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sábado, 30 de dezembro de 2017

AnáliseMorte: Bayonetta - A Bruxa Capilar

"É igual Devil May Cry", essa é a frase que todos que começaram ou tentaram jogar Bayonetta costumam falar. E sendo sincero, superficialmente é mesmo, o que faz parecer que as ideias de Hideki Kamiya (criador de ambos) são tendenciosas à um mesmo formato.

Bayonetta


Antes de jogar eu acreditava que era até um spinoff da franquia DMC, não apenas pela arte do jogo, mas também pela jogabilidade e enredo (o qual eu conhecia apenas pela sinopse). Só que no final, são duas histórias diferentes, dois universos diferentes... ou quase...

Terão spoilers... e umas coisinhas mais... ( ͡° ͜ʖ ͡° )

Boa leitura


Bayonetta é da Sega, Devil May Cry é da Capcom, mas eles não tentam competir entre si, nem se ligarem ou superarem. Na verdade toda comparação existente entre ambos é por suas semelhanças caracterizadas pelo criador. Ambos são hack&slashs, ambos tratam de batalhas místicas contra o oculto, ambos misturam conceitos religiosos, ambos mostram um protagonista excêntrico...



Mas se tem algo que Bayonetta faz de original, é brincar com o sexualismo.

A protagonista anda nua 90% do jogo, fazendo poses nada ortodoxas e lançando indiretas maliciosas o tempo todo. É claro que ela não aparece peladona (sempre) e não há nada explícito, mas é um fato narrativo que ela não usa roupas o tempo todo, e na verdade, ela se cobre com cabelo.



Animais andam nus, mas cobrem perfeitamente suas partes intimas com pelo, então não é difícil imaginar uma humana totalmente coberta por seu próprio cabelo... Só que não é nada sexy ou sensual (a menos que você tenha tricofilia).


Claro que com Bayonetta isso é diferente, ela se cobre, mas seus fios finos formam um tecido que segue suas curvas meticulosamente. Daí, ela fica nua, com sua forma física totalmente exposta, mas com os "detalhes" cobertos. 



O jogo faz questão de mostrar que ta tudo coberto, colocando ela nas poses mais desconfortavelmente sensuais e fixando a câmera descaradamente, e realmente, da pra ver nada. Me faz lembrar aqueles artistas que usam pintura corporal e "vestem" as pessoas com tinta, nada além disso, e tecnicamente, é isso que ocorre, mas ela usa magia ao invés de tinta.



Bayonetta é uma bruxa, que tem controle sobre o tempo, pode abrir portais que a levam entre diferentes camadas de realidade, tem força física, flexibilidade, resistência e percepção acima do normal, além de ter "contratos" com diferentes demônios, e claro, manipular seu cabelo do jeito que quiser.



Seu papel é apenas enfrentar e eliminar anjos, que são a escória da sua realidade, e é isso.


O game é puro Hack&Slash, e apesar de longo e desafiador, é bem linear e simples. São lutas atrás de lutas contra hordas e chefes, muitas vezes colossais.

Ela é daquele tipo de herói apelativo que parece ser onisciente e imortal. Ela cai de qualquer altura sem se machucar, anda abaixo d'água sem perder velocidade ou precisar respirar, usa trocentas magias inimagináveis de invocação e tortura, usa um monte de armas tanto nos pés quanto nas mãos e tudo isso enquanto sensualiza.




Alias, "Bayonetta" é um nome dado à ela por conta da arma baioneta. A moça usa armas acopladas nos pés e mãos, totalizando 4 armas ao mesmo tempo. Ela pode equipar como bem entender, e mesmo algumas armas tendo exclusividade pra determinado membro, na prática, Bayonetta é capaz de fazer combos longuíssimos com armas brancas e de fogo, usando pés e mãos. Legal atirar usando os pés... e da onde vem a referência da arma? Bem, Baioneta é uma arma de corte feita pra ser acoplada a armas de fogo como rifles, o que torna a arma tanto de longo quanto de curto alcance, generalizando a mesma pra diferentes ambientes de batalha.



A heroína esbanja naturalidade e flexibilidade com seu acervo bélico, e por isso ela leva esse apelido.


Seu nome real é revelado durante a campanha, que basicamente serve para explorar o passado de Bayonetta. Ela não se lembra de nada, apenas que odeia anjos e precisa destruí-los, e que é uma bruxa. Seu objetivo inicial nem é exatamente descobrir mais sobre si mesma, mas sim completar um trabalho, e posteriormente, fica atraída pelo mistério da joia em seu peito, decidindo caçar as demais para talvez recuperar sua memória.

Na verdade, tudo rola na base da coincidência mesmo, e Bayonetta acaba descobrindo tudo sobre seu passado por conveniência.

Gameplay

Atacar




Bayonetta tem muitas opções de ataques e combos, combinando seus pés e mãos em golpes devastadores. Só há dois botões pra tudo isso (soco e chute) mas, dependendo da velocidade, frequência e ordem dos golpes, eles formam combos que podem chegar a criar invocações sem nem precisar de poder mágico.



Magia


A moça conta com um sinalizador de magia abaixo da barra de energia vital. 



Essa magia se recarrega conforme Bayonetta desfere seus golpes, e desde que ela não seja atacada, ela retém poder mágico até chegar ao máximo e poder lançar invocações de demônios capilares. Existem duas formas alias pra se fazer esse tipo de invocação:

A primeira, é realizando um combo com mais de 2~3 hits, o que faz Bayonetta invocar um portal e fazer sair dele mãos e pés gigantes, de cabelo. Esse é um dos demônios que mais a auxilia em batalha.



A outra forma é usando combinações de especiais que surgem em tela pra ela invocar demônios gigantescos, que finalizam os chefes (essas finalizações ocorrem apenas em chefes).


Ela também pode usar magias simples como teletransporte, desde que tenha sido comprada. Apesar de muitas de suas habilidade virem automaticamente, ela pode melhorar sua performance e variedade de ataques apenas comprando novos movimentos num bar, mas falo disso depois.

Armas

Bayonetta não usa apenas pistolas, apesar de andar com 4 delas no inventário. Ela usa vários tipos de armas diferentes, obtidas no mesmo local em que compra movimentos, mas, essas armas vem de Discos de Vinil que ela encontra em sua jornada... depois explico isso, mas em resumo, eis as armas que ela obtém:

Pistolas
(Scarborough Fair)



Na abertura do jogo, Bayonetta usa dezenas de armas comuns que assim que ficam sem munição são descartadas.




Ela da conta de todos os inimigos assim, mas em seguida ganha um conjunto de 4 armas de munição mágica, desenhadas só pra ela. Essas armas são a arma inicial principal dela, e ela passa a dar murros e chutes que além de serem potentes, também disparavam pacas.



Um movimento interessante delas é quando Bayonetta fica de cabeça pra baixo ou em posição de ataque (girar analógico e bater, a posição dela depende se foi soco ou chute) e atira pra todo lado, enquanto mira e faz poses.



Também da pra dar estrelinhas e piruetas enquanto dispara pra todo lado, e junto com suas invocações capilares, Bayonetta com suas pistolas é destrutiva.



Independente de estarem equipadas ou não, existe o botão de disparo (Y) que atira com a pistola em qualquer situação.




Ou seja, Bayonetta sempre fica com ao menos 1 pistola.

Escopetas
(Onys Roses)




Da mesma forma, ela pode carregar até 4 escopetas nos pés e mãos (o primeiro conjunto é obtido gratuitamente, achando o disco, mas o segundo precisa ser comprado pra ser equipado, ou seja, normalmente é preciso escolher se as escopetas ficarão nos pés ou nas mãos). 




Elas são lentas, mas seus disparos causam mais dano que as pistolas.



Movimentos como a pirueta de tiroteio funcionam com essa arma também, alias os movimentos são todos os mesmos pra todas as armas, o que muda é a velocidade de execução, alcance e eficiência, mas na prática é tudo a mesma coisa. 

Espada Pesada
(Shuraba)




Quando me dei conta que dava pra usar outras armas foi na tentativa de equipar a espada. Eu fucei no inventário e tava la ela, recebida por causa de um vinil dourado.



A espada é lenta, mas causa o maior dano de armas brancas possível, sendo inclusive acumulável (da pra segurar pra causar um corte transversal mortal).




Mas, é preciso ficar parado pra segurar o ataque, o que torna tudo mais lento ainda.



Ela só equipa nas mãos, e pode ser colocada em diferentes sets. Alias, Bayonetta conta com dois sets de armas, o A e o B, que são alternáveis por atalho (R1) durante o gameplay mesmo. nada muda entre um set ou outro, exceto as armas equipadas que o jogador escolher.




Da pra colocar a mesma arma em ambos os sets ao mesmo tempo, e eles só servem pra facilitar ainda mais a troca de armamento em batalha e aumentar os combos possíveis. Algumas armas são restritas às mãos, mas mesmo com elas, ainda da pra colocar armas pros pés junto, o que possibilita até 4 armas ao mesmo tempo, isso sem contar a pistola (com ela são 5 armas manejadas ao mesmo tempo).

Chicote
(Kulshedra)




Outra arma exclusiva pro slot das mãos é o Chicote em forma de cobra, que serve pra causar ataques físicos de longo alcance, além de puxar inimigos.




Também da pra fazer uma sequência de chicotadas que parece bem legal, mas é meio lenta pra se reproduzir (tem que atacar duas vezes com o soco, parar por um segundo e atacar novamente).




Na adrenalina, essa arma não é tão boa.

Durgas




Essas armas também vem em uma versão gratuita e uma pra comprar. 



São duas luvas/calçados com lâminas, grandes e flamejantes ou eletrificadas. Elas geram ataques lentíssimos porém criam bolas explosivas de grande dano.



Os ataques são carregáveis, como a espada, mas são de curto alcance e bem mais lentos. Na prática, não compensam (eu não me dei bem com essa arma).

Patins de Gelo
(Oddete)




Essa é uma arma exclusiva pros pés, e pode ser equipada em conjunto com armas de fogo ou as de mão. O que ela faz é deslizar em superfícies de gelo criadas por ela mesma, o que permite uma movimentação bem mais rápida e fluída (perfeita pra fugir em momentos de corrida por exemplo).



Bayonetta pode literalmente patinar em qualquer lugar, e seus ataques são congelantes, apesar de não irem nada longe. Até sua invocação demoníaca vem congelada quando ela usa esse equipamento.



Alias, da pra congelar inimigos, transforma-los em blocos grandes de gelo e arremessa-los usando a Madama Butterfly, com direito a contagem regressiva e tal.



Bazucas
(Lt. Col. Kilgore)




Por fim, tem a Bazuca que vem com uma versão grátis e uma por compra (ou seja, da pra equipar bazucas nos pés e mãos e virar um robô).



Os disparos são ilimitados, porém demoram pra sair, e Bayonetta precisa segurar o golpe pro disparo ser feito. Mesmo assim, é a arma mais poderosa do jogo pois causa grande dano em qualquer inimigo, com suas explosões e tal.



Da pra mirar automaticamente com todas as armas (e até desarmado) então em lutas de chefes distantes, da pra acertar o ponto fraco facilmente na bazucada, o que deixa tudo mais fácil.

Armas de Inimigos


Dá pra pegar as armas dos inimigos caídos, desde que eles sejam mortos por finalização (o que deixa a arma deles intacta). Tem várias armas diferentes, como lanças, arcos, espadas, garras, mas perto das armas principais de Bayonetta elas são fracas.



