você pode beneficiar o próximo com seus pontos) e um deles é justamente, prolongar o tempo de Sopor. Resumindo: é um negócio chato, que quebra a jogatina várias vezes, mas da pra contornar de várias formas.



Só pra constar, os Mogles aparecem nesse jogo também, sendo eles os únicos representantes do universo Final Fantasy, porém não são os únicos "finalfantasyanos". Dessa vez tem uma turminha de outro jogo da Saquare Enix, mas falarei deles depois. 




O que importa é deixar clara a presença desses bichinhos pois, eles como vendedores são uma marca do passado de KH. Eles vendem coisas básicas como poções, magias, fórmulas pra pets diferentes e itens pra construí-los.




Também vale mencionar o Modo Moto do Riku, que ocorre em um dos mundos. É um tipo de jogo único dele, em que ele pilota uma moto de luz naqueles jogos de Tron, podendo atirar, pular, ou acelerar e deixar rastros de luz. 



Um dos chefes é enfrentado assim parcialmente.




E bem, o objetivo de KHDDD é fazer Sora e Riku viajarem pelos mundos dos sonhos, paralelamente, influenciando um ao outro, para cumprir a ordem do Mestre Yen Sid... até que algo terrível ocorre mas, contarei depois.



Personagens


Essa parte será complicada. Aqui deixarei uma boa parte do enredo do jogo, pois já contarei tudo sobre todos que aparecem. TODOS os personagens de KH até hoje são mencionados ou aparecem em DDD, tirando os dos mundos da fantasia (a maioria), por essa razão, vou falar apenas dos mais importantes e com relação aos mundos fantasiosos, irei descreve-los apenas na parte da história. É um formato diferente do que eu fazia ta.

Sora



Ele ta de volta, dessa vez acordado, pelo menos até o jogo de fato começar.




Essa aventura se passa após os eventos de KH2, e agora, Sora está fazendo o teste para se converter em um Keyblader Master.




Ao lado de Riku, ele é convidado a fazer um exame especial de Yen Sid, visitando o mundo dos sonhos, e abrindo 7 Fechaduras.




Acontece que, alguns mundos estão em repouso permanente, entre o mundo da luz, e das trevas, e por essa razão apenas desapareceram. Atualmente, eles estão no mundo dos sonhos, onde revivem suas histórias eternamente.

Sora tem como missão, liberta-los, então pra isso ele é induzido a um sonho lúcido onde buscará, ao lado de Riku, por esses 7 mundos, e os libertará de seus sonhos.

Até ai, uma missão bem legal, inclusive, lembra de Traverse Town? Ela sumiu pois está adormecida, e Sora visita ela logo de cara.


Nessas viagens, Sora assume corpos antigos, seus corpos dos sonhos, logo, este é um KH em que todas as versões de Sora aparecem. Então ele enfrenta monstros diversos, ao passo que liberta esses mundos.




Apesar de inicialmente parecer que o jogo seguirá aquela linha de mundos revisitados e nada de novidade, tudo passa bem longe disso e Sora encontra vários mundos adormecidos que jamais visitou, como o verdadeiro Mundo do Pinóquio por exemplo.




É inclusive nessa visita que ele descobre que os mundos adormecidos criaram projeções dos seres originais, e existem cópias nos sonhos de vários personagens que Sora já conheceu, como o Grilo, o qual nos sonhos revive sua história com Pinóquio sem jamais ter sido influenciado por Sora.

Mas, tudo seria simples de mais se fosse só isso né? Então, a parte complicada começa quando Xehanort, o vilão de tudo, também acessa o mundo dos sonhos e atrapalha a missão de Sora e Riku.




Como o Mundo dos Sonhos está além do tempo, e espaço... Xehanort o usa para por em prática seu plano definitivo, e busca possuir e transformar Sora em um receptáculo a mais pra ele... legal né?

Riku




Ao lado de Sora, ele também se tornou um grande Keyblader, apesar de todos os contra-tempos e de ter sido substituído por Sora uma vez. Acontece que Riku era o Keyblader elegido original, mas, como ele sucumbiu às trevas, ela passou pra Sora.



Ainda assim, ele foi salvo por seu amigo e agora, ele também tem a Keyblade.


Só que, chegou o momento dele e Sora fazerem o exame pra conquistarem o título de mestre. Riku inclusive não acreditava ser capaz de se converter em mestre, duvidando até de ser digno de carregar a Keyblade, mas Sora o incentiva a tentar.




Inicialmente, ambos acessam o mundo dos sonhos, conectados por seus sonhos. Cada um em seu corpo antigo, revisitando as Ilhas do Destino, o primeiro mundo adormecido. E sim, apesar dele ter sido restaurado, uma parte permaneceu adormecida.




Após liberta-lo de seu sonho, a bagunça começa. O plano do vilão começava nas Ilhas do Destino, começou alias, la mesmo, e com a presença de Sora e Riku, e o despertar, ele se liberta pra continuar.

Partindo daí, Riku ganha um novo corpo, e passa a procurar por Sora, enquanto continua tentando libertar os mundos. Acontece que, Sora e Riku estavam conectados ainda, mas Riku havia se tornado parte do sonho de Sora... doidera né?




Sora tem sua própria versão dos mundos, e Riku a dele. Ambos se ajudam, sem poderem se ver. Cada mundo alias tem sua história influenciada de forma diferente por Riku e por Sora, o que ajuda a ilustrar melhor como os sonhos funcionam.




A história de, por exemplo, Corcunda de Notre Dame, um dos mundos visitados, parece semelhante pra Riku e Sora, mas só pela presença deles, e como cada um influencia, o final da história se difere bastante.




O legal é que da pra ver os pontos exatos em que a história passa a divergir, por pequenos detalhes, que aos poucos levam pra um desfecho diferente.



Depois falo melhor disso... o que importa é que Riku descobre que na verdade, ele é um Dream Eater!


Na verdade, Riku está dentro do sonho de Sora, sem perceber, e produz seu próprio sonho. Esse momento "Inception" é porque Sora virou o alvo do vilão, e Riku foi menosprezado e ignorado, em parte.

Riku acaba virando o guardião de Sora, e quando se da conta, passa a lutar pra liberar seu amigo do sono profundo e corrompido no qual mergulhou. Os papeis se inverteram!

Yen Sid



Esse é o mestre de Mickey, um Keyblader Master que passou a orientar Sora e seus amigos nas aventuras.




Ele ta mais presente agora, sendo inclusive o responsável pelo exame final de Sora e Riku, e também, ele foi o responsável pelo exame de Mickey. E é, o Rei Mickey é um Keyblader Master.




Durante toda a história, há flashbacks mostrando Yen Sid orientando Sora e Riku antes de sua jornada. Também há momentos em que ele é mostrado em sua sala, com Mickey, conversando sobre a jornada dos jovens e o exame.




Quando ele se da conta que Xehanort está influenciando o teste, ele não pode fazer nada, pois o sonho pertencia a Sora.

Ainda assim, Yen Sid o monitora e busca formas de tentar ajudar, algo que até consegue, no fim, com ajuda de alguns amigos.

Alias, o mundo de Yen Sid também está adormecido, em parte, e é um dos que Sora e Riku libertam.

Donald e Pateta



Donald e Pateta estão bem menos presentes que o costume, sendo meramente coadjuvantes que tem uma cena importante, no final. Como dessa vez eles não podem acompanhar Sora, eles se resumem a personagens das conversas na salinha de Yen Sid, sem muito a oferecer ou contribuir pros diálogos.



Agora, Mickey, este é um caso muito especial...

Mickey



Ele está presente nos sonhos de Sora, em mais de 1 mundo adormecido.




Lembrando que os mundos projetam suas próprias versões daqueles que pertencem a eles, mesmo que estes não estejam adormecidos, e isso ocorre com Mickey. Como há 2 mundos nos quais ele existiu, adormecidos, quando Sora e Riku chegam la, se deparam com ele.

Entretanto, a parte especial e curiosa esta no fato de Mickey nota-los, por quem realmente são.


O Mickey dos sonhos é uma projeção, fato, porém ele tinha um segredo nos dois momentos: Ele já era um Keyblader... na real... ele era aprendiz.


Não fica claro, pois ele mantém o mistério até o fim, mas tanto no mundo da Fantasia, quanto no mundo dos 3 Mosqueteiros, Mickey estava desempenhando um papel como "Mickey" da história, sendo que ele já era um viajante de mundos.

E isso só é perceptível, quando ele comenta sobre a Keyblade ao conhecer Sora e Riku.




Em ambos os mundos, ele não os conhecia é claro, ainda não havia chegado na época em que tentou resgatar Aqua, alias nem tinha conhecido Aqua, Ventus e Terra ainda, porém, ele estava no meio do exame pra se tornar Keyblader, ou Keyblader Master, e deixa isso implícito pela forma como conversa com os heróis.

