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quarta-feira, 21 de novembro de 2018

AnáliseMorte: Rise of The Tomb Raider - Conheça a história de Lara, a aniquiladora de tumbas.

Quer conhecer a história de Rise of the Tomb Raider, a continuação direta do aparente "remake" da franquia Tomb Raider? Pois é, só ler esse texto que seu desejo se cumprirá.


Mas, já adianto que não será la grande coisa não... diferente do primeiro jogo, este não me empolgou em quase nada, então não vou fazer como no outro onde mergulhei fundo e pesquisei pacas.

Ainda assim, compensa ler viu.

Tem spoiler.

Antes de começar, eu recomendo que leia o primeiro post de Tomb Raider. Seria melhor assim pois, eu usei ele como base comparativa.

Boa leitura.


Ah, "Rise of" seria aquele jogo que traz a grande desbravadora de túmulos já seguindo seu destino e se tornando uma senhora arqueóloga e aventureira, porém, o que nos é apresentado é um tipo de Guerrilheira Exploradora e Aniquiladora de História.


Cara, Lara agora decidiu que irá fazer justiça à seu pai, e fará com que todos passem a acreditar nele, e no que ele tanto pesquisava, e foi ridicularizado. Isso depois de passar por Yamatai e aprender na base do sofrimento, que o sobrenatural existe mesmo.

Só que os métodos que ela toma pra isso são desastrosos, no mínimo.



Sozinha, ela lidera um grupo de terroristas fanáticos até uma cidade perdida e consegue aniquilar vilarejos e povos preservados no anonimato das montanhas, com uma guerra arrastada e provocada por ela! Isso, se auto-considerando uma mocinha, benfeitora e pesquisadora.


Além disso, saindo um pouco do roteiro, o jogo não apresenta quase nenhuma novidade em jogabilidade. É quase uma DLC com gráficos melhorados, do primeiro jogo lançado em 2013.


Ta, temos coisas novas sim, como os 100% de dublagem nacional, o que é bem feito e interessante, e a nova região e seu clima, na neve, com direito a escaladas, e batalhas contra uma variedade legal de animais silvestres, como por exemplo, um baita de um urso.



Mas, tirando isso, é o mesmo jogo! Eu diria que é até menos imersivo, e menor que o primeiro.



A história não ajuda em nada, pois é tão curta, que posso resumir em uma única linha se quiser. Duvida? Se liga:

Lara busca pela fonte da vida eterna, encontra, destrói, e acaba virando alvo de uma seita religiosa.

É isso mano, é só isso.

Sabe, Tomb Raider passou a chamar minha atenção quando se mostrou uma franquia que, inicia com o natural, e termina com o sobrenatural. Uma franquia em que você começa lutando contra pessoas e animais, e termina peitando dinossauros e demônios, sem perder o ar de exploração.

O primeiro jogo me fez gostar ainda mais, ao mostrar algo além disso, o quesito sobrevivência. Era uma garota, fraca, descrente, porém curiosa, e esforçada, além de corajosa, que se mete num problema terrível, enfrenta animais selvagens, soldados e assassinos alienados e super bem armados, pra no fim descobrir que está presa numa ilha enfeitiçada por uma rainha antiga de vida eterna que controla tempestades, e tem um exército de zumbis samurais a protegendo!

Agora, tudo se resume a um tio de vida eterna, que se auto-intitula "O Profeta", que acaba se arrependendo de ter vida eterna, e através de Lara, bota um fim nessa "maldição". Legal que, ele criou um exército, de soldados zumbis, e esse é o grande inimigo final do jogo.


A sensação de estar jogando a mesma coisa, só que com uma qualidade inferior em termos de história, é inquestionável.

Tem suas diferenças, tem, é claro que tem. Começando pelo fato de Lara não ser mais uma mera sobrevivente, aprendendo a se virar num lugar inóspito. Aqui, ela é uma exploradora, autônoma, que faz questão de ir atrás do perigo e se envolver em uma confusão, tudo em nome de sua curiosidade.

