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terça-feira, 16 de janeiro de 2018

AnáliseMorte: Bayonetta 2 - Mais Bruxa, Mais Cabelo

Bayonetta 2


Assim que terminei a análise de Bayonetta, achei que estava livre da bruxa cabeluda, mas foi só o ano começar que fui seduzido pelo segundo jogo. Eu nem imaginava que faria esta análise tão cedo, mas não da, eu joguei, aprendi muita coisa e preciso compartilhar, o quanto antes.

Esta será uma análise complementar, ao mesmo tempo que é original, ou seja, falarei o que faltou em Bayonetta e de Bayonetta 2. Na verdade o segundo jogo já é um complemento por natureza, explicando melhor vários eventos e detalhes que foram apenas apresentados no primeiro.

Dito isto, recomendo que leia a análise de Bayonetta primeiro, pra total compreensão do conteúdo que disponibilizarei, e lembre-se: Spoilers a seguir.

Tenha uma ótima leitura.



Assim que o ano começou, eu pensei no que digitar, comecei a planejar, daí resolvi testar o emulador de Nintendo WiiU (Cemu) que eu já não mexia tinha uns meses, pra ver as possibilidades. Pra minha surpresa, ele progrediu de mais, e hoje já consegue emulador perfeitamente jogos além do Zelda Breath of the Wild (a analise que fiz foi graças ao emulador), dentre os quais se encontra o joguinho da bruxinha.



Comecei só pra testar, vi que tava funcionando perfeitamente, e virei o dia jogando. Eu me empolguei tanto que, terminei Bayonetta 2, e ainda to jogando pra coletar os extras (sim, diferente do primeiro jogo, este me deixou sedento por mais). Durante o jogo foi difícil também me segurar, pois a cada nova revelação eu pensava "Mano, preciso por isso na analise" ou "A cara, precisava ter mencionado isso no primeiro jogo". Tiveram momentos em que eu pensei seriamente em retornar a primeira análise pro rascunho, de tanto complemento que encontrei no dois, de tantas informações importantes que eu julguei irrelevantes no primeiro jogo... mas ai percebi que essa percepção, essa sensação de que deixei coisas passarem, era algo proposital do 2.



Em Bayonetta 2, o que vemos é uma continuação direta, que busca explicar tudo que não foi explicado no primeiro enquanto apresenta uma trama nova. A palavra "complemento" é uma das melhores pra definir o que o segundo jogo é, porém também da pra descreve-lo como "Bayonetta ao Quadrado", pois tudo que ele apresenta remete ao primeiro jogo, elevado por 2.


Não apenas história, mas eventos, elenco e até vilões são duplicados. Tudo o que tem no primeiro jogo, tem aqui, duplicado: Tem duas viagens no tempo, tem duas bruxas capilares, tem dois vilões, tem duas vezes mais inimigos, tem dois enredos paralelos, tem duas vezes tudo o que funcionou no primeiro jogo. 

Mas, apesar da repetição da fórmula, nada fica realmente repetitivo, e o dinamismo é enriquecido, o jogo parece maior, melhor, completo. Porém, há uma dependência: É preciso conhecer o primeiro pra entender ao menos o conceito do segundo.

Eu me lembro dos meus tempos leigos no universo Bayonetta (que perduraram até 2 meses atrás) onde eu comecei a jogar de fato pelos testes no emulador, logo pelo 2, e já fiquei todo perdido com a moça andando numa cidade cheia de pessoas transparentes, virando um felino do nada, com armas nas mãos e pés. Pra dizer a real, eu achei que a transparência dos personagens era um bug visual do emulador, mas não, não era. Soube disso quando joguei o primeiro pra analisar e conheci o Limbo de Bayonetta.



Observação: Sabia que Gatos vivem entre o Limbo e o Mundo Humano? Eu nem tinha notado isso no primeiro jogo, mas os felinos aparecem normalmente, sem transparência, no Limbo. Curiosamente, eles são as únicas criaturas com essa capacidade, talvez por isso os egípcios endeusavam os bichanos, bruxas sempre tem um como bichinho de estimação, e eles são tão envoltos de superstições. Essa é a primeira informação que me fez querer voltar ao primeiro e re-jogar... pra você ver como os detalhes foram muito mais acentuados e reforçados.



Apesar de contar uma nova história, o tempo inteiro há comentários ou menções ao que ocorreu no primeiro, desde o início até o fim. Na verdade, o inicio e o fim é o primeiro jogo, olha que confuso: O inicio do 2 é o final do 1, e o final do 2 é o inicio do 1. O segundo jogo começa onde o primeiro termina, e termina onde o primeiro começa... isso é de queimar neurônios.

Sempre que algo mexe com tempo e espaço, vira uma parada complexa. O primeiro jogo fez o possível pra não se aprofundar muito no assunto, mas o segundo faz o favor de trazer a complexidade à tona. 

Deixando o enredo de lado, em questões de jogabilidade e gráficos, tudo apenas melhorou. Na verdade não há deméritos, Bayonetta 2 melhorou tudo que já era bom, e descartou o que era ruim. Sabe aquele puzzle pós fase de tirinho? Saiu do jogo, tem mais isso não. Na real acho que nem tinha explicação pra isso, por isso tiraram.



Mas, agora tem o dobro de armas além das pistolas, e nenhuma é repetida do jogo anterior, e mesmo as armas parecidas em visual com as do primeiro jogo, tem uma funcionalidade completamente nova. A ideia de equipar até 4 armas diferentes ao mesmo tempo, e ainda usar a pistolinha, se manteve e ainda foi facilitada, com um menu bem mais intuitivo e claro que o anterior (parece coisa boba, mas faz muita diferença o designe do menu).



Curiosamente, lembra que dava pra aumentar ainda mais o arsenal com armas de inimigos? Então, a falha disso no primeiro jogo era o fato de ao equipar uma arma de inimigo, ocorrer a impossibilidade de realizar os movimentos de ataque com mãos e pés (com as armas normais). Dava pra atirar com a pistola, mas o que realmente importava não dava, sendo tudo travado pra arma especial do inimigo. Pois então, isso foi mudado, e agora ao pegar uma arma de inimigo, ela substitui a Pistola do botão Y, deixando o soco e chute livre pra combar com as armas normais da bruxa.



O estilo do jogo é o mesmo, Hack&Slash com esquiva de parar o tempo e finalizações por magia. Detalhe que, as finalizações agora usam em sua maioria, demônios além da Madama Butterfly, então é muito mais frequente a nudez de Bayonetta, e a aparição dos demônios, que aliás, também dobraram em espécime (tem bem mais contratos...).

A movimentação não mudou, em nada, mas a posição da câmera sim, apesar de ainda ser em terceira pessoa. Pode parecer algo bobo, mas pra mim fez um enorme diferencial (principalmente pra qualidade das imagens) mas Bayonetta agora fica um pouco mais próxima da tela. Os gráficos também estão ótimos, tudo mais torneado (( ͡° ͜ʖ ͡°)).



Questão de pulo e andar, é a mesma coisa. Inclusive aquele poder de andar sobre qualquer coisa, independente da gravidade, até isso ta aqui, e agora da pra andar durante o dia também (não só quando tem lua) pois existem algumas máquinas mágicas pela nova cidade que geram luz lunar.



As cutscenes mudaram mais ou menos... ainda há as cenas animadas com lutas impressionantes, e também há os diálogos e cenas por imagens parcialmente estáticas (o vento faz cabelos, roupas e acessórios balançarem, mas a imagem é parada), mas o que muda é que ao invés de Negativos de Filmes, é em um Relógio e no espaço entre os ponteiros que as cenas se enquadram. Este é outro detalhe que me fez repensar na análise do primeiro jogo, pois eu nem mencionei esse tipo de cutscene, na verdade eu até falei, mostrei, mas não dei importância a esse detalhe, mas ele era importante.



Tanto quanto as passagens de fase e seleção de capítulo, onde no primeiro jogo, era ilustrado pela mão de Cereza colocando bonequinhos em um mapa-maquete, e aqui é a mão de outro personagem colocando cartas de tarô em uma mesa.

As cutscenes:

Os negativos remetiam à memória de Bayonetta, perdida, porém recuperada pouco a pouco. Negativos trazem imagens registradas, mas para serem visualizadas corretamente, é necessária a revelação ou projeção. 


Agora, o relógio remete à trama inicial de Bayonetta 2, onde a bruxa precisa correr contra o tempo pra recuperar algo muito importante. Além disso, a ideia de "tempo" é muito mais relevante agora.


As passagens:

Cereza colocando bonequinhos num mapa, era a representação metafórica dela manipulando e guiando a sua versão mais velha pro seu desfecho. Cereza pequetucha não era nenhuma manipuladora, mas ela estava guiando Bayonetta para Balder, o vilão, seu pai, sem perceber. Pra ela era uma brincadeira.


Agora, um dos novos personagens, que também é uma criança, coloca as cartas de tarô na mesa, que tem ligação com o enredo, mas que servem neste momento pra representar o destino, algo pro qual essas cartinhas foram originalmente criadas. A ideia é que através delas descobre-se o destino e prevê-se o futuro.


Pois é, é coisa pra caramba né? Nem grila, ainda teremos muito pra assimilar...

Sobre gameplay, agora há possibilidade de multiplayer. Na verdade, é um extra competitivo em que, conforme se avança na campanha, surgem cartas que destravam disputas contra outros jogadores pela rede. Não é nada complicado, os jogadores podem se conectar via esse modo de jogo, pra lutar contra inimigos e chefões, ajudando uns aos outros, em troca de dinheiro do jogo. 



Cada disputa exige uma aposta, que o jogador escolhe o valor, e a dificuldade dos inimigos depende de quanto o jogador apostou.



Além disso, é preciso vencer 6 lutas seguidas, sem falhar, pois só assim a premiação é contabilizada e é revelado quem venceu mais disputas, recolhendo assim pontos de jogador (pra subir no ranking geral) e também seu dinheirinho.



Durante as lutas, os jogadores podem se ajudar, por exemplo se um perder, há uma contagem regressiva, e o aliado pode resgata-lo, fazendo-o voltar à batalha. Da pra vencer com o aliado caído (o que garante a coroa da partida) mas, se a contagem encerrar antes da luta acabar, é game over pra ambos. Se der game over, não há continuação, não importa quantas lutas tenham vencido, todo o dinheiro apostado é perdido, e volta do zero. 



Através dessa modalidade de jogo, alguns extras são liberados, como lutas contra inimigos únicos, e também liberação de personagem. Da pra jogar offline (eu tive de jogar assim afinal, emulador é tipo crack) mas a máquina sempre joga melhor que você, então é difícil vencer.



O lado bom é que, no caso de vitórias, da uma graninha alta, dependendo das apostas. O vencedor é determinado pela pontuação acumulada pelos golpes, então as vezes, mesmo jogando bem, o rival perdendo, e tudo quanto é vantagem, da pra perder, apenas fazendo menos combos.


Falando em premiação, também existem aqueles troféus de minerais diferentes, conquistado com base na performance durante a jogatina. O que é avaliado, no modo campanha, é o tempo levado, o número de combos e o número de dano recebido. Agora quele esquema chato das caverinhas demarcando a morte e negativando as conquistas pós fase foi retirado (ou eu joguei muito bem pois não perdi nenhuma vez) e o uso de itens não acarreta diretamente na pontuação. O que influencia é o dano recebido pra exigir o uso de tais itens...



Eu peguei bastante Medalhas de Platina e Ouro dessa vez, e tem um novo tipo de Platina (Puro) que equivale ao jogo perfeito. A estátua de Platina é Bayonetta, e a de Platina Pura é Bayonetta com uma Lua... tem uma fase que  só tem 1 luta... foi fácil ver o troféu máximo nela.



Aquele esquema de fabricar poções ainda funciona, mas foi mais simplificado agora (é preciso clicar no livro de poções e escolher qual item será produzido, ao invés de colocar cada componente primeiro).



Os itens são os mesmos, aquelas pirulitaiadas coloridas que Bayonetta curte, mas tem alguns novos, como a poção que faz os inimigos soltarem dinheiro ao receber dano.



Também tem os acessórios de novo, são praticamente os mesmos do primeiro jogo, com alguns novos, eu acho... como eu não liberei todos do primeiro jogo, não tenho certeza se os novos são realmente novos, mas tem um que eu curti e foi 500.000 auréolas de anjo, que restaura magia automaticamente, quando a magia é zerada (apenas 2 pontos, mas já ta bom).



O uso de magia é o mesmo, com bolinhas simbolizando, e a energia vital é a barra verde, ambos aumentáveis pela coleta de Luas e Corações, respectivamente. Aliás, agora eu entendi porque nos jogos onde corações simbolizam vitalidade, como Zelda, pra se obter 1 inteiro tem-se de pegar 4 partes... são as quatro partes do coração mesmo (átrio direito e esquerdo, ventrículo direito e esquerdo). Informação boba essa, mas eu não tinha notado.



Esses itens de melhora por coleta surgem em sarcófagos de bruxa escondidos por ai, e agora tem um novo sarcófago, invisível, que precisa ser remontado pra depois ser destruído outra vez (e liberar o item).



Pra restaura-lo a bruxa precisa coletar 5 fragmentos antes do tempo acabar.



Outro local pra se encontrar esses itens é o Muspelheim, o mundo dos guerreiros. Inclusive, esse foi outro detalhe que me fez querer repaginar o primeiro jogo. Sabe as fases especiais com desafios que se escondem nos capítulos? Então, aqui rola a mesma coisa, porém essas fases agora tem nome e significado: Muspelheim, o local onde bruxas, sábios, demônios e anjos, vivem em batalha eternamente, em busca da glória da vitória, como os mais poderosos guerreiros.



É só a fase bônus, com desafios do tipo "Mate geral antes do tempo" ou "Vença sem ser tocado"... é a mesma coisa do primeiro jogo, mas agora tem significado. Algo lindo, e que me fez questionar a importância que dei na analise anterior, mas eu não errei: No jogo anterior não tinha importância mesmo, agora tem, e é outro local só pra reforçar, sendo a paisagem diferente (apesar de arquitetonicamente idêntica).



Ta vendo como ele engana? A todo momento acontece isso, com o jogo enriquecendo sua mitologia com correções e adições complementares repentinas. O que não é ruim, pelo contrário, é algo maravilhoso pois é notável a evolução de enredo e qualidade que a Nintendo, junto com a Sega, e aquela empresa com um P (num faço ideia de quem são, mas tem uma estrelhinha também) conseguiu criar e melhorar.

Ah, e sobre a Nintendo... Bayonetta é um jogo que não é bem de família, apelando pra sensualidade e malícia, originalmente criado pela Sega. Mas, a Sega agora é parte da Nintendo (eta mundo que da voltas hein...) então, era de se esperar algumas mudanças no lado politicamente correto e familiar desse aclamado título, certo?! Pois então, a versão com os retoques nintendistas consegue ser pior (no sentido bom da palavra) nesse quesito do que o anterior.



Bayonetta 2 começa mostrando bastante sensualidade e vulgaridade, com direito a nudez total e explícita (apenas sem os detalhes menores, ao estilo Magical Girls, com menos brilho)...



Mas, tudo fica mais sutil ao longo do jogo, os movimentos vão ficando menos apelativos, a sensualidade é dosada, a câmera faz menos closes, até que chega ao final e temos um Pole Dance nos créditos, com o rosto de Bayonetta aparecendo, apenas o rosto... literalmente, a câmera mostra a cabeça e parte dos ombros e sugere os movimentos, sugere!



Não é querendo reclamar nem nada, mas eu curtia o lado vergonha alheia, gostava dessa marca de Bayonetta em que ela sabia que seu corpo era absurdamente sexy, e abusava disso apenas por luxúria, algo que com toda certeza está vinculado metaforicamente ao enredo, afinal, ela é uma bruxa, e a imagem que tem-se no folclore mundial sobre bruxas é envolto de descrições repulsivas, que reforçam todo o misticismo acerca das mulheres sábias, que de alguma forma sabiam bem como superar suas dificuldades através de métodos, para a igreja sobrenaturais e diabólicos, e isso eu to dizendo no mundo real mesmo... a Caça às Bruxas foi um período real, representado de forma bem cartunesca em Bayonetta, mas que no passado causou muita dor para centenas de mulheres, tudo embasado no que a igreja discursava, manipulando a população e... foi mal, empolguei aqui... 