Alias, em KH Union Cross é mostrado que Mickey já era um viajante de histórias antes mesmo da Guerra das Keyblades... Então provavelmente ele foi um Viajante, antes de se converter num Keyblader (com a Keyblade de Yen Sid emprestada e depois a sua própria, como mostrado em KH 0.2)


Ele até fala pra Sora ficar em silencio, depois de se fazer de desentendido, e alega estar num dos mundos em uma missão. Depois disso ele mantém seu papel como parte do mundo, e ignora a presença ou missão de Sora e Riku.

O fato desses mundos terem projetado Mickey dessa forma deixa claro que ele estava ciente tanto das Keyblades, quanto da real essência dos mundos, antes mesmo da história começar. Provavelmente, Mickey teve muitas aventuras desse tipo, salvando sua própria história, viajando entre realidades e as protegendo, sem afetar a história ou revelar sobre as Keyblades. Algo que todos deveriam fazer, mas, não fazem.


Enquanto isso, no mundo real, Mickey acaba descobrindo sobre o que ta havendo de errado no teste, e busca formas de ajudar seus amigos.

Minnie




Ela aparece em um dos mundos, nesse caso sem ter qualquer conhecimento sobre a Keyblade (ou seja, Mickey é a única exceção).




Ela interage apenas com Riku, em sua realidade alternativa do Mundo dos 3 Mosqueteiros, e acaba o ajudando em uma missão, para ajudar os mosqueteiros, e consequentemente, Sora em sua versão da realidade.



Além disso, Minnie aparece no mundo real, sendo alvo de dois vilões aproveitadores.



Malévola e Bafo



Eles tão de volta, e são basicamente eles quem ajudam Mickey e Yen Sid a notar que tem algo errado nos exames. Eles tentam roubar os Dados dos Mundos, um compilado de arquivos sobre todos os mundos que existem, obtido por Mickey e os outros em "Re-Coded" (ainda não o analisei).



Malévola e Bafo notam um distúrbio nas trevas, e tentam se prevenir dando o primeiro passo da conquista, obtendo os planos e assim, encontrando meios de dominar os mundos, e pra isso, sequestram Minnie, ou pelo menos tentam.



Ao tentar fazer um acordo com Mickey e negociar a liberdade dela, eles são detidos por uma figura improvável e inesperada, e ai fogem.

Lea



E a figura era ele, Lea, ou melhor, Axel!




Ele voltou, junto com todos os outros membros da Organização XIII. O curioso é que essa "ressurreição" ocorre em "Re-Coded", mas só vem a ter algum impacto mesmo agora.




Irei explicar isso muito melhor na analise que farei de Re-Coded, porém, adianto que quando um Sem Coração e um Incorpóreo do mesmo ser são destruídos, o ser original volta a existir.




Por causa da jornada de Sora em KH Re-Chain of Memories e KH2, todos os Incorpóreos da Organização XIII foram aniquilados, e também, de alguma forma, seus Sem-Coração respectivos, assim, todos voltaram a existir, em seus corpos originais, mas com o conhecimento dos Incorpóreos.




Lea voltou e logo notou o que tinha ocorrido, buscando investigar melhor e chegando à conclusão que precisava ajudar Sora e Riku.



Ele vai ao encontro de Mickey, salvando Minnie de Malévola, e em seguida, ele conta tudo o que ta acontecendo.



Xehanort estava no controle dos sonhos de Sora.



E assim, Lea se converte em um dos aliados mais importantes da franquia, tanto que no final, ele quem salva Sora.



E inclusive, ele aprende que sabe controlar a Keyblade.




É engraçado que Lea diz que quer se tornar um Keyblader, e alega que queria ter ido ao resgate de Sora já controlando uma Keyblade pra surpreender geral, porém, ele não conseguia invocar uma ainda, e faz um comentário sobre achar que é algo relacionado ao movimento dos punhos, e é justamente ai, que ele desperta sua própria Keyblade, uma versão de suas Chakrans, só que Espada.

Xehanort's

O Plano de Xehanort é tão complicado que, eu mesmo to sem entender ao certo.




Lembra daquela figura encapuzada de marrom que aparecem em KH1, bem no começo da história, e nunca mais foi visto? Essa é uma história sobre ela!

Essa entidade, era Xehanort, iniciando seu plano máximo. Ele se posicionou no Sonho de Sora, para que assim tivesse uma projeção com suas memórias e pudesse acessar um plano além do tempo e espaço, onde poderia se encontrar com todas suas outras versões ao longo da história.




Faz sentido? Pense apenas que, é como se Mickey quisesse mandar uma mensagem pra outros Mickeys, ao longo de sua história, e pra isso fez questão de marcar presença em uma série de mundos, aguardando pelo dia profético em que esses mundos ficariam presos nos sonhos, e um Mickey do futuro visitaria esses mundos nos sonhos, encontrando a si mesmo. Isso aconteceria caso Mickey fosse ao Mundo da Fantasia, encontrando a si mesmo, com a mente que ele tinha naquela época, por exemplo.

Xehanort fez isso, marcando presença no dia em que Sora perdeu as Ilhas do Destino.


Acontece que Xehanort tinha conhecimento sobre o futuro, sabia tudo o que ocorreria, e como ocorreria, e orquestrou um plano mestre para estar ali, presente, num momento específico para que eternizasse sua presença.

Igualmente, ele fez questão de estar no mundo dos sonhos em diferentes épocas, buscando conectar todas suas versões... e eis as histórias de cada uma.

Jovem Xehanort




Pior que nem da pra falar exatamente qual a história de cada versão pois, não é algo contado. O que da pra saber é que todas elas usaram o mundo dos sonhos para se encontrarem, em uma reunião extra-temporal, entretanto não da pra ter certeza de quando e como elas "adormeceram" e se estabilizaram la. 




Se bem que, uma boa parte delas existe apenas na mente de Sora... então pode-se dizer que elas se consolidaram como projeções dos sonhos de Sora.




Fato é que a versão Jovem Adulta de Xehanort foi a responsável pelo reagrupamento de todas as versões. Ele foi orientado assim por sua versão de capuz marrom, aquela que se projetou na Ilhas do Destino.




Acontece que em algum momento de sua história, o Jovem Xehanort pisou na Ilhas do Destino, e assim marcou sua posição nessa realidade. Sua versão projetada nas ilhas, quando as ilhas se tornaram parte dos sonhos, se encontrou com sua versão do futuro, igualmente projetada.



Foi ai que ambas as versões conversaram e ele foi aconselhado ao que deveria fazer ao longo de sua história.




Como projeção, ele precisava se manter próximo a Sora, manipula-lo, ao mesmo tempo que buscaria pelas demais versões de si, dentro da mente de Sora.




E assim ele o fez, organizando também o grande encontro de versões de si mesmo, dentro do mundo dos sonhos, ao mesmo tempo em que criava a última versão de si mesmo, dentro de Sora.

Misterioso Xehanort




O Xehanort de capuz marrom era uma versão sem corpo ou coração, do Xehanort original. Ele se tornou assim para que pudesse viajar através do tempo, na realidade dos sonhos, pra então conseguir contactar e comunicar sua versão passada e liberta-la para seguir Sora.




Cara, é bem confuso isso. Para que alguém viaje no tempo, esse alguém não pode ter corpo físico, e precisa já existir na época que deseja visitar. Isso tem exceções, tipo a Viagem que Sora fez para o passado da Disney, mas não vem ao caso...

Ciente que precisava estar em todas as épocas, Xehanort decidiu fazer as possessões. Ele passaria a projetar sua mente, no corpo de outras pessoas, ao longo da história, para assim existir em todos os cantos.




Pra que ele faria isso? Para que existissem 13 versões suas, versões essas de pura escuridão, e assim, ele conseguisse um dos requisitos para conseguir a χ-Blade.

Pois é, que plano complexo. Ele queria apenas a χ-Blade, para assim assumir o controle do Kingdom Hearts, o verdadeiro e perdido Kingdom Hearts.

Mas, apesar de ter tentado forjar a χ-Blade usando Ventus, em Birth By Sleep, e ter tentado forjar o Kingdom Hearts, por duas vezes, também no BBS, e em KH2, ele só conseguiria a verdadeira chave, e o verdadeiro reino, se fizesse as coisas certas.



Ele precisava dos 7 Fragmentos da Luz, e dos 13 Fragmentos das Trevas, para unifica-los e despertar a Keyblade suprema.




Os 7 Fragmentos da Luz eram as Princesa da Disney, aquelas 7, que ele fez questão de informar a Malévola, em uma de suas versões, para que ela as buscasse.




Os 13 Fragmentos das Trevas, podiam ser qualquer entidade que representasse as trevas em sua totalidade, e Xehanort decidiu que a melhor e mais segura forma de obter tamanha escuridão, seria se multiplicando em 13, afinal ele próprio era a melhor definição de trevas possível.