Além do mais, elas duram pouco e se quebram com alguns ataques. Também não da pra usar nenhuma outra arma (além da pistola extra) se tiver carregando uma arma de monstro, e apesar de serem armas bem legais no começo, la pra segunda metade fica bem chato de se usar ou pegar, pois elas não superam as armas de Bayonetta.

Pulo e Pulo Duplo e Triplo


A moça pode pular, muito alto, e até pular em paredes pra pegar impulso e pular duas vezes, mas sem paredes ela também consegue pular duas vezes, usando asas de borboleta (que é parte de seu demônio principal, visto em sua sombra).



Tecnicamente, Bayonetta consegue realizar saltos triplos usando paredes e suas asas.

Andar, Correr e Andar Antigravitacional

Bayonetta não anda, ela desfila, e ocasionalmente corre.




Ela pode também, quando banhada pelos raios da lua, andar sobre qualquer superfície, seja chão, paredes ou teto, sem se preocupar com gravidade (ela pode até pular nesse estado) pois cria um círculo mágico abaixo de seus pés que a puxa, como uma gravidade particular.




Tem uma parte em que ela precisa escapar da cidade inundada de lava, e a única forma é pelas paredes e destroços... olha que irado! Pena que essa habilidade só funciona quando a lua ta visível... alias, a lua sempre é enorme na ficção...

Esquivar e Desacelerar o Tempo


Ela pode esquivar de ataques usando o R2, e além disso, ao esquivar na hora certa (instantes antes do ataque inimigo acertar) ela desacelera o tempo e pode atacar quem quiser durante a contagem regressiva.



Geral fica travado, exceto quando a luta já ocorre fora do tempo (as vezes ela luta com hordas de inimigos com o tempo já desacelerado, mas os inimigos nesse caso vem em velocidade normal, pois resistem a essa magia).



Mas da pra parar o tempo até nesses momentos, usando um acessório que ativa a lentidão temporal sempre que Bayonetta leva dano, desde que tenha magia acumulada. Esse efeito é meio que trapaça mas, se ta la é pra usar.

Alias, existem alguns acessórios, roupas, itens, e umas bobagens também compráveis, mas depois falo disso.




As vezes Baynetta precisa parar o tempo para correr sobre a água ou usar água como plataformas. Também precisa passar por portas muito rápido, antes delas se regenerarem (algumas portas mágicas, que precisam ser destruídas pra dar passagem, se restauram rapidamente) e pra isso, ela pode contar com estátuas de sábios e bruxas, que lançam raios nela, e facilitam seu "bullet time".

Transformar


Em dada parte do jogo, a bruxa reaprende uma habilidade que esqueceu: A de se transformar em animais. Na verdade todos os movimentos que ela tem são memórias recuperadas, mas isso vou explicar quando falar dos personagens. A primeira transformação (ignorando as asas de borboleta) é a de Pantera, que é gratuita e habilitada automaticamente, mas junto dela vem duas especiais que precisam ser compradas na lojinha, e elas se ativam com movimentos específicos.

Pantera




A pantera se ativa por tempo ilimitado, quando se aperta o botão de esquivar duas vezes rapidamente. Como pantera, Bayonetta corre muito rápido (mais rápido que com patins) e só volta à forma humana se parar de correr.



Essas transformações não gastam magia alguma, e o ponto fraco da Pantera é que não da pra esquivar estando transformado nela.



Uma vantagem, é por exemplo a possibilidade de se transformar enquanto conjura o ataque da espada. Transformado, a Pantera pode se mover rapidamente e, desde que não se solte o botão de ataque que ta carregando o corte transversal, ao voltar pra forma humana o ataque continuará carregado.



Além disso, quando a Pantera ataca, ela desfaz a transformação, mas causa um grande dano com 3 cortes em forma de garras grandes. Da pra fazer um estraguinho correndo e atacando dessa forma.

Corvo




Transformando-se em ave, Bayonetta pode voar, por tempo limitado. Ela precisa esquivar duas vezes rápido no ar, e a forma de corvo surge (se comprada).



Nessa forma ela pode voar pro alto 1 vez (é o pulo duplo, e só funciona se ele não tiver sido usado antes) e o diferencial, além de ser a distância que a ave voa (é maior que o pulo  duplo com salto da Pantera) é a capacidade de invocar penas vermelhas que podem circular Bayonetta, como uma proteção, seja como corvo ou humana...



E também podem sobrevoar, como disparos extras em combinação à pistola. Como ave, esses são os ataques que ela faz, e são bem interessantes principalmente por se manterem mesmo quando Bayonetta volta ao normal.



Morcegos



Uma vez comprada e habilitada, a forma de vários morcegos permite que Bayonetta esquive melhor dos inimigos.




Se um golpe pegar, e Bayonetta usar a esquiva praticamente na mesma hora, o dano é ignorado e ela vira morcegos, paralisando o tempo no processo. 




É uma esquiva legal de se fazer, e ajuda a enfrentar as hordas sem medo de ser feliz.

Finalizar


Bayonetta pode encerrar os chefões invocando demônios, e esse é um tipo de finalização, mas existe outro em que ela invoca algum objeto e realiza a execução do inimigo. Esse poder só é habilitado quando o inimigo fica atordoado e se tiver magia acumulada, e o legal é que geralmente ele mata de uma vez só.



Tem vários tipos, e todos pedem pra que um botão específico seja pressionado rapidamente, ou que o analógico seja girado rapidamente, ou que algo seja feito rapidamente, premiando com a pontuação que vira dinheiro em seguida. Esses quick time events também rolam no próprio gameplay, como parte de algumas cutscenes, tudo relacionado a finalizar um inimigo ou uma situação.

Demônios Invocados

Madama Butterfly (Pés e Mãos)




Quando Bayonetta da socos e chutes, a magia dela abre portais nos combos e normalmente, ela finaliza usando o cabelo pra projetar uma mão ou um pé gigante. Essa projeção é parte do corpo de Madama Butterfly, o demônio padroeiro de Bayonetta. 


Na sombra de Bayonetta da pra ver a silhueta do demônio, e o pulo duplo nada mais é que a projeção das asas dele. 



Os pés, com salto alto e tal, são dele também. 



A única coisa que não sai dos portais é a cabeça e tronco dele, mas nem todos os demônios são completamente invocados.



Essa invocação é a única que pode ser feita a qualquer momento, tirando uma especial que falarei depois. 


Também da pra invoca-la pra pegar carros ou objetos grandes e arremessar longe, independente de magia reserva.

Gomorrah (Devorador)




Gomorrah é uma cabeça com aspecto de dragão, invocada por portais para destruir os chefões (ou os inimigos grandes), mordendo, estilhaçando e devorando se preciso for.



Ele é uma cabeça enorme e demoníaca, e talvez só não sai inteiro pois o cabelo de Bayonetta num da conta.




Ela alias fez contratos com esses demônios tudo para acabar com os anjos la no passado. Aos poucos ela vai recuperando a memória das invocações e passa a recitar as palavras corretas pros diferentes demônios que ela detém.

Malphas (Ave)



Esse demônio é uma ave gigante que engole suas presas numa bicada só.



Invocado por cabelo e portais, quando ele aparece ele derruba os chefes, os prende e engole bicando.

Hekatoncheir (Braços)



Esse demônio nem aparece direito, apenas seus seis braços surgem, de 6 portais com cabelo pra dar e vender.




Eles surgem em partes engraçadas de um chefão em forma de bola, o qual eles arremessam como se fosse uma bola de vôlei enorme, e no fim, ao deixar cair, se enfezam e sentam a porrada freneticamente.



Eles eliminam os anjos na base do murro. Tem outro chefe que também sofre com isso, falo dele daqui a pouco.

Scolopendra (Centopeia)




Esse é um demônio capilar que me faz pensar numa centopeia, pois é longo, tem um rosto com presas horizontais e tem várias patinhas ao longo do corpo (projetado por cabelo, não esqueça).



Ele enrola os chefões e os espreme com seu corpo.

Phantasmaraneae (Aranha)




Esse demônio beira o ridículo de tão enorme que é, e além de cabelo, ele se projeta com fogo (deve ser cheiroso que só). Ele é uma aranha gigante, que cria uma teia enorme, invoca filhotinhos (que são maiores que caminhões) e devora suas vítimas angelicais.



A parte em que ele aparece pra apelar de vez é até invertida. Ao invés de Bayonetta ficar perto dele, ela fica na cabeça do chefe, guiando ele no meio do mar (é um chefe aquático) e fazendo ele ir na direção do demônio, que fica só na dele esperando.

Queen Sheba (Demônio Final)




No final do jogo, Bayonetta invoca uma criatura mais poderosa que o chefão final (e o chefão final é a ressurreição "da criadora" e é forte pra k7) e a utiliza pra aplicar uma surra astronômica... literalmente.



O golpe dela é tão forte, mas tão forte, que é preciso guiar o chefão pelo espaço, entre os planetas, pra fazê-lo se chocar com o sol e morrer. 



Sem zoera, a gente pilota o chefão pelo universo desviando de planetas, tudo graças a essa demônia.



Little Devils (Capangas)



O outro demônio que pode ser invocado mesmo fora de chefes é esse grupinho de esqueletinhos minúsculos.




Eles vem junto de um acessório que Bayonetta pode comprar, e uma vez equipado, da pra invocá-los pra ajudar na luta, deste que haja magia armazenada pra isso.





O mais legal dessas invocações tudo é que Bayonetta usa seu cabelo pra projetar as criaturas, e é o mesmo cabelo que ela usa pra se vestir, logo, ela fica peladona (mas não mostra nenhum detalhe, apenas as curvas e muita pele).

Madama Styx




Pra terminar essa parte, tem uma versão da Madama pra amiga de Bayonetta também, que não muda praticamente nada, apenas a cor (já que o cabelo de Bayonetta é preto e o da outra mina é branco). Ela também pode invocar todos os demônios que Bayonetta chama, com apenas a cor mudando pra branco por causa do cabelo.




Essa amiga é interessante, mas falarei dela quando tiver explicando sobre os personagens, mas continuando com os movimentos...

Pilotar


Existem algumas partes no jogo em que é preciso pilotar uma moto, e também um míssil, por fazes longas de estrada/mar/espaço. Sim, primeiro pilotamos em uma estrada enorme...



Depois pilotamos o míssil pelo mar em direção à uma ilha...




E la pro fim pilotamos outra moto num foguete, em destroços também, pulando e acelerando, pra ir pro espaço, onde rola a luta do último chefe.




É dinâmico e cara, como eu amo quando o jogo muda totalmente o gameplay temporariamente. 


Isso da um ar variado, tira o mesmismo e implica numa diversão bem mais arrojada.

Itens e Pontuação


No menu do jogo, além das armas, há livros que mostram um pouco da história (falarei depois, calma) e também, um inventário com 3 itens especiais que podem ser unidos em pirulitos (tecnicamente poções caramelizadas) para restaurar energia vital, magia e afins. 


Eu só percebi isso quando tava la pro fim do jogo, então não usei muito... na verdade eu preferi morrer à usar itens pois achava que itens tiravam pontuação...

Mas na real, morte tira muito mais. Se o jogador morre, da Game-Over mas ele pode voltar de onde parou, se quiser, com uma caveira vermelha marcando cada vez que morreu na fase. Usando itens, surge partes da caveira vermelha, até que ela se completa e demarca um game-over, mesmo se não teve game-over.



O tenso é que eu pegava de 2 a 5 caveiras vermelhas, e por conta disso, eu dificilmente passava do troféu de pedra ao concluir as fases.