Onde quero chegar com isso? Bem, apesar da Bayonetta ter sido nintendificada de leve, ainda é Bayonetta, e nem tudo foi ou será perdido, e foi isso que o 2 mostrou. Ele se adaptou às normas, sem se adaptar totalmente. Eles delimitaram certas coisas, e isso até que é bom pra não sujar a imagem do jogo, e deixa-lo mais familiar (mesmo ainda não sendo completamente familiar... ela mostra o dedo do meio outra vez). Engraçado isso pois em comentário da primeira análise, um dos leitores (salve sr Chaos!) mencionou que no mundo e mercado atual, Bayonetta ia dar sérias tretas judiciais, e provavelmente seria censurada. Eu defendi que apesar de ser uma verdade, a Nintendo tava contornando as regras e melhor, tava tornando o ilegal, legal, tanto que ressaltei o aumento de apelo no inicio do 2, mas não cheguei a falar da diminuição apelativa progressiva.

Então, ufa, acho que a introdução já ta boa assim, agora bora pra analise de verdade! (brincadeira, já despachei a intro e a parte técnica, agora vou falar de armas, personagens, inimigos e enredo).

Armas

O esquema de armas é o mesmo do primeiro jogo: Encontre o Disco de Vinil (LP) Dourado e leve pro Rodin, obtendo a versão principal, mas habilitando também a compra de uma cópia pra que as armas sejam usadas nos pés e mãos ao mesmo tempo. 



Um detalhe interessante é que, nem todas as armas podem ser equipadas nos pés, só pelo fato de serem armas que exigem o uso das duas mãos pra serem manuseadas. Armas pequenas, que podem ser encaixadas e manipuladas por um único braço, se tornam potencialmente acopláveis nas pernas também. 



Essa lógica surgiu em Bayonetta 2, mesmo a ideia de múltiplas armas em todos os membros já ser original do primeiro, la, algumas armas como o Chicote eram restritas para as mãos, sem tanta lógica afinal, pra uma personagem tão habilidosa quanto Bayonetta, qual o problema em por chicotes no pés??? Farei algumas comparações enquanto descrevo as armas e suas invocações (pois é, cada arma tem uma invocação própria agora).


Agora Bayonetta já começa o jogo com um poder novo e devastador, onde ela consome toda a energia mágica quando maximizada, pouco a pouco, adotando uma forma brilhante de bruxa (Climax de Umbra), onde todos seus ataques já saem como uma invocação, sem precisar de finalização de combos nem nada. Com isso, Madama Butterfly perde a exclusividade de ser invocada sem necessidade de finalizações em chefes, sendo que cada uma das armas invoca um demônio diferente...



Ah é, agora o mistério sobre as armas é revelado, mas eu falo disso quando for falar do Rodin...

Pistolas Comuns

No começo Bayonetta usa pistolas normais novamente. Provavelmente as armas que ela pega com Rodin são alugadas, pois do jogo anterior pra este, num passou nem 1 ano direito (na verdade é Natal do mesmo ano dos eventos precedentes).



Se eu soubesse que o jogo tinha essa temática, teria me esforçado pra lançar essa análise antes do Natal e Ano Novo, como comemoração. Tem até o Rodin de papai noel mano... 



Enfim, as pistolas não permitem que Bayonetta invoque Madama Buttlerfly pra fechar seus combos, então não da pra invocar mãos e pés de cabelo...

Pistolas Mágicas
Love is Blue



Por sorte, Rodin leva de presente as pistolas mágicas novas (é outro set, diferente das do jogo anterior, mas são a mesma coisa em efeito) e da pra Bayonetta matar geral.



Elas vem em conjunto de 4, duas pras mãos, duas pros pés, mas Bayonetta é livre pra escolher se usará elas ou equipará outras armas em paralelo, ou apenas as ignorará. Independente da decisão do jogador, no inicio só tem pistola mesmo.



Existe também agora a função de carregar o tiro, uma habilidade comprável, e não tão útil, mas vale a pena ser mencionada.



Espadas Duplas
(Rakshasa)


Armas brancas mudam o jogo de apenas golpes a distância pra fisicamente próximos também, se bem que as pistolas servem pra esmurrar geral enquanto atiram...



Enfim, as espadas são mais ou menos parecidas com a do jogo anterior, podendo carregar o golpe pra fazer um corte grande e forte.




O que muda é que elas são muito mais rápidas, e leves...



Além de terem 2 pras mãos e 2 pros pés, ou seja, diferente do primeiro jogo, agora as espadas são pra todos os membros.


Arco e Flechas
Kafka




Essa é uma arma que só serve pras mãos, e apesar de ser pra ataques a distância, ela é muito melhor que as pistolas. Da pra fazer ataques corpo-a-corpo com ela também, mas é inútil pois causa pouquíssimo dano.



Eis um arco e "insetos", pois as flechas (ilimitadas) são demônios insetos invocados na hora, que ganham a forma demoníaca quando ela usa o modo bruxa.



Ela é rápida e pode ter seu ataque carregado pra lançar mais insetos ao mesmo tempo. Esses insetos parecem envenenar os alvos.



É uma ótima arma pra lutas à distância, superando as pistolas em dano, mas perdendo em velocidade (entretanto, essa perda é contornável com combos que fazer muitos projéteis saírem rapidamente).



Lanças Chamas/Gelo Duplos
Undine



Essas são armas que podem ser acopladas nas mãos e pés, e funcionam de forma parecida com as Durgas do jogo anterior...



Aliás, algo que não falei pois não tinha notado é que o elemento dessas armas muda automaticamente ao fazer um ataque giratório. As Durgas também mudavam, mas eu usei elas tão pouco que não notei o truque pra isso. No caso das Undines, elas mudam de fogo pra gelo, e servem pra jogar enxurradas que queimam ou congelam.



Elas são interessantes pelo dano espalhado pela nuvem de fogo e gelo que geram, mas são lentas (afinal é preciso parar e manter o botão pressionado para que o elemento saia) e são basicamente lanças chamas/gelo que não consomem nada pra funcionar.


Foice Tripla
Chernobog




A Foice é uma arma que ocupa as duas mãos e não serve pros pés. Entretanto, ela compensa isso sendo uma ótima arma de corte físico e ataques em área, pois pode ser usada pra causar cortes transversais poderosíssimos.



Ela pode ter o golpe carregado também, mas ao invés das espadas, a Foice dispara as lâminas em um único tiro, não tão forte (por isso não compensa).



Eu curti essa arma e por muito tempo foi a que mais usei, mesmo não sendo a mais rápida, seu dano é alto e compensa usa-la pra fatiar os anjos e demônios tudo.



Martelo Gigante
Takemikazuchi


O Martelão é a arma mais lenta de todas, e deveria ter o golpe mais forte e pesado, mas pra mim, pareceu o mesmo dano da Foice. 



Quando carregado ele fica eletrificado e um pouquinho mais rápido, mas na prática, a lentidão prejudica a performance tornando ele uma arma pouco rentável.


Ele ocupa as duas mãos, não podendo ficar nos pés, e é a maior arma de todas, mas seu dano é de curto alcance.



Serras Motorizadas Duplas
Salamandra



Essa é uma arma rápida, e com um dano cortante. Ela pode servir tanto para atacar rapidamente, quanto pra parar em cada ataque e serrar o inimigo.



Essas serras podem servir nas mãos e pés, e são bem interessantes por 3 motivos:


1° - No jogo anterior, Bayonetta podia usar serras mas era uma arma retirada de um inimigo angelical apenas. Curiosamente, o mercador de armas citava Motosserras como uma possibilidade, porém não poderia acopla-las em Bayonetta, aqui, é justamente isso que ele faz.



2° - Essa arma não é capaz de invocar demônios em seus combos, pois tecnicamente, elas são o próprio demônio... mas depois falo melhor disso.



3º - Ela serve como o Patins do jogo anterior, uma vez colocada nos pés, e permite uma movimentação mais rápida pra personagem, como se fossem rodas, serrando o chão como pneus que soltam faíscas pra caramba.


Chicote



Não tem uma foto da Concept Art com Bayonetta usando o chicote, mas o origem dele é esse demônio acima. É uma arma que serve pras mãos e pés, e é como cipós de plantas demoníacas.



Parecido com o chicote do jogo anterior, é uma arma de ataques físicos de curto e longo alcance, além de servirem pra acertar alvos enfileirados. 



Essa é minha segunda arma favorita, pois além ser equipável no pé (o que me permitiu usar a Foice junto), é rápida e acerta muito longe, e em área pra todos os lados, com golpes giratórios.



Ela não tem um dano alto, na verdade causam basicamente o mesmo que os tiros das pistolas, mas, pelo fato de acertarem em área e ignorarem obstáculos (da pra causar dano em inimigos, mesmo se tiver outros inimigos na frente, geral sofre), faz dos chicotinhos as armas mais práticas.



Personagens


Os personagens presentes são os mesmos do jogo anterior, mas tem alguns novos, e alguns são melhor desenvolvidos e explicados agora.

Bayonetta
Cereza



Bayonetta agora ta com o visual mudado, com menos cabelo na cabeça, e mais pelo corpo (ela mudou o corte rs). Seu poder continua o mesmo, mas agora ela tem mais apoio de seus demônios, além de ter novas armas. As antigas, pelo que da a entender, foram devolvidas ao Rodin.



Ela aparece fazendo compras com Enzo, pois ta perto do Natal, e ta com um vestido e chapéu bem bonitinhos, que não duram nada pois ela é ataca por anjos e ai, o jogo já começa.



Lembra que no primeiro ela é atacada por um avião jogado por causa de Jeanne? Mesma coisa aqui, mas a ordem dos eventos muda um pouco, onde Jeanne aparece com sua moto, avisando que ta rolando algo estranho com o Paraíso e o Inferno, inclusive perguntando sobre as invocações de Bayonetta, se tem algo errado. 



Daí, um jato vem na direção delas e rola lutinha. Vários anjos atacando em plena luz do dia, no meio da cidade, pouco se lixando pras pessoas, e as bruxas la no meio peitando tudo. O trabalho de Bayonetta é esse, lutar contra os seres celestiais...



Bem, a história do jogo não começa exatamente nesse momento da compra, mas sim em uma abertura com Bayonetta lutando ao lado de sua mãe, durante a Caça às Bruxas. Exatamente como no jogo anterior, a Introdução ocorre com duas bruxas lutando lado a lado em queda livre, contra anjos, enquanto alguém narra a história da Caça às Bruxas de 500 anos atrás, quando as Bruxas e Sábios foram extintos. Dessa vez, a história antiga é bem melhor explicada, afinal, Bayonetta revive esses momentos...



Sabe, viagem no tempo é seu maior poder, com toda certeza, e Bayonetta usa esse recurso novamente. Curiosamente, ela é muito cautelosa, tomando muito cuidado com o que faz ou diz, para não afetar o  curso da história. Lembra que no jogo anterior ela mudou sua própria história, mas a única vítima foi ela mesma? Então, isso ta dentro das regras do tempo do universo Bayonetta. 

Não importa como o tempo mude, os indivíduos permanecerão em suas linhas do tempo, sempre retornarão pra suas próprias realidades, mas suas mentes são afetadas. Bayonetta sabe que não pode desfazer coisas, sabe que por exemplo, não da pra salvar sua mãe, razão pela qual ela nem tenta, apesar de sim, ela volta no tempo e luta ao lado de sua mãe, praticamente testemunhando os últimos momentos dela, sem dizer nenhuma palavra.

Enzo
Ta na moda




Enzo agora é bagageiro de Bayonetta, além de seu informante. Ela ainda luta contra anjos e tal (pra agradar o inferno), mas ta bem mais tranquila e menos compromissada agora, tanto que ao que parece, ela parou de lutar por um tempo (em comparação a Jeanne, que tinha notado as irregularidades de suas invocações).




Ele tem família, esposa e filhos, menciona eles (usando como argumento pra algumas negações que faz) mas nenhum deles chega a aparecer.


Ele é abusado pela bruxa, destratado inclusive, mas é em uma relação saudável... Ele não é triste por isso, nem irritado, apenas não é respeitado mesmo, e vive reclamando, gritando, etc.




Eis um personagem sem grande destaque, que é mais um alívio cômico que qualquer outra coisa.



Além de ser basicamente seu agente de viagens, organizando tudo pra Bayonetta...




Ele banca o piloto de avião e leva Bayonetta pra nova cidade onde a aventura ocorrerá, chamada Noatun, pessoalmente. E é isso... quando ele reaparece na história, é no final, outra vez.

Jeanne
Cabeluda




Jeanne agora ta por ai numa moto, e aparece pra avisar sua amiga sobre as esquisitices que tão rolando nos outros mundos. Existem 3 muntos: Luz, Trevas e Caos, o do Caos é o mundo humano, trevas é o inferno e luz é o paraíso. Jeanne notou uma instabilidade e foi atrás de Bayonetta pra conseguir ajuda.



Bem, sobre seu perfil não tem muito a dizer, afinal ela sai do jogo ao término do primeiro capítulo, sendo na verdade a grande motivação pra tudo que acontece. Como eu disse, há 2 tramas agora, a primeira é a de Jeanne e sua morte.


Durante as lutas, Bayonetta finaliza um anjo grandão invocando Gomorrah (aquele demônio que parece um dragão e só aparecia a cabeça). Depois de finalizar, o mesmo se recusa a voltar ao inferno, força o portal de invocação, rompe os cabelos que o envolviam e surge no mundo humano, no topo de um arranha-céu, violando seu contrato e as regras da realidade, e ainda por cima, separa a alma de Jeanne do corpo dela, que é levada ao inferno em seguida.


Depois que Bayonetta o castiga, ela recupera o corpo de sua amiga, porém a alma dela tinha ido pro inferno. Acontece que, as bruxas são imortais por causas naturais, mas se elas forem assassinadas, ou devoradas por demônios, suas almas vão direto pro submundo, para cumprir suas partes no acordo que firmaram com as várias entidades do mundo das Trevas.


Depois que Jeanne morre, Bayonetta leva seu corpo até Rodin e pede por conselhos. Ela se considera culpada (afinal a invocação foi dela) e deseja salvar sua amiga, perguntando como pode ir até o inferno pra fazer isso (é mais fácil entrar no paraíso do que no inferno). 


Então Rodin explica que, há uma forma de salvar Jeanne, e se Bayonetta fosse rápido, poderia recuperar a alma da amiga e trazer ela de volta, daí entra o tema do jogo, "tempo", com Bayonetta levando o relógio de Jeanne (aquele amuleto do peito que as bruxas usam) pra cronometrar.


Toda a jornada em Noatun, é pra alcançar um portal pro Inferno, presente em uma estranha montanha mistificada pelos habitantes da cidade à sua borda... mas tal viagem leva a um destino ainda mais complicado do que tirar Jeanne do inferno.




Enquanto isso, Jeanne fica em repouso, como corpo no bar, sob os cuidados de Rodin, e a alma no inferno, sendo torturada por um demônio específico.

Loki
"Little One"




Logo ao chegar em Noatun, Bayonetta já tem seu encontro com Loki, porém ele surge em sua forma animal...




Acontece que Loki é um pirralho que vaga pelo Limbo na cidadezinha, sem memórias de quem é ou o que deve fazer, apenas tem uma forte vontade de ir até a montanha.



Ele é jovem, mas é um guerreiro poderoso, usando cartas que são capazes de manipular o espaço e a realidade. Daí vem o tema das cartas na história...



Bayonetta até tenta usar uma dessas cartas, impressionada pelo poder delas, mas só Loki consegue fazer elas surtirem qualquer efeito.



Ele não se da muito bem com Bayonetta de cara, na verdade ele a usa pra chegar até a montanha, e eles vão se relacionando e apegando com o tempo.



Bayonetta o usa pra chegar até a montanha (chamada Fimbulventr, mas eu nunca lembro o nome) também, mas enquanto Loki queria ir ao topo, ela queria ir ao fundo, pois queria ir ao inferno. Sem entender bem, Loki a ajuda nesse caminho estranho.