Ele podia simplesmente se clonar né... mas ele queria que todas suas versões tivessem a mesma consciência perversa, só assim seu plano daria realmente certo. E é ai, que ele abandonou seu corpo físico, e aguardou por Sora na Ilhas do Destino.




Uma viagem no tempo, só pela presença existencial. Ele ficou la aguardando, até o dia de Malévola corromper os mundos, de sua versão Sem-Coração (resultante de sua decisão) ir atrás de Riku, e assim, ele se tornou parte da ilha.




Depois, sem forma física, ele pôde retroceder no tempo, dentro do sonho do mundo, e encontrar a si mesmo, uma mera projeção, jovem, a qual convenceu a agir.

Xemnas, Xehanort+Terra




Uma das versões de Xehanort, nascida do momento em que ele tomou controle de Terra, e sucumbiu a amnésia. Essa versão não é apenas o Nobody que surgiu quando ele decidiu por em prática seu plano verdadeiro (e sim, o Xehanort de capuz marrom surgiu como uma terceira parte, rara, de Xemnas e Ansem), mas sim a versão que mais chegou perto de executar o plano, no mundo real.




Acontece que, na divisão de Sem-Coração e Nobody, Xehanort fez a proeza de extrair sua consciência, a parte que se lembrava de todo o plano, a parte que não tinha coração, nem tinha forma, apenas o capuz marrom.




Já o Nobody, Xemnas, e o Sem-Coração, Ansem, só pela força de vontade do ser original, colocaram em prática planos alternativos do que acreditavam ser a vontade real.




Xemnas queria formar a Organization XIII, um grupo de seguidores das sombras formado só por incorpóreos. Seus planos estavam distorcidos, para ele, inicialmente, sua vontade maior era de existir, de conseguir o Kingdom Hearts e usa-lo para existir.




Usando esse argumento ele convenceu seus seguidores e os orientou, guiou, e levou até o desfecho no qual todos acabaram sendo aniquilados.



Mas, sem saber, seu subconsciente o fazia avaliar o quanto era preciso que o hospedeiro o aceitasse.


O plano verdadeiro, era agrupar um numero de corpos sem consciência, para que assim ele pudesse projetar sua mente neles, e tomar conta de tudo, assim multiplicando sua existência.

A Organização XIII era na verdade, a cobaia para criar os 13 Xehanorts.

Ansem, Heartless de Xehanort




Então, a versão Ansem, aquela que por muito tempo fingiu ser o verdadeiro Ansem, como "Sem-Coração de Ansem", mas que na verdade era só uma parte de Xehanort, ele também ajudou no plano, inconscientemente.




Levado pela vontade de controlar os corações alheios, e obter o corpo ideal, além de conseguir a Keyblade, ele guiou Malévola e outro servos das trevas para conquistar os mundos, pra no final, se apresentar e encaixar na mente de Sora.

E pois é, ele foi destruído, virou também parte do subconsciente de Riku ao tentar possuí-lo, mas, tudo isso fazia parte do grande plano do Xehanort original, o encapuzado de marrom, aquele que se manteve trancafiado no mundo dos sonhos, de propósito.

A presença de Ansem das Trevas, e de Xemnas, na vida de Sora, como antagonistas, não só serviu para dar andamento às influencias de Xehanort no mundo da Luz e das Trevas, como também para preparar o terreno no mundo dos sonhos.




Com Xehanort preso no mundo dos sonhos e aguardando a vinda de Sora, ele só precisou que ele chegasse para tomar o controle dele, e mantê-lo distraído enquanto o monitorava, e tirava dele as memórias de suas outras versões perfeitas.



Xehanort queria 13 partes de si, e nada melhor do que tira-las das projeções de sonho, de dentro de Sora.


Então, já que Sora havia enfrentado todos eles, era hora dele usar sua versão jovem para buscar cada uma delas, enquanto ia fundo na mente de Sora.

Sua cabeça explodiu? Porque cara, a minha sim! Isso é um plano tão épico e complexo, algo que vai além de mera maldade, é uma estratégia perversa que, tomou forma na mente de um pobre garoto.

Riku Clone, Possuído por Xehanort


E existiram outras partes do plano, é claro. Exemplo, temos o Riku Cópia, aquele clone feito por um dos membros da Organização XIII. Ele também tava no mundo dos sonhos, pra sempre, afinal existiu em algum momento (nesse caso, ele estava na Torre do Esquecimento, aquela de Chain of Memories) e Xehanort o buscou.




Sim, mesmo nenhum dos outros mundos terem aparecido em DDD, eles foram visitados por Xehanort. Ele estava livre para ir e vir na mente de Sora, graças ao Encapuzado Marrom, e assim o fez, buscando as partes de si mesmo, nos locais que Sora já esteve.




Riku Clone era uma dessas partes, uma parte possuída por Xehanort que não tinha a força de vontade de Riku para resistir, nem a amizade de Sora para ajuda-lo. Essa parte se converteu num receptáculo perfeito para Xehanort.

Vanitas 
Lado sombrio de Ventus tomado por Xehanort

Outra parte que se tornou ideal era o mal extraído de Ventus, o Vanitas. Ele não aparece, mas é um dos escolhidos.




Convenientemente, Sora era Ventus também, então sua mente também dava acesso aos mundos dos sonhos que Ventus esteve. Assim, cara... olha que genial... Xehanort pode simplesmente entrar la e buscar Vanitas, para preencher mais uma vaga como receptáculo ideal.

Braig 
Um dos Membros da Nova Organização 13, possuído por Xehanort




A Organização XIII também não foi ignorada, a original. Xehanort havia descoberto que uma boa parte dos membros não seria útil, por terem desenvolvido vontade e mesmo sem ter coração, eles existiam e resistiam. Porém, ele também encontrou aqueles que eram perfeitos pra possuir, como Braig, o Xigbar, carinha das pistolas.




Ele encontrou nele tanta maldade que pode simplesmente controlar sem qualquer problema, e assim, obteve mais um receptáculo ideal.



Apesar disso, creio que Braig possa ser uma falha nos planos de Xehanort.




Em DDD, Braig quem revela que todos eles agora são Xehanort, e que ele entregou sua consciência de bom grado... porém, em um rápido diálogo com Sora, ele demonstra resistência.




É num momento épico em que Sora diz que pode contar com todos seus amigos, e os visualiza logo atrás dele, lhe dando suporte. Nesse instante Braig reage como se sentisse dores de cabeça, desconforto... é como se tivesse uma leve recaída.




Esse pequeno gesto pode configurar uma falha terrível para Xehanort, pois se dentre seus 13 escolhidos, 1 resistir de alguma forma, a χ-Blade sairá defeituosa novamente.

Isa
Um dos Membros da Nova Organização 13, possuído por Xehanort




Outro membro da organização que foi reaproveitado foi o mais leal de todos, Saix, retornado como Isa. Ele era cego pela maldade que o tomou e, foi totalmente subjugado por Xemnas, logo, Xehanort o possuiu.




Ele é só mais um dos que foram revelados, atacando seu antigo amigo Lea (porém, ele ta totalmente controlado). Talvez e provavelmente outros membros também foram reaproveitados, mas, por hora, só esses dois surgiram.


É claro que, o fato de Xehanort ter possuído geral lhe da um controle absurdo, mas, no fim, como ele falha em possuir Sora, ele acaba fracassando em reunir os 13 fragmentos de escuridão.

Só que isso não era o fim, era apenas o início.

Xehanort




O próprio, na versão mais poderosa que já teve, a de Mestre Keyblader, ele também esteve presente no mundo dos sonhos, o último a chegar, só para testemunhar a assunção de Sora como seu último receptáculo.



Claro que isso não deu certo, só por Sora poder contar com Riku, Mickey, Donald, Pateta e principalmente Lea.




Mas Xehanort não se importou com isso, pois seu plano ia além. Projetar sua forma 13 vezes no mundo dos sonhos parece épico, mas de que adiantaria? Ele só teria real poder se pudesse se projetar no mundo real... e é ai que entra o grande mistério.




Ele chega na sala, cantando vitória por reunir suas 13 partes, mas, por mais que ele exponha seus planos, ele em momento algum menciona como sairá do mundo dos sonhos.




Tudo que ele diz é que suas versões, inclusive ele próprio, não teria lembranças do que houve ali, mas a experiência dos sonhos viveria neles, e isso os ajudaria a seguir rumo ao resultado.

Logo, parece que os sonhos afetam os corpos originais das projeções, também.


Talvez não de forma total, mas eles afetam, e as experiências dessa projeções são assimiladas ao ser original, através do tempo e espaço.

O mundo dos sonhos é algo realmente assustador, tão amplo e poderoso, e ao mesmo tempo, simples.