São 18 fases no total, e cada uma premia com dinheiro (que eu nunca recebia, o dinheiro que eu peguei foi praticamente todo recolhido de vasos e bancos quebrados, ou inimigos mortos, pois o prêmio da missão sempre saia no negativo de tão ruim que eu joguei), e um troféu que vai de pedra, pra bronze, prata, ouro e platina. Eu num peguei nenhum de platina... meu melhor foi de ouro...



Pra pegar um bom troféu, além de evitar morrer ou tomar dano, é preciso derrotar todos os inimigos com combos e rápido. Quanto melhor for a luta, melhor é a moeda final, mas pra garantir um troféu de platina é preciso platinar todas as lutas, e por fase, vai de 5 a 10 lutas em média.

Corações, Pedras e Bônus

Há também locais secretos que teletransportam Bayonetta pra testes. Nesses locais ela pode recolher, se vencer, corações (com 4 ganha-se um pouco mais de vitalidade máxima) e Pedras de Lua (com duas ganha-se mais uma bolinha na barra de magia). 



Perdendo num rola nada, e o jogador pode tentar de novo ou desistir. Mas nem são desafios difíceis. São coisas como "Derrote todos os inimigos sem pisar no chão" ou "Acabe com todos antes do tempo acabar". Tem alguns que limitam o número de ataques, outros em que os inimigos só morrem com os golpes da invocação demoníaca e por ai vai. 



Também tem um evento após terminar cada fase, em que Bayonetta precisa atirar em anjos num jogo de tiro ao alvo, com balas limitadas (essas balas são pegas ao longo das fases). Cada anjo da uma pontuação, e se conseguir muitos pontos, da pra comprar itens de regeneração com eles, ou troca-los por dinheiro mesmo.




E o que mais? Bem, acho que o básico é isso. Agora, bora falar dos personagens. Lembrando que nessa parte, geralmente eu detalho bem, então pode ser que nem precise contar a história no fim, então vamos la!

Personagens

Bayonetta



A protagonista é uma bruxa que esteve adormecida por 500 anos e após acordar, começou a matar os anjos tudo.




No começo do jogo ela aparece com seu comerciante e informante, vestida de freira, no cemitério, fingindo um velório. Seu objetivo com isso é atrair anjos para pular no limbo e começar o massacre.



Bayonetta pode transitar livremente no limbo, e apesar dela e os anjos serem invisíveis no mundo humano, seus atos geram consequência. Se algo explode no limbo, explode no mundo humano, o que tecnicamente faz parecer que tem fantasmas quebrando tudo ao redor. Os humanos, vistos de dentro do Limbo, parecem apenas projeções transparentes, e é legal passar por eles e ver suas reações ao sobrenatural, afinal Bayonetta pode ser sentida e o que ela faz no limbo, causa reação no mundo humano.



No universo de Bayonetta, existem 3 mundos conectados porém vetados e restritos aos seus habitantes: Mundo Humano, Paraíso e Inferno. Mas ela, por ser uma Bruxa de Umbra, consegue contactar o inferno, e interagir com demônio e anjos entre os mundos, no que é chamado de Limbo.

Além disso, existem momentos na campanha em que Bayonetta vai além do Limbo, em um mundo que muda totalmente a aparência pra algo bem mais, vislumbrante. Creio eu que esse seja o mundo dos anjos, onde ela só chega após passar por portais dentro do Limbo.



As Bruxas de Umbra já tão praticamente extintas, pois foram todas mortas durante a caça às bruxas, mas, Bayonetta e mais uma são as únicas restantes, e elas protegem o mundo da interferência angelical.

Bayonetta descobre seu verdadeiro nome, bem como todo seu passado conforme conhece os demais personagens, e no fim, ela faz uma escolha complicada que acaba ajudando o vilão, mas é salva por sua amiga.

Ela usa um amuleto em seu peito com um cristal, o qual ela acredita ser a resposta pra sua amnésia. É em busca da outra pedra do amuleto que ela encontra todos os demais personagens, enfrenta uma porrada de anjos e descobre toda a verdade sobre sua existência. O amuleto era importante, parcialmente, pois a importância mesmo tava na própria Bayonetta.



Alias, ela é uma Pseudo - Nephilim, pois é a união proibída de um Sábio Lumen com uma Bruxa Umbra. 



Ambos eram representantes opostos porém coligados, sendo Umbra o grupo de bruxas que lidavam diretamente com os Demônios, e os Lumen sendo o grupo de sacerdotes que lidavam diretamente com os Anjos. 



Bayonetta surgiu dessa união proibida, e foi tratada como escória por causa disso. Mas, ela carregava em si o "Olho Esquerdo", um de dois artefatos pertencentes e guardados pelos dois grupos, que jamais poderiam ficar nas mãos da mesma criatura, de tão poderosos que eram.

No final, o que Bayonetta faz leva as duas jóias e ela direto pro vilão.

Enzo




Esse é um tipo de comerciante/informante que arranja os trabalhos pra Bayonetta. Ele também guia ela e da os conselhos e diretrizes que ela precisa pra suas missões. É ele inclusive que consegue informações sobre a outra joia (a de Lumen) e sua suposta venda e movimentação pelo mercado negro de uma cidade antiga da Europa, chamada Vigrid (que é onde boa parte da história se passa).



Enzo é o alívio cômico do jogo, ou ao menos um deles (na verdade todo mundo é engraçado as vezes), ele não vê os anjos, mas sabe que eles estão la pois tudo explode sempre em cima dele.



No começo, na luta no cemitério, ele chega até a ser carregado pelos anjos, mas é salvo por Bayonetta (só que seu carro fica todo ferrado).



Ele não aparece tanto depois disso, na verdade ele reaparece no final.

Rodin




O cara que vende as coisas pra Bayonetta, tem um bar chamado "Portões do Inferno" que tem acessos por portais em toda Vigrid.




Ele também é um grande aliado de Bayonetta, e é quem da o primeiro kit de pistolas dela, e todas as demais armas.



Ele gosta de uns discos de vinil (LP) dourados que Bayonetta encontra, e tocam músicas clássicas famosas.



Sempre que ele recebe um, ele se empolga e diz que fará uma arma nova, entra num portal e volta todo arrebentado, com a nova arma, como se tivesse tirado ela de algum inimigo angelical ou diabólico, ou feito a partir dele.


Sempre que se entra na loja dele, ele comenta algo diferente, mas chega uma parte no jogo em que ele passa a repetir suas falas.


Obs.: Rodin considera as aureolas que Bayonetta recolhe dos anjos mortos como uma moeda de troca, sendo este o dinheiro do jogo. 



Curiosamente, apesar dessa ideia casar bem com a mitologia de Bayonetta, as "aureolas" são como os aneis de Sonic, e é uma evidente referência ao mascote da Sega.



Rodin é um tipo de demônio renegado. Não sei exatamente o que ele é, mas pelo que entendi, ele guarda literalmente os portões do inferno, que é seu bar. Curiosamente, na concept art dele, seu nome é "Mephisto", que veio de Mephistopheles, um demônio casca dura do nível de Lúcifer (certas vezes dito como o próprio Satan). Já falei dele em Devil May Cry 4, onde curiosamente há uma criatura que o representa, bem mais fácil de identificar devido seu parceiro (chamado Faust, o que já leva direto pra uma história com ambos os nomes).



Interessante ver como a descrição que dei pra Mephistopheles se encaixa muito bem no perfil de Rodin: "Mephisto vem de "Mephistopheles", e tanto esse nome quanto "Faust" vem de uma história alemã chamada "Doktor Faust und Mephistopheles". Nessa obra, Faust é um cara que ta todo ferrado na vida, e um demônio chamado Mephistopheles surge para lhe oferecer um pacto: Sabedoria, Luxúria e Poder em troca de sua alma. Faust aceita, mas ocorre um erro no pacto e Mephistopheles não consegue dar o que prometeu magicamente, logo, ele passa a andar com Faust, orientando-o para que consiga tudo o que deseja, do jeito mais difícil mesmo. Mephistopheles era um demônio pervertidão, cheio das marras e ideias, e Faust era um humano tímido e fraco. Porém, ambos se "unem" para que Faust se dê bem na vida e sua alma fique com Mephistopheles, e por ai vai."



Rodin se arrebenta pra dar armas à Bayonetta, sempre buscando o caminho mais difícil, mas dando á sua cliente tudo o que ela deseja. Ele não chega a ser pervertidão, mas ele é orgulhoso, e cheio de marra. Seu relacionamento com Bayonetta é bem amistoso, e apesar dele não sair do profissional, ele mantém um contato que faz parecer que ambos são muito ligados.

Luka




Existe um humano que persegue Bayonetta, sentindo seu perfume. Esse humano cresceu caçando ela, acreditando que ela foi quem matou seu pai.



O cara é habilidosíssimo com um gancho que usa pra se pendurar nas coisas, e é um tipo de investigador paranormal, seguindo os passos de seu pai.

Luka nunca tinha visto um anjo, e quando seu pai morreu, tudo que ele viu foi Bayonetta flutuando acima de um lago, onde seu pai havia mergulhado, e seu pai suspenso no ar pelos braços e pernas, até que é totalmente desmembrado.



Ele era criança, e o trauma foi tão grande que ele dedicou todos seus recursos a dar continuidade ao trabalho do pai, e caçar Bayonetta.

Quando ela chega à Vigrid, coincidentemente Luka passa por ela, estando ela no Limbo, e sente seu perfume, o que gera um interrogatório as cegas. Paralelo a isso, um monte de anjos aparecem e Bayonetta defende seu perseguidor, além de derrotar os monstros, tudo isso enquanto debocha do rapaz.



Mas, conforme a história avança, Luka, sempre acusando Bayonetta de assassina, passa a ver as coisas por outro ângulo, até que descobre que há muito mais coisas sobrenaturais que apenas bruxas, dando o braço a torcer à bruxa capilar e no fim, ajudando ela a chegar até o fundo de sua história.



Luka parece ser rico (ou um ótimo ladrão), pois tem vários recursos caros como helicóptero, carro, e também é cheio de informantes (ele descobre onde a joia misteriosa estava, e é quem melhor orienta Bayonetta). Mas seu forte mesmo está em sua persistência, sendo ele o humano mais destemido que apareceu na história.




No final, ele se apaixona por Bayonetta, ou pelo menos é isso que faz parecer, pelo tanto de rosas que ele leva pro velório dela... calma, eu vou explicar depois.

Pai de Luka


O pai de Luka não aparece diretamente no jogo, na verdade ele só é mostrado em uma cutscene feita com negativos de fotografia, onde é mostrado ele mergulhando e encontrando Bayonetta, e depois sendo suspenso no ar.


Ele era um investigador dedicado, que foi contratado para encontrar Bayonetta, e estudou a fundo a história de Vigrid, e da existência de Bruxas, Sabios, Anjos e Demônios. Ele explora os mistérios da cidade ancestral e descobre tudo que tem pra se descobrir, registrando tudo em livros que são encontrados por Bayonetta ao longo de sua jornada.



Quem encontrou e libertou Bayonetta foi ele, que em sua pesquisa descobriu que a última Bruxa de Umbra foi selada e colocada no fundo de um lago. Ele a desperta, mas pro seu azar, anjos surgem junto e desmembram ele.


Sim, ele é morto por anjos, mas como eles estavam no Limbo e ele no mundo humano com Bayonetta recém despertada, seu filho viu apenas a bruxa diante de seu pai, e a morte que se seguiu. Luka passou a acreditar na maleficência das bruxas por causa desse trágico evento, mas Bayonetta sabia a verdade, e sem contar, ela consegue fazê-lo perceber que ela é a mocinha, e que na verdade o mal está nos anjos.