As vezes, com dores de cabeça, ele joga cartas em espelhos de realidade que mostram ele mesmo, fazendo o mesmo trajeto, mas com uma roupa de cores diferentes. Ele não sabe porque ataca essas visões, nem porque as tem, até que no fim recupera suas memórias e lembra que é, basicamente, deus.



Loki é a metade boa de deus, o mesmo deus que é responsável pela criação da humanidade e tal. Aliás, eu só não coloco "Deus" com "D" maiúsculo por respeito religioso, mas tecnicamente, é isso que o personagem significa, mas falarei disso depois...

Luka
Jornalista, Vaqueiro, Ganchudo e Pegador




Luka ainda é um personagem importante na trama, assumindo agora o papel de seu pai, como investigador, com direito a suas anotações sendo encontradas por Bayonetta.



O trajeto que Bayonetta faz é repleto de desafios e obstáculos insanos, que um mero humano jamais sobreviveria, com direito a passagens extremamente submersas, mudanças de realidade, passagens pelo paraíso, inferno, e através do tempo, e em todos estes locais, Luka esteve, ou conhece.



Ele na verdade segue Bayonetta enquanto investiga, mas são suas anotações que explicam a história por trás da história (ao jogador).



Ele mesmo fala tudo pra Bayonetta em um de seus encontros, mas ele em momento algum anda ao lado dela, em batalha.

Ele até ta por perto por várias vezes, na cola da bruxa, se pendurando por ai com seu gancho incrível, mas nunca chega a lutar ao lado dela.



Ele seria um co-protagonista, se não fosse tão distante em termos de luta. O triste porém, é em questões de relacionamento. Ficou bem claro no final do primeiro jogo que ele tava bem afim da bruxa antes vista como assassina de seu pai, mas mesmo ainda mantendo o interesse, eles não chegaram a ficar juntos.



Ela fica até surpresa por encontra-lo em Noatun, e ele também, mas da forma como ele fala, da-se a entender que ele tentou achar Bayonetta algumas vezes, seguiu ela e tal, mas nunca chegaram a ter um encontro de verdade.




Legal que ela reconhece ele, sai do limbo e o recepciona, chamando ele pelo nome. Algo que não mencionei é que no primeiro jogo ela nunca chama ele pelo nome. Chamava de "Pimpollo" (em espanhol).



Detalhe que Luka não é apenas um cara que observa e escreve, ele fotografa, ele teoriza, e o melhor: Ele influencia! Luka salva a pátria algumas vezes, de forma hilária, mas salva. 

Fica difícil crer que ele é só um humano, pois agora que usa os Óculos Mágicos (uma versão melhorada dos óculos que Cereza lhe deu) ele pode não enfrentar, mas supera tudo quanto é anjo e demônio (as vezes tomando a frente de Bayonetta).



Além disso, muitos dos detalhes e informações que ele tem, são de declarações de seu principal informante: Rodin. Luka passou a frequentar muito o Portões do Inferno, e formou uma relação bem interessante com o bar-man demoníaco, tanto que no final, ele o ajuda em "propagandas".

Rodin 
(Rei Ominoso Diabólico Intimidador Natalino/Negociador)




Rodin é um ser tão misterioso quanto poderoso. Pela primeira vez é possível vê-lo em batalha e cara, ele é imbatível. Além disso, Rodin tem vários de seus mistérios revelados, o que só deixa tudo bem mais incrível: Ele é o senhor das trevas, basicamente, Lúcifer em pessoa.



Nada disso é dito (vai que em Bayonetta 3, Lúcifer aparece né!?) mas é sugerido que ele é o Senhor das Trevas, não apenas pelo que ele é capaz, mas pela história que ele tem.



Ele pode entrar e sair do inferno quando e como bem entender. Sabe aquele portal que ele abre antes de pegar uma arma nova pra Bayonetta? Então, é o inferno, e ele vai la pra matar demônios, e transforma-los em armas. 



Isso lembra muito o poder de Dante em Devil May Cry, e tecnicamente é exatamente a mesma coisa, onde a alma do demônio morto pode ser completamente transformada em uma arma que representa o demônio. 



Rodin faz questão de ir até a fonte, capturar os demônios e da-los para Bayonetta, sem custos, além é claro de simples Discos de Vinil Angelicais. Logo, da-se a entender que os discos e as aureolas são mais importantes pra Rodin, do que qualquer outra coisa...




E ai vem outro detalhe: Rodin precisa de aureolas por conta da graça que elas carregam.




Ele é um anjo caído, que busca recuperar sua graça. É a mesma história de Lúcifer na bíblia, mas o que muda é que ao invés de ficar gerenciando o inferno, Rodin fica no Caos, cuidando de seu bar... ah cara isso lembra muito a série Lúcifer, tecnicamente é a mesma coisa! 

Só que ao invés de Rodin ser um cara branco e boa pinta, que tira a verdade só na base do olhar, é um cara negro, boa pinta, que nem mostra os olhos (vive de óculos escuros). Se Lúcifer e Amenadiel se fundissem, nasceria Rodin...



Enfim, diferente da série, e da história bíblica, Rodin é um negociador que precisa de muita auréola pra recuperar seu poder, exatamente 9.999.999, e isso é grana pra caramba.



Lembra que no primeiro jogo eu fiquei com preguiça de liberar a luta secreta contra Rodin? Então, la era ainda mais fácil pois agora é preciso pegar 10 vezes mais dinheiro! E claro, eu tentei dessa vez, atualmente to com 3 milhões de aureolas contabilizadas, e acho que se eu tirar uma ou duas semanas, consigo todas... mas por não ser algo importante, é bem possível que eu desista dessa missão extra.



Afinal de contas, já vi como Rodin luta na campanha, quando Bayonetta o encontra no inferno e sim, ele vai até o inferno pelos seus portais e ajuda Bayonetta a recuperar a alma de Jeanne, além de dar um presentinho pra ela, que é inclusive quando seu segredo sobre as armas é revelado.



Agora, em uma explicação direta e clara, Rodin não abriu um portal pra Bayonetta ir direto pro inferno pois ele não pode. Seu poder não permite levar ou tirar pessoas do inferno, apenas ele consegue passar, e as armas que cria.



Razão também pela qual ele simplesmente não entra no inferno e resgata Jeanne de vez, pois mesmo se ele o fizesse, não poderia retira-la de la. Como o inferno é gigantesco, também não dava pra ele "posiciona-la" em um ponto que facilitasse seu resgate, mas, ele faz questão de estar la assim que Bayonetta chega, pra ajudá-la, e que ajuda viu...



Ele interrompe a luta final só pra mostrar quem manda, e ele faz questão de matar o chefe, sem fazer qualquer esforço... mas deixo pra falar mais disso depois.

Além disso, ele mantém o corpo de Jeanne o mais "vivo" possível pra alma poder se ligar posteriormente. Tudo isso de bom grado.



Rodin, apesar de ser um demônio poderoso e temido, é amistoso e simpático, e é visto ao lado de Enzo, no começo de tudo (ele pilota o carro do gordinho, na vertical, ignorando as leis da gravidade... é daora). Legal que o cara também estava fantasiado de Papai Noel, por fins de socialização, e ainda se oferece pra levar os presentes da família de Enzo enquanto o gordinho dava carona pra Bayonetta de avião.



No fim ele também é visto do lado de Luka, no Ano Novo, espalhando cartazes de seu bar, enquanto Luka dirige. 



Esse relacionamento, Rodin+Luka, era algo hipoteticamente improvável, mas que deu muito certo.

Rosa
Mammy



Como mencionei, a mãe de Baynetta aparece, ajuda sua filha a lutar (sem saber que é sua filha) e no fim, morre como destinada. O mais interessante de sua participação porém, é a sua perspectiva dos eventos que causaram sua morte.



Nos flashbacks de Bayonetta, não fica muito claro o que houve. Sabe-se que uma multidão de humanos invadiu o santuário das Bruxas, enquanto um exército de anjos também o fazia, e paralelo a isso tudo, todas as bruxas foram massacradas, restando apenas Bayonetta, com sua mãe morta em seu colo, e Jeanne, peitando geral sozinha, mas sem detalhes de nada.



Também sabe-se que a luta se estendeu pra fora do santuário, tanto em pontes quanto em quedas livres em destroços, como é visto no primeiro jogo, tanto no início da outra linha de tempo, quanto nas visões da luta contra o Anjo em forma de dragão de duas cabeças.



Mas, a luta foi muito maior que isso, em níveis colossais, e Vigrid, a cidade do jogo anterior, foi totalmente queimada e dizimada! Os anjos, em sua busca pelo extermínio das bruxas de Umbra e dos sábios de Lumen, fizeram questão de massacrar a população da cidade também. Ao que tudo indica, isso é uma referência a grande queima de bruxas na Caça às Bruxas do século XV.



Agora também é mostrado a extensão da caça, e a luta foi realmente enorme. 

Os anjos atacaram em massa, com direito até a "navios de guerra voadores", e as bruxas não pegaram leve, elas apelaram, usando até Armaduras Gigantes (explico depois). 

Rosa lutou com tudo que tinha, e era visivelmente a bruxa mais poderosa dali, superando até mesmo Bayonetta com seu arsenal provido por Rodin.



Ela usava duas armas de tiro longas e era mortal, mas, ela foi atacada pelas costas, morta como parte de um plano maior...


Balder
Daddy




Por fim, Balder, o pai de Bayonetta e Cereza, e o vilão do jogo anterior, reaparece, mais jovem, com sua idade da época das Bruxas, e é um dos aliados de Bayonetta. Ele também aparece mais velho, tanto antes quanto depois dos eventos do primeiro jogo, logo, temos 3 versões de Balder agora.

Balder Jovem


Sua versão jovem aparece no caminho de Bayonetta tanto no tempo dela quanto no seu, porém essa versão também é dividida em duas: Tem ele antes da morte de Rosa, e ele após a morte de Rosa... Antes que as coisas comecem a ficar confusas, Balder foi retirado do mesmo momento do tempo, duas vezes, primeiro pelo vilão atual, para recuperar o Olho Direito, destruído em seu tempo. E depois ele é retirado por Bayonetta, por causa de influencia divina, para modificar sua memória. Esse Balder é exatamente o mesmo, não pertencente ao tempo de Bayonetta atual, porém a mente dele é moldada conforme a galera o tira de seu tempo.


Depois da Morte de Rosa
(Retirado de seu tempo por Aesir)

A versão de Balder após a morte de Rosa é de outra linha do tempo, na qual ele foi o único sobrevivente, sem ter se encontrado com Bayonetta do futuro. Essa versão é inclusive um grande pé no saco, pois antes de Bayonetta viajar, ele persegue Loki, e consequentemente ela, numa busca por vingança.



Esse Balder usa uma máscara e só revela sua identidade nas batalhas finais, onde também é revelada sua motivação: Ele queria matar Loki, pois Loki matou Rosa.



Mas, na verdade, quem atacou e matou Rosa foi o outro lado de Loki, chamado "Loptr", que é praticamente idêntico a ele. aliás, Loki e Loptr são duas partes de um ser chamado Aesir, o qual manipulou Balder para aniquilar tanto as bruxas quanto os sábios, mas falo disso depois...


O que importa é que ao testemunhar a morte de Rosa, Balder jurou vingança contra o misterioso garoto, e seguindo deus, ele foi para o tempo de Bayonetta para encontrar e eliminar o carrasco de sua esposa. 



Essa versão de Balder aparece até a viagem ao inferno, sempre na cola de Bayonetta e Loki, e chega uma parte que o próprio deus surge ao lado dele, pra ajuda-lo a não falhar. Mas, esse deus revela pra Bayonetta toda a verdade (através de uma visão, pra tentar joga-la contra Loki), tanto da motivação de Balder quanto de seus reais planos para acabar com geral, um tempo depois, Bayonetta viaja pro passado, acidentalmente, empurrada por Loki.



Nessa viagem ela encontra Balder e é nesse ponto que a história dele muda.


Como mencionei, quando a história de alguém se altera, todos voltam pra suas reais linhas do tempo, mas com a consciência alterada pelos eventos passados.



Bayonetta usa isso ao seu favor, para mudar a forma de Balder pensar no futuro, e faz com que o jovem Balder vingativo se converta em um Balder racional, que a ajuda a derrotar o verdadeiro vilão: Aesir.


Observação: No inicio do jogo, no prólogo, onde Bayonetta luta ao lado da mãe em queda livre, contra anjos, enquanto o narrador (agora é Loki quem narra) fala sobre a Caça às Bruxas, e do mito de Aesir, Bayonetta encerra esse trecho ficando frente-a-frente com Balder, ainda misterioso e mascarado. Ela chega a fazer uma piada, um comentário, sobre achar que não haviam mais Sábios de Lumen, e que tava feliz por ele ser do tipo "calado", pois "O último discursou por uns 20 minutos". Isso é uma referência ao próprio Balder, mas do jogo anterior, que de fato falou por 20 minutos até começar a luta de verdade. 


Isso faz parecer que essa Bayonetta é a mesma, da linha do tempo do jogo anterior, porém essa realidade, mostrada no início de tudo, é falsa. Exatamente como no jogo anterior, essa introdução com narrativa é de um passado alterado pelas influências de seres do futuro. No caso, o passado já havia sido manipulado por Aesir, e na história do 2, é manipulado por uma segunda vez, por Bayonetta. Tudo em dobro!

Antes da Morte de Rosa
(Tirado de seu tempo por Bayonetta)


Essa versão aparece quando Bayonetta volta no tempo, ao passado, e ela testemunha a traição de Balder contra as bruxas. Na verdade, ele estava sendo manipulado por outra entidade, e foi enganado, com uma falsa tomada de poder por parte dos anjos, visando o equilíbrio, mas que na verdade estavam preparados pra exterminar tanto bruxas quanto sábios.



Quando ele nota isso, decide ajudar as bruxas na luta, sendo ele o último sábio sobrevivente.




Ele encontra Bayonetta, e assiste a morte de sua amada, vendo inclusive o assassino, mas, Bayonetta impede qualquer decisão do sábio, puxando ele consigo pro futuro, em seu tempo. O cara fica todo confuso, mas ele ajuda a bruxa na luta final, e sim, ele é um dos aliados mais poderosos que ela já teve, inclusive fazendo uma invocação junto com ela, de algo ainda mais poderoso que a divindade demoníaca do jogo anterior.


Eu cheguei a mencionar que acreditei que era uma invocação dupla entre as duas bruxas, no jogo anterior, por conta do tamanho, poder e coloração... pois é, agora de fato é uma invocação dupla, e apesar de não ser tão gigantesca, ela faz praticamente o mesmo que a outra... mas depois falo melhor disso.


Os poderes de Sábios são melhor apresentados agora, e são basicamente a mesma coisa que as bruxas, só que pro lado dos anjos. Ao invés de usar cabelo, eles usam apenas luz, e os anjos surgem de portais exatamente como os demônios, mas vindo de cima pra baixo (do paraíso). Depois explicarei eles melhor, mas é interessante ver que na verdade, os Sábios não eram tão diferentes do que as bruxas.

Balder Velho, antes de ser derrotado.


Balder havia se convertido em um herói correto? Logo, toda a história do primeiro jogo se anularia, certo? Bem, praticamente sim, se não fosse pelo que Balder fez ao derrotar Aesir, ao lado de Bayonetta: Ele se funde a deus.


O que acontece é o seguinte: Após Aesir cair e ser derrotado, perdendo seus poderes, tomando uma surra e perdendo até seu corpo, ele decide ir pra outra realidade e reiniciar seu plano, mas, Balder impede isso, usando seu próprio corpo como receptáculo de deus, absorvendo o espírito de Aesir.



A entidade divina permanece viva, porém dentro de Balder, e para que ele não gerasse mais problemas, Balder toma pra si a responsabilidade de manter Aesir "selado".




Daí ele volta pra sua própria linha do tempo, levando o parasita consigo.



Esse Balder reconhece Bayonetta como sua filha, e antes de viajar pro seu tempo, pede pra ela chama-lo de papai uma última vez (ela até se surpreende por ele ter descoberto sobre ela) e ai, antes de viajar, ele faz ela prometer que um dia, caso ele viesse a sucumbir ao mal de Aesir, ela seria aquela que o derrotaria e destruiria. 