A questão é, como Xehanort acessaria o mundo real, se ele só podia influenciar mentalmente?


A sala da reunião, o ponto em que Sora ficou no final de tudo, aquela sala é importante, pois aquela sala une todos os 13 Xehanorts, no mundo Real, através do Mundo dos Sonhos.




Aquele local, na Cidade dos que Não Existem, no meio do mundo da escuridão, aquele local é um ponto em comum para todas as versões de Xehanort, através do tempo.




Logo, pelo que parece, Xehanort encontrou uma outra maneira de avançar no tempo, uma forma de o fazê-lo fisicamente, tanto que o carequinha é o vilão que aparece bastante nos trailers de KH3.



Ele já sabe como deixar o mundo dos sonhos... ele já tem planos para seguir adiante, sem Sora mesmo.




Legal que ele fica irritado por falhar ao controlar Sora, e também, ele diz que "o tempo acabou" mas também diz que em breve ele voltará. Além disso, Xehanort carequinha faz questão de afirmar que não lembrará de nada depois, mas é só uma etapa de seu plano, e que os 7 guerreiros da luz, e os 13 das trevas, logo se enfrentarão e darão vida a χ-Blade, o grande prêmio que ele tanto desejava.

Kairi



Ela aparece no fim, como a escolhida como um dos 7 Guardiões da Luz.




E é, pois é, existem 7 guerreiros que irão guardar a luz das 7 princesas, e uma das 7 princesas é um dos 7 guerreiros... bizarro né.

Então, os guerreiros são Sora, Riku, Mickey, Lea, Kairi e Aqua.




O sétimo guerreiro ainda não foi apresentado, pode ser Terra, pode ser Ventus (provavelmente é Ventus), ou pode ser algum novo personagem que surgirá em KH3.

Fato é que no final secreto de KHDDD, Kairi aparece, e um pouco mais desse recrutamento e treinamento é mencionado la no 0.2.


Alias, pra obter esse final secreto é bem chatinho, tem que pegar umas letras, tem que coletar no mínimo 7 troféus durante o jogo (são conquistas por alguns requisitos cumpridos) e por fim, é preciso responder as 3 perguntas finais corretamente.

O Final

Então, no fim do jogo, Riku precisa ajudar Sora pois, ele adormeceu e nunca mais acordará.


Acontece que as trevas tomaram conta de Sora, e Riku precisa resgata-lo, entrando na mente dele e destrancando ela, através dos sonhos dele, isso depois de todos já conseguirem voltar ao mundo real.



Dentro de Sora, Riku encontra 5 pessoas.


Primeiro ele precisa enfrentar a Armadura de Ventus, que foi o que envolveu e protegeu Sora quando ele mergulhou nas trevas.




Ela não ataca ele por maldade, mas pra resguardar Sora. Ainda assim, o jovem permanece envolto de trevas após a intensa batalha, mas é livre pelo menos da armadura.




Depois disso, Riku chega na Ilhas do Destino que vive nos sonhos de Sora. Nessa ilha, ele encontra Roxas, quem ele reconhece de cara...



Encontra Ventus, quem ele confunde com Roxas e não reconhece...



E encontra Xion, quem ele confunde com Sora (apesar de não ter nada a ver)...




Os 3 fazem perguntas sobre o que é importante pra ele, e independente da resposta o jogo termina igual, mas com as respostas certas (que giram em torno de proteger e buscar por Sora), o final secreto é revelado.

Depois disso, Riku encontra Ansem, o Sábio.




É tão legal isso pois Ansem explica que dentro de Sora existe isso tudo... todos eles vivem dentro dele, todos eles ainda existem nele. O próprio Ansem fez um backup de sua memória, incluindo dados na mente de Sora, dele. Inclusive, Ansem pergunta o nome de Riku novamente, finalmente conseguindo sua resposta (lembra que Riku tinha crise de identidade quando trabalhou com ele?)



Assim, além de Ventus, Roxas, Xion, Naminé e Kairi, ainda tem Ansem habitando o coração de Sora!


Tipo, sem falar que Xehanort tem suas 13 versões diretamente vinculadas aos sonhos de Sora, o jovem garoto é simplesmente o ponto de convergência de tudo em seu universo.

Após responder as perguntas, Riku retorna ao mundo real... e o jogo acaba... mas falarei disso depois.



Agora quero falar dos inimigos do jogo.

Inimigos


Eu poderia falar dos "Pesadelos", que são os bichinhos mais enfrentados no jogo, mas, eles são apenas as versões corrompidas dos Dream Eaters (Oníricos em espanhol). Tem os Pesadelos, tem os Espíritos, ambos são exatamente iguais, só muda a cor, e os do mal são os Pesadelos.




Mas, existem chefes, esses chefes não tem versões boazinhas. Eles são entidades criadas dentro dos sonhos, e valem como Dream Eaters de alto escalão. É deles que falarei, e dos chefes extras.

Também há os mundos, eu falarei deles, destacando a diferença entre o que Riku e Sora fazem, mas não irei enrolar nem me aprofundar muito ta... não espere um resumo das histórias reais nem nada assim.

Macacão



O primeiro chefe é um Macaco Gigante, pelo menos lembra um, que ataca Sora em Traverse Town.



A batalha contra ele ocorre em cima de um prédio, e ele usa seus punhos que se esticam para acertar Sora, podendo até prende-lo e esmurra-lo a vontade as vezes.



Ele também ataca projetando seus punhos atrás de Sora, quando ele se afasta muito, principalmente quando ele cai do prédio (é preciso subir de novo enquanto foge dos socos).


Uma vez derrotado, ele vira fogos de artifícios no céu noturno.




Esse mesmo chefe é enfrentado por Riku, porém, dentro do prédio, ao mesmo tempo que Sora o enfrenta do lado de fora.


Ele aparece sem suas pernas, e consegue fazer suas mãos flutuarem, além de serem multiplicadas.


Riku precisa escapar delas, enquanto ataca o que sobrou de seu corpo, até ele também virar fogos de artifícios



Apenas quando a versão desses dois chefes é derrotada, o mundo é destrancado e os heróis podem prosseguir, sem contar que, cada um segue por seus próprios mundos.




A versão que Riku enfrentou seria a versão de Sora, mas após ter sido derrotada. Ele meio que finalizou, e Sora lançou ele pra sua realidade... pelo menos é isso que eu entendi.

Morcegão




O segundo chefe é um morcego grande. Na luta contra Sora, ele não pode voar, apenas atacar com seus punhos que também se esticam.



Não deixa de ser um chefe chatinho, mas ele o vence como de costume, enfrentando-o no meio da cidade do mundo do Corcunda.




Quando Riku o enfrenta, é em cima da torre, com ele podendo voar e soltar fogo pra toda parte. Inclusive, em sua versão da cidade, ela foi incendiada pelo monstro.


A batalha é complicada justamente por ele ficar voando, mas Riku o derrota.



Tron Reconfigurado




Para Sora, ao visitar o Mundo da Rede (que é o mundo original de Tron - O Legado), ele enfrenta Tron, convertido em um inimigo.



É uma batalha muito, mas muito tensa, pois ele é bem poderoso e tira muito com seus ataques.




Inclusive ele pode também inverter a tela, o que só dificulta tudo enquanto ele da investidas e golpes letais... mas, Sora o vence, e tenta fazê-lo lembrar que é Tron... (depois falo disso).



Louva-a-deus




Riku enfrenta outro chefe em sua versão desse mundo, já que Tron é derrotado em sua realidade, muito antes. Nesse caso, o chefe que ele enfrenta é um grande louva-a-deus em forma de Roda, que fica girando por toda parte.




Nas lutas de Riku, ele sempre pode aproveitar o mapa pra fazer Acrobacias, mas, esse chefe também aproveita, sempre girando nas bordas e causando bastante dano.




Ele só pode ser derrotado ao se distorcer a realidade, inserindo códigos nele. Como Riku e Sora são "usuários" nesse mundo, eles tem tal poder.



Alias, esse chefe também é previamente enfrentado por Riku na corrida de Motos, ele foge antes de ser derrotado.

Crustáceo (Fogo e Gelo)



No mundo de Pinóquio, Riku enfrenta um chefe dentro de Monstro, após meio que ver sua própria realidade por uma nova perspectiva. Esse chefe é só uma grande praga que pode importunar a baleia pra girar conforme seu desejo.



Por essa razão, ele fica se pendurando no teto enquanto ataca, e as vezes gira o mapa inteiro.



Sora também enfrenta esse chefe, mas, ele o faz do lado de fora de Monstro, quando a baleia é congelada por ele!




Na realidade de Sora desse mundo, o parasita não chegou a entrar na baleia, mas sim, congela-la, e a batalha ocorre em seu entorno, com o bicho voando e causando impactos.