O pai de Luka também foi totalmente manipulado para registrar tudo sobre Vigrid, Umbra e Lumen, como parte do plano do vilão principal, que precisava de tudo isso como isca pra Bayonetta completar seu papel em seus planos.



No fim, Luka quase tem o mesmo fim que seu pai...


Mas Bayonetta o salva.

Cereza



Do nada, surge uma criança muito fofa com um ursinho ainda mais fofinho, correndo por Vigrid.




Essa mocinha, ao primeiro contato que tem com Bayonetta, a chama de mãe, e mesmo com a mulher rejeitando a pirralha como se tivesse aversão a crianças, elas se dão bem e por alguns momentos conseguem realmente parecer mãe e filha... e é hilário o comportamento da mocinha.



Ela imita Bayonetta quando pode...



Imita Luka quando pode...



Imita geral e é uma fofa, se inspirando em seus heróis.



O problema é o que ela ta fazendo ali no meio da guerra declarada entre anjos e Bayonetta, e o pior, ela vê os anjos, e Bayonetta, mesmo quando ela ta no Limbo.



Tem partes no jogo em que é preciso proteger a mocinha, usando uma bolha de energia mágica nela e lutando contras os inimigos no limbo. 



As vezes, Bayonetta precisa enfrentar os monstros estando ela no mundo real com a mocinha, e eles no limbo, e ela precisa usar o cenário pra atingir eles, pois seus golpes são inúteis quando fora do mesmo mundo. Cereza passa pelos anjos, vendo eles, interagindo com eles, mas sem sofrer dano.



É por causa dela que Luka testemunha os anjos em batalha contra a heroína cabeluda, pois a mocinha encanta seus óculos e da pra ele ver o que humanos normais não conseguem.




E alias, mesmo sem os óculos Cereza ainda enxerga geral.



Bayonetta e Luka protegem ela numa guarda compartilhada forçada...



Bayonetta acredita que com Luka cuidando de Cereza, ela teria menos problemas, mas vira e mexe ela sempre acaba voltando pra Bayonetta.




E aos poucos, Bayonetta fica cada vez mais apegada a menina que não para de chama-la de mãe.



No fim, Cereza é levada até seu pai, o vilão da história, e se funde à ele, dando vida ao chefão final... ou pelo menos parte dele.

Observação: Cereza revela pra Bayonetta um presente que ganhou de sua mãe no passado, e no diálogo, Bayonetta chega a comparar o amuleto de Cereza com o seu, recordando de quando ganhou ele de presente da mãe. 




Ela deveria ter se tocado e descoberto quem Cereza era nesse momento, mas ela foi bem lerda.


Jeanne




Existe outra bruxa de Umbra na parada, e ela aparece rivalizando Bayonetta. Desde o primeiro encontro as duas não se deram bem, apesar de lutarem lado a lado, elas começam a se enfrentar.



Jeanne tem muito mais poderes que Bayonetta, e secretamente, ela ensina os caminhos da magia pra sua rival, algo que fica fácil de perceber desde o começo.


A primeira habilidade que ela ensina é andar nas paredes e teto, usando a Lua como poder. Bayonetta só lembra desse poder porque Jeanne usa.



Depois dessa luta, Jeanne vai embora e só reaparece em uma batalha em ruínas com pedras voando pra todo lado. Nessa luta, ela encerra fugindo usando o poder das transformações em bestas, e é daí que Bayonetta tira a inspiração pra se transformar.



Jeanne aparece mais vezes, como no avião militar pra ilha do chefão final, o qual ela ataca usando seus ataques de Madama e Gomorrah (ela também invoca os mesmo demônios), quase como se estivesse lutando contra os anjos, não a favor deles.



De fato ela estava, e na luta final, com ela mandando mísseis enormes pra acertar Bayonetta (sendo que um desses mísseis é justamente o que salva ela e a ajuda a chegar ao destino) ela é derrotada, e revela que na verdade, ela era sua melhor amiga e aliada.



Em sua aventura, Bayonetta teve alguns lampejos de memória, vendo Jeanne atacando-a com uma adaga num tipo de ritual.



Em certa parte, ela descobre uma estátua com os nomes de Cereza e Jeanne, e passa a acreditar que a outra bruxa tinha algum vínculo profundo com a menina, mas as coisas eram um pouco mais confusas...



Na verdade, Jeanne tinha um vínculo profundo com Cereza mesmo, a atual, Bayonetta.





Bayonetta e Cereza eram a mesma pessoa, não mãe e filha, e na verdade tudo não passava de um paradoxo temporal forçado pelo vilão, para obter sucesso em seus planos.



A responsável pelo selamento de 500 anos de Bayonetta foi Jeanne, sua amiga, que o fez pois a mulher não queria mais lutar, após testemunhar a morte de sua mãe, no início da caça às bruxas.



500 anos depois, sem memórias, Bayonetta reergue e começa sua busca pelo passado, criando uma personalidade forte e destemida, ciente de todo seu poder. No meio dessa evolução, educada à distância por Jeanne, Bayonetta encontra seu eu do passado (sem saber desse detalhe) e transforma sua versão infantil em alguém destemido como ela. Daí, quando Bayonetta criança cresce e testemunha a morte da própria mãe, ela não perde a coragem, ela se ergue e luta ao lado de Jeanne... e isso tudo era o que o vilão queria.


Jeanne parece morrer no final, pra vários misseis, mas na verdade ela tinha tirado o Olho Esquerdo do amuleto de Bayonetta, para que o plano final fracassasse. Ela aparece o tempo inteiro como se estivesse do lado dos anjos, quando na verdade estava contra eles, e contra o último Sábio de Lumen, o pai de Bayonetta/Cereza.



Desde o início, Jeanne tentou impedir o vilão, primeiro selando a joia junto com Bayonetta, depois tentando prejudicar os planos do cara atacando seus anjos e tal. 




Ela não desiste e depois de tudo, consegue impedir o vilão...



Alias, no fim ela é jogável...


Observação: O primeiro encontro com Jeanne é em um jato/avião que cai no caminho de Bayonetta e Enzo, e rola uma luta em câmera lenta. 


Esse avião foi derrubado por Jeanne, e era de devotos de Lumen que se sacrificaram para invocar anjos.




Isso tudo é mostrado em cutscenes rápidas entre a introdução e o prólogo... 


O avião é do mesmo modelo que Bayonetta e Jeanne se enfrentam posteriormente.

Balder




O pai de Bayonetta, é o último Sábio de Lumen, poderoso e manipulador. Ele tinha como objetivo a ressurreição de uma entidade suprema chamada Jubileus, que serviria para refazer o universo em algo totalmente equilibrado. Pra isso, ele precisava de um sábio ligado ao Olho Direito e uma bruxa ligada ao Olho Esquerdo, as jóias que jamais deveriam se unir e estavam sob guarda dos dois grupos de intermediários humanos. 



Ele bola mó plano complexo, escolhendo sua própria filha como receptáculo para o Olho Esquerdo. Mas, ele precisava que ela jamais tivesse sido selada... se liga na trama:




No último capítulo surge seu nome, o grande manipulador que tirou Cereza do passado e a levou pro presente, para usa-la como bateria em uma forma angelical.

Balder tinha sido quem contratou o pai de Luka para encontrar Bayonetta e entregou de mão beijada toda a informação que ele precisava. Depois que o cara encontra o caixão submerso e liberta a bruxa, os anjos matam ele, sob as ordens de Balder.



Ele quem deu todas as informações necessárias para encontrar e depois levar Bayonetta até ele, e olha que o pai de Luka percebeu isso em suas últimas anotações, quando começou a duvidar da facilidade em que estava descobrindo as coisas.



Balder só não havia previsto que Luka chegaria até la também, mas ele o descarta, tentando elimina-lo da mesma forma que fez com seu pai, e após falhar no desmembramento, o arremessa do último andar do arranha-céu em que estavam. 



Bayonetta salva Luka usando um míssil, como? Ela é Bayonetta.

Balder se funde à Cereza e vira uma entidade angelical maligna, e usa e abusa de seus poderes em uma batalha aérea.



Mas Bayonetta o vence, e salva a menina.


Depois, ela leva a sua versão infantil de volta pro tempo dela, e a coloca pra dormir, cantando uma música de ninar. Ela também aconselha a pequena Bayonetta a ser corajosa e destemida, e enfrentar qualquer um que tentasse fazer mal pra ela, sempre de cabeça erguida (o que reforça todo o ensinamento que a pequena recebeu durante sua aventura com a "mamãe"). Depois disso, Bayonetta volta pro seu tempo.



Mas, isso fazia parte dos planos de Balder.




Com o conselho que ela deu pra ela mesma, sob a imagem de mãe (que Balder fez Cereza criança acreditar que era sua mãe) a pequena Bayonetta não é selada por Jeanne, pelo contrário, ambas se juntam pra enfrentar o fim das bruxas e dos sábios.



Esse pequeno detalhe transformou Bayonetta em uma pessoa vinculada profundamente ao Olho Esquerdo, sem selamento, sem ter sido escondida, sem estar enfraquecida. 



Por causa disso, Balder pode usar o corpo de sua filha adulta pra fazer a fusão verdadeira, e ele invoca, sacrificando seu corpo e o de sua filha (um sábio de Lumen e uma bruxa de Umbra, ambos com o Olho Direito e o Olho Esquerdo respectivamente) para criar o corpo perfeito e equilibrado pra ressurreição da entidade que refaria o universo inteiro.



O que ele não contava era que Jeanne estava viva e com o Olho Esquerdo, retirado na última hora (esse pequeno evento é estranho, mas é como se o paradoxo gerado por Bayonetta não tivesse afetado a realidade dela, mas sim a mente, por isso ela desmaia imediatamente ao ter suas memórias colapsadas. O tempo entretanto era o mesmo). 



Jeanne então vai resgatar sua amiga, pilotando uma moto até o espaço, pra onde o Arranha-Céu, que na verdade era um foguete, havia sido lançado.



La, ela consegue acordar sua amiga e acaba jogada pro espaço.




E ai, Bayonetta, de volta à ativa, bota a mão na massa e enfrenta a divindade incompleta e desequilibrada que seu pai criou.



Antes de contar como tudo termina, bora falar dos inimigos... e prepara porque cara, a lista será gigantesca!

Observação: Algo que esqueci de mencionar e não posso deixar passar, é o poder de Balder e sua manipulação temporal, com destaque pro poder de Parar Balas. 


Ele para vários tiros de Bayonetta no ar, e os redireciona, como se ele existisse além do tempo, sendo rápido pra caramba. Esse poder Bayonetta não parece dominar, tanto que ela, mesmo quando para o tempo, não consegue parar projéteis como ele fez... com as próprias mãos.


Pelo que parece, esse é o poder de um Sábio de Lumen: Total percepção e controle sobre o tempo.

Inimigos


Praticamente todos os inimigos são anjos, mas não espere ver criaturas lindas  e cheias de resplendor, os Anjos são na verdade criaturas aterrorizantemente bizarras, e violentas... ou quase... na verdade os chefões, que são anjos de alto escalão, tentam conversar de forma culta e bem diplomática mas Bayonetta nunca deixa eles terminarem. Talvez, se ela deixasse, veria que eles estavam lutando em nome de outra pessoa, para trazer uma entidade divina de volta a vida, mas, como Anjos são ignorantes aos seus olhos, ela trata todos da mesma forma: Tiro e murro na fuça.