E ai, ela acaba deixando rastros, rastros estes que levam vilões até aquilo que ela deveria preservar, e eles, juntamente com ela, em uma batalha estúpida, acabam por destruir tudo.

Chega a ser irritante! Frustrante!

Muito da análise seria parecido, ou igual o que já escrevi sobre Tomb Raider, porém, vou ser mais detalhista agora.

Jogabilidade

É a mesma coisa!



O que muda é que agora Lara tem 2 Machados de Escalada, e consegue usa-los pra se pendurar, balançar, e essas paradas ninjas basicamente impossíveis no mundo real, pois cordas enrolam fácil.


Ela tem o Arco, tem as Pistolas, tem Metralhadoras, Espingarda, tudo do mesmo jeito. Aqueles apetrechos e combinações como o Detonador de Portas, isso ela não usa mais, mas ela da um jeito de explodir tudo quando necessário.


Ela pode fabricar Flechas e itens consumíveis, inclusive bombas, com o que ela encontra por ai, e vai montando em seu inventário.


Ela também pode ficar escondida e matar geral na faca, e fazer umas finalizações legais baseado em sua grade de habilidades... que alias, é evoluída exatamente do mesmo jeito.


Tem fogueiras, ela senta, descansa, mexe no inventário, evolui as paradas, aprende movimentos de sobrevivência, assassinato e mais umas frescuras, melhora armas, etc. Até o Fast Travel existe do mesmo jeito, então, sem novidades.


Se bobear a maior mudança mesmo é que Lara pode nadar agora, nadar e mergulhar sabe, e em uma parte do jogo ela consegue um respirador e pode ficar um bom tempo embaixo d'água, mas, é algo simples.


De resto, ela explora, tem cavernas e calabouços, com enigmas desafiadores, mas é tudo secundário, tudo side-quest. Se tem tumbas que ela é obrigada a explorar pra história prosseguir, são umas 3, sem brincadeira.



Por fim, é tudo do mesmo jeito então chega!

Antes que eu me esqueça, existem os animais silvestres, que derrubam a pele depois de batalhas intensas, mas nada que preste pra alguma coisa. No máximo, da pra fazer um roupa legal e trocar seu visual, algumas roupas dando melhorias mas, é algo bobinho e visualmente estupido.


Como a história corrida se passa num intervalo de 2 ou 3 dias, se não me engano, ficar trocando de roupa nem faz sentido!

Personagens

Lara



A pior arqueóloga do mundo, uma ótima investigadora entretanto, Lara ama invadir tumbas, abrir túmulos, roubar artefatos antigos, destruir tudo o que ficar pra trás, e tudo isso enquanto "estuda".


Ela lê uma porrada de idiomas, e aprende mais e mais conforme encontra novos textos. Ela coleciona documentos, tem uma memória maravilhosa, mas repito, é péssima arqueóloga. Tudo pra ela é na base da machadada e explosão.


Ela tem também uma mira incrível, resistência física anormal (ela se cura sozinha conforme anda) e uma sorte sobrenatural. Além de tudo isso, ela é uma assassina de sangue frio, e não preserva a vida de quase ninguém.


Só que, as coisas ficam intensas pra ela quando ela explora a maior tumba de sua vida: Sua própria casa. Lara entende e aprende tanto viajando dentro de seu próprio lar, que acaba dando um tapa de realidade na própria face.


Isso ocorre num tipo de DLC, uma fase especial em que Lara viaja em sua Mansão já antiga e abandonada, pra tentar impedir que seu tio tire sua herança. Ela descobre tanto sobre si mesma, sua família, sua história, que aprende na marra aquilo que seu pai não teve tempo de ensinar: Preserve, observe e respeite.

Ana



Essa é a madrasta de Lara, com quem seu pai se envolveu após o fim de sua mãe, e antes de morrer.

Ela é uma moça gentil, que tenta ajudar Lara o quanto pode, até revelar ser na verdade membro de um grupo de vilões religiosos obcecados pela fonte da vida eterna, que estavam usando seu pai para chegar até ela.


Ana era inclusive líder de uma divisão inteira, e ela tinha um irmão stigmata, o qual queria fazer tudo por ela. Ela tinha uma doença mortal e precisava da fonte pra conseguir se curar.