A batalha se encerra quando Sora liberta Monstro do gelo, e o prende em uma bolha (usando a distorção de realidade dos sonhos), levando ela pra cima do parasita.



Invocações do Pássaro Invocador



De volta a Traverse Town, o chefe é um pássaro que pode viajar entre as realidades, livremente.




Ele é invulnerável a qualquer golpe, e invoca os chefes que Sora enfrentou para ele lutar, um depois do outro, começando pelo Macaco.



Depois trazendo o Morcego...



E por fim o Crustáceo.



Todos os 3 com barra de vida própria e bem poderosos. Depois disso ele foge pra outra realidade.




Riku não o enfrenta, apesar de persegui-lo, pois ele consegue migrar entre os sonhos e realidades, e foge pra ser capturado e quase derrotado por Sora.

Os Capangas




No mundo dos três mosqueteiros, Sora enfrenta os capangas de Bafo (dessa realidade). Eles são apenas inimigos comuns mesmo, mas são um trio e é preciso atordoar todos pra encerrar a luta.



Riku também os enfrenta algumas vezes, no caminho pra desabilitar uma armadilha.



Topeira



Agora Riku enfrenta uma Topeira que pode abrir portais e aparecer em qualquer parte.




Esse chefe não é complicado, ele só fica teleportando por ai, e no caminho até ele Riku precisa atacar e derrotar os mesmos capangas do Bafo, sem dificuldade.




Vencendo, Riku consegue terminar o que queria fazer por la, e desativar uma armadilha, que afeta a realidade de Sora, só pela conexão entre eles.



Os Capangas e Bafo



No fim, Sora enfrenta os capangas outra vez.



Usando a distorção de realidade pra finaliza-los.



E ai no fim, aparece Bafo pra um duelo final.



Sendo derrotado da mesma forma.



Pássaro Invocador




O Pássaro volta a aparecer no mapa de Fantasia, sendo enfrentado e derrotado por Sora, que o caça para libertar Traverse Town das criaturas que ele invoca.



Inicialmente ele tenta fugir, isso após influenciar negativamente as músicas de Fantasia.



Mas após alcança-lo, Sora enfrenta o chefinho na porrada, em meio a uma sinfonia visual bem estranha.




E ai ele é destruído, parando de invocar os grandes Chefes. E sim, ele era quem invocava e migrava os Pesadelos de um mundo pro outro.



Chernabog




Riku por outro lado precisa enfrentar o demônio que assombra a sinfonia de Mickey, invocado por Xemnas. Porém, esse demônio (antagonista do filme Fantasia) acaba por ser um chefe voador.



Riku só precisa voar até ele, esquivado das colunas de lava, bolas de fogo e fantasmas que ele lança, e atingi-lo.



Então ele é perde uma barra de HP, e empurra Riku pra mais longe, repetindo o processo.




Não é um chefe difícil, mas conta como chefe pois além de ser um personagem importante do musical, ele também é considerado uma das entidades malignas mais poderosas da Disney, e tomou uma surra pra Riku.


Pesadelo Encapuzado




Uma das batalhas mais difíceis do jogo ocorre na Cidade que Nunca Existiu, o mundo da Organização. La, Riku encontra Sora adormecido, ainda sendo influenciado pelo mundo dos sonhos. Riku o ajuda a escapar, mas pra isso, precisa enfrentar seu oposto, uma entidade personificada da própria escuridão que atormenta Sora.




É o momento em que Riku descobre que é um tipo de Dream Eater para Sora, e que sua função é eliminar esse pesadelo. Nessa luta, ele sofre viu. O pesadelo tem poderes sombrios letais, e fica se escondendo nas sombras o tempo inteiro.




Além disso ele fica teletransportando praticamente, de tão rápido que se move, e usa ataques de sombras que drenam toda a energia vital de Riku.



Uma boa estratégia com ele é usar e apelar pros ataques acrobáticos, se bem que qualquer deslize é mortal.



Ansem, o Perseguidor


Riku também é forçado a enfrentar o lado negro de si próprio, personificado em Ansem, o qual tenta convencê-lo de se render às trevas.




Inicialmente, os aliados não conseguem ajudar pois a batalha ocorre em pleno ar, isolando eles, mas não demora muito até Ansem se ferir e ir para o chão.




Sem muito segredo, é aquele tipo de luta onde o inimigo apela, mas nem se compara a batalha contra o pesadelo. A Sombra que ele projeta serve como um escudo, e também como uma arma.




Após vencer a primeira forma, Ansem passa a se distanciar e atacar com as trevas bem de longe, enquanto empurra Riku pra longe, sempre. É preciso desviar dos ataques dele enquanto se aproxima, pra dar uma surra nele.



E ai,  ele é derrotado, em sua forma ultra defensiva.



Xemnas, o incorpóreo

Enquanto isso, nos sonhos de Sora, ele enfrenta Xemnas, que retorna só pra atormenta-lo.



Ele usa praticamente os mesmos golpes que no KH2, mas agora ele também costuma atacar usando prédios inteiros.



E ele apela bastante pra paredes invisíveis, e seus sabres de luz.



Sem contar que ele teletransporta.




Ele usa muitos ataques dos outros membros da Organização, como antes, e agora usa bastante um golpe de tiros semelhante ao de Xigbar.



E até apela pras esferas de energia que ele usou contra Sora e Riku antes.




No fim, ele é derrotado e Sora quase se liberta. Ele ao menos consegue descobrir bastante sobre a história de Xehanort e seu plano, mas Sora é envolto de trevas e adormece, dentro do sonho.

Xehanort, Jovem


Ao ir resgatar Sora, dentro do castelo da Organização, Riku recebe o apoio de Mickey, que usa a Keyblade pra paralisar o tempo. Curiosamente esse encontro se passa no mundo real, mas, na influencia do Mundo dos Sonhos. Só que, Xehanort também tinha uma Keyblade, e com isso ele resiste ao encantamento de Mickey.



Ele e Riku se enfrentam numa arena do tempo, onde rola a batalha de Keyblades mais louca de todos os tempos.



Xehanort é tão rápido, que praticamente se multiplica, enquanto usa as trevas e sua arma espada pra atacar sem dó.



Porém, da pra vencê-lo apelando pra Contra Ataques, pois ele é tão impiedoso que, não evita atacar em momento algum.




No último golpe, quando ele ta praticamente derrotado, Xehanort manipula o fluxo do tempo e Riku tem 1 segundo pra evitar que ele reverta toda a batalha, recupere todo o HP e comece tudo de novo.




Ao conseguir impedir que Xehanort reverta o tempo, Riku ainda precisa destruir o relógio de energia que ele cria, ao mesmo tempo que precisa evitar os ataques múltiplos dele.




Nessa batalha, o tempo fica parado, e da até pra invocar Sora, num golpe conjunto (é o que ele usa pra quebrar o relógio). É apenas uma projeção dos 2 mundos em um, mas, é uma forma de mostrar que Sora e Riku lutaram lado a lado.




Vencendo, Riku consegue desbancar Xehanort jovem, mas, o tempo volta a correr, Xehanort carequinha aparece, e quase toma o controle de Sora. Ele só é impedido graças a Lea.

Armadura de Ventus




Só que, mesmo depois que tudo é resolvido e todos voltam pra torre de Yen Sid, Sora permanece adormecido. Pra salva-lo, Riku entra mais uma vez em seus sonhos, e se depara com a Armadura sombria de Ventus.




A luta contra ela é bem difícil. Ele é bem forte lutando envolto das sombras, mas é o melhor momento pra ataca-lo, é o único momento que ele fica mais ou menos vulnerável.




Quando o mapa fica tomado pela luz, a armadura fica extremamente apelativa e poderosa, atacando com as trevas pra todos os lados. É como se a luz a deixasse mais agressiva.




Um truque é usar as Acrobacias pra ficar fora do alcance dele, na parte mais superior do mapa. Assim, os ataques letais dele simplesmente não chegam nem perto.




Então, quando ele esta prestes a ser derrotado, ele apela pra um ataque de energia das trevas, vários, que Riku precisa rebater, e assim, a armadura é destruída, e o corpo de Sora é libertado...



Só que ele é sugado pras trevas dentro de seu próprio sonho, e Riku vai atrás dele, chegando na parte das perguntas.

Depois conto como tudo encerra, mas agora, tem alguns chefes a mais pra mencionar.

Entre um mundo e outro, há desafios, mas, as vezes, há chefes que Sora ou Riku precisam derrotar. Primeiro aparece um tipo de Abelha que Riku derrota.



Depois tem um tipo de polvo, que solta lasers, e Sora enfrenta.



Ai em outra fase, a dos 3 Mosqueteiros, o polvo aparece pra Riku.



E rumo à fase final, a Abelha aparece pra Sora.



Só isso...

Agora, vem a história.