Depois disso, Balder acorda no seu tempo, e se converte no Balder que conhecemos no jogo anterior, obcecado pelo equilíbrio dos 3 mundos, pelos Olhos do Mundo, e pela ressurreição da criadora, já deturbado e perturbado pelo mal de Aesir.


Balder Velho, após ser derrotado.


No inicio do jogo, o Balder derrotado no jogo anterior aparece, e morre, após dizer "Você cumpriu sua promessa filha". Ele também segura algo, uma entidade que tenta sair de seu corpo, e diz "Se vai comigo vacilão". Depois de saber sobre os 3 Balders, já fica claro o que isso significa né? 



Balder segurou Aesir até seus últimos momentos, e quando o Olho Direito foi destruído, com ele ao lado da enorme cabeça arruinada de Jubileus, ele morre levando deus consigo.



Assim fica fácil, mas na verdade essa cena vem antes de tudo, e só da pra entender quando termina o jogo. Por isso eu disse "O jogo começa pelo final, e termina pelo começo". 



Balder morreu, destruído por Bayonetta, que eliminou Jubileus, tacando sua alma no Sol, e destruindo seu corpo até ele cair na Terra. Balder estava na cabeça, e a cabeça caiu numa floresta, daí ele morreu, levando Aesir e o Olho Direito consigo... fim.



Aesir (Loptr)
"deus"




Pra finalizar, o personagem mais importante que é também o grande vilão, presente aqui, e omisso no primeiro jogo, eis Aesir, deus da humanidade.



Ninguém sabe como os 3 mundos foram criados, mas o que se sabe é que existe o Mundo da Luz (Paraíso), Mundo das Trevas (Inferno) e Mundo do Caos (Mundo Humano). Aesir é aquele que detém o poder absoluto sobre o Mundo do Caos, sendo visto pelos humanos como Deus.



Ele é onisciente, onipresente e onipotente, ou pelo menos era, até que se dividiu em duas entidades menores: Loki e Loptr.

Aesir criou os Olhos do Mundo, e ao fazer isso ele dividiu a si mesmo. As razões para ter feito tamanha burrice são simples: Ele queria dar o livre arbítrio à humanidade.



Fazendo isso, ele entregou os Olhos a guardiões, Bruxas e Sábios, e tava tudo de boa.

Porém, por causa da divisão, Aesir deixou de existir, sendo Loptr e Loki duas facetas dele, existentes além do tempo e espaço. O que causou merd4 foi o fato de Loptr ser toda a parte "má" de deus, enquanto Loki era a parte "boa". O conceito de bem e mal é meio vago em Bayonetta, mas depois falo melhor disso.



Loki, preso no Limbo (é chamado de "Purgatório" também), existiu sem envelhecer, enquanto Loptr, manipulativo, causou toda a devastação da Caça às Bruxas, visando recuperar os Olhos que seu eu real deu aos humanos, e retomar o controle de tudo.



Loptr, ignorando Loki, cresceu e assumiu o papel de Aesir, porém desequilibrado, e para evitar que Loki voltasse a ser parte dele, trazendo a bondade dele de volta e restaurando a consciência verdadeira de deus, ele tramou bonito, pegou Balder e o colocou pra caçar a versão jovem e bondosa de deus.



E é... basicamente é a história de um ser supremo que se dividiu, pelo bem da humanidade, e seu lado mal quis tomar o controle de tudo à força.



Não fica claro se Aesir é o deus supremo de todos os mundos, mas ao que parece, ele é sim. Tecnicamente, seus olhos detém o controle sobre o Inferno e Paraíso, e ele mesmo se manteve controlando e observando o Mundo Humano, onde os humanos estavam com o real controle dos outros mundos. Mas, ao que tudo indica, ele era o criador de tudo, tanto que o Inferno e o Paraíso estavam em conflito e bagunçados, com os seres indo de encontro à Aesir, após ele "enlouquecer".

Formas Animais

Bayonetta


As "Bestas Interiores", são formas de animais que as Bruxas costumam usar. Até então, Bayonetta e Jeanne eram os únicos personagens que tinham essas transformações, mas, agora tem bem mais, e não apenas bruxas. Bayonetta também ganha mais 2 formas novas, uma sendo sua besta interior aquática, e outra uma adaptação de uma de suas invocações demoníacas. Além disso ela mantém as formas conquistadas no jogo anterior (no mesmo esquema, onde a pantera é de graça e as demais compráveis).

Pantera
~raw


Quando ela esquiva duas vezes rápido, ela corre em forma de pantera, atingindo uma velocidade altíssima.




Algo que não mencionei na outra análise, é que ela deixa um rastro de flores/caveiras temporárias por onde passa. Parece não ser importante, mas não custa mencionar.




Ela também causa golpes em forma de garra caso Bayonetta ataque, e ainda da pra manter ataques carregados ao se transformar, podendo se mover e atacar com o máximo.


Corvo
~crooooo


Essa é uma forma comprável na loja de Rodin, e tecnicamente não mudou em nada.



Porém, agora as "Penas Vermelhas" gastam magia pra serem invocadas, o que é uma merd4.



Morcegos
~bzzzbzzztzum



Outra forma comprável são os morceguinhos... 


Que permitem Bayonetta esquivar mesmo se for atacada (mas tem que ser bem na hora). 



Eles até são importantes no enredo, em uma cena que Bayonetta vira eles, mas são liberados apenas na compra.

Serpente
~sizzzzzz


A forma nova de sua besta interior é a Serpente, que é grande e surge na água apenas.



Bayonetta pode andar normalmente embaixo d'água, mas não consegue virar pantera ou corvo.




Mas, virando serpente, ela consegue nadar rápido e também ir pra qualquer direção, o que é meio confuso de se controlar (usa os dois analógicos) mas permite uma liberdade de exploração aquática bem maior.



Ela destrava essa forma quando entra em contato com deus, e precisa salva-lo... doido né?

Asas de Madama Buttlerfly 
e
Borboletas na Esquiva



Ah, Bayonetta ainda pode invocar as asas de Madama Butterfly pra dar pulos duplos, e algo que eu não mencionei antes é que elas servem pra desacelerar a queda também.



Como um paraquedas, as asas de borboleta podem deixar Bayonetta mais leve, caindo mais devagar, permitindo maior tempo no ar.

Outra coisa que também não mencionei na analise anterior é que Bayonetta solta borboletinhas quando esquiva. Logo, seu poder de esquiva também tem a ver com Madama Butterfly.


Asas de Demônio Pássaro



Por fim, Bayonetta e Jeanne conseguem assumir uma forma voadora, invocando apenas as asas de Malphas, aquele demônio pássaro fofinho, que apesar de não fazer parte das invocações de Bayonetta 2, surge como essas asinhas.



Essa forma voadora é o contraposto à "forma de pavão" que Balder usa no jogo anterior, e ela é assumida em momentos de luta aérea total, ou corridas voadoras.

Loki

Esquilo Voador
~squak...pluf (caiu no chão)



Loki (deus) também pode se transformar. É possível que ele tenha outras formas, mas a única que ele assume é a de um esquilo voador...



Ele fica pequeno, e quando ta com Bayonetta surge em cima de suas formas animais.


Ele também consegue assumir uma forma totalmente astral, pra ficar dentro de Bayonetta, em espírito, só sendo visível nas formas animais mesmo.

Jeanne


Eu não tinha notado, mas apesar das formas semelhantes, Jeanne e qualquer outra bruxa viram animais diferentes de Bayonetta, algo que só percebi pois agora Jeanne se torna jogável no modo multiplayer.

Lince
~mihaw


Equivalente a Pantera, a forma felina de Jeanne é a de um Lince, com as mesmas atribuições.


Coruja
~Uow.. uow... plof... rs...


A ave de Jeanne é uma coruja, mas nada muda com relação a forma corvo, pelo menos não em prática.



Mariposas
~corre



Ao invés de morcegos, Jeanne vira mariposas ao esquivar logo após tomar dano. 



Eu cheguei a confundir as mariposas com as borboletas da esquiva normal de Bayonetta, mas não, Jeanne tem mariposas tanto na forma animal, quanto na esquiva normal.

Lacraia Gigante
~vai lac... aff... vergonha.



Ao jogar como Jeanne, nada na história muda, ela até aparece nas cutscenes (como mencionei na outra análise, mudar qualquer coisa em Bayonetta, também muda nas cutscenes, o que é bem raro de acontecer). Ao escolher ela como personagem, apenas a skin de Bayonetta muda, a voz, diálogos e até movimentos são a mesma coisa.



Porém, ao invés de uma serpente, Jeanne vira uma lacraia gigante, parecida com aquele demônio centopeia.

Mãe de Bayonetta


A mãe de Bayonetta também se torna jogável, se o jogador vencer tudo no modo difícil (Climax 3, eu joguei no "normal", Climax 2). Pelo que entendi ela é bem forte nos ataques, e fraca na defesa, mas eu não cheguei a libera-la, pois sou ruim de mais jogando.

Tigre



Mas, da pra ver ela virando ao menos 1 das criaturas pelo gameplay, pois quando Bayonetta luta ao lado dela, na hora que ambas correm, ela vira um Tigre cinza.


Sei que ela também pode virar um Falcão, Abelhas e uma Cobra, mas como não liberei a personagem, não tenho imagens... ainda.

Pai de Bayonetta


Balder também é jogável, nesse caso apenas no multiplayer após vencer ele e Rosa em uma lutinha que surge aleatoriamente. Mas, sua forma animal já pode ser vista no gameplay mesmo, isso em sua primeira aparição, ainda mascarado. 

Lobo
~aúúúúú...raw


Ele pode virar um lobo branco, e faz isso pra atacar enquanto corre.



Durante uma parte do jogo, ele e Bayonetta viram animais para uma corrida no inferno, e ai seu lobo da as caras de novo.

Ele também vira na hora de correr no gameplay normal, algo constatado quando ele acompanha Bayonetta.


Os Sábios de Lumen então podem virar animais também, o que os coloca ainda mais próximo da semelhança com as bruxas. Mas, Balder não vira aves, invertebrados ou seres pequenos voadores.

Invocações


Bem, cada bruxa tem contratos com demônios diferentes, e no caso de Bayonetta, ela tem vários novos contratos, ou pelo menos contratos que ela não usou no jogo anterior. Boa parte dos demônios são novos, e da lista antiga, só 6 aparecem, sendo 1 parcial, 3 inimigos, 1 ainda aliado e o principal, aquele de assinatura, a Madama Butterfly.


Pois é, 3 dos demônios dela romperam o contrato, desobedeceram ou apenas tem muitas versões, sendo que Bayonetta precisa enfrenta-los ao invés de invoca-los. Todos os demônios tem descrição, e é mencionado que alguns já existiram como seres vivos no mundo do caos, ou seja, pessoas e animais são a origem das almas corrompidas do inferno.

Baal
O Sapo Linguarudo



Um sapo que usa a língua pra causar dano, é basicamente isso que o Baal é.



Ele surge em finalizações de chefe, no caso de um chefe genérico, que ele engole.



E também em uma finalização de inimigos, onde amarra sua língua em um demônio menor e acaba com ele, chicoteando ele no chão várias vezes.

Diomedes
O Unicórnio



Diomedes é um cavalo, na descrição dele é dito que era um cavalo premiado e tal, mas aqui, ele é praticamente um unicórnio, com 6 patas e um chifre maior que seu próprio corpo. 




Ele é invocado como Hit Especial das Espadas Duplas, ao invés de Madama Butterfly. 


E também surge pra finalizar um chefe fatiando (seu tamanho é diferenciado).


Ele também aparece no inferno, como uma montaria de Bayonetta, o que rende um dos momentos de corrida do jogo. Lembra do primeiro? Motos e Mísseis são pros fracos, agora é corrida de cavalos no inferno!



Falarei mais desse momento depois, mas é bem louco!

Gomorrah
O Dragão




Esse é o primeiro traidor de Bayonetta. Logo no inicio, é ele que rompe o contrato e ataca Jeanne, separando a alma dela do corpo, que é arrastada pro inferno.


Bayonetta precisa enfrenta-lo como um chefão e destruí-lo, mas, ele ainda pode ser invocado posteriormente, pelo menos é invocado por Jeanne, pra finalizar o último chefão, o que significa que ele ainda existe. 



Sem contar que ele é visto no inferno, lutando contra outros demônios ao fundo.

Hekatoncheir
As Mãos



Esse já é manjado, é aquele demônio de múltiplos braços, que ainda não tem seu corpo revelado. 



Ele é invocado em finalizações de chefes, principalmente os arredondados, fazendo sua jogada de bola clássica... 



E também faz parte dos hits finais dos combos com o Martelo.


Hydra
As Cabeças Tentaculadas



Uma das invocações originais, que me deixou meio confuso no início, é a Hydra.

 


Eu achava que ela era a perna da Madama Butterfly, de forma mais elástica, mas na verdade essa parte vermelha são os chifres das cabeças, e não os sapatos da Madama como imaginava...




Ela aparece em uma invocação contra um chefe, prendendo e se enrolando nele, e também é parte de combos definitivos do chicote. Ela também aparece em uma luta de cenário... mas depois falo disso.

Labolas 
Leão de Muitas Cabeças



Esse é o demônio usado pra finalizar Gomorrah rebeldão. Bayonetta não demora nada pra substituí-lo por uma versão bem mais forte de um devorador. 



As patas dele tem bocas, ele tem boca, e é um bicho grande e poderoso cheio de bocas! 



Ele é invocado como parte de finalizações normais, usando as pistolas mesmo, quase como a Madama Butterfly, e surge em finalizações de inimigos para devorar, como o que ocorre contra Gomorrah e outro chefinho genérico...



Ele também aparece em batalha ao fundo da luta de Bayonetta contra seu pai, em paralelo a Madama Butterfly.


Mictlantecuhtli
O Morcego de Várias Asas



Esse bicho de nome muito confuso também me confundiu no jogo, pois eu jurava que era o Malphas, tanto pelo som que faz quanto seu efeito: Ele vem voando no combo final da foice e da espada.



Malphas não aparece no jogo além de ser usado como asas, e seu substituto, muito menos fofinho, é essa monstruosidade morcegal.

É difícil notar ele, pois ele é todo deformado, e pra variar seus sons lembram aves, não morcegos, mas uma cena em que ele aparece é na execução de um dos monstros, onde ele surge de cima pra baixo...




E gira em espiral, formando uma broca e triturando o inimigo.


Madama Buttlerfly
A Moça Borboleta



Socos e Chutes fazem Butterfly aparecer, e agora ela também aparece de corpo inteiro. 



Tanto em finalizações de combos, quanto em Finalizações em monstros...



Ela aparece bastante agora, e inclusive, tem uma parte que enquanto Bayonetta luta, ela fica ao fundo lutando contra uma invocação angelical de Balder.



Tem uma parte que Bayonetta assume o controle total do corpo de Madama Butterfly, inclusive gerando um momento único no jogo, em que ela luta boxe contra o Temperantia... é irado!



Além disso, ela tem muito mais destaque agora, sendo citada como rival de outro demônio, aquele que vira chicote, como uma inimiga de muito tempo atrás. 


Eu jurava que Butterfly falaria, mas ela só fica atrás de Bayonetta, dando moral e suporte.




Eu também achei que a moça rival era a demônio de assinatura de Jeanne, não apenas pela rivalidade (faria sentido) mas também por ser ela o demônio que recebeu Jeanne de bom grado pra torturar... mas não, a Madama Styx é outra...

Madama Styx 
A moça Mariposa




Ela é a versão contratual da borboleta pra Jeanne, mas por alguma razão ela não aparece na trama. Ela só surge como uma invocação em batalha da skin, e só... 



Podia ter sido melhor aproveitada no enredo, pra ilustrar um pouco das consequências pós mortem das bruxas, mas, nop, só ta la pra ser o equivalente à Madama Butterfly quando se joga de Jeanne.

Carnage 
Insetinhos




Chega a ser injusto, mas esse demônio nem aparece no livro de invocações, sendo que ele é presente, em um dos ataques de finalização de Bayonetta, além de serem os disparados pelo arco. 