Existem categorias que classificam os anjos por patente e outras frescuras mas, falando na real, eu não ligo pra essas patentes. Todos parecem a mesma coisa, mas tem ataques diferentes, então não perderei tempo fazendo classificações. No caso, há muito anjo pra encher o saco, e se for separar anjinho por anjinho, é muito detalhe sem necessidade, que pode até causar confusão, então aqui segue um resumo, e se bobear já conto a história junto...

Detalhe: Todos os anjos levam o nome de uma virtude, mas suas formas são como deturbações de seus nomes, como uma grande ironia cósmica. Anjos são grotescos aos olhos humanos...

Affinity, 
Os Anjos Burrinhos
(Afinidade)



Tem vários anjos bem idiotas, que voam, atacam, mas em sua maioria ficam parados feito bobos. No modo hard eles ficam bem mais agressivos mas, ainda assim, são fracos.


Tem o anjo principal, com uma lança, que é o mais comum...


Tem os anjos com trombetas e trompetes, que são uma evidente referência ao instrumento favorito dos penudos nos livros religiosos. Esses instrumentos de sopro são como armas de fogo e disparam esferas de energia, e da pra pegar pra usar em disparos carregados, depois de elimina-los por finalização.


De resto, é isso. Esses anjos são as primeiras criaturas enfrentadas em campanha (antes disso tem muitos anjos enfrentados na batalha que precede a campanha, na "Introdução") e logo de cara eles morrem tudo no cemitério, depois de atraídos por Bayonetta e Enzo. O cara nem vê eles, só foge do estrago feito por Bayonetta, e no fim, eles morrem tudo pra pistolinhas comuns cedidas por Rodin. Eles aparecem o jogo inteiro e apesar de fracos, quando passam a se organizar em batalha, ao lado de arcanjos, ficam um pouquinho mais desafiadores.

Dear & Decorations, 
Os Cabeça de Anjo
(Estimar e Condecorar)


As primeiras criaturas voadoras, enfrentadas ainda no cemitério, são umas cabeças de anjo com asas. 


Eles são bem fáceis de derrubar, e é o momento em que Bayonetta treina seu tiro ao alvo, com mira e tal. 


Eles reaparecem em outros momentos, mas não há qualquer desafio. São apenas cabeças de anjos que voam e atiram bolinhas de energia.

Applaud,
Os Arcanjos
(Aclamar)



Esse é um arcanjo, e em sua categoria também entra um anjo que usa Arco e Flecha. Eles são bem mais fortes que os anjos comuns, e suas armas são bem mais poderosas (eu curtia pegar a lança grandona e sair matando tudo com Pole Dance). 


Eles aparecem já organizando as tropas angelicais, e com sua liderança, as lutas ficam mais intensas. Sempre estão com os anjos comuns, e começam a surgir num jatinho, onde Bayonetta tem seu primeiro contato com Jeanne. 


Elas lutam lado a lado nesse evento, mas Jeanne foge depois. Já os anjos, eles não são tão diferentes dos mais comuns, sendo apenas uma versão maior e mais resistente, aparecendo por todo canto.


Ardor, 
Os Arcanjos Super-equipados.
(Paixão)



Também nessa luta, surge o primeiro de muitos Ardores. Essa criatura angelical tem uma defesa enorme, usa armaduras bem pesadas, mas não deixa de ser muito rápida e letal em seus ataques.



Ele seria tipo aquele arcanjo mais fod4o, que se garante sozinho, e realmente, ele é muito poderoso, principalmente por sua defesa quase impenetrável.

Beloved,
O Anjo Gigante
(Adorado)


Esse anjo é enorme, e lento, mas proporcionalmente poderoso. Ele surge quase como chefe, e se não tivessem vários dele ao longo do jogo, pra mim se enquadraria perfeitamente na categoria chefão.


Tanto que tem até finalização por invocação demoníaca nele...


No inicio, ele é difícil de se derrotar, e ele até pode fugir, mas quando seu ponto fraco é descoberto (uma esfera vermelha nas costas) ele passa a ser papel. 


Tem várias versões dele, geralmente o que muda é seu rosto, mas seu ponto fraco sempre é o mesmo.


Existe uma parte do jogo em que um desses monstros pega Cereza e sua reação é de paixão. 


Saem até corações de seus olhos, mas Bayonetta salva a mocinha do pervertido.


Também tem partes em que ele aparece só como obstáculo, como na grande estrada (depois explico).

Enchant,
As Rodas de Anjo
(Encantar)



Essas rodinhas aparecem em trios, e são fáceis de derrotar, desde que não saiam de vista.



Elas giram, preparam ataques de disparos e se jogam em Bayonetta.



Como Finalização, da pra pegar 1 e arremessar contra as outras.

Fearless & Fairness,
Os Cães Angelicais
(Destemido e Imparcial)



Existem uns cachorros que atacam muito rápido (com essas asas eles até parecem mais com grifos), sendo um de Raio e o outro de Fogo. A primeira aparição de ambos é solitária, mas conforme o jogo avança eles começam a surgir juntos, o que dificulta muito.

Eles são rápidos, mordem, soltam uivos atordoantes, além de atacarem com bolas de energia.




O de fogo aparece pela primeira vez quando Vigrid ta sendo incendiada por um dos chefões, e se mistura bem ao cenário. 


A finalização neles é uma invocação de uma roda de espinhos que gira até fatia-los ao meio, mas ainda assim, eles não morrem de primeira. Quando o outro começa a aparecer, o de raio, já vem também de fogo junto e ai vira bagunça.


Eles não mudam em praticamente nada.

Grace, Glory, Gracious & Glorious,
Os Anjos Mercenários
(Graça, Glória, Gracioso e Glorioso)



Quando o jogo começa a tratar e apresentar todos os anjos anteriores como criaturas normais e fracas, surge esses caras que são os inimigos mais poderosos da categoria normal. 


Pra dizer a verdade eles chegam a ser mais fortes que alguns chefes, pelo menos eu morri bem mais pra eles.


Tratam-se de criaturas gêmeas de elementos opostos que atacam em uma velocidade assombrante, e não param nunca. Eles pulam de um lado pro outro, dão saltos, investidas, combos, e até ataques especiais eles tem. 


Perto do fim do jogo, quando é preciso passar pelo prédio final e pelo mundo angelical, tem estátuas deles que se quebradas, dão vida a esses bichos. 


É terrível enfrenta-los.

Harmony,
Anjo Inseto
(Harmonia)


Esse tipo de anjo lembra insetos, com suas asas finas e transparentes batendo abaixo de suas carapuças.


Se destacam por voar, e aparecem mais como um obstáculo voador mesmo...


O interessante deles é a finalização que Bayonetta faz, onde ela invoca uma Motosserra e usa pra destruídos (creio que ela tira a serra deles). 


Essa arma fica como arma de monstro até ser usada, e é muito, muito forte (mas as outras principais são melhores).

Inspired,
O Dragão Voador
(Inspirado)



Esse anjo é quase um chefe, pois é enorme e aparece pouco, sendo suas lutas bem colossais, com direito inclusive a finalização por invocação de demônio.


Ele voa, atira energia, entra no chão e da investidas por ele, sendo assim um dos anjos comuns mais poderosos e raros de aparecer. 


E sim, essa coisa é um anjo, e não um chefe... os chefões são bem mais únicos e enormes, mas ele deixa Bayonetta pelada... pelo menos é um dos monstros que exige uma invocação de demônio pra ser derrotado.


A invocação que ela usa nele, o pássaro, chega nele como se ele fosse uma mera minhoca...


E o devora, como uma minhoca mesmo.


Existe mais de um desse anjo, e tem partes em que Bayonetta enfrenta dois ao mesmo tempo, por isso ele deixa de ser considerado chefe.


Em teoria, pois ele é difícil (até Bayonetta começar a usar a espada, pois dois cortes carregados eliminam eles sem precisar de invocação).

Joy,
As Plagiadoras
(Alegria)



Logo depois da cena em que o anjo gigante tem puxando sua asinha pro lado da Bayonetta criança, a mulher o derrota e depois a resgata. Porém, a mulher que faz o resgate é uma Bayonetta com auréola.



Ela é uma impostora, e Bayonetta precisa correr contra o tempo pra tirar Cereza dos braços desse anjo fajuto, e assim que chega nela, ambas começam uma disputa de sensualidade,



Não, não to mentindo nem exagerando, de fato elas começam a se alisar, fazer poses provocantes, apresentar seus corpos uma pra outra até que Bayonetta vence a disputa fazendo poses apelativas. 



Então, rola luta entre as duas Bayonettas...



Inicialmente ela usa os mesmos golpes de Bayonetta, mas do nada começa a apelar pra uns lasers...



E depois de vulgarizar completamente...



Ela assume sua verdadeira forma como Joy, um anjo feminino e sensual.



Dai pra frente começam a aparecer Joys juntas, e elas usam chicotes como arma, além de lançar energia.




Algo a se destacar é a finalização que elas, somente elas, recebem: Bayonetta invoca um brinquedo sadomasoquista em forma de Cavalo, monta a Joy em cima e puxa ela com uma corrente, até ela ser dividida ao meio, partindo de seu órgão genital (é mano).



Pois é...

Irenic,
O Carro Anjo
(Pacífico)



Tem anjos em forma de carros (não, não são carros pilotados por anjos, são anjos mesmo, na forma de veículos, tem até carinha e auréolas).


Surgem aos montes na fase da estrada, quando Bayonetta precisa seguir e cobrir o carro de Luka, que ta levando Cereza pra uma ilha de Vigrid.

Bayonetta pode destruí-los atirando de sua moto, mas no fim das contas, ele só são carros no trânsito. Eu mesmo tomei mais dano pros anjos gigantes na estrada do que pra esses carrinhos.

Curiosidade: Bayonetta usa uma moto tirada da estrada mesmo, e ela liga o veículo usando o Dedo do Meio Mágico. 


Sem zoera... é isso mesmo.


Se eu não tivesse fotos, eu mesmo não acreditaria.

Braves,
Os Anjos Saltadores
(Encorajar)



Esses anjos são fortes, e são tecnicamente uma versão miniatura do "Anjo Gigante"...



Tanto que eles podem apelar e se fundir, virando o gigante. De resto é só isso mesmo.

Kinship,
O Barquinho Voador
(Afinidade)



Esse anjo é um barco voador que atira mísseis e laser.


Ele serve de plataforma, pois não se move muito mais flutua, e apesar dele apelar com seus múltiplos disparos, ele é fácil de derrotar, sendo preciso subir nele e bater na cabine. 


Mesmo depois de mortos, os trens permanecessem flutuando, servindo pra alcançar alguns pontos secretos e baús especiais.


Aparecem muitos quando Bayonetta fica presa temporariamente no mundo dos anjos (paraíso mesmo) com um monte de anjos voando pelo cenário (eles não atacam, mas se atacassem todos juntos, não seria possível Bayonetta sair desse lugar). 


Ela entra la depois de cair fora da estrada... é um desvio completo do caminho.

Chefes

Os nomes dos chefes também são virtudes, mas eles vem do latim, não do inglês, diferente dos demais anjos.

Fortitudo,
O Dragão
(Força - Latim)


O primeiro chefe real é um dragão com uma cabeça humana de cerâmica no tronco e duas cabeças de dragão. Ele é enorme, poderoso e sabe falar.

Sua primeira aparição é em um flash back interativo, em que Bayonetta se vê junto com outras bruxas de Umbra, lutando para sobreviver. As bruxas morrem, e o chefão não chega a ser derrotado nessa parte (nem é enfrentado de fato, pois é um flash back), mas conta como aparição.