Como eu já contei tudo que importava, vou falar dos mundos, mas de forma extremamente resumida, comparando o que Riku e o que Sora fizeram. Então, falarei do final do jogo.

Ilhas do Destino




Esse é o primeiro mapa visitado por Sora e Riku, que são desafiados por Ursula, do nada, a qual surge quando eles procuram pela Keyhole desse mundo.




Nem cheguei a descrever ela como chefe pois é basicamente um tutorial básico, e ela é bem fraca. Porém, é o primeiro chefe do jogo.




Após vencer Ursula, os jovens mergulham no mar e se deparam com a Keyhole, após perceberem que alguém os observava. Era o Xehanort sendo "ativado" no mundo dos sonhos.



Traverse Town




Sora e Riku acordam com novas roupas, na forma infantil, agora em Traverse Town, cada um em sua própria versão dessa realidade. Mas, eles entram em contato com personagens "finalfantasyanos" (são da square mas não são de Final Fantasy, acho que terei de mudar o termo pra "squareenixianos") do jogo "The World Ends With You", um game que eu joguei bem pouco, só pra ver como é, de DS, que lembra muito uma Visual Novel Virtual, com gameplay via touch.




Sora usa uma camiseta com um X branco, marca da Organização, que serve pra rastreá-lo, e Riku usa uma camiseta com o simbolo dos Dream Eaters nas costas, simbolizando sua tarefa defensora.




Ao interagir com os personagens da square, Sora e Riku também buscam um ao outro, enquanto tentam ajudar os novos amigos, presos em Traverse Town. Pelo que eles dizem, eles escaparam pra esse mundo em busca de uma nova chance, e estão participando de um jogo (as mãos de cada um marcam o tempo de jogo) para sobreviverem. São eles que ensinam a usar os Dream Eater.




Porém, o primeiro com quem Sora interagiu o trai, levando-o direto pro Jovem Xehanort, mudando de ideia na hora H, ao mesmo tempo que Sora cai em sopor.




Paralelo a isso Riku também tem seu encontro com o Jovem Xehanort, e também percebe a presença de Sora, semi transparente, em outra realidade.




No fim, ambos conhecem o ceifador que protege os jovens jogadores, esse ser pode migrar e visualizar ambas as realidades, e consegue ensinar a Riku e Sora que eles terão de trabalhar juntos, mesmo sem poderem se ver (um amigo meu que é fan desse jogo disse que o "anjo" é um ceifador, e que os heróis estão todos mortos, ganhando uma segunda chance pra reviver...) .




Posteriormente, quando eles retornam para ajudar eles a se livrarem do Pássaro Invocador, eles também descobrem que a realidade que cada um está, apesar de ser bem parecida, tem seu próprio fluxo de tempo. São mundos diferentes, de um mesmo mundo, nascidos como sonhos.



É nessa segunda visita que eles conseguem destrancar esse mundo.



O Mundo do Corcunda




No mundo do Corcunda de Notre Dame, Sora da de cara com o vilão, sendo considerado um cigano por causa de suas vestes, e cabelo. Ele quase se da mal, mas, é salvo graças a uma confusão na praça central.




Era Quasimodo, festejando a coroação do Rei dos Tolos, porém com vários Dream Eaters. Enquanto Sora luta, Quasi conhece Esmeralda, a cigana que ele ajuda a escapar do padre do mal, e leva para a Torre do Sino, seu santuário.




Sora conhece as Gárgulas, conhece a condição de Quasimodo e no fim, acaba se solidarizando com ele. O soldado que trabalhava com o padre também, tanto que havia sido acabado de ser expulso da corporação por suas escolhas, e não era mais soldados.




Ai, ambos, Quasi e o loirinho que eu nunca lembro o nome, vão atras de Esmeralda, que se escondeu na cidade dos ciganos. Sora os acompanha, e ao chegar la, descobrem que foram seguidos pelo padre do capeta, e ela é capturada pra ser queimada na praça.




Só que Quasi a salva, enquanto Sora enfrenta um enorme pesadelo que surgiu no lugar do incêndio, e ai Quasi mata o padre, jogando-o da torre, e é salvo pelo ex-soldado. No fim, o corcunda abençoa a união entre Esmeralda e o ex-soldado.




Com Riku a parada é bem diferente... ele chega conhecendo Esmeralda que ainda não tinha encontrado Quasimodo. Ele quem a ajuda a escapar, do Soldado que não foi deposto por ser obediente.




Ele então conhece Quasimodo, quem ele encoraja a sair pra conhecer o mundo, algo que o padre negava. O corcunda ainda não havia saído da torre, muito menos havia participado da festa e coroação onde seria humilhado.




Preocupado com o que o padre poderia fazer, Riku acaba entrando em seu caminho e testemunhando o incêndio de uma casa, de supostos auxiliares de ciganos. O Padre se revela possuído pelas trevas, e o Pesadelo nascido nesse mundo era vinculado a ele. Assim, seu soldado percebe que estava errado e se volta contra ele, mas, é tarde, e a cidade inteira é incendiada pela criatura.




Riku enfrenta o monstro, e testemunha o suicídio do Padre, que se mata ao invocar o monstro (ele tropeça e cai), em cima da torre do sino. 




Ai rola a batalha final, e Quasimodo faz amizade com Esmeralda e o soldado, decidindo sair e se mostrar ao mundo.


Então ambos destrancam esse mundo e seguem pro próximo.



Mundo de Tron




Sora reconhece o mundo assim que pisa nele, apesar do visual meio diferente, o fato dele se vestir com trajes virtuais já o deixou empolgado pra rever seu amigo Tron, mas, ele percebe uman ave estranha, vai atrás, e é capturado por soldados virtuais.




Ele consegue escapar, após confrontar também um soldado estranho e muito forte, é ai que ele conhece uma galera que conta que aquele que ele enfrentou, era Tron, quando ele questiona onde seu amigo estaria.




É ai que Sora, e uma garota que se une a ele, procuram Tron com a esperança de traze-lo de volta, pois havia sido reprogramado. Os dois caras vão pra outro lado, buscar uma saída ou algo assim.




Ele acaba descobrindo que apesar de ser o Tron mesmo, não era o mesmo que ele tinha conhecido. Ele até tem a chance de derrota-lo definitivamente jogando de uma nave, mas Tron escapa após derrubar a moça que acompanhava Sora (perdoe, eu não lembro nomes).




Num encontro com Xehanort Jovem (ele sempre aparece em algum ponto, com alguém recrutado), Xehanort explica que o programa usado por Ansem era só uma cópia de segurança do programa original, e este, no qual ele estava agora, era o original.




Daí rola até umas indiretas sobre Sora poder ser falso ou não, sobre o que o tornava o verdadeiro Sora, mas, no fim, o que importa é que o jovem se mantém motivado a ajudar seu amigo, sendo ele o mesmo ou não.



No fim, Sora confronta esse Tron, com a moça ainda viva e usando uma nave, incentivando ele a lutar.




Após vencê-lo, Sora consegue fazer ele se lembrar de quem era, mesmo sendo apenas um programa, e por alguns instantes, Sora sente que seu amigo voltou. 



Só que Tron cai num buraco, morrendo aparentemente. Ai Sora destranca esse mundo.




Riku quando entra nesse mundo não entende nada, ele se vê na nova forma mas, como é sua primeira vez, fica estranhando. Ele é também capturado pelos soldados, que alegam ter encontrado outro programa irregular, mas, não era Sora, era um daqueles caras, que ainda não havia se encontrado com os outro (seu pai) ou a moça.




Eles são levados direto pro cara malvado, um programa, do pai do moleque. Esse programa havia tomado o controle de tudo, e coloca Riku num jogo. Ele então pilota uma moto de luz, enfrenta o chefe louva-a-deus (mas não de forma definitiva) e escapa explodindo a parede.




Depois disso ele encontra o pai do cara, e a moça, que era também um programa e tinha acabado de ser danificada. Ai eles viajam, enquanto o pai repara a IA da moça, contando que ela era um programa especial e raro, com auto-consciência e umas paradas assim, a última sobrevivente de sua raça. Além disso, o pai alega que seu disco é o que seu programa queria (ele era um usuário preso no mundo virtual a anos), e ele tinha escapado.




Seu filho havia entrado na Rede para encontra-lo, mas eles só poderiam escapar se fossem até um determinado ponto a tempo. Com ajuda de Riku eles chegam, no caminho até Tron aparece, mas Riku joga ele do avião (matando ele) como um inimigo qualquer, e no fim, eles chegam no local pra sair da Rede.




Só que o programa vilão aparece, e invoca seu Pesadelo, que Riku derrota. Em seguida ele ataca seu usuário, que por sua vez tem o disco roubado... mas o Disco era da moça, e ela tava com o disco real. Seu filho e ela escapam do mundo virtual, enquanto ele se sacrifica pra deter e destruir seu programa... e Riku fica boiando. 