Só que, Ana, a manipuladora, é desmascarada por Lara e traz ódio a garota que já não respeita nada, e é ela quem ajuda Lara em suas destruições desenfreadas.

Konstantin
Irmão de Ana



Esse cara tem furos nas duas mãos e acredita que são stigmas lhes dado por Deus. Ele crê que é um enviado para encontrar a fonte da vida eterna em nome da Trindade, a organização religiosa que manipula geral.


Mas, pasme, os furos foram feitos por Ana, quando eram crianças, e ela sussurrou suas ordens pra ele acreditar que era Deus falando com ele enquanto dormia. Ela confessa isso numa gravação! Ou seja, o cara era só doidão mesmo, e em meio a sua fé, causa a morte de muitos e, destruição atrás de destruição.

Ele quem invade as montanhas, ataca os vilarejos do povo que protegia a Cidade Perdida, e no fim, ele quem destrói, queima, e pulveriza a cidade perdida, quando Lara a encontra.

Ele é o último chefe do jogo, e é o mais brochante que poderia ser com esse background dramático.

Jacob
O Profeta



Esse cara, como já mencionei, é o grande descobridor da Vida Eterna, a qual lhe amaldiçoou. Com os poderes que conseguiu, ele ficou por séculos induzindo pessoas a acreditarem que ele era um tipo de ser divino, mas no final ele acaba por ser um idiota mesmo.


Ele tem poderes de cura incríveis, e não pode morrer, não importa o que aconteça. Ele inclusive "morre" alguma vezes na história mas sempre volta, e o mais legal, é que mesmo com essas características, ninguém nem suspeita que ele seja o Profeta das lendas.

As lendas mencionavam um escolhido divino que nunca morria, e curava, e Lara fica em busca disso por um bom tempo, chegando na cola desse cara, que ela salva, mais de uma vez, resgatando ele da Trindade e no fim, a ficha dela cai e ela percebe que ele é imortal.

Mas, apesar de ser um idiota, ele não é mau. Na real ele é até que um cara bem gentil, ensinou um povo inteiro a viver da natureza, usando todos os recursos dos arredores da Cidade Perdida e ao mesmo tempo, protegendo seus segredos. Ele tem uma filha, que não tem menor importância pra história, e no fim, ele tem como grande missão, proteger a Fonte da Eternidade.

Só que nem tudo são flores. Ele foi responsável pela Cidade Perdida ficar Perdida, e pior, ele fez com que seu exército de fieis, um grupo de pessoas gigantesco que passou a ser imortal, e aparentemente irracional por causa disso, ficasse trancado junto à cidade, e à Fonte da Eternidade.

Eles tinham como última tarefa guardar a cidade e a fonte, matando tudo que se aproximasse, e convertendo em parte do exército. OS imortais consomem os mortais e tornam eles parte dos imortais, num ciclo sem fim. Era disso que o Profeta queria proteger o mundo, por isso o isolamento.

Jonah



Lembra do gordinho que sobreviveu com Lara em Yamatai? Ele agora é seu fiel escudeiro, sempre ao seu lado em suas aventuras, até que uma avalanche leva Lara pra longe, e ela pede pra ele NÃO SEGUI-LA!


Jonah segue, encontra Lara, encontra o Povo das Montanhas, mas é sequestrado pela Trindade e é um desvio de história clichê e desnecessário. Lara acaba tendo de resgata-lo em uma parte sem qualquer impacto real pra trama e no fim, tudo volta pra mesma direção.

No máximo, Jonah serve pra provar que O Profeta é místico, pois ele é ferido mortalmente, e o Profeta o cura com facilidade.

Richard
Lord Croft

Ele não aparece, diretamente, na história. Apenas em flashbacks e delírios. O patriarca dos Croft era um fidalgo obcecado pela Vida Eterna, Ressurreição e tudo que contrariasse a morte. Por décadas ele se dedicou a pesquisar tudo de mais místico, e até descobriu coisas surpreendentes, mas a mídia o rotulou de louco.