Eles surgem e devoram os inimigos, em enxame.



Omne
A Divindade Demoníaca


No final, Bayonetta e Balder invocam, juntos, Omne, uma entidade jamais vista, e jamais invocada, criada pela união do bem e mal, inferno e paraíso, luz e sombras, Umbra e Lumen. Bayonetta e seu pai foram os primeiros a invoca-la...



Detalhe que, ela faz o mesmo que aquela moça fortona invocada no final do primeiro jogo, e parece que metade dela é de Queen Sheba (da até uma piscadinha com a metade escura).




Mas depois falo o que ela faz.

Armadura Umbra
O Robô Gigante



Apesar de não ser uma invocação demoníaca, preciso mencionar essa armadura, que é uma criação por pura magia, sem tecnologia, semelhante aos Golens.



O que difere, é que é só uma armadura pras bruxas, que voa, atira, da murros poderosos e foi usada durante a guerra.




Lutar usando essa armadura é legal, é meio limitado pois ela não tem uma variação de ataques ampla, mas é legal, é dinâmico.

Inimigos


Por fim, temos os inimigos. Agora, há 3 listas de inimigos, sendo 1 só de anjos novos, uma trazendo de volta a maioria dos anjos do primeiro jogo, e uma trazendo vários demônios menores, dentre os quais tem Gomorrah e Phantasmaranaea.

A lista é enorme, então vou falar dos anjos em ordem de aparição, enquanto conto um pouco da história. Se correr tudo bem, no final nem precisarei resumir detalhadamente.

Anjos


A primeira lista de anjos é totalmente inédita, e esses são os inimigos enfrentados durante boa parte da história. No caso, apesar da lista do jogo anterior se repetir, isso só ocorre quando Bayonetta viaja no tempo, e é apenas perto do final, então não há anjos da lista do primeiro jogo nessa daqui. Todos os anjos são baseados em virtudes, como de costume, mas dessa vez eles até que tentam mostrar que os anjos são "bons", protegendo os habitantes da cidade e tal, sendo que, no final das contas, eles nada diferem dos demônios afinal, são grotescos e destrutivos.

Acceptance
(Aceitação)




O primeiro novo anjo já é mais tenso, sendo um tipo de Centauro Alado. Tem várias versões dele, diferenciadas pelas armas, mas eles são os mais comuns de aparecer agora.



Detalhe, da pra afunda-los no chão e espancar seus traseiros só pra provocar e causar um pouquinho de dano. Não chega a ser uma "finalização".


Uma curiosidade é que, todos os anjos, são defendidos em descrições por suas virtudes, o que eles defendem e tal, e são postos como seres santos e puros. Mas, na prática, eles são violentos, e apesar de celestiais e iluminados, são todos grotescos, com uma morfologia deturpada, cabeça no lugar de corpo, dentes afiados, essas paradas que mais lembram monstros que tudo.



Porém, é como se todas as criaturas mitológicas conhecidas como monstros fossem na verdade, anjos ou demônios vistos por humanos despreparados. Tecnicamente, são todos monstros mesmo... e o conceito de bem e mal é vago.



Os anjos não se importam com a humanidade ou a ordem, eles apenas defendem aquilo que foram criados pra defender, suas virtudes que lhes dão o nome. É engraçado isso, mas eles parecem até irracionais apesar de alguns conversarem. Mas, algo que preciso destacar é que por instinto, eles acabam defendendo os humanos de alguma forma. Um caso que exemplifica isso perfeitamente é uma parte de luta extra, em que Bayonetta pode interromper um casal em um banco, se beijando com até corações subindo.



Se ela os assusta, destruindo o banco ou atirando, eles correm e no lugar, surgem dois anjos centauros pra tirar satisfações.



Eles ainda vem com escudões só pra dar uma enfase no sentido "Proteção".

Accolade
(Aclamação)


Ele é a versão arcanjo, dos centauros, não mudando em praticamente nada em sua fisionomia, ficando apenas maior e mais poderoso. 


É tipo aqueles anjos do jogo anterior, que só mudam de patente pois são um tiquinho maiores e mais organizados.


Na prática, da tudo na mesma, apesar deles oferecerem vários movimentos legais pra Bayonetta, como montar, jogar numa armadilha de esmagar ou simplesmente desviar e dar murros.


Cachet & Compassion
Prestígio e Compaixão


Agora os voadores são um pouco mais resistentes e poderosos que aquelas cabeças do outro jogo. 


O que muda neles é o fato de terem um par de asas extra e uma forma afinada, lembrando uma faca. Isso permite que eles girem e ataquem como brocas.


Mas são fracos, pelo menos os menores. O grandão é bem mais forte e resistente, sendo o líder do bando, praticamente a mesma coisa do outro jogo.

Allegiance
(Lealdade)



Quando Bayonetta ta praticamente no inferno, ela precisa passar por portais que levam pro Paraíso, pra pegar atalhos (é, eles ficam indo de inferno pra paraíso o tempo todo). Nesse momento, surge Allegiance.


Esse já é quase um chefe, pois é maior e mais forte em comparação aos outros centauros.




Ele é todo revestido em ouro, e seus ataques vão longe pois sua espada emana lava pura, além de ser basicamente uma lança na outra ponta, o que forma uma lâmina estendida enorme. Só que ele é um inimigo "normal".



Ele também ataca do chão, puxando a espada pra cima, e isso é bem difícil de esquivar.

Belief
(Crença)



Esse é uma versão grandona, que é tecnicamente um dos primeiros chefes, sem ser exatamente um chefe.




A primeira luta dele é única, nenhuma outra versão dele tem qualquer semelhança com ela, pois é em trilhos que são destruídos, com ele seguindo o trem pendurado




E depois correndo e atacando com seu braço em forma de chicote.




Ele é enfrentado por Bayonetta e Jeanne depois, em destroços pelo ar com o tempo desacelerado, e no fim é finalizado por Gomorrah, que é quando o demônio trai as bruxas.


Depois dessa luta, outros aparecem mas sem tanto dinamismo.



São apenas anjos grandões com braço de chicote.

Glamor
(Glamour)




Um bicho com forma de serpente já apareceu no outro jogo, praticamente como um chefe, e agora o novo também surge como um chefe, com lutas próprias, mas que tem tantos que são praticamente normais.



A primeira aparição dele é no meio de Noatun, quebrando tudo e obstruindo uma passagem. Bayonetta só enfrenta a cabeça dele, e já é tenso.



Mas tem uma fase inteira reservada só pra ele, com uma das lutas mais inesquecíveis e inigualáveis: Bayonetta surfa num tufão, enquanto o enfrenta.


Bayonetta tinha de ir até a montanha, e Loki tava indo junto com ela. Ambos iriam pegar um atalho pra montanha, por uma torre de adoração, mas do nada ele começa a atirar suas cartas, atormentado por suas memórias confusas, e cria um tufão de água.



Praticamente no mesmo momento, surge Glamor, engole Loki, e ainda fala que vai leva-lo pra Loptr.




Bayonetta então começa a ataca-lo, surfando no tufão que Loki criou, e enfrentando Glamour fora... 


Com o bichão jogando destroços e atacando periodicamente...


E dentro do furacão, o que é irado, mas difícil pela falta de ataques à distância com grande poder (eu ainda não tinha conseguido o arco).


Depois, Bayonetta sai pelo topo do tufão, e começa a voar com as asas de Melphas...


Lutando não com um, mas 3 desses anjos ao mesmo tempo.


É legal que Bayonetta esquarteja esses anjos... 


Literalmente, pois sua invocação é o unicórnio e ele fatia eles três juntos.


Daí ele vai pro inferno, puxado pelos braços estranhos, e Bayonetta quase deixa ele ir com Loki no estômago mesmo, é até engraçado, mas ela lembra dele na última hora e tenta resgatar o moleque...



Essa é uma das lutas mais longas e legais, e mesmo depois de já derrotado, o anjo serpente lança estacas de gelo pra atrapalhar Bayonetta no resgate de Loki...




Na queda, ele vai parar no meio de outra parte da cidade, e Luka faz questão de aparecer e salva-lo... ou quase. Loki usa sua forma de esquilo voador pra pousar, bem na hora que Luka aparece com seu gancho, resultando em um salvamento desastroso.


Isso demonstra o quanto Luka tava de olho na bruxa e seu novo aliado... mas continuando, sobre o Glamor...




Ele chega a ser enfrentado novamente, numa luta no céus outra vez, mas é diferente, pois Bayonetta e Balder ficam em cima do jato de Jeanne, lutando contra hordas de anjos e demônios.



Pois é, no fim, anjos e demônios se unem pra servir ao vilão principal, e Jeanne é resgatada, fazendo parte da incursão para derrota-lo. Ela pilota um jato, enquanto Bayonetta ataca com golpes das trevas, e Balder com golpes da Luz. O jogador controla os 3 ao mesmo tempo (os analógicos e esquiva movimentam o avião, o chute controla Bayonetta e o soco controla Balder).



É quase idêntica a viagem no final do primeiro, no míssil, mas agora é um jato mesmo.

Enrapture
(Êxtase/Deleite)


Esse é um anjo com características de mago, fazendo magias para dar suporte aos outros anjos, e prejudicar as bruxas.




Normalmente ele fica parado, usando seu cajado pra deixar todos os outros anjos em estado de Berserk (em fúria, atacando rápido e violentamente).




Fidelity
(Fidelidade)




Esse é outro anjo bizarro, que no caso é só um monte de tentáculos em uma caixa com cabeças. Ele ataca com lâminas sagradas circulares em seus tentáculos.



Ele não parece difícil, e o truque pra vitória é manter distância.



Ele também tem um poder de enrolar Bayonetta e sugar sua energia vital.



E na água consegue fazer Bombas Aquáticas.



Valiance
(Valentia)


Esse é um chefe, que aparece pouco, mas é até que bem fácil, o que torna ele, um inimigo comum mesmo.



Ele aparece na introdução, como chefão (e isso é no passado).




E aparece durante o jogo mesmo, atacando com sua cabeça que é também sua espada. 



Ele costuma carregar os golpes pra causar cortes devastadores, e também faz posturas pra esses movimentos, o que facilita esquivar (da pra saber exatamente como e quando ele atacará).

Algo legal dele é a finalização de demônio que Bayonetta usa. Ela invoca Madama Butterfly em pessoa, que pega a cabeça dele (que é a espada) e finca várias vezes consecutivas nele.




E termina dando um golpe tão forte, mas tão forte, que estraçalha o corpo dele e ainda quebra o chão (abrindo caminho pra Bayonetta continuar).




A carcaça dele cai sobre Loki no andar de baixo, e é ajudando Loki que Bayonetta testa uma carta dele, sem sucesso, e firma o acordo de viagem até a montanha de nome estranho.


Urbane
(Inteligentemente - Latim)


Esse é um chefe, que se destaca por seu tamanho apenas. Ele é enorme, e da golpes no solo com murros, que pro seu tamanho, são até bem rápidos.


Sua aparição é sem nada de excepcional, é apenas um monstro grande, rápido e forte, quase indiferente. 


Outro momento que ele aparece é apelando pros seus ataques de fogo, numa luta em Noatun de noite... Novamente, sem nada de especial. É fácil lidar com ele pois, ele é previsível e da pra esquivar (paralisando o tempo) com frequência.


Ele é tão simples e comum, que surge como ajudante de outro chefe posteriormente... 



Bem, isso acontece após Loki entrar e ativar um globo que levaria ele e Bayonetta pro topo da torre, por sua vez geraria uma ponte pra ir direto ao topo da montanha sagrada, onde os portões pros outros mundos ficam.



Nesse meio tempo, durante a ativação do globo, Luka aparece e revela bastante informações sobre Aesir... e é chutado pra longe só pra variar. É legal que mesmo ele sendo despachado o tempo todo, ele faz questão de reaparecer e ajudar na trama com informações... enfim...


Quando o globo começa a se mover e flutuar pro topo, Bayonetta fica lutando contra anjos que surgem em cima dele, enquanto Loki fica dentro manipulando e energizando, mas quando a máquina começa a falhar, ambos precisam saltar, o que acaba os separando.



Loki sai do globo e deixa Bayonetta pra trás lutando, e ai surge Urbane, mas, nós não chegamos a enfrenta-lo nessa parte, pois o gameplay passa pra Loki...




E a luta contra Urbane se da apenas após ele se unir a outro gigante angelical...

Gravitas
(Peso/Seriedade - Latim)



Gravitas é uma outra versão do Urbane, a que usa ele como ajudante, e não difere em praticamente nada, inclusive, ambos aparecem na mesma batalha, lado a lado, quando Gravitas surge pela primeira vez.




O legal e mais interessante dele, é que ele persegue Loki, e o jogador assume o controle do moleque.



Não da pra fazer quase nada com ele além de correr e atirar cartinhas pra atrasar o monstro, o que não faz estrago algum, mesmo ele sendo muito poderoso (e não da pra liberar ele como personagem jogável depois) mas é bem legal poder controlar ele pra variar.



Depois de escapar de Gravitas, ele reaparece e ataca Loki, mas Bayonetta surge, trazendo Urbane junto, salvando o garoto, mas aumentando a dificuldade da luta, com os 2 gigantes.




E ai rola a luta contra ambos, que não é difícil, pois apesar de serem anjos diferentes, de elementos diferentes, da na mesma pra derrota-los.


A única coisa chata e que dificulta é que, por serem grandes, eles bloqueiam a visão, e apesar de câmera mostrar através deles, por transparência, quando eles tão na frente, a visão ainda é ruim.



Depois de derrotar os dois gigantes, Loki tem uma visão de Loptr  diante da ponte pra montanha.


É atacado pela visão, e quase volta la pro chão, outra vez, mas Bayonetta o salva e eles vão pra ponte.



Gravitas aparece mais depois, mas é como um anjo genérico.



Valor
(Bravura)




Esse é chefe mesmo, só aparecendo uma vez e ganhando a fase inteira só pra sua batalha.

Ele guarda a ponte pra montanha onde os portões pro céu e inferno ficam, e aparece assim que Bayonetta e Loki conseguem chegar nela...


Pra impedir Bayonetta e Loki, ele faz questão de destruir a ponte e ataca-los, em queda livre, com sua cabeça no escudo servindo de prancha, enquanto golpeia com sua espada enorme. 



Sua luta ocorre na torre, rumo ao subsolo...


Mesmo sendo uma luta alada, é em queda livre (tecnicamente ela devia parar de cair), pois o chefão fica empurrando Bayonetta pra baixo.


Legal que as vezes ele empurra ela também pra fora da torre com sua espada, e ao invés da bruxa sair voando, ela faz questão de voltar e sentar o coro nele...


A queda é longa pra caramba, o que só deixa a luta mais longa, e eles voltam basicamente pra onde tudo começou, onde Bayonetta aprendeu a virar cobra.


E tudo encerra apenas embaixo d'água (é um sobe e desce do caramba). 


Pelo menos tem algo bem louco:




Os cortes dele criam vácuo na água, que só da pra ver quando a esquiva deixa o tempo mais lento.



Bayonetta altera da forma serpente pra com asas tão rápido que quase não faz diferença, mas é algo bem legal de se assistir.




Bayonetta consegue derrotar o anjo enorme, esquartejando sua cabeça (escudo) e invocando Hydra.




Só que, mesmo preso pelo demônio, o fdp consegue atrapalhar ainda mais a jornada da bruxa...


Ele quem acaba mandando Bayonetta e Loki pra mais perto do inferno, pois corta o subsolo da torre, sugando os dois pra mais fundo no mar.




E depois ele vai pro inferno também, pelo caminho mais fácil e desagradável...



Também aparece mais um dele, na luta final, no Jato de Jeanne, com Balder e Bayonetta juntos.



Vários chefes aparecem nessa viagem...

Workship
(Cultuar)



Por fim, temos o chefão baseado naquele barco angelical, mas em versão maior e mais mortal. Esse grande anjo é uma nave de invasão, usada durante a caça às bruxas.




A guerra foi tão grande que vários deles estavam presentes, voando e atacando dos céus. Esses anjos enormes não eram usados pra transporte, mas sim pra invasão, e a função deles era justamente causar destruição a partir dos céus, dando suporte aos anjos na terra.