Ai ele destranca esse mundo.


Mundo do Pinóquio




Riku chega nesse mundo se deparando com Gepeto, o Grilo e Pinóquio, já todos engolidos pela baleia Monstro. Curiosamente, ele passa exatamente pela mesma experiência de Sora em KH1.




Logo de cara ele nota que são todos projeções, pois ao ver Grilo, e nem ser reconhecido, entende que eles estão em suas versões originais. Então, ele recebe a missão de ajuda-los a encontrar Pinóquio que saiu explorando as entranhas da baleia.




É ai que Riku vê sua cópia, não ele projetado (pois nesse caso, ele nunca esteve nesse mundo, mas sim em Monstro), mas a cópia mesmo, criada pela organização, de alguma forma. Ele imita o que Riku fez quando foi atrás de Pinóquio em KH1, mas o abandona e vai embora.



Ai, Riku enfrenta um chefe que estava no estômago da baleia e destranca esse mundo.



Sora por outro lado chega na parte de fora do mundo, um local inédito, o Parque dos Burros.




Ele encontra logo de cara Grilo, que não o reconhece e, faz ele notar que é só uma projeção, algo que ele assimila com o que ocorreu com Tron. Assim, ele se une ao grilo para buscar Pinóquio, que saiu pra aproveitar o parque.




Mas eles só encontram Pesadelos tomando a forma de Pinóquio, até que finalmente o encontram e, o ajudam. Alias, antes mesmo de Sora chegar, Pinóquio havia mencionado um encapuzado que o buscava. Por causa disso o Grilo conhecia o nome de Sora.




Bem, Pinóquio acaba pegando a maldição da Ilha dos Burros, e se converte parcialmente em burro, então ele decide ir atrás de Gepeto, que descobre ter sido engolido por Monstro. Sora vai atrás após a Fada Azul lhe dizer o que fazer.




Ele anda embaixo d'água (sempre quis ver como KH adaptaria essa cena do filme, já que Atlantida já foi abordada) e Sora vai atrás, andando igual a eles.




No fim, Pinóquio e Grilo são engolidos por monstro, como desejavam, pra encontrar Gepeto, e ai o pesadelo congela a baleia, enfrentando Sora, que a derrota e deixa Pinóquio e Grilo seguirem o rumo de sua história. 




Alias, eu achei curioso esse esquema dele acessar o mundo de Pinóqui embaixo d'água pois era uma dúvida que eu tinha. No filme de Pinóquio, ele e Grilo andam normalmente embaixo d'água, mas Sora já visitou o mundo da Pequena Sereia onde para respirar embaixo d'água, precisou virar um tritão. Aqui, é explicado de forma visual que cada mundo tem sua própria física baseada em seus filmes, afinal Sora apenas anda mesmo embaixo d'água.




Detalhe: Nessa versão, Pinóquio ficou com orelhas de burro, dentro de Monstro, diferente do Pinóquio que Riku achou.



Enfim, ambos destrancam esse mundo e seguem.



Mundo dos 3 Mosqueteiros




Nesse mundo, formatado de histórias em quadrinho, Sora se encontra com o Rei, vestido de mosqueteiro. Ele também encontra Donald e Pateta, mas nenhum deles o reconhece. Mickey porém nota a Keyblade e, disfarçadamente, diz que sabe que ele é um viajante.




Ai, ele pede ajuda, e Sora auxilia os mosqueteiros a defenderem a princesa Minnie. Ela precisava ser escoltada, estando sob ameaça de sequestro, razão pela qual os Mosqueteiros haviam sido reunidos por Bafo, o capitão da guarda real.




Então o sequestro ocorre, e os mosqueteiros por serem desunidos, acabam falhando, mas, Mickey os incentiva a continuar lutando, um por todos e todos por um. Eles procuram por Minnie, chegando ao covil dos vilões, resgatando Minnie com sucesso.




Porém, ao anoitecer, eles descobrem que os mosqueteiros foram uma farsa forjada por Bafo, todos se separam, e Mickey tenta confrontar Bafo, sendo capturado e trancado em uma masmorra pra se afogar com a maré.



Sora reúne Donald e Pateta para resgata-lo e ajuda-lo a fugir, e chegam bem na hora que Mickey ta se afogando.




Salvando-o, eles vão atrás de Bafo pra acabar com a raça dele, salvam a princesa novamente, e enfrentam Bafo e seus capangas. Uma armadilha que ele tinha preparado falha do nada, sumindo como num passe de mágica... o que salva os heróis.



Era Riku, de outra realidade, ajudando.




Com Riku a história foi diferente. Ele não conheceu os mosqueteiros, nem Bafo, ele apenas encontrou Minnie e a tirou do baú em que estava presa. Os mosqueteiros dessa realidade tinham falhado em resgata-la.




Mas eles não desistiram, eles estavam confrontando Bafo em busca dela, mas, Riku e Minnie sabiam de uma armadilha que ele tinha preparado. Então, Riku luta pra desativar a armadilha.




Com isso, ao lado de Minnie, ele desabilita a armadilha, e salva os mosqueteiros, algo que pela conexão de Riku com Sora afeta a realidade de Sora também, desativando a armadilha la.




Legal que da pra saber que são realidades diferentes por causa de Minnie. Na de Sora, ela tava com os mosqueteiros na hora da armadilha, na de Riku, ela tava com Riku ajudando-o a desativar a armadilha.



Então eles destrancam mais um mundo.



Mundo de Fantasia




O Pássaro Invocador, depois de fugir de Traverse Town, vai para o mundo de Fantasia onde causa o terror na sinfonia de Mickey. 




Quando Sora chega, se depara com Mickey dormindo enquanto toca as musicas, enfeitiçado pelo chapéu de Yen Sid e corrompido pela influencia do pesadelo. Sora tenta ajudar, atacando com a Keyblade, e é ai que Mickey fala com ele telepaticamente.




Alias, Sora acha estranho a Torre de Yen Sid aparecer do nada, mas logo entende que aquilo era a parte adormecida do mundo do Mestre Keyblader.




Mickey já era aprendiz de Yen Sid e, nesse momento, tinha colocado o chapéu dele só por curiosidade, caindo no sono profundo em que viveria os eventos de Fantasia (o musical). Ele só tinha de carregar alguns baldes de água, e se envolveu nessa bagunça, sem nem começar a trabalhar. 



Por sorte, Sora apareceu e foi orientado a recuperar a partitura e assim, restaurar a música a sua normalidade.




A fase inteira é com o som alterado, as coisas não fazem os barulhos que deveriam, e pra variar, toda a música de Fantasia orquestrada ao fundo... é lindo. Sora passeia pela música até encontrar a partitura, e também Xehanort mas, não da em nada.




No fim, porém, ele é impedido de continuar pois o outro livro de partituras estava trancado. É ai que do nada, a partitura aparece recém resgatada, por Riku, direto da outra realidade.



 Com a sinfonia restaurada a normalidade, o Pesadelo que atrapalhou tudo é encontrado e destruído por Sora.



Ao chegar nesse mundo, Riku se deparou com a Torre de Yen Sid toda inundada.




Mickey também havia ficado preso pela magia em sono profundo, mas, ele tinha conseguido enfeitiçar as vassouras antes de cair no sono, e elas iniciaram o caos da água (pelo que entendi, as vassouras são apenas no sonho dele, no mundo real ele apenas esqueceu a torneira aberta).




Riku, como Sora, tenta ajudar, e entra em contato telepático com Mickey, que o orienta a buscar a partitura em um dos livros. 



Ele consegue, mas é obrigado a enfrentar Chernabog, o demônio em pessoa.



Ao voltar à torre, com a partitura, ele a envia para Sora tocando a sinfonia com ele, paralelamente.




Assim, quando Sora derrota o pesadelo na outra realidade, Mickey é desperto em ambas. O Mickey de Sora agradece e corre pra trabalhar, e o Mickey de Riku agradece pela ajuda e deseja que se tornem grandes amigos. Eles também destrancam esse último mundo.



Mundo Que Nunca Existiu




Com os 7 mundos destrancados (pois é, já foram 7) Riku e Sora retornam para o mundo real, mas, no mundo da Organização, bem na fronteira da escuridão. Riku é o primeiro a despertar, e acha estranho ter aparecido ali, e ainda sob influencia do mundo dos Sonhos (seu corpo se mantém rejuvenescido, suas roupas também permanecem sendo as do mundo do sonho, e até aparecem Dream Eaters por la).



Ao explorar, supondo que talvez ainda estivesse dormindo, ele encontra Sora adormecido, e tenta resgata-lo.



Ele grita pra ele resistir, e despertar logo, mas ai aparece o Pesadelo Encapuzado e ele é forçado a lutar.