Depois da morte de sua esposa, ele se isolou, em busca da Cura pra Morte, e quando fracassou, ele aparentemente cometeu suicídio, deixando sua filha para o mordomo cuidar, e explodindo os miolos no escritório.


Sua morte foi estranha, mas, Lara por muito tempo não o perdoou. Até que pisou em Yamatai, descobriu que tinha verdades que seu pai conhecia e o mundo não, e passou a defender a imagem dele. Ela não chegou a suspeitar que a morte dele foi uma farsa, induzida por interessados em suas pesquisas, mas, depois de conhecer a Trindade, isso passou por sua cabeça.

Amelia
Lady Croft

A mãe de Lara desapareceu e a família dela, que odiava o Richard Croft, fez questão de condenar o cara pelo que ocorreu com ela.


Eles se amavam muito, ambos eram estudiosos e pesquisadores apaixonados, quando se conheceram ela era noiva de outro cara, e conforme se envolveram ela largou o noivado arranjado, e se casou com ele sem que ninguém autorizasse, virando uma Croft.


Depois de terem a Lara, todos viveram felizes, mas Lord Croft tinha sua obsessão pelas pesquisas sobre superar a morte, e ai, um dia, Amelia sofreu um acidente de avião e ficou sozinha, isolada nas montanhas, no frio, por dias, até morrer. Seu marido a encontrou, mas não revelou pra ninguém.


Ele se isolou em sua mansão, e usou seus estudos pra testar um Elixir da Vida em Amelia, e assim, trazê-la de volta, mas não funcionou.

Com isso, Richard Croft fez um mausoléu pra sua amada, dentro da mansão, e o trancou com tijolos. Lara encontra essa tumba no futuro, quando investiga sua mansão, e encontra o corpo de sua mãe, mas, diferente de todas as demais múmias e caixões que já achou, ela entende que sair empurrando a tampa não é o certo.


Ou seja, aparentemente, Amelia e Richard Croft estão mortos, porém Lara não tem certeza do que houve com seu pai, e ela não teve coragem de abrir o túmulo de sua mãe. Vai saber o que houve realmente com eles!

E é isso...

É isso que o jogo oferece de história.

Quer conhecer mais? Tudo bem, contarei o enredo de Rise of the Tomb Raider, porém resumirei bastante.

Tem 3 histórias pra contar. A principal, a da Baba Yaga, que é uma DLC boba, e da Mansão Croft, mas essa última já revelei tudo de mais importante que tinha nela, exceto alguns detalhes bem interessantes.

Rise of the Tomb Raider



Lara e Jonah estão numa montanha nevada na Sibéria quando do nada, Lara fica tão empolgada por saber escalar, que grita, e ao fazê-lo, inicia uma avalanche. 



Moral da história: Se ta escalando os montes Chersky, não grite.



Um tempo antes, Lara chega em seu apartamento, e notou que alguém havia vasculhado suas coisas. Ao ficar apreensiva, ela quase atacou sua madrasta que chegou do nada, para conversar com ela.



Moral da história: Não deixe sua casa destrancada.



Lara estava pesquisando sobre a Tumba do Profeta, uma das grandes pesquisas não finalizadas de seu pai. Decidida que encontraria, ela fala pra sua madrasta o que faria e viaja pra Síria, onde os documentos de seu pai apontavam que a tumba estava.


Mas, chegando la, seu Uber é atacado por um helicóptero com metralhadoras, e ela corre contra o tempo para encontrar a Tumba do Profeta antes de um grupo chamado Trindade destruir tudo.



Moral da história: Ubers não são confiáveis.



Ela encontra a Tumba, mas estava vazia, e ela entende que o Profeta estava em outro lugar, e provavelmente vivo, apesar disso ser impossível. 


Só que, em meio a suas descobertas, a Trindade a encurrala e quase executa, mas ela consegue escapar, e destrói toda a cidade que tinha acabado de encontrar, uma cidade antiga, repleta de artefatos históricos, simplesmente inundando tudo, depois de matar alguns dos membros da Trindade.



Moral da história: Lara não sabe preservar nada.