Rola uma luta também contra uma das cabeças dele, pouco depois de Bayonetta encontrar Cereza, e aí ela tem um flash back dele, como um dos líderes do ataque às bruxas. 


A luta é longa, encerra num capítulo com o resto dele aparecendo em uma enorme destruição (o cara arranca a sala inteira). 


A fase que se segue é total devastação com lava jorrando pra todo canto, e Vigrid sendo toda ferrada,


Ele tenta explicar seus planos mas Bayonetta o cala. Na real ele até tenta ser educado, dizendo que sua fúria é apenas para com os demônios, mas Bayonetta não deixa a oportunidade passar, zomba dele, ressalta sua feiura e já passa pra violência.


Ele é um anjo antigo, e depois suas muitas aparições, resolve lutar, num velho coliseu em Vigrid.


Eu não entendi a luta. Ele as vezes quebra tudo e Bayonetta usa uma ampulheta pega no mundo angelical pra restaurar tudo e eles ficam nessa brincadeira... 


Hora no fogo, hora numa ponte, sem sair do coliseu. Bayonetta ataca e vai arrancando as cabeças de dragão, uma de cada vez, na base do puxão mesmo...


Ela repete seus movimentos até só sobrar seu tronco, que é também uma cabeça...


Ai ele fica putinho, e começa a voar.


A luta começa a ter contagem regressiva, e se passa nas paredes e destroços (andar da lua ativo) com lava pra todo lado.


Então Bayonetta invoca o demônio voador pra peita-lo e fim.


Antes de morrer, a cabeça pede proteção por Bayonetta, o que é bem estranho, e faz pensar: Será que os bichão feiudo são mesmo do mal?


Ah é, o pássaro bica tanto a cara dele que só sobra um buraco... por isso ele morre.


Temperantia,
O Anjo Dedudo
(Limitação - Latim)


O segundo chefe de verdade é um anjo também gigante, que usa seus dedos tubulares e lasers pra atacar (vê o pontinho azul e preto? É Bayonetta perto dele).


Sua primeira aparição é em uma conferência com Jeanne, que logo em seguida vira uma luta, entre as duas moças.


Ele tem uma fase inteira dedicada só pra sua luta, e surge de verdade quando Bayonetta passa a  guarda de Cereza pra Luka. Ele chega contando a história de Jubileus e dos tempos bons em que os mundos eram equilibrados, enquanto Bayonetta flutua montada em uma estátua daqueles anjos cachorros (que depois vira um anjo cachorro). E encerra o diálogo jogando o anjo na cabeça do mestre (isso depois de ser educadamente atacada).


Sua luta é grandiosa, e Bayonetta precisa esquivar de seus ataques enormes, se aproveitar de seus ataques pra subir em seu corpo, ir até a cabeça e invocar (após bater muito) um de seus demônios finalizadores.


Ela invoca o demônio de múltiplos braços, que segura o chefão e espanca sem dó.


O corpo dele é esquartejado, e só sobra a cabeça, que ainda ataca como pode...


Mas Bayonetta invoca os braços de novo e acaba com ele.


Legal que ele morre de uma forma bem cinematográfica. Bayonetta ensopa ele de gasolina usando um caminhão tanque próximo...


Depois joga uma estátua de anjo pra servir de torneira...


A estátua urinando cria um rastro de combustível...


E ela prepara pra explodir tudo, de costas pro chefão, ao estilo Power Rangers... mas o truque falha.


Daí ela da um tiro na ponta do pintinho do anjinho...


Ai explode tudo.


Depois disso, como todos os demais chefões, ele é sugado pro inferno, puxado por várias mãos, e declara sua felicidade por Bayonetta estar no caminho da ressurreição de Jubileus.


Aparecem outras versões dele, uma quando Bayonetta fica presa temporariamente no paraíso. Surgem vários chefes e lutas intensas, sendo um deles o próprio dedudo, mas é só uma forma dele. Ele não chega a tagarelar, e se não me engano até o nome dele muda, mas não rola apresentação nem nada do tipo. 


Eu lembro que voltei a fase inteira depois que derrotei ele, pois eu ataquei com a bazuca e não rolou nem finalização demoníaca, e achei que tinha perdido isso, ficando na curiosidade. No fim, não tinha finalização mesmo, e eu só perdi tempo. 

Ele aparece também numa luta no mar, quando Bayonetta ta indo pra uma ilha perto de Vigrid, e é bem difícil, tanto pela fase ser longuíssima e também, por ele ser fortíssimo, mas ele não fala, e parece que toda essa parte é só enrolada (porém se fosse interpretada de forma real, seria uma fase bem curta pois o míssil é rápido).


E ele aparece em uma luta no prédio da ilha próxima a Vigrid, e depois de uma perseguição com ele detonando tudo, surge um ponto de enfrentamento...


É preciso usar metralhadoras do próprio prédio pra derruba-lo.


Mas não é importante, funciona apenas como uma generalização do chefe pra mostrar que tem outros como ele.

Observação: O prédio final é uma base da empresa (Ithavel) do chefe final. Eu não entendi bem o que é a empresa pois ela é sitada apenas em documentos, mas tem uma sala lotada de corpos humanos em envólucros vermelhos.


Iustitia,
Os Tentáculos de Planta
(Justiça - Latim)




Esse chefe é uma cabeça gigante, com línguas tentaculadas e pequenas cabeças de cerâmica angelicais na ponta.




Ele também tem uma fase inteira própria pra sua luta...


Onde Bayonetta precisa esquivar dos ataques e bater nele à distância...


Para enfraquecê-lo, subir em suas cabeças... 


E correr pelos tentáculos evitando os obstáculos...



Seja como Pantera ou de Patins (o importante é ser rápido).


E arranca-los diretamente da base.



A motivação da luta é basicamente recuperar o bichinho de pelúcia que Cereza perdeu pra um dos tentáculos.




Sua aparição se da assim que Bayonetta sai do mundo dos anjos e volta pra sua realidade, sendo que ele mesmo estava também no mundo dos anjos, surgindo com tentáculos hora ou outra. 


Quando só sobra seu corpo principal, sem tentáculos com cabeças, Bayonetta invoca um demônio pra finaliza-lo...




Ela invoca a Centopeia, que se enrola e espreme o cabeçudo, até deixar apenas uma carcaça ensanguentada.




Esse chefe, como os outros, tenta tagarelar mas não consegue, e no fim é levado ao inferno, falando da tal Jubileus e a profecia.



O filha da mãe chega a desejar a proteção de Jubileus para Bayonetta...




Ele reaparece no prédio final, do chefão final, mas novamente, é uma generalização de um chefe para mostrar que ele é mais comum do que parecia.



Nada muta em sua luta, e até parece mais fácil, além dele não falar também.

Sapientia,
O Anjo Aquático
(Sabedoria - Latim)




Essa gigantesca criatura surge no oceano, quando o avião militar para a cidade na ilha  perto de Vigrid cai, por causa de uma luta entre Bayonetta e Jeanne. Alias, o monstro tenta falar e dessa vez quem o cala é Jeanne, na ignorância também.



Ele aparece pra cobrar Jeanne por estar desviando o foco de sua missão (ela tava se passando por aliada dos anjos pra sabota-los) e ela manda ele calar a boca, se voltando pra luta contra Bayonetta.



Depois da luta contra ela, Bayonetta precisa surfar nos destroços do avião e enfrentar parte por parte desse grande chefe (me lembrou muito a luta de link contra o Elefante em Zelda Breath of The Wild). 




Observação: Bayonetta tinha resgatado Cereza do avião e entregue à Luka, que veio de helicóptero.



A batalha é longa, e é uma capítulo inteiro dedicado. No caso, o chefe apesar de enorme, consegue se mover rápido e atacar por baixo da água constantemente, além de usar ataques de energia, ondas e suas patas pra tentar acabar com Bayonetta.



Detonando as patas, ele passa a expor sua vulnerabilidade e aí, é só correr pro abraço e finalizado, usando a Aranha em auto-mar.



Essa é a parte em que Bayonetta fica em cima do chefe e o guia para a aranha de cabelo no meio do mar (essa parte me fez lembrar o colosso das águas em Shadow of The Colossus). 



Na verdade ela invoca a aranha e também Madama Buttlerfly, e usa as mãos da Madama pra guiar o chefe pra aranha. 



Mas a aranha não faz muito, ele apenas se irrita e abre um redemoinho no meio do mar, prendendo Bayonetta e atacando do núcleo, la no fundo, com vários disparos de energia e afins.




Bayonetta precisa surfar até ele, e ataca-lo de perto.



E quando ela consegue, ela invoca a aranha novamente, só que dessa vez o ninho inteiro.



O chefe fica preso em uma teia armada em seu próprio redemoinho, e é devorado pelos filhotes da aranha diabólica capilar.



Ele morre desmembrado, e o que sobra dele (sua cabeça) troca uma ideia rápida com Bayonetta antes de afundar e ir pro inferno. Ela que puxa conversa, perguntando porque eles queriam tanto a pedrinha dela, mas a criatura diz "Sapora num é só uma pedra, vida longa a Criadora!".



Alias, todos os anjos falam em um idioma próprio, mas as legendas são em inglês/espanhol, e também, Bayonetta os entende perfeitamente. 

Perto do final do jogo, no prédio do chefão, Bayonetta acaba perdendo o elevador e sobe usando a luz da lua... 


Mas aparece uma versão desse chefe pra atrapalhar.




Ela o derrota na porrada... 




E derrubando-o nuns espinhos do próprio prédio, e ela foge da explosão, pra dentro do prédio. 


Ele não é tão importante, não falando também.

Golem




Esse é um chefe que não é um anjo, na verdade é uma criatura criada para servir os Sábios de Lumen. Sei disso pois ele aparece protegendo os territórios dos Lumen, e é basicamente uma máquina que imita os demônios.



Todas as invocações que Bayonetta faz tem uma forma representada por essa esfera de blocos, e seu ponto fraco é o núcleo vermelho que se expõe quando ela se transforma em algum dos demônios.



Sua finalização é aquela do demônio de seis braços, eles jogam vôlei usando o Golem e no final, quando a bola cai, eles espancam sem dó.



Tem duas lutas contra o Golem, e uma fase inteira que é tecnicamente formada por vários Golens.


Jeanne




Jeanne, a grande salvadora da pátria é o chefe mais enfrentado no jogo. Ela aparece 4 vezes como inimiga, pra la de desafiadora, e pra ajudar ainda tem a luta extra contra ela nos créditos finais.

O primeiro enfrentamento é em flash back. Bayonetta é escolhida, apesar de ser algo proibido, para participar do teste de batalha de sua amiga. Ambas até então tinham uma grande amizade, e o ato de desafiar Bayonetta era algo honroso, que demonstrava o quão sua amiga confiava em suas habilidades. Daí, Bayonetta lembra de quase tudo isso, tirando a parte melodramática. Ela lembra só da luta, e nós lutamos. Nessa batalha, Bayonetta se recorda do movimento de andar em qualquer superfície, banhado pelo poder e luz da lua.



O segundo confronto é mais complicado e variado, e Bayonetta precisa seguir Jeanne por vários cenários, mediante a destroços enquanto o tempo corre lentamente. Jeanne apela pra seus ataques e investidas, mas no fim, ela foge, se transformando não em uma, mas em todas as criaturas possíveis.


 

Ela praticamente ensina, em sua fuga, como virar Pantera, Ave e Mariposas. Depois disso Bayonetta re-aprende essas habilidades.