Bayonetta enfrenta um, ao lado de sua mãe, montada num Robô gigante, mas não é uma luta tensa. 



É longa, pois é preciso destruir cada parte desse gigante, mas não é difícil, pois da pra esquivar dos tiros de torpedo e lasers dele facilmente.




Cada parte precisa ser espancada, até ele ser totalmente ferrado...


Mas no fim, ele explode como todo bom chefão.


Demônios
Sem Contrato


Os demônios surgem quando Bayonetta pisa no inferno. Tem muitos, mas são versões espelhadas dos anjos, na prática, sendo que seus ataques e movimentos se parecem muito, e inclusive seus nomes, de forma oposta aos dos anjos, simbolizam pecados e defeitos mundanos. Eles não tem contrato com Bayonetta, então eles são inimigos.

Pain
(Pecado: Dor)


O primeiro demônio totalmente inimigo que cruza o caminho de Bayonetta é Pain.




Antes de ir pro topo da torre da ponte pela primeira vez, Loki e Bayonetta ativam uma máquina no subsolo do santuário... 


A qual cria a ponte até a montanha, abastecida pela magia de Loki,


Depois disso eles são atacados por Pain, uma máquina demônio.



Loki até faz piada sobre ele ser amigo de Bayonetta, afinal é um demônio.



E Bayonetta invoca Madama só pra dar um "toque aqui", declarando que pelo menos alguns demônios ainda respeitam o pacto.



Na luta, ele ataca muito rápido, e parece um carro.



Além disso, ele atira as vezes de longe...



Mesmo assim, a melhor forma de derrota-lo é de longe. Ele é bem forte e difícil de esquivar.



A bruxa finaliza ele usando o cavalinho chifrudo pra picota-lo.


Fury
(Pecado: Fúria)


O oposto dos cabeças de anjo, esses demoninhos só voam e atacam.




Como os demônios só começam a aparecer durante a passagem pelo inferno, que é perto do final, nos últimos capítulos, todos eles são muito mais fortes que os anjos, e mais violentos.



Esse bichinho apesar de ser o equivalente oposto dos anjos pequenos, ele é bem mais fortinho, atacando em hordas.

Hatred
(Pecado: Ódio)




O Hatred é equivalente aos Anjos mais comuns, aqueles que aparecem o tempo todo, e inicialmente são "passageiros" de um outro demônio que falarei daqui a pouco.



São poderosos pelo capítulo em que aparecem, mas são praticamente da mesma categoria equivalente aos anjos como o Centauro comum e aquele voador com lança do cemitério do jogo anterior.

Hideous
(Pecado: Repugnar)



Exatamente como os anjos, a versão maior do mais comum se converte em um ser a parte. Na descrição dele é dito até que ele cometeu canibalismo, por isso tem uma forma maior e mais forte do que seus equivalentes de categoria inferior. 


Porém, como os líderes angelicais, ele é mais estratégico e luta ao lado dos demônios menores.

Malicious
(Pecado: Malícia)



Esse demônio equivale aquele anjo mago que da suporte aos outros. O que muda, é que ele é do inferno e não usa cajadinho mágico, ele usa mais suas asas que parecem uma capa mágica.


O Malicious faz os demônios entrarem em estado violento, berserk, atacando descontroladamente.



Além disso ele também pode atacar com magia de longe.



Curiosamente, pelo poder que ele usa, parece que ele é o responsável pela "coleta de almas" no mundo do caos, pois as mãos demoníacas saindo do portal negro, que é um de seus ataques, são parecidíssimas com as que saem dos portais que sugam os anjos, e que sugaram Jeanne.

Insidious
(Pecado: Insidioso)




Esse é um chefão enorme, equivalente a nave de ataque dos anjos. Mas, apesar dele também aparecer durante a guerra, ele se destaca mais pela sua aparição nas profundezas do oceano, perto do inferno.

Depois que Bayonetta e Loki caem todos os andares possíveis, Loki decide que, como tão mais perto do Inferno, seria legal ele cumprir sua parte no acordo de viagem primeiro, e usa uma Arca de Pedra (convenientemente encontrada na queda) pra leva-los até o mais profundo do oceano, onde os portões do inferno estavam, abaixo da montanha.



Acontece que o fundo do oceano é um ponto sagrado e guardado por anjos e demônios. Insidious é um demônio de transporte, que apesar de levar pro inferno, também consome os passageiros, e ele vê a arca chegando, e decide atacar (concorrência... Uber vs Taxi).



Ele é enorme, lança lasers e enche o saco. Bayonetta tem de enfrenta-lo enquanto Loki pilota a arca.



Só um dos olhos dele ja é maior que os anjos gigantes, pra se ter noção de quão enorme ele é.




Ele tem esses olhos nas asas, que são seus pontos fracos, e também a fonte de seus disparos. Bayonetta tem de enfrentar e esquartejar um por um.



A criatura Colossal é medonha, e a luta parece não ter fim, pois mesmo destruindo os olhos, ele ainda continua seguindo e atacando a arca.



E mesmo depois de arrancar seu olho principal com ajuda de Madama...



O bichão ainda fica inteirinho...



E ataca com laser...



Obrigando Loki a contra atacar com sua magia e soltando um laser ao estilo "kame-hame-ha".



Rola batalha de "ki", e a criatura aparentemente é destruída...



"Aparentemente", pois ela ainda fica viva...



E de quebra engole Loki, Bayonetta e a arca junto.



Dentro dele, rolam outras lutas, contra os "passageiros".




Esse demônio tem uma asia muito sofrida por causa disso... mas depois falo melhor. O que impota é que depois de sair dele, eles chegam aos portões do inferno.




Mais um dele é usado durante a passagem pelo inferno, onde Rodin e Bayonetta se juntam pra enfrentar uma pequena horda de demônios. Nessa parte ele funciona apenas como um veículo mesmo.



Posteriormente outro dele é enfrentado também acima da superfície, nos céus, quando Bayonetta e Balder voam juntos até a montanha, enfrentando tanto os anjos quanto os demônios.



Ele é o mais longo nessa fase, pois tem o mesmo esquema de enfrentar várias partes...




O jato se aproxima pra cada parte que precisa ser destruída, mas uma vantagem boa é que os cortes de Balder causam mais dano em demônios.


E mesmo depois dele cair...



Ele volta, numa perseguição tentando engolir o jato (vicio dessa criatura só pode).



Ele não consegue, por sorte... dele... afinal, Balder+Bayonetta faz mais estrago que laxante.

Greed
(Pecado: Ganância)


Esse é chefe. Não importa o que digam, ele é chefe.



Sabe o lendário Cão de Três cabeças do Inferno, o tio Cerberus? Famoso por aparecer em Devil May Cry 3 pra mostrar como chefes devem ser? Então, Greed é tipo ele, só que pequeno.



Greed é o cão de três cabeças, mas uma das cabeças fica no rabo (é o rabo). Ele solta fogo e gelo, e cada cabeça tem seu ataque e movimentação própria.



Ele é tão rápido e imprevisível, que é muito difícil esquivar. As vezes seus golpes quebram a esquiva de tão rápidos que são.



Ele aparece pouquíssimo no princípio, por isso é tecnicamente é um chefe sem condecoração de chefe.


Se bem que no inferno aparece bastante, e no caso ele é forte, mas é apenas um monstro comum. Acho que minhas memórias dele e da dificuldade que o cerca, deturparam minhas memórias sobre o quanto ele é um pé no saco...


Pride
(Pecado: Orgulho)


Pride é como um carro robô diabólico, fortíssimo, grande, e que se encaixa como um chefe pois não aparece muito. 


Ele surge na passagem pro inferno, como um dos muitos guardiões do lugar em ruínas.


Ele é um demônio rápido e difícil de esquivar pois seus sinais de ataque são difíceis de perceber. 


Ele seria como o equivalente aos anjos gigantes comuns, mas não chega a ser tão grande. As vezes ele também assume uma forma de veículo, como se fosse um carro/trator, tentando atropelar a bruxa.


Legal citar isso pois também equipara ao anjo carro do jogo anterior.

Resentment
(Pecado: Ressentimento)


Esse demônio equivale ao anjo de tentáculos, mas ele é muito mais forte. 


Ele se enrola nas bruxas pra matar e sugar suas vidas... 


Além de usar ataques mágicos de longe.



Tem uma magia dele que me deixou perplexo, onde ele faz Bayonetta virar Cereza, pequena e tal, deixando ela indefesa.



Isso só deveria ocorrer em lutas de chefes, pois é apelativo, e ele é tão difícil que é praticamente um chefe, de pequeno porte.

Sloth
Pecado: Mandriice/Preguiça


Esse é praticamente a mesma coisa que o Greed, só que ao invés de 3 cabeças, ele tem 3 pares de braços (e não tem pernas, tecnicamente)



Ele é rápido, forte, difícil de esquivar por causa de seus ataques independentes e no fim, é quase um chefe miniatura.


Alraune
(Pecado: Lamentação)




Alraune é um demônio cognitivo, que fala muito bem e é abusada. Ela é inimiga declarada de Madama Butterfly, e também é ela quem mantém a alma de Jeanne sob custódia. Bayonetta chega no território dela e já ameaça, falando que vai quebrar tudo enquanto Jeanne não for devolvida.




Ela fica bem feliz por poder enfrentar Madama através de Bayonetta, e fala pra caramba, mas no final, ela nem é tão poderosa.




Ela tem duas formas, uma humanoide e uma mutante diabólica.



Como humanoide ela invoca plantas pra auxilia-la prendendo Bayonetta, enquanto chicoteia com cipós.




Depois de apanhar um pouco, ela decide levar as coisas à sério...



Como mutante, ela ataca com investidas, enquanto seu corpo serve de cápsula pra Jeanne (de onde ela tira energia pra atacar com força total).




Ela inclusive declara o quão poderosa fica a cada segundo com Jeanne nela.




Bayonetta fica bem irritada, afinal Jeanne é como sua irmã, então pega pesado com a demônio...


As vezes, nessa forma Alraune tenta sugar a alma de Bayonetta também... mas é só massacrar o analógico que escapa...




O desafio é justamente evitar chegar perto dela e ser pego pelo poder de sucção. 




Mas depois de vencer, e recuperar a alma de Jeanne, cortando o monstro...



Bayonetta prepara pra finalizar e invoca um soco de Madama, mas Rodin aparece e para o soco, na mão.



Ele não faz isso por mal, na verdade ele diz pra Bayonetta dar mais atenção a amiga, enquanto ele lida com o que restou do monstro...




Quando o relógio de Jeanne é devolvido à sua alma, e rola um pouquinho de drama, ela acorda... 



Então Jeanne volta pro seu corpo no mundo humano, já sendo alertada pra merd4 que virá... afinal ainda tinha um deus pra destruir...




E, paralelo a isso, Rodin suga a alma do demônio pra criar sua arma.


Ele faz ela virar o chicote.


Ainda viva, ainda consciente, e da de presente pra Bayonetta.



Então, pra interromper o momento, surge Loki fugindo do Sábio, e ai Bayonetta pega seu cavalo, seu chicote, e vai pro rodeio!


Gomorrah
O Dragão Livre




No inicio do jogo, o traidor que ataca Jeanne é Gomorrah.


É uma surpresa, e eu achei que os demônios tudo iriam se rebelar, mas é só um ou outro, no caso, o mais significativo é Gomorrah pois ele faz isso no meio da invocação.




Sua luta é grande, e Bayonetta usa Melphas pra se manter no ar (imagina se o pássaro decide se rebelar também!). 



A luta não é tão complicada, ele não se move tanto pois fica segurando o arranha-céu, mas, as vezes além de dar mordidas e soltar lasers, ele da caudadas.




Depois de vencer ele, ela finaliza usando o leãozão substituto, enquanto ambos caem até a rua.




Scolopendra 
A Centopeia Imparcial




Agora esse é um demônio que deixou de ser invocado, mas aparece, e muito, na paisagem do inferno. 



Há vários dele, voando por todo lado, e eles causam dano, então são tecnicamente inimigos. 



Infelizmente Bayonetta não chega a invocar ele, e em seu lugar surge a Hydra pra enrolar geral. Mas, no inferno, ele aparece bastante (porém não chega a ser enfrentado, é mais como um obstáculo).




Há muitos, mas muitos dele, e numa parte em que Bayonetta cai feito um meteoro, eles tentam devora-la, e vão aparecendo mais e mais...



Até virarem a própria paisagem...




Chega a ser bizarro, tem patinha e corpo de centopeia diabólica pra todo lado, mas o pior é que elas revestem a toca de outro demônio familiar...

Observação: No caminho até a Alraune, tem muitas plantas diabólicas e o caminho se constrói com o que parece ser Scalopendras mortas, mas são plantas infernais...


O inferno é tenso...

Phantasmaraneae
(Pecado: Ser Aranha e Fantasma ao Mesmo Tempo)




Por um lado fico feliz por ela ter saído da lista de aliados e ter ido pra lista de inimigos, é bom poder surrar aranhas de vez em quando... mas ela é poderosa, muito poderosa.



Diferente de como apareceu no primeiro jogo, ela vive em terra firme, não em água, e é cercada por espinhos, plantas demoníacas e Scalopendras, vivendo no subsolo do inferno... Bayonetta da de cara com ela em seu passeio.


Ela usa lava e fogo, invoca suas crias, entra no chão, pula, joga teias incendiarias, faz cortes com suas garras, e é um chefe bem difícil de derrotar.



A aranha de fogo não é exatamente uma traidora, pois Bayonetta nem tenta invoca-la. Ela apenas ta la de boa na sua toquinha quando Bayonetta chega quebrando tudo.




Bayonetta entra em sua toca, rodeada por Centopeias do Mal, e a aranha surge pra se defender.



Ela se defende, para manter suas crias vivas (ta, ela joga as crias pra morrer atacando Bayonetta, mas finge que ela se importava) e no fim, ainda é judiada pela bruxa mor.



Aranhas... odeio aranhas.


No fim ela vira lava e explode. Certeza que tem mais dela, mas essa é a única vez que Bayonetta a encara.

Anjos 
Do primeiro jogo


Fiquei surpreso quando vi que não só os anjos do primeiro jogo voltaram, como eles voltaram em massa! Não apenas um ou outro, mas praticamente todos, e pior, os chefes, todos eles, voltaram. Legal que tudo se desenrola em 2 capítulos, ou seja, o que a gente enfrenta no primeiro jogo inteiro, é resumido e enfrentado no final do segundo jogo. Como não há nada importante pra acrescentar sobre eles, vou apenas cita-los novamente, e dizer como e onde aparecem. O esquema de virtudes e tal é o mesmo pra todos.

Affinity
(Afinidade)



Tem no passado, eles carregam lanças, e são fraquinhos.


Ele começa a aparecer quando Bayonetta vai pra Vigrid, no passado, durante a guerra das bruxas.


Da até pra ver bruxas correndo, e Rosa, a mãe de Bayonetta, vem junto, massacrando geral.


A cena de apresentação dela é no mínimo épica.


Ela mete bala e murro em todo mundo, enforca uns com suas correntes, depois finaliza desacelerando o tempo...


Empilhando suas balas nas lanças dos inimigos...


Que explodem, fazem as lanças dos anjos rodarem e matarem todo mundo... 


Além de criar uma chuva de balas.


Que se mistura à chuva e mata todos os anjos.


Épico.

Applaud
(Aclamar)


É a versão estendida do anjo fraquinho da lança.


Ao lado de Rosa fica até fácil vencê-los...


Ela acompanha Bayonetta com o objetivo de chegar à Torre do Relógio, que era um lugar sagrado.


No meio da guerra elas acabam indo parar no subsolo, onde tem mais desses anjos.

Fearless e Fairness
(Destemido e Imparcial)


São dois cachorros angelicais, que perto daquele cão demoníaco, mesmo juntos, não são desafio, não mais.


Eles também começam a aparecer no submas solo de Vigrid, tomando uma surra das bruxas.


Tem mais no trecho final da guerra, quando as bruxas chegam na torre do relógio. Na verdade todos os anjos aparecem la, um depois do outro, e é uma carnificina.


Beloved
(Querido)


Grandão quase chefe, que não é mais tão forte pois tem maiores.