Na Inglaterra, em sua mansão a muito abandonada, Lara investiga sobre as conexões do que ela descobriu com o que seu pai descobriu, e ai ela chega à conclusão que a sua busca real era sobre uma Cidade Perdida, onde o segredo da vida eterna se escondia. 


Jonah chega, e eles conversam sobre isso, onde ela explica do jeito dela que vai até a Sibéria, procurar a Cidade Perdida.


Nem da tempo deles discutirem direito, e alguém invade a sala e tenta roubar os diários do pai dela, mas Lara luta, quase morre, e Jonah quase a salva. Só não salva pois não sabe atirar, e tem misericórdia do cara, que pega os diários e pula pela janela, fugindo em nome da Trindade.


Com isso, Lara decide que precisa encontrar a cidade perdida antes da Trindade o fazer... com os diários de seu pai, e as informações que ela mesma adicionou.


Moral da história: Porr4 Lara.



Então Lara acorda, após sobreviver a Avalanche, e entra em contato com Jonah, que ela descobre também estar bem, mas de volta ao abrigo deles.



Ela implora pra ele não procurar por ela, e diz que vai se virar, e realmente se vira.


Ela caça bichos, descobre que tem gente vivendo nas montanhas, salva uma garota das garras da Trindade que já chegou, e ta atacando geral.


Daí, a garota misteriosa pede pra Lara ajuda-la a resgatar seu pessoal, que foi capturado e está sendo interrogado pela Trindade, e ela consegue encontra-los, e salvar alguns, porém ela também mata um monte de soldados, e revela que já ta la pra atrapalhar.


Ela acaba lutando um pouco mas no fim, é capturada e interrogada sobre o que sabe.


Pra fazê-la falar, o líder traz Ana, sua madrasta, e começa a enforca-la, perguntando onde a Fonte da Eternidade estava, mas Lara não sabia, se desespera, e quase assiste a morte de sua madrasta...


É ai que eles se cansam de brincar, Ana revela fazer parte da Trindade, e diz que se Lara não revelou nada, é porque não sabia mesmo, colocando ela numa cela.


Moral da história: Ana curte sado.



Desolada com a revelação, Lara busca uma forma de escapar de sua cela, e depois de encontrar, o cara da cela vizinha pede uma força e diz que irá recompensar, contando sobre a fonte que eles tanto procuram. Com isso, Lara o ajuda.


Depois de ambos fugirem, se separarem algumas vezes, onde o cara aparentemente morre... na real Lara quase se afoga, ele a salva, e depois se separam outra vez.



Eles se reencontram um bom tempo depois, com o cara ileso e matando um monte de soldados da Trindade, então eles se reúnem e o misterioso cara leva Lara pra sua comunidade (na real eles se separam outra vez e Lara chega lá sozinha, mas na hora que ela chega, o cara aparece em seguida, na cola dela), onde apresenta sua filha (que tenta mata-la, pois ainda não confia nela depois de tudo que ela fez).



A filha dele, era a mina que Lara salvou, e ele era o líder da comunidade, que Lara deu a sorte de encontrar também.


 Moral da história: Lara tem sorte pra caramba.



É ai que a história fica chata e enrolada. Lara ajuda os caras a defenderem a comunidade contra o exército da Trindade, no meio do ataque encontra Ana algumas vezes mas nunca tem a chance de dar o que ela merece... na verdade até tem, mas só comete vacilos.


E, no fim, depois de muita, mas muita enrolação, Lara encontra Jonah, que consegue chegar na comunidade, e ambos se ajudam pra encontrar um Mapa especial que leva pra Cidade Perdida.


Eles encontram o tal mapa, mas Lara quase morre no processo pois a Trindade ataca, e Jonah a salva, mas é sequestrado por eles. O líder da comunidade também toma bala no bucho.


Moral da história: Jonah vacilão.



Com isso Lara precisa salvar Jonah, e depois de resgata-lo, ele toma um tiro do líder da Trindade, que escapa.



Jonah quase morre, mas o líder da comunidade cura ele com magia, e revela ser o Profeta (a vá!)