Após vencer, Riku é mergulhado na escuridão, e Ansem aparece pra tentar convence-lo a se render, e quem sabe obter mais um receptáculo fácil. Porém, Riku já passou por isso, não temia a escuridão, rejeita o convite de Ansem de boa, e ainda lembra de Terra, e da promessa que fez a ele, de sempre proteger seus amigos.



Ai ele enfrenta Ansem, o derrota e vai atrás de Sora.



Enquanto isso, Sora não desperta, mas se vê no mundo da Organização.




Ele tem ilusões de seus amigos, hora vendo Riku e Kairi, hora vendo Aqua e Terra (divergência com Ventus), hora vendo Xion e até Roxas, com quem ele conversa e compartilha memórias de seu antigo nobody.



Ele também é guiado pela voz de Riku, do lado de fora do sonho, tentando acorda-lo.




No fim, Sora confronta Xigbar, sem lutar, e é exposto a verdade da Organização XIII e dos planos em controla-lo. É ai que ele é posto pra dormir, dentro do sonho, e levado pelas lembranças de Xehanort, até que enfrenta Xemnas.



Depois da batalha, enfraquecido, exausto, Sora perde todas as energias e cai no sono profundo, o último.



Depois disso ele é levado pra sala da Organização, onde é preparado pra receber o espírito de Xehanort, o último.



Dentro de Sora, uma luz, provavelmente a de Ventus, o protege da escuridão revestindo-o com a Armadura de Ventus.



Mas, Riku chega com tudo, e se prepara pra confrontar os 11 encapuzados que surgem.




Bem na hora que o 12º ta aparecendo, o chefão, tudo para. É Mickey, travando o tempo, e mandando Riku pegar Sora rápido pra fugirem.




Só que Xehanort Jovem é um Keyblader, rompe o tempo paralisado e ataca Riku, levando ele pra uma área isolada no tempo, onde é derrotado.




Com isso, o fluxo do tempo volta a correr, e o último Xehanort surge, o carequinha, que fala de seus planos. Mickey até o reconhece, dizendo que seus amigos (Aqua, Terra e Ventus) estavam certos sobre ele, e ai, antes dele finalizar a possessão de Sora, enquanto Xemnas e Ansem lidam com Riku e Mickey, é surpreendido por Lea, quem resgata Sora.




Mas ai os Xehanorts começam a atacar, pois o tempo tava acabando, e Ansem segura Riku e Mickey. Lea confronta Isa, que se revela um dos seguidores... e então, quando ninguém esperava, Donald e Pateta aparecem do nada, caindo sobre Ansem e libertando Riku e Mickey.




Então, o tempo acaba. Todos começam a sumir, e voltar pra seus respectivos tempos. De alguma forma, Xehanort havia descoberto como usar os sonhos para viajar no tempo, e levar seus seguires para aquele momento, mas a influência dos sonhos tinha se esgotado.



Assim, todos retornam pra Yen Sid, Riku e Sora em suas formas originais, mas, Sora permanece desacordado.




Depois de Mickey se oferecer pra entrar na mente de Sora e acorda-lo, Riku acaba sendo o escolhido por Yen Sid, e parte pra sua missão.



Mais uma vez ele acessa o mundo dos sonhos, e consegue após confrontar os males que afligiam Sora, liberta-lo.




Riku acorda depois, com Sora já de pé e festejando, que comemora por ele voltar como se Riku tivesse sido a "bela adormecida" da vez. Só que na verdade Riku que era o herói...




Então com ambos de pé, Yen Sid se prepara pra condecora-los como Mestres, mas apenas um havia sido bem sucedido, no teste todo zoado que o mago ofereceu.




Como Riku foi duas vezes ao mundo dos sonhos, e ainda foi bem sucedido no resgate de Sora, ele recebe o título de Mestre (quem imaginaria hein).




Sora fica mó feliz por seu amigo ter sido condecorado, e diz que na próxima será ele (ele comemora tanto, que nem da pra acreditar que ele não foi o escolhido. Detalhe esse que mostra o quanto Sora ama seu amigo).




Nesse mesmo momento, Lea diz que será o próximo a se tornar mestre, e no momento que fala que ta tentando descobrir como invocar Keyblades, ele invoca sua primeira.



Ai todos se preparam para o que virá a acontecer no futuro. Xehanort ainda estava de pé, e tinha planos vindouros.

Assim, Sora pede um tempo, pra resolver algumas coisas.



Ele parte então, deixando os outros na torre de Yen Sid.


Sora vai para o mundo dos sonhos, sem ser numa missão, só pra ver seus amigos Dream Eaters. Ele é recebido por todos, que agora não eram mais pesadelos. Todos haviam se convertido em Espíritos, e fazem questão de recepciona-lo pra sua felicidade.




Por fim, Riku é enviado numa missão, pra buscar Kairi, enquanto Lea é enviado pra treinar com Merlin no uso de sua Keyblade.




Quando Kairi chega, ela recebe o título de Keyblader, reconhecida por ter portado a Keyblade em KH2. E assim, faltava apenas resgatar Aqua, e encontrar o 7º Guardião da Luz.



Enquanto isso, no castelo em que Ventus havia sido escondido...



 Ele sorri, ainda desacordado, ao sentir a felicidade de Sora.



Fim.



Considerações Finais

Mensagem Secreta


Ao se liberar o final secreto, também obtém-se uma mensagem secreta. É um último arquivo, que é uma mensagem secreta para o jogador.



Eu sinceramente não entendi bem ela, fala sobre um número novo que surgirá do passado. Talvez se refira ao último guardião da luz. Será Ventus? Será Terra? Ou será alguém ainda mais do passado???



A Cara Assustadora


Sempre que alguém menciona as coisas mais assustadoras dos games, vira e mexe falam da cara gigante de Eileen, em SH4. Então, em KHDDD, tem uma cara concorrente:




Essa cara assusta pra caramba, os olhos dela seguem Sora, e nem tem uma explicação. É apenas um elemento do mundo de Pinóquio. Talvez seja só eu... mas eu fiquei com medo dessa coisa.

Enfim, por enquanto é isso.

O texto nem ficou grandão né? Espero que tenha gostado. Se achou algo errado, ou faltando, não hesite em me falar.

See yah!


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4 Comentários

  1. Nice análise Mr. Morte
    Agora só faltam um filme e um jogo pra acabar... Por enquanto
    KH3 tá hype pra caralho, e duas de suas desconfianças nessa análise acabaram se tornando verdade (uma no jeito mais estupidamente plot twist possível) e o próximo jogo da franquia vai ser a coisa mais hype que essa franquia já viu, se o final secreto puder servir como medida.
    Aguardando a análise de Re:Coded e 3

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    1. Opa, obrigado sr Madruga. Acredita que nem comprei KH3 ainda? Não o fiz pra não jogar antes de analisar os que faltam... mas man, to tão empolgado e curioso...

      Ainda falta o Re:Coded, mas eu quero jogar ao invés de ver aquele filme em cutscenes do KH2.5, tant oque já to com ele separado e preparado pra isso. Também falta analisar o KH 358/2 days... o chato é que ambos são jogos de DS e eu to na dúvida se analiso através do Celular, ou se jogo pelo PC... No celular a experiência é bem mais semelhante ao DS, mas eu só posso jogar nos fins de semana, enquanto no PC seria algo mais dedicado, porém com uma experiência menor...

      Bem, assim que eu conseguir analisa-los, irei pegar KH3 imediatamente.

      Alias, obrigado por aumentar minhas expectativas.

      See yah sr Madruga, e também muito obrigado por dar um feedback... sem isso meio que da uma desanimada pra analisar certos games, e tipo, o sr deu uma reabastecida no combustível de KH.

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    2. Acredita que eu tinha esquecido completamente do 358/2 Days? kkkkkkkk
      E pode ficar com as expectativas altas. Depois de ter visto o final secreto de KH3 o meu hype pra a franquia aumentou em mais de 1000%, fora que KH3 tá excelente.
      Btw, leve seu tempo no jogo. Ele leva cerca de 30 horas pra zerar pela primeira vez e rushar não diminui significativamente esse tempo.
      E pelo amor de Kingdom Hearts, LEIA OS SECRET REPORTS! Os desenvolvedores deixaram tantas brechas pra serem explicadas nos próximos jogos por meio deles que é ridículo (e a maioria é ligada a Union X, inclusive alguns personagens tem ligações... Interessantes com os Foretellers)
      Feliz de saber que meu feedback ajudou nas próximas análises. Que venha Re:Coded e Days agora

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    3. Falando assim da até vontade de pular os que faltam rs... mas eu preciso mesmo conhecer a história do Data Sora e de Xion antes de pensar em jogar KH3...

      Bem, não se preocupe com os reports, eu sempre leio tudo pra adquirir o máximo de informação...

      E... saber que o Union é importante pro 3 só aumentou minha fé na Squaney.

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