Ele aparece primeiro, no subsolo, tentando agarrar as bruxas... mas não consegue. Depois ele aparece na lava, e arranca a ponte em que as Bruxas estavam, só pra dizer que é grande...


E depois de ter seus dedinhos massacrados, ele é finalizado com um chute duplo na fuça, pelas bruxas.


E ainda serve de plataforma pra elas atravessarem a lava, já que ele quebrou a ponte.


Mas ele reaparece, cheio de fogo, quando elas tão saindo do subsolo.


E ai, pra se certificar que ele não vai voltar, mãe e filha invocam Gomorrah e Labolas.


E bem... ele já era.


Chega a aparecer mais dele, naquele esquema genérico, porém Bayonetta e Rosa enfrentam eles com suas armaduras de bruxa... então, é só mais massacre. 


Nem vou comentar sobre os anjinhos pisoteados...


E também tem uma versão maior dele, que apanha do mesmo jeito.


Grace & Glory
(Graça e Glória)


Apesar de no jogo anterior eles serem um pé no saco, esses carinhas das garras rapidinhos ainda são chatos, mas tão mais fáceis de matar, pois Bayonetta ta mais forte também (e Rosa ta junto quando eles aparecem).


Legal que vai tudo aparecendo em seguida. Todos esses anjos tão tudo no mesmo episódio!

No final, as bruxas conseguem pegar armaduras de Umbra e vão pra guerra.

Decorations
(Condecorado)


O líder deles nem ta mais na lista, e são cabeças voadoras, só.


Eu não lembro onde eles aparecem na campanha, provavelmente é na guerra do passado, por isso usei a foto de Bayonetta lutando contra eles no modo multiplayer, vestida de Link... rs...

Inspired
(Inspiração)


Como antes, é só um grande obstáculo. 


Aquela versão grandona é melhor que ele, e ele só aparece como parte do cenário mesmo.


Durante a guerra final, que na verdade é no passado.

Kinship
(Afinidade)


Os barquinhos aparecem na guerra, simbolizando o ataques dos anjos. Eu nem notei eles pra ser sincero... 



Passam muito rápido em ataques com mísseis, e Bayonetta fica no robô, da pra destruir eles só atirando.


Fortitudo
(Força - Latim)


Todos os chefes do jogo anterior reaparecem, no mesmo capítulo, só pra mostrar o quão fortona Bayonetta ta. o Fortitudo, como líder do ataque, é o primeiro a dançar.


Detalhe: Aparentemente, Fortitudo também foi enganado por Aesir, pois ele acredita que o massacre contra as bruxas e sábios, era na verdade um meio pra ressuscitar Jubileus, mas na verdade, a trama ia mais longe do que isso. 

Ele aparece primeiro assim que Rosa se apresenta, e é o primeiro chefe enfrentado do passado... mas ele é fraco.


É derrotado e arremessado pra longe por mãe e filha.


Depois, após vencer outro chefão, ele aparece atacando a Torre do Relógio das Bruxas...


E ai, com tudo destruído, as bruxas pulam pros destroços (Rosa fica espantada)... 


E nasce o cenário da Introdução...


Ele também é uma das invocações dos Sábios de Lumen, aparecendo ao fundo enfrentando o Leão de Bayonetta.

Sapientia
(Sabedoria - Latim)


Ele agora aparece no solo, e tem certo nível de dificuldade apesar de não chegar nem perto dos problemas causados no outro jogo. Ele tem uma descrição interessante, que o coloca como um anjo guardião dos mares. É até dito que foi ele quem dividiu o mar pra Moisés atravessar... 


Quando ele aparece, já é apanhando...


Rosa invoca o demônio das mãos pra cuidar dele.


Mas depois de afastado pra longe, ele ressurge pra uma lutinha contra Bayonetta.


Ele de corpo inteiro é enorme, e desafiador, mas Bayonetta usa a armadura, que facilita muito as coisas.


E também, Rosa ta no campo atacando junto... 


No fim, Bayonetta pega ele e arremessa...


Direto numa nave angelical...


Detonando ambos ao mesmo tempo. Mas a nave não deixa barato, fazendo um ataque massivo com seu canhão e começando sua luta.


Iustitia
(Justiça - Latim)



O esquisitão tentaculado aparece também, ele é desovado pela Nave de Ataque quando ela explode...



Legal da descrição dele que diz que ele é feio assim, porque a justiça é algo imparcial, que tende pros dois lados, tanto bem quanto mal, então ele é o anjo mais próximo dos demônios.




A luta dele é muito mais fácil que no jogo anterior, também, Armadura Gigante é fogo...


Ele é espancado parte por parte, até resolver apelar pra seus tentáculos e prender Bayonetta...


Mas ela pega seu maravilhoso dedo do meio, e aciona a auto-destruição de seu MECHA.


Yep, o dedo do meio mesmo... Ainda não entendo a relação de "chave" com o dedo do meio, mas okay.


Daí Bayonetta sai voando.


Temperantia
(Lamentação - Latim)


Também tanto como invocação, quanto chefão, ele aparece pra lutar e não é tão poderoso quando no outro jogo. 

Ao fundo da primeira luta contra o sábio de Lumen, ele enfrenta a Madama Butterfly.

Depois ele aparece como um chefe na guerra...


A luta ocorre na frente da Torre do Relógio pra onde Rosa queria tanto ir, e é colossal e tal, rolam até várias pequenas lutas antes dele surgir e varrer tudo da face da terra. Mas, ele não é tão poderoso...


Só é bem grande mesmo.


Após derrota-lo, a Torre do Relógio é atacada pelo Fortitudo, e ai a luta vai pra quele cenário da Introdução Falsa...

Demais Chefes


Existem chefes que não são nem anjos, nem demônios, então falarei deles agora.

Golem



O Golem reaparece, mas agora é uma outra forma. Ele ainda é composto pela bolinha principal e tal, mas ele não usa as formas de invocações de Bayonetta. Agora ele só tem 3 formas além da normal, que ao invés de ser uma bola, é um tetraedro de duas faces, com a bolinha no meio.




Ele vira uma espada... 


Um ser quadrupede... 


E um ser voador... 



Se ele virasse pequenos mini golens, sugeriria que ele agora assume as formas animais das bruxas, mas a espada desbanca essa interpretação (até poderia ser uma adaptação das formas aquáticas/desarticuladas, mas não, é uma espada mesmo).




Ele é explicado como uma criação humana, feita pra imitar o divino, que agora existe pra proteger a entrada pro inferno.



E aparece de fato, protegendo a entrada do inferno, junto com mais um monte de outros "guardiões dos portões".


Observação: Nessa passagem pelos portões, Loki fica abrindo portais para pegar atalhos, e esses portais passam pelo Paraíso. Ou seja, Bayonetta fica intercalando entre inferno e paraíso (se bem que a passagem pro inferno ainda não é bem o inferno), pois tudo la ta destruído.




Provavelmente, por causa do Golem mesmo. Existe uma parte em que o Golem aparece em uma forma que não é usada em batalha, mas vale a pena ser citada, onde ele persegue a bruxa e o garoto por escadarias, destruindo tudo como se fosse um triturador gigante. 




Da pra saber que é o Golem por causa de suas cores e detalhes, e apesar dele ser um "Guardião", ele é bem destrutivo.


Na segunda luta dele, onde ele é destruído de fato, Bayonetta o finaliza usando o demônio de múltiplos braços, exatamente como o Golem do outro jogo. 


Só que agora eles espancam primeiro, pra quebrar a parte de fora, e depois que a bola fica livre... 


Eles se divertem...


Começam a jogar vôlei...


Até finalizarem dando uma mega tacada e explodindo ele, e um portal junto.



O Portal pro Inferno.

Sábio de Lumen


Então, antes dele revelar que é Balder, ele é um chefe constante e chato, fortíssimo que usa habilidades de Sábio de Lumen, como as invocações, transformação em lobo e tal.

A primeira aparição dele em batalha é já atacando Loki, quando Bayonetta aparece pra salvar o garoto.


Bayonetta da um show na luta, sem saber a natureza do inimigo, mas ai o cara para balas no ar, o que entrega quem, ou pelo menos que tipo de ser ele é.


Bayonetta saca na hora quem ele é, e rola até apresentação... diferente das dos demais inimigos, que geralmente viram páginas dos livros.


Essa primeira luta é de nível de chefe final, com várias e várias etapas magníficas. Primeiro o sábio vai invocando seus anjos, e saindo na mão contra a bruxa...


Daí quando ele apanha um pouco, apela e invoca uma Finalização de Anjo, trazendo pro cenário o Fortitudo, aquele anjo em forma de dragão de duas cabeças.


Bayonetta rebate a invocação, chamando seu leãozinho substituto de Gomorrah...


E ficam os dois la se quebrando ao fundo, enquanto o sábio e a bruxa permanecem no fight nervoso. 


As vezes o anjo tenta usar algum especial em Bayonetta, ignorando o Labolas, mas a luta continua acertando ou errando. Quando Labolas vence, Bayonetta invoca Madama Butterfly pra finalizar o sábio, mas ai...


O Sábio invoca Temperantia, aquele anjo com canhões nos dedos... 


E rola mais uma luta de megazords ao fundo enquanto sábio e bruxa, agora voando, se espancam.


Daí ambos lutam boxe (nessa parte o jogador controla os socos de Madama, brinca!) e ai, eles preparam o soco definitivo...


E ai é bigbang! Tudo explode e a luta do chefe acaba, mas o jogo num tava nem perto de acabar (isso é o chefão do capítulo 4!)


Bayonetta e o sábio também se atacam nesse momento, ela com o pé e ele com a lança, e a explosão joga ambos pra lados opostos.


Depois disso Bayonetta vai parar na água, e Loki a salva, e a beija (respiração boca a boca ainda submersos... aham) e ela desperta o poder de virar serpente.


Na verdade, com o beijo e fôlego, Loki transfere sua energia pra bruxa, e é isso que a salva.


Mas ai, eles trocam de papel, e Bayonetta salva Loki, virando serpente e saindo da água com ele... 


E ai ela fica toda desesperada por ele não acordar... mas era zoera da parte dele.


Ele debocha dela quando acorda, e ai ambos ficam mais, próximos.


O Sábio mascarado volta a aparecer apenas quando Loki e Bayonetta são engolidos pelo demônio parecido com uma arraia. 


Bayonetta passeia pelas entranhas do monstro, e quando encontra o moleque, surge o Sábio do nada pra impedir o resgate, já mostrando que é bem rápido.


Ele apela mais pra seus movimentos temporais nessa luta, algo que deixa claro logo na apresentação, redirecionando balas da bruxa pra ela. Ele também deixa claro que não ta la por ela, e sim pelo garoto, mas faz questão de enfrenta-la.


Apesar de não ter os gigantes angelicais ao fundo, ele ainda invoca seus anjos em seus combos, o que não deixa de ser divertido. É legal ver o outro lado da moeda, e as invocações são tão praticas e simples pros Lumen quanto pras Umbra, ele só não fica nu.


A luta é um show de movimentos. Esquiva pra todo lado, especiais aqui e ali, tiros e cajadadas... é uma dança.


No meio disso tudo, o corpo do demônio começa a ser dilacerado de dentro pra fora, criando mares de sangue...


Da mesma forma que a bruxa pode esquivar no tempo, o sábio pode desacelerar o tempo, o que não é um ataque muito perigoso, mas vale a pena ser mencionado. Ambos dominam o tempo, e isso fica claríssimo no gameplay.


Então, quando tudo começa a sangrar de mais, e já quase não há carne pra se andar, os dois começam a apelar, e dentro do demônio, eles invocam anjos e mais demônios! 


Sim, o Lumen começa invocando Sapientia, aquele anjo enorme!


E Bayonetta invoca Hydra, que é bem difícil de compreender, mas é basicamente uma cabeça humanoide enorme com cabelos de cobra (tipo a medusa).


E ai a luta continua, com os bichões no mar de sangue, e Balder apelando pra teletransporte...


E ele ainda vai pedindo ajuda pro gigante dele de vez em quando (só aparece a cabeça dele, mas o corpo é enorme e ta submerso no sangue)...


E até invoca mais anjos (mas naqueles ataques rápidos mesmo)...


Bayonetta também pode fazer suas invocações combadas tranquilamente, mesmo com Hydra ao fundo.


Daí o Sábio apela e faz o gigante soltar fogos...


Mas Hydra bloqueia todos os torpedos, desviando eles pro resto da paisagem...


Depois o anjo atira lasers contra o demônio...


Que atravessam tudo ao redor... e os dois voltam pros seus mundos.


Posteriormente, Loki acorda e joga uma carta na máscara do Sábio...


Que revela seu olho direito, que é o próprio Olho Direito, fazendo Bayonetta já imaginar quem era o cara.


Ela também chega a notar um colar que ele carrega, que é importante, pra ele...


E ai, tudo explode, pois afinal de contas, TUDO ISSO ACONTECEU DENTRO DO AZARADO DO DEMÔNIO DE TRANSPORTE!


Mano... tadinho...


Bem, na entrada pro inferno, ele aparece outra vez, bem na hora que Bayonetta e Loki tão quase entrando, mas...


Ele não vem sozinho...


Então falo dessa luta depois... mas um outro momento legal e único, que o Sábio também antagoniza, é a corrida de cavalo no inferno.


Ele é visto na cola de Loki, assim que Bayonetta salva a alma de Jeanne, então a bruxa vai ajudar o garoto.


Primeiro ela corre de encontro aos dois, que já estavam bem afastados e em movimento... Lembra que disse que Pain parecia um carro? Então, surgem alguns na "estrada" do inferno...


É basicamente uma reprodução da corrida de moto do jogo anterior, só que com mais obstáculos, e mais bizarra já que é no inferno. Bayonetta pode pular, atacar com o chifre do cavalo, e até usar especial, e precisa fazer isso pra passar pelos obstáculos e chegar ao sábio...


Quando Bayonetta alcança Loki, o Sábio ta quase matando ele...


Mas ela o atropela...


E leva o garoto desacordado...


E ai ela corre de cavalinho, mas o Sábio vai atrás...


Rola luta em cima do cavalo mesmo...


Com a bruxa protegendo Loki a todo custo...


Rolam cenas muito erradas...


Daí Bayonetta deixa o menino no cavalo e cai na estrada, e sábio e bruxa viram lobo e felino, ainda correndo, enquanto conversam sobre a razão de tudo isso...


Mas ambos se atrapalham, caem na rua de novo, e ai o Sábio revela ser Balder (algo notado, mas disfarçado por Bayonetta).


Aliás, ele nem sabia quem ela era, acaba descobrindo o nome ao acaso, e quando começa a chama-la por Bayonetta, as lutas contra o sábio misterioso terminam...


Balder


Balder acaba usando sua forma santa, como se fosse um pavão, e ai a luta fica parecida com a penúltima do jogo anterior. 


Nessa batalha ele já apela pros movimentos de Pavão.


O cara fica bravinho por ela teimar em impedir sua vingança, e começa a apelar pros poderes de Sábio Pavão, voando, e usando os poderes de sábio revelados nesse jogo, tudo junto.


Mexendo no tempo, atacando de longe, atacando de perto, dando penada...


Ele usa uma espada santa gigante também, e cara, é uma lutinha tensa.


Ele ferra com o cenário, como de costume, faz o local onde eles lutam sair voando...


Sempre com a vantagem (ele voa poxa) e ainda por cima, ele teletransporta! Pelo menos praticamente, pois é muito rápido.


Ele usa tantas artimanhas que chega a ser uma luta mais difícil do que quando ele se fundiu com Cereza pequena...


E, pra virar o jogo, na hora que ele ta quase matando Bayonetta (sua filha, sem saber)...


Loki aparece.


E pra variar, com seus poderes recuperados, e a memória também, de quem ele realmente era. 


E ai ele joga todo mundo pra fora do inferno, e pra fora desse tempo.


Bayonetta vai parar em Vigrid, no passado.

Profeta



Em uma das batalhas, o "Profeta" que na verdade é Loptr, aparece de forma projetada, e luta como um chefe.


Ele fica cansado de mandar anjinhos e seu servo de Lumen pra fazer o trabalho e decide ir pessoalmente, ou praticamente quase.