Lara tinha descoberto que a porcaria da cidade perdida estava praticamente do lado da comunidade, dentro de uma montanha.


Ela acessa a cidade, por uma passagem que o Profeta aciona.



Moral da história: O Profeta fez tudo isso só pra enrolar, pois podia abrir o caminho desde o inicio.



E ai Lara invade o local cheio de zumbis grandalhões, enquanto a Trindade, que também tinha revelado o mapa do seu jeito, também encontra, mas invade por fora destruindo a montanha.



Então Lara busca pelo local da Fonte Eterna, com a desculpa de que precisa chegar antes da Trindade.



Ela enfrenta vários zumbis guerreiros que tacam fogo azul... 



Destrói a cidade perdida por dentro, enquanto a Trindade destrói por fora...



Depois luta contra o helicóptero da Trindade, isso após matar um monte de soldados e zumbis que estavam em guerra. Ela usa a ajuda de alguns dos nativos que catapultam pedras no helicóptero quando ela comanda.


E depois de toda essa destruição, Lara encontra o irmão da Ana, líder da Trindade, e luta contra ele, sem armas pra dificultar.


Depois de vencer, ela tem que escolher se vai mata-lo ou deixa-lo queimar.


Moral da história: Ele morre de qualquer jeito.



Lara avança um teco, e encontra a Fonte da Eternidade, que é tipo aquele Ovo do Harry Potter, só que Ana já ta com o negócio na mão.


Lara diz pra ela não mexer, mas Ana diz que ela precisa, que a vida dela depende daquele negócio.



O Profeta aparece sabe-se la de onde, e tenta ajudar Lara, mas é baleado pela Ana.



Então um exército de zumbis guerreiros entra no local pra proteger o artefato (dane-se o mestre deles né), e o Profeta ainda vivo, diz pra não olharem pro negócio quando aberto pois daria ruim.


Mas, Ana abre e olha. 


E Lara consegue tirar o negócio dela a tempo, eu acho que foi a tempo, e olha pro Profeta, que diz "Vai na fé fia, faz o que você manja".



Lara explode o negócio no chão.



Assim, a zumbizaiada tudo vira pó, e o profeta sente as dores das pedras, balas e outras coisas que o mataram, ou deveriam ter matado, e agradece Lara por ter dado uma força pra ele morrer logo.



Assim ele vira pó, e é fim.



Lara pega Ana e leva sob sua custódia pra longe da comunidade. No caminho elas batem um papo e Ana diz que o tempo dela ta acabando, graças a a Lara, e revela também que a Trindade é muito maior do que ela imaginava, e eles quem mandaram matar o pai dela.


É ai que Ana toma uma bala na testa, de um sniper, que mira em seguida na cabeça de Lara.



Mas o cara pede permissão pra atirar, e alguém no rádio diz "Filho, mata ela não, ela ainda vai ser útil".



E ai sim, é fim.



Moral da história: Até os vilões reconhecem Lara.

Baba Yaga

No meio da aventura de Lara em busca da fonte da eternidade, ela encontra uma mina que tenta sobreviver a uns soldados da Trindade.


Ao ajudar, ela descobre que a menina ta procurando pelo avô dela, que foi até umas montanhas ali perto, onde uma lenda de uma Bruxa Russa perdurava.


Lara investiga, e descobre que com o passar do tempo, não foi só a Trindade que invadiu o local atrás da fonte. Outros povos já atacaram a galera das montanhas, e eles aprenderam a se defender contra esses invasores.


O avô dessa menina tinha trabalhado em minas onde conheceu sua amada, e ela quem liderou um tipo de revolução contra os russos que tinham escravizado a comunidade. Acontece que a região era rica em minérios uteis pra eles, mas a mulher conseguiu fazê-los se rebelar e libertar.


Só que ela sumiu. A menina dizia que a bruxa tinha matado a avó dela, e agora seu avô queria se vingar, depois de tanto tempo. Lara vai atrás, e acaba entrando num ponto repleto de toxinas que criam alucinações.



Ela chega inclusive a encontrar a Baba Yaga, contra quem tenta lutar mas, acaba se ferrando pois a bruxa envia vários cães infernais.