A terceira luta, num avião em queda, começa depois que Bayonetta encontra uma boneca de pedra com os nomes "Cereza e Jeanne", e entrega pra Jeanne, pra descobrir a relação dela com a menina. 



Detalhe: Bayonetta estava no avião para encontrar Cereza que havia caído nele sem querer, mas também era um de seus locais predestinados. Durante o resgate, da pra ver Jeanne chutando e destruindo o avião, que era dos vilões e estaria indo para a ilha do chefão final. 

Na luta, não ocorre nenhuma grande transformação ou despertar de habilidade, exceto pelo fato de Jeanne invocar e usar uma moto como arma durante a luta... 



Coisa que eu jurava que Bayonetta aprenderia (seguindo a lógica) mas Bayonetta só sai tinindo por mais destruição e sedenta por sangue, o que a ajuda a enfrentar o chefão que surge logo em seguida. 




Na verdade Bayonetta mostra que aprendeu tudo que Jeanne queria lhe ensinar, usando suas habilidades de transformação, todas, para atingi-la em cutscene.




Observação: A parte da Moto como Bayonetta é muito antes desse evento.


A última luta contra Jeanne é num prédio cheio de mísseis gigantes, lançados periodicamente por Jeanne. Ela tava causando mó destruição, mas Bayonetta chega para acabar logo com sua rival de Umbra. 



Luka tenta impedir as explosões de Jeanne e rouba um detonador, levando Cereza pra longe com ele, mas isso não funciona, e Jeanne recupera o controle, ativando os mísseis tudo e começando a última batalha contra ela.



A luta tem todos os elementos das batalhas anteriores e não é tão difícil, até o prédio ser acertado por um míssil e explodir, queimando a roupa de Jeanne.



Ela fica totalmente nua...


Mas logo se veste com o cabelo, igual Bayonetta, e começa a lutar com seus poderes totais.



Ela invoca demônios, atira, anda pelas paredes, vira animais... tudo que Bayonetta podia fazer, ela também pode.




No fim, Jeanne cai, e conta toda a verdade pra Bayonetta. 



Ela diz que não podia revelar tudo em detalhes antes, pois as memórias do passado eram a fraqueza de Bayonetta. Ela temia isso tudo, e por conta disso, ela se desvalorizava. Mas, agora que tinha vencido sua rival e dominado todos os poderes, demonstrando ser a Bruxa mais fod4 das galáxias, as memórias não lhe fariam dano algum. Bayonetta então se recorda, ao pegar a joia de seu peito e entregar pra Jeanne. Ambas recordam juntas do tempo que passaram, e de como tudo tinha terminado. Jeanne, pra salvar sua amiga desesperançada, a selou na joia e foi peitar os caçadores de bruxa e os sábios de Lumen, como a última e solitária bruxa.



Ela venceu, e escondeu o a joia, o Olho Esquerdo, junto com Bayonetta, pra um dia ela voltar. Daí ela lutou sozinha por anos, até finalmente sua amiga despertar.



E ai, ela atira em Bayonetta, que se esquiva pra bem longe e um monte de mísseis caem sobre Jeanne e explodem tudo, fazendo Bayonetta acreditar que ela morreu... mas nah, ela ainda tava muito bem.

Padre Balder



O pai de Cereza/Bayonetta só surge no final, e assume o papel do grande vilão.




Durante o jogo inteiro, Bayonetta lembra das palavras de seu pai, dizendo para despertar seus poderes e que a protegerá sempre. Ela nem imaginava que ele era o inimigo, ou que a voz em sua cabeça/memória era a dele.



Seu objetivo é invocar Jubileus e fazer um universo plenamente equilibrado, com as realidades (Inferno, Paraíso e Mundo Humano) fundidos em um só. E seu plano é conduzir Bayonetta pra ser a sua contraparte para tal invocação.



Ele é responsável por Cereza estar na linha de tempo errada, e a leva até Bayonetta justamente para atraí-la e usa-la como influência. 




Ele também é o responsável por todos os anjos que atacam, e seu plano da completamente certo.



Ele se funde à Cereza virando um tipo de anjo pavão, e desafia Bayonetta.




Bayonetta tenta usar suas invocações nele, mas elas falham miseravelmente. A Cabeça de Dragão tenta morder, mas não causa dano algum, e toma uma surra.


A centopeia tenta enrolar, mas a bola de energia resiste totalmente, e ela que acaba detonada.



Na luta, ele chega a usar prédios arremessados de tão poderoso que é...



E um disparo laser por satélite de tão influente que ele é...



Até lança o próprio Satélite.



Depois da luta acirrada...



Ele é derrotado com um tiro de batom na testa e Cereza salva.



O jogador tem que guiar a bala de batom até a testa dele...




Não sei porque ela usou um batom (talvez pra não correr o risco de machucar Cereza), mas o tiro pega bem na testa e ele chega a declarar o mesmo que todos os chefões tagarelas diziam...



Mas bem, com Cereza salva...




Bayonetta a manda pro passado e todas as memórias novas e conselhos são incorporados ao tempo, o que gera a mudança em sua mente, de quem ela seria.




Suas memórias são alteradas e ela desmaia (lembra da frase do pai? Ela é mudada pra versão de sua mãe, que nesse caso, era ela mesma) e ai, Balder consegue a Bayonetta que precisava.



Ele usa ela pra dar vida ao lado esquerdo de Jubileus, uma enorme estátua de mármore divina, que na real é um anjo todo poderoso. 




O anjo, estava no topo de seu prédio, que era também um foguete. 


Ele dispara o foguete, enquanto funde Bayonetta e a si mesmo na estátua.




E é ai que o jogo com Jeanne começa, e ela faz de tudo pra chegar até o prédio.


Como Jeanne tava com o Olho Esquerdo, tirado de Bayonetta nos momentos finais... 


Ela consegue chegar até a estátua, acordar sua amiga e prejudicar o surgimento total de Jubileus.



Balder é absorvido por Jubileus em seu olho direito, e é sua última aparição no jogo.



 Dea Jubileus
(Júbilo)



A divindade enorme cria uma esfera e la dentro, apela com todas as armas e invocações que pode.


Bayonetta a enfrenta, e não é nada fácil.


A criatura gigante usa várias cabeças que jogam energia, e conjura cenários diferentes pra luta.


Primeiro ela cria um mundo de fogo.


Depois um mundo de gelo,


Depois um mundo de raio...


E Bayonetta precisa passar por todos eles, enfrentar as cabeças, evitar os obstáculos, pra no fim ainda ter de lidar com ataques apelões como a invocação de um buraco negro no meio da esfera que puxa e mata tudo que entra...


E também um ataque de energia que transforma Bayonetta em Cereza, criança, tirando todos seus poderes por um tempo e deixando ela bem vulnerável.


Mas, depois de uma luta intensa, Bayonetta apela e usa todo seu cabelo... 


Pra invocar o demônio mais poderoso, que é maior e mais forte que Jubileus... 


A grandiosa Queen Sheba (sai cabelo branco também, e eu achava que era Jeanne que tinha usado junto mas, nah, Jeanne volta só depois).


Daí rola um murro tão forte... 


Que joga Jubileus pra fora de seu corpo pelo espaço (vai só seu espírito)... 


E a bruxa precisa guiar ela até o Sol (ou ela explode planetas e da game-over). 


Depois ainda sobra o corpo gigante, que começa a cair na Terra e Bayonetta, fraca, abaixa pra aceitar seu destino, e os créditos sobem, certo?


Errado! É ai que Jeanne surge, cortando os créditos.


Ela da uma piscadela e é mostrado que ela voltou à estátua graças a moto e ai...


 Ambas se ajudam pra destruir os destroços da batalha, e assim evitar mais problemas pro planeta.


E ambas fazem a mesma formação da introdução do game...


E ai o mundo é salvo, com Luka esperançoso que Bayonetta estaria perto dele, pra surpreende-lo como sempre, mas não, nada acontece.


Então o jogo encerra certo? Nah, um tempo depois é mostrado o velório de Bayonetta.


Tava Rodin, Enzo e uma freira (que era Jeanne disfarçada), velando seu caixão...


Mas ela não tava morta, só atraindo anjos, junto com Jeanne.


O caixão explode e no Limbo, Bayonetta se junta à Jeanne.


Tudo começa a explodir, do mesmo jeito que no começo, com Enzo assustado e tal...


E Luka, que tinha levado toneladas de flores pra Bayonetta... 


Não a vê, mas sente seu perfume (quando tudo começa a explodir e a freira Jeanne some em um círculo de luz), o que deixa ele feliz pois sabe que ela não morreu.


Daí o jogo acaba, com ela apontando a arma pra tela e os créditos surgindo... certo?


Nop. durante os créditos, ocorrem 3 lutas, iniciando a partir de fotos. A última luta é ao lado de Jeanne no cemitério contra anjos e foi a única que eu venci. 


As outras são cotra anjos e contra Jeanne, mas são cronometradas e eu jogo mal.


Mas, depois de vencer a luta, uma imagem de Bayonetta e Jeanne, junto com a pontuação é mostrada.


E aí os créditos começam a subir outra vez, porém... Bayonetta fica ao fundo dançado Pole Dance. 


Daí é mostrada a pontuação da fase, o slote pra salvar, e ai sim o jogo acabou... certo???


Nop, ainda tem uma imagem gigante de congratulations mostrando todos os personagens e inimigos do jogo.


Depois disso, é fim, certo? É claro que não (e nessa hora eu já tava achando que o jogo nunca ia acabar), pois ainda tem uma coreografia de Bayonetta ao som de sua música tema.


E ai sim, é fim.


Fim.

E ai, curtiu?

Vou dar uma resumida na história só pra ficar claro:

Bayonetta


Introdução


É mostrado Bayonetta com Jeanne, lutando contra anjos em queda livre, durante a caça às bruxas. Essa parte na verdade é o passado já distorcido pelos eventos do jogo, onde Bayonetta cresceu corajosa. Logo, seria como uma linha alternativa do tempo. 


Mas no jogo em si, essa linha não é reproduzida, apenas criada. Nessa parte também tem um narrador que descreve os fatos e como as bruxas chegaram àquela situação, história essa que é paralela a verdadeira. Ou seja, o começo do jogo já ta por fora...


Alias, o narrador, é o pai de Luka.

Prologo

Bayonetta disfarçada de freira invoca anjos com Enzo, em um cemitério.


Depois da luta eles são atacados por um avião e nele, surgem mais anjos e Jeanne, com o tempo desacelerando.


Quando tudo termina, Bayonetta salva o carro de Enzo e ele, e aí eles vão até o Portões do Inferno e Bayonetta recebe suas armas novas de Rodin e também, as primeiras informações sobre as joias e a memória de Bayonetta, é ai que começa a viagem pra Europa, e Vigrid.


Capítulo 1

Bayonetta chega em Vigrid, e mata um monte de anjos.

Capítulo 2



Bayonetta encontra Jeanne, Luka e por fim, Cereza, e mata um monte de anjos.

Capitulo 3



Vidrid pega fogo e é inundada por lava, e Bayonetta mata um monte de anjos.

Capítulo 4



Ela chega num coliseu e enfrenta o primeiro chefão que incendiou Vigrid... e chupa um pirulito.

Capítulo 5



Bayonetta reencontra Luka, pinta o rosto dele com batom e tem sua primeira luta contra Jeanne.

Capítulo 6



Bayonetta encontra e protege Cereza, passa a guarda pro Luka e mata um monte de anjos.

Capítulo 7



Ela mata o segundo chefão, e atira no pintinho da estátua.

Capítulo 8




Bayonetta tenta alcançar Luka e Cereza, que estavam de carro, e mata um monte de anjo, mas não os alcança e acaba caindo num portal pro mundo dos anjos.