Ele gera sua imagem, e vai atrás dos viajantes.


Legal é que Luka segue ele, tecnicamente, pois vê quando e onde ele surge.



Ele nem ta la de verdade, mas é bem forte. Quando ele surge pra lutar, é na entrada do inferno, junto com seu sábio de Lumen...



Enquanto Loki fica cara a cara contra seu caçador...



Bayonetta conversa com "O Profeta"



As duas duplas de inimigos se encaram e conversam paralelamente... mas a luta é apenas contra o Profeta.



Loki fica cuidando do sábio, que nesse ponto já tinha tirado a máscara pra ele, mas o garoto nem sabia quem ele era.



A luta é aérea, e o profeta apela pra ataques de energia...



Ele fica de longe, as vezes se aproxima, mas a maioria de seus golpes é de longe.




Chega uma parte que ele pega uma torre enorme... 


Tirada sabe-se la de onde (ele invoca coisas por portais, mas né, olha o tamanho disso) e arremessa contra Bayonetta, usando seus braços místicos projetados...


Ela rebate usando Madama, e mesmo sendo um golpe de proporções astronômicas, não causa quase nada de dano.



E a luta continua, com ele usando seus poderes de várias formas diferentes.



Ele não tava la de fato, mas quase não da pra notar pois a luta é acirradíssima.




Quando ele apanha o suficiente pra cansar, a luta de Loki vs Lumen toma conta da tela rapidamente, e Loki aparece pedindo pro sábio parar de lutar. O garoto não entendia o ódio do estranho mascarado.


E ai o Profeta começa a tagarelar e provocar Bayonetta, pedindo pra ela renunciar ao poder do olho Esquerdo.



E ai, quando ela manda ele calar a boca, o ser onisciente coloca o passado na cabeça dela...



Ele mostra o "verdadeiro inimigo", o assassino de sua mãe, e o alvo de seu pai.



Rosa havia pulado na frente de Balder para salva-lo de um ataque repentino...



O ataque do moleque misterioso e encapuzado...



Ele tenta jogar Bayonetta contra o pobre Loki...




Então, pouco antes do Profeta aproveitar a desorientação de Bayonetta pra ataca-la... 


Loki, o verdadeiro Loki, joga suas cartas no portão do inferno.




O Profeta fica puto, pois o portão começa a sugar tudo, e perturba sua projeção, fazendo ele desaparecer temporariamente...



Com o portão escancarado...



Todos são puxados, mas resistem...



Até que Loki se solta e chama Bayonetta...



O sábio, sem alternativa, segue os dois até o inferno.



E ai, o portão se fecha.



E a luta do Profeta termina.

Loptr
O lado mal de deus




Quando Bayonetta viaja ao passado, ela encontra sua mãe e também acaba dando de cara com Loptr, o que altera a realidade. Antes, na introdução, Bayonetta deveria encontrar o Sábio misterioso, mas, durante o mesmo evento, ela encontra Loptr.




Ele tenta engana-la, fingindo ser Loki, 


Mas ela percebe e o ataca.




Ele começa a contar seus planos, como um bom vilão...



E ai assume sua forma com vários braços, iniciando a luta.



Loptr é a versão mais nova do Profeta, mas ele usa movimentos elementares, invocando coisas e arremessando.




Ele não é o cara mais poderoso de todos, e apanha legal.




Mesmo com todos seus braços, da pra esquivar fácil.



Tem uma parte que ele manda seus braços até o espaço e arrasta um meteoro pra atacar, mas nem faz tanto estrago...



Bayonetta pensa rápido e invoca Madama, que arrebenta ele no soco.


E ai a luta continua... com ele defendendo e atacando com as mãos projetadas (são tipo diclonius) e os elementos invocados.



Quando ta perto de perder, ele pega um destroço da torre e arremessa em Bayonetta...




E foge...




Enquanto isso, no presente, Luka encontra uma entrada pro inferno...


E encontra Loki bem na porta...


Que pede pra Luka leva-lo à montanha. E, no passado, Bayonetta encontra Balder, a versão do passado mesmo, e ambos vão até a câmara onde Rosa e outras bruxas estariam.


Loptr tinha acabado de matar Rosa.


Balder até tenta ataca-lo, mas ele foge outra vez.


Só que dessa vez Balder nota um detalhe que não tinha notado em sua outra versão, no outro passado...


O símbolo na testa do pirralho assassino era apenas 1 pedra...




Quem o ajuda a perceber é Rosa, em suas últimas palavras, e ambos se despedem, como no outro passado. Pra Balder era tudo novo, mas pra Bayonetta, ela sabia que aquilo era muito diferente...


Ela nota a vantagem que Loki lhe deu ao manda-la pra quele tempo, e ai, faz seu grande plano, abrindo o portal pro futuro... seu tempo.


Ela chama por Balder, sabendo os resultados, ou pelo menos arrisca bem. 


Ao invés dele ser abduzido por Aesir em sua forma de Profeta, ele vai de bom grado com Bayonetta.



Logo em seguida a Bayonetta do passado e a Jeanne do passado aparecem e a história segue seu curso, sem interferir em nenhuma delas.


E ai meu caro leitor, chegamos na parte final!

Aesir
Deus do Caos



No final, Balder se une a Bayonetta pra enfrentar Aesir. 




Eles pegam carona, sem pensar, de Jeanne em seu jatinho, e voam de Vigrid pra Noatun...



Bayonetta nem explica nada, só faz o Sábio segui-la e pronto. Imagina a confusão do cara...


No caminho, eles percebem que os demônios e anjos também tão na mesma direção, e tão colaborando... e ai rola o jogo de navinha com Balder e Bayonetta atacando.



Enquanto eles enfrentam os chefes tudo na viagem até a montanha, Luka e Loki chegam nela primeiro, e são recepcionados por Aesir em pessoa.




Luka é atordoado e Loki salva ele,  mesmo fraco, atacando e depois conversando com seu outro lado...




E ai Balder e Bayonetta chegam, com Jeanne ficando de fora, só na cobertura, cuidando dos demônios e anjos... detalhe: Ela fala o nome de Bayonetta então, é ai que Balder saca tudo.



E então, eles chegam a tempo de pelo menos assistir a reconciliação forçada de "deus".


Loptr tenta fazer Balder ajuda-lo a matar Loki, oferecendo ele pra sua vingança, mas ele não sabia que Balder tinha passado pelas influências do tempo...




E ai Balder, sem entender bem, chega de mansinho, aproveitando a guarda baixa... 




E acerta a testa de Aesir...



Confirmando quem ele era, graças a pedrinha.



Bayonetta tenta buscar Loki, enquanto Balder enfrenta Loptr, mas o cara mira em Bayonetta e o sábio pula pra salvar a filha, sendo derrubado...




Então o vilão começa a tagarelar, tentando justificar seus atos... mas é papo de vilão.



Era apenas Loptr, cheio das tramoias, e ele tira os poderes de Loki pra conseguir o poder total de sua forma divina.




Isso apaga o simbolo duplo na testa de Loki e leva pra dele...


Com sua forma perfeita, ele consegue controlar e recuperar os Olhos do Mundo novamente, então ele retira o olho direito de dentro de Balder...




E ai Luka aparece, do nada, pega Loki e fala "Vai la bruxinha, manda ver".



E rola a primeira luta, só contra Bayonetta.



Ele não é tão poderoso, fica de longe usando lasers e quando fica perto ataca com suas mãos projetadas.  




Ele também usa seus poderes de invocação, ou seja, é tudo igual ao que ocorre na luta do Profeta... 




Mas agora à luz do dia, e no chão (e sem nada muito apelativo).




Ai, quando Bayonetta tenta finaliza-lo, ele simplesmente apaga os demônios. Ela começa invocando o Labolas...


Ele desintegra ele com luz.




Depois Hydra... que tenta enrolar o cara...


Mas também vai pro saco.



Aí antes dela acabar com mais algum demônio, Loptr a alcança...



E o Olho Esquerdo é retirado de dentro dela também.


Ai, Aesir fica completo e assume uma nova forma, toda poderosa.



Ele já começa planejando como vai colocar a humanidade sob seus pés...



Mas contradizendo ele, Balder se levanta e ajuda sua filha na luta final, defendendo a humanidade.


Aesir usa tudo quanto é poder...



 Teletransportando, atirando com luz, levitando, fazendo de tudo.



Ele abre portais dimensionais pra trazer aviões com torpedos pra luta.



Ele até invoca Satélites, em referência a luta do chefão no outro jogo.



O que destrói o solo fazendo a luta se tornar aérea e tirando Balder de campo temporariamente...



É basicamente a luta mais cheia de elementos que eu já vi.



E no fim, ele até joga uma estação espacial inteira contra a bruxa.



E mesmo ela jogando de volta...



(Ela se prende e gira ele)...



Num causa quase nada de dano...




Depois de muito esforço, ele é derrotado... 




Mas tudo graças à Loki, que desperta e usa uma carta especial que ele guardou... 




A carta que remove todas as cartas Monstro, Armadilha e Mágicas de campo.


O Buraco Negro!




Pra destruir a existência... 


Dos Olhos do Mundo. 



Basicamente, seus poderes (concentrados na pedrinha da testa) somem, mas ele tinha se prevenido incorporando os mesmos em cartas, que ele guarda pra essa jogada final.




Com isso, Aesir deixa de ser divino e se converte em um cara sem os poderes dos olhos do mundo, e no meio da surpresa, ele fica debilitado...




E toma uma surra do sábio e da bruxa.



Então pai e filha invocam uma fusão de demônio e anjo, luz e trevas...



Surge Omne...




Ela, ao invés de dar um soco expulsador de almas, da um chute de dois pés, aniquilador de corpo. 



Como no jogo anterior, nós precisamos guiar o inimigo jogado pra longe para seu desfecho, que agora é Jeanne em seu jato, com Gomorrah invocado pra come-lo.




Enfraquecido, sem corpo, Aesir decide abrir um portal tempo-dimensional pra ir pra outra realidade... 




Onde os olhos ainda existissem, e assim retomar seu plano...


Mas, Balder aparece e o prende.



Ambos acabam indo pra esse outro tempo, que nada mais era que o passado mesmo, onde o primeiro jogo iria ocorrer.



Encerranento

Bayonetta, apesar de triste pelo desfecho de seu pai, fica feliz por Loki, e se despede dele.



Loki fala que vai tirar férias, e Bayonetta diz que só o chamará pelo nome quando ele voltar, já hominho.




E ai Loki, ou Aesir, tira onda com ela dizendo que Cereza é um nome ridículo, quando ela permite que ele a chame assim ao invés de Bayonetta.


Ai ele evapora pro mundo espiritual.



Ele não morre, apenas some por um tempo.



Alguns dias depois, Bayonetta ta fazendo compras, com Jeanne.



Dai enquanto jogam papo fora, passa um cara com um carrinho de bebê...



E de dentro dele cai uma das cartas de Loki...



A carta, de tarô, mostra Loki de férias...



Era Loki, e Bayonetta sabia, mas antes de pegar a carta ela voa pra longe.



Então passa Rodin, distribuindo seus panfletos do bar...



Daí Bayonetta percebe que esqueceu Enzo.



E ai ela lembra que pediu pra ele esperar no avião...



Que é justamente o avião vindo na direção das bruxas...



Seguido por anjos, como sempre.



Daí ambas param o avião com os pés, jogam pra cima...



Pulam pro Limbo, estragam seus vestidos no processo...



Ai tiram as roupas, sem erotismo, já trajadas com cabelo.



E ai é fim.



Ou quase... lembra que no jogo anterior nos créditos tinha gameplay? Mesma coisa, só que em dobro!



Durante os créditos surgem cartas, e algumas delas mostram lutas, que o jogador precisa vencer.



Primeiro é de Loki e Bayonetta contra anjos...



Depois rola pontuação (consegui platinar essa) e ai vem Bayonetta contra Lumen Mascarado...



Eu falhei nessa...



Ai vem a de Bayonetta e Rosa contra Anjos...



Depois é de Bayonetta de robô contra anjos...



E por fim é Bayonetta e Jeanne, contra anjos no avião de Enzo.



Eu fui bem em todas, e ai surge a foto do elenco... com Enzo salvo, avião derrubado, carro estragado, e fim... ou quase...



Tem o pole dance livre para todas as idades...



E ai sim... é fim, certo???



Nop, rola a cena pós crédito mostrando Balder se tornando mal.



E colocando sua máscara icônica de sua versão futura.




Detalhe: Na cena, cai um raio, que na verdade é uma estaca angelical gigante, no peito de uma das estátuas que cercam Balder. 




O que isso significa, não faço ideia. Parece que são estátuas de Lumen e Umbra, e a esfaqueada é a de Umbra, talvez se referindo ao objetivo de Balder depois de ter se envenenado com Loptr.



Observação IMPORTANTE: Balder não deveria ter o Olho Direito nesse desfecho, afinal Loki apagou os olhos do mundo de sua realidade. Não é possível que Aesir tenha recriado os olhos, pois se isso fosse possível ele não precisaria fazer toda essa tramoia. Na lógica, esse desfecho não deveria ocorrer, porém, é provável que o Loptr se converteu no Olho Direito. O mal de deus, em Balder, fez nascer de seu poder o olho. Também é possível que ele apenas tenha restaurado o olho só por pisar em outra realidade, afinal o olho de seu tempo só deixou de existir como efeito da carta no futuro mesmo.

E então, é mostrado o título do primeiro jogo em seguida...



Depois a foto de Parabenização (bem menos detalhada agora)...



Depois tem as premiações, extras, menus novos, essas frescuras...



E finalmente... fim!

Ainda tem coisas a mais, como o modo multiplayer com o qual gastei muitas horas, e um modo extra na campanha, que são desafios seguidos.


Mas é coisa pra alongar a vida útil do jogo. A história, era essa.

Bem, segue aqui um resumo da história, só pra ficar bem claro, apenas uma sinopse por capítulo:

Prologo


Bayonetta e Rosa lutando na guerra do Passado secundário, matando anjos.

Introdução


Jeanne perde a alma, Bayonetta perde um contrato e mata anjos.

Capítulo 1


Bayonetta vai pra Noatun e conhece Loki, além de matar muitos anjos.

Capítulo 2


Bayonetta encontra Luka, e mata mais anjos.

Capitulo 3


Loki força Bayonetta a ir pra Torre que tem a ponte, eles sobem e descem, matando anjos.

Capítulo 4


Loki conhece Luka, e o mascarado ataca pela primeira vez.

Capítulo 5


Bayonetta e Loki sobem a torre outra vez, e encontram Luka que conta histórias.

Capítulo 6


Bayonetta e Loki descem da torre outra vez.

Capítulo 7


Bayonetta e Loki desistem de subir, e acabam no estômago do demônio que explode.

Capítulo 8


Bayonetta e Loki chegam no lugar onde o Portão do Inferno fica, e matam demônios.

Capítulo 9


Bayonetta e Loki lutam contra o sábio, o profeta, e entram no inferno, depois de matar demônios.

Capítulo 10


Bayonetta passeia pelo inferno com Rodin, e mata demônios.

Capítulo 11


Bayonetta resgata Jeanne, mata demônios, e aprende a fazer armas.

Capítulo 12


Bayonetta vai atrás de Loki de cavalo, ele acorda e manda ela pro passado.

Capítulo 13


Bayonetta vai pro passado, e luta ao lado de sua mãe, matando muitos anjos.

Capítulo 14


Bayonetta usa o dedo do meio na guerra de robô, e mata anjos.

Capítulo 15


Bayonetta leva Balder do passado pro futuro... alguns anjos morrem também.

Capítulo 16


Aesir é derrotado perante Bayonetta, Balder, Loki, Jeanne e um pouquinho de ajuda do Luka.

Fim.


E ai curtiu? Demorei né?! Analise grande, eu sei... tentei ser completo, completo e claro o suficiente pra que quando Bayonetta 3 saia, eu não tenha de "complementar" o 2 por ele rs.

E bem, bora pra próxima.

Feliz Postagem de Natal e Ano Novo atrasado... 

Como Rodin disse:


"Antes tarde do que nunca!"

E como Bayonetta disse:



"2018!!!!! Aew!!!!"

E é isso!


See yah!!!!!!

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