A Bruxa alias montava em uma Casa com Pernas, era bizarro...



Depois de sobreviver, por um milagre, Lara descobre que o local que ela entrou era repleto de plantas que exalavam uma toxina alucinógena, e junto com a menina, e uns diários de sua avó que era um tipo de botânica, ela bola um antídoto.



Com esse antídoto, ela volta no mesmo local, e descobre que não tinha nada de mais, só era uma floresta feia.



Descobre também que os cães infernais eram apenas lobos que a atacaram...



E pra finalizar, descobre que a Casa com Pernas era um teleférico improvisado.



Ela usa o aparato, e chega até o covil da bruxa, onde encontra o avô da mina ainda vivo. A menina também aparece (ela escala tudo) e ela da o antídoto pro velho.


Lara avança então, pra ver quem era a bruxa, mas seu antídoto acaba na hora H, e ela se vê obrigada a enfrentar a bruxa, seus cães e alguns capangas (que eram os soldados da Trindade que ela controlou com base no medo) e assim, depois de uma luta bem intensa...



Lara descobre que a bruxa na verdade é a avó da menina, e a reúne com seu amado.



E assim, a lenda da Baba Yaga é desmentida, pelo menos a Baba Yaga que atacava os nativos das montanhas.


Moral da história: Não use drogas.

Mansão Croft



O tio materno de Lara (Atlas Mornay) quer botar fogo na mansão dos Croft, e pra impedir, ela precisa encontrar um testamento ou algo que comprove que a mansão é dela, e ninguém pode por a mão.



Ao explorar a mansão que ta caindo aos pedaços, ela descobre que seu pai amava sua mãe.



Então no fim encontra um mausoléu escondido embaixo da mansão, e encontra o corpo de sua mãe que faz com que seu tio decida não botar fogo na mansão e deixa-la sob seus cuidados.


Moral da história: Sua casa pode ser um cemitério indígena e você não sabe.

Claro que, a história é mais longa que isso, mas basicamente Lara pega um monte de documentos, fotos, itens, coisas que revelam bobagens sobre sua história.

Sua mansão é um grande calabouço, e é legal ver que as coisas mais simples com o tempo se tornam as mais curiosas. Lara não sabia nada sobre sua mãe, ou pai, e descobre muito observando, investigando e PRESERVANDO seus pertences. 

Talvez ela tenha entendido que destruir, explodir, queimar, obliterar, inundar, pulverizar, estilhaçar e todo tipo de sinônimo de quebrar coisas, não é legal quando seu trabalho consiste em descobrir os mistérios do mundo.

Observação:

Sabia que Winston, o mordomo de Lara, existiu aqui também?

Não é mencionado o que houve com ele, talvez ele tenha morrido de velho, mas ele cuidou dela durante toda sua infância, e alias, ele era como um pai pra ela. 

Ele esteve ao lado dela quando sua mãe morreu, e quando seu pai morreu, e ainda assim, ele já foi preso num frigorífico.

Isso é uma referência direta a "pegadinha do freezer" que muitos jogadores já fizeram com o mordomo nos jogos clássicos (TB3) onde tranca-lo no congelador da mansão é a única forma de fazê-lo parar de seguir Lara.


Ele não faz nada de mais além de carregar sua bandeja, e é mó maldade isso, mas Lara, da nova versão, também já fez isso com ele, quando criança.



Ela montou uma armadilha pra ele e o trancou por vingança, por ele não ter feito algo que ela queria.



Legal que ele conta isso por uma carta, endereçada para o pai de Lara, forma que ele usava pra comunicar as travessuras dela.

Ver isso, me fez pensar que talvez, os universos sejam de fato o mesmo...

Ou é só um easter egg / referência pra deixar a gente alegrinho.

Enfim, é isso.

Curtiu?

Curtinho né? 

Confesso que escrevi mais com vontade de começar logo o Shadow of The Tomb Raider, pois pelo pouco que joguei, ele tem mais profundidade no enredo, e gráficos surreais. Mas, tenho vários outros projetos antes então, acho que vai demorar até la.

See yah!

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