Capítulo 9



Ela mata anjos, e um Golem.

Capítulo 10



Ela mata anjos, e encontra o portal pro mundo normal.

Capítulo 11



Ela mata o terceiro chefão e resgata o ursinho de Cereza.

Capítulo 12




Luka fala de seu pai e do avião militar, Cereza acaba indo parar no avião, ele tenta salvar mas acaba caindo e o avião decola. Bayonetta vai atrás de Cereza e encontra Jeanne à bordo, lutando contra. Depois ela encontra Cereza, mas o avião cai no mar.

Capítulo 13


Bayonetta passa Cereza pros braços de Luka que as resgata de helicóptero. Então ela mata o quarto chefão, e vai pro helicóptero.

Capítulo 14


O helicóptero é derrubado por mísseis, mas Bayonetta salva Luka e Cereza, e pilota um dos mísseis usando magia. Ela chega ao destino do avião que caiu e enfrenta Jeanne, que parece morrer. 


Ela se reúne com Luka e ai Cereza acorda, correndo pra dentro do prédio, em busca de seu pai.

Capítulo 15


Bayonetta mata anjos, detona parte do prédio, enfrenta os chefões genéricos, e entra numa bola estranha flutuante acima do prédio do chefão.

Capítulo 16


Depois de uma conferência com o pai, rola a luta contra Balder e Bayonetta distorce o tempo, desmaiando. Ele leva ela pra se fundir com a estátua de Jubileus.

Epílogo


Jeanne salva a pátria.

Fim

Moral da história: Bayonetta ama pirulitos.


Eu não disse isso mas, além dos itens de cura serem pirulitos diferentes, o tempo inteiro ela chupa pirulitos, e isso é uma característica destacadíssima.


Extras

Depois de terminar o jogo, como de costume, surgem alguns extras bem legais, mas a maioria só é liberada se a gente jogar de novo, e dessa vez eu não me senti tão motivado pra zerar o game no difícil ou em menor tempo. O jogo é bom, mas nah... Porém, só pra não dizer que eu não disse, da pra liberar um sabre de luz, um nunchaku, uma luta contra Ronin e uma série de roupas pra Bayonetta. Eu achei engraçado, pois ela muda de roupa inclusive nas cutscenes (nunca vi isso num jogo antes) mas, tirando as roupas (hooo) não há nada tão atrativo...


 

Rodin como um chefe é até que bem curioso, mas ai vi os pré requisitos: Tem que zerar em 4 horas ou menos... nunca que eu termino esse jogo tão rápido... eu me matei e foram o que... 20 horas de jogo!




Enfim... só pra constar, ta ai. Eu jogo muito mal, mas até que curti.


Como traduzir Bayonetta?

Uma coisa que eu não entendi foi o que ocorreu com a tradução de Bayonetta. Eles traduziram as legendas dos diálogos, mas a descrição de itens, menus, documentos, objetos e cenários continua no idioma nativo (inglês).


A tradução só funciona com diálogos, e isso é bem estúpido considerando que mais da metade da história é contada melhor na documentação obtida (que são senhores livros), tudo em inglês independente da tradução escolhida... idiota né? Pois ai notei ali na descrição que, pra mudar o idioma da UI, precisa alterar nas propriedades da STEM...



E ai eu mudei... e olha que legal, fica tudo em espanhol! Daora que só fui perceber isso DEPOIS DE TERMINAR O JOGO E A ANALISE!... porque fizeram isso? 



Qual a dificuldade em por logo o idioma correto no game conforme a Linguagem escolhida na porcaria das opções de vídeo???? Eu vou ler todos os documentos em espanhol pra confirmar algumas coisas, e ai acrescento o que deixei passar aqui, se achar necessário.




Vacilo mano... Pra quem manja de inglês isso nem é problema, mas eu lido muito melhor com espanhol, escolhi jogar em espanhol, mas como meu client Steam é português, o bendito jogo não traduzia pra português pois não tem esse idioma, deixava inglês mesmo... que raiva mano! Eu entendo o básico de inglês, mas demorei o dobro do tempo pra fazer a leitura da documentação, o que facilitaria muito se fosse na porcaria do idioma que escolhi pra jogar... to com raiva kkkk.

Bug Gráfico?

Outra queixa póstuma que tenho é sobre a resolução. Eu tive de jogar na resolução 1280x800, por causa de um bug chato que deixava as cutscenes duplicadas (com uma miniatura no canto esquerdo superior), caso eu colocasse em resoluções maiores. 



Após terminar o jogo, por curiosidade eu resolvi por a resolução no máximo e adivinha: As cutscenes normalizaram! 



Ao que parece, os drivers da placa de video que uso arrumaram isso (atualizo com frequência) mas, só percebi após terminar a análise, razão pela qual usei imagens de baixa resolução... desculpem.

Bem, futuramente (depende do feedback) haverão novas analises sobre Bayonetta, e inclusive, farei uma analise conjunto de Bayonetta e Devil May Cry... falando do que eles mais tem em comum: Anime!

Enfim é isso.

Curtiu?? Acredite, deu trabalho e não deu... esse fim de ano foi bem corrido por isso demorei tanto pra postar. 2018 ta ai, essa não é a última postagem do ano, por isso não vou desejar feliz ano novo ainda... 

Se faltou que eu falasse algo, ou se você tem alguma crítica ou algo a acrescentar, só comentar. 

See yah!!

6 comentários:

  1. eita postagem longa como sempre mas como sempre cada linha vale a pena ser lida

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    1. Que bom que curtiu sr Wilker. Mas, ficou mesmo grande? Eu to tentando resumir melhor e usar menos palavras, pra deixar os posts menores e mais claros, mas um dia eu vou acertar na dose.

      De qualquer forma, obrigado sr!

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  2. Boa tarde Sr e Feliz ano novo!
    Seguinte, estava esperando por essa análise e estou feliz que essa belezinha saiu. Então vamos lá...
    Primeiramente, parabéns pela análise. Ela, a pesar do post longo como o Wilker disse, eu achei necessário, pois ficou bem completo, grandes jogos merecem grandes análises ou fica superficial eu acho. E a proposta do seu blogue é expor cada detalhe dessas obras então, como ele mesmo citou, cada linha vale a pena ser lida. Opinião minha.
    Segundo, parabéns. O Sr me convenceu a jogar Bayonetta. Como comentei antes eu testei este jogo anos atrás mas ele não me prendeu, acho que nem concluí a primeira fase. Tem que estar no clima de humor meio exagerado para se jogar e aceitar certas cenas deste jogo. Mas depois de sua análise estou convencido a dar uma nova chance ao jogo, e mano... como eu fiquei empolgado na parte de andar de moto em um míssil em direção ao espaço! eu pensei "Eu quero jogar isso!" deve der surreal.

    Agora, é um alivio que este já seja um jogo meio antigo (a pesar do remake recente) pois do jeito que anda a censura dos jogos e o mimimi entre o público, acho que dificilmente veríamos aqui neste continente o jogo original como ele foi pensado pelo diretor, com toda essa conotação sexual e insinuações da protagonista, acho que ele seria censurado agressivamente. O que o sr acha?
    Lembro que este assunto, de personagens femininas sensuais deu uma treta grande com a 2B do Nier:Automata. Mas na polêmica deste, o próprio diretor disse que fez o jogo para ser assim mesmo e é assim que ele quer ele. Com a 2B sensualizando na tela.
    Enfim... são vários jogos hoje em dia que saem no japão de um jeito, e quando vem pro ocidente é feito várias modificações para se adequar ao que é aceitável pela censura aqui sem reduzir a classificação do produto. Muitos mesmo, até cartas de Yu-gi-oh são censuradas.

    E isso é parte da essência de Bayonetta, e que jogo massa. Parece dar uma sensação de poder enorme ao jogar com a Bayonetta surrando bosses gigantes no mano a mano e usando varias armas e skills.

    Obrigado por me apresentar a este jogo Sr.
    Abraços!
    PS: Comentários gigantes: O retorno.

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    1. Feliz ano novo sr Chaos!

      Eu to feliz por vocês terem curtido, dezembro foi um mês puxado, e eu tava ansioso pra postar alguns textos, mas enrolei de mais. Fiquei preocupado com a qualidade final pois eu esqueço muita coisa quando demoro muito pra registrar. O que me ajudou muito foi rever as imagens, pois como fotografo de 3 em 3 segundos, acabo registrando ao menos o visual, e isso me ajuda a lembrar. Tenso que preciso separar tudo em pastas, depois ver uma por uma, renomear as ideais, separar, rever... isso da até gastura só de lembrar. Que bom que é divertido, só que consome o dia inteiro. Que bom que o resultado ficou como eu queria.

      Bayonetta é divertido e dinâmico, e vale a pena jogar sim, se vai curtir.

      Sobre censura, eu acredito que Bayonetta é isenta da regra. O primeiro é muito, muito vulgar, e tiveram imagens que não coloquei com medo de bloquearem o post nos agregadores, como +18. Mas sr, você ficará pasmo com o que direi agora: Bayonetta 2 é pior em termos sexuais e Bayonetta chega a aparecer nua, completamente nua, com close nas partes intimas (não detalhadas, mas sem luz, estrelas, tarjas ou qualquer bloqueio, apenas sem os tracinhos na malícia) e isso logo no início, e é um jogo exclusivo da Nintendo. A Nintendo comprou os direitos da SEGA e tipo, Bayonetta 2 saiu apenas pra Wii-U, sendo que o 1 saiu pra todas as plataformas, recentemente pro PC. E saca, Bayonetta 3 já foi anunciado pra 2018~2019, e a parada de censura parece não funcionar pro universo dela. É sério, eu o jogando o 2 já e tive vergonha alheia ao mostrar pro meu irmão, tava feliz porque o emulador de Wii-U ta a 60fps, e tipo, ela começou a gemer, a roupa foi sumindo, ela ficou peladona e eu disse "A Nintendo me tapeou".

      A 2B de Nier é meio extrapolante pois na boa, a bunda dela é perfeitamente renderizada e movimentada, sendo mais realista que de mulheres reais... aquilo foi diabolicamente calculado... tinha que dar treta mesmo kkk. Mas acho que desde que não se coloquem o vulk vulk, num rola nenhum processo.

      Ainda existem muitos trabalhos censurados mas acho que depende da moral e ética da desenvolvedora e distribuidora. A Bayonetta fica peladona faz parte de sua personalidade, é algo com importância narrativa. Nier é sensual além do limite e perfeitamente torneada mas, também tem uma grande importância narrativa e mais, uma importância moralista (sobre robôs serem taxados como nada mas na verdade serem tão importantes quanto qualquer outro ser vivo, pelo fato escolherem, decidirem, pensarem e viverem).

      Enfim, Bayonetta é a rival ideal pra Dante, ela é maliciosa, inteligente, poderosa, ardilosa, e sensual. É uma mulher totalmente poderosa e feminista (eu ia comentar sobre cabelo e tal, mas melhor nem começar se não estarei sendo muito, mas muito anti-ético com comparações nada engraçadas... mas eu pensei kkk).

      Enfim, sr Chaos, eu que agradeço por comentar, e por me motivar. Lembrando que um dos motivos pra eu ter certeza que o texto iria sair bem, foi seu aval da prévia.

      See yah!

      Ps.: Amo comentários.

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  3. Respostas
    1. Valeu sr Ivan, isso me motiva a continuar... logo logo to postando Bayonetta 2!

      See yah sr, e fico feliz por curtir o DM